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Palmeiras 2×2 Bahia – BR17

Foi o último fiasco da segunda passagem de Cuca pelo Palmeiras. O treinador não resistiu a mais um mau resultado e deixou o comando do time nesta sexta-feira. 

Os 2 pontos perdidos ontem, somados aos 8 deixados contra Vasco fora e Chape a A/PR em casa, todos resultados inconcebíveis pro Palmeiras de 2016, estampam bem o quanto Cuca e o elenco não estavam mais em sintonia. Era pra estarmos a 4 do Gambá só com esses pontos aí…

Mas também não achemos que a saída de Cuca fará esse time magicamente começar a jogar bola. Porque falta qualidade pra alguns jogadores e pros que tem, está faltando compromisso.

De qualquer forma, a situação de Cuca no Palmeiras já estava alongada demais com as eliminações na Copa do Brasil e na Libertadores, e só foi piorando com os maus resultados do BR. 

Cuca merece nossa gratidão, mas foi tarde demais. A eliminação contra o Barcelona já devia ter sido a gota d’água.

A verdade é que o Cuca jamais devia ter saído no fim do ano passado e, menos ainda ter voltado. 

O Palmeiras meteu os pés pelas mãos com a contratação do EB, uma aposta arriscada prum time de torcida com nenhuma tolerância para novos treinadores. Falo por mim e por vocês também. 

A demissão do Eduardo foi até mais injusta do que a do Cuca, se pararmos pra pensar. A eliminação pra Ponte no Paulista não foi nada pior do que a derrocada ante ao Cruzeiro na CdB ou a eliminação nos penais no jogo contra o Barcelona.

Não que eu ache o EB não devia ter caído, ele não devia nem mesmo ter vindo.

E a volta do Cuca depois de tão pouco tempo, com essa pompa toda de Salvador da Pátria era o rascunho do caminho pro fracasso certo, e não deu outra. 

A diretoria pelo menos acerta ao iniciar o planejamento de 2018 da forma correta, mas isso tudo gira em torno de nâo se fazer mais apostas arriscadas. Vai montar o time o treinador que irá fazer a pré-temporada e conduzir o time no ano que vem. Por isso a escolha tem que ser certa. 

Enquanto isso, o Valentim, que muito palmeirense queria tivesse assumido o time ao invés do EB, terá chance de mostrar se merece mesmo toda essa confiança. 

Temos 11 jogos e 33 pontos em disputa pra garantir a Libertadores do ano que vem. 

Que comece 2018. 

AVANTI PALESTRA!

Bahia 2 x 4 Palmeiras – BR17

VOLTAMOS!

Na verdade, já tínhamos voltado contra os bagres, mas o resultado não veio. Como era esperado, o fraco time do Lambari empatou jogando em casa com a Ponte na sequência, e fomos nós pra Salvador pra enfrentar o até então invicto Bahia.

Cuca, na sua busca frenética pelo time ideal pra cada jogo, veio com Mayke, Mina, Juninho e Egídio na defesa, com Thiago Santos e Jean na proteção e Guerra na elaboração pro Keno, William e Guedes na frente.

Com o time bem leve, o Palmeiras conseguiu subir o primeiro combate e dificultou o jogo do Bahia, ao mesmo tempo em que favoreceu o contra ataque.

E logo aos 15, depois de um ótimo lançamento do Guerra (já anunciando o que seria a melhor partida do meia com a camisa do Palmeiras), Keno sofreu penalti claríssimo.

Na hora foi aquele misto de alegria e apreensão, já que o Palmeiras perdeu 02 dos 03 penaltis marcados pra gente até então (Jean contra o Bambi e William contra o Galo).

Guerra pegou a bola, mas o Guedes chegou e pediu pra bater, o Jean ainda tentou conversar mas ele estava decidido. E não vacilou: com paradinha, tirou o goleiro do retrato. 1×0.

Com o gol, o Palmeiras não se acomodou e manteve o mesmo ritmo de jogo, as jogadas sempre saindo dos pés do Guerra, mas o gol não vinha.

No final do primeiro tempo, um castigo injusto. Num lance raro de desatenção do Mina (e com participação negativa do Maike e do Guedes também), ele deu espaço pro bom Zé Rafael, que obrigou o Prass a uma ótima defesa, uma segunda ótima defesa no rebote e no terceiro lance não deu pro nosso goleiro, 1×1 que não refletia a realidade da partida até ali.

No segundo tempo, Cuca sacou o Mayke pra entrada do Tche Tche e levou o Jean pra direita, e o time que já fechou a primeira etapa jogando bem, encaixou de vez.

