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Palmeiras 0x0 Chapecoense – BR18

São jogos como o de hoje que, lá em novembro, vamos lamentar demais não ter vencido.

Não precisa ser nenhum cientista de foguete pra saber que time que perde ponto pra Chapecoense não levanta caneco. Foi exatamente assim no ano passado.

E dessa vez faltou ousadia pro Roger. Tanto na escalação como nas alterações. Podia ter montado um time bem mais ofensivo pra enfrentar uma Chapecoense recheada de volantes.

Podia ter poupado o torcedor das alterações seis por meia dúzia de sempre e pela vergonha de ter que ver mais uma vez Deyverson com a nossa camisa.

E nem a péssima arbitragem, mais uma, pode servir de muleta. Na condição de inimigo do sistema, o Palmeiras vai ter que ganhar dos adversários retrancados e das arbitragens ruins. Nenhuma novidade aí também.

Nada de novo tambem desse salafrário desse goleiro levar 5 gols na última rodada e hoje fechar o gol contra a gente. Depois, vai jogar em Itaquera e frangar mais que o Deola, vai vendo…

Resumo da ópera é que dos últimos 10 jogos em casa tivemos 4V, 3E e 3D, um 50% de aproveitamento pífio e que mostra o quanto o Palmeiras tá manjado e sem criatividade jogando no Allianz Parque. Qualquer time meia boca chega aqui e trava o nosso time sem muita complicação.

Agora esses dois pontos jogados fora precisarão vir contra o Paranaense. Por ser jogo fora de casa, que é onde esse time tem rendido muito mais, até dá uma pontinha de esperança.

Dos últimos 10 jogos fora, o Palmeiras voltou pra casa com 7V, 2E e 1D (80% de aproveitamento), e só sofreu gols (3 no total) em 2 partidas.

Agora, por ser na sequência de um jogo em Lima, no Peru, na quinta a noite, a partida contra o APR é preocupante. Além do fator casa, outro grande vilão do Palmeiras tem sido a parte física, com os principais jogadores morrendo no 2T.

E como resolve previsbilidade dentro de casa e parte física cobrando a conta todos os jogos? Rodando elenco, simples.

Hyoran, Tche Tche, William, Jean, Maike, Vitor Luiz, Emerson Santos, Thiago Santos, Scarpa – quando puder – os atacantes da base, são todos opções à disposição do Roger que quase nunca são aproveitados.

É hora de tirar proveito da classificação antecipada na Libertadores e testar mais opções. Qualidade à disposição, temos em quase todas as posições, o que falta é o treinador botar pra jogar.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x2 Chapecoense – BR17

9 pontos disputados, contra A/PR, Vasco e Chapecoense. Dois jogos em casa. Estaríamos a 6 do lider, eles com um jogo a menos.

Mas ai me vai o Palmeiras e soma 1 ponto nesses 3 jogos ridículos de tão fáceis.

Nem vou me dar o trabalho de tentar entender o que aconteceu hoje. Ou nos outros dois jogos. 

Mas fica claro que a falta de padrão, a falta de 11 titulares como tinhamos no ano passado é o que está pesando negativamente.

Pra mim isso ficou evidente hoje depois da boa partida do Tche Tche, que substituiu o TS como 1o volante. Ele jogou na posição dele do ano passado depois de muitos e muitos jogos fora de posição. Hoje rendeu bem. Dificil perceber isso?

Outra coisa que atrapalha muito: os jogadores trocam de posição 4, 5 vezes por jogo. 

Keno, por exemplo, entrou bem pela esquerda. Dai o Cuca sacou o William pra colocar o Borja. O Deyverson foi pra esquerda e o Keno sumiu.

Não precisa ser um gênio pra saber que nada disso deve ser treinado. Seria inclusive impossível treinar tanta variação tática e de posicionamento pra uma única partida.

Mas isso nem se compara ao caos que virou a nossa zaga. Não sei nem por onde começar, mas é só olhar os dois gols que tomamos pra ter certeza que nossa tragédia começa na defesa. 

No primeiro gol, uma falta batida do meio de campo e entraram 4 atacantes contra dois marcadores nossos. Falha do Luan? MAS E O MICHEL, TAVA ONDE???

