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Palmeiras 3×0 SPFW – Paulistão17

Hoje deu gosto de ver. Fomos Palmeiras. 

Tanto na arquibancada, como em campo, fomos Palmeiras. A sintonia era intensa. Time e torcida, torcida e time, e também o treinador que encaixou com perfeição esse tal de 4-1-4-1 e aniquilou o time treinado pelo ex goleiro de hoquei.

Que por sinal tem treinado bem seus goleiros. 3 visitas do reserva do Marcão no Allianz, 10 gols sofridos, 2 de cobertura. A linha do time alegre também segue 100%: nenhum gol marcado.  Que seja sempre assim…

Com atuação monstruosa do Thiago Santos, o melhor em campo, o Palmeiras não deu a menor chance pro adversário sequer chegar perto do nosso gol. Com a defesa extremamente bem postada, o campo sobrou pra Tche Tche, Michel Bastos, Guerra e Dudu jogarem o fino da bola.

Embora o Palmeiras fosse muito superior no primeiro tempo, ia faltar o gol. Ia. Mas aí o Dudu lembrou: – peraí… Bambi? Allianz Parque? Vou mandar um balãozinho… E caixa. Um gol antológico, quase do meio de campo na lateral esquerda, e só deu pro Denis olhar e lembrar que o chefinho já passou vergonha semelhante.

No segundo tempo, Tche Tche, de canhota, indefensável, fez o segundo golaço da tarde, enquanto que Mina no bote, Michel na bola enfiada, Borja no desvio e Guerra na complementação, com ajuda de uma falha monstra do Denis, fecharam o tampo do caixão cor de rosa trabalhado no glitter.

Ainda podia ter sido 4, quando ainda estava 2×0, numa pintura do Michel Bastos, com embaixadas e um calcanhar improvável, a bola sobrou pro Fabiano acertar o cruzamento perfeito pro Egídio testar forte,  mas a bola foi muito perto do goleiro, que fez boa defesa.

Foi um resultado importante, o segundo da semana. O Palmeiras ganha confiança depois de empatar com 1 a menos na Argentina e atropelar o rival hoje, mesmo poupando 02 titulares, mais 1 suspenso e deixando outros 03 fora de quase toda a partida.

Eduardo Baptista ganha confiança, e (porque não?) um pouco de paz, mostrando que soube fazer a leitura correta de ambos os jogos, ao mesmo tempo em que rodou o elenco sem prejudicar o desempenho do time e conquistando resultados importantes. Boa, professor!

Foi dia também de ver a volta de Tche Tche, talvez o principal jogador em campo (e talvez do elenco), e de finalmente ver o Guerra desencantar, além do gol foi muito bem tanto na armação como na marcação.

Agora enfrentamos a segunda parte da maratona, Jorge Wistelrman pela Liberta na quarta e os lambaris na casa de praia no dia 19. Pensar nos 6 pontos não é exagero. Pelo contrário, se tem um time que pode ter essa expectativa é o Palmeiras.

Pra cima dos bolivias e dos bagres!

AVANTI PALESTRA! 

SPFW 1xo Palmeiras – BR16

O Palmeiras segue sem vencer fora de casa no Brasileirão. Depois de perder pra Ponte Perde pra Todo Mundo Preta, foi a vez de facilitar a vida da bambizada.

E o jogo começou como tinha que ser, em pouco mais de 10 minutos, o Palmeiras já tinha criado boas chances pelos dois lados do campo, numa delas Alecsandro cabeceou sozinho e, infelizmente, em cima do goleiro (que, pra variar, entrega todo jogo, menos contra o Palmeiras).

Daí veio o lance que decidiu a partida: Wesley faz falta absurda no Dudu na entrada da área – pela câmera atrás do gol do Prass dá pra ver claramente o pisão no tornozelo do nosso jogador – mas o juiz resolveu não marcar uma falta clara na cara do gol pro Palmeiras, afinal todo mundo rouba o Palmeiras e não pega nada né???

Segue o lance, e aí Zé Roberto e Thiago Santos ficaram olhando a troca de bola até um cruzamento mixuruco pra dentro da área, pro Thiago Martins mostrar pra todo mundo ver porque ele não pode nunca mais vestir a camisa do Palmeiras… zagueiro que deixa a bola pingar dentro da área, desculpa, não é zagueiro. Vergonha. 1×0 pros bambis.

E o Palmeiras, que era dono do jogo, morreu. Acabaram as jogadas pelas laterais, nada mais funcionou, o Bambi encaixou o meio e o primeiro tempo ficou nisso.

