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Time sem Vergonha 0x1 Ituano – Paulistão14

Essa derrota vexatória e humilhante de hoje começou há mais ou menos um ano atrás.

O Palmeiras, na última rodada da fase de classificação do Campeonato Paulista, 21 de abril, viajou para Itu, buscando garantir bom lugar na classificação geral do campeonato para a próxima fase. Ao Ituano, só a vitória livrava o time do rebaixamento. Ao fim do jogo, derrota palmeirense, Ituano salvo, e Palmeiras em sexto na classificação geral, pegando o Santos na Vila – que depois nos eliminaria.

Na ocasião esse foi o post pós-jogo:

Uma semana no futebol equivale a cem anos do calendário romano. Na segunda-feira passada riamos a toa depois de 5 vitórias consecutivas, a última uma sonora goleada no Guarani.

E, dois jogos depois, o Palmeiras – aos olhos do torcedor – voltou a ser uma porcaria dum time fraco e limitado.

Penso diferente, acho que o time nunca deixou de ser fraco e limitado, só que foi um time com sangue nos olhos nos 05 jogos que antecederam a semana passada, e o mesmo não se repetiu em Lima e em Itu. O porquê disso é que é dificil de entender…

Pensando só no jogo de ontem, começamos a perder quando aquele desgraçado camisa 9 do Ituano – que deveria ser pendurado pelas bolas por 1 mês – resolveu, de pura má-fé, chocar-se com o Prass na pequena área, sem qualquer reprimenda do juiz safado. Ah, teve aquela bola do Wesley também, sem goleiro, que o cara mais picolé de chuchu do mundo conseguiu perder. Umas outras duas do Vinícius na cara do gol e as falhas grotescas do goleiro reserva mão-de-toco fecharam a cova palmeirense em Itu.

A displicência custou caro, o Palmeiras ficou em sexto num dos campeonatos mais ridículos que já se viu e pega o Santos na Vila em jogo único. E o Mirassol foi rebaixado, pra aumentar ainda mais a vergonha, levamos de 6 de um dos rebaixados num campeonato boçal como esse.

E agora chega a notícia de que o Prass ficará de fora por pelo menos 02 meses. É pra desanimar qualquer um. Pior que isso mesmo foi ter visto uma bandeira do Boca no meio da nossa torcida ontem. O que leva um cara a ir no jogo do Palmeiras com uma bandeira do Boca? Tenha decência…

Sem lances ou ficha técnica, pra não ampliar a tortura.

AVANTI PALESTRA!

O Palmeiras, se tivesse feito sua lição de casa em 2013, teria rebaixado o time medíocre do Ituano. Não o fez, graças a lixos como Vinicius e Bruno. Perdeu, manteve o Ituano na primeira divisão e ainda teve que enfrentar o Santos na Vila em jogo único, vindo a ser eliminado nos penaltis. Vergonha o bastante? Não, é claro que não.

Quis o destino que o mesmo Ituano, que deveria ter sido rebaixado no ano passado, cruzasse nosso caminho rumo às finais do Campeonato Paulista de 2014. Tivesse o Palmeiras sido Palmeiras em 2013, o adversário de hoje, com certeza, não seria o Ituano. Mas, o Palmeiras não foi Palmeiras naquela tarde em Itu.

Assim como hoje, Prass saiu machucado e deu lugar pro “bosta” do goleiro reserva. Escrevo “bosta” por respeito a você leitor, e não tenham dúvida que estou depreciando a palavra “bosta” ao usá-la pra me referir ao goleiro reserva.  A ‘bosta” tem que piorar muito pra se assemelhar ao camisa 1.

E foi o que bastou prum jogo já péssimo se transformar em desgraça. Bola no canto, rasteira, pode vir até em câmera lenta, que entra. Não que se tivéssemos empatado ia ser diferente, ou alguém acha que o BOSTÃO ia defender algum pênalti?

As semelhanças com aquele jogo desgraçado, acho eu, terminam aqui, pois não me lembro do imbecil do treinador ter deixado o Valdivia no banco. Porque, vamos combinar, ou ele tinha condição de jogo, e nesse caso tinha que ser titular, ou então não tinha condições, e nesse caso não deveria ter entrado em campo nem mesmo no segundo tempo. Qualquer que seja a alternativa correta, Kleina errou, e feio.

Errou tanto que merece demissão. Errou ao deixar Valdivia no banco, errou ao mandar ele pra campo, errou ao escalar Vinícius pra substituir Kardec, errou porque essa é a sina dele, técnico sem gabarito pra ser treinador do Palmeiras. Outro bosta. 

Ah, mas ele subiu o Palmeiras. Legal. Muito Obrigado e vá subir o Vasco ou sei lá quem. Vá pra Poutaquepariu. Imperdoável ser eliminado pro Ituano, depois de ter evitado o rebaixamento desse mesmo time um ano antes. Bem feito, taí o seu castigo, que os bundamoles que comandam essa porra não tenham nenhuma piedade de você. Vá com Deus!

E se a vergonha já não era o bastante, ainda tive que ver parte da torcida xingando a Mancha Verde, que não tem nenhuma culpa pela derrota e nada mais fez do que cobrar e xingar, com todo o direito do mundo, o presidente do clube, maior responsável por tudo o que se viu hoje. Parabéns pra quem fez isso, vocês merecem essa eliminação, merecem esse time sem vergonha que não honra as tradições do Palmeiras. Pra minha alegria, sei que a maior parte de vocês, depois dessa derrota, vai voltar pra poltrona na próxima quarta-feira, e deixar a arquibancada pra quem quer ver o Palmeiras campeão. Façam um favor e não voltem mais.

