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Palmeiras 2 (4)x(3) 1 Santos – Copa BR

De toda a ansiedade, angústia e preocupação que tomaram conta da alma do palmeirense nessa última semana, depois de termos sido absurdamente prejudicados, não termos jogado nada e ainda escaparmos de um 3×0 que teria sido definitivo, uma única coisa acalmava a tensão, pelo menos a minha: a fé incondicional na justiça divina.

Quis o destino que um pênalti mal batido pelo Dudu nos custasse o título Paulista, quando éramos muito mais time que os adversários do litoral, que inclusive fizeram de tudo pra impedir que o Palmeiras jogasse no jogo da ida. No fim, o placar magro não foi suficiente, e o 2×1 na praia levou o jogo pros pênaltis e, enfim, todos lembram o que aconteceu.

Deixamos escapar, nós perdemos, eles não ganharam o Paulistão.

Veio o Brasileiro, foi o Oswaldo, chegou o Marcelo, aí perdemos o Gabriel, disparado nossa melhor contratação. E o time que vinha numa crescente caiu. Da terceira melhor defesa da competição, viramos uma das piores. 02, 03 gols por jogo.

Na fase aguda da Copa do Brasil, despachamos Cruzeiro, Inter e Fluminense, sempre favoritos para a imprensa, até chegarmos na final contra o “infinitamente melhor” Santos, também segundo os ilustres jornalistas esportivos.

Mas aí eu falava de justiça divina.

Antes da finalíssima, o Palmeiras escapou duma surra na Baixada em jogo válido pelo Brasileiro, no qual o camisa 9 do adversário, este moço bom e religioso que todos conhecem, resolveu mexer com o nosso brio.

Fez careta depois de marcar um gol que, afinal de contas, não serviu pra bosta nenhuma, já que esse bom senhor irá assistir a Libertadores no ano que vem do sofá de casa ou na sua congregação religiosa.

Ricardo Oliveira devia ser um adolescente em 1993, mas já devia saber que não se provoca o Palmeiras antes da hora. Lembra do Viola?

E o mais curioso que humildade é uma coisa que não se aprende. Um cara que sempre foi coadjuvante a carreira inteira, nunca foi peça chave pra conquista de nenhum título importante que ele tem no currículo (e não são poucos), de repente se reinventa aos quase 40 anos, vira artilheiro do campeonato brasileiro, é convocado pra seleção, mas ao invés do cara se sentir agradecido, não, resolve tripudiar pra cima dum colega de trabalho.

O gol que ele fez aos 40 e sei la quantos minutos do segundo tempo, e que deu números finais ao jogo de hoje e encaminhou a decisão para a marca de cal, tinha um propósito maior.

E realmente teve. Ricardo Oliveira teve que assistir justo o Fernando Prass, quem diria, marcar o gol do título. CHUPA!

Ainda sobre justiça divina, não ia ser na nossa casa que um zé ninguém como David Braz – que seria ainda mais zé ninguém se não fosse justamente o Palmeiras, de onde saiu mais pelas portas do fundo do que qualquer outro jogador – iria comemorar um título. Pelo contrário, saiu de maca, chorando. Pois é…

Justíssimo também que, passados exatos 360 dias desde aquele maldito e vexatório 07 de dezembro de 2014, em que o Palmeiras pessimamente comandado por Dorival Junior envergonhou sua torcida e dependeu do Vitória não vencer seu jogo para não ser rebaixado, seja dado o troco pra esse treineiro que jamais deveria ter integrado nosso departamento técnico.

Divirta-se você também, Dorival, assistindo a Libertadores na FOX, amigão!

Querem outra justiça? Dudu, que tinha perdido o penalti que nos custou o Paulistão, fez os dois gols que encaminharam a nossa conquista. Amém!

Que gostoso vai ser assistir, ler, ouvir e rir amanhã de todos os comédias das redações esportivas, esses Rizeks, Cerettos e companhia limitada, que tanto menosprezam a camisa verde, mas que justamente pelo time que torcem deviam saber como a banda toca. Nada mais justo.

E, por último, justiça seja feita à festa maravilhosa que nossa torcida fez em campo hoje, nós fizemos a diferença, todos juntos, organizados ou não, fizemos valer o nosso caldeirão e merecemos também essa conquista. E o cara que teve a ideia de colocar o Prass no mosaico merece uma estátua na entrada do Allianz. Que insight!

