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Palmeiras 4×2 Vitoria – BR17

Uma vitória importante, pra afastar de vez a zica, especialmente pelo Palmeiras ter conseguido reagir depois de mais uma vez sair atrás no placar.

Gol, aliás, que saiu de um erro inofensivo do Felipe Melo no meio, mas que nem o mais sádico palestrino imaginaria que num chute tão (des) pretensioso a bola iria entrar onde entrou.

Mas Felipe Melo é o termômetro do time dentro de campo, Líder, não deixou o time se abater. Foi ele que lembrou ao Roger Guedes e ao Dudu, quando empatamos de penalti (muito penlati, viu Seo Noriega, muito!) em cobrança do 23, que a gente ainda atinha que virar a partida, pedindo aos dois que encurtassem na comemoração.

Logo depois, em jogada iniciada pelo Dudu, e com sorte e inteligência do Guerra, a bola sobrou pro Dudu fazer o segundo.

Voltamos pro intervalo sem mudanças. E o sol do meio dia parecia favorecer mais aos baianos do que aos palmeirenses. O Palmeiras demorou a engrenar e o Vitoria foi crescendo, até bola no travessão levamos, além de uma presepada do Mina que graças a Deus caiu nos pés do fraquíssimo Neilton.

Coube ao Dudu resolver a fatura. Em lance pela direita em que ele jantou dois marcadores do Vitória, a bola cruzada na área sobrou pro William mandar na trave e, no rebote, Maike encher o pé pra fazer o 3×1.

Em outra jogada pela direita, iniciada pelo Mina, Michel brecou o lance e de pé trocado bateu rasteira pra área, pro Dudu só desviar e deslocar o goleiro do Vitória: 4×1.

Borja entrou no lugar do Dudu e ainda teve uma chance de fazer, mas a bola foi caprichosamente pra fora.

Já bem perto do fim, Egídio aceitou um chapéu vexatório do jogador do Vitória, que no 1×2, fez o segundo dos baianos.

Fim de jogo, um 4×2 em que o Palmeiras mostrou toda a qualidade do seu ataque e toda a dificuldade da sua defesa. Tomar 2 do Vitória é preocupante.

Quarta-feira o compromisso é no Rio de Janeiro contra o Flamengo, e o Palmeiras terá a oportunidade de mostrar pra torcida se o Brasileiro ainda é sonho ou se já podemos começar a priorizar Copa do Brasil e Libertadores. O Maluco aposta na primeira opção.

Em tempo, hoje fui pela primeira vez no setor família com a patroa e os meus moleques, uma grata surpresa a organização, as atividades pra criançada, na medida certa – afinal, a principal atração tem que ser o jogo, e não os brinquedos – foi muito bom ver o Palmeiras voltando a investir no seu pequeno torcedor. Parabéns, diretoria, aprovada tanto a iniciativa como a execução!

AVANTI PALESTRA!

Vitória 1×2 Palmeiras – BR16

E acabou o melhor Brasileiro de pontos corridos da história. Pra gente, é claro, porque é só o que importa.

Ainda fomos jogar na Bahia com o time inteiro modificado, e mesmo assim fizemos nossa obrigação, que era mandar o Vitória pra Série B, que só não foi porque o Inter quis mais. E também, porque o Vitória já quis mais que a gente em 2014. A cicatriz de 2002 está finalmente remediada, pelo menos com o time baiano, mas nunca vai sair dos nossos corações.

Lembro como se fosse hoje aquela tarde maldita de domingo no Barradão, lembro onde eu estava, com quem, a tristeza aumentando, os minutos acabando, aquela angústia do caralho e a desgraça total no apito final.

14 anos e duas malditas séries B depois, finalmente terminamos o campeonato no Barradão com o já conquistado título, pro ódio profundo das redações esportivas do Brasil. Essa banca de inimigos da imprensa que habitam os jornais, rádios, e programas esportivos do país não tem ódio, na verdade eles tem é um medo enorme de ver o Palmeiras nesse estágio.

Sabem que quando nossa hora chega, ela chega mesmo. Isso aliado à uma administração competente, à camisa mais valiosa do Brasil e ao estádio e programa de sócio torcedor mais rentáveis do país, deve ser fruto da insônia da gambazada que trabalha com o microfone na mão.

