Arquivos do Blog

Palmeiras 2×1 Red Bull – Paulistão18

Não foi fácil, mas os 3 pontos vieram.

Roger mandou a campo Maike no lugar do Marcos Rocha, TS no lugar do FM e Keno no lugar do William. E o time sentiu um pouco, mas manteve a filosofia de jogo.

E se o time não teve os passes longos do Felipe Melo que fizeram toda a diferença nos últimos dois jogos, foi dos pés e da cabeça do Thiago Santos que a vitória saiu.

O primeiro gol, de cabeça, veio ainda no primeiro tempo, com assistência de Lucas Lima na cobrança de falta.

No segundo tempo, ele quase fez mais um, chegando como elemento surpresa pra cabecear, pra fora, mais um cruzamento perfeito do Lucas Lima.

E já no fim da partida, num improvável cruzamento do Thiago Martins, a bola acabou sobrando livre pro Thiago Santos marcar o segundo.

Antes, Jailsão lacrou a porra toda e pegou um penalti que a arbitragem inventou. Incrível como isso não muda no futebol, entra ano, sai ano, e os erros continuam sempre a favor e contra os mesmos times. Impossível achar que é só ruindade das arbitragens anular um gol como o de ontem no Pacaembu, ou essa pouca-vergonha que aconteceu hoje no Allianz…

Se as coisas não foram fáceis pro Palmeiras na noite de hoje, e realmente não foram, o importante é que além dos 3 pontos, o Verdão rodou o elenco, descansou os jogadores que precisavam descansar e ainda promoveu a entrada de outros que ainda não tinham jogado, como Maike e Guerra.

E com os dois gols do TS, foi coroada a força do banco de reservas, ainda que nas conversas de boteco seja consenso que o Palmeiras ainda precisa de mais uns 2 ou 3 jogadores pra fechar o grupo.

Domingo o Verdão vai a Bragança enfrentar o Bragantino, que perdeu em casa pro São Bento, mas antes tinha ganhado dos Lambaris na Vila. Lambaris que virão ao Allianz pra apanhar de novo no outro domingo, dia 04. E vai ser com lei do Ex e tudo. KKKKK

AVANTI PALESTRA!     

Red Bull 1 x 3 Palmeiras – Paulistão17

Está se tornando um padrão. O Palmeiras constrói o resultado – 1 ou 2×0 – e de repente começa a sofrer uma pressão inexplicável do adversário, ainda que de capacidade técnica muito inferior.

É um defeito que precisa ser imediatamente corrigido, às vésperas da estreia na Libertadores. Não é possível um time tão qualificado perder o controle de partidas ganhas e colocar em risco os 3 pontos conquistados até então com certa facilidade.

Ontem foi tipicamente assim. O Palmeiras abriu o placar com William, ainda no começo do primeiro tempo, aos 8. Outras boas chances criadas por William, Keno e Guerra foram desperdiçadas, enquanto que na zaga, a não ser por um chute de fora da área. bem defendido pelo Prass, o jogo seguia bem tranquilo.

No segundo tempo, William, Keno e Guerra deram lugar pra Borja, Michel Bastos e Roger Guedes. E o Palmeiras continuou superior, apesar de já começar a tomar alguma pressão do adversário quando o RG fez o segundo gol.

Era pra liquidar a fatura, mas aos 43 tomamos um gol besta, e era o combustível desnecessário pro Red Bull buscar o empate de um jogo praticamente perdido. O mesmo filme do jogo com a Ferroviária, exceto pelo tempo de jogo.

Mas aí, de novo, tava lá o Borja pra arrumar as coisas. Numa cobrança de falta que o Borja jantou o zagueiro no posicionamento, a bola sobrou livre na quina da área pra ele mesmo, na saída do goleiro do Red Bull, finalmente dar números finais à partida.