Voltamos com Moises e Rafael Marques no Thiago Santos e Roger Guedes. Mas o Moisés não surtiu o mesmo efeito das outras duas partidas, parecia um pouco mais recuado e bem mais lento. Rafael Marques esse sim, foi a mesma coisa de sempre: nulo. Gabriel Jesus mais uma vez não justificou a confiança cega que a torcida tem nele, enfim, nada deu certo, e o bambi, se não fosse tão medíocre, teria marcado pelo menos duas vezes, não fosse o Prass mais uma vez pegar tudo e mais um pouco.

No fim, o que faltou de novo foi o 3, o 10 e o 9. Faltou os caras que decidem. Como falta há 5 anos. E dessa vez faltou o 5 também, incrível como o Palmeiras consegue ter o DM mais frequentado do futebol brasileiro: 3 volantes, o 10 e 2 centroavantes assistiram o jogo pela TV hoje. E o Cuca achando ruim que tem 38 jogadores, mas olha de novo professor, que se tirar os machucados falta jogador pra fazer o rachão…

Palmeiras é broxante.

AVANTI PALESTRA! 

 


 

SPFW 0x2 Palmeiras – Paulistão16

O técnico Alberto Valentim, em 03 dias, conseguiu fazer o que o Marcelo Oliveira Não tinha conseguido em 03 meses: dar algum padrão pro time do Palmeiras.

E não foi muito complexo. Bastou “desinventar as invenções”, primeiro abolindo esse maldito 4-2-3-1 que tava mais do que manjado, depois por escalar Robinho no meio e não pelas pontas, em escalar Dudu no ataque pelas pontas e não pelo meio, Gabriel Jesus no banco, Matheus Salles e Arouca de volta à frente da zaga, Allione como segundo homem de meio de campo, enfim, tudo o que o palmeirense já tava cansado de saber que tinha que acontecer pro time sair daquele marasmo tantas vezes visto em 2016.

Demorou uns 30 minutos pro jogo do Palmeiras encaixar, mas depois disso não teve mais moleza pra escrete do Jardim Leonor.

Bom mesmo ficou quando, no intervalo, Lucas saiu pra entrada do João Pedro, o que decretou o fim das investidas do bambi pela nossa direita. E foi pela direita também que  o Palmeiras começou a vencer o clássico.

E os grandes personagens da vitória foram Allione e Alecsandro, foram deles os passes pros gols de Dudu e Robinho, respectivamente. Mas o time todo mostrou reação e principalmente evolução.

Tudo bem que o time reserva do adversário não inspirava muito desafio – e nem o titular o faria – e que o Palmeiras podia ter jogado bem melhor, especialmente diante de um adversário inferior.

Mas, o que importa é que o Palmeiras soube equilibrar o jogo e construiu as jogadas necessárias pra merecer a vitória. Muita coisa ainda precisa melhorar, e a vida de Cuca não será fácil a partir de amanhã. quando assume o comando do Palestra.

O recado pro novo treinador é simples: escale o jogador na posição que ele rende mais, e não sacrifique nenhum atleta por causa de esquema tático. É o time que faz o esquema, e não o contrário. E sem medo de colocar jogador no banco, seja ele quem for. Se não tiver suando sangue, tem que sair ou nem jogar. Já será um grande começo.

E nada melhor que um grande desafio pra marcar o início de um bom trabalho: pelo que vimos aqui na semana passada, o Palmeiras tem muito mais time que o Nacional, e tem plenas condições de ir a Montevidéu quinta que vem devolver com juros e correção a derrota sofrida na quarta-feira passada.

Pra finalizar, a torcida do SPFW tá cada dia passando mais vergonha: 14 mil pagantes num jogo em que 2 mil, a carga total, era de palmeirenses. Dessa vez, infelizmente, eu não fui um dos integrantes da torcida visitante, por conta de um casamento no início da tarde.

Mas qual não foi a minha gargalhada na cerimônia ao ouvir o padre abrir a missa com um: “Bem-vindos à Igreja Anglicana de São Paulo zero, Palmeiras dois. AHAHAHAHHAHAHAH Nem conheço esse padre e já considero pacas!!!!!! Valeu Reverendo Aldo!!! E se o Lula tá quase sendo preso, por causa de uma cobertura, imagina o Robinho que só no São Paulo já tem 03????? AHAHAHAHAHAH CHUPA BAMBI!

