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Palmeiras 2×0 Flamengo – BR17

3 pontos conquistados com tanta facilidade que só fez o palmeirense ficar ainda mais enraivecido com o desfecho desse lastimável 2017.

Michel, Melo, TS, Luan e Jean, jogadores que foram deixados de lado nos últimos jogos, foram escalados ou entraram no decorrer da partida, e corrigiram as falhas que nos custaram o ano com uma simplicidade chocante… mais um sinal de que o Palmeiras podia bem mais nesta temporada.

Pouco mais deve ser dito. O Palmeiras encaminha melancolicamente a vaga direta pra Libertadores, com um futebol hoje que, se tivesse vindo 15 dias antes, talvez a sorte fosse outra.

Mas já é hora de virar a página, porque 2018 já começou. Quem vai, quem fica, quem vem, quem vai comandar, tudo isso precisa -e já deve – estar na pauta prioritária da Diretoria, pra não se repetirem os erros deste ano, que não foram poucos.

Pra mim, aliás, o principal, que nos custou tudo, foi a demora na definição do treinador para 2017, o Palmeiras acreditou que faria Cuca mudar de ideia, não conseguiu e aí, no atropelo, trouxe Eduardo Baptista, uma escolha que se mostrou tão equivocada quanto apostar na volta do Cuca depois.       

Pra mim, o treinador tem que ser o Valentim. Hoje ele mostrou que não tem compromisso com o erro, já é bem mais do que o último treineiro, teimoso e birrento tanto quanto competente…

Que nesses últimos jogos o time honre a camisa e a história do Palmeiras, que é, e seguirá sendo o maior campeão nacional, o primeiro e único 9 vezes campeão.

AVANTI PALESTRA! 

Flamengo 2×2 Palmeiras – BR17

Foi um belo empate do Palmeiras, apesar das circunstâncias, já que por muito pouco não voltamos do Rio com três pontos (ou com nenhum) na mala.

O importante foi que o Palmeiras mostrou que não precisa temer a nenhum adversário, e sempre que jogar organizado vai dar trabalho, pra quem quer que seja, mesmo saindo atrás no placar.

E também foi bom ter superado os erros individuais que nos custaram os 02 gols sofridos, e a falha monstruosa do Michel que terminou com o Jaílson defendendo pênalti do Diego e garantindo o resultado. Jailsão MONSTRO!

Borja segue sem desencantar, mas agora passará a ter mais chances com a desagradável notícia da contusão do William, que pode ficar até 6 semanas fora. Mas não já nesse domingo, contra o Sport, porque o 9 foi um dos 9 – NOVE – que foram amarelados pelo péssimo arbitro Jailson de Freitas, e é um dos 4 (Dudu, Tche Tche e Michel são os demais) que estarão suspensos.

Não lembro de um jogo em que o Palmeiras tomou tantos cartões como esse. Falaram até num grupo aí que o juiz deu amarelo pro Marcio Araujo do Mulambo porque achou que ele ainda jogava no Palmeiras…

E ainda tão querendo achar chifre na cabeça de cavalo, com essa conversa de que o Mina teria feito falta no Guerrero nos dois lances dos gols do Verdão. Mas eu acho graça, o presidente do Flamengo chorando nas entrevistas já virou tradição, que chore sempre esse trouxa. Entra ano, sai ano e ninguém cala esse chororô… 

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×1 Flamengo – BR16

Foi o melhor dentre os piores resultados possíveis, diante das circunstâncias do jogo. Porque time que quer ser campeão não pode não ganhar jogo de 6 pontos jogando quase 60 minutos com 1 a mais.

Uma vitória ontem deixava o Palmeiras com 1 rodada de vantagem sobre o resto. Mas se ontem foi a final do campeonato mesmo, como dizem, o ponto conquistado que nos manteve na liderança não pode ser desprezado. 

Outra maneira de se ver é que, se precisamos fazer 4 pontos contra cada adversário, pra ter o aproveitamento de Campeão, contra o Flamengo conseguimos isso. Contra o Gremio também, e contra Flu e A/PR fizemos 6. Então é só escolher como quer analisar: copo cheio ou copo vazio…

Seja como for, o empate de ontem joga uma pressão extra para o jogo de sábado contra a Gambazada: só vencer interessa. Outro empate e uma vitória da Mulambada contra o Figueirense e perdemos a liderança. Pois é…

O Palmeiras começou o jogo muito mal. Nervoso e bagunçado, parecia visitante num Maracanã lotado só de torcida adversária e com menos de um minuto já tinha bola passando na cara do nosso gol. Isso dirou os primeiros 5 minutos de jogo. 