Finalmente estamos de volta na nossa casa. Agora quero ver segurar…

É nóis na Liberta!!!!

Parabéns, Palmeiras! É CAMPEÃO!!!!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2 (4) x (1) 1 Fluminense – Copa BR 1ão

Primeiramente, chupa Peter Siemsen, chupa Fred, chupa Vinícius, chupa Scarpa, chupa Gum, chupa Eduardo Baptista e o pai dele também, e chupa pra toda a meia dúzia de integrantes da minúscula, quase pueril, torcida do Fluminense.

Chupa, Somos Palmeiras!!!! Voltem pra Série B e fiquem por lá, obrigado de nada a e até a próxima! AHAHAHAHAHA

Falando do jogo, porque ficar falando de time pequeno não dá liga, o coração do palestrino foi colocado à prova hoje no Allianz Parque, que teve mais de 38 mil torcedores que fizeram sua parte e apoiaram do início ao fim.

E começou bem demais, com 14 minutos já estava 2×0 – dois de Barrios – e parecia que o Palmeiras ia aniquilar aquele time maldito de vez e de novo.

Aí, o Palmeiras foi acomodando, o Robinho que voltava de contusão foi cansando, e o Fluminense começou a crescer em campo. Tiveram 03 chances, nenhuma clara, de gol, antes de encerrar o primeiro tempo, e o Palmeiras teve mais uma com Barrios, num lance que podia muito bem ter sido marcado pênalti.

No segundo tempo, o Robinho já completamente extenuado, o Palmeiras retomou a rotina de correr atrás da bola na defesa e de não ficar nunca com ela no ataque. Jogávamos por um contra-ataque pra trancar o caixão dos caras, uma estratégia bem arriscada, mas era o que tinha pra hoje.

E foi justamente numa saída errada de contra-ataque que os bambis cariocas acharam um gol, o que levaria o jogo para os penaltis.

O Palmeiras conseguiu marcar o terceiro em cobrança de falta de Allione pra área, mas o Dudu estava um pouco a frente, gol bem anulado pelo bandeira.

Já nos acréscimos, num lance péssimo da zaga, num lateral, a bola sobrou pro Fred, ele e o Prass, e nosso goleiro fez uma defesa monstra, anunciando o que estava por vir na cobrança dos penaltis.

Eu não vi, sei que foi 4×1 pra gente, mas eu não assisto pênalti desde Itaquera, e olha, tá dando certo: Prass pegou um, Gum isolou outro, e nem deu tempo do Fred perder o quinto.

Destaques só positivos hoje: Mateus Salles, Barrios e PRASS, com letras garrafais, PRASSSSSS!!!!!!

Estamos na final. E temos 4 semanas pra zerar o DM e acertar o preparo físico desse time, porque tá complicado…

E que venham os lambaris. No Paulista, éramos favoritos – segundo a imprensa – e perdemos o caneco. Agora parece que as coisas estão invertidas pra grande maioria da mídia esportiva. Veremos.

Pra cima Palmeiras, pra cima Palmeiras!!!!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA: 

PALMEIRAS 2 (4) X (1) 1 FLUMINENSE

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 28/10/2015 – 22h
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Guilherme Dias Camilo (MG)

Renda/Público: R$ 2.760.200,00 / 38.562 pagantes
Cartões Amarelos: Jackson (PAL); Wellington Silva e Fred (FLU)
Cartões Vermelhos: 
GOLS: Lucas Barrios, 13’/1ºT (1-0); Lucas Barrios, 17’/1ºT (2-0); Fred, 25’/2ºT (2-1)

PÊNALTIS: 
Palmeiras: 
Rafael Marques (Gol), Jackson (Gol), Cristaldo (Gol) e Allione (Gol)
Fluminense: Jean (Gol), Gustavo Scarpa (Errou) e Gum (Errou)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Lucas, Vitor Hugo, Jackson e Zé Roberto; Amaral, Matheus Sales e Robinho (Rafael Marques, 17’/2ºT); Dudu, Lucas Barrios (Cristaldo, 38’/2ºT) e Gabriel Jesus (Allione, 29’/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Marlon e Breno Lopes (Osvaldo, 16’/2ºT); Jean, Cícero, Vinícius (Magno Alves, 23’/2ºT) e Gustavo Scarpa; Marcos Junior (Gerson, intervalo) e Fred. Técnico: Eduardo Baptista

Palmeiras 2×1 Cruzeiro – Copa Br15

Foi um jogo difícil. Os números comprovam que o Palmeiras não foi muito bem.