OS LANCES (TV Palmeiras/FAM):

A FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 0 X 2 PALMEIRAS 

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 13/3/2016 – 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Carlos Augusto Nogueira Júnior
Público/Renda: 13.466 pagantes / R$ 495.978,00
Cartões amarelos: Hudson, Maicon, Caramelo e João Schmidt (SAO) Edu Dracena, Matheus Sales e Dudu (PAL) 
Gols: Dudu 29′ 2ºT (0-1), Robinho 41′ 2ºT (0-2)

SÃO PAULO: Denis; Mateus Caramelo, Rodrigo Caio, Maicon e Carlinhos; Hudson, João Schmidt e Daniel (Ganso 15′ 2ºT); Michel Bastos, Rogério (Centurión 26′ 2ºT) e Alan Kardec (Calleri 15′ 2ºT). Técnico: Edgardo Bauza

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (João Pedro – intervalo), Edu Dracena (Thiago Martins 20′ 2ºT), Vitor Hugo e Zé Roberto; Matheus Sales, Arouca, Robinho e Allione; Dudu (Gabriel Jesus 34′ 2ºT) e Alecsandro. Técnico: Alberto Valentim.

AVANTI PALESTRA!

Bambis 0 x 0 Palmeiras – Paulistão13

Foram duas impressões da arquibancada do Panetone na tarde de hoje: a primeira é que dá até pena da torcida das meninas, não me lembro de um único Palmeiras e São Paulo, mando nosso, com menos torcedores do que as gazelas que foram hoje no clássico. Tinha uma parte do estádio, onde era o antigo azul, que parecia cheia de torcedores que tiveram que obter liminar pra entrar no estádio. Vergonhoso.

A segunda impressão é de que podíamos jogar 450 minutos que não íamos fazer gol nos bambis. Kleina fez de tudo: tirou o Charles e colocou o Leandro, tirou o Vinicius pra colocar o Patrik (que eu acho que tem que ser titular), tirou o Vilson pra colocar o Wesley (podia ter estreado o Rondinelly), colocou o time pra cima delas, mas a bola não queria entrar. Patrik acertou a trave, várias bolas passaram raspando, e até mesmo quando o goleiro de hoquei ajoelhou – sua especialidade – a bola foi caprichosamente pra fora.

Valpinga foi o melhor em campo, enquanto aguentou correr. Depois, quando acabou o gás, foi apenas normal. As melhores jogadas do Palmeiras, sem exceção, passaram pelo pé dele. É isso que a torcida – organizada ou não – quer: comprometimento, que vista a 10 com honra, que seja o melhor em campo sempre. É a função dele. Araujo, Vilson, Henrique e o Prass também foram bem.

Pelo lado negativo, Kleber Pinheiro foi mal de novo. Terceiro jogo sem mostrar ao que veio. Estamos de olho. Maurício Ramos segue sendo o ponto fraco da defesa, é só a bola vir pingando que fudeu… Wesley entrou com a mesma falta de vontade de sempre, ou seja, o esporro tomado em Buenos Aires – merecido e sem qualquer tipo de agressão física – não serviu de nada. Difícil pensar que mais falta pra esse cara ter tesão de vestir a camisa verde…

Faltou pouco pra voltar a vencer no Panetone. Do próximo jogo não passa. Rogéria em fim de carreira, Lúcio decadente, Ganso chiliquento e Luis Pipoqueiro vão sambar a tarantela. Quem sabe, pela Liberta… quem sabe…

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

BAMBIS 0 X 0 PALMEIRAS 

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 10/03/2013 – 16h
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Auxiliares: Fabrício Porfírio de Moura (SP) e Claudenir Donizeti Golçaves da Silva

Renda/Público: R$ 537.215,00/18.020 público total
Cartões Amarelos: Douglas, Wellington, Jadson, Luis Fabiano (SPO), Patrick Vieira, Kléber, Weldinho (PAL)
Cartões Vermelhos: Lúcio (SPO)
GOLS: –

BAMBIS: Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Rafael Toloi, Cortez, Wellington (Edson Silva – 9’/2ºT), Rodrigo Caio, Maicon, Ganso (Jadson – 7’/2ºT), Aluísio e Luis Fabiano (Osvaldo – 14’/2ºT). Técnico: Ney Franco 

PALMEIRAS: Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, Henrique, Juninho, Márcio Araújo, Vilson (Wesley – 23’/2ºT), Valdívia, Charles (Patrick Vieira – intervalo), Kleber e Vinícius (Leandro – 17’/2ºT). Técnico: Gilson Kleina

AVANTI PALESTRA!

Tem Jogo! SPFW x Palestra – Paulistão13 R.10

E lá vamos nós de novo pra Floresta Encantada, vulgo Panetone ou Gaiola das Lokas, a casa dos bambi, como vocês preferirem. E iremos com a certeza que nenhum dos 5000 consumidores do futebol que assinaram a petição pela extinção da Mancha estará presente. Se é isso que é torcer pra vocês, eu tenho pena então… Divirtam-se comentando o jogo nas redes sociais. Eu vou estar lá no Estádio, me mandem um @br@ço na net, seus coxinhas!

O retrospecto não poderia ser pior. Faz 11 anos que não sabemos o que é vencer contra a bicharada no panetone, Ambas as equipes vem de maus resultados no meio da semana, mas o episódio de quinta-feira no aeroporto de Buenos Aires deve colocar em campo um Palmeiras bem mais pressionado que as gazelas.

Valpinga e Henrique são dúvida. Mesmo assim, aposto em Prass, Weldinho, M. Ramos, Henrique e Juninho; Araujo, Vilson, Wesley e Valpinga, Kleber e Leandro, embora pelo que jogou em poucos minutos em Bs As., o Patrik Vieira merecia uma chance. Ainda, durante o jogo poderemos ter as estreias de Leo Gago e Rondinelly. Que todos que pisarem no gramado saibam que hoje é dia pra ser monstro em campo!

Já o time do Glamour e do Luxo vai de Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Rafael Toloi e Cortez; Wellington, Fabrício e Jadson; Aloísio, Luis Fabiano e Osvaldo. UI!

Sem palpite, pra não zicar, mas tô achando que o Kleina aprendeu a lição na nossa última visita no Panetone.

Se jogarmos como contra a gambazada, vai dar Verdão na cabeça, elas num guenta!

PRA CIMA DELAS!!!  AVANTI PALESTRA!

Mais uma(s) da Imprensinha

Nem o Palmeiras de 96 tinha trégua da imprensinha. Não seria diferente com o nosso time atual que, embora extremamente competitivo, continua sendo tachado de limitado, de que está no seu máximo rendimento, enquanto que os outros grandes ainda teriam muito mais potencial pra mostrar…

Não devia ser surpresa nenhuma, mas no sábado os palhaços da imprensa se superaram. O Palmeiras acabara de jogar um bom futebol contra o fraco time do Prudente, mesmo sem contar com 4 titulares, entre eles o ButtHead, o Patrik e o Gladiador, três dos principais jogadores do elenco nesta temporada.

Primeira pergunta da coletiva: briga de Valdivia e @luansantanaevc; Segunda pergunta, idem. Terceira e lá vem de novo o mesmo tema… Porra! O líder ganhou de novo, não tomou gol de novo, mesmo jogando desfalcado e só isso que os comédias tem pra perguntar?

A justa revolta do Felipão foi imediata, e foi aumentando na medida em que os artistas do picadeiro iam se revezando nas traquinagens. No blog do Alex Muller, a íntegra da entrevista, inclusive a treta com o reporter da Gazeta, o Garrafa.

Nas manchetes dos principais veículos, a vitória acabou ofuscada pela briga entre os jogadores. Exemplo, o R7:

Com Valdivia no 2º tempo, Palmeiras bate o Grêmio Prudente e praticamente cumpre meta de Felipão

Chileno incendeia partida, discute com Luan e faz torcida vibrar com 14º jogo invicto”

Voltemos no tempo quase dois anos. 14 de novembro de 2009, pra ser mais preciso. o jogo é Bambi e Vitória/BA. Logo aos 15 minutos do primeiro tempo, André Dias e Hugo saem no tapa, literalmente:

A cobertura e a manchete do mesmo R7:

São Paulo bate Vitória e consolida liderança do Brasileiro

Tricolor supera desfalques, faz 2 a 0 em casa e termina rodada na ponta”

Pra quem leu apenas as manchetes, teve briga no jogo do Palmeiras, no dos Bambis não. Paranóia? Não. Quer ver só? Olha essa, bem lembrada pelo J. Christiannini e pelo 3VV:

No começo do mês passado, o Palmeiras foi a Uberaba pela Copa do Brasil. Distância de São Paulo, 487 km. Como não havia vôos diretos pra lá, decidiu-se ir de ônibus. O alarde na mídia imunda foi estrondoso. Neste link, o retorno do Google que indica nada menos que 85.400 resultados para a pesquisa “Palmeiras Uberaba Onibus”. Todas as 20 matérias das primeiras duas páginas fazem referência à viagem terrestre do Palmeiras até Minas Gerais, muitas delas com títulos como “Que fase!” ou “Cortando gastos“…

