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Palmeiras 0x1 Santos – BR17

Um gramado com menos de 48 horas de plantio. Uma chuva torrencial minutos antes da partida. Um time que veio pra não jogar e um juiz conivente. Era a receita perfeita pra um empate escroto.

Daí você acrescenta um treinador teimoso, um jogador com dedo (pé) podre pra clássicos e um zagueiro que não serve pra jogar nem no Palmeiras da Bahia, e o que já era um maldito empate vira derrota de dar nojo.

O pior é ter a convicção de que o Lambari, histórico passador de pano do Gambá que é, não tem chance nenhuma de tirar o caneco da mão do Lixão. Quando precisar ganhar do Avai em casa, vai peidar na tanga. Time safado, no máximo vai ser vice de novo…

O retrato da tragédia ontem: primeiro o lance do gol, foi falta no Guerra, não do Jean Motta, mas do Copete no primeiro lance. O Copete entra no meio do Guerra, desloca o jogador do Palmeiras, que se desequilibra, tenta dominar a bola, estica o lance e depois perde na dividida sem falta com o jean Motta. O juiz, em cima do lance, não marcou nem  no primeiro nem no segundo lance . Foi safado.

Mas e o Guerra, hein? Tinha que ser ele de novo? E o Cuca que é todo supersticioso me vai colocar em campo um jogador que entrega todo clássico?

Ainda sobre o lance do gol, Thiago Santos acompanha o Copete até a linha de fundo, e o Luan bem distante do lance, o que me faz? Dá um carrinho há 15 metros da bola, alguém me explica aí o que ele quis fazer… A bola cruzou  nossa área, o Bruno Henrique teve tempo de dominar e achar o Ricardo Oliveira sozinho na pequena área. Sozinho porque o Luan, que tinha dado o carrinho no vácuo, não conseguiu levantar a tempo de recompor a marcação. Que cara horrível esse Luan, devolvam pro Vasco pra ontem esse traste…

E a imagem final da tragédia foi o Cuca sacando o William, um dos poucos que se salva lá na frente, pra colocar o Borja. Porque tirar o melhor atacante do Palmeiras e não aquele pipoqueiro grosso, que não acerta um cacete?? Que vergonha é ver o Palmeiras com esse Deyverson de titular, e mais vergonha ainda esse técnico teimoso que vai morrer abraçado com esse pangaré antes de dar o braço a torcer…

Sobre o Cuca, o 2017 dele no comando do Palmeiras foi uma tragédia completa. Nenhum atacante joga bem com ele, mas é só o cara sair daqui – vide Barrios – que o futebol reaparece. Estranho, né?

Pra continuar assim, já podia ir embora amanhã mesmo. Uma instituição do tamanho do Palmeiras não pode ser refém de treinador nenhum. Pega a calça roxa, obrigado por 2016 e seja feliz em outro lugar. Não devia ter saído, muito menos ter voltado…

AVANTI PALESTRA!     

Palmeiras 0x0 Sardinhas – Paulistão16

Sejamos honestos: 1 vitória em 6 jogos oficiais é beeeem abaixo das expectativas do palmeirense pra 2016.

Mas também, fomos nós mesmos que, caindo na conversa mole da imprensa, criamos mais expectativas do que deveríamos, ou não?

Ah, mas o Palmeiras foi um dos únicos times que manteve o elenco do ano passado! Verdade. Mas aí, vamos lembrar como foi o final do nosso ano, o Palmeiras despencou pelas tabelas no Brasileirão, depois de estar na faixa de classificação pra Libertadores.

Ah, mas o Palmeiras foi campeão da Copa do Brasil! Verdade também, mas muito mais no coração do time e no peito da torcida, do que jogando um futebol vistoso e que fosse digno de crédito.

Mas aí, vejam só os senhores, os isopores ao mar da imprensa, 9 de cada 10 que juravam que o Palmeiras não tinha a menor chance de ganhar a Copa do Brasil, foram os mesmos que apontaram o Palmeiras como um dos grandes favoritos de 2016.

Eh, então…

E até acho que o Palmeiras não errou tanto assim na montagem do elenco, mas Mattos e a diretoria já deviam saber que não se pode confiar no inoperante departamento médico do Palmeiras.

