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Palmeiras 1×0 Vasco – BR18

O Palmeiras fez um bom segundo tempo, o suficiente Pra vencer o Vasco pelo placar mínimo, que teria sido 2×0 nao fosse o braço duro do bandeirinha, que anulou o gol legal do zagueiro estreante, Gustavo Gomez.

Em 4 jogos sob o comando do Felipão, 3 com ele no banco de reservas, o Palmeiras empatou duas fora de casa e venceu uma, e ganhou a única partida jogada no Allianz Parque.

E não sofremos nenhum gol nesses 4 jogos. nos 16 anteriores do Roger, tínhamos levado 14 gols…

Boa atuação do zagueiro paraguaio, e muito boa participação do Deyverson e do Lucas Lima. E mais uma partida coletiva perfeita do sistema defensivo.

Quinta-feira, no Pacaembu contra o Bahia, tem a primeira disputa eliminatória do Bigode na sua terceira passagem aqui. Pra cima, Bigode!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×1 Cheirinho – BR18

3 defesas absurdas e uma certeza: vai ter time só no cheirinho mais uma ano.
O Mulambo é uma catado de jogadores meia boca, com um ou outro diferenciado, e que até aqui teve muita sorte. É isso. Não tem pegada de time campeão.
E o Palmeiras também não tem. Verdade que se sobrou sorte pra lá, faltou aqui. Tivemos 5 chances de marcar, só uma entrou. Lá, de duas, uma foi nas redes, graças a mais uma falha bizarra do Tiago Martins, embora tenha sido dele também o lance que evitou a nossa derrota.
De qualquer forma, já se vão 4 pontos perdidos nas costas do 31 nos últimos 2 jogos…
E o Palmeiras só não venceu porque, nos 20 minutos que jogou muito melhor que o mulambo, os 10 primeiros do 1T e os 10 primeiros do 2T, o goleiro deles só não fez chover.
No 1T, antes do nosso gol, ele fez uma defesa sinistra em cabeçada do William.
No 2T, o Palmeiras vinha massacrante e primeiro, o Mulambo teve a sorte da bola do William, em assistência do Moisés depois de boa jogada do Dudu, desviar na zaga no que seria um gol certo.
Depois, um chute do William cruzado e uma cabeçada certeira do Dracena foram muito bem defendidos pelo 1 do Mulambo, o melhor em campo.
Dai veio o empate no melhor estilo de tragédia como foi contra o Sport: escanteio no segundo pau e falha bisonha da zaga.
E o Palmeiras pouco mais conseguiu fazer. As alterações como sempre não surtiram efeito nenhum, o Hyoran, péssimo hoje, deu lugar prum Lucas Lima morto como sempre, Felipe Melo saiu pruma ousada mas nada efetiva entrada do Artur, e William deixou o campo pra inútil participação do Papagaio.
No fim, pancadaria generalizada num lance em que o Dudu, muito bem até ali, só bastava não revidar que muito possivelmente o jogador do Mulambo iria ser expulso. Mas não… armou o maior pau, perdemos ele, o Moisés que já tinha levado o terceiro e o Jaílson, pro jogo contra o Santos na volta do BR em 19/07.
Não bastasse, o jogo que ainda devia ter pelo menos cinco minutos, foi encerrado depois de no máximo 1 minuto, era tudo quer o Mulambo queria, Senhor Dudu…
Qualquer um que já jogou bola na vida sabe que é difícil manter a calma dentro do campo, mas jogador que ganha o que ganha tem obrigação de ser inteligente… Não foi, e agora fica fora do próximo jogo e volta pendurado de novo; mais burro impossível.
O primeiro terço do campeonato se foi, e o Palmeiras segue a 8 pontos da ponteira. Faltando 7 partidas pro fim do turno, o Verdão já queimou todas as vidas de 1000 que tinha, contra adversários bem mais modestos (como Ceará, Sport e Chapecoense), o que faz com que resultados como o de hoje tenham que ser lamentados.
Ainda vieram os empates injustos contra Botafogo e hoje contra o Flamengo, em que um pouco mais de atenção ou mesmo de sorte teria garantido os 3 pontos, em ambos os jogos deixamos a vitória escapar por pura bobeira.
Também vimos partidas muito fracas contra o Gambá e o Cruzeiro, que deixaram a torcida ressabiada.
A vitória contra o Inter foi o único jogo em que o Palmeiras não foi bem e mesmo assim conseguiu os 3 pontos.
E por fim, tivemos partidas memoráveis como as vitóriasdignas de Palmeiras contra o CAP, Bahia, Bambi e Gremio, as duas mais complicadas conquistadas na casa do adversário.
Pra sequência, fecharemos o turno com Lambari, Galo, Flor, Paraná, América, Vasco e Vitória. Pelo pouco que fez até aqui, os últimos 4 jogos – teoricamente – mais fáceis tem que ser vitórias, e dos outros 3, precisamos de no mínimo 7 de 9 pontos. Com 19 em 21 pontos, talvez até com 17, o Palmeiras entra de novo na briga pelo caneco.
Qualquer pontuação menor que essa será claro sinal de que é hora de esquecer o Deca e focar no torneio continental.
Desejo a todos uma ótima parada pra Copa. Hora de recobrar as energias e quem for torcer pro Brasil que torça, quem não for, que pelo menos deixe quem quer torcer que seja feliz, e que o Palmeiras volte ainda mais forte pra rodada 13 e pra sequência da Liberta e da Copa do Brasil, quem sabe com novas caras pra suprir as claras limitações do nosso elenco, principalmente do meio pra trás.
AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 21×4 SPFW – BR18