Ontem, o Bambi foi até Bauru, 326 km da Capital, mas com pelo menos três vôos diários e diretos entre as duas cidades. Foram no Queen of the Desert, o busão da Priscila, a Rainha do Deserto. No link a seguir, a resposta do Google que indica 241.000 resultados aos termos “São Paulo Noroeste Onibus Bauru”, MAS, apenas 02, dos primeiros 20 retornos fazem referência ao jogo entre Bambis e Norusca, e NENHUM menciona o fato de que elas foram pra Bauru no busão cor-de-rosa, muito menos o fizeram com desdém.

Pensando bem, não poderia ser diferente… Se os gambás e os bambis morrem de inveja da gente, os gambás e os bambis da imprensa não poderiam agir de outra maneira.

Por mim, que continuem falando mal e desdenhando. Palmeirense não quer nem precisa de reconhecimento dessa imprensa safada. Pra isso, já temos a nossa mídia palestrina, que cobre com coerência o dia-a-dia do nosso Verdão.

E quando vierem badalar as nossas conquistas, estes mesmos cretinos que não reclamem quando forem esnobados e preteridos. Eles mereceram.

AVANTI PALESTRA!

Bambi 1×1 Palmeiras – Paulistão 2011

Podia ter sido melhor.

Jogamos com 1 a mais por pelo menos 30 minutos e dava pra ter vencido o jogo.

Pra variar, a única bola que os bambis mandam pro gol entra. Pode reparar, que defesa fez o Deola no jogo? NE-NHUMA…

Felipão, presta atenção! O Danilo está vendido, a cabeça dele está bem longe daqui. Não pode ser titular. É um absurdo um time perdendo ter que trocar de zagueiro no intervalo porque o imbecil que tava jogando ia ser expulso. O mesmo vale pro Assunção que teve que dar lugar ao João Vitor também pra não ser o expulso. Agora, decepção mesmo foi o Tinga. Até o  /\ teria jogado melhor hoje do que esse puto. É muito melhor avançar o Assunção, que não marca ninguém mesmo, e botar o Joao Vitor ou Chico, do que jogar com o inoperante Tinga, que tem duas pernas esquerdas…

Agora, as bichas reclamando da arbitragem é piada de mau gosto. Logo elas, que devem tudo o que tem ao apito cor-de-rosa. Alex Silva tinha que ser expulso sim, assim como o Miranda, que pisou na mão do Valdivia no primeiro lance do jogo. E nem vamos comentar o impedimento inexistente que foi marcado no Gabriel Silva, no último lance do jogo, na cara do gol…

Muita coisa precisa melhorar, mas estamos no caminho certo. No lance do gol, Valdivia pro Kléber, dele pro Adriano e dali pro barbante e pra dancinha do MJ, mostrou que o time tem qualidade. Tivesse o Felipão tido chance de mudar o time como ele queria (Danilo e Assunção sairam pra não levarem o vermelho), talvez estaríamos comemorando vitória agora.

Deixa estar. Quero pegar as bichas nas quartas ou na semi. Vamos passar o carro. De preferência no Morumbicha.Aí elas vão ficar sem sentar por 1 mês. Promessa.

Os gols do jogo:

A ficha técnica:

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/hora: 27/2/2011 – 16h
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Marcio Luiz Augusto e Marco Antonio Gonzaga da Silva

Renda e público: R$ 624.981,80 / 26.138pagantes
Cartões amarelos: Miranda e Dagoberto (SAO); Danilo, Kleber e Marcos Assunção (PAL)
Cartões vermelhos: Alex Silva, 12’/2ºT (SAO)
GOLS: Fernandinho, 25’/1ºT (1-0); Adriano Michael Jackson, 38’/2ºT (1-1)

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean,Casemiro, Carlinhos, Lucas (36’/2ºT – Rivaldo) e Juan; Dagoberto(36’/2ºT – Willian José) e Fernandinho (29’/2ºT – Xandão).Técnico: Paulo César Carpegiani

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Danilo (Intervalo – LeandroAmaro), Thiago Heleno e Gabriel Silva; Marcos Assunção (16’/2ºT – JoãoVitor), Márcio Araújo, Tinga e Valdivia; Kleber e Luan (10’/2ºT -Adriano). Técnico: Luiz Felipe Scolari

As fotos:

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A chegada da Mancha e os palpites antes do jogo e debaixo d’água:

AVANTI PALESTRA!

Tem Jogo! SPFW X Palestra – Paulistão 2011

Foi em 20 de março de 2002. Eu estava lá e vi uma das maiores pinturas do futebol. Um gol pra encantar o futebol, como disse Silvério na narração.

De lá pra cá, jogando na gaiola, só empates ou derrotas. Mesmo quando jogamos melhor do que elas. Está na hora disso acabar.

Hoje é o dia! É só querer ganhar, o que significa que não podemos ter de novo um time forrado de volantes, como contra o Mogi e o Comercial. Beleza, comandante?

O Palmeiras jogará com Deola; Butt-Head, Danilo, Maurício Ramos e Gabriel; Marcos Assunção, Caramujo, Tinga e Valdivia; Luan e Kleber.

Já o time feminino virá de cor-de-rosa e com Denis, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Juan; Rodrigo Souto, Casemiro, Lucas e Rivaldo; Fernandinho e Dagoberto.

Aposto na vitória, que virá das grandes atuações de Kléber e Valdívia.

Palpite do Maluquinho: 2×1, Kléber e Mago.

AVANTI PALESTRA!

Taça dos Boiolas

Um OFFTOPIC, pra variar um pouco.

Sério, me enchi dessa babaquice de Taça dos Boiolas, digo, das Bolinhas pra cá, Taça de Bolinhas pra lá. Nem no Gala Gay se viu tanta purpurina voar pra saber quem ia ser a rainha do baile.

Quanta babaquice. Voltemos 24 (sem trocadilho) anos atrás.

O ano é 1987. A CBF e o CLube dos 13 brigaram. Cada um realizou seu campeonato. Daí, a CBF determinou que o campeão e vice de cada torneio deveria se enfrentar num quadrangular, pra determinar o Campeão Brasileiro daquele ano. Até onde me consta, todo mundo aceitou.

Aí, vejam só, na hora do vamo ver, o Flamengo, com medo do Sport do treinador Emerson Leão e do Guarani de Evair, João Paulo, etc., com o apoio do Clube dos 13, cujo presidente era também presidente da bambizada, se auto-proclamou campeão brasileiro de 1987, e não foi pra campo.

Pra CBF, o Sport foi o campeão. Pro Clube dos 13, o campeão foi o Flamengo. Discórdia que virou briga judicial. Pra Justiça Federal, o campeão foi o Sport.

Em 1992, o Flamengo foi campeão brasileiro de novo. Na conta deles, o quinto título.

Teria então, direito de receber a Copa do Brasil, vulgo Taça das Bolinhas, por ser o primeiro time a ganhar 5 títulos nacionais. E passou a reivindicar o treco.

A bambizada que conquistou o quinto brasileiro em 2007, reivindicou também e recebeu, há pouco mais de uma semana, a Porra da Taça dos Pauzinhos, digo, das Bolinhas. Armaram uma comitiva das mais fanfarronas pra ir buscar a Taça, com Juju, Goleiro de Hockéi, Zetti, Leco e até aquele ex-governador muito querido da turma do Jardim Leonor foi na bota.

Nesta segunda-feira, a CBF anunciou que o Flamengo também é campeão brasileiro de 1987. Resultado: a Taça das Bostinhas, digo, Bolinhas, tem que voltar pra Caixa Econômica, por conta de uma nova ordem judicial.

Aí vem no ar aquela pergunta: Será que o Poder Judiciário não tem coisas mais importantes pra decidir do que quem foi campeão brasileiro em 1987, ou quem vai ficar com a porra da Taça dos Anuszinhos, digo, das Bolinhas?

Chega a ser patético. Por parte de todos os envolvidos.

Se eu fosse o Luis Álvaro, pra completar de vez o circo, ingressava na ação pra dizer que o Santos é o primeiro pentacampeão brasileiro e que a taça é dos lambaris. E de fato, deveria mesmo ser.

Sério, como legítimo pentacampeão brasileiro desde 1972, e o primeiro time a ser hepta e octacampeão brasileiro, bem como o primeiro campeão mundial, muito me admira essa mesquinharia toda.

Isso sem falar que o objeto de tanta disputa é feio que a porra! Ô bagulho horrendo! Se bem que, de estilo, os decoradores da bambizada entendem muito mais que eu. Vai ver que o troço é noir ou alguma porra assim. Eu, hein…

AVANTI PALESTRA!

Direto do Estádio – Palmeiras x SPFW

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