Aos poucos o Palmeiras equilibrou o jogo, e logo o Flamengo já mostrou como jogaria: por uma única bola. Marcavam com 10 jogadores atrás da linha da bola pra tentar um contra-ataque. 

Mas foram os contra-ataques do Palmeiras que iriam mudar o jogo. Com Jesus voando pra cima do sempre péssimo Marcio Araújo, aquelas faltas que tanto nos fizeram sofrer no passado dessa vez seriam motivo de comemoração. Dois amarelos, e deveriam ter sido três, e tchau Marcio Araújo. 

Eram 39 do primeiro tempo. Logo depois, o lance que teria resolvido a partida: Jesus pressionou Rever na saída de bola, conseguiu fazer o desarme e entrou na área sozinho pela linha de fundo, mas sem ângulo. Ao invés de cruzar pro Roger ou pro Moisés, chutou no gol, em cima do goleiro deles. 

O primeiro tempo acabou 0x0 e era natural que o Cuca mexesse no time que estava com 1 a mais. Mas Gabriel por Barrios foi a pior das escolhas. Cleiton Xavier no Roger Guedes e Rafael Marques no Tche Tche também não surtiu o efeito desejado. 

E o Palmeiras que tinha um adversário que vinha pra cima e abria espaço pro contra-ataque no primeiro tempo, chegava sem muita efetividade quando, no segundo tempo, enfrentou um time totalmente fechado. 

A casa caiu de vez quando num lance em que o juiz inverteu o lateral pro Flamengo, ninguem viu Alan Patrik entrar sozinho nas costas do ZR pra acertar um chute improvável e abrir o placar pros caras. 

Pausa pra falar que é irritante o quanto o Palmeiras toma gols iniciados em jogadas de lateral na intermediária do campo. Contra a Ponte foi exatamente assim e ontem também. 4 pontos jogados no lixo por causa de dois arremessos de lateral no meio de campo… PQP!

Voltando pro jogo, o que era uma vantagem numérica pro Palmeiras se transformou em princípio de tragédia, principalmente porque o juiz, que expulsou o Marcio Araujo com 1 falta de atraso, deciciu que não precisavamarcar mais nada pro Palmeiras.

Menos mal que, num lance também de lateral, a bola sobrou pro Jesus limpar e bater no canto, bola na trave que rolou sobre a linha do gol até morrer na rede do outro lado. Puta que pariu, que sufoco, eram quase 40…

E o Palmeiras ainda teve mais umas 4ou 5 chances pra marcar o segundo, faltou um capricho pra bola entrar. O safado do juiz que aó deu 4 minutos de acréscimo, apesar de toda a cera que o Flamengo fez, ainda foi canslha o suficiente pra encerrar o jogo com o Palmeiras tendo um lateral pra cobrar ao lado da área do Flamengo, no mesmo lugar de onde saiu o nosso gol se empate.

No fim, pelo que podia ter sido de desgraça, o empate com a manutenção da liderança foi bom.  Muito pior se tivesse perdido. Agora é ganhar da Gambazada no sábado e torcer pro Figueirense no domingo.

E vamos pra Arena Lava-Jato sem Jesus, que tomou um cartão amarelo ridículo de tão infantil… puta que pariu, como é difícil torcer pro Palmeiras…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4×2 Flamengo – BR15

E finalmente voltamos a vencer, depois de três rodadas desastrosas. Curiosamente, são justamente 9 pontos e três vitórias que nos separam dos Gambás, que fecham o turno na liderança, graças, é claro, ao caminhão de pontos ganhos no apito e, como hoje, na mais pura cagada…

Com a vitória do Fluminense e o empate do Sport, ficamos em 5º lugar. Temos 19 rodadas pela frente pra melhorar essa posição e, quem sabe, brigar por alguma coisa nesse campeonato.

O jogo de hoje parecia que ia ser fácil, com o Palmeiras abrindo o placar logo aos 5 minutos, escanteio do ZR e cabeçada fulminante do Jackson. 

Podia até ter aberto 2×0 aos 21, com uma cabeçada também, do Rafael Marques, que foi pra fora por muito pouco.

Mas com um meio armado com Andrei, Arouca e Robinho, o Palmeiras não conseguia criar jogadas de contra-ataque e a bola não ficava no nosso pé. O primeiro tempo acabou com o Palmeiras com 25% de posse, muito pouco. 

Na volta do intervalo, Cristovão sacou o volante Jonas e colocou o meia Ederson, que precisou de 9 minutos pra marcar duas vezes e virar o jogo pros caras. 

Mas o Marcelo agiu rápido e colocou Cleiton Xavier no lugar do inoperante Robinho, que pra nossa surpresa, finalmente mostrou alguma inspiração com a nossa camisa: primeira bola e ele fez de cabeça o gol de empate. 