E já basta por hoje. Muita vergonha pra continuar escrevendo. Parabéns aos responsáveis, no ano do centenário, foram eliminados pro Ituano. Parabéns mesmo.

Eu ia até me dar o trabalho de falar do fiasco que foi, mais uma vez, a venda dos ingressos pro jogo de hoje, mas pra que perder meu tempo. Nada irá mudar, o desrespeito com o torcedor, associado ou não, segue sendo absurdo e digno de mais vergonha ainda. A incompetência, dentro ou fora de campo, é palavra de ordem. Vou eu falar o que aqui? Vai adiantar pra que?

LAMENTÁVEL, PALMEIRAS!

Palmeiras 3×2 Ponte Preta – Paulistão14

Foi uma vitória gostosa de se ver. Sempre é bom quando seu time ganha de virada. Mas podia muito bem ter acontecido o placar contrário, quando tava 2×2 a Ponte acertou o travessão do Prass, que ainda fez uma defesa cara a cara com o jogador da Ponte.

Sinal de que, se o time vai bem na frente – foram mais de 40 chutes a gol no jogo de hoje – ainda não encaixou a defesa, apesar de o Palmeiras ter a melhor do Campeonato. E o que mais preocupa é que os adversários jogam no nosso erro.

Com 2 minutos de jogo, saída de bola errada do Valdivia, troca de passes da Ponte bem à vontade no nosso setor direito com Eguren, Lucio jogando de volante e Wendel, que resultou num cruzamento pro jogador da Ponte receber sozinho sem qualquer resistência do Juninho, que ainda ajeitou a bola pro cara marcar.

Com isso, a Ponte recuou e deixou evidenciado o erro de escalação de Gilson Kleina, mais uma vez colocando França e Eguren, dois primeiros volantes, pra jogarem lado a lado. O que aconteceu foi que boa parte das jogadas do Palmeiras no primeiro tempo saiam dos pés desses dois, que tem bem menos qualidades do que o Wesley, único segundo volante do elenco, e com isso as jogadas não davam em nada.

Foi só do meio pro fim do primeiro tempo que Valdivia e Bruno Cesar começaram a buscar mais a bola atrás, que o Palmeiras começou a criar boas chances.E foram várias, mas o gol não saiu no primeiro tempo.

O Palmeiras voltou igual, e a não ser pelo sonolento Leandro, todos se empenhavam em buscar a virada. E ela começou numa cobrança de falta de Bruno Cesar, com gol de Eguren no rebote.

O 1×1 animou o time ainda mais – menos Leandro – e logo na seqüência numa roubada de bola na intermediária da Ponte, Bruno Cesar cavou um pênalti, que Kardec marcou e colocou o Verdão na frente.

E o que parecia resolvido não durou 10 minutos: Wendel derrubou Silvinho na área, em mais uma jogada tranquila pra cima da zaga do Palmeiras, e contra gente até esbarrão é pênalti: 2×2.

Vieram então Patrik Vieira no lugar do exausto Bruno Cesar, Mendieta no França e depois Vinicius no desinteressado Leandro. E o Palmeiras seguiu pressionando e pressionando, até  que em jogada genial de Mendieta, Valdivia e Alan Kardec, o paraguaio entrou sozinho pra marcar e decretar a vitória do Palmeiras, aos 42 minutos do segundo tempo.

Ótima vitória, mas é pra acender a luz amarela, esse jogo podia muito bem ter sido 3×3 ou até 4×3 pra Macaca, não fosse o travessão e uma defesa monstruosa do Prass. Precisa acertar a defesa já e chega de França e Eguren juntos que não rola.

10.150 pagantes no Pacaembu, num sábado de sol é uma vergonha! VERGONHA! Isso porque o Palmeiras é líder da competição, imagina se estivesse no meio da tabela? Porra, diretoria, para com isso!!! Já não deu pra ver que a tentativa de chantagear o torcedor a virar Avanti não deu certo? Ano do centenário e o Palmeiras com público digno dos bambis no Morumbi???? É muita vergonha… Abaixa logo esses preços!

Enfim, fizemos nossa parte, e qualquer resultado que não seja a vitória do Santos contra o Rio Claro amanhã, nos dá o direito de jogar pelo empate na Vila em defesa da melhor campanha e da vantagem do mando nas finais.

Pra cima dos Lambaris!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 15 de março de 2014, às 16h
Árbitro: Marcelo Rogério
Assistentes: Daniel Luis Marques e Patricia Carla de Oliveira.
Público/renda: 10.150 pagantes / R$395.020,00
Cartões amarelos: Wendel (Palmeiras); Diego Sacoman, Alef, Bruno Silva, Adrianinho, Thiago Carleto (Ponte Preta)

GOLS: Rossi, 2/1ºT (0-1), Eguren, 15/2ºT (1-1), Alan Kardec, 17/2ºT (2-1), Silvinho, 25’2ºT (2-2), Mendieta, 42’2ºT (3-2)

Palmeiras: Fernando Prass, Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; França (Mendieta, 30′ / 2ºT), Eguren, Valdívia e Bruno César (Patrick Vieira, 27’/2ºT); Leandro (Vinicius, 36’/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

Ponte Preta: Roberto, Ferrugem, César, Diego Sacoman e Magal; Bruno Silva (Bruno Silva – Intervalo) , Alef, Adrianinho (Bida – Intervalo) e Silvinho; Rossi (Carleto 14′ / 2ºT) e Antônio Flávio. Técnico: Vadão

AVANTI PALESTRA!

Paulista 1×3 Palmeiras – Paulistão14

Gilson Kleina abusou da paciência e da boa vontade do palmeirense hoje, em SJRio Preto, e se não fosse por muita sorte, teria conseguido perder pontos prum time que, em 36 pontos disputados até hoje, só tinha ganhado 02.

Vamos aos erros.

Primeiro – poupar jogadores demais, foram 04 ao todo (Kardec, Valdivia, Wesley e Juninho), além das inevitáveis ausências de Leandro, Diogo e  Wellington, machucados, e Lúcio, suspenso. No total eram 08 titulares fora, metade por opção do treinador. Desses que estavam aptos a jogar, pelo menos 02 deveriam ter viajado com o elenco e ficado no banco. Se precisasse, podiam entrar pra resolver. Como nem viajaram, foi um risco bem desnecessário.

Não interessa que já estamos classificados e que no meio de semana tem jogo em Rondônia pela Copa do Brasil. Estamos disputando a melhor campanha com os Lambaris, ponto a ponto, gol a gol. O Paulista é um campeonato de 04 jogos – os da próxima fase – 1 quartas, 1 semi e duas finais – que se ganha nos detalhes, e um desses detalhes bem importantes é o mando de campo nos jogos decisivos. Uma possível final com os Bagres com o segundo jogo aqui é bem melhor do que o inverso. Lá, o Palmeiras joga com 800 torcedores a favor, aqui serão 30 mil. Então, tem quer entrar em campo com, senão os melhores, a maior parte deles. E se já tínhamos 04titulares fora, não podia se dar ao luxo de deixar mais 04 em São Paulo. Vacilo.

Segundo erro – O Kleina não aprendeu nada em Ribeirão Preto, na primeira derrota do ano. Mandou a campo de novo o maldito 4-5-1 com França e Eguren na frente da zaga, e colocou o ataque com Vinicius e Viiera na frente, sem referencia. O resultado foi um buraco gigantesco no meio, porque tanto o França como o Eguren não sabem dar um passe de 05 metros pra frente, o que sobrecarregou demais o Mendieta e Bruno “mais gordo que o Maluquinho” Cesar. Ficamos sem ligação, que é a função do Wesley, sem substituto à altura no elenco.

O certo seria ter escalado ou o Eguren, ou o França, com Mendieta e Bruno Cesar, e na frente usar o Vinicius, o Patrik Vieira e o Miguel ou o Rodolfo na referência. É o 4-3-3 do ano passado que tanto funcionou. Enquanto o Palmeiras não jogou nessa formação (durante todo o primeiro tempo), e esteve com 02 volantes pesados e sem saída de jogo contra o pior dos piores times do campeonato, pouco criou. O Vinicius corria pra ponta, que é a única coisa que ele sabe fazer, e chegava pra cruzar e não tinha ninguém pra receber a bola. Do outro lado com Patrik, a mesma coisa. Mesmo jogando contra cachorro morto, o Palmeiras era inócuo.

O treinador finalmente acordou no intervalo, tirou o Eguren – disparado o pior em campo no primeiro tempo – e aí as coisas começaram a melhorar um pouco. Como Kleina é sortudo, o Paulista teve um jogador expulso e, mesmo com a expulsão do Marcelo Oliviera (que já tinha feito um pênalti besta; que noite, hein, TEVEPALMEIRAS?), um jogo dez contra dez acabou favorecendo o Palmeiras, que mesmo com o time medíocre que foi a campo ainda tinha melhores valores que o lastimável Paulista.

Terceiro erro foi na montagem do banco de reservas, que tinha um único atacante – Miguel – e 03 meias – Serginho, Mazinho e Felipe Menezes – inexplicável. Fomos jogar contra o pior time do campeonato com 02 atacantes relacionados. Rodolfo tinha jogado contra a Portuguesa, não achei que foi mal e era uma boa oportunidade de ter seqüência,  de ganhar ritmo, e nem no banco ficou. Vai entender…

Lamento ser chato – aliás, lamento nada – mas não é porque ganhou que vou fingir que não vi todas essas vaciladas. É um jogo besta como esse que põe tudo a perder e no Palmeiras isso tem sido recorrente. Quantos empates e derrotas bobas que, desde 2009, nos custaram tão caro? Não pode.

Não agora que falta tão pouco. Conseguimos nos manter com a melhor campanha o campeonato inteiro. Se não fosse o vacilo em Ribeirão, ou o empate contra o Audax, iríamos pra Vila na última rodada defendendo a melhor campanha por um empate, o que só será possível, se o Santos tropeçar na semana que vem diante do Rio Claro, que disputa com o Bragantino a segunda vaga no grupo do Palmeiras e, contanto que, é claro, vençamos a boa equipe da Ponte Preta no Pacaembu no sábado.

Então, tem que ser força máxima nessa reta final. Se o Palmeiras tiver a vantagem dos mandos de campo na próxima fase, não há time que resista, a torcida vai fazer a diferença. Por isso, sem mais invenções, Gilsão!

16 mil pessoas no Teixeirão. Público que o Palmeiras só conseguiu alcançar em um jogo como mandante (clássico contra os Bambis). Ingressos a R$ 25,00. Só pra constar.

Quarta-feira jogamos em Rondônia às 19:30. O cara que faz a grade dos jogos do Palmeiras é um fanfarrão mesmo…

OS GOLS:

 

A FICHA TÉCNICA:

PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS

Local: estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP)
Data/Horário: 9 de março de 2014, sábado, às 18h30
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen

Público/renda: 16.151
Cartões amarelos: David Batista (PAU); França, Miguel e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: Victor Hugo (7’/2ºT) e Marcelo Oliveira (11/2ºT)

GOLS: William Matheus, 20/1ºT (0-1); David Batista, 25’/1ºT (1-1); Miguel, 22’/2ºT (1-2); Patrick Vieira, 42’/2ºT (1-3)

PAULISTA: Ian, Crystian (Johni – 41’/2ºT), Leandro, Malcon, Victor Hugo, Sodó, Ewerton Pereira, Gabriel Leite (Felipe Silva – 40’/2ºT), Diego Rosa (Marcos Pit – 14’/2ºT), David Batista, Erik Mamadeira.Técnico: Beto Calvalcante.