E no segundo tomamos gol de jogada de lateral que o Dracena cortou mal e o Jean não fez a linha de impedimento. É castigo demais…

Enfim, tá tudo muito errado. E o grande culpado é o treinador. Já tá mais que na hora dele escolher 11 e morrer abraçado com esses caras até o fim do ano pra quem sabe em 18 o Palmeiras entrar jogando um futebol aceitável. 

Chega de inventar. Chega de improviso. Menos calça roxa e mais futebol, por favor!

AVANTI PALESTRA!

Chapecoense 1×1 Palmeiras – BR16

Diante das circunstâncias do jogo, o empate serviu de algum consolo, mas não pode deixar de ser dito que foi um jogo que se apresentou como aqueles em que o Palmeiras tinha obrigação de ganhar.

Muito mais pelo que o Chapecoense não jogou até abrir o placar do que pelo jogo em si. Afinal, em 03 visitas a Chapecó pelo BR até hoje, o Palmeiras não tinha marcado nenhum ponto, marcado um só gol e levado 8.

E hoje, pelo menos até o fatídico lance do goleiro Vagner, o Palmeiras mandou na partida, criou chances – poucas, mas criou – e controlava amplamente a partida.

Até que numa cobrança de falta despretensiosa, Vagner caçou borboleta e o atacante do adversário, que estava impedido na largada do lance, fez o gol. Era uns 30 do primeiro tempo.

E o Verdão sentiu. Morreu em campo, o que se via simbolizado na pessoa do Dudu, disparado o pior em campo hoje, superando até o vacilão que vestia luvas, pelo desinteresse, falta de entrega e de vontade, indignos de quem veste nosso manto.

Veio o intervalo e o Cuca resolveu finalmente acertar na alteração: mexeu no meio, e sacou o volante de contenção – TS – pra colocar um meia – CX. Deu certo: o Palmeiras passou a criar as chances mais claras que não tinha conseguido no primeiro tempo, principalmente depois do gol.

Depois, errou ao tirar o Erik, que vinha sendo o menos pior dos atacantes, para colocar o Barrios – era melhor ter saído o Banana ou o Dudu, principalmente o último, pela falta de empenho.

E o Barrios – mesmo fora de ritmo – foi bem, cavou várias faltas, fez o pivô, marcou, deu carrinho, perdeu gols, obrigou o goleiro da Chape fazer algumas defesa, enfim, fez o que se espera de um atacante, apesar de não ter ido às redes. Foi bem melhor que o apagado Leandro Pereira.

Mais um pouco e saiu o morfético do Dudu e entrou o Allione, outro que há muito não tinha oportunidade, e fez muito bem o que podia ser feito diante das circunstâncias – um adversário totalmente recuado. Mesmo assim, a melhor chance do Verdão de virar o jogo saiu dos pés dele, num cruzamento pela direita que Cleiton Xavier desviou e o goleiro da Chape operou um milagre – um dos muitos que ele fez no segundo tempo.

No fim, o empate devolveu o Palmeiras à ponta da tabela, com 33 pontos, ao lado dos fregueses da Capital e do Litoral, atrás dos praianos apenas por 2 gols de saldo e na frente dos imundos por 1.

Podia ser melhor, mas aí não seria Palmeiras. Aqui é sempre mais difícil, quem ainda não se conformou com isso, tá mais que na hora, vai ser assim até a última rodada…

Que venha então o maldito Vitória. Que o sangue fervente do palestrino de 2002 e 2003 volte às veias e saía pelas vozes dos 40 mil que lotarão o Allianz no domingo, pro Verde virar a tabela na frente de todos e arrancar pro segundo turno rumo ao nono caneco.

AVANTI PALESTRA!

Chapecoense 5×1 Palmeiras – BR15

Desde 2010 o Palmeiras leva uma goleada vexatória por temporada, e este ano parecia que tudo ia mudar, mas daí vai lá o Palmeiras fazer das suas palmeirisses…

A verdade é que esta palhaçada que vimos em campo hoje estava bem mais do que anunciada. Já na primeira partida em Porto Alegre, pela Copa do Brasil, e até mesmo antes disso, no jogo com o time gaúcho pelo BR, podia se ver o sistema defensivo frágil e o ataque displicente.

Mas, tirando a derrota pros gaúchos fora de casa pelo BR, os resultados foram acontecendo, vencemos o Grêmio, empatamos fora com o Inter pela Copa do Brasil, jogo que era pra ter sido ganho, arrancamos um empate não merecido no panetone e selamos a classificação pra semi da Copa do Brasil também sem muito merecimento, mas com muito coração, principalmente da torcida.