Me digam um jogador lesionado dos nossos rivais? Agora olhem a lista quase telefônica dos nomes que constam no DM palmeirense:

Jailson, Edu Dracena, Leandro Almeida, Rodrigo,Gabriel, Moisés, Cleiton Xavier, Fellype Gabriel e Barrios, quase um time inteiro fora de combate. Assim não há planejamento que vingue…

Precisa ver isso aê, pra ontem!

Sobre o jogo, Marcelo segue tentando encontrar a formação ideal, ainda sem sucesso. Dessa vez montou um 4-3-1-2, com Jean, Thaigo Santos e Matheus Salles à frente da zaga e Robinho na armação, com Dudu e Alecsandro na frente.

Foi uma das melhores partidas do Alecsandro com a nossa camisa. Ainda assim, muito aquém da expectativa do torcedor: nos dois principais lances de ataque – duas cobranças de falta, numa fez falta de ataque; e na outra praticamente jogou de zagueiro. Pelo menos correu, mas sigo convicto de que não serve pra jogar aqui – que ele me faça queimar a língua.

Dudu voltou à posição original, pelas laterais do campo, onde ele rende muito mais do que no meio onde o Marcelo insistia em escalá-lo. Mas nesse esquema com apenas 03 jogadores ofensivos, não rendeu tudo o que pode.

O quinto jogo seguido sem vitória incomoda, mas estamos procurando a maneira ideal de jogar, e tendo que contornar toda a ineficiência e um pouco de falta de sorte também do Departamento Médico, vamos tentar ver as coisas pelo lado positivo: não tomamos gol contra um dos melhores ataques do Brasil.

Muito por conta da atuação sempre segura do Vitor Hugo, e um partidaço do Roger Carvalho. E quando os dois não conseguiram neutralizar, tava lá o Prass pra segurar a bronca.

Ponto negativo mesmo foi pro público modesto, de novo abaixo da média de 29 mil do ano passado, que mostra bem pra diretoria que o time não empolga e que o preço do ingresso, mesmo num clássico, segue sendo proibitivo. Torcedor não é otário, presidente!

Concluindo, foi, mais uma vez, bem menos do que o palmeirense gostaria.

AS NOTAS:

Prass – arrisco dizer que nunca mais perde pro Ricardo Oliveira.

Lucas – de novo, nem a sombra do jogador que encerrou 2015.

Vitor Hugo – ê muleke bão!

Roger Carvalho – preciso, não sentiu o peso do jogo.

Zé Roberto – muito bem, nem parece que tem mais de 40.

Thiago Santos – jogou muita bola, colou no Lucas Lima a partida inteira. até sair extenuado de campo.

Jean – ok.

Matheus Salles – na sua primeira partida no ano, mais errou do que acertou. Claramente sem ritmo.

Robinho – fraco, de novo.

Dudu – de volta às origens, sofreu sem o quarto homem de ataque. Mesmo assim, foi nossa melhor opção ofensiva.

Alecssandro – correu hoje mais do que todos os outros jogos somados, mas, não me engana. É fraco.

Gabriel Jesus – nada messiânico, mas melhorou bem o ataque.

Arouca – não impressionou.

Régis – não sei se só entra em fogueira, ou se é ruim mesmo. Essa vou ficar devendo.

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 0 SANTOS

Data/Horário: 20 de fevereiro, às 17h (de Brasília)
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Bruno Salgado Rizo (ambos SP)

Cartões amarelos: Matheus Sales, Gabriel Jesus e Alecsandro (PAL); Victor Ferraz, Ricardo Oliveira, Elano, Zeca, Léo Cittadini e Gustavo Henrique (SAN)
Público e renda: 23.181 pagantes/R$ 1.317.272,44

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Zé Roberto; Thiago Santos (Arouca, 25’/ºT), Matheus Sales (Gabriel Jesus, 14’/2ºT), Jean e Robinho (Régis, 30’/2ºT); Dudu e Alecsandro.
Técnico: Marcelo Oliveira.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Léo Cittadini, 24’/2ºT) Renato, Lucas Lima e Serginho (Pato Rodríguez, 15’/2ºT); Gabriel e Ricardo Oliveira (Joel, 29’/2ºT).
Técnico: Dorival Júnior.