PALMEIRAS: Fernando Prass Bruno Oliveira, Marcelo Oliveira, Tiago Alves, William Matheus; França, Eguren (Miguel – intervalo), Mendieta, Bruno César (Victo Luís – 18’/2ºT); Patrick Vieira e Vinicius (Mazinho – 31/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Lusa – Paulistão14

Com gol de Juninho (quem diria), em cobrança de falta que na verdade foi penalti não marcado (quem não diria), o Palmeiras bateu a Lusa no Pacaembu, carimbou sua passagem pra próxima fase e como primeiro do grupo.

O que parecia um jogo fácil no primeiro tempo, com o Palmeiras dominando os lances de perigo e perdendo vários gols, começou a encrespar no segundo tempo, justamente logo depois do gol do Verdão e, se não fosse mais uma partida absurda de Fernando Prass, teria azedado o pé do frango. Foram pelo menos 03 defesas de cinema que garantiram a vitória palestrina.

E o Palmeiras teve chance de liquidar a fatura, mas Wesley fez questão de perder, embaixo da trave. Não pode.

No fim, prevaleceu o Verde, como deve ser sempre. Domingo vamos a Rio Preto (ou é Ribeirão?) jogar com o Paulista de Jundiaí, que de 36 pontos disputados marcou só 02 e já está rebaixado. É desses jogos que eu tenho medo…

Com a vitória do Santos hoje, os dois times seguem disputando ponto a ponto a melhor campanha da competição, e o direito de mandar os jogos finais em casa. No ano passado, depois de uma derrota esdrúxula pro Ituano (esse mesmo timeco que agora está rateando pros Gambás), o Palmeiras acabou enfrentando justamente o Santos na Vila nas quartas-de-final, e depois de um empate por 1×1 perdemos nos penaltis.

Ou seja, essa reta final é um caminhão, não pode vacilar nem mesmo com o pior time do campeonato. Tem que arrebentar todo mundo. Inclusive as sardinhas na Vila, no dia 23.

AVANTI

Na semana pasada, recebi e aceitei um convite da diretoria pra avaliar o AVANTI Ouro por 1 ano, gratuitamente, com o compromisso de seguir analisando as vantagens do programa. Como já era sócio desse mesmo pacote, seria programada no sistema a isenção do meu plano por 1 ano.

Melhor avaliando a questão, pedi que a isenção fosse cancelada. Como já era sócio do programa desse mesmo pacote ouro, preferi seguir contribuindo com o clube, afinal, essa é a troca que o torcedor faz para receber os incentivos que o programa oferece: o torcedor ajuda o clube pagando a mensalidade. Assim, para melhor avaliar, entendi que devo contribuir primeiro, pra depois poder sopesar os incentivos e vantagens e poder concluir, com propriedade, se o programa vale ou não a pena.

Não se trata de achar certo ou errado aceitar o desconto que foi oferecido. Não é nada disso. Acho até válido e entendo que quem recebeu o convite foi considerado qualificado pra fazer essa avaliação, são todos formadores de opinião da torcida palmeirense e merecem o voto de confiança. Apenas optei por continuar pagando, pois na minha concepção me permitirá avaliar de forma mais completa a experiência, o que, aliás, eu já vinha fazendo. E ponto. Não se fala mais nisso.

Isso dito, desde o último post que fiz sobre o Avanti, de positivo, vi que finalmente o sistema de rating foi corrigido e os 23% que tinha até o mês passado agora viraram 81%, percentual bem mais condizente para quem esteve em todos os jogos deste ano e só faltou em 4 jogos no ano passado (três desses fora de SP).

No site do programa, foi corrigida a informação de que o rating consideraria a média de presença do sócio Avanti nos últimos 02 meses, já que a contagem efetivamente considera todos os jogos desde setembro de 2013. Por isso da minha média ser 81% e não 100%. Outro ponto positivo.

De negativo, já é o segundo jogo seguido (mas houve outros nesta temporada e diversos na passada), em que a catraca não emitiu o recibo de entrada. Falta grave pra quem, como eu, acumula todos os comprovantes de jogos desde a década de 80. Problema este – do FutebolCard – que não é exclusivo do sócio Avanti, mas de todos os torcedores que entram no estádio.

Mas ruim mesmo foi a declaração do presidente na entrevista de hoje para o Lancenet (veja aqui):

Ninguém é obrigado a ser sócio, mas se quiser as vantagens, precisa ser, ou não reclama do preço

Eu seria o maior adepto desse raciocínio se tivéssemos uma presença de, digamos, 60% de sócios torcedores (algo em torno de 24 mil pessoas) em todos os jogos do Palmeiras. Isso seria um claro indicativo de que as vantagens oferecidas pelo Avanti compensam pro torcedor ir ao jogo.

Mas, hoje, por exemplo, num jogo em que, bem ou mal, é clássico, tivemos 11.180 pessoas no Pacaembu (o Coxa cravou 11.189, o mais perto que já vi até hoje). Nos dois últimos jogos de meio de semana, cerca de 7.000 pagantes. Num estádio que cabem 40.000 pessoas, em jogo de um clube com quase esses mesmo 40.000 sócios torcedores.