Fomos pra Chapecó sem nossos 02 melhores jogadores, Robinho e Zé Roberto, os únicos com capacidade de articular o jogo do time e, por isso mesmo, já sabíamos que seria difícil encaixar um bom resultado na partida de hoje, mas nem o mais corneteiro conseguiria prever uma surra dessas proporções…

Primeira coisa a ser dita é que o Departamento Médico e de Preparação Física do Palmeiras é uma piada de mau gosto. Arouca vem de sabe-se lá quantas temporadas pelo Santos sem uma única contusão, e aqui no Palmeiras, jogo sim, jogo não, sai de campo machucado. Daí volta e machuca de novo. Robinho idem. Até o maluco do filme Corpo Fechado sairia do campo de maca, se vestisse nossa camisa. O curioso é que isso já vem de anos assim, mas é mais fácil cair o cu da bunda do que alguém ser demitido do departamento médico do Palmeiras…

A segunda questão é que o Marcelo Oliveira abusou de errar. Primeiro, voltou o Amaral pro time, e nem preciso explicar o por quê isso é errado. Andrei, por mais limitado que seja, mesmo não sendo um primeiro volante de ofício, não pode ser banco desse grosso.

Depois, o treinador insistiu mais uma vez com o Egídio. Não precisa ser nenhum Rinnus Mitchel pra saber que é só atacar pela nossa esquerda, quando Egidio está em campo, que é batata… Os treinadores dos outros 19 times já aprenderam isso, só o Marcelo Oliveira ainda não entendeu? Começa o jogo sempre com dez, professor? Cazzo…

Depois, o treinador subestimou o adversário ao mesmo tempo quee superestimou nosso time. Mandou 4 atacantes pra campo e nenhum meia. Entregou o meio de campo pro Chapecoense, que só precisou marcar o Arouca na saída de bola para, com tranquilidade, mandar no jogo, enquanto atacava pela nossa esquerda pra achar os gols.

Mas aí é que eu não entendo, porque estavam lá no banco Allione e Fellype Gabriel, meias de oficio, o Palmeiras treinou, quinta, sexta e sábado sabendo que o ZR e o Robinho não iam jogar, e o melhor que o Marcelo pensou em fazer foi mandar 4 atacantes pra campo e ninguém pra organizar as jogadas? PORRA!?

Se ainda tivessem os 4 – GJ, RM, Barrios e Dudu em excelente fase, ok, ainda dava um desconto, mas desses todos aí só o Dudu tá se salvando, os outros 03, principalmente o Jesus, não tão jogando nem a metade do que sabem…

Ainda assim, o 2×0 que ficou barato demais pro Palmeiras no primeiro tempo, especialmente por o time ter tido a capacidade de chutar uma única vez ao gol adversário, podia ser corrigido no segundo tempo, com duas simples alterações – 1 meia e o Egídio fora.

Mas o Marcelo preferiu mexer na direita, onde não tínhamos problema, pra colocar o Lucas no meio, vindo o JP no lugar do Amaral. Daí fodeu de vez. Antes tínhamos uma avenida, agora eram três.

E foi uma questão de tempo pra, em dia que dá tudo errado, a bola aérea falhar bisonhamente na defesa pela segunda vez. 3×1 pros caras e finalmente o Marcelo decidiu colocar um meia em campo, quando já estava tudo bem mais do que fudido.

Ainda deu tempo do Gabriel Jesus matar dois lances claros de gol, um quando ainda tava 3 e outro quando já tínhamos tomado o quarto.

E o fim do jogo não podia ter sido mais melancólico do que mais uma vez levar gol de um pé descalço como Ananias, ô vergonha sem fim…

Parabéns aos responsáveis, de novo saímos do G4 pela própria incompetência e o palmeirense mais uma vez tem que aguentar essa humilhação que, se os senhores tivessem um pingo de vergonha na cara jamais aconteceria…

Agora vamos às coisas boas, se é que algo de bom dá pra se tirar de uma presepada dessas. Primeiro, é que o Egídio está suspenso, e por nada neste mundo entrará em campo contra a Ponte Preta. Ponto pro Palmeiras.