No geral, o time foi inteiro bem, mas Dracena, impecável na zaga, Dudu e Zé Roberto pelas ligações rápidas e lançamentos para infiltrações no ataque, e o Michel Bastos, pelo fino da bola que tá jogando, foram os destaques pra mim. E claro, o Borja, entrou-guardou, e o RG, entrou-guardou também desde que o Borja chegou, não podiam passar em branco.

Podem dizer que estou exagerando, mas essa queda de desempenho e de intensidade do Palmeiras no segundo tempo deve ser motivo de preocupação, a 5 dias da estreia no nosso maior objetivo deste ano. Lembrando que isso vem acontecendo contra adversários bem inferiores, moleza essa que não vamos encontrar na Libertadores…

Quem sabe com a volta do Tchê Tchê isso se amenize. Foi na saída dele contra o Botafogo que esse problema começou. Mas com esse elenco qualificado que o Palmeiras tem, era pro Eduardo ter reparado isso já no jogo contra o Ituano…

Finalizo esse post com uma nota de extremo pesar pelo falecimento do Moacir Bianchi, fundador da Mancha Verde e diretor da escola de samba da qual eu tanto orgulho tive em participar na maioria dos desfiles dos últimos 11 Carnavais.

Eu não conhecia muito bem o Moacir. Conversei com ele uma ou duas vezes. Mas posso dizer o quanto ele foi marcante e importante na vida das pessoas e da entidade por ver o quanto ficaram abalados os meus amigos que o conheciam e que conviveram com ele tanto na torcida como na escola de samba.

Moacir, descanse em paz.    

 

 

 

 

 

Red Bull 2 x 0 Palmeiras – Paulistão 15

Nem cinco dias de paz o palmeirense consegue ter.

Minha mulher até tirou as crianças da sala.

Maldito complexo de Robin Hood.

Eu disse no último post que o jogo contra os bambis foi atípico, porque com 10 minutos a partida estava resolvida. Aí fica difícil medir qualidade…

No fim das contas, a euforia da torcida com uma vitória depois de 13 clássicos sem ganhar ou não serviu pra contagiar o time, ou só serviu pra atrapalhar. De qualquer forma, é preocupante,

E a derrota começou emblemática: um erro vexatório do inútil Dudu no ataque deu origem ao contra-ataque em que a defesa ficou assistindo (o Arouca de camarote) justo o lixo do Gambá marcar.

O time ainda tentava entender o que tinha acontecido quando Arouca ficou olhando de novo o Gambá cruzar, pro Vitor Hugo assistir o Matusalém Eller marcar o segundo.

O jogo que já tava amarrado, acabou ali. Perdemos prum time recheado de refugos. Vieram Gabriel Jesus no péssimo Cristaldo, o péssimo Victor Luiz no machucado Zé Roberto e o picolé de chuchu Alan Patrick no Robinho.

Ganhamos do Pink Bambis e perdemos pro Red Bull. Esse é o nível do Palmeiras do Oswaldinho.

Pra completar, ainda corremos o risco de perdermos o Zé Roberto pros jogos decisivos, um dos poucos que se salvou hoje, com uma possível contusão que pode tornar o futebol desse time ainda mais sofrível e limitado.

Falta criatividade no esquema tático, isso é visível. Oswaldinho fez alterações protocolares – aquelas só pra falar que fez – mas não consegue fugir do pobre 4-2-3-1 que, já vimos bem, nem sempre dá certo. 

Por mais empolgante que tenha sido a vitória de quarta, o resultado de hoje é digno de ódio e revolta. Justíssimo quem se sente assim, porra!

Enquanto isso vemos o rival, possível adversário das semis, nadando de braçada com um futebol modorrento, mas ainda invicto. É bom começar a jogar bola até lá…

E pra completar, praticamente sacramentamos a quarta posição entre os (4) primeiros, e só jogaremos em casa – salvo algum  improvável desastre pros rivais – na primeira partida da final. Porca Miseria.

Enquanto isso, tinha vagabundo passeando em Londres, mas com aval de muito deslumbrado aí.

ÊÊÊ Palmeiras…

AVANTI PALESTRA! 

%d blogueiros gostam disto: