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Palmeiras 1×0 Atlético/GO – BR17

Partida e vitória protocolares do Palmeiras.

Contra esses times pequenos que jogam com 10 homens de linha atrás da linha da bola, é muito difícil ter criação, e o time fica sempre dependendo de lances individuais pra conseguir chances de gol.

E o primeiro tempo foi realmente assim, poucas chances do Palmeiras e até algumas além da conta do adversário.

No último minuto, depois de boa jogada de RG pela direita, a bola sobrou pro Borja na pequena área, e ali não tem conversa, é caixa. 1×0 e um gol importantíssimo pro Borja desencantar e quem sabe comprar um pouco de paciência da nossa ansiosa torcida.

No segundo tempo o A/GO abandonou um pouco o ferrolho, e o contra-ataque sobrou mais.

E foram diversas as chances criadas de gol: Borja e Guerra obrigaram o goleiro dos caras fazer defesas complicadas, e o Dudu ainda isolou uma bola quase embaixo do travessão. Ainda teve um cruzamento do Guerra que se o Dracena fosse 0 Mina, teria resultado em gol.

No fim do jogo, o A/Go ameaçou crescer, mas na única chance real de gol Fernando Prass cresceu e mais uma vez evitou que o Palmeiras perdesse pontos em casa, o que seria uma tragédia contra um adversário tão fraco, principalmente nessa pegada de recuperação depois de um início de campeonato tão irregular.

No fim, o que importa são sempre os 3 pontos, e como bem disse meu brother Brunão, esse jogo ninguém vai lembrar ou lamentar desse jogo no fim do ano…

Domingo contra a Ponte se imagina que o Cuca deva poupar alguns jogadores pro jogo de quarta, contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. O que mais preocupa é o meio campo, o Palmeiras segue sem um primeiro volante de ofício e ainda teve a substituição do Tche Tche, que do campo não deu pra saber se saiu machucado ou apenas com câimbras.

Por outro lado, o Palmeiras já poderá contar com Bruno Henrique, que apareceu hoje no BID da CBF. Só não sei se ele pode ser inscrito na Copa do Brasil, procurei mas não achei nada a respeito, então suponho que sim, porque se não pudesse a imprensa já ia estar apontando o dedo, né…

Então bora afundar a macaca e aquele treinador zé reula deles.

AVANTI PALESTRA! 

Bahia 2 x 4 Palmeiras – BR17

VOLTAMOS!

Na verdade, já tínhamos voltado contra os bagres, mas o resultado não veio. Como era esperado, o fraco time do Lambari empatou jogando em casa com a Ponte na sequência, e fomos nós pra Salvador pra enfrentar o até então invicto Bahia.

Cuca, na sua busca frenética pelo time ideal pra cada jogo, veio com Mayke, Mina, Juninho e Egídio na defesa, com Thiago Santos e Jean na proteção e Guerra na elaboração pro Keno, William e Guedes na frente.

Com o time bem leve, o Palmeiras conseguiu subir o primeiro combate e dificultou o jogo do Bahia, ao mesmo tempo em que favoreceu o contra ataque.

E logo aos 15, depois de um ótimo lançamento do Guerra (já anunciando o que seria a melhor partida do meia com a camisa do Palmeiras), Keno sofreu penalti claríssimo.

Na hora foi aquele misto de alegria e apreensão, já que o Palmeiras perdeu 02 dos 03 penaltis marcados pra gente até então (Jean contra o Bambi e William contra o Galo).

Guerra pegou a bola, mas o Guedes chegou e pediu pra bater, o Jean ainda tentou conversar mas ele estava decidido. E não vacilou: com paradinha, tirou o goleiro do retrato. 1×0.

Com o gol, o Palmeiras não se acomodou e manteve o mesmo ritmo de jogo, as jogadas sempre saindo dos pés do Guerra, mas o gol não vinha.

No final do primeiro tempo, um castigo injusto. Num lance raro de desatenção do Mina (e com participação negativa do Maike e do Guedes também), ele deu espaço pro bom Zé Rafael, que obrigou o Prass a uma ótima defesa, uma segunda ótima defesa no rebote e no terceiro lance não deu pro nosso goleiro, 1×1 que não refletia a realidade da partida até ali.

No segundo tempo, Cuca sacou o Mayke pra entrada do Tche Tche e levou o Jean pra direita, e o time que já fechou a primeira etapa jogando bem, encaixou de vez.

Aos 02 minutos, Thiago Santos ligou o Roger Guedes, que marcou o gol, mas foi anulado por impedimento.

Na sequência, o Palmeiras puxou bom contra ataque pela esquerda com o Keno, a bola sobrou pro Tche Tche que rolou pro meio da área, Guerra só ajeitou pro Keno, de primeira, de fora da área, acertar no ângulo direito do goleiro do Bahia. 2x1pro Verde.

O Palmeiras ainda iria criar duas chances perdidas pelo Guerra, mais uma com Guedes e outras com o Egídio e com o Jean, sempre com a armação do excelente meia venezuelano, mas a essa altura apesar da bola não entrar, o jogo estava muito mais pra gente do que pra eles.

Aos 20 perdemos o Keno (Erik), e aos 27 perdemos o Thiago Santos, com o Cuca promovendo a estreia de Luan na proteção da zaga.

Aos 37 Juninho desviou ótima cobrança de falta do Jean e a um milímetro da bola entrar o Mina finalizou de carrinho pra fazer o 3×1 que nós, inocentes, achamos que seria o prego na tampa do caixão baiano. Não foi.

Por que logo na saída de bola, moscamos pela direita da zaga, o atacante do Bahia entrou chutando e obrigando o Prass a mais uma ótima defesa. Na sequencia do lance, cruzamento mascado que o Juninho errou feio e perdeu o tempo da bola de forma bisonha, e o atacante do Bahia, meio desajeitado, desviou pro gol. 3×2 e a certeza de que nunca vai haver um minuto de sossego na vida do palmeirense.

Mas se a trapalhada na zaga nos custou um gol do Bahia, uma outra presepada bizarra do Erik no ataque terminou com gol nosso, sempre com a genialidade do Guerra, que ajeitou a mancada do 17 que tropeçou na bola, e tocou pro William dominar pra cima e bater cruzado, sem chance pro goleiro do Bahia. 4×2, aos 47.

Finalmente o placar refletiu com justiça o que se viu em campo. Na quarta, além do apito amigo, uma atuação perfeita do goleiro do Lambari custou que muito palmeirense não conseguisse enxergar o óbvio: O Palmeiras voltou.

E não teremos nunca um time titular. O Cuca vai seguir montando as escalações de acordo com o adversário. E isso não é covardia. É estudo, é estratégia, é tudo menos covardia. Às vezes vai funcionar (como hoje), outras não vai (como quarta passada), mas não duvidemos da competência do nosso time, do nosso treinador e da força da nossa camisa. 2017 será ainda melhor que 16.

O Palmeirão VOLTOU!

AVANTI PALESTRA!     

Lambari 1×0 Palmeiras – BR17

Apesar do bom futebol do Palmeiras ontem, não foi o bastante pra superar a atuação perfeita do goleiro adversário e também a sempre péssima arbitragem de Wilton Pereira Sampaio.

O juiz foi decisivo em dois lances primordiais. Primeiro, não marcou a falta clara do atacante santista sobre Dracena no lance que gerou o gol deles. E depois deixou de marcar penalti claro no Dracena no fim do jogo. 

Mas é certo que a derrota veio de novo depois de uma indefinição na marcação pela direita, mesma coisa contra o Coritiba. 

Foi bom ver também o quanto jogou bola o Roger Guedes, arrisco até dizer que foi o melhor palmeirense em campo.

Apesar da clara evolução nos jogos contra Galo, Fluminense e ontem, o Palmeiras segue sem marcar pontos ou gols fora de casa. 4 derrotas. Péssima campanha e já há os PVCs da vida apontando ser impossível tirar os 12 pontos de diferença pra liderança.

A se manter essa escrita de o Palmeiras não pontuar fora de casa, realmente não vamos conseguir buscar. Por isso, ou o Palmeiras ganha na Bahia, ou priorizar a Libertadores até o fim do ano será a única opção.

E presidente, não adianta nada chefiar delegação da CBF e no jogo seguinte ser assaltado desse jeito…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×1 Fluminense – BR17

Nada como uma boa vitória pra acalmar os ânimos da torcida palestrina.

Mesmo sem Mina, Dudu e Borja, o Palmeiras conseguiu superar o Fluminense.

Com alguma dificuldade, é verdade, mas no fim o que vale são os 3 pontos, os 3 gols depois de 4 jogos sem vencer e/ou marcar.

A volta do Guerra com certeza fez a diferença no sistema ofensivo, que passou a ter organização e estruturação, bem diferente daquele bumba meu boi que foi em Curitiba.

Logo aos 9 o Palmeiras abriu o placar, em jogada de cobrança de lateral batido pelo ZR, que o William desviou na medida pro Guerra bater de primeira, indefensável.

E tudo parecia que ia caminhar prum jogo tranquilo, mas depois de um novo chutão pra frente nas costas do nosso lateral direito, Jean saiu antes mas perdeu vergonhosamente na corrida, e a bola cruzada sobrou fácil pro Henrique Dourado empatar.

Mas o Palmeiras não se abalou. Seguiu criando e depois de uma excelente jogada do RG pela direita, até que enfim Senhor…, Keno desempatou.

Ainda teve tempo do Prass fazer uma defesa monstra numa jogada que o Henrique Dourado entrou nas costas do Juninho/ZR.

Pro segundo tempo, Cuca sacou o Jean – péssimo, sem nenhuma condição de jogo – e colocou o Thiago Santos, deslocando o Tche Tche pra direita. Mais tarde, com a contusão do sempre excelente Felipe Melo, Fabiano entrou e Tche Tche voltou pro meio de campo.

Keno, exausto, ainda deu lugar pro MB, e o Palmeiras até conseguia desenvolver algumas jogadas de contra-ataque, embora faltasse algum capricho – assim como em Curitiba – pra matar o jogo.

Numa das raras vaciladas da nossa zaga, que foi muito bem no geral, Marco Junior cabeceou sozinho, na pequena área, pruma defesa absurdamente monstruosa do Prass.

Pouco depois, num contraataque armado por Juninho, Roger Guedes ganhou dos zagueiros do Fluminense e bateu cruzado de canhota pra lacrar o caixão do time que deve a série C, foi literalmente o último jogo da partida.

Foi o jogo da redenção do Prass e do RG, justo os mais criticados pela torcida nas últimas partidas. Guedes deu um gol e fez outro, e o Prass pegou duas bolas à queima-roupa pra chutar a má-fase do Palmeiras na bunda.

Quarta-feira vamos pra nossa Casa de Praia consolidar a recuperação e descamar um pouco mais nosso velho freguês litorâneo.

AVANTI PALESTRA!

 

 

Coritiba 1×0 Palmeiras – BR17

Luz amarela, quase laranja, acendeu em Palestra Itália.

Que se registre que o time que entrou em campo ontem tinha 100% da zaga reserva, dois titulares no meio e 1 no ataque. Com 7 reservas, não era de se esperar um primor de futebol.

 Mas a displicência com que o Palmeiras deixou de marcar os pelo menos 3 gols que podia ter feito no primeiro tempo, e que tomou o gol ridículo marcado pelo Coritiba, são pra preocupar.

Nos dois testes que o elenco reserva teve, Chapecoense e Coritiba, o time foi muito mal: 6 pontos perdidos e um futebol jogado horroroso.