Segundo é que teremos 10 dias sem bola rolando, e Deus queira que seja tempo bastante pra recuperar esse time fisicamente, por que é uma vergonha uma equipe de futebol profissional da grandeza do Palmeiras estar se arrastando em campo desse jeito. Contra o Inter, nada menos que 05 jogadores, metade da linha, saíram com cãimbras e extenuados, isso não existe…

Por fim, depois de tantos e tantos jogos mal jogados, e o Palmeiras escapando duma tragédia sempre por um triz, finalmente ela veio, e com ela devem vir algumas mudanças significativas no modo desse time jogar.

Porque só um energúmeno sem amor ao emprego iria insistir nesse esquema tático sem meia e totalmente manjado, num Egidio pela esquerda, num Amaral pelo meio, depois de uma saraivada como essas…

Que o Marcelo não seja imbecil de insistir na mesma cagada, pois os próximos 11 a 13 jogos daqui até o fim do ano valem toda a temporada de 2016.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 Chapecoense – BR15

Ontem o Palmeiras conseguiu um resultado bem mais expressivo do que o placar, e o adversário, sugerem.

Ganhar de 2 x 0 do Chapecoense em casa parece não ser grande coisa, mas se engana quem pensar dessa forma.

Porque, nos últimos anos, o Palmeiras vinha meio que se especializando em perder pontos justamente nos jogos “fáceis”, e que tanta falta fizeram depois no fim do Campeonato. Perder um clássico, perder um jogo pro Grêmio fora de casa é até aceitável, dependendo das circunstâncias. Mas perder pontos em casa pra times menores é inadmissível e, nos últimos anos, se mostrou ser fatal pro Palmeiras em suas pretensões nas competições.

E a impressão que dá é que a sorte do Palmeiras começa finalmente a mudar, desder o jogo contra o Fluminense, vencido na bacia das almas com um gol-quase-perdido pelo Cristaldo, que seria uma tragédia, não tivesse a bola cabeceada na trave voltado inteirinha pro atacante empurrar pra rede e decretar a virada e os 03 pontos pro verdão.

Domingo, contra a turma do Jardim Leonor, o primeiro gol do Palmeiras saiu de um chute do Leandro Pereira que desviou no zagueiro e matou reserva do Marcos, abrindo caminho pra confortável vitória do Verde.

E ontem, de novo, o chute de Egídio desviou no zagueiro e deixou o goleiro do Chapecoense vendido no primeiro gol do Palmeiras.

Dizem que a bola não entra por acaso, e acho mesmo isso, mas um pouquinho de sorte pros lados do Palestra finalmente está vindo em muito boa hora.

Egídio, de novo, com um gol e o cruzamento que originou o segundo, sobrou em campo, mas Robinho e Dudu também sobraram em campo, assim como Gabriel, Arouca, Victor Hugo, enfim, todo mundo jogou de forma consistente.

Por outro lado, como nem tudo são flores, a entrada do torcedor no estádio foi algo de bisonho. Primeiro, no Portão B, um injustificável caracol de cancelas fazia com que o torcedor andasse em “procissão de pinguim” por quilômetros até chegar na revista, onde 04, isso mesmo apenas quatro PMs faziam a revista. Eu demorei, sem brincadeira, 35 minutos pra entrar no estádio, mas teve gente que só conseguiu chegar no intervalo.

Do lado do Portão A, me disseram que quem precisa trocar o ingresso comprado pela Internet enfrenta filas absurdas, onde um punhado de funcionários tem que pegar o cartão de crédito do comprador e fazer um decalque, vejam só, o estádio mais moderno do país operando cartões como se fazia na década de oitenta…

Não é possível que, depois de 08 meses de funcionamento, o Palmeiras e a W Torre ainda não tenham conseguido organizar a entrada do torcedor junto com a polícia de forma decente e no mesmo nível que o estádio de primeira linha e o ingresso mais caro do país exigem.

Outra coisa que merece comentário foi a quantidade de crianças que estiveram presentes ontem no jogo, lá no Gol Norte estava cheio delas, pequenos e pequenas palestrinhas que, apesar de não serem nada bem-vindos lá – quer pela falta de estrutura adequada, quer pelo fato bisonho de se cobrar ingresso de um torcedor menor de 05 anos – foram dar o ar de sua graça e apoiar o Verdão em mais um triunfo.