É evidente que não teremos nunca 100% de sócios-torcedores num único jogo, mas esse número tão baixo de presentes a cada partida (entre 10% e 15% do universo de sócios-torcedores, presumo eu) é preocupante. Significa que o torcedor contribui com o clube mas não usufrui da contrapartida.

E se isso não ocorre porque o preço do ingresso é muito alto, então precisa ser investigado profundamente o porque. Ora, nos bambis, por exemplo, há pelo menos dois anos, o sócio torcedor paga R$ 10,00 no ingresso de um determinado setor do Panetone. Algumas vezes, o preço é R$ 2,00. Enquanto isso, no Palmeiras, pro plano de entrada, o ingresso com desconto sai por R$ 30.00. Tá muito caro!

Se o torcedor que não quer ser sócio do programa não pode reclamar do preço, como disse o presidente, e o sócio torcedor, reclama pra quem?

Pra não falarem que só aponto os defeitos e não a solução, se não querem mexer no preço do impresso, então que se aumente o valor do desconto. Que tal subir pra 70% ou 80% nesses jogos de meio de semana? Porque, convenhamos, ter 30 mil sócios pagando R$ 20,00 por mês sem ir aos jogos não é vantagem nenhuma, nem pro sócio torcedor, nem pro clube.

Fica a dica.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 4/03/2014, às 19h30h
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Leonardo Schiavo Pedalini

Público: 11.180
Cartões amarelos: Lúcio, Juninho e Eguren (PAL); Renan, Willian Magrão e Henrique (POR)
Cartões vermelhos: nenhum

GOL: Juninho, 3’/2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley, Mendieta (França – 34’/2ºT) e Patrick Vieira (Rodolfo – 25’/2ºT); Vinicius (Bruno César – 19’/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

PORTUGUESA: Gledson; Régis, Diego Augusto, Wagner e Bryan; Diego Silva (Coutinho – 14’/2ºT), Renan, Willian Magrão (Laércio – 34’/2ºT) e Rondinelly (Gabriel Xavier – 18’/2ºT); Leandro e Henrique. Técnico: Argel Fucks.

AVANTI PALESTRA!        

 

  

Tem Jogo! Palmeiras x Lusa – Paulistão14 R. 12

Bom dia palestrinos,

Semana de festa com o retorno da Escola de Samba Mancha Verde ao Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. E mesmo quem não gosta de Carnaval, ou samba, ou das torcidas organizadas, deveria estar em festa também, porque no ano que vem o enredo da escola já está definido: será o centenário do Palmeiras, pro mundo inteiro ver a história fantástica do glorioso alviverde imponente. Eu, com certeza, vou estar no Anhembi, na avenida, como estive nos últimos anos, como estive no último domingo e como estarei amanhã, pra comemorar o vice-campeonato do Acesso. Arrebenta minha escooola!

Feito o registro e passando a falar de Palmeiras, hoje recebemos a Lusa no Pacaembu, 19:30, jogando por uma vitória para confirmar a classificação antecipada para a próxima fase do Paulistâo. Na verdade, isso pouco importa, porque não basta se classificar, mas tem que brigar pra ser o primeiro e manter a vantagem do mando de campo até o fim do torneio. Decidindo em casa, aí é com a gente no concreto e ninguém segura!

A Portuguesa, apesar de ameaçada de rebaixamento, vem em ascensão sob o comando do nosso ex-zagueiro Argel Fucks (ainda me pergunto porque ele não usava o sobrenome quando era zagueiro, seria uma combinação perfeita com o futebol parrudo ahahah), são 4 vitórias e 1 empate nos últimos seis jogos.

O Palmeiras segue com Marcelo Oliveira improvisado na zaga diante da ausência de Wellington. Na minha opinião, esse improviso é arriscado, não funcionou contra o Botafogo e nos custou a invencibilidade. O melhor seria irmos de Tiago Alves, com Marcelo Oliveira ou Eguren na frente da zaga. Pelo menos, do meio pra frente, Kleina parece ter entendido que não pode jogar com dois volantes de contenção, e deve mandar a campo Eguren, Wesley, Mendieta e Patrik Vieira, com Alan Kardec e Vinicius no ataque. Valdívia, que jogou 15 minutos ontem pelo Chile, e Leandro, Diogo e Marquinhos Gabriel, machucados, não estão à disposição.

Poderia até ser a primeira chance do Bruno Cesar como titular, mas diante do vacilo contra o Botafogo, que interrompeu a necessária sequencia de jogos, concordo que ele fique como opção para o segundo tempo, desde que não entre pilhado e numa roubada, já vimos no que deu lá em Ribeirão.

O apito fica por conta de Vinicius Furlan, e bandeiras nas mãos de Carlos Augusto Nogueira Junior e Leonardo Schiavo Pedalini, além dos dois figurantes na linha de fundo, cuja função será a de NÃO marcar penaltis para o Palmeiras, como de costume.

O adversário não é fácil, e será mais um teste pra avaliar a força do elenco. Triste mesmo será ver os menos de 10.000 presentes no jogo de hoje, o que tem sido a tônica das últimas bilheterias do Palmeiras em casa no meio de semana, conforme já comentamos aqui. Mesmo que passe dos 10.000, dificilmente passará dos 13 mil. Enfim, tomara que eu esteja errado, quero mais é ver o estádio abarrotado…

Palpíte do Maluco, finalmente de volta, é de 2×0, gols de Alan Kardec, sempre ele, e Lucio.

AVANTI PALESTRA!

Botafogo 3×1 Palmeiras – Paulistão14

A derrota foi merecida. “Premiou” um time bem mal escalado, apesar dos desfalques no ataque.