 

AVANTI PALESTRA! 

 

 

 

 

 

Palmeiras 2 (4)x(3) 1 Santos – Copa BR

De toda a ansiedade, angústia e preocupação que tomaram conta da alma do palmeirense nessa última semana, depois de termos sido absurdamente prejudicados, não termos jogado nada e ainda escaparmos de um 3×0 que teria sido definitivo, uma única coisa acalmava a tensão, pelo menos a minha: a fé incondicional na justiça divina.

Quis o destino que um pênalti mal batido pelo Dudu nos custasse o título Paulista, quando éramos muito mais time que os adversários do litoral, que inclusive fizeram de tudo pra impedir que o Palmeiras jogasse no jogo da ida. No fim, o placar magro não foi suficiente, e o 2×1 na praia levou o jogo pros pênaltis e, enfim, todos lembram o que aconteceu.

Deixamos escapar, nós perdemos, eles não ganharam o Paulistão.

Veio o Brasileiro, foi o Oswaldo, chegou o Marcelo, aí perdemos o Gabriel, disparado nossa melhor contratação. E o time que vinha numa crescente caiu. Da terceira melhor defesa da competição, viramos uma das piores. 02, 03 gols por jogo.

Na fase aguda da Copa do Brasil, despachamos Cruzeiro, Inter e Fluminense, sempre favoritos para a imprensa, até chegarmos na final contra o “infinitamente melhor” Santos, também segundo os ilustres jornalistas esportivos.

Mas aí eu falava de justiça divina.

Antes da finalíssima, o Palmeiras escapou duma surra na Baixada em jogo válido pelo Brasileiro, no qual o camisa 9 do adversário, este moço bom e religioso que todos conhecem, resolveu mexer com o nosso brio.

Fez careta depois de marcar um gol que, afinal de contas, não serviu pra bosta nenhuma, já que esse bom senhor irá assistir a Libertadores no ano que vem do sofá de casa ou na sua congregação religiosa.

Ricardo Oliveira devia ser um adolescente em 1993, mas já devia saber que não se provoca o Palmeiras antes da hora. Lembra do Viola?

E o mais curioso que humildade é uma coisa que não se aprende. Um cara que sempre foi coadjuvante a carreira inteira, nunca foi peça chave pra conquista de nenhum título importante que ele tem no currículo (e não são poucos), de repente se reinventa aos quase 40 anos, vira artilheiro do campeonato brasileiro, é convocado pra seleção, mas ao invés do cara se sentir agradecido, não, resolve tripudiar pra cima dum colega de trabalho.

O gol que ele fez aos 40 e sei la quantos minutos do segundo tempo, e que deu números finais ao jogo de hoje e encaminhou a decisão para a marca de cal, tinha um propósito maior.

E realmente teve. Ricardo Oliveira teve que assistir justo o Fernando Prass, quem diria, marcar o gol do título. CHUPA!

Ainda sobre justiça divina, não ia ser na nossa casa que um zé ninguém como David Braz – que seria ainda mais zé ninguém se não fosse justamente o Palmeiras, de onde saiu mais pelas portas do fundo do que qualquer outro jogador – iria comemorar um título. Pelo contrário, saiu de maca, chorando. Pois é…

Justíssimo também que, passados exatos 360 dias desde aquele maldito e vexatório 07 de dezembro de 2014, em que o Palmeiras pessimamente comandado por Dorival Junior envergonhou sua torcida e dependeu do Vitória não vencer seu jogo para não ser rebaixado, seja dado o troco pra esse treineiro que jamais deveria ter integrado nosso departamento técnico.

Divirta-se você também, Dorival, assistindo a Libertadores na FOX, amigão!

Querem outra justiça? Dudu, que tinha perdido o penalti que nos custou o Paulistão, fez os dois gols que encaminharam a nossa conquista. Amém!

Que gostoso vai ser assistir, ler, ouvir e rir amanhã de todos os comédias das redações esportivas, esses Rizeks, Cerettos e companhia limitada, que tanto menosprezam a camisa verde, mas que justamente pelo time que torcem deviam saber como a banda toca. Nada mais justo.