Tá até rolando uma petição eletrônica por aí pra pedir gratuidade pros nossos pequenos palmeirenses até 05 anos, e apesar de eu não botar muita fé na efetividade desses tipos de documentos (especialmente em se tratando de Palmeiras que não liga muito pra opinião do torcedor), essa causa vale o esforço, quem quiser participar acesse o link aqui e divulgue também no twitter com a hash #CriançasdoPalmeiras. Abre o olho, Presidente!

Mas, pra não falarem que eu só reclamo, ontem o valor dos ingressos foi reduzido, e os valores cobrados foram de 60, no Gol Norte, a 150, nas Centrais. O que é um bom começo e mostrou boa vontade da diretoria na iniciativa, mas ainda está longe de ser o ideal, a se considerar que o ticket médio foi de R$ 50,80, ou seja, ainda assim seria o segundo mais caro dentre todos os clubes da Série A (os gambás cobram, em média, R$ 54,82).

Porém, contra os R$ 65,92 que, em média vinham sendo praticados até então, é um bom avanço. Vale a diretoria refletir ainda, que a redução do preço teve um resultado muito positivo em termos de público, pois um jogo sem muitos atrativos no meio de semana teve um público de mais de 32 mil pessoas, acima da média do estádio na competição, que é de 31 mil.

Agora, acertar mesmo eles vão a hora que pararem de cobrar mais caro no anel superior do que no inferior, e quando finalmente for criado um pacote pro torcedor família (02 adultos, e duas crianças, com preço mais em conta). Enquanto isso, seguimos aguardando e fiscalizando.          

Com a vitória sobre o 10º colocado, e a derrota do Inter em Recife, o Palmeiras virou de página e garantiu, até o fim dessa rodada, a 9ª posição e, dependendo do resultado de Gambá e Ponte e Santos e Fluminense hoje, tem chance de chegar a algo tão impensável há 15 dias atrás como a 5ª colocação, já no fim de semana, caso vençamos a dificílima Ponte Preta em Cuiabá, graças a dois confrontos diretos na parte de cima tabela (hoje, Gambá e Ponte, e no final de semana, Bambis x Fluminense).

Ganhar da Ponte fora não será nada fácil. A Macaca já empatou fora de casa com Gremio, Cruzeiro e Santos e ganhou do Vasco, só perdeu um jogo contra o Fluminense no Rio e só perdeu 02 pontos em casa contra o Goiás, num empate sem gols pela 7ª rodada.

Mas agora é assim, daqui até o final do ano serão 28 finais de campeonato, e se jogarmos com a mesma pagada de domingo e ontem, vamos dar trabalho.

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA: 

PALMEIRAS 2 X 0 CHAPECOENSE
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 1/7/2015 – 21h
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Auxiliares: Luis Filipe Gonçalves (PB) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Renda/Público: R$ 1. 663.574,99 / 32.742 pagantes
Cartões Amarelos: Wagner, Wiliam Barbio e Neném (CHA)
GOLS: Egídio, 27’/1ºT (1-0) e Cristaldo, 24’/2ºT (2-0)
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca (Andrei Girotto, 38’/2ºT) e Robinho; Rafael Marques, Dudu (Zé Roberto, 20’/2ºT) e Leandro Pereira (Cristaldo, 23’/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira
CHAPECOENSE: Danilo; Apodi, Rafael Lima, Neto e Dener; Elicarlos, Gil (Neném, 21’/1ºT), Cleber Santana e Camilo (Hyoran, 32’/2ºT); Wagner (Wiliam Barbio, intervalo) e Edmílson Técnico: Vinicius Eutrópio.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4 x 2 Chapecoense – BR14

No intervalo do jogo, o clima de revolta e de deja vu era intenso. Mais um jogo em que o Palmeiras havia dominado todas as iniciativas, perdido gols incríveis, e na única bola chutada no nosso gol, o maldito do Deola aceita. São 13 gols em 05 jogos. Deve ser um recorde. E o pior é que o penoso chega na bola, mas espalma tudo pra dentro. Enfim, que o Jailson seja milhões de vezes melhor que ele, o que não é pedir demais. Basta espalmar pra frente, já será um enorme avanço.

