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Botafogo 1×2 Palmeiras – BR17

13 pontos marcados nos últimos 15 disputados, o Palmeiras definitivamente mostra que não está de turista no BR17. E o Jailson não perde desde a 19a rodada do BR 16, completou um BR inteiro sem perder, isso só pra baixar a bola de gambá que acha que 18 rodadas sem perder é alguma coisa….

Foi um jogo complexo. O Palmeiras teve um primeiro tempo volumoso, chutou pelo menos 8 bolas no gol, a maioria delas com Deyverson, que perdeu um gol incrível depois de ótima jogada do Keno pela esquerda.

No fim do primeiro tempo, o prêmio por um jogo bem disputado, veio numa falta besta de Roger, e gol contra na cobrança de Egidio. Verdão foi pro vestiário com um merecido 0x1.

Mas como nada na vida do palmeirense é fácil, num lance besta do Keno pelo meio, a bola foi trupicando pela nossa zaga até achar o atacante do Botafogo MUITO impedido pra empatar o jogo. Mas você não vai ver nenhum chororo na imprensa por causa disso…

Cuca sacou Keno quase ao mesmo tempo que o placar eletrônico tirou o zero do placar do Botafogo. Colocou o Veiga e tentou deslocar o Dudu pro lado esquerdo.

A partida continuava aberta, mas o Palmeiras não indicava que iria se dar por satisfeito. Cuca sacou o BH e colocou o ZR e sacou o RG pra colocar o Borja.

Num lance em que o Borja encurtou a reposição do Gatito, a bola sobrou pro Deyverson, sozinho, invadir a área e demorar demais pra lacrar o jogo. Era a quarta chance de gol que ele desperdiçava.

Mas aí vem a estrela do cara que não desiste: em uma jogada de profundidade, Egidio esticou pro ZR cruzar pro Deyverson chegar na voadora, no meio da fuça da bola e garantir os 3 pontos do Verdão.

Coisa linda de um time que teve competência e paciência pra vencer.

Se tivéssemos ganhado os 03 clássicos, o Palmeiras hoje teria 41 pontos e seria líder do campeonato. Ou seja, é manter o aproveitamento e vencer os 03 fregueses no segundo turno, que o caneco será nosso. E vai ser aquele golpe duro na imprensa que tanto odeia ver o Palmeiras vitorioso… VAMOS PALMEIRAS!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 Avaí – BR17

Vou fazer igual o Cuca na coletiva, primeiro falo do jogo, depois do afastamento do Felipe Melo.

Sobre o jogo, o Palmeiras não teve dificuldades pra ganhar do Avaí, fez 2 gols sem muita dificuldades e o jogo terminou ainda no primeiro tempo, quando Juan foi expulso. Depois disso o Palmeiras administrou a partida e só esperou o tempo passar.

Dudu, de fora da área, fez o primeiro, já aos 10, limpou o zagueiro e bateu cruzado, abrindo o placar pro Palmeiras.

Aos 34, Deyverson recebeu de Veiga (que entrou no lugar do Guerra – machucado), girou e bateu no contrapé do goleiro, 2×0.

Logo depois o Avaí ficou com um a menos e aí já estava resolvida a partida.

Anotou a escalação palestrino? Jailson, Mayke, Mina, Luan e Egidio, Bruno Henrique, Jean e Guerra, Dudu, Guedes e Deyverson. Deve ser esse o time que joga contra o Barcelona daqui duas quartas-feiras, pela partida de volta das oitavas da Liberta. Mudanças pontuais podem ser o TS no lugar do Jean e o Moisés no lugar do Guerra. A conferir.

Sobre o afastamento do Felipe Melo, como aqui não é site de fofoca, não vou reproduzir o que eu ouvi de conselheiros do clube hoje, mas ninguém aqui começou a acompanhar futebol ontem, jogador que não encaixa no esquema tático não é mandado embora, mas quando muito é destacado para aprimorar fundamentos, forma física etc. Ou seja, a história que o Cuca contou na entrevista não cola.

Mas também não importa. Felipe Melo é passado. Nenhum jogador é maior que o Palmeiras. Obrigado pelo soco na cara do uruguaio – com responsabilidade – pela dancinha da vitória na Vila Belmiro e boa sorte nessa vida ousada e no resto da carreira.

AVANTI PALESTRA!

Flamengo 2×2 Palmeiras – BR17

Foi um belo empate do Palmeiras, apesar das circunstâncias, já que por muito pouco não voltamos do Rio com três pontos (ou com nenhum) na mala.

O importante foi que o Palmeiras mostrou que não precisa temer a nenhum adversário, e sempre que jogar organizado vai dar trabalho, pra quem quer que seja, mesmo saindo atrás no placar.

E também foi bom ter superado os erros individuais que nos custaram os 02 gols sofridos, e a falha monstruosa do Michel que terminou com o Jaílson defendendo pênalti do Diego e garantindo o resultado. Jailsão MONSTRO!

Borja segue sem desencantar, mas agora passará a ter mais chances com a desagradável notícia da contusão do William, que pode ficar até 6 semanas fora. Mas não já nesse domingo, contra o Sport, porque o 9 foi um dos 9 – NOVE – que foram amarelados pelo péssimo arbitro Jailson de Freitas, e é um dos 4 (Dudu, Tche Tche e Michel são os demais) que estarão suspensos.

Não lembro de um jogo em que o Palmeiras tomou tantos cartões como esse. Falaram até num grupo aí que o juiz deu amarelo pro Marcio Araujo do Mulambo porque achou que ele ainda jogava no Palmeiras…

E ainda tão querendo achar chifre na cabeça de cavalo, com essa conversa de que o Mina teria feito falta no Guerrero nos dois lances dos gols do Verdão. Mas eu acho graça, o presidente do Flamengo chorando nas entrevistas já virou tradição, que chore sempre esse trouxa. Entra ano, sai ano e ninguém cala esse chororô… 

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 4×2 Vitoria – BR17

Uma vitória importante, pra afastar de vez a zica, especialmente pelo Palmeiras ter conseguido reagir depois de mais uma vez sair atrás no placar.

Gol, aliás, que saiu de um erro inofensivo do Felipe Melo no meio, mas que nem o mais sádico palestrino imaginaria que num chute tão (des) pretensioso a bola iria entrar onde entrou.

Mas Felipe Melo é o termômetro do time dentro de campo, Líder, não deixou o time se abater. Foi ele que lembrou ao Roger Guedes e ao Dudu, quando empatamos de penalti (muito penlati, viu Seo Noriega, muito!) em cobrança do 23, que a gente ainda atinha que virar a partida, pedindo aos dois que encurtassem na comemoração.

Logo depois, em jogada iniciada pelo Dudu, e com sorte e inteligência do Guerra, a bola sobrou pro Dudu fazer o segundo.

Voltamos pro intervalo sem mudanças. E o sol do meio dia parecia favorecer mais aos baianos do que aos palmeirenses. O Palmeiras demorou a engrenar e o Vitoria foi crescendo, até bola no travessão levamos, além de uma presepada do Mina que graças a Deus caiu nos pés do fraquíssimo Neilton.

Coube ao Dudu resolver a fatura. Em lance pela direita em que ele jantou dois marcadores do Vitória, a bola cruzada na área sobrou pro William mandar na trave e, no rebote, Maike encher o pé pra fazer o 3×1.

Em outra jogada pela direita, iniciada pelo Mina, Michel brecou o lance e de pé trocado bateu rasteira pra área, pro Dudu só desviar e deslocar o goleiro do Vitória: 4×1.

Borja entrou no lugar do Dudu e ainda teve uma chance de fazer, mas a bola foi caprichosamente pra fora.

Já bem perto do fim, Egídio aceitou um chapéu vexatório do jogador do Vitória, que no 1×2, fez o segundo dos baianos.

Fim de jogo, um 4×2 em que o Palmeiras mostrou toda a qualidade do seu ataque e toda a dificuldade da sua defesa. Tomar 2 do Vitória é preocupante.

Quarta-feira o compromisso é no Rio de Janeiro contra o Flamengo, e o Palmeiras terá a oportunidade de mostrar pra torcida se o Brasileiro ainda é sonho ou se já podemos começar a priorizar Copa do Brasil e Libertadores. O Maluco aposta na primeira opção.

Em tempo, hoje fui pela primeira vez no setor família com a patroa e os meus moleques, uma grata surpresa a organização, as atividades pra criançada, na medida certa – afinal, a principal atração tem que ser o jogo, e não os brinquedos – foi muito bom ver o Palmeiras voltando a investir no seu pequeno torcedor. Parabéns, diretoria, aprovada tanto a iniciativa como a execução!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x2 SCCP – BR17

Uma noite desgraçada é o que pode se resumir o que foi o jogo de hoje.

Difícil – ou seria fácil – apontar o dedo para os culpados. Pela coletiva do Cuca, ele mesmo se culpou, disse com franqueza o que o Palmeiras já sabe: não temos um padrão definido de jogo, como tínhamos no ano passado.

Some-se a isso a perda de peças importantes deste elenco, em razão de contusões (Jean e Moises, do time titular de 2016, só pra citar 2), sem falar nos que saíram sem uma reposição à altura.  

O resultado disso se vê em campo – um time que começou até que bem postado, mas logo no segundo contra-ataque, que foi iniciado pela esquerda da nossa defesa e terminou do outro lado, demos pros Lixos tudo o que eles esperavam: uma bola – e foi o penalti cometido pelo Bruno Henrique. Penalti burro. Era óbvio que o BH não ia chegar na bola.

Ainda assim, depois do 0x1 o Palmeiras continuou com o domínio de todas as ações do jogo. Mas o pouco que se criava se resumia a cruzamentos na área que, à falta de um 9 de ofício (já que o Cuca insiste em improvisar o William lá), não davam em nada.

Voltamos pro segundo tempo sem o Bruno Henrique machucado e com o Borja. Mas aí o Cuca errou. Tirou o Tche Tche da direita e o colocou no meio, transformou o Roger Guedes em lateral direito e o que estava até que de certa forma funcionando (as melhores jogadas do 1T foram pela direita com Gudes, Tche Tche, Guerra e BH fazendo as triangulações) virou um caos, e o Palmeiras que se viu em campo lembrou bem aquele da reta final do BR14.

Uma lástima. Mina virou centro avante. Guedes e Tche Tche batiam cabeça na direita e até por isso tomamos o 2o gol, o que era óbvio, com o zagueiro no ataque, o atacante de LD e o LD de volante, só podia acontecer isso mesmo. E ainda, com o goleiro em má-fase, a bola passa por baixo da mão e entra mesmo.

Essa bagunça toda era tudo o que o Gambá queria. Deram 2 chutes no gol, sendo que um foi de penalti. E foi 2×0. Daí foi aquela patifaria de sempre, tudo sob o olhar sempre conivente deste péssimo apitador chamado Leandro Vuaden, não sei como o Palmeiras ainda admite esse cara apitando jogo nosso… 

Se o Borja tivesse jogado no primeiro tempo, talvez não tivesse sido tão lastimável como foi no segundo. Talvez fosse a mesma merda. Só saberemos quando finalmente o treinador deixar o 9 jogar de 9, o 2 de 2 e assim por diante.

Que não está fácil achar o time ideal, Cuca, nós já percebemos. Agora como criticar um jogador como Tche Tche que, numa única partida exerce 3, 4 funções diferentes? Com um Dudu que joga ora pela esquerda, ora pelo meio? Como exigir padrão tático de um atacante como o Roger Guedes atuando na lateral direita? Fica difícil, né DT??

Uma coisa é certa: esse BR já foi muito possivelmente pro saco, o objetivo aqui tem que ser tentar uma vaga na Libertadores 18, isso se a vaga não vier no único objetivo que ainda nos resta sonhar.

Mas sejamos bastante realistas, o Palmeiras tem pouco mais de 15 dias pra começar a jogar de forma organizada e com um padrão técnico definido. É muito pouco tempo pra tanto problema em campo.

Vamos seguir acreditando numa reação, mas que ela parece cada vez mais improvável, não se pode negar…

AVANTI PALESTRA!

Cruzeiro 3×1 Palmeiras – BR17

Que lixo de semana. 

Tão pavorosa quanto a quantidade absurda de calças roxas na rua em dia de jogo no Allianz Parque. É tão zica quanto andar com pé de coelho, trevo de 4 folhas, ferradura etc.

Depois do 2Tempo horroroso em Guayaquil se esperava um pouco mais. 

E o Palmeiras até que começou bem a partida. Com mais volume, levando mais perigo. 

Até que numa bola quase morta, sempre pela direita do Maike, aquele morfético que eu não falo o nome contou com mais uma falha de posicionamento do Prass pra abrir o placar pras Marias. 

O que já estava ruim – e a essa altura já contávamos com 2 penaltis não marcados pelo sempre péssimo Pericles Bassols – ficou ainda pior quando um chute despretensioso desviou pra mostrar que o Prass, além de mal, também está com um puta dum azar. 2×0. 

Voltamos pro segundo tempo como sempre voltamos quando o Palmeiras está perdendo com o Maike de titular: sem o Maike. Keno entrou e Tche Tche foi fazer a lateral direita. 

Foi em jogada dele com o Guedes que saiu o cruzamento para William descontar pro Palmeiras. 2×1. 

O Palmeiras seguiu pressionando, mas sempre sem qualidade, e quando tinha alguma o safado do juiz dava um jeito de empatar pro nosso lado.

No fim, bem no fim, Luan errou o bote, o atacante do Cruzeiro entrou sozinho, Prass fez uma defesa monstra, mas, quando a zica tá braba, a bola desviou no nosso zagueiro, sobrando livre pro Maria marcar. 3×1 mentiroso, mas ainda assim 3×1. 

Prass está em má fase. E com azar. Assim como o Palmeiras. Sobrando azar e faltando futebol. 

Endeuzaram demais o Cuca, essa turma que veste a calça vinho, como se fosse resolver todos os nossos problemas só pq o cara usa a calça da mesma cor que o treinador… mas ele não é milagreiro, se não tiver peças de qualidade à disposição não consegue resolver. Hoje jogamos mais um jogo sem 9, sem 10 (volta Moises, pelo amor de San Genaro), com o ZR inventado no meio, com um 2 improvisado (pq o contratado nao resolveu) e depois com um 6 improvisado (pq o contratado nao resolveu).

Enquanto isso fica esse mistério nos bastidores como se o Diego Souza fosse chegar e todos os problemas do Palmeiras fossem acabar. Não vão. 

Talvez quando o Borja jogar bola, quando o Moisés voltar, quando o Jailson entrar, quando o Cuca achar o time e esquema ideiais, sei lá…

Que até quarta-feira esse time renasça e se reinvente, que o Cuca se ilumine e defina a escalação certa pra atropelarmos o Gambá. Time pra isso nós temos, e não tem nada melhor que uma surra no velho freguês pra recolocar as coisas no rumo.

E ela virá!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Gremio – BR17

Mais 3 pontos.

Custaram a vir, é verdade.

Poderiam ter vindo no primeiro tempo, em que o Palmeiras dominou o Gremio e criou várias chances de gol, mas Erik, Borja, Keno e Michel Bastos, todos perderam boas chances de marcar.

Ainda teve um erro bizarro do juiz, que marcou uma falta sobre o Egídio quase na pequena área como se fosse fora. Errou feio.

E assim, nada de gol na primeira etapa.

Cuca ainda manteve a escalação original por mais alguns minutos, depois colocou William no lugar do Erik, Roger Guedes no lugar do Keno e Raphael Veiga no Michel.

E foram os reservas (dos reservas) que resolveram a fatura: Lá pelos 30, Guedes lançou Veiga na direita, ele cruzou rasteiro e o defensor dos gaúchos desviou tirando o goleiro da bola, que foi parar no fundo da rede. 1×0 merecido. E foi só.

4 vitórias seguidas e o Palmeiras chegou a 7 pontos da ponta da tabela, e a 3 da vice-liderança. O desempenho tem que ser mantido agora contra Cruzeiro F, Gamba C,  Vitoria C e Mulambo F.

Foi bom também ver o time reserva conseguir o resultado, dá confiança pra todo o grupo e aumenta a disputa por uma vaga no time titular. O Palmeiras só ganha com isso.

No individual, Zé Roberto no meio mais uma vez muito bem, Borja vai ganhando confiança, trabalha bem demais a parte de pivô, mas ainda precisa melhorar a pontaria pra voltara a marcar. To achando que ele marca dia 05, dia 12 e dia 19…

E foi boa também a estreia de Bruno Henrique, mais uma boa opção qdo time na proteção da zaga. Luan, Juninho e Keno bem também, e o Egídio salvou o que seria um gol contra do ZR, merece destaque só por isso. Os abaixo do esperado foram Erik e Michel, parece que só funcionam quando vêm do banco (o Erik nem isso consegue), vai entender…

Última nota é para a MANCADA da organização da partida na entrada da molecada que tinha direito à gratuidade. Quem tem filho pequeno sabe que TRANSTORNO QUE É fazer crianças esperarem numa fila interminável por pura incompetência do Palmeiras. Até a PM achou ruim a presepada que o Palmeiras fez ao i) obrigar os pais a cadastrarem os filhos antes para direito à gratuidade, o que, além de tudo, é ILEGAL; e ii) ao obrigar todos os que tinham direito à gratuidade a entrarem por apenas duas catracas…

Francamente, Presidente, aqui vai seu primeiro puxão de orelha… Tanta ideia legal, como a volta do setor família no Allianz, como o fim da cadeira marcada no Gol Norte, não era pra enfiar o pé na jaca desse jeito, hein, Galliote? Criança menor de 12 anos, idosos maiores de 65 TEM DIREITO A ENTRADA GRATUITA – É LEI! Ninguém tem que se cadastrar em lugar nenhum e nem passar em catraca especial, é só mostrar o documento… QUE VACILADA, Signore!

Agora é Modo Libertadores ON, Palmeiras tem missão complicada em Guayaquil e o bom é que os principais jogadores foram poupados, embora Guerra ainda seja dúvida pra partida. Temos tudo pra voltar com a vitória, e ela virá! 

AVANTI PALESTRA! 

Ponte Preta 1×2 Palmeiras – BR17

SAI ZICAAAAAA!!!!

Ja eram seis jogos sem vencer esse time salafrário que é a Ponte Preta.

E graças a uma atuação monstruosa do Guerra, mais uma, finalmente conseguimos tirar essa tiriça dos infernos.

Assim como no ano passado, toda vez que o time que o Cuca armou conseguiu os 3 pontos, eu não me preocupei em entender o esquema tático, escalação, substituições, etc. O que vale é sempre a vitória.

Mas hoje é preciso pontuar. Zagueiro improvisado na lateral esquerda (muito bem, aliás), William improvisado de 9, Erik improvisado de jogador, no 2T Fabiano improvisado de volante… Depois de tudo isso, San Gennaro deve estar exausto de tantas preces que ouviu hoje…

E se o Cuca sabe o que faz, e a gente confia demais que ele saiba mesmo, fica muito difícil de entender a opção do treinador em sempre deixar no banco o investimento mais caro do clube para esta temporada. 

Ao deslocar o William pra jogar no meio dos dois zagueiros, o que ele efetivamente não sabe fazer, o Palmeiras perde duas vezes: na referência, onde ele é inoperante, e na ponta em que ele poderia estar rendendo muito mais do que o Erik, por falta de capacidade, consegue.

E olha que o Erik ainda arrematou uma assistência de calcanhar, pro segundo gol do Guerra, mas o conjunto da obra é muito, mas muito negativo.