A distância de 9 pontos pro topo da tabela reflete bem o quão ruim é a participação do Palmeiras até aqui no Brasileirão. E deixa claro que o elenco tem falhas claras, o Palmeiras não dispõe de um centro avante ou um meia reserva que possam fazer as funções do Guerra ou do Borja.

Quanto a este último, Cuca precisa decidir logo o que quer da vida. O Jesus conseguia pressionar a saída de bola, ser a referência, jogar de falso 9 e marcar uma porrada de gols. Mas a bola chegava pra ele. E o Borja não marca, só joga como referência, mas a bola não chega.E o William, quando joga improvisado, marca bem mas não consegue ser referência, some no  meio dos zagueiros. Ah, e a bola não chega…

O fato é que não vamos mais conseguir jogar como no ano passado, porque o Jesus era, ao mesmo tempo, o que o William é na pressão da saída de bola do adversário, e o que o Borja é na referência. E a bola chegava. Hoje, temos ou um ou o outro. Então não dá pra achar que o time vai conseguir jogar como jogava no ano passado.

O grande problema do ataque, na verdade, é que a bola simplesmente não chega, e quando chega, acaba sendo desperdiçada a chance, como ontem, em que tanto o Michel como o Keno perderam boas oportunidades de abrir o placar pro Palmeiras, muito melhor que o Coritiba no jogo.

E na defesa, até que as coisas não iam tão mal quando tomamos o gol mais ridículo do ano, um chutão da zaga que caiu no meio do Maike e TS, um olhou pro outro e o meia adversário entrou sozinho só pra desviar do mal posicionado Fernando Prass.

O resultado disso tudo é: 4 pontos em 15, 4 gols marcados num único jogo, e uma seca de 4 partidas sem marcar gol, nas quais em 3 derrotas sofremos os mesmos 4 gols que marcamos na primeira. Resumindo: uma campanha ridícula e muita preocupação da torcida com o fraco futebol desempenhado, seja com titulares ou reservas.

Por sorte nem Libertadores e nem Copa do Brasil serão disputadas por pelo menos mais 40 dias, o que dá tempo de esse time voltar a jogar bola, mas se não melhorar rápido, já pode dar adeus ao brasileiro.

Que situação pro entitulado melhor elenco do Brasil, não? Espero que o Mattos esteja só esperando a janela do exterior abrir pra trazer os nomes que realmente farão valer essa fama.

No sábado, que volte o bom futebol. E os gols e a vitória, é claro.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x0 Atlético MG – BR17

Melhorou mas não bastou. Novamente com formação inédita, o Palmeiras foi a campo com Prass, Maike, Mina, Dracena e Egídio, TS, Tche Tche e Guerra, rg, Wiliam e Keno.

Mudanças como Felipe Melo no banco, Maike e Egídio nas laterais, entre outras, deixam claro que Cuca segue experimentando o elenco em busca da formação ideal. Mas algumas coisas precisam mudar pra ontem.

Roger Guedes, por exemplo, está numa fase péssima, e boa parte da torcida já não tem mais paciência com o jogador, muito em razão da displicência e falta de vontade. Mas não há meio do Cuca tirar o jogador do time titular. Hoje, finalmente, o atacante esteve em campo só o primeiro tempo, e foi substituído no intervalo pelo Borja.

Wiliam de centro-avante, também, não tem mais nenhuma condição. Não é a dele. E o Palmeiras sofre com a falta de referência. E perde com a ausência dele aberto no lugar, por exemplo, do Roger Guedes.

Resumo: jogamos o primeiro tempo inteiro sem referência e com um morto pela direita. Chega, né Professor…

Por outro lado, se teve um jogador que deixou a torcida orgulhosa, foi o Keno. Jogando pelo lado esquerdo do campo, o atacante brilhou, e foi responsável por grande parte das boas jogadas do Verdão, inclusive foi dele um chute muito bem dado que parou na trave do Galo no primeiro tempo.