Até os 10 do segundo tempo, eram 02 chutes a gol do Palmeiras contra 11 do Cruzeiro.

Tudo bem que o jogo ia muito bem administrado, com o gol marcado aos 07, depois de uma assistência monstra do Barrios pro CX, até que mais uma vez uma lesão muscular veio deixar o palmeirense em pânico: justo o Arouca, o outro volante titular do elenco, saiu com suspeita de lesão muscular. Puta que pariu, que zica…

Marcelo optou por deixar o 4-4-2 clássico escolhido pro jogo de lado – até porque não tinha outro segundo volante no banco – e mandou Rafael Marques pro usual 4-1-4-1. Decisão certa, mas parecia não funcionar. Foram raros os contra-ataques que o Palmeiras conseguiu encaixar no primeiro tempo, os jogadores que estavam encarregados de iniciar os contragolpes não acertavam uma, mas o Cruzeiro também não chegava com muito perigo.

Ai veio o segundo tempo e logo aos 04, numa saída de bola errada do VH, o Jackson ficou marcando o Damião como se fosse um jogador qualquer, deu espaço, aí o cara chutou forte, e o Prass não foi muito bem. 1×1.

Cristaldo entrou no lugar do Barrios e o time melhorou, embora Marcelo Henrique Lima, sempre ele, tenha marcado tudo que ele pôde e não pôde contra o Churry. Não deixou passar uma…

Num lance de falta em que a ordem do treinador era que o Andrei Girotto desse mais um daqueles chutes ridículos direto pro gol, coube ao CX botar ordem na casa e mandar ele sair da bola. CX bateu alçada na área, ganhamos um lateral e, na cobrança, bola rebatida pro Dudu, cruzamento certeiro pro Rafael Marques fazer o gol da vitória.

Pouco depois, o Cristaldo recebeu uma bola sozinho na área, mas o bandeirinha entrou na onda do juiz e, se é contra o Churry, marca. Impedimento inexistente e tome mais uma bucha da arbitragem em lance claro de gol pro Palmeiras. Mas dizer o que se preferem divulgar até Nota Oficial pra elogiar justo a arbitragem que tanto fode o Palmeiras, nunca comentamos a escala de apitadores como o de hoje, que nunca vai bem jogos do Palmeiras… Pra mim tem que reclamar SEMPRE. Assim o cara pega um gancho e depois pensa duas vezes antes de apitar frouxo jogo nosso. Mas isso é, bom, opinativo, né? 

Por falar em arbitragem, vejam como são as coisas: em pelo menos dois lances claros, deu pra ver que a orientação passada pros jogadores do Cruzeiro em bolas alçadas no segundo pau, era pra tentar cabecear a bola na mão do zagueiro – um lance do Marquinhos no primeiro tempo e outro do Damião, na etapa final. É, o Luxa não perde tempo em tentar ser malandrão, mas não colou, então chupa mané e põe gelo nesse dedinho!

Entre os destaques do time, CX comeu a bola enquanto aguentou. Já ficou claro que quarta e domingo não vira pra ele. Hoje Felype Gabriel esteve no banco à disposição, mas com um jogador tendo que ser substituído mais uma vez por lesão, não era hora pra inventar mesmo, e a entrada do Amaral foi suficiente pra segurar o resultado. Andrei mostrou alguma evolução ao mesmo tempo que tem ainda alguma insegurança.

Do lado negativo, Egidio fez uma das piores partidas com a camisa do Palmeiras. Fraco no apoio, na marcação, nas malditas cobranças de escanteio, péssimo. Jakcson dormiu no gol dos Marias e o Barrios, ao mesmo passo que demonstrou uma qualidade ímpar na assistência pro gol do CX, deixa claro que não consegue se adaptar ao esquema tático, especialmente o defensivo, do treinador.