E faltando pouco mais de 10 minutos pro jogo acabar, lá foi o Borja pro campo substituir o Guerra. Num jogo em que ele poderia ter sido fundamental, o nosso 9 ficou 80 minutos no banco olhando William fora de posição e o Erik assessor de lateral – como diz o Tostão – jogarem…

Complicado, mas, enfim, os 3 pontos vieram então All Hail King Cuca! Que fique o registro, porém: Borjão precisa jogar, professor!

Pra sequência do campeonato, perdemos Mina, Guerra e Tche Tche pro jogo contra o Gremio. Se o Cuca tava pensando em poupar, já não vai ter muita escolha sem a espinha dorsal do time.

Antes disso temos o Cruzeiro em casa pela CdB, e depois começamos uma maratona sinistra com Liberta e jogos cascudos no BR um atrás do outro.

O bom é que com essas 03 vitórias seguidas, e o que era pra ser uma quina, não fosse o juiz safadeeenho do jogo da Vila, o Verdão está crescendo na hora certa, chegou no 4o lugar depois de estar em 16o.  Estamos chegando, e ai já viu…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Atlético/GO – BR17

Partida e vitória protocolares do Palmeiras.

Contra esses times pequenos que jogam com 10 homens de linha atrás da linha da bola, é muito difícil ter criação, e o time fica sempre dependendo de lances individuais pra conseguir chances de gol.

E o primeiro tempo foi realmente assim, poucas chances do Palmeiras e até algumas além da conta do adversário.

No último minuto, depois de boa jogada de RG pela direita, a bola sobrou pro Borja na pequena área, e ali não tem conversa, é caixa. 1×0 e um gol importantíssimo pro Borja desencantar e quem sabe comprar um pouco de paciência da nossa ansiosa torcida.

No segundo tempo o A/GO abandonou um pouco o ferrolho, e o contra-ataque sobrou mais.

E foram diversas as chances criadas de gol: Borja e Guerra obrigaram o goleiro dos caras fazer defesas complicadas, e o Dudu ainda isolou uma bola quase embaixo do travessão. Ainda teve um cruzamento do Guerra que se o Dracena fosse 0 Mina, teria resultado em gol.

No fim do jogo, o A/Go ameaçou crescer, mas na única chance real de gol Fernando Prass cresceu e mais uma vez evitou que o Palmeiras perdesse pontos em casa, o que seria uma tragédia contra um adversário tão fraco, principalmente nessa pegada de recuperação depois de um início de campeonato tão irregular.

No fim, o que importa são sempre os 3 pontos, e como bem disse meu brother Brunão, esse jogo ninguém vai lembrar ou lamentar desse jogo no fim do ano…

Domingo contra a Ponte se imagina que o Cuca deva poupar alguns jogadores pro jogo de quarta, contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. O que mais preocupa é o meio campo, o Palmeiras segue sem um primeiro volante de ofício e ainda teve a substituição do Tche Tche, que do campo não deu pra saber se saiu machucado ou apenas com câimbras.

Por outro lado, o Palmeiras já poderá contar com Bruno Henrique, que apareceu hoje no BID da CBF. Só não sei se ele pode ser inscrito na Copa do Brasil, procurei mas não achei nada a respeito, então suponho que sim, porque se não pudesse a imprensa já ia estar apontando o dedo, né…

Então bora afundar a macaca e aquele treinador zé reula deles.

AVANTI PALESTRA! 

Bahia 2 x 4 Palmeiras – BR17

VOLTAMOS!

Na verdade, já tínhamos voltado contra os bagres, mas o resultado não veio. Como era esperado, o fraco time do Lambari empatou jogando em casa com a Ponte na sequência, e fomos nós pra Salvador pra enfrentar o até então invicto Bahia.

Cuca, na sua busca frenética pelo time ideal pra cada jogo, veio com Mayke, Mina, Juninho e Egídio na defesa, com Thiago Santos e Jean na proteção e Guerra na elaboração pro Keno, William e Guedes na frente.

Com o time bem leve, o Palmeiras conseguiu subir o primeiro combate e dificultou o jogo do Bahia, ao mesmo tempo em que favoreceu o contra ataque.