E, por último, justiça seja feita à festa maravilhosa que nossa torcida fez em campo hoje, nós fizemos a diferença, todos juntos, organizados ou não, fizemos valer o nosso caldeirão e merecemos também essa conquista. E o cara que teve a ideia de colocar o Prass no mosaico merece uma estátua na entrada do Allianz. Que insight!

Finalmente estamos de volta na nossa casa. Agora quero ver segurar…

É nóis na Liberta!!!!

Parabéns, Palmeiras! É CAMPEÃO!!!!

AVANTI PALESTRA!

Santos 2×1 Palmeiras – BR15

No primeiro dos 3 jogos decisivos que temos com os lambaris, o Palmeiras não foi bem, tanto na defesa como no ataque, e acabou perdendo por 2×1.

Exceção seja feita a Fernando Prass, que livrou o Palmeiras de uma goleada que iria colocar um elefante no ombro de cada jogador palmeirense pras finais da Copa do Brasil, que começam a ser disputadas daqui 4 quarta-feiras.

Como o jogo de hoje era ganhar ou ganhar pro Palmeiras manter alguma esperança de conquistar a vaga da Libertadores no BR, o time correu um risco que não poderia ser considerado normal, caso ontem tivesse sido jogado o primeiro jogo das finais da Copa do Brasil.

Ainda no primeiro tempo, depois do gol dos sardinhas, que saiu nas costas do Lucas (de novo, sem nenhuma condição de jogo, mas em campo…), o Palmeiras adiantou a marcação e escancarou a defesa.

No segundo tempo, depois do segundo gol, nas costas do ZR (numa das piores partidas com a nossa camisa até aqui), saiu o Salles pra entrar o Allione, e aí o Palmeira entregou na mão de Deus…

Por sorte, o ataque dos caras se mostra mais displicente do que efetivo. Gabriel. Lucas Lima, Ricardo Oliveira, todos perderam gols feitos porque quiseram enfeitar, tripudiar ou simplesmente porque perderam.

E, do nosso lado, não foi diferente: bola na trave do Matheus Salles, Robinho perdeu um gol dentro da pequena área, Dudu escorregou cara a cara com o goleiro, Barrios escorregou na meia lua, enfim, tirando a boa jogada de Dudu e Barrios no lance do nosso único gol, o Palmeiras também foi ineficaz, só que foi mais do que o adversário.

Com o período de preparação para as finais, espera-se que o DM consiga finalmente zerar as contusões do elenco, e que com isso o Palmeiras tenha força máxima pra disputa da Copa do Brasil. Só o Arouca já voltando é outra história no meio de campo, e se Cleiton Xavier estiver também à disposição, poderá, se tiver duas atuações impecáveis, justificar sua até aqui desastrosa repatriação.

Já do lado de lá, o problema de quando se está no auge, é que o único caminho é pra baixo. Ricardo Oliveira tirou onda, provocou, mostrou que poucos jogadores podem ser tão sujos ou mau-caráter quanto ele, David Braz e Gabriel seguem pelo mesmo caminho, mas esquecem que se até o Santos de Pelé, favorito absoluto de tudo, foi parado pelo Palmeiras, o ideal era não tripudiar antes da hora…

De olho na competição, faltando 05 jogos, é bem pouco provável que o Palmeiras consiga uma recuperação pra voltar a aspirar uma vaga no G4. Problema maior pro Santos, então, que vai ter que se esforçar pra se manter lá. Pra mim, teremos mais 03 a 04 treinos de luxo até a decisão e é hora do dedo do treinador aparecer.

Em maio de 2012, pelo BR contra o Grêmio, fomos ao Olímpico e perdemos de 1×0, mesmo lugar onde voltaríamos 03 semanas depois, desacreditados e apontados por 9 a cada 10 jornalistas esportivos como o time que ia ficar diante do Grêmio na Copa do Brasil 2012. Pois é, apenas coincidência…

Em dezembro de 2014, vimos pela última vez Dorival Jr. comandando o Palmeiras, numa das piores exibições já feitas em nossa casa diante de um adversário que não tinha mais o que fazer no BR, tanto que jogava apenas com os moleques da base. Contamos os segundos e agradecemos aos céus que o Vitória perdeu a partida que disputava em casa e se reabitou sozinho…

Agora, no dia 02 de dezembro ele voltará a nossa casa, do lado do adversário – como sempre deveria ter sido, aliás – e é hora de ele pagar todo o sofrimento que nos fez passar naquele final melancólico de temporada.

Pra cima, Palmeiras! 

Palmeiras 1×0 Sardinhas – BR15

Foi uma vitória sofrida em cima dos lambaris pra 38.220 palmeirenses roerem as unhas no Palestra.

No fim, o que vale sempre são os 03 pontos, mas quase tivemos um replay do jogo contra o Sport, em que o Palmeiras deixou, na bacia das almas, escapar dois pontos que podem fazer falta lá na frente. Hoje, teríamos 27 e no terceiro lugar.

E o que está se repetindo e que merece alguma preocupação é que o Palmeiras recua demais depois que faz o gol. A estratégia é oferecer o campo e apostar no contra-ataque, mas tanto na defesa, como na saída pra matar o jogo, as coisas não tem saído muito bem.

Ontem a defesa quase não falhou, mas sempre que recuperávamos a bola, a ligação com o ataque falhava, principalmente pela esquerda, com Egídio e Gabriel Jesus errando vários passes.

No ataque, precisa melhorar a pontaria. Perdemos duas ou três boas chances de matar o jogo, uma delas claríssima, como Gabriel Jesus, que errou o lado do drible e perdeu a chance de entrar com bola e tudo.

Mas, como eu disse, o que importa são os 03 pontos. Leandro Pereira mostrou que vai vender caro a posição de titular do nosso ataque, o que é ótimo. Barrios entrou no lugar dele, meio fora de sintonia, mas ainda é cedo pra cobrar adaptação ao estilo de jogo do time. No fim, não foi mal.

Gabriel Jesus não teve a mesma atuação de quarta-feira, e jogou mais ou menos como vinha jogando antes da partida em Londrina, ou seja, mal.

E quem saiu do banco pra jogar muito bem, na minha opinião, foi o Amaral, que foi pro jogo no lugar do Arouca e deu conta do recado.

Entre os titulares, além do Leandro, Gabriel jogou demais. Incrível o que esse moleque faz em campo. Tira o olho, hein Dunga…

Agora vamos pegar o Vasco no Rio, outro que, como os lambaris, resolveu deixar de ser saco de pancadas justo antes de jogar contra a gente. Mas, que venham os 03 pontos, como vieram ontem, e pra cima Palmeiras!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 SANTOS

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/hora: 19 de julho de 2015, às 16h (de Brasília)
Juiz: Wagner Magalhães (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Correa e Dibert Pedrosa (ambos RJ)
Público/Renda: 38.220 pagantes / R$ 2.741.640,00
Cartões amarelos: Leandro Almeida, Arouca, Egídio e Rafael Marques (PAL); Ricardo Oliveira, Werley e Neto Berola (SAN)

GOL: Leandro Pereira, aos 14’/1ºT (1-0).

PALMEIRAS: Prass, Lucas, Victor Ramos, Leandro Almeida e Egídio; Gabriel, Arouca (Amaral, 17’/2ºT) e Robinho; Rafael Marques, Dudu (Gabriel Jesus, 17’/2ºT) e Leandro Pereira. Técnico: Marcelo Oliveira

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Werley, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia (Marquinhos Gabriel, 22’/2ºT) e Lucas Lima; Gabriel (Nílson, 39’/2ºT), Geuvânio e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior 

  

Santos 2×0 Palmeiras – BR14

Desesperador. Esse certamente devia ser o sentimento de Ricardo Gareca ao fim do jogo do Palmeiras, hoje, na Vila Belmiro.

É vergonhoso ver a camisa do Palmeiras ser vestida por lixos como Bruno Cesar, Marcelo Oliveira, Leandro, Josimar, entre outros. E, na boa, se Lucio e Henrique estivessem em campo, não seria muito lá diferente do que se viu.