Quero entender a saída do Leandro Pereira do time, porque pelo mostrado pelo Barrios hoje, ela é injustificável. A opção técnica do Marcelo até agora não me convenceu nem mesmo pela desculpa do “ganhar ritmo”, como não colou também pra boa parte dos palmeirenses que frequentam os jogos com o Maluco, e que se auto-intitulam Os Imbecis. ahahah que nominho pra inspirar confiança, mas enfim não fui eu que batizei os imbecis então segue o jogo…

Pra finalizar, a diretoria do Palmeiras segue sem fazer a lição de casa. 24 mil pessoas hoje, contra os 38 mil de domingo. 60% de ocupação hoje contra 90% do jogo contra os Mulambos… E isso porque era um mata-mata, contra um time grande, mas ao mesmo tempo, 3 dias depois do jogo – apesar da goelada – em que o ticket médio de R$ 77,00 furou o bolso da palestrinidade… Não tem mágica, presidente, o palmeirense num guenta pagar tão caro pra acompanhar o time. E olha que hoje o ticket médio foi de R$ 65,00, ou seja, os ingressos mais baratos foram possivelmente esgotados, enquanto que os setores que ainda seguem absurdamente caros – As Centrais – ficaram vazios.

Um pacote que tivesse oferecido os ingressos de domingo e quarta a preços promocionais, por exemplo, podia ter solucionado a lotação do estádio hoje que, aliás, em termos de momento de cada competição, era muito mais importante hoje do que domingo.

Mas sei lá, eu sou só mais um imbecil frequentador das arquibancadas, não tenho formação nenhuma pra falar dessas coisas. Os senhores, doutores e PhDs em modelos de mercado e uiscambau que expliquem pro seu investidor – nós, os porcos desinformados – como a ocupação pode oscilar tanto, ainda mais num jogo decisivo. Com a palavra, os sábios. Mas se quiserem a resposta, eu digo: PORQUE TÁ CARO PRA CARALHO!!!!

Domingo vai ser jogo pra judiar do coração do palmeirense. Mas não há de ser nada com o Arouca, #ajudanoix San Gennaro!

AVANTI PALESTRA:

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 CRUZEIRO

Data/Horário: 19 de agosto de 2014, às 22h
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Rafael da Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: Zé Roberto (PAL) e Fabrício (CRU)
Publico e renda: 24.889 pagantes/R$ 1.621.115
Gols: Cleiton Xavier, 8’1ºT (1-0); Leandro Damião, 4’2ºT (1-1); Rafael Marques, 17’2ºT (2-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Rafael Marques 25’1ºT), Andrei Girotto, Zé Roberto, Cleiton Xavier (Amaral 33’2ºT), Dudu; Lucas Barrios (Cristaldo 14’2ºT).
Técnico: Marcelo Oliveira

CRUZEIRO: Fábio; Mayke, Manoel, Paulo André e Mena; Chales (Ariel Cabral 26’2ºT), Fabrício e Henrique; Marquinhos (Vinícius Araújo 21’2ºT), Leandro Damião e Alisson (Arrascaeta 33’2ºT).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo 

Palmeiras 0x0 Asa – CopaBR15

E lá se vão 270 minutos de um único e mesmo jogo, em que é proibido o Palmeiras marcar gol.

A bola gira, gira, gira, gira mais um pouco e gira de novo, mas não tem um salafrário pra chutar no gol.

Quando chutam, é pra fora, ou nas pernas do zagueiro adversário.

Nas poucas chances que o Palmeiras consegue levar algum perigo ao gol do adversário, a finalização ou cabeçada é fraca, fácil pro goleiro.

Foi assim em Joinville, foi assim contra o Goiás, foi assim hoje, e será assim sempre.

Na coletiva desta terça-feira, Oswaldo já deixou claro que só vai alterar a forma de jogar quando estiver no prejuízo. Como se não fosse uma desgraça para a camisa do Palmeiras os últimos x resultados, sem marcar gol, com esse futebol tão insosso contra adversários inexpressivos que só não dá sono porque desperta um ódio profundo.

Saí do estádio jurando nunca mais voltar. Sim, é mentira.

Eu sou um imbecil. Assim como vocês. E aconteça o que for, vamos continuar voltando a esse lugar maldito, elitizado, burguês e sem alma que virou a casa do Palmeiras.

Tem que mudar tudo. Hoje deve ter sido o pior público da Arena desde sua inauguração: 17 mil pagantes. Como convencer o torcedor a pagar uma fábula pra ver esse time modorrento “jogar”bola?