E foi no primeiro tempo, totalmente dominado pelo Palmeiras, que ainda tivemos um penalti a nosso favor, mais um, desperdiçado. Dessa vez coube ao Wiliam bater pessimamente e jogar no lixo a chance de irmos pro intervalo em vantagem. Precisa ver isso ai, dois jogos seguidos pelo BR que perdemos penaltis, não dá mais né…

No segundo tempo o Palmeiras ainda teve mais algumas boas oportunidades de marcar, numa delas Victor desviou apenas o suficiente o que seria um golaço do Borja do meio da rua…

O Palmeiras foi nesse ritmo até os 30 do segundo tempo. Depois o Galo foi quem teve as melhores chances e foi a vez do Fernando Prass impedir a derrota.

No fim, perdemos 2 pontos, pois jogamos em casa, fomos bem melhor que o adversário e não fizemos o gol. Mas em relação ao último jogo, foi evidente a melhora. E certamente o time vai crescer nos próximos jogos.

Agora, quarta-feira, em Curitiba, precisamos recuperar os pontos desperdiçados em casa. Quem sabe o Cuca tenha se convencido que o RG não pode ser titular do Palmeiras, eu garanto que ganharemos se ele não jogar ou, pelo menos, não começar jogando.

AVANTI PALESTRA! 

  

SPFC 2×0 Palmeiras – BR17

Quando começa errado, dificilmente as coisas se endireitam depois.

Cuca mandou pra campo um time totalmente modificado. Estreou o Maike na direita, Usou o Felipe Melo como líbero no meio de Mina e Juninho, Michel na esquerda, Jean e Tche Tche no meio junto de Guerra e Dudu, com William no lugar do Borja.

De trás pra frente, comecemos lembrando que o William de centroavante não funciona. Ainda mais com o time do Jd. Leonor com 03 zagueiros.

E o Dudu deslocado pro meio também não funciona. E Jean e Tche Tche juntos tem funcionado quando o Palmeiras perde o meio de campo, o que não era o caso ontem, já que o bambi não ficava nem 1 minuto com a bola e já devolvia pra gente.

E o Felipe Melo recuado também não pôde produzir o bom futebol que vem jogando.

Ou seja, tudo errado. Mesmo assim, O Palmeiras dominou todo o primeiro tempo, ficou mais com a bola, mas não produziu o suficiente pra abrir o placar.

No segundo tempo, Cuca demorou pra mexer. E o bambi se organizou e começou a criar algumas chances, nada que pudesse ser realmente ameaçador.

Daí, como aquela máxima de quando nada é pra dar certo, não vai dar certo, começaram as falhas individuais.

Primeiro o Prass aceitou um chute ridículo do Pratto, a bola passou entre ele e a trave.

Segundo, o Cuca me tira o Guerra pra colocar o Keno, insistindo em manter o meio de campo com 03 volantes contra um time que já estava com 03 zagueiros e muito satisfeito com o resultado.

Mesmo assim, conseguimos um penalti a nosso favor. E era o terceiro erro, Jean bateu mal demais, pra fora.

Cuca finalmente abriu mão do esquema e sacou o Felipe Melo pra entrada do Borja. E ainda trocou o William pelo Roger Guedes. Mas o Palmeiras não melhorou.

E o Prass ainda aceitou outro gol daqueles que ele não costuma tomar. A bola passou por baixo dele num chute rasteiro da entrada da área do Luis Araújo.

No fim, o que pesou mesmo foi o desempenho modesto do time, muito em conta das escolhas erradas do Cuca, dentre elas deixar o nosso único 9 do elenco no banco pra colocar o Wiliam improvisado na função que, perguntem ao Eduardo Batista, ele não sabe fazer.

Que essa derrota sirva pra acabar com o oba-oba, o Palmeiras não vai ganhar jogo só por ter elenco caro, vai ter que jogar bola, e vai ter que ser escalado com o que tem de melhor, sem invenção.

Quarta-feira, em PoA, espero que o Cuca volte ao esquema e escalação tradicionais.

AVANTI PALESTRA! 