E não há como negar que a administração do Palmeiras foi competente. Isso depois da quase tragédia do primeiro mandato, quando o presidente finalmente entendeu que seu lugar não era conduzindo o futebol, e sim administrando o Palmeiras e deixando quem é do ramo tocar o barco. Basta ver a diferença de resultados e de qualidade técnica do time entre 13/14 e 15/16 pra se ver o óbvio.

Tivesse sido assim logo no primeiro mandato, talvez hoje o Palmeiras estivesse no Japão se preparando pra algo ainda maior do que esse dificílimo título brasileiro. Mas, enfim, o que passou já foi e é hora de olhar para a frente.

Paulo Nobre teve muito mais acertos do que erros, e assim deve ser lembrado, apesar de errar na maior parte das vezes com a nossa torcida. Segue o jogo. Obrigado, e que venha o Maurício pra manter o que foi feito de correto, e corrigir os erros de percurso pra tornar o Palmeiras ainda mais gigante.

O jogo de ontem marcou a despedida do profético e indecifrável Cuca. Quantos não foram os jogos que quebramos a cabeça tentando entender que diabo ele tava fazendo com aquela escalação, com aquela substituição e quase sempre quebramos a cara quando no final tudo dava certo. Mas quem duvidou dele quando ele cravou, na semana em que ia começar o BR, que a gente ia ser o campeão? Eu não!

Cheguei ao ponto de escrever várias vezes aqui, que desisti de entender o que o Cuca tava fazendo, pra mim bastava acreditar que ia vingar, e pronto, vingava. Uma ou outra vez, claro, não vingou, mas pensa num cara intuitivo e iluminado, é esse Alex Stival… Hoje eu até entendo o que a torcida do Galo quer dizer com aquele ridículo “Eu acredito” que, aliás, desde que ele saiu de lá, nunca mais funcionou … Fará uma puta falta pra gente no próximo ano, sua obstinação e competência (e sorte também) não se encontram em qualquer esquina.

Mas, igualmente, obrigado Cuca, volte sempre e que venha o Eduardo pra seguir nesse caminho de conquistas e glórias.

E se tem um a quem realmente devo me redimir, esse é o Alecsandro. Quantas vezes não foi aloprado aqui? Nem vou contar porque foram várias. Mas mostrou que merece vestir essa camisa, principalmente no último semestre, quando desbancou todas as demais opções – mais jovens ou mais badaladas – pra ser o substituto direto do Jesus, função que restou coroada com o último gol do Verdão na competição, que nos garantiu a 24ª vitória e os 80 pontos conquistados. Valeu Alecgol!

E o que falar do Jaílson, o Invencível?

Do Gabriel?

Do Highlander ZR?

Do incansável Tchê Tchê?

Do Maestro Moisés?

Do Dudu – finalmente um 7 pra valer?

Do Jesus?

Do Jean?

Do Mina?

Do VH?

Do Dracena?

Ia passar semanas escrevendo sobre cada um, até caírem os dedos…

Só nos resta torcer que fiquem todos, que saíam apenas aqueles que pouco agregaram e que os que cheguem continuem essa trilha vitoriosa.

Vamos prum 2017 ainda mais foda do que 2016.

Obrigado, Palmeiras!

Minha vida é você!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×1 Vitória – BR16

Depois de 03 jogos, o Palmeiras voltou a vencer no Campeonato Brasileiro e, na última rodada, retomou a liderança que foi nossa mais do que de qualquer outro time até aqui.

O Palmeiras começou indo pra cima do Vitória e, como se tornou característico dessa equipe, com 15 minutos já tinham sido criadas pelo menos 03 chances de gol, duas com Erik e uma com o Leandro Pereira, mas nada de gol.

Na zaga, os perigos vinham de erros individuais, mas as bolas pararam num inspirado Jaílson, que defendeu quase tudo que pôde, foi uma partida quase impecável, não fosse um azar danado no segundo tempo. Mas, sem discussão, achamos o goleiro que vai suprir a ausência do Prass até o fim do ano.

O jogo começou a mudar quando Leandro Pereira, machucado, deu lugar pro Barrios, e foi nítida a diferença: o paraguaio joga de costas na área com a mesma facilidade que joga indo buscar o jogo (o que o LP não faz), ficando a dúvida do por que ele não é titular nesse time, em especial com a ausência do GJ.  