Mas o problema está longe de ser só esse. Porque esses 17 mil pagantes de hoje em nada se assemelham, por exemplo, com os 18 mil que assistiram em 22 de maio de 2010, o último jogo no falecido Palestra Itália, 4×2 frente ao Grêmio.

O último jogo oficial do Palmeiras na sua casa teve praticamente o mesmo público que hoje, mas com uma diferença gritante: lá, tinhamos 14 mil torcedores de arquibancada pulando e apoiando incessantemente, a um preço médio de R$ 29,00.

Hoje, fomos pouco mais de 5 mil torcedores de arquibancada, pagando em média R$ 55,00.

O que isso demonstra? O protesto das organizadas, que ficam e ficarão em silêncio em todos os jogos em que o preço for o absurdo praticado hoje, deixa claro que o novo frequentador do Allianz Parque não é do tipo que é dado a cantar o jogo inteiro. Sem as torcidas do Gol Norte, o estádio vira um cemitério de selfies e gritos de “gol” antes da hora, com gente mais olhando e dando tchauzinho pra câmera do telão do que se revoltando com o resultado absurdo que é empatar com o Asa de Arapiraca em casa. 

Sem desmerecer e respeitar este – ou qualquer outro – torcedor, o que a Diretoria não consegue entender é que esse torcedor do Allianz só vai cantar e pular quando o time der espetáculo. Quando fizer gols e mais gols e mais gols. E não há nada de errado nisso. De novo, têm todo o meu respeito.

Mas é inegável o prejuízo que o time sofre sem o apoio da massa, dos torcedores de arquibancada que se dispõem a ficar em pé o jogo inteiro e cantar e incentivar o time sem parar. Porque esses são os caras que tão ficando de fora.

De novo, não estou entrando no mérito de quem é mais palmeirense quem é menos, apenas que são estilos diferentes de torcer, e os caras que estão acostumados a carregar o time nas costas são os que ocupariam os cerca de 23 mil assentos vazios que tivemos hoje num jogo decisivo de mata-mata.

Tirando os pouco mais de 6 mil lugares do Gol Norte – o único setor realmente cheio no jogo de hoje, havia espaços vexatórios em todo o anel superior e nos setores Gol Sul e Leste e Oeste.

E não há como negar que o jogador – ainda mais esses bagres que vestem nosso manto hoje – sente a diferença. Aí vão dizer “Pô, mas esse protesto das organizadas prejudica o time”. Pode ate ser, mas como não ver e reconhecer que todos esses assentos vazios e a exclusão dos “torcedores populares” prejudica muito mais?

Como não constatar que à família de menor poder aquisitivo, mesmo pagando Avanti, fica quase proibitivo ir a maioria dos jogos?

Desafio que você faça um teste, Paulo Nobre. Venda o anel superior inteiro a R$ 40,00 no próximo jogo e se o Palmeiras não ganhar de um Goiás ou um Asa de Arapiraca, nunca mais escrevo uma linha sobre preço de ingresso.

Mudando de assunto, hoje pra mim foi o limite com o treinador. Domingo será a cereja do bolo, ou ganha ou que vá arrrrrrastarrrrrrrr o errrrrrrreeeeeeee lá no casa do carrrrrrrrrrrrrrralho. A essa altura dos acontecimentos era pra esse time ter um padrão de jogo, ainda que fosse uma puta duma bola parada ou jogada de linha de fundo, cobrança de escanteio, foda-se, qualquer coisa, mas algo de produtivo tinha que ser visto.

Mas não, apenas esse infame e desgraçado para-brisa, a bola gira de um lado pro outro, ninguém chuta, não acontece merda nenhuma. Pra jogar assim não precisa de treinador. Aliás, precisa sim, põe eu lá, que eu faço a mesma coisa e por 1/20 do preço.

E Mattos, vai esperar até a Copa América acabar pra mandar embora esse chileno safado em modo operação-padrão e trazer gente séria pra vestir essa camisa? Lembra o que foi que aconteceu com a pausa da Copa do Mundo do Gareca? Pois é, abre o olho cara-palida, aqui não é aquela moleza das marias não…

Que puta moral que vamos chegar pra jogar o clássico, hein? Parabéns, malditos!

AVANTI PALESTRA!

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