Pobres dos que se deixaram enganar durante a pausa da copa do Mundo: o time do Palmeiras era uma bosta antes da Copa, e continua sendo depois dela. Mas os súditos que se esborneiem, tem MAIS UMA camisa nova a venda, isso que importa, né mesmo? VINTE tipos de camisa, NENHUM patrocínio pra pagar as contas…

Palmeirense, aprenda a rezar o Pai Nosso em castelhano, esse fim de ano será uma edição ainda mais dramática do que foi 2012. Esse time que aí está, que é a nossa “base”, não fará muito mais do que se viu hoje: nada.

Menos mal que o Gareca não paga pau pra vagabundo, saíram de campo todos os lixos que estavam em campo enganando com a camisa do Palmeiras. e entrou a molecada, nossa última esperança O argentino terá todo o meu respeito se vagabundos como Josimar, BC e Leandro comecem o jogo no banco, ou sequer relacionados, no domingo. E a entrada dos moleques tem que ser aplaudia. Ainda que pouco, fizeram MUITO mais que os mentecaptos que começaram jogando.

Ainda é cedo pra reclamar – aliás, não é não – mas será uma inesperada surpresa que os dois únicos meias mais ou menos do elenco sejam repostos em tempo hábil para evitar alguma desgraça e, claro, à altura. Se puxar o histórico desses quase 20 meses de gestão, tempos ate que não foi suficiente sequer pra arrumar um patrocínio, qual a chance deles terem sido vendidos com peças de reposição já engatilhadas? “Nenhuma”, alguém ai soprou? Levou o 10…

Enfim, palmeirense, se prepare pra mais um fim de ano tenebroso, de continhas e reza braba… PU TA QUE PA RIL…

Sem lances ou estatísticas, foda-se.

Não me lembro o último treinador que estreou com derrota. Que seja um bom presságio, só Deus sabe como…

AVANTI PALESTRA! 

Prantos 1 x 1 Palmeiras (4 x 2) – Paulistão 2013

Honestamente, estou resignado.

Quando o Palmeiras tem um time inferior, joga de igual pra igual fora de casa, joga melhor que o adversário, é assaltado em campo e, mesmo assim, não aceita a derrota, temos que ficar conformados.

Sim, eu queria que ganhasse, que tivesse eliminado as sardinhas na Vila, que tivessem aleijado o escroto do Neymar. Mas nada disso foi possível.

Não faltou fibra. Disso ninguém pode reclamar. Pode até ter faltado qualidade, mas foi compensada em raça e vontade de vencer, que o Palmeiras teve muito mais que os lambaris e inclusive mereceu mais, não fosse a semvergonhice do juiz Guilherme Cereta de Lima que, apesar de discreto,  tendencioso e caseiro, prejudicou demais o Palmeiras.

O curioso é que um dos VPs do Palmeiras tinha justamente a função de estreitar o relacionamento com a CBF e FPF, mas pelo jeito não teve êxito algum: entra presidente, sai presidente, o Palmeiras segue sendo o time mais vilipendiado pela arbitragens, sem que ninguém se indigne.

Saudades dos tempos como ao final de 1941, em que o Palestra, cada vez que se sentia prejudicado além dos limites razoáveis da roubalheira, se retirava das competições e deixava claro que um dos expoentes da competição não ia tolerar safadezas.

Hoje, só se pensa no risco de punição pelo STJD, deixou-se de lado a honra dos clubes e a higidez das competições. Só quem perde é o torcedor, aquele que enfrenta fila pra estar ao lado do seu time do coração.

Então, se é que precisa ter um culpado por essa eliminação, tem que ser a diretoria, vulgo gestão profissional, que admite uma arbitragem safada atrás da outra contra o Verdão no mais espantoso silêncio. Omissão também é incompetência.

Que venha o Tijuana.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 0x0 Lambaris – Paulistão13

13 meses sem ganhar um clássico. Essa é a pavorosa marca que o Palmeiras apresenta ao seu torcedor e depois os caras vem dizer que a torcida é que atrapalha, que cobra demais. Sei.

O pior não são os 3 empates nos clássicos, o pior é que merecemos ganhar os 3 jogos, mas faltou competência, faltou qualidade e, principalmente, faltou um camisa. 9.

Ouvindo a coletiva ao final do jogo, Kleina justificava a substituição do Caio pelo Vinicius. O treinador explicou que nenhum outro treinador deu chance do jogador ter uma sequência (porque será, Gilsão?) e que o clube estava valorizando o seu prata da casa.