E logo aos 15, depois de um ótimo lançamento do Guerra (já anunciando o que seria a melhor partida do meia com a camisa do Palmeiras), Keno sofreu penalti claríssimo.

Na hora foi aquele misto de alegria e apreensão, já que o Palmeiras perdeu 02 dos 03 penaltis marcados pra gente até então (Jean contra o Bambi e William contra o Galo).

Guerra pegou a bola, mas o Guedes chegou e pediu pra bater, o Jean ainda tentou conversar mas ele estava decidido. E não vacilou: com paradinha, tirou o goleiro do retrato. 1×0.

Com o gol, o Palmeiras não se acomodou e manteve o mesmo ritmo de jogo, as jogadas sempre saindo dos pés do Guerra, mas o gol não vinha.

No final do primeiro tempo, um castigo injusto. Num lance raro de desatenção do Mina (e com participação negativa do Maike e do Guedes também), ele deu espaço pro bom Zé Rafael, que obrigou o Prass a uma ótima defesa, uma segunda ótima defesa no rebote e no terceiro lance não deu pro nosso goleiro, 1×1 que não refletia a realidade da partida até ali.

No segundo tempo, Cuca sacou o Mayke pra entrada do Tche Tche e levou o Jean pra direita, e o time que já fechou a primeira etapa jogando bem, encaixou de vez.

Aos 02 minutos, Thiago Santos ligou o Roger Guedes, que marcou o gol, mas foi anulado por impedimento.

Na sequência, o Palmeiras puxou bom contra ataque pela esquerda com o Keno, a bola sobrou pro Tche Tche que rolou pro meio da área, Guerra só ajeitou pro Keno, de primeira, de fora da área, acertar no ângulo direito do goleiro do Bahia. 2x1pro Verde.

O Palmeiras ainda iria criar duas chances perdidas pelo Guerra, mais uma com Guedes e outras com o Egídio e com o Jean, sempre com a armação do excelente meia venezuelano, mas a essa altura apesar da bola não entrar, o jogo estava muito mais pra gente do que pra eles.

Aos 20 perdemos o Keno (Erik), e aos 27 perdemos o Thiago Santos, com o Cuca promovendo a estreia de Luan na proteção da zaga.

Aos 37 Juninho desviou ótima cobrança de falta do Jean e a um milímetro da bola entrar o Mina finalizou de carrinho pra fazer o 3×1 que nós, inocentes, achamos que seria o prego na tampa do caixão baiano. Não foi.

Por que logo na saída de bola, moscamos pela direita da zaga, o atacante do Bahia entrou chutando e obrigando o Prass a mais uma ótima defesa. Na sequencia do lance, cruzamento mascado que o Juninho errou feio e perdeu o tempo da bola de forma bisonha, e o atacante do Bahia, meio desajeitado, desviou pro gol. 3×2 e a certeza de que nunca vai haver um minuto de sossego na vida do palmeirense.

Mas se a trapalhada na zaga nos custou um gol do Bahia, uma outra presepada bizarra do Erik no ataque terminou com gol nosso, sempre com a genialidade do Guerra, que ajeitou a mancada do 17 que tropeçou na bola, e tocou pro William dominar pra cima e bater cruzado, sem chance pro goleiro do Bahia. 4×2, aos 47.

Finalmente o placar refletiu com justiça o que se viu em campo. Na quarta, além do apito amigo, uma atuação perfeita do goleiro do Lambari custou que muito palmeirense não conseguisse enxergar o óbvio: O Palmeiras voltou.

E não teremos nunca um time titular. O Cuca vai seguir montando as escalações de acordo com o adversário. E isso não é covardia. É estudo, é estratégia, é tudo menos covardia. Às vezes vai funcionar (como hoje), outras não vai (como quarta passada), mas não duvidemos da competência do nosso time, do nosso treinador e da força da nossa camisa. 2017 será ainda melhor que 16.

O Palmeirão VOLTOU!

AVANTI PALESTRA!     

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