É cedo pra decretar o ódio eterno que sentimos do Juninho ao William Matheus, ou então William “MeuDeus” como disseram por aí, mas o cara podia ter sido um pouquinho menos infeliz…

Já o Kleina merece toda a raiva do palmeirense. Sim, uma hora o time ia perder e blablablá, mas não precisava ter se esforçado tanto pra isso. E o pior é que ele vai achar que o erro foi ter tirado o Mazinho do time… Miguel, professor? Miguel? E mais, foi mexer justo onde não fava dando problema – Marcelo Oliveira de primeiro volante – quando podia ter jogado com o Tiago Alves na zaga e deixado o 26 onde ele fava funcionando melhor até aqui.

Pra mim, o principal erro é o de sempre escalar o time errado e depois tentar reverter o resultado no intervalo. Uma hora a  virada não vem, o empate não chega, já dizia isso aqui há tempos. Hoje foi justamente isso que aconteceu. O time não conseguiu reagir ao resultado adverso, e isso é culpa exclusiva do treinador.

E nada mais merece ser dito. Se tinha que perder mesmo uma hora, pelo menos serviu pra prejudicar os gambás.

Quinta-feira, Pacaembu, estaremos lá. Os mesmos 6 mil de sempre.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1 x 0 Ituano – Paulistão14

Quem já jogou truco na vida sabe que a primeira mão é um caminhão, como dizem por aí. Sair na frente é sempre mais vantajoso. Para o treinador do Palmeiras, porém, isso não se aplica, pois ele segue escalando o morto do Mazinho como titular e, invariavelmente, tem que corrigir o time no segundo tempo pra buscar o resultado – seja ele o empate de domingo ou a vitória desta quarta-feira.

Hoje, o que não faltou foi alternativa para a injustificável presença do ineficaz, improdutivo e, por que não, grosso, do Mazinho, que em 09 rodadas foi titular em absolutamente todas, mas só jogou bem a primeira. Será possível que só o Kleina não enxerga isso?

Porque outro motivo o Palmeiras está resolvendo os jogos sempre aos 38, 42 minutos do segundo tempo, ao invés de marcar no primeiro tempo? Até uma criança sabe que o time titular do Kleina não é o que o Palmeiras tem de melhor no elenco. Se resolveram dar descanso pro Wesley e pro Wellington, porque não deram pro Mazinho também? Dá um descanso (eterno) pra ele e pra torcida também, pois já estamos de saco cheio desse pereba no time titular. Acorda Gilsão…

Enfim, jogamos um primeiro tempo amarrado e sonolento, graças à sobrecarga em cima do Mendieta, enquanto o Mazinho só fazia por cagar o jogo. A primeira etapa parece ter durado horas a fio…

Eis que no segundo tempo, uma evolução – ainda que micro – por parte do treinador: ao invés de esperar até os 15 do segundo tempo, o Kleina, talvez envergonhado de tanto fazer o palmeirense passar nervoso (queira Deus!), já deixou o Mazinho no vestiário e voltou com o Marquinhos Gabriel. E lá foi o time do Palmeiras correr contra o relógio, contra um Ituano trancadinho e respaldado pela arbitragem sempre calhorda de Wilson Luis Seneme.

Bruno Cesar Bayer (eles não tem a mesma careca?) estreou logo depois, no lugar do picolé de chuchu Josimar – aquele que desdenhou o Palmeiras na Série B e com a atuação insossa de hoje derruba aquela ladainha de volante de apoio x volante de contenção (volante, pra mim, é tudo a mesma merda!) – e não foi mal, apesar de estar claramente fora de ritmo de jogo. E ainda tivemos Eguren no lugar do França.

E quando as coisas já caminhavam pro terceiro empate seguido contra times pequenos (antes empatamos com o Audax e com o Small Club), numa boa jogada do Diogo na boca da área, a bola foi pro Juninho cruzar e achar o Kardec do outro lado da área, que teve tempo de dominar e sentar o pé pra abrir o placar, aos 42 do segundo tempo. Tic, tac…

Na seqüência, o sem vergonha do Seneme conseguiu achar um pretexto pra expulsar o Kardec, que não tinha feito nada, não tinha nem amarelo. Uma safadeza digna de um árbitro que tanto fez por prejudicar o Palmeiras ao longo da carreira.  Lembrem aqui que foi ele quem apitou e operou o Palmeiras no jogo contra o São Caetano ano passado na Série B. Mesmo assim, quebrou-se a escrita de quase 4 anos que o Palmeiras não vencia jogos apitados por ele. Chupa Seneme!

Com a boa estreia do Bruno Cesar, e uma partida consistente do Mendieta e do Diogo, se o Kleina não botar Leandro e Mazinho no banco, é porque tá de sacanagem.  Chega de estragar o time, Kleina!

E pra quem tava orgulhoso com a matéria de que o Palmeiras tem a melhor média de público do Brasil, faço duas perguntas: i) quão maior seria essa média se o ingresso do jogo do Palmeiras custasse 40,00, como o dos Gambás – segundo colocado – e não os extorsivos 60,00 atualmente cobrados? e ii) será que se o ingresso não custasse o que custa atualmente, teríamos hoje no Pacaembu, num jogo em que o time reserva do Palmeiras enfrentou o inexpressivo Ituano numa quarta as dez da noite, mais que os 6 mil e poucos pagantes que estiveram no estádio? Só pra refletir se, pelo menos em jogos não tão atrativos pra quem não frequenta o estádio TODOS os jogos, não seria uma boa baixar os preços proporcionalmente e encher o Pacaembu sempre e não só em clássicos…

Uma pena que a vitória de hoje ajudou os lixos. Domingo que vem, mais uma vez enfrentamos adversário direto da Gambazada. Faltando seis rodadas pro fim, bem que um empate hoje e outro no domingo não seriam tão mau negócio assim. Se bem que, muito mais gostoso será eles passarem de fase na berlinda e depois serem massacrados pelo Palestra na semi… Enfim, são apenas conjecturas. 