Lá pelos 20 e poucos, Cleiton foi puxado na área e o juiz não tinha como  não marcar o penalti. Jean bateu no canto oposto da cobrança contra a Chapecoense, fraco e rasteiro, e o goleiro do Vitória, quase 1 km adiantado, pegou a bola sem dificuldade.

Aos 35, em jogada ensaiada de escanteio, depois de um quase golaço de chaleira do Moisés (o melhor em campo), a bola sobrou pra ele, Barrios, só desviar pro gol, 1×0 pro Verdão.

No segundo tempo, o que já havia sido visto na primeira etapa, Dudu (que vestiu a braçadeira de capitão) jogou como o palmeirense sempre espera, foi pra cima  da zaga do Vitória e mostrou que nos últimos jogos tava mesmo pouco a fim de jogar bola. Num desses lances, depois de um belo passe de Barrios, o último dele no jogo (que também saiu machucado), Dudu achou CX entrando sozinho na pequena área: 2×0 pro Verdão.

E aí, achei que o Cuca errou ao colocar o Rafael Marques no lugar do Barrios. Marques sempre entra no jogo sem nenhuma inspiração, parece mesmo que não é com ele. Tirando umas bolas de cabeça em reposições do Jaílson, a única coisa que ele sabe fazer, no resto foi mal demais. Talvez a entrada do Roger Guedes, pra explorar a opção do contra-ataque seria melhor. Pode ser que o Cuca quisesse testar o RM, já que tinha perdido os dois centroavantes do elenco por contusão, mas não deu nada certo pra ele, só pra variar…

E o que se viu foi um jogo fácil começar a ficar complicado. Principalmente depois que o Cuca resolveu inverter Jean e Tchê Tchê (o que já havia acontecido no começo do jogo), e em três vacilos do 32, quase entregamos o empate de mão beijada pro Vitória: Primeiro, numa bola nas costas do Tchê Tchê, que rendeu um cruzamento rasteiro que o Jaílson espalmou e a bola bateu nas costas do Thiago Martins e entrou no nosso gol.

Depois, numa bola que o Tche Tche tentou sair jogando e foi cortando pro meio na frente da nossa área, que acabou num chute perigoso do jogador do Vitória, e por último, numa falta na cara do gol que, por sorte, não passou da nossa barreira.

Até entendo a alternância entre os dois, principalmente porque como o TS não estava jogando, Jean faz a marcação como primeiro volante melhor do que o Tche Tche. Mas precisa treinar melhor isso aí, porque quase nos custou os 3 pontos…

Ainda deu tempo do Jaílson fazer uma defesa monstruosa em outro chute de fora da área, e lá na frente, Allione, que tinha entrado no lugar do CX, driblou o goleiro do Vitória e ao invés de só rolar pro Dudu tocar pro gol vazio, resolveu chutar sem ângulo, e a bola foi pra fora.

No fim, apesar da emoção no fim, foi um bom jogo do Palmeiras e o reencontro com a vitória não viria de mão beijada mesmo.

A se confirmar o 1º lugar, o que só não ocorrerá se o Gambá golear o Cruzeiro no Pacaembu hoje a noite, o Verdão terá sido líder do BR em 10 das 19 rodadas até aqui disputadas e fechará a metade do campeonato com o título simbólico de campeão do primeiro turno.

E o que isso vale? Absolutamente nada, senão indicar que o Palmeiras está no caminho certo, mas as dificuldades daqui pra frente serão cada vez maiores. A começar pelo fato de que, dos 05 adversários diretos que seguem na nossa bota, jogaremos com 4 fora de casa pelo segundo turno: Gambá, Santos, Gremio e Atlético/MG. Só o Flamengo virá jogar no Allianz.

O caminho para o enea será o seguinte:

A/PR (F), PON (C), FLU (F), BAM (C), GRE (F), FLA (C), GAM (F), CTB (C),  STA (F), AME (F), CRU (C), FIG (F), SPO (C), SAN (F), INT (C), A/MG (F), BOT (C), CHP (C) e VIT (F).

A dificuldade da tabela fica ainda mais preocupante quando lembarmos que perdemos pontos pra Ponte Preta, Coritiba, Botafogo e Chapecoense, e que toda a gordura que o Palmeiras tinha, que chegou a ser de 05 pontos, hoje se reduz a 1 único ponto, podendo terminar a noite com uma diferença de saldo de gols apenas.