Se os 07 jogos contra os Bambis tivessem sido disputados numa única partida sem fim, hoje seria esse o placar do maior freguês de Allianz Parque. Elas passam mais recibo aqui do que na Daslu AHAHAHAHAHAHAH

Foi uma vitória pra trazer fôlego pra esse time, e quem sabe pra arejar a cabeça do Roger, que finalmente abdicou do esquema tático de sempre – só no segundo tempo – e com dois jogadores responsáveis pela armação das jogadas, viu o Palmeiras jantar o Bambi sem muita dificuldade, depois de um primeiro tempo mais uma vez burocrático.

E se tivesse sido só burocrático teria sido bom, porque Dracena e Jailson estrelaram uma cena vexatória de comédia pastelão, digno de O Gordo e o Magro, e acabou sendo o lance do gol do bambi, uma vergonha sem tamanho.

O time continuou apático e sem ofensividade até o final do primeiro tempo. Saímos de campo sem chutar no gol cor de rosa.  Era o fim anunciado da passagem do Roger pelo Palmeiras. 

E veio o segundo tempo e o time continuou o mesmo, pra surpresa geral. Mas foi com a formação inaugural (salvo pelo Diogo x Victor Luiz) que o Palmeiras chegou ao empate, com William, aos 9, \90-789=69=6789=]\[=-0987iop[

]’\[p=890-op[]’=90-=09-=[]\

[‘p;o0-9\]depois de uma jogada iniciada por um excelente passe do Moisés, cruzamento do Keno e William, no rebote do goleiro, tirou o zero do nosso placar.

Daí saiu o Keno pra jogar o Hyoran… e Meu Deus do Céu, que diferença, parecia que tinha entrado 10 novos jogadores de linha.

Aos 21, depois de dividida com Hyoran, o zagueiro do São Paulo chutou a bola pra trás e ela caiu no jeito pro Bigode acertar o ângujo, 2×1 e aquele grito de gol da torcida meio de raiva, meio de alívio…

E aos 24, justo aos 24 KKKKKKK, Dudu “chutou” de cabeça um cruzamento do Hyoran em mais um passe majestoso do Moises, os dois melhores em campo, fez o terceiro, comemorou como se deve sempre comemorar e lacrou de vez o caixão trabalhado no glitter e purpurina do time adversário.