Pouco depois, em jogada incrível do ZR e um pivô de almanaque do Alecsandro, Dudu entrou livre pra revirar o jogo pra gente, 3×2. 

A essa altura a arquibancada pegou fogo e o Flamengo acusou a marretada. Mais alguns minutos e Alecsandro também desencantou e deixou o dele, lacrando o caixão dos mulambos.

Longe de ser a alternativa ideal pro Gabriel, Andrei foi, pelo menos, o que melhor funcionou até aqui. Essa mudança, a entrada do ZR na esquerda e do Jackson no lugar do fraquíssimo Leandro Almeida é que foram determinantes pro resultado positivo hoje. 

Victor Hugo, Zé Roberto e Dudu foram os melhores em campo, num jogo em que o melhor mesmo foi o conjunto. Ainda falta um pouco de experiência pra esse time saber valorizar o resultado, segurar mais a bola e fazer o relógio andar. 

Mas com o futebol visto hoje dá até pra pensar que as últimas três rodadas foram meros acidentes de percurso em que o Palmeiras ainda estava tentando descobrir como superar a ausência do Gabriel que, afinal, segue sendo insubstituível, mas pelo menos hoje fez um pouco menos de falta.

Outra lição que eu tirei hoje é que Robinho e Cleiton Xavier não podem jogar juntos. Recuar um dos dois pra jogar ao lado do Arouca foi o que nos custou as derrotas em Minas e em Curitiba. Que o Marcelo tenha entendido isso também. 

Quarta-feira vamos mais uma vez lotar o Allianz Parque e trucidar as Marias, como devia ter acontecido na semana passada. 

Pra cima Palmeiras!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 2 FLAMENGO

Data/Horário: 16 de agosto de 2015, às 11h

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)

Assistentes: Fabio Pereira (TO) e Bruno Boschilia (PR)

Renda e público: R$ 2.908.585,00 / 37.739 pagantes

Cartões amarelos: Lucas e Lucas Taylor (PAL); Jonas e Jorge (FLA)

Gols: Jackson, 5’/1ºT (1-0); Ederson, 6’/2ºT (1-1); Ederson, 11’/2ºT (1-2); Samir (contra), 13’/2ºT (2-2); Dudu, 20’/2ºT (3-2) e Alecsandro, 26’/2ºT (4-2)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Lucas Taylor, Intervalo), Vitor Hugo, Jackson e Zé Roberto; Arouca e Andrei Girotto; Rafael Marques, Robinho (Cleiton Xavier, 12’/2ºT) Dudu; Alecsandro (Kelvin, 36’/2ºT).

Técnico: Marcelo de Oliveira.

FLAMENGO: César; Pará, César Martins, Samir (Marcelo, 30’/2ºT) e Jorge; Márcio Araújo, Jonas (Ederson, Intervalo), Éverton e Alan Patrick; Emerson e Guerrero.

Técnico: Cristóvão Borges.

Palmeiras 2×2 CBFlamengo – BR14

Antes de mais nada, Valdivia deveria ser surrado. Mas como sou contra violência (como diz um grande amigo meu), que seja multado em pelo menos 95% do seu salário, podendo aumentar caso – pela expulsão infantil e irresponsável – ele pegue mais do que 01 jogo de suspensão, o que é bem provável que ocorra, em se tratando de Palmeiras, ainda mais com time carioca no Z4…

Dorival errou feio na escalação do time. Embora tenha acertado, e muito, nas alterações na zaga e no gol, do meio pra frente montou um time com um 4-2-4 sem pé nem cabeça, com dois volantes e quatro atacantes. Inentiligivel, especialmente porque os dois meias do time estavam no banco, voltando de contusão.

Na coletiva, o treinador disse que não podia colocar os dois – Alione e o Cachaceiro – juntos desde o início. Que tivesse ao menos colocado um em cada tempo, mas não, esperou o Palmeiras tomar um baile no primeiro tempo pra colocar os dois juntos no segundo. Vacilo.

Agora, o erro fatal foi ter apostado mais uma vez em Juninho como volante. Lamentável, Dorival. Em 13 minutos, falha individual do jogador – mais uma, gol do Flamengo. Nem me preocuparei em rever o lance no replay, prefiro ficar com a imagem já sinistra o bastante ali do alambreado, meio sem ângulo mas suficientemente dolorosa. Se já saiu o Fabio e o Weldinho, que venha outro moleque da base e o Juninho passe uma temporada – não muito longa, só até o fim do contrato dele – lá em Guarulhos.