E os cabelos brancos do palmeirense começar a brotar quando vemos a quantidade de contusões que não para, de acontecer: Prass, Dracena, Mina e Gabriel seguem fora, ontem perdemos Barrios e o Leandro Pereira, e com a suspensão do Alecsandro e o GJ na seleção, pode ser que no domingo não tenha um camisa 9 pra jogar contra o A/PR. Complicado…

Mas, como eu disse aqui outras vezes, quem quer moleza está torcendo pro time errado. Vamos assim até o fim, e seremos campeões, senão antes, naquele maldito Barradão, que tanta coisa ruim faz o torcedor do Palmeiras lembrar…

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 VITÓRIA
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data-Hora: 7/8/2016 – 16h
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Nadine Schramm Camara Bastos (Fifa-SC) e Helton Nunes (SC)
Público/renda: 30.330 pagantes/R$ 1.975.055,20
Cartões amarelos: Zé Roberto e Tchê Tchê (PAL), Victor Ramos, Euller, Kanu e Marinho (VIT)
Cartões vermelhos: –
Gols: Barrios (36’/1ºT) (1-0), Cleiton Xavier (4’/2ºT) (2-0), Thiago Martins (contra) (29’/2ºT) (2-1)

PALMEIRAS: Jaílson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier (Allione, 24’/2ºT); Dudu, Erik e Leandro Pereira (Barrios, aos 25/’1ºT) (Rafael Marques, aos 5’/2ºT). Técnico: Cuca.

VITÓRIA: Fernando Miguel; Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; José Welison (Serginho, aos 25’/2ºT), Willian Farias, Flávio (Vander, no intervalo) e Cárdenas (David, aos 36’/2ºT); Marinho e Kieza. Técnico: Vagner Mancini.

 

 

  

Palmeiras 2×0 Vitoria – BR14

O Palmeiras venceu um jogo que tinha a importância de uma final de Copa do Mundo como, aliás, terão todos os jogos até o final desse campeonato maldito. A importância dos 03 pontos hoje era tamanha que, se o Palmeiras não os tivesse conquistado, estaria ainda em último e há 04 pontos do décimo-sexto colocado. Seria uma tragédia.

O poder de reação após o massacre do final de semana, ainda que contra um adversário do mesmo (baixo) nível que o Palmeiras, é significativo e dá um mínimo alívio pro torcedor. Fizemos 06 pontos contra um adversário direto. Domingo temos a chance de repetir o feito, se ganharmos do Figueirense lá em SC.

E a diferença se deu justamente nas entradas cirúrgicas de Nathan na zaga e Valdivia no meio. Infelizmente o Palmeiras dependerá dele até o fim do ano pra escapar do pior. Dele e do Prass, que dizem, volta contra o Botafogo, o que totalizará 23 jogos fora. Uma eternidade.

A importância do 10 fica estampada no segundo gol, depois de mil anos, vimos uma linha de passe funcionando na frente: Valdivia – Cristaldo – Bernardo, até Henrique, de primeira, pra fechar o caixão do Vitória.

Juninho, que não foi mal hoje – mas foi péssimo em todos os outros jogos – está fora do jogo de domingo, pelo terceiro amarelo. Mazinho, com luxação no ombro, provavelmente não joga também, De novo, teremos um time diferente em campo.

Agora só resta ao palmeirense rezar. Domingo o 10 joga, Segunda será julgado pelo STJD e a tendência é ser punido, mas dessa decisão cabe recurso e efeito suspensivo, assim, se ele não aprontar em Floripa, devemos tê-lo em campo também contra o Chapecoense.

Bambi, vice-lider, jogando contra o Flamengo (maior torcida do Brasil = setor visitante lotado), 16 mil pessoas no Panetone.

Palmeiras, último colocado, jogando contra o Vitoria (setor visitante às moscas), 16 mil pessoas no Pacaembu.

