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Peñarol 2×3 Palmeiras – Libertadores17

Eu com certeza não durmo hoje. E serei o cara mais feliz do mundo por isso.

Depois de 45 minutos absurdamente trágicos, em que o Eduardo Baptista mostrou expoencialmente toda sua incapacidade de estar à frente de uma equipe como o Palmeiras, e 2×0 foi até pouco – sem falar da arbitragem tão trágica quanto – a camisa voltou do intervalo pra lembrar o mundo quem é o Palmeiras.

E em 12 minutos da etapa complementar já podia ter sido igualado o placar, depois do gol do William aos 6, não fosse pelo pé torto e murcho do Roger Guedes que, sem goleiro e na pequena área, isolou a bola. Mas aos 17, Mina de cabeça, depois de cruzamento do Jean, a segunda, mas não a última assistência da noite, colocou o Verdão de volta na partida.

O palmeirense, que já tinha quebrado a cara ao achar que jamais veria de novo um primeiro tempo tão ruim quanto aquela bosta em Campinas, agora via incrédulo se desenhar uma improvável vitória histórica.

E ela veio no binômio Jean/William, o primeiro só rolando depois dum rebote de chute do Guerra  pro segundo arrematar e decretar a vitória e a quase classificação para a próxima fase, faltando 1 ponto ou o Tucuman não vencer um dos seus dois jogos.

No fim, o pau comeu dentro e fora de campo, e novamente tivemos a lição de que receber bem a torcida e time adversários é só passar recibo de trouxa. Pelo que pode ser visto pela TV, e pelos relatos que chegam do UY, a Mancha Verde foi responsável direta por não ter ocorrido uma tragédia com os torcedores do Palmeiras em Montevidéu, enquanto os 20 seguranças que o Verdão levou pra acompanhar o time garantiram que os nossos jogadores não sofressem uma emboscada premeditada dentro de campo.

Na coletiva, Eduardo Baptista se inflamou, sem citar nomes, mas precisamente contra o gambá de presas amarelas Juca Kfouri, contra a notícia de que Rogér Guedes teria sido escalado a mando de Mattos, dando a entender que o treinador seria pau mandado da diretoria.

Ok, a entrevista foi legal e tals, sempre vou vibrar quando ver alguém com a nossa camisa mandando essa imprensa safa tomar no cu, mas vamos lá professor, a eliminação pra Ponte e o primeiro tempo no Uruguai foram dignos de demissão sumária, o que provavelmente teria sido o caso não fosse a recuperação lendária na etapa final.

Então bora trabalhar mais e falar menos, EB, porque bola esse time tem – e muita – pra jogar. É só escalar bem, substituir bem e dar padrão – ou pelo menos manter aquele que nos rendeu o título de campeão brasileiro de 2016 – que chegaremos a todos os nossos objetivos.

Quem respira futebol vive por dias (noites) como essa. Obrigado, Palmeiras!

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×0 Jorge Wilstermann – Liberta17

Sem condições emocionais pra analisar muito o que foi esse jogo.

Puta que pariu…

Que sufoco, no último lance, na última bola.

Depois de passar 90+ minutos só vendo a patifaria de um time vagabundo que desde o primeiro minuto só fez não jogar bola.

Com a conivência incondicional do safado que apitava o jogo.

Aí realmente as coisas complicam. O esquema de jogo acaba tendo que ser deixado de lado e entra a raça no lugar.

Eduardo até tentou manter a ordem. No primeiro tempo, com o time bem organizado, as melhores chances foram criadas pela direita, com Michel e Guerra; uma sobrou pro Borja dominar e bater, e a outra pra ele cabecear na pequena área, mas a bola não tava muito a fim de entrar.

No intervalo, Eduardo manteve o time mas inverteu o Guerra com o Tchê Tchê, pra ver se o primeiro colava no Dudu pro jogo fluir também pela esquerda, e se o segundo entrava na partida.

Não funcionou. Logo menos já estávamos de novo com o Felipe Melo – um dos melhores – puxando a saída de bola, o que apesar de não ser o ideal, até que hora ou outra funcionava, como em ótima enfiada por cima pro Guerra, sozinho, desperdiçar tentando dar um improvável chapéu no goleiro.