O 2×0 veio num lance daqueles que só vale pra times cariocas. Dizem que era o mesmo árbitro de linha que deu pênalti pro Fluminense no sábado passado e não deu –  no lance exatamente igual – para o Palmeiras, que dessa vez deixou o jogador do Flamengo ajeitar a mão com a bola e passar pro outro fazer o gol em posição de impedimento. Uma vergonha, mais uma, a favor do Flamengo. É incrível como são reiteradas as coincidências de erros de arbitragem a favor de times cariocas, quando estão disputando o título ou perigando serem rebaixados. Só nas últimas 02 rodadas, 04 pontos pro Flamengo no apito.

O primeiro tempo ainda teve tempo para um pênalti escandaloso pro Palmeiras, que o juiz obviamente não deu. E sabem porque? Porque o Palmeiras é um time bunda mole. Não tem um dirigente pra pegar o microfone e meter a boca no trombone. Depois de ser prejudicado no domingo, Kalil apitou alto na imprensa e disse que o Galo não seria mais roubado. Vamos ver se acontece de novo nessa rodada, eu duvido. Já o time que é roubado toda semana e ninguém fala nada, esse pode preparar a raba que sempre vem mais…

Pro segundo tempo Dorival tirou Henrique e Mouche, inúteis, e colocou Allione e o morfético andino. Logo de cara o Palmeiras fez 2×1, com Diogo – finalmente. Aos 23, depois de passe do comédia da 10, Victor Luiz empatou – o que seria a virada do Palmeiras, não fosse a arbitragem tendenciosa que sempre conta com a complacência da nossa diretoria… Vão esperar cair de novo pra reclamar dos pontos ROUBADOS de nós? AMADORES!

E quando o Palmeiras  tinha tudo pra virar – de fato e não de direito – o jogo, lá foi o canalha botar tudo a perder, com uma expulsão completamente imbecil. E não adianta ele pedir desculpas. Perdemos dois pontos hoje, que farão muita falta. Desculpas não devolvem esses pontos. Se a parcela da torcida que defende esse verme fosse sensata, reveria sua posição. Mas como esperar sensatez de quem idolatra um jogador que só desserve à nossa camisa e à instituição? É pedir demais… Pois sigam daí venerando esse salafrário que daqui nos seguimos venerando apenas o Palmeiras.

No final, a antes felicidade pelo improvável empate deu lugar pra uma frustração imensa com a perda da chance de virar o jogo, dar moral pra esse time e consolidar de vez a reação do Verdão.

Pra completar, a rodada não poderia ter sido pior, o Palmeiras foi ultrapassado pelo Bahia e pelo Coritiba, este último vencendo um jogo contra os bambis de merda – malditos, enfiem no rabo a vitória contra o líder, não adiantou de nada – e agora caímos para a décima oitava colocação, depois de 04 rodadas fora da zona maldita.

Contra o Goiás, o Palmeiras tem obrigação de recuperar os pontos perdidos hoje. E Dorival precisa refletir bem. Não terá à disposição o irresponsável que veste a 10, e não poderá repetir os erros bizarros na montagem do time pro primeiro tempo. Henrique, Juninho e Mouche não dá mais.

SEM LANCES HOJE

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 2 FLAMENGO

Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP)

Público Pagante: 20 mil
Data/hora: 17/9/2014 – 22h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: José Javel Silveira e José Eduardo Calza (RS)
Cartões amarelos: Juninho (PAL); Alecsandro, Chicão, Cáceres e Canteros (FLA)
Cartões vermelhos: Valdívia (PAL)

GOLS: Canteros, aos 12’/1ºT (0-1); Alecsandro, aos 31’/1ºT (0-2); Diogo, aos 2’/2ºT (1-2); Victor Luís, aos 23’/2ºT (2-2)

PALMEIRAS: Deola, João Pedro, Lúcio, Nathan e Victor Luís; Renato, Juninho, Diogo, Cristaldo (Patrick Vieira, aos 45’/2ºT); Mouche (Valdivia, intervalo) e Henrique (Allione, intervalo). Técnico: Dorival Júnior.

FLAMENGO: Paulo Victor, Léo Moura, Chicão, Chicão e João Paulo; Cáceres (Amaral, intervalo), Márcio Araújo (Elton, aos 29’/2ºT), Canteros e Everton; Eduardo da Silva (Luiz Antonio, aos 15’/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

AVANTI PALESTRA! 

Flamengo 4×2 Palmeiras – BR14

33% de aproveitamento. Pros bons entendedores e pros sensatos, nada mais precisa ser dito.

Quantas escalações erradas mais serão necessárias? Quantas derrotas vexatórias? Na Ponte Preta, no Criciuma, na Chapecoense, no Bahia, em qualquer time mediano pra péssimo, um começo desses, com tantas cagadas consecutivas teria custado a cabeça pelo menos do treinador e do CEO, isso é, se esses times tivessem tal figura nos seus quadros.