Se eu sou o Mattos, já deixo ajeitado, dois jogos sem ganhar, convida os leonores pra jogar aqui que a zica será espantada, garantido…

Apesar da alegria com o resultado, o primeiro tempo do Palmeiras foi mais uma vez ridículo. Que o Roger não se empolgue com a vitória no segundo tempo e aprenda que não existe cadeira cativa nesse elenco. Sem Lucas Lima desde o início, e sem o Keno em boa parte do segundo tempo, o time rendeu bastante e fica claro que, bem trabalhado, esse elenco pode render muito mais do que vimos contra Chapecoense, Gambá, América, Sport e Cruzeiro.

Moisés e Hyoran, Lucas Lima e Moisés, Lucas Lima e Hyoran, são tantas combinações pra fugir do previsível e manjado 4-3-3 que não tem mais desculpa pro professor, ou faz esse time bom jogar bola, ou será crucificado pelas torcida e fritado pelo própria elenco e esquema tático padrão.

Que os ares gaúchos tragam na próxima rodada saudosismo ao nosso treinador e à nossa camisa que tanto triunfou por aquelas bandas, aquele 13 de junho de 2012 que não me escapa nunca da memória como um dos dias de maior palestrinidade …

AVANTI PALESTRA!

Cruzeiro 1×0 Palmeiras – BR18

Cada dia mais complicado encontrar inspiração pra escrever sobre um time desalmado e preguiçoso em campo.

Sou contra troca de treinador em meio de temporada, mas me parece que o Roger não tem mais controle do vestiário, se é que algum dia teve.

Exemplo claro disso foi o futebol minúsculo que mais uma vez o camisa 7 jogou, foi responsável direto pelo gol que sofremos e na hora que foi substituído, sai de campo chutando tudo, xingando e tals…

Jogador não é trouxa. Dudu sabia que estava sendo filmado. Fez pra ser visto, pra mandar recado. E quando chega nesse ponto, já era…

Última vez que aconteceu isso, apenas por acaso, foi contra esse mesmo Cruzeiro em Minas Gerais, e desencadeou a crise Felipe Melo x Cuca que culminou no afastamento do volante por meses e a dispensa do treinador no final da temporada, quando já estava tudo perdido.

Pra mim o Roger é pouquíssimo culpado desse time ser tão sem-vergonha e desinteressado em campo. Foi nesse mesmo sistema de jogo que o Palmeira fez jogos memoráveis este ano, como a vitória no Entulhão, a vitória em La Bombonera, a vitória na Arena da Baixada, só pra citar alguns dentre outros tantos jogos bons.

Pra mim é muito muleta falar que o sistema sobrecarrega o Lucas Lima, que o Dudu não pode marcar e blablabla… Com o Carille, que todo mundo morre de amores, o ponta esquerda marca mais que o lateral e ainda faz gol, dá assistência, enfim, é muito menos badalado e muito mais importante pra gambazada do que o nosso 7 tá sendo em campo.

Se eu fosse o Mattos, afastava todos esses jogadores que estão de corpo mole, vocês sabem quem são eles. Mas a gente que é macaco velho no futebol sabe que não é isso que vai acontecer.

Infelizmente, ou felizmente, Roger não deve ser mais o treineiro nos próximos dias ou semanas. A chance de se manter no cargo vai ser ganhar da maior vítima do Allianz Parque, e um resultado adverso contra o bambi será certamente o ponto final da passagem do treinador pelo Palestra. Mas mesmo que ganhe do bambi, se jogar como ontem  contra Flamengo, Gremio ou Ceará, a conta não vai fechar igual…

Por mais errado que eu ache, não tem como tapar o sol com uma peneira. Não dá mais liga, os jogadores não estão rendendo, não sei se por culpa do treinador, talvez um  pouco, talvez muito, mas principalmente porque já cavaram a cova dele e o Palmeiras não pode ficar a mercê disso.

Ontem o jogo do Palmeiras foi pífio. O time não atacou, mal chutou no gol, em nenhum momento ameaçou o Cruzeiro, o meio de campo foi inócuo, os volantes estavam sempre atrasados na cobertura, uma tragédia.

No lance do gol, a marcação pela esquerda, a começar pelo Sr. Dudu, aquele que aparentemente não pode ser criticado e nem substituído pra já começar a dar chiliquinho, ficou olhando o jogador do Cruzeiro cruzar a abola, pra sequência de uma falha bisonha do Dracena e um puta azar da bola parar por acidente na cara do gol e no pé daquele morfético do Sóbis.