E o Patrik, professor, não é prata da casa também? ENTÃO PORQUE ELE NÃO JOGA, PORRA????? É disparado, muito melhor do que Caio e Vinicius, ainda que seja pra jogar fora de posição.

Destaque positivo pro Araujo, Prass, Wesley, André Luis e Léo Gago. Weldinho e Vinicius, sempre eles, foram péssimos de novo. O Vinicius conseguiu dar uma bica numa bola espalmada pelo goleiro que, num simples passe de 5 metros, teria colocado Leandro sozinho pra marcar sem goleiro. ATÉ QUANDO, SENHOR?!?

Quarta, 19:30, vamos até Mirassol enfrentar o time da casa e no sábado recebemos o Linense. Em tese, deveríamos garantir 6 pontos. Em tese. 

OS LANCES: 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 0 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 24/3/2013 – 16h
Árbitro: Marcelo A. Ribeiro de Souza (SP)
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Renda/Público: R$ 384.920,00/11.912 pagantes
Cartões Amarelos: André Luiz (PAL); Renê Júnior (SAN)
GOLS: –

PALMEIRAS: Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, André Luiz e Juninho (Marcelo Oliveira, 35’/2ºT); Charles (Rondinelly, 12’/2ºT), Léo Gago, Márcio Araújo e Wesley; Leandro e Caio (Vinícius,21’/2ºT). Técnico: Gilson Kleina

SANTOS: Rafael, Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Renê Júnior e Cícero; Giva (Victor Andrade, 39’/2ºT), Neílton (Alan Santos, Intervalo) e André (Miralles, 20’/2ºT) . Técnico: Muricy Ramalho

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1 x 2 Santos – BR12

Não tem muito pra dizer de um time que domina o jogo inteiro, abre o placar, perde mil gols, leva dois chutes a gol e perde o jogo.

E também nem estou a fim de falar de arbitragem de novo, de departamento médico etc… Essa é a realidade do time, até que os responsáveis tomem alguma providência, sempre vamos ter juízes apitando tudo contra e o DM entupido, isso não pode mais servir de desculpa.

Aliás já era hora da torcida dar uma chegada no DM pra acabar com o conforto que tanto atrai vagabundos da estirpe de Daniel Carvalho e Maikon Leite a praticamente cumprirem o contrato todo por lá…

Isso dito, foi doido ver o Palmeiras jogar muito mais que as sardinhas mas não levar. Numa partida muito bem jogada pelo Correa, que inclusive fez o gol, e também do Valdivia, merecíamos melhor sorte. Essa tá virando a sina do Palmeiras: joga bem, mas não ganha… Preferia o joga-mal-mas-vence da Copa do Brasil… E, Bruno, vai tomar no cu… Frangar em clássico é INADMISSÍVEL!

Agora o Palmeiras tem 19 jogos pra fazer 30 pontos. São 10 vitórias. As primeiras 3 já tem que vir contra Lusa, Gremio e Sport, todos jogos em São Paulo. Passam a ser obrigatórias, também (e aliás, como sempre foram), vitórias contra Figueirense, Ponte, A/GO, Bahia, Nautico e Coritiba. Com isso, ficaria faltando uma vitória só, nos jogos contra os quatro cariocas, os 2 grandes paulistas e o São Paulo (RÁ!), os 2 mineiros e  o Inter. Ou seja, não é nada de outro mundo, basta o Palmeiras ser Palmeiras.

Parabéns pra nossa torcida, que compareceu em muito bom número no Pacaembu, garantindo num único jogo a mesma arrecadação que os últimos 6 jogos somados em Barueri. Entenderam, diretores? BARUERI É O CARALHO!

E parabéns, Palmeiras, 98 anos de conquistas e glórias! Palmeiras minha vida é você!