Mas, no Palmeiras, as coisas são diferentes. Graças ao messiânico mandatário, um visionário mandado de outro mundo pra este para fazer do Palmeiras uma potência do mundo moderno. Só que não.

16 meses passados dos 24 de mandato (falta 33%, vejam só) e qual foi a grande conquista dessa administração? Me responda quem souber. Porque eu só enxergo tantos – e alguns até piores – erros quanto nas gestões anteriores, e o termo “profissionalismo” sendo vilipendiado a ponto de virar sinônimo do mais puro amadorismo, à beira da inocência mesmo, que virou até chacota na boca do inimigo.

Chegamos ao ponto de ter que engolir um lixo da estirpe de Marcio Araujo mandar a torcida do Palmeiras à merda. Tomamos 4 gols de um time que não tinha feito nenhum gol no campeonato até aqui. Parabéns aos envolvidos. Este é o fundo do fundo do fundo do poço. Mas a diretoria segue cavando…

Sem energia pra avaliar jogo, time e qualquer coisa. Nem do Bruno vou me dar o trabalho de falar. Porque se ele aceitou contrato por produtividade, depois de entrar pela terceira vez seguida num jogo em andamento com o Palmeiras ganhando ou empatando e terminar o jogo perdendo – ou seja, pra usar os termos da moda nas alamedas, o cara tem 100% de improdutividade – e ele continua entrando a cada nova contusão do Prass – e como se machuca, hein? – sem ser mandado embora, eu não sei mais o que significa essa tal de produtividade.

Encerro anunciando que vou mudar de trampo pro mercado financeiro, ao que parece, lá incompetência é premiada, ao menos, com o continuismo eterno do emprego e quem não quer estabilidade, não é mesmo? Que bom para os grandes valores do Palmeiras como Kleina, Bruno, Juninho, Josimar, Serginho, Marcelo Oliviera, Leandro, Wendel (o que acha que está em ótima fase) e tantos outros.

Ah, sabe a campanha da torcida pelo #CentenarioPopular? A diretoria deu de ombros e manteve o ingresso mais caro do Brasil incólume. Que beleza…

Será mesmo que vamos repetir o feito do grande Coritiba e ganhar de presente no ano do centenário mais um rebaixamento? Tenham dó…

AGONIZA PALESTRA!

Diferença entre Pensar Grande e Pensar Pequeno

Iniciemos por aqui, post do jornalista Marcondes Brito, de 24 de janeiro de 2013:

Palmeiras e Flamengo, dois clubes tradicionais, de grandes torcidas, com muitos títulos conquistados, resolveram vir as público e abrir o jogo.

O novo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, comunicou hoje, durante a apresentação do diretor-executivo, José Carlos Brunoro,  que não tem interesse na contratação do meia Riquelme. O dirigente alegou que o principal motivo é a questão financeira. Ou seja, o sonho da torcida de ter um time forte em 2013 vai esbarrar na falta de grana.

Situação semelhante à do Flamengo. O presidente do rubro-negro carioca, Eduardo Bandeira de Mello, publicou uma carta aos associados sobre os 20 dias de trabalho da nova gestão. O texto tem como principal tema as dificuldades financeiras que desde o fim do ano passado sofre com penhoras da Justiça. Bandeira reconhece que o quadro é crítico, como a imprensa tem noticiado, e diz que a diretoria tem feito todos os esforços para resolver a questão. O presidente também pede aos sócios que ajudem o clube com o pagamento das mensalidades.

Os torcedores de Palmeiras e Flamengo, portanto, precisam de muita paciência para ver seus times novamente brigando por títulos. Dificil vai ser aturar a gozação dos torcedores rivais, sejam em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

O negrito acima é de minha autoria. Porque acabaram ali, em 24 de janeiro de 2013, as semelhanças entre os dois clubes.

O Palmeiras teria a chance de disputar o Paulista, a Libertadores da América, depois de 04 anos, e defenderia o título da Copa do Brasil conquistado em 2012. Anda teria a Série B pela frente. 

Já o Flamengo iria jogar Carioca, Brasileiro e Copa do Brasil.

O Palmeiras caiu no Paulista diante do Santos, num jogo melancólico, depois de ter feito uma campanha irregular. A essa altura já não contávamos mais com nossa maior estrela, e mandávamos jogadores titulares embora em troca de baciadas de reservas dos rivais.

O Flamengo também foi mal no Carioca. Não disputou nem a Taça Guanabara e nem a Taça Rio, se não me falha. Mas mesmo com as dificuldades financeiras, que não eram poucas, aliás, eram possivelmente muito maiores do que as do Palmeiras, o Flamengo trouxe Elias, André Santos, Marcelo Moreno, Carlos Eduardo, Chicão, enfim, contratou jogadores que estavam na Europa ou que eram titulares nas suas equipes anteriores. Como se espera de um time grane, mesmo com grana curta. 