Mas no segundo tempo, logo as coisas começaram a mudar. Aos 7 já estava 1×1, gol de Wesley de canhota. Aos 8 uma defesa monumental do goleiro deles (já tinha feito outra incrível no primeiro tempo, chute do Victor Luiz). Aos 12, cobrança de escanteio de Wesley, desvio de Valdivia e gol de Henrique, aos 15 pênalti pro Palmeiras não marcado pelo Vuaden (o segundo, já tinha deixado de não marcar um pênalti escandaloso no João Pedro no primeiro tempo), aos 18 finalmente marcado o pênalti, gol de Henrique, e aos 24 outro pênalti pro Palmeiras, mais um gol de Henrique.

Quem diria, Henrique, ex-Lusa, com apenas um joelho que dobra – podem reparar que o outro é fixo, não tem articulação – chegou à artilharia do campeonato, com 12 gols…

A virada a la Figueirense parecia ter dado números finais ao jogo, e a torcida já até ensaiava um olé, quando Lúcio, repetindo uma saída de bola errada, como aconteceu n vezes durante o jogo, entregou a bola nos pés dos homi, perdeu na corrida pro atacante e só assistiu a bola ser cruzada na área para, advinham, desviar no Deola e ir parar no fundo do gol do Palmeiras…

Com o resultado, o Palmeiras assumiu o 15º lugar (que era da Chape), com 28 pontos, e aconteça o que for até o fim dessa rodada, não volta pro maldito Z4. Além disso, conquistou a oitava vitória, o mesmo número de jogos ganhos pelo Atlético/PR, 11º na tabela, o que será o mais importante dos critérios de desempate, já que o Palmeiras tem a pior defesa (41 gols) e o segundo pior saldo de gols (-16) do Campeonato, além de ser também o time que mais perdeu (14 derrotas) e menos empatou (4 jogos) na competição.

Marcas sofríveis, e que dão a  real dimensão do problema crônico no Palmeiras na defesa, do goleiro ao primeiro volante, todo mundo tá devendo, e muito. Dorival precisa começar a pensar em um esquema tático que não deixa a zaga tão exposta, afinal em 08 jogos desde que chegou o novo treinador, são 17 gols sofridos… 

E mesmo com frio e alguma chuva, fomos mais de 15 mil pagantes hoje no Municipal. Na Gaiola, terça, nem 5 mil assistiram a uma partida eliminatória de um torneio internacional do ex-vice líder do Brasileirão. Pois é… Enfiem a pesquisinha mentirosa do Lance no centro do rabo. 

Faltam 12 jogos. Faltam 17 pontos. Pra cima do Botafogo! Se segura formiguinha!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 2 CHAPECOENSE

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data-hora: 2/10/2014 – 19h30
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e José Javel Silveira (RS)

Público / Renda: 14.299 / R$ 304.500,00
Cartões amarelos: Zezinho, Fabinho, Rafael Lima e Rodrigo Biro (CHA)
Cartões vermelhos: – 

GOLS: Leandro (aos 39’/1ºT e 47’/2ºT), Wesley (aos 7’/2ºT) e Henrique (aos 12’/2ºT, 20’/2ºT e 24’/2ºT)

PALMEIRAS: Deola, João Pedro, Lúcio, Gabriel Dias e Juninho; Marcelo Oliveira, Victor Luis, Wesley (Bruno César, aos 30’/2ºT) e Valdivia (Bruninho, aos 37’/2ºT); Diogo (Cristaldo, aos 38’/1ºT) e Henrique – Técnico: Dorival Júnior

CHAPECOENSE: Danilo; Fabiano (Ednei, aos 22’/2ºT), Douglas Grolli, Rafael Lima e Rodrigo Biro; Abuda, Ricardo Conceição (Wanderson, aos 32’/2ºT), Zezinho (Nenén, no intervalo) e Camilo; Fabinho Alves e Leandro – Técnico: Jorginho.

Chapecoense 2×0 Palmeiras – BR14

Vão dizer que eu tenho dedo podre. Escrevi no fim do post da vitória contra o Figueirense que todo cuidado contra o Chapecoense seria pouco. E, pra minha tristeza, eu tinha razão.

Quem quiser por a culpa em mim e dizer que eu ziquei, legal, mas vale a pena olhar pro elenco antes e ver se é correto mesmo atribuir uma derrota como a de hoje à sorte ou ao azar.