OS  LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 ITUANO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 19/2/2014, às 22h
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Cartões amarelos: França (PAL); Josa, Dener e Dick (ITU)
Cartões vermelhos: Dener e Jackson (ITU); Alan Kardec (PAL)
Gol: Alan Kardec, aos 42 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; França (Eguren – 34’/2ºT), Josimar (Bruno César – 26’/2ºT), Mazinho (Marquinhos Gabriel – intervalo) e Mendieta; Diogo e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

ITUANO: Vagner; Dick, Alemão, Anderson Salles e Dener; Josa, Paulinho (Gercimar – 37’/2ºT), Jackson, Cristian (Jean Carlos – 27’/2ºT) e Esquerdinha; Rafael Silva (Túlio – 42’/2ºT). Técnico: Doriva

AVANTI PALESTRA!

Gamba/FPF 1 x 1 Palmeiras

Já disse aqui que o Palmeiras, quando for pra ganhar da gambazada, vai ter que ganhar dos lixos de preto e branco e dos lixos de amarelo também. Então não vou nem perder tempo de falar da arbitragem safada e descarada do árbitro Raphael Claus, porque contra os imundos sempre vai ser assim.

Mesmo com toda a patifaria a favor, o Gambá não conseguiu vencer o Palmeiras, e segue afundado na merda até a ponta das orelhas, como devia ser sempre.

Gilson Kleina segue demonstrando ser o elo fraco do Palmeiras para o ano do Centenário. Depois de 07 jogos vendo que Mazinho e Leandro tão de sacanagem com o torcedor do Palmeiras, o que ele fez? Mandou os dois pro time titular de novo, e ainda devolveu a titularidade da lateral esquerda pro morfético do Juninho.

O Mazinho perdeu um gol feito no primeiro tempo, e ainda desperdiçou dois contra-ataques que era pra entrar com bola e tudo nos lixos. E o Leandro parecia que tinha coisa mais importante pra fazer do que jogar futebol.

Daí não tem como elogiar o treinador. Vai ser elogiado a hora que tirar o Leandro e o Mazinho do time na PRELEÇÃO, e não na metade do segundo tempo.

Partida excelente do Marcelo Oliveira, melhor homem em campo. E o Diogo, segue sendo um predestinado: de novo, na primeira  bola que pega, cruzou na cabeça do Alan Kardec, que empatou o jogo e calou a boca do lixão.

No fim das contas, se não era pra ganhar dessa vez, pelo menos fizemos o gol do empate por último, e deixamos o Gambá na mesma merda que já estavam. Aliás, 22 mil pagantes, sendo que 2.000 éramos nós, a Gambazada devia ter vergonha… 

Kleina, por gentileza, vê se acerta a porra da escalação! Se todo jogo você precisa mudar pra consertar o time, não é que vicê mexe bem no time, é que você ESCALA MAL! Acorda!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

 

GAMBÁ 1X1 PALMEIRAS

 

Estádio: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 16/2/2013 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse
Renda/público: R$ 668.600,50/22.222 pagantes
Cartões amarelos: Jadson, Guilherme e Guerrero (COR); Valdivia, Leandro, Lúcio e Mendieta (PAL)
GOLS: Gambazinho, 15’/2ºT (1-0); Alan Kardec, 38’/2ºT (1-1)

 

GAMBÁ: Cássio; Fagner, Gil, Felipe e Uendel; Ralf, Guilherme, Bruno Henrique (Ramírez, 34’/2ºT) e Jadson (Renato Augusto, 31’/2ºT); Gambazinho (Jocinei, 36’/2ºT) e Paolo Guerrero. Técnico: Mano Menezes.

 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington (Diogo, 37’/2ºT) e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Mazinho (Marquinhos Gabriel, 10’/2ºT) e Valdivia; Leandro (Mendieta, 29’/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!  

XV de Piracicaba 1×2 Palmeiras – Paulistão 2014

A sexta vitória seguida do Verdão foi, até agora, a mais difícil. O XV foi o time que mais ofereceu resistência e, se não fosse a atuação monstruosa do Prass, que fez pelo menos 07 defesas absurdas, os 03 pontos não teriam sido garantidos.

Sorte do Palmeiras – ou não – que o contrato dele não é por produtividade, porque hoje a conta ia ficar cara…

Kleina deu descanso pro Valdívia, e com isso Marquinhos Gabriel foi pro time titular. A impressão que deu no começo do jogo, é que ele e o Mazinho não estavam se entendo muito bem. Com isso, o XV conseguiu imprimir uma pressão bem forte no início do jogo, exigindo, com menos de 2 minutos, dois milagres do Prass.

Depois o Palmeiras equilibrou até chegar ao pênalti marcado no Mazinho, num lance até meio discutível, mas foda-se… Kardec bateu e guardou.

Pouco depois, o XV chegou ao empate, numa falha do Marcelo Oliveira e do Prass, acho que mais do volante do que do goleiro, porque era bola pra cortar no primeiro pau. Faz parte, mas também não faz. Tem que corrigir.

No segundo tempo, o Kleina só pra variar demorou pra cacete pra mexer. Tirou o morto do Leandro, que em 06 jogos fez um razoável e o resto bem meia boca, pra colocar o França e fechar mais o meio, mandando o Mazinho pra frente – eu achei uma bosta de alteração, mas no fim das contas deu certo – depois veio o Mendieta no lugar do Wesley.

Quando as coisas já caminhavam para ficar no empate, Kleina foi excluído pelo juiz, por reclamação – Eeeeee seu Girso, pra que isso? – e como o auxiliar técnico já tinha sido excluído no primeiro tempo, coube ao Bruno – o goleiro reserva – assumir o comando do time no banco de reservas.

Eu sempre falei que o Bruno, se fosse mesmo palmeirense, saía do time e ia pra bancada. Ele pode experimentar ser auxiliar técnico também.

Logo de cara, tirou o Mazinho (que só o Kleina não acha que é jogador de segundo tempo – o que até o teimoso do Felipão sabia) pra entrada do Diogo. No primeiro lance dele, tocou pro Marquinhos Gabriel, que limpou o zagueiro e deu pro Mendieta, que rolou a bola pro França VidaLoka, que fez jogada de craque: deitou o zagueiro e acertou o ângulo num chute-zamento digno de Ronaldinho Gaucho (exceto pelo distância) no Brasil x Inglaterra na Copa de 2002. Foi aos 39 minutos…

Dali pra frente foi só administrar o resultado e confirmar mais uma vitória.

Na sequência temos o Audax em casa no domingo  e depois vamos no outro final de semana no Pacaembu – na lilás – pra bater o último prego na tampa do caixão do Lixão! É dia 16!

LANCES:

em breve

A FICHA TÉCNICA:

XV DE PIRACICABA 1 x 2 PALMEIRAS

Local: Estádio Barão de Serra Negra, Piracicaba (SP)
Data/hora: 5/2/2014 – 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Renda/público: R$ 493.840,00/11.042 pagantes
Cartões amarelos: Danilinho e Macena (XVP); Juninho, Lúcio, Wellington e França (PAL)

GOLS: Alan Kardec (pênalti), 15’/1ºT (0-1); Jonathan Cafú, 33’/1ºT (1-1); França, 38’/2ºT (1-2)

XV DE PIRACICABA: Márcio; Paulo Henrique, Leonardo, Pitty e Aelson (Fabiano, 38’/2ºT); Adilson Goiano, Rodolfo, Danilo Sacramento (Pipico, 42’/2ºT) e Gilsinho (Danilinho, 29’/1ºT); Jonathan Cafú e Macena. Técnico: Edison Só.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley (Mendieta, 25’/2ºT) e Marquinhos Gabriel; Mazinho (Diogo, 37’/2ºT), Leandro (França, 16’/2ºT) e A 

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1 x 0 Penapolense – Paulistão 2014

Desde a época do Caio Junior, está mais que comprovado que o Palmeiras não sabe jogar com um jogador a mais em campo. O time simplesmente não encaixa quando o adversário perde um jogador e se fecha inteiro atrás. Bom que, mesmo assim, o resultado veio, quarta vitória em quatro jogos.

Aliás, se o juiz não fosse um comédia, tinha expulsado o jogador do Penapolense logo aos 3 minutos. Num lance covarde, acertou a cara do Lúcio. Se fosse jogador nosso que tivesse feito isso, seria banido do futebol. E, depois aos 41, o animalzinho deu com a sola da chuteira nas costas do Wesley. Merecia dois vermelhos, esse tal de Heleno. E o cara ainda reclamou de ter sido expulso. Tá achando que joga no Gambá? ahahahahahha

Kleina segue insistindo com o limitado Mazinho, ao invés de colocar logo como titular o Marquinhos Gabriel. o 40, que só entrou no intervalo no lugar do desfocado 10, fez o gol da vitória e, ao lado de Wesley e Wendel (não, não é uma dupla sertaneja), foram os que melhor se apresentaram hoje.

Mas no geral foi um jogo bem fraco, de um time só atacando e outro só se defendendo. Por isso mesmo, na defesa, tivemos muito pouco trabalho pra poder avaliar o que será da nova dupla de zaga.

No fim das contas, o que valeu foram os 3 pontos, e só o que importa é o jogo de domingo, esse sim o verdadeiro desafio desse elenco. Não disputamos um clássico desde o 1×1 com os Sardinhas na Vila pelas Quartas do Paulista no ano passado. Em 2013 foram só empates, o Palmeiras nem perdeu nem ganhou os jogos contra os maiores rivais, o que não acontece desde o Palmeiras e Santos em Prudente em 2012. Tá mais do que na hora de voltar a ganhar.

Falta muito pra domingo?

OS LANCES:

A MANCHA:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 PENAPOLENSE

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 30 de janeiro de 2013, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Alexandre Basilio Vasconcellos (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Marcelo Prieto Alfieri e Camilo Morais Zarpelão (ambos de SP)
Público/renda: 11.232 pagantes/ R$ 410.187,50
Cartões amarelos: Leandro, Wendel, Serginho e Juninho (PAL); Heleno e Gualberto (PEN)
Cartões vermelhos: Heleno (PEN) (41’/1T)

GOL: Marquinhos Gabriel, aos 21’/2T (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Valdivia (Marquinhos Gabriel, no intervalo) e Mazinho (Felipe Menezes, aos 24’/2T); Leandro (Serginho, aos 35’/2T) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

PENAPOLENSE: Samuel; Rodnei, Jaílton, Gualberto e Rodrigo Biro; Liel (Fernando, aos 31’/2T), Petros, Heleno, Washington e Guaru (Rafael Ratão, aos 12’/2T); Alexsandro Créu (Lukas, aos 26’/2T). Técnico: Narciso.

AVANTI PALESTRA! 

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