O Palmeiras “abriu mão” da Libertadores e da Copa do Brasil ao não se reforçar à altura dos torneios. Perdeu pro Tijuana em casa de forma bisonha. E na Copa do  Brasil, foi eliminado pelo sem-camisa Atlético PR, que chegou à final do torneio sem muita dificuldade, apesar dos adversários que foram superados.

Já o Flamengo, mesmo com as dificuldades financeiras, se planejou pra não cair no Brasileirão e apostou todas as fichas na Copa do Brasil, que disputou desde o início do torneio, no primeiro semestre. E deu certo, afinal, faturou o título.

Enquanto no Palestra Itália jogou-se fora a oportunidade de disputar Libertadores no ano do Centenário e montou-se um time de refugos pra jogar a Série B – que até com uma equipe de categoria de base dava pra subir – na Gávea foram feitos investimentos à altura da camisa, ainda que não muitos, e o resultado tá aí: no ano que vem, o Flamengo vai usar a vaga da Libertadores que podia ter sido nossa.

E essa é a diferença de pensar grande e pensar pequeno. As dificuldades financeiras sempre vão existir, e quando os times estão em má fase, como foi o caso do Palmeiras e do Flamengo em 2012, elas serão ainda mais evidentes.

Mas um time grande não pode jamais abrir mão da sua grandeza. Muito do dinheiro investido pelo Flamengo além do que talvez pudesse gastar pra trazer bons reforços vai voltar com o prêmio recebido pela conquista da Copa do Brasil, pelo dinheiro que será recebido pela disputa da Libertadores no ano que vem, pela receita que será gerada com novos patrocinadores interessados em expor sua marca no torneio internacional, enfim, com lucros que só a conquista de um título de expressão (Série B não conta) podem trazer.

Fica a reflexão: será que com a manutenção do Barcos, e com a chegada de pelo menos 02 reforços de nome, não seriamos nós a gritar Tricampeão hoje?

Que estaríamos a sonhar com a Libertadores no ano do Centenário?

Que estaríamos de volta a Série A em setembro, já podendo iniciar o planejamento de 2014 com 03 meses de antecedência?

Quem souber, que se arrisque a responder…

AVANTI PALESTRA! 

Flamengo 1 x 1 Palmeiras – BR12

Esperei até o último minuto do jogo da Portuguesa. O pior aconteceu, mas até que demorou pra ter acontecido. O Palmeiras fez por merecer e agora a conta sobra pro torcedor. É sempre assim, os responsáveis sairão ilesos, incólumes, e a gente tem que carregar o fardo.

Quis o destino que, mais uma vez, dois erros de arbitragem selassem hoje, o destino que o Palmeiras inevitavelmente teria em uma das próximas duas rodadas. Primeiro, um penalti absurdo não marcado em Barcos, e o jogo em Volta Redonda terminou empatado. Se não bastasse, no Canindé, o Gremio teve 2 gols anulados no empate que, finalmente, decretou o descenso do Palmeiras pra Série B, mais uma vez. Não poderia ter sido diferente…

É difícil olhar pros olhos marejados dos manos do bonde e tentar dizer alguma palavra de conforto num momento como esses. Só nos resta acreditar que essa desgraça venha pra somar, venha pros filhos da puta que comandam os rumos do Palmeiras entenderem que isso aqui não é brincadeira. Serão lembrados, serão cobrados, serão sacrificados pelo que fizeram com a gente.

Enfim, é isso aí. O Maluco sai de férias e, salvo pior juízo, só volta em 2013. Foram 02 anos e 03 meses sem trégua e um descanso virá em boa hora, até para recobrar as energias pro maldito ano de 2013 que está por vir. Acaso alguma necessidade se apresente, voltaremos aqui pra cobrar, cornetar, xingar e apoiar o Verdão. Além deste post publico mais um, que era pra ser  só alegria, mas assim não quis o nosso destino.

Abracemos o que nos foi reservado. Nunca foi fácil ser palmeirense, e 2013 não será diferente. Abracemos o que se apresenta e mostremos aos demais como é lindo ser palestrino. 

AVANTI PALESTRA! 

Tem Jogo! Flamengo x Palestra – BR12 R36

É a última chance. Todos sabemos disso. Então, ao invés de um post sobre o jogo de logo mais, façamos uma reflexão sobre o que está muito próximo de acontecer, infelizmente.

Porque, mesmo que o Palmeiras vença hoje, se o Bahia e a Portuguesa vencerem seus jogos, estará tudo acabado. Como tenho dito sempre aqui, acreditar eu acredito sempre, mas temos que ser realistas. Impossible is nothing, diria nosso patrocinador de material esportivo, mas quase impossível é bem diferente, é tudo… Ficou muito difícil.