– Ah, mas o Caio Ribeiro disse que não concorda que atacante tem que ter responsabilidade de marcar. i) FODA-SE o Caio Ribeiro; ii) se o sistema defensivo está montado para que o ponta inicie a cobertura da marcação, quando o ponta não faz isso, invariavelmente sai o gol do adversário.

Querem exemplos? Palmeiras x Santos, semi do Pacaembu, o primeiro gol do Santos saiu justamente num lance em que o Keno não deu cobertura pro Vitor Luis e a bola foi cruzada na área sem dificuldade nenhuma pro Sacha marcar.

Palmeiras x Gamba na final do Paulistão, o lance inteiro do gol dos lixos começa quando Dudu deixa de acompanhar o Mateus Vital e ele consegue tabelar, Antonio Carlos tem que sair da sua posição pra cobrir as costas do Marcos Rocha e o resto da tragédia vocês lembram bem.

De novo, não vou entrar no mérito se o ponta tem que ajudar na marcação ou não. A questão é, se o sistema montado pelo treinador depende disso, compete ao jogador executar. E quando não executa, dá a brecha pro adversário fazer gol.

É simples, quase cartesiano, não precisa ser cientista de foguete pra entender: o que quer dizer quando o jogador deixa de obedecer o sistema tático proposto pelo técnico?

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×0 Bahia – BR18

O Palmeiras fez com o Bahia o que o torcedor gostaria que fosse feito com qualquer visitante. 1×0 logo de cara, 3 antes do intervalo. Depois só administrou o resultado e até podia ter feito mais. Jogo leve, agradável, como a gente quer que seja sempre.

E fica a dúvida se a facilidade do time em campo tem a ver ou não com a ausência do Dudu. Longe de mim querer polemizar, mas com a bolinha que o 7 vinha jogando, certamente sua ausência foi mais positiva do que negativa ao time.

Mais uma excelente partida do Borja, fez o décimo quinto gol em 23 jogos, e ainda deu assistência pro primeiro gol, feito pelo William. O gol dele veio em passe perfeito do Lucas Lima.

E o gol do AC saiu em passe pela direita do Marcos Rocha, em mais uma jogada ensaiada de escanteio.

E  nos 3 gols, a bola passou decisivamente pelos pés do Lucas Lima, que fez uma das suas melhores partidas desde que chegou.

Na parte defensiva, o Bahia bem que criou algumas chances, mas não conseguiu passar pelo Jaílson. Definitivamente, se há um problema que o Palmeiras não tem, é goleiro. Quem jogar, corresponde.

Com a vitória o Verdão chegou a 11 pontos, e segue a 2 pontos do líder Galo, empatado com o Flamengo que ficou no 1×1 com o Vasco.

Se eu fosse o Roger, repetia esse time contra o América. Mais que merecido.

AVANTI PALESTRA! 

SCCP 1×0 Palmeiras – BR18

Finalmente uma derrota pra chamar de minha. A primeira em sabe-se lá quantas em que não teve lance decisivo da arbitragem pro time imundo. É quase um alívio…

O que faltou pro Palmeiras foi sorte, tesão de ganhar e uma leitura de jogo acertada do treinador.

Porque o time que não foi mal no 1T desapareceu com as péssimas alterações feitas pelo treinador na etapa final. A começar pela manutenção do Dudu em campo. Não importa quanto o capitão jogue mal, parece que o Roger tem medo de tirá-lo do campo.

A entrada de Guerra pelo segundo jogo seguido e sem jogar absolutamente nada também gera descontentamento. E o Hyoran que estava indo tão bem???

E o Tche Tche no lugar do TS também terminou de bagunçar de vez o time. Péssima tarde do Roger.

E mesmo assim, foram 3 bolas na trave, a primeira delas num lance imediatamente anterior ao gol do adversário, num contragolpe que faltou inteligência pro time do Palmeiras matar a jogada. Deixaram a jogada seguir e levaram o gol. Pura cabacice.