Aos 02 minutos, Thiago Santos ligou o Roger Guedes, que marcou o gol, mas foi anulado por impedimento.

Na sequência, o Palmeiras puxou bom contra ataque pela esquerda com o Keno, a bola sobrou pro Tche Tche que rolou pro meio da área, Guerra só ajeitou pro Keno, de primeira, de fora da área, acertar no ângulo direito do goleiro do Bahia. 2x1pro Verde.

O Palmeiras ainda iria criar duas chances perdidas pelo Guerra, mais uma com Guedes e outras com o Egídio e com o Jean, sempre com a armação do excelente meia venezuelano, mas a essa altura apesar da bola não entrar, o jogo estava muito mais pra gente do que pra eles.

Aos 20 perdemos o Keno (Erik), e aos 27 perdemos o Thiago Santos, com o Cuca promovendo a estreia de Luan na proteção da zaga.

Aos 37 Juninho desviou ótima cobrança de falta do Jean e a um milímetro da bola entrar o Mina finalizou de carrinho pra fazer o 3×1 que nós, inocentes, achamos que seria o prego na tampa do caixão baiano. Não foi.

Por que logo na saída de bola, moscamos pela direita da zaga, o atacante do Bahia entrou chutando e obrigando o Prass a mais uma ótima defesa. Na sequencia do lance, cruzamento mascado que o Juninho errou feio e perdeu o tempo da bola de forma bisonha, e o atacante do Bahia, meio desajeitado, desviou pro gol. 3×2 e a certeza de que nunca vai haver um minuto de sossego na vida do palmeirense.

Mas se a trapalhada na zaga nos custou um gol do Bahia, uma outra presepada bizarra do Erik no ataque terminou com gol nosso, sempre com a genialidade do Guerra, que ajeitou a mancada do 17 que tropeçou na bola, e tocou pro William dominar pra cima e bater cruzado, sem chance pro goleiro do Bahia. 4×2, aos 47.

Finalmente o placar refletiu com justiça o que se viu em campo. Na quarta, além do apito amigo, uma atuação perfeita do goleiro do Lambari custou que muito palmeirense não conseguisse enxergar o óbvio: O Palmeiras voltou.

E não teremos nunca um time titular. O Cuca vai seguir montando as escalações de acordo com o adversário. E isso não é covardia. É estudo, é estratégia, é tudo menos covardia. Às vezes vai funcionar (como hoje), outras não vai (como quarta passada), mas não duvidemos da competência do nosso time, do nosso treinador e da força da nossa camisa. 2017 será ainda melhor que 16.

O Palmeirão VOLTOU!

AVANTI PALESTRA!     

Baea 0 x 1 Palmeiras – BR14

Primeiramente, chupa Gilso Kleina!

Segundamente, Valpinga MONSTRO!

Terceiramente, Salvem DEUSMAzinho!

Quartamente, GANHAMOS, MINHA PORRA!

Quintamente, Parabéns aos amigos que estiveram em Salvador e ajudaram a trazer os 03 pontos. Só quem já botou o pé na estrada pra ver o Palmeiras trazer a vitória da casa do adversário sabe o quanto é boa a sensação de empurrar o time na casa do inimigo até ficar sem voz e ver dar resultado.

Pra concluir, finalmente foi a rodada perfeita. Ganhamos 03 pontos, e tiramos 03 pontos do Bahia, do Criciúma, do Figueirense, do Botafogo, do Chapecoense e do Vitoria, e mais 02 pontos do Coritiba, num total de 23 pontos ganhos numa única pernada. Seriam 24, não fosse o Gambá tão bosta.

Dessa vez Dorival percebeu que tirar Valdivia e Wesley antes do fim do jogo ia enterrar a posse de bola no ataque, e foi isso que fez a diferença. Um pouquinho mais de capricho e teríamos fechado o caixão do time do seu Gilso com facilidade.

Mas não importa, o que vale mesmo são os 03 – 23 pontos. Com 39, abrimos 05 da zona maldita e, pelo andar das coisas, com mais uma vitória devemos escapar de uma vez por todas da ameaça nesse ano que, se era pra ser só festa, foi só decepção.