E segue a sina de perder no jogo de aniversário…

 OS LANCES:

O BONDE:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 2 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/hora: 25/8/2012, às 18h30
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Auxiliares: Marcio Luiz Augusto e Danilo Ricardo Simon Manis (SP) 
Renda e público: R$ 772.640/ 22.020 pagantes
Cartões amarelos: João Vitor, Valdivia e Maurício Ramos (PAL); Adriano (SAN)
Cartões vermelhos: –

Gols: Correa, 40′ 1º/T (1-0); Neymar, 43′ 1º/T (1-1); Neymar, 17′ 2º/T (1-2)

PALMEIRAS: Bruno; João Vitor (João Denoni, 36′ 2ºT), Leandro Amaro, Maurício Ramos e Juninho; Henrique, Correa, Valdivia e Mazinho (Obina, 24′ 2ºT); Barcos e Betinho (Vinícius 45’2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Bruno Rodrigo, Durval e Juan; Adriano (Gerson Magrão, 33′ 2º/T), Arouca, Patito Rodríguez (Felipe Anderson, 34′ 2ºT) e P.H.Ganso; Neymar e André (Bill 39’2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.
AVANTI PALESTRA!

Tem Jogo! Sardinhas x Palestra – Paulistão 12 R05

Era uma vez uma terra muito, muito distante, chamada Presidente Prudente/MS, que era governada por um vilão inescrupuloso que tinha um plano diabólico: roubar todos os clássicos da Capital paulista. Para tanto, não poupava esforços e regalos aos ainda mais inescrupulosos dirigentes dos grandes clubes da Capital, que se vendiam mais rápido que moças trabalhadoras do baixo meretrício… 

Não, o Maluco pelo Palmeiras não virou um blog de contos de fadas, mas bem que essa sina maldita de jogar clássicos na fronteira com o Mato Grosso do Sul podia ser contada como se fosse a historia dos sete anões, ou então uma história em quadrinhos, porque essa palhaçada não passa da mais pura COMÉDIA.

Me desculpem palestrinos do interrior. Mas onde estavam os senhores na última quarta-feira, quando o Palmeiras entrava em campo prum público medíocre de 3.500 torcedores? Ou então na quarta anterior, 6.800 torcedores?

Eu estava no Pacaembu, cumprindo meu dever de torcedor. E hoje não posso assistir ao jogo do meu time no estádio porque decidem levar o clássico pra 500 kms da sede do clube. Devia ser o contrário: jogasse Palmeiras e Mogi aí no cafundó do Judas – com certeza com estadio cheio – e o clássico na Capital, ou mesmo no Ulrico Mursa, Barueri ou então em qualquer outro lugar que, na pior das hipóteses, não somasse mais do que 200 kms ida e volta da Rua Turiassu. 

Sim, eu sei que o mando é do Prantos (aliás, é o terceiro Paulistão seguido que o mando é deles… Ei FPF, vai tomar no cu!), mas não duvido nada que a ideia tenha partido de algum dirigente do Palmeiras. Eu. como vários outros torcedores da capital que não faltam a nenhum jogo em casa, adquirimos o direito irrevogável de que os jogos mais importantes sejam disputados na nossa cidade. E tenho dito.

Quanto ao jogo, a esperada estreia e Barcos, e a esperança de que o ataque do Palmeiras deixasse de ser uma piada de mau gosto não vão ser pra hoje. Entendo que uma satisfação muito bem dada deve ser prestada pelos diretores responsáveis por mais essa incompetência. Como o Bigode fechou o treino, todos apostam que o time que vai a campo é Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik e Valdivia; Luan e Fernandão. Mas eu vou chutar outra escalação: Deola, Cicinho, Henrique, Leandro Amaro, e Juninho, Araujo, Assunção, Valdivia e Daniel Carvalho, Fernandão e Maikon Leite. Não custa acreditar… vai que San Gennaro ilumina o Bigode hoje.

Do lado das Sardinhas jogam Rafael; Maranhão, Bruno Rodrigo, Durval e Pará; Arouca, Henrique, Ibson e Ganso; Neymar e Borges. É apenas o segundo jogo do time titular dos lambaris. A maioria voltou há pouco de férias, depois da surra levada no Japão. Mas nunca é jogo fácil, embora as Sardinhas sejam fregueses antigos.

Palpite do Maluco: 3×1 Palestra, gols de Maikon Leite, Henrique e Fernandão.

Logo mais, 15:00 hs, na L’Osteria pra acompanhar o clássico. E uma passada estratégica no Dissidenti pra dar um alô pros amigos.

AVANTI PALESTRA!    

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