E no segundo tempo, apesar da bagunça tática, mais duas bolas na trave do Gambá.  Sinal de que o Palmeiras não pode contar nem com a sorte quando joga contra a imundície. De novo, nenhuma novidade…

Se é que dá pra tirar alguma coisa de bom dessa péssima partida, é que tem muito jogador que tá mamando no nome faz tempo, e o futebol tá cada vez menor. Dudu de capitão não me representa e já não é de hoje. Se ele tivesse vergonha na cara, depois do futebolzinho de hoje, devolvia a braçadeira e dizia: não mereço.

Lucas Lima também precisa parar de sumir em jogo grande, deitar contra o Novorizontino é fácil, jogar clássico é outra história…

Resumindo, se esse time quer chegar em algum lugar esse ano, tá na hora de mostrar mais sangue na veia. Tá faltando brio…

AVANTI PALESTRA! 

América/Mg 1×2 Palmeiras – CBR 18

Com gol e assistência de Borja, o Palmeiras abriu boa vantagem contra o América/MG pela primeira partida da oitava de finais da Copa do Brasil. Poderia ser ainda melhor a vantagem, não fosse o erro bizarro de AC na zaga, mais um que acabou virando gol do adversário.

Acho o AC um ótimo zagueiro, mas tem um azar da porra. Errou, é gol… Nada que mereça bronca por parte da torcida ou do treinador, o moleque é muito bom e essa zica vai largar do pé dele. Se for a única presepada da semana, já está de bom tamanho.

Ainda teve um erro bisonho da arbitragem que nos tirou o que seria o terceiro gol, num lance em que o jogador do América caiu absolutamente sozinho num lance em que o Keno ficaria livre pra tocar por também livre Borja na cara do gol. Sempre esses morféticos do apito no caminho do Palmeiras… Também se for só essa tosquice do apito na semana, podemos louvar de pé…

Com o gol de hoje, Borja chega a 10 marcados em 19 jogos este ano. Lucas Lima chegou à sétima assistência. E no segundo gol assistência do Borja e gol do Keno, possivelmente o melhor jogador do Palmeiras no ano até aqui. Tá voando o 11!

O América, por sua vez, não vendeu barato a vitória e deu trabalho pro sistema defensivo do Palmeiras, obrigando o Jaílson a fazer várias defesas complicadas. A avenida do Verdão foi pela esquerda do sistema defensivo, principalmente em cima do Diogo Barbosa e aproveitando ainda uma partida modesta do Felipe Melo.

De qualquer forma, a maratona do Verdão como visitante segue caminhando bem: 3 jogos, 3 vitórias. Em 14 dias o Palmeiras esteve em Bs As, Lima, Curitiba e Belo Horizonte, e terminará a semana no extremo leste de São Paulo, o que não deixa de ser também uma viagem…

No ano, são 12 vitórias em 15. As mesmas 12 vitórias que o Palmeiras teve como visitante em 2017 inteiro. São números expressivos, que seriam ainda mais significativos se o Palmeiras estivesse mantendo seu aproveitamento padrão dentro de casa.

Nada que deva ocupar a cabeça do Roger até a próxima segunda-feira, afinal ainda teremos que visitar aquela longínqua pocilga construída com dinheiro público e com entulho do Velho Palestra.

Diferente das duas outras ocasiões em que fomos jogar intra eles este ano, minha expectativa e preocupação com o jogo deste domingo é nenhuma. Já me convenci de que o Derby morreu depois da final do Paulistão e que não existe hipótese de um jogo justo quando do outro lado está reunida toda a imundície do universo do futebol – e não só dele.

Então, qualquer preocupação é perda de tempo e desperdício de neurônios. Que o Palmeiras jogue pra ganhar do Gambá, dos sete integrantes da comissão de arbitragem, dos tutores, da emissora de tv e do seu comentárista/árbitro de vídeo particulr, e de tudo o mais que estará exclusivamente a serviço do adversário. Só assim os 3 pontos virão.

E eles virão.

AVANTI PALESTRA!    