E a se confirmar nossa desgraça, muito antes de procurar culpados – e nós sabemos muito bem quem são os 2 principais responsáveis – o ano que vem deverá ser de reconstrução, de renovação e de resgate do orgulho pela nossa palestrinidade. Sim, porque, não há maior provação pro torcedor do que enfrentar um ano afastado da elite justamente do campeonato que ninguém venceu mais do que o Palmeiras.

É bem verdade que – a se confirmar o desastre –  quis o destino que ao mesmo tempo em que amargasse a rabeira da tabela no Brasileiro, o Verdão voltasse à disputa da Libertadores, além de finalmente voltar ao solo sagrado da Turiassu, 1840, que tanta falta nos fez nesses últimos dois anos, o que, se bem planejado, poderá fazer de 2013 um ano inesquecível para o palestrino.

Para concluir, aproveito a dica da minha amiga @lipalestra no twitter e deixo com vocês um texto da palestrina Denise Fraga na Folha de São Paulo com o qual eu muito me identifiquei, por estar prestes a enfrentar a batalha de formar dois palestrininhos nesse momento difícil que o time está vivendo. Mas, a esperança é VERDE, senhores!

Nada melhor para exercitar a esperança que ser palmeirense

DENISE FRAGACOLUNISTA DA FOLHA

Eu já andava de olho no Palmeiras quando conheci meu marido. Me apaixonei pelo time, por aquele homem de um metro e noventa gritando de joelhos no tapete da sala e a alma italiana desta cidade que pôs um visgo no meu pé. Sou flamenguista de nascença, mas palmeirense pelo coração. Tive o coração invadido pelo choro de uma criança segurando o jornal quando foi vendido o Leivinha e tive também o Ademir da Guia num porta retrato mantido na estante. O amor e a felicidade de voltar aos estádios louca por um time foram forjando esta nova e legítima palmeirense. Gosto de futebol. Não entendo muito, mas sou mulher que detecta um impedimento.

Nosso primeiro rebento já voltou da maternidade com uma miniatura de camisa do Palestra na mala. Foi a primeira de uma progressiva coleção, guardada até hoje pelos dois moleques.

Confesso que não foi coisa fácil mantê-los torcedores. Na última década, nosso time nos exigiu grandes demonstrações de fidelidade. Gostaria até de agradecer aqui ao Goiás e ao Guarani que, com suas camisas verdes, nos emprestaram alguns gols na terrível campanha de 2002. Colocávamos a TV sem som para podermos ensinar os pequenos a gritarem “gol do Palmeiras!!!”.

Pode parecer traição, mas o nome disso é fidelidade.

Descobrimos também que o Papai Noel do shopping era palmeirense. “Duvida que até o Papai Noel é palmeirense? Pode perguntar.”

E ainda teve o Tiaguinho, um amigo da escola, uma espécie de pastor corintiano de cinco anos de idade, que tentava aliciar nosso pequeno Pedro. Um dia, o Luiz entra no quarto com cara de tragédia: “Acho que eu vou dar uma camisa do Corinthians pra ele. Ele tá pedindo muito”. Estava completamente triste, mas queria ser um bom pai. Uma leoa doida baixou em mim. “Ele não é corinthiano, ele é Tiaguinho. Você é palmeirense! Não pode dar uma camisa do Corinthians pra ele.”

O time já estava mal, e eu sentia que, se abríssemos a guarda, poderíamos comprometer pra sempre nossas idas ao estádio em família.

Para nosso alívio, Tiaguinho mudou de escola, e o Palmeiras caiu pra segunda divisão. Digo alívio porque, apesar de tudo, foi gritando os gols do time rebaixado que os pequenos viraram palmeirenses de vez. Santa Segunda! Era um misto de alegria e dor vê-los pequenininhos, de uniforme, gorro e bandeiras, gritando “É campeão!” sem nem saber direito o que significava.

O Palmeiras subiu e, desde então, vamos cambaleando pelos campeonatos. Nada melhor para exercitar a esperança que ser palmeirense nos últimos anos.

Mas bons ventos sopraram, e chegamos em julho deste ano com a Copa do Brasil nas mãos e uma vaga na Libertadores. Fazia tempo que não vibrávamos tanto na arquibancada. O que aconteceu, meu Deus?! No mesmo ano!! Um sentimento de injustiça se mistura à minha tristeza. Não merecemos, não é time pra cair. Foram muitas bolas na trave, muitas chances de gol, muitos quase. Mas quase não é gol, e a vida é cada vez mais contada em números. Não acontecendo o milagre, desceremos com dignidade, nutridos pela garra de um time que vimos lutar até o fim. Meu agradecimento especial a Barcos e a Marcos Assunção. Apesar de já saberem o que é a segunda divisão, nossos filhos renovaram suas crenças em superheróis.