Esse time do Palmeiras que tem ido a campo nos últimos jogos é de dar vergonha na torcida. Wendel, Marcelo Oliveira, Renato, Wesley sem tesão nenhum, Mentireta, qualquer um dos dois laterais esquerdos que o Palmeiras tem, enfim, esse apanhado de jogadores horríveis que temos que aturar toda santa partida é de foder…

E o pior é que muita gente tava fazendo continha, olhando pra tabela, vi até falarem que era “só” o Cruzeiro perder e a gente “ganhar de 6”, que seríamos lideres. Como sonha alto o palmeirense, esse bicho engraçado e bem singular na arte de torcer.

A verdade cruel é que o Palmeiras que tomou um baile de bola do Chapecoense é o mesmo que levou 4 do Flamengo, que perdeu em casa pro Tapetense, que tomou virada do Sampaio Correa, e que conseguiu vitórias com um péssimo futebol contra o mesmo Sampaio Correa,  Criciuma, Goias, Vitória e Figueirense, times muito fracos. Ainda temos Gremio, Cruzeiro, Inter, Galo e três clássicos pela frente.

Por isso, nossa meta, com o time que aí está, não pode ser outra que não somar mais 34 pontos pra respirarmos aliviados. Caso venham jogadores decentes, pelo menos meio time pra ser titular, aí podemos até sonhar com alguma coisa diferente. Por ora, conseguirmos nos manter no primeiro quarto da tabela, mesmo jogando contra vários bagres, é uma proeza.

Sobre as atuações, Fabio merece um busto por nos livrar de mais um vexame, Wesley e Mentireta seguem mostrando que não dá pra contar com eles, e os que vieram do banco entraram na maior roubada, mal da pra avaliar. Mas o Bernardo, até aqui, dois jogos, mostrou nada…

Seguimos pra Prudente pra encarar o Botafogo e, jogo em casa, vitória é obrigação.

AVANTI PALESTRA!     

Palmeiras 0 x 0 Chapecoense – BRB13

O Palmeiras não conseguiu marcar um mísero gol contra o modesto time do Chapecoense, cuja única missão no Pacaembu ontem era se defender. O resultado foi medíocre, como é a Série B, como é esse time do Palmeiras, como é o treinador.

Juninho, Alan Kardec, Wesley, Andre Luiz, Thiago Alves, Vinicius, todos tiveram boas chances de marcar, mas faltou qualidade. Que novidade I.

No caso de Juninho, que entrou sozinho na área e chutou torto de direita pra fora, não há mais salvação. Esse cara não pode mais jogar no Palmeiras, não tem condição ser tão ruim assim. É melhor jogar sem lateral esquerdo do que continuar essa tortura.

Marcio Araujo, dessa vez, não comprometeu, mas também  o Chapecoense não atacou, então nenhum mérito pro jogador, que aliás, não é primeiro volante, não é segundo volante, não é meia ou lateral. O que seria Marcio Araujo? Outro que fará um favor sumindo do Palmeiras.

Tivesse o Palmeiras ganhado, a distância pro quinto colocado teria ido a 13 pontos. Pelo menos, com o empate modorrento de ontem, foram mantidos os 11 pontos de vantagem., já que o Joinville – o quinto – também empatou

Metade do calvário já foi. O Palmeiras deve encerrar 2013 no fim de outubro, com a classificação matemática pra Série A confirmada, pouco importando o que acontecer depois. Campeão da Série B? Prefiro que nem seja… Não é troféu pra orgulhar ninguém, sejamos honestos.

9.400 pessoas ontem.  Só os de sempre. Que novidade II.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 0 CHAPECOENSE

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 3 de setembro de 2013, às 21h50
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO) e Luiz Claudio Regazone (RJ)
Renda e público: R$ 272.700,00 / 8841 pagantes
Cartões amarelos: Tiago Luis, Danilinho, Wanderson, Rafael Lima (CHA); Alan Kardec (PAL)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Nenhum

PALMEIRAS: Fernando Prass, Luis Felipe, Tiago Alves, André Luiz e Juninho; Márcio Araújo, Wesley, Felipe Menezes (Serginho – 18’/2ºT) e Mendieta; Ronny (Vinicius – intervalo) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

CHAPECOENSE: Rodolpho, Fabiano, Rafael Lima, André Paulino e Fabinho Gaúcho; Wanderson, Paulinho Dias, Danilinho (Athos – 32’/2ºT) e Diego Felipe; Tiago Luis (Caion – 20’/2ºT) e Soares (Nenem – 40’/2ºT). Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

AVANTI PALESTRA! 

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