A/PR 1×3 Palmeiras – BR18

Em mais uma exibição de gala como visitante, o Palmeiras não tomou conhecimento do Atlético-PR, que não sabia o que era perder em casa desde novembro.

Com a vitória de ontem o Palmeiras já soma 11 triunfos fora de casa, 2 empates e uma única derrota pro apito lá em Itaquera.

Roger mandou a campo um time diferente, com Moises e William nos lugares de LL e Borja. Prêmio merecido pra excelente atuação dos dois em Lima.

Mas o Moisés sentiu a coxa logo aos 6 minutos, e o LL foi pro jogo.

O primeiro gol veio numa roubada de bola no campo de ataque, aproveitando do estilo de jogo do time do Fernando Diniz, que não dá chutão, mas passa cada perrengue… a bola girou até o Dudu, que inverteu pro Keno dominar, invadir a área e só rolar pro golaço de Bruno Henrique.

No segundo gol, jogada ensaiada no escanteio, Dudu encheu o pé do bico da área e no rebote do goleiro, Marcos Rocha mandou pra rede.

No terceiro, roudaba de bola no campo de defesa, Hyoran fez a ligação direta pro Bigode só apostar corrida com o zagueiro e bater alta na saida do goleiro. 3×0 na casa dos caras…

O gol do A-PR veio em boa jogada por cima da nossa zaga, e o Jailson, que já tinha feito pelo menos duas defesas incriveis, ainda quase pegou.

E o Palmeiras ainda podia ter saido com 4 ou 5, com boas chances desperdiçadas pelo LL num lance e pelo Hyoran e Dudu no outro.

Meio da semana vamos ao Independência pra partida de ida da Copa do Brasil contra o América-MG e no dia das mães vamos visitar o estadual da ZL contra o time que tem várias mães: a arbitragem, a FPF, a emissora de tv… todo cuidado lá é pouco e só nos resta torcer que o jogo seja decidido na bola.

AVANTI PALESTRA!

Agradecimento ao grande Henricão pelo auxilio no post de hoje

Palmeiras 0x0 Chapecoense – BR18

São jogos como o de hoje que, lá em novembro, vamos lamentar demais não ter vencido.

Não precisa ser nenhum cientista de foguete pra saber que time que perde ponto pra Chapecoense não levanta caneco. Foi exatamente assim no ano passado.

E dessa vez faltou ousadia pro Roger. Tanto na escalação como nas alterações. Podia ter montado um time bem mais ofensivo pra enfrentar uma Chapecoense recheada de volantes.

Podia ter poupado o torcedor das alterações seis por meia dúzia de sempre e pela vergonha de ter que ver mais uma vez Deyverson com a nossa camisa.

E nem a péssima arbitragem, mais uma, pode servir de muleta. Na condição de inimigo do sistema, o Palmeiras vai ter que ganhar dos adversários retrancados e das arbitragens ruins. Nenhuma novidade aí também.

Nada de novo tambem desse salafrário desse goleiro levar 5 gols na última rodada e hoje fechar o gol contra a gente. Depois, vai jogar em Itaquera e frangar mais que o Deola, vai vendo…

Resumo da ópera é que dos últimos 10 jogos em casa tivemos 4V, 3E e 3D, um 50% de aproveitamento pífio e que mostra o quanto o Palmeiras tá manjado e sem criatividade jogando no Allianz Parque. Qualquer time meia boca chega aqui e trava o nosso time sem muita complicação.

Agora esses dois pontos jogados fora precisarão vir contra o Paranaense. Por ser jogo fora de casa, que é onde esse time tem rendido muito mais, até dá uma pontinha de esperança.

Dos últimos 10 jogos fora, o Palmeiras voltou pra casa com 7V, 2E e 1D (80% de aproveitamento), e só sofreu gols (3 no total) em 2 partidas.

Agora, por ser na sequência de um jogo em Lima, no Peru, na quinta a noite, a partida contra o APR é preocupante. Além do fator casa, outro grande vilão do Palmeiras tem sido a parte física, com os principais jogadores morrendo no 2T.

E como resolve previsbilidade dentro de casa e parte física cobrando a conta todos os jogos? Rodando elenco, simples.