E ainda ousam dizer que a torcida cor de rosa é maior que a nossa… Só se for em pesquisinha do BambiPress mesmo. Se fossem elas na nossa situação, não dava 2 mil pessoas na Gaiola ontem…

Pena que a diretoria esperou chegar nessa draga pra aprender a importância do torcedor na bancada. Enfim…

Faltam 07 vitórias. Faltam 13 jogos. Agora aguenta, palmeirense… vai assim até o ano acabar.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 VITÓRIA

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data e horário: 25 de setembro de 2014, quinta-feira, às 19h30
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence e Bruno Raphael Pires (ambos de GO)
Público/Renda: 14.907 pagantes/R$ 325.605,00
Cartões amarelos: Nathan e Juninho (Palmeiras); Juan, Richarlyson, Mansur e Luis Aguiar (Vitória)
GOLS: Lúcio, 25’/1ºT (1-0); Henrique, 16’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Deola; João Pedro, Lúcio, Nathan e Juninho; Renato, Victor Luis, Mazinho (Bernardo, 12’/2ºT), Valdivia (Bruno César, 33’/2ºT) e Cristaldo (Patrick Vieira, 28’/2ºT); Henrique. Técnico: Dorival Júnior

VITÓRIA: Gatito Fernández; Nino, Roger Carvalho, Kadu e Juan (Willie, 12’/2ºT); Adriano, Richarlyson (Richarlyson, 12/2ºT), Cáceres e Marcinho; Dinei e William Henrique (Luis Aguiar, 24’/2ºT). Técnico: Ney Franco

REAGE PALESTRA!

Vitoria 0x1 Palmeiras – BR14

A considerar as circunstâncias adversas, foi o resultado mais importante do campeonato até aqui. E foi uma vitória doida, sofrida, quase não merecida, tantas as dificuldades que esse elenco limitado do Palmeiras tem.

Verdade seja dita, o adversário de hoje é péssimo, um time ruim demais que também estava forrado de desfalques, o que transformou o jogo numa lamúria só.

Do nosso lado, não tínhamos o TomaCachaça10, que já está no Chile antes mesmo do treinador e até do roupeiro da seleção, e ainda não tínhamos à disposição o volante-transformado-em-lateral-direito Wendel, já que um time da estirpe do Palmeiras se dá ao luxo de não ter NENHUM jogador dessa posição no elenco. Também não estava à disposição o Leandro, mas a considerar os últimos  jogos deste ano (todos), tenho pra mim que essa ausência veio pra somar.

Sabem o Mendieta, aquele jogador eterno reserva que fez um gol contra o poderosíssimo Sampaio Corrêa e resolveu que podia mandar a torcida calar a boca? Então, estivemos desfalcados dele também, ninguém viu em campo hoje, nem o Valentim que esqueceu de tirá-lo…

Valentim que, aliás, abusou da sorte, ao escalar Wellington pro lugar do Wendel, e mandou a campo Fabio, Wellington, Lucio, Marcelo Oliveira e Juninho, Renato, Wesley e Mendieta, Marquinhos Gabriel, Diogo e Henrique. Poderia ter colocado o Wellington na zaga, Wesley na direita, Marcelo Oliveira de volante, Bernardo no lugar do Renato, e talvez não teria sido um jogo tão sofrido assim.

Mas, se o Valentim abusou da sorte, ela também sorriu pro Valentim. Logo no começo do jogo, Juan, o lateral esquerdo que ia deitar e rolar no Wellington, saiu machucado, dando lugar prum reserva bem do grosso. Foi o que salvou a lavoura na defesa, embora o Palmeiras tenha abusado de errar a saída de bola e depois ter que fazer a falta. Só o Lúcio entregou 4 saídas de bola erradas pro Vitoria, o Juninho mais umas tantas, como de praxe…

Por sorte, esse time do Vitoria é pior que ruim. Não aproveitou nenhuma das chances que o Palmeiras dava. E, nas poucas vezes que ofereceram perigo, ainda contamos com um Fabio MONSTRUOSO embaixo das traves, devolveu a segurança pro torcedor que nunca tivemos ou teremos com o camisa 1.

E foi também muito mais por sorte do que por merecimento, que o Palmeiras abriu o placar, num bom chute de Marquinhos Gabriel, de primeira, no rebote de um escanteio, que talvez não entrasse no gol se não tivesse desviado generosamente em Nilo Paraíba no percurso, e que deu números finais ao jogo, não sem antes demorar 27 horas pra acabar…

Partidas memoráveis do já citado Fabio, do Henrique, que apesar de não ter marcado sentou a botina na zagueirada adversária, como manda o figurino, e do Diogo, que aos 47 do segundo tempo tava marcando na lateral esquerda como se fosse final de campeonato. Humildade, raça e determinação, é 95% do que o palmeirense quer ver em todo jogador.