No próximo sábado, ainda em local incerto (Pacaembu ou estreia no Allianz Parque), o Palmeiras deve pegar um Galo, senão reserva, em frangalhos pela disputa da semifinal da Copa do Brasil contra o Flamengo na quarta. Que seja, um pouco de sorte vem em boa hora…

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

BAHIA 0 x 1 PALMEIRAS

Local: Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data-Hora: 2/11/2014 – 20h
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA-RS)
Auxiliares: Rafael da S. Alves e Marcelo B. Barison (ambos de RS)

Renda/Público: R$ 445.731,00 / 15.367 pagantes
Cartões amarelos: Douglas Pires, Guilherme Santos, Kieza e Maxi Biancucchi (BAH); Marcelo Oliveira, Wesley e Allione (PAL)
Cartões vermelhos:

GOLS: Mazinho, aos 35’/1ºT (0-1)

BAHIA: Marcelo Lomba, Roniery, Lucas Fonseca, Adaílton e Guilherme Santos; Uelliton, Rafael Miranda (Rafinha, aos 28’/2ºT), Lincoln (Marcos Aurélio, aos 20’/2ºT) e Emanuel Biancucchi; Potita (Maxi Biancucchi, intervalo) e Kieza. Técnico: Gilson Kleina.

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Nathan, Tobio e Victor Luis; Marcelo Oliveira, Renato (Washington, aos 38’/2ºT), Wesley, Valdivia e Mazinho (Allione, aos 31’/2ºT); Mouche (Diogo, aos 27’/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1 x 1 Bahia – BR14 R13

Na quarta-feira, enquanto o Palmeiras ganhava – até aquele momento – por 2×0 da Fiorentina, comentei com os camaradas do alambreado: – só faltava ganhar hoje e empatar domingo, que é o jogo que importa. Houve quem se indignasse comigo, como se fosse eu em pessoa que resolvi um dia que Wendel, Marcelo Oliveira Leandro e outros mais seriam jogadores do Palmeiras…

Dito e feito, o Palmeiras ganhou da Fiorentina, jogo que podia ter perdido por 10000 x 0 que não ia mudar nada pra ninguém, e deixou de conseguir os 03 pontos contra o saco de pancadas do Brasileirão e, pior, concorrente direto na fuga contra o rebaixamento.

E não há lingua podre alguma a ser culpada, porque zica nenhuma supera a falta de qualidade do elenco do Palmeiras. A culpa é exclusiva de quem montou essa merda de time.

Ainda na quarta-feira, depois do jogo, me incomodou uma cena vista ali do alambreado mesmo, um pai levantando seu filho pequeno no colo pra ele poder enxergar a “festa”da conquista da “taça” Julinho Botelho. Na qualidade de pai de dois pequenos palestrinhas, senti na pele o sofrimento daquele pai tendo que fantasiar pro seu filho um título que, na verdade, não vale porra alguma… Como é difícil fazer o filho ser palmeirense. E eu que cogitei levar os moleques hoje pela primeira vez no Pacaembu, mas a luz divina me iluminou antes que cometesse esse erro mortal. NINGUÉM MERECE IR A PRIMEIRA VEZ AO ESTÁDIO PRA VER O TIME QUE ENTROU EM CAMPO HOJE COM A CAMISA DO PALMEIRAS…

Como também, a partir de hoje, sou absolutamente contra a estreia do novo estádio este ano. Porque o Palmeiras não merece entrar em campo em sua nova casa a primeira vez com tanto grosso e vagabundo vestindo sua camisa. Deus queira que ano que vem toda essa tranqueiragem suma do Palmeiras e da nossa vista…

Sobre o jogo em si, podemos falar que Gareca cometeu seu primeiro erro – apenas a ele atribuível – no comando do Palmeiras: inexplicavelmente, optou por Marcelo Oliveira improvisado na zaga, tendo deixado Tobio no banco. Por pior que Tobio tenha ido nos últimos jogos, falhou no primeiro gol contra o Gambá e contra o Cruzeiro, definitivamente a solução não é Marcelo Oliveira como zagueiro (ou em qualquer outra posição).

E o gol do Bahia, imediatamente após o nosso, foi marcado justamente por um jogador que o Marcelo Oliveira estava marcando mas, nó cego que só ele, deixou o cara livre no meio da área pra ir marcar a bola…

Josimar no lugar do Renato, já pelo segundo jogo, também não dá pra entender a opção do treinador, mas enfim…

Mas não é só eles que têm que sair do time pra nunca mais voltar. Leandro recebeu dois cruzamentos perfeitos na cabeça, mandou os dois pra fora com a mesma displicência do nosso último 9, Kleber Capricho… Isso sem falar na quantidade absurda de ataques que morreram nos pés dele. É verdade que ele tem que jogar invertido quando Mouche – mas pode chamar de