Hyoran, Tche Tche, William, Jean, Maike, Vitor Luiz, Emerson Santos, Thiago Santos, Scarpa – quando puder – os atacantes da base, são todos opções à disposição do Roger que quase nunca são aproveitados.

É hora de tirar proveito da classificação antecipada na Libertadores e testar mais opções. Qualidade à disposição, temos em quase todas as posições, o que falta é o treinador botar pra jogar.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Inter – BR18

O caminho da vitória quase veio na Libertadores, contra o Boca, num jogo dificílimo. Não veio. Quase veio no Engenhão, num jogo relativamente fácil. Não veio também.

E veio hoje, num jogo que, com algum capricho, poderia ter sido 3×0, pelas chances que o Palmeiras desperdiçou.

Primeiro com Borja, de cabeça, sem goleiro, uma coisa bizarra.

Mas Dudu, também de cabeça, depois de um cruzamento milimétrico o DB, não vacilou e abriu o placar pro Verdão. Aliás, vacilou sim, não comemorou gol e mostrou MAIS UMA VEZ que não merece ser o capitão do Palmeiras. Ia escrever uns 3 parágrafos sobre isso, mas não. Na minha opinião, não merece e pronto. Quem quiser, discorde.

Já no segundo tempo, numa bela jogada do Borja, Lucas Lima acertou a bola caprichosamente na trave.

E aí veio o problema que tem sido uma constante: o Palmeiras morre no segundo tempo. O 2 do 4-2-3-1 formado por Melo e BH perde o gás lá pros 15 do 2T e, invariavelmente, o Palmeiras começa a sofrer pressão.

Dessa vez o Roger tentou mexer de forma diferente: ao invés de Moises no BH, como aconteceu nos últimos x jogos, ele colocou o Profeta na posição do Lucas Lima.

O Moisés entra sempre bem, mas mesmo assim o Palmeiras foi dando campo pro adversário. Depois foi a vez de William no Dudu e do Deyverson no Borja. Pra mim, uma das alterações teria que ser Tiago Santos ou no FM ou no BH. Parecia óbvio.

A entrada do Deyverson segue sendo um mistério pra mim. Como também o é o fato de ele continuar sendo jogador do Palmeiras. Que o Borja precisava sair, ser preservado por conta dos problemas recorrente nos joelhos, eu entendo. Mas porque não colocar o Bigode no Borja e pensar numa substituição defensiva? O mimadinho da 7 não precisava sair. Sei lá, realmente não entendi o raciocínio do professor, talvez mexeu pensando em Buenos Aires, mas se foi isso, quase pôs tudo a perder…

E só não foi tragédia de novo porque o bandeira marcou um impedimento do Leandro Damião, mesmíssimo nível do gol anulado do William na final do Paulista. Há quem diga que estava impedido, há quem diga que não. A imprensa vai tripudiar e falar TÁ VENDO!?!?!?, como se fosse um mero erro de arbitragem aquela safadeza na final do estadual que jamais será esquecida. E há também gente como aquele senhor dos dentes cor de milho que já está fazendo graça naquele blog que eu me nego a ler. Só vi a manchete e segui desinteressado. Lembrem, clicou na notícia, ajudou, então o melhor é ignorar…

Na defesa, a volta de Edu Dracena fez muito bem pro Antonio Carlos, um dos melhores em campo. Mas o Dracena me preocupou um pouco hoje. Acho que ele tem que ser titular, mas pelo menos nesta partida, ele não conseguia parar em pé, todo lance do Inter lá estava o Dracena esticado na grama… preocupante. Mas FORÇA DRACENA, o time precisava de você!

E agora seguimos para o jogo mais foda do ano até aqui. A Bombonera é uma prova de fogo pra esse elenco e treinador: é o tipo de jogo que separa os meninos dos homens. Não faltará suporte, nossa torcida esgotou a carga de ingressos enviados para o Brasil e vai fazer a sua parte.

Aos tantos amigos que lá estarão, cantem até secar o pulmão, empurrem nosso time para que eles tragam os 03 pontos pra casa! Nós confiamos em vocês!

AVANTI PALESTRA!

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