Nós que vimos o Palmeiras sucumbir duas vezes ao inferno, sabemos que o time que cai, além de ruim, tem que ter goleiro fraco e muito azar. E hoje temos goleiro, e também estamos com sorte. Sorte necessária, também, pra quem vai ser campeão, mas querer pensar nisso com um elenco desses, é forçar demais a barra de San Gennaro. Quem sabe se chegam uns 05 nomes de respeito, aí a história muda um pouco…

Mudando de assunto, queria dar os parabéns pra Gambazada. Porra, acho que jamais vai ser batida uma marca tão histórica quanto a de hoje, em qualquer esporte do mundo… Ficaram 104 anos sem sofrer um gol ou uma derrota em casa, hoje foi a primeira vez, duvido que alguém no mundo consiga quebrar esse recorde. AHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAH #eternofazmerir Dia 27/07, é nossa vez de deitar e rolar no #Puxadão Olelê, olalá se segura gambazada que o bixo vai pegar!

Próximo jogo é contra o Figueira em Araraquara, deviam entregar faixa pros jogadores catarinenses escrito Troféu Eu Nunca Vou Parar de Rir! Campeões 2014 (por enquanto) AHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA Chora banguelada!!!!!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

VITÓRIA 0 x 1 PALMEIRAS

Data: 18/5/2014
Horário: 18h30
Local: Estádio Pituaçu, em Salvador (BA)
Píblico e Renda: Não divulgado
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves (RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS)
Cartões: Não tiveram cartões amarelos

Gol: Marquinhos Gabriel, aos 04’/2°T

Vitória-BA: Wilson, Nino Paraíba, Alemão, Matheus Salustiano, Juan ( Mansur, aos 22’/1ºT); Neto Coruja, José Welison, Mauri (Léo Costa, aos 29’/2°T); Caio, Marquinhos e Alan Pinheiro (Willian Henrique, aos 22’/2°T). Técnico: Carlos Amadeu

Palmeiras: Fábio, Wellington (Tiago Alves, aos 33’/2°T), Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Renato, Wesley e Mendieta (Victor Luís, aos 45’/2°T); Diogo, Marquinhos Gabriel (Mazinho, aos 27’/2°T) e Henrique. Técnico: Alberto Valentim

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras atropela o campeão da Libertadores

Passamos o carro. Do jeito que o palmeirense gosta. O Palmeiras humilhou o Inter! Jogou muito! Estamos chegando, enquanto o resto tropeça. Leia o resto deste post

Tem Jogo! Palmeiras x Inter

Chega de falar sobre Política. Palaia assumiu, amanhã tem apresentação da nova diretoria (!), enquanto que a cirurgia de Belluzzo foi muito bem, obrigado.

O que importa é que o Palmeiras vai pegar o campeão da Libertadores hoje, 19:30, na Arena Barueri. Horário e endereço inviáveis pra mim. Jogo as 19:30 é iniviável mesmo se o estádio fosse aqui na Juscelino Kubitschek. Leia o resto deste post

PALMEIRAS IMENSO!

3×1, no Rio de Janeiro, em cima do Flamengo. Eh tudo nosso!

Até que enfim uma vitória MAÍUSCULA. Demorou pra chegar na gestão do Bigodon, mas veio, em melhor hora impossível. Leia o resto deste post

Vitória magruça, vitória gorducha

O Palmeiras ganhou.

Pouquissímo futebol, alguma disposição e foi o bastante para vencer o fraco líder da zona do rebaixamento. Sim, líder da zona do rebaixamento porque é assim que temos que encarar todos os adversários, como se estivéssemos jogando contra o líder, como fizemos contra o Fluminense, como não fizemos contra os bambis. Pontos corridos, todo jogo é final de campeonato. Leia o resto deste post

Assunshow garante 3 pontos e inaugura a reação verde no BR10

Foi no sufoco. No melhor estilo Felipão. O time do Gremio é fraco, mas no Olímpico sempre é treta. No ano passado, foi lá que a casa caiu de vez.

A vitória poderia ter sido conseguida de forma mais tranquila, com mais criação e domínio de bola. Leia o resto deste post

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