 

Palmeiras 4×0 Vasco – BR17

OOOOOO, o Cucabol voltoooou!!!!

E junto dele vieram a calça roxa, as goleadas e a consistência defensiva. Só coisas boas.

Voltou também a inteligência de mudar o time sem ter que fazer substituição. Uma simples troca de posição entre Jean e Tchê Tchê transformou um 1×0 apertado num passeio bem confortável do Verdão.

Eu nem comentei na última semana a queda do Eduardo e a contratação do Cuca porque, honestamente, nem era necessário. 10 entre 10 palmeirenses ficaram aliviados com a volta do Cuca e, com ele, a esperança de que o melhor elenco do Brasil voltasse a jogar um bom futebol.

Quando o Eduardo chegou, vi posts e mais posts de gente tentando apresentar o treinador como um grande estrategista, um estudioso, como muita gente o chamava. Vi até representações gráficas dos sistemas defensivos do Baptista, com teorias e mais teorias sobre as invenções e – como falavam – inovações que o Eduardo propunha.

Pensei que veria o sucessor de Rinus Michels no nosso banco de reservas.

Nem vou entrar no mérito se os trabalhos que o Eduardo fez no Sport ou na Ponte justificavam essa impressão dele. Talvez até justificassem. Mas esqueceram que aqui é Palmeiras.

Aqui nem Muricy Ramalho, que até no São Caetano levantou caneco, conseguiu dar a volta olímpica. Não a toa que nos últimos 24 anos, apenas 04 treinadores conseguiram levar o time às conquistas que o torcedor tanto queria (me desculpem o PegapegapegaPicerni e o Gilson Kleina, mas vocês não contam por razões um tanto mais do que óbvias).

Aqui, treinador “inovador” feito o EB é comido com farofa. Tanto que se teve uma coisa que aqui ele inovou, foi transformar a melhor defesa do Brasil de 2016 em uma peneira que já levou quase 02 gols por jogo na Libertadores…

Enfim, boa sorte na sequência da carreira, mas até nunca mais. E nada contra ele, mas sim contra esse perfil de jovem+promessa+vindo+da+Ponte+Preta que até meus filhos que nem 5 anos têm já sabem que não vinga aqui pros lados do Palestra.

Voltando ao jogo, o tal do Jomar vai ter pesadelo com o Dudu hoje AHAHAHAH, conseguiu fazer dois penaltis no 07 mais liso da América do Sul e, para a surpresa até dos cruzmaltinos, não foi expulso pelo complacente apitador, que entre o primeiro e segundo penals já tinha amarelado o pobre camisa 3 vascaíno.

Jean marcou o primeiro penal, e Borja o segundo (o quarto do Verdão na partida). Jean teve participação direta também no segundo gol, com chute cruzado que deu rebote pro Guerra, tranquilo, só desviar pro fundo do gol, ainda na primeira perna da partida.

Antes de marcar o seu penal, Borja já tinha desencantado e feito o terceiro do Verdão, de cabeça, em excelente jogada pela direita que começou no Mina e terminou com o cruzamento perfeito do Tchê Tchê pro Borja só desviar, logo no retorno do segundo tempo.

Mina, aliás, que ao lado do Felipe Melo, sobraram em campo. Jogaram demais. 

No fim, a impressão que deu é que não só o Cuca voltou de férias, mas também o futebol intenso que fez do Palmeiras o melhor time do Brasil em 16.

Esse recesso nos custou o título paulista mais fácil dos últimos 10 anos, mas desde o início já sabíamos que os objetivos desse ano eram muito maiores do que levantar a taça do Estadual.

A primeira meta já está encaminhada, mais 1 ponto e já entramos na segunda fase da Libertadores. A segunda meta será defender esse título brasileiro, com a vantagem de já não ter mais sobre os ombros do time, comissão e torcida o peso de tantos e tantos anos sem conquistar o caneco nacional.

O primeiro passo está dado. Vamos aos próximos 37.

AVANTI PALESTRA!

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