Até fizemos dois gols, um com MIna e outro com Borja (já com a jogada parada), mas em ambos foi marcado impedimento – o primeiro bem discutível, o segundo não vi ainda o lance.

O tempo ia passando, a catimba aumentando, o juiz irritando e o Eduardo começou a mexer. Tirou o Michel e colocou o Keno, tirou o Guerra e colocou o Roger e por último o Tchê Tchê pra entrar o William.

O 4-1-4-1 logo virou um 4-2-4 sem nenhuma lógica e 100% coração.

Nos últimos 10 minutos de tempo regulamentar os bolivianos pararam o jogo pelo menos 5 vezes. Retardaram tudo que puderam, cobrança de lateral, tiro de meta, reposição de bola, atendimentos em campo, substituições. Ah e quando dava, sentavam a bota… Uma várzea, sempre com a conivência do bastardo de amarelo.

Que pelo menos teve vergonha na cara e deu 6 minutos de acréscimo.

E foi aos 50, quando muita gente já achava impossível (mas não lembro de ter visto um palmeirense levantando pra sair mais cedo, pelo menos ali no Gol Norte), num lance que passou quase no pé do time inteiro (Dudu, Keno, Dudu, Borja, Keno, Felipe Melo, Keno e Roger Guedes) até o cruzamento rasteiro sobrar pro Mina, rigorosamente na mesma linha da bola, só empurrar pro barbante.

O Allianz veio abaixo num urro de alívio de 38.420 vozes. Coisa linda.

Vitória da raça, da vontade de ganhar, contra um time que só sabe jogar na altitude de Cochabamba, e que em condições normais só sabe fazer patifaria em campo. Se foderam.

Quando não der na técnica que nos sobra, que dê na superação, na porrada, o que vale, sempre, são os 3 pontos. Deixa a tática pros programas de tv, o que importa é a porra da vitória, seja como for…

Liberta agora só no dia 12/04, contra o Peñarol, em casa, e depois dia 26 já no returno, contra o mesmo adversário em Montevidéu.

Enquanto isso, domingo vamos descer a serra contra aquele time morfético que só sabe abrir as pernas pro Gambá e ser vice do Verdão… Tá na hora de ganhar de novo naquela pocilga!

Pra cima das sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

Atletico Tucuman 1 x 1 Palmeiras – Liberta17

Se o resultado foi bom ou ruim, saberemos a partir do resultado dos demais adversários na casa do Tucuman.

Foi bom pelas circunstâncias do jogo, afinal, 70+plus minutos com 1 a menos, qualquer coisa menos a derrota é lucro.

Mas, se o Palmeiras teve chances concretas de vencer 10 x 11,  considerando ainda que a expulsão do vitor Hugo foi cabacice pura dele, porque reclamar de juiz caseiro na Libertadores é coisa de juvenil, o empate é pra ser lamentado SIM.

Até porque o Borja teve 3 chances claras de gol, duas que o goleiro pegou e uma que foi milimetricamente pra fora, enquanto o gol cagadíssimo do Tucuman foi milimetricamente pra dentro.

Em resumo, eu não vou perder tempo de analisar se a substituição que o Eduardo fez no primeiro tempo foi acertada (porque o jogador que eu achava que devia sair fez o gol de empate), mas vou me limitar a achar que foi um puta resultado diante do que o jogo se apresentou, apesar de que, mesmo com um a menos, tivemos chances claras de sair com a vitória até mesmo mais do que o Tucuman.

Bom ou ruim, o importante é que o Palmeiras já pôde sentir na pele as adversidades que formam essa competição, e mesmo assim conseguiu evitar o pior resultado, o que pra todos os efeitos deve ser considerado um mérito, ao mesmo tempo que vale como um “presta atenção”.

Lição tomada e um ponto marcado fora e sigamos em frente. Até porque 4 pontos a cada um jogo fora e outro em casa é a fórmula maior de sucesso nessa competição. 

Seguimos adiante, sábado temos o bambi em casa e defendo time 100% reserva, e quarta J. Whistelman pela Liberta, esse sim jogo que vencer ou vencer ou vencer é a única alternativa.

Pé direito na estreia, pelo conjunto da obra, quarta é dia de assumir a ponteira do grupo.

AVANTI PALESTRA! 

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