Em homenagem à Denise, Barcos faz um hoje. Se o Assunção jogasse, faria o outro.

AVANTI PALESTRA! PRA CIMA PALMEIRAS!

Flamengo 1×1 Palmeiras – BR2011

Enfim um empate pra se comemorar. Na atual circunstância, foi pra se celebrar, afinal a expectativa era de uma surra, com os acontecimentos de ontem e a treta de Felipão x JUDAS. Ninguém imaginava que o time ia ter clima pra jogar bola.

E teve. E jogou. Por detalhes que conspiram sempre contra a gente, quase que brilha uma vitória. Se fosse um time com um pouco mais de presença perante a CBF, onde somos considerados verdadeiros BUNDÕES,, o gol do Flamengo seria corretamente anulado. E mesmo saindo atrás no placar, o Palmeiras foi buscar o empate e quase teve chances de virar. 

É claro que pra variar faltou ousadia, especialmente nas substituições. De novo o seis por meia dúzia imperou na cabeça do Bigode. Sempre Ricardo Bueno (de novo, inútil) por Fernandão, Tinga por Patrik. Um Carmona talvez tivesse encaixado melhor, especialmente porque o Verdão jogou nos contra-ataques e em muitos lances faltou um passe de qualidade nos contra-golpes. Está na hora do Bigode entender que o Palmeiras não tem mais nada a perder neste campeonato, o time não tem mais risco de ser rebaixado e a Libertadores é um sonho muito, mas muito distante, senão impossível. 

Eu chamaria a torcida, anunciava o afastamento dos vagabundos – só o Judas não resolve – e promovia a subida de meia dúzia de moleques da base, pra fazer sombra aos acomodados titulares. E pedia apoio incondicional do torcedor. Está na hora de pensar em 2012, e tem muito puto que tem que vazar do Verdão.

Por falar nisso, não sei se vocês repararam, mas Marcos Assunção não fez a menor falta. Pelo contrário, e por incrível que possa parecer, a presença de Rivaldo no lugar do cachaceiro foi satisfatória. O volante foi muito melhor do que todas as vezes em que jogou como lateral e o Palmeiras teve que buscar alternativas à maldita bola parada, tão pouco eficaz ultimamente, Fazia tempo que não via um gol do Palmeiras com bola rolando. E pra se ter uma idéia do quanto o time não se abalou, o Patrik não bateu um escanteio baixo no primeiro pau, ao contrário do que fez o Assunção em todos os corners enquanto esteve em campo. E as faltas também levaram perigo semelhante às que o coroa bate. Domingo o 20 não joga de novo, porque está suspenso/machucado, e aposto de novo num Palmeiras mais equilibrado em campo.

Quem sabe esse empate não sirva pra acordar esse gigante adormecido. O Palmeiras é imenso, e quando menos dele se espera, ressurge das cinzas com a certeza que a dureza do prélio não tarda, já diz seu hino, buscando a superação inexplicável. A Libertadores segue sendo uma missão impossível, mas pelo menos que o Palmeiras termine o campeonato de forma digna e já se preparando pra temporada de 2012, foco total no Paulistão 2012.

E antes que eu me esqueça, vá par puta que pariu Judas, seu vagabundo. Vá se foder no raio que o parta, ingrato, safado. Você é persona non grata da torcida palmeirense, que tanto te adorou sem motivo algum. Traídor.

OS GOLS (detalhe pra decepção do flamenguista Luis Carlos Jr. na narração do gol do Palmieras. Chupa, otário!):

A FICHA TÉCNICA:

 

FLAMENGO 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 12/10/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Helbert Costa Andrade (MG)
Renda e público: R$ 522.325,00 / 18.397 pagantes / 22.573 presentes
Cartões amarelos: Willians, Alex Silva e Negueba (FLA); Marcos Assunção, Patrick, Cicinho e Thiago Heleno (PAL)
Cartões vermelhos: –
Gols: Thiago Neves 10’/2ºT (1-0) e Maikon Leite 17’/2ºT (1-1)

 

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Welinton, Alex Silva e Junior Cesar; Aírton (Fierro (25’/2ºT), Willians (Negueba – Intervalo), Renato e Bottinelli; Thiago Neves e Deivid (Jael – Intervalo) – Técnico Vanderlei Luxemburgo.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Henrique, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Marcos Assunção (Rivaldo 35’/1ºT), Chico, Patrick (Tinga 34’/2ºT) e Luan; Fernandão (Ricardo Bueno 10’/2ºT) e Maikon Leite – Técnico: Felipão.

AVANTI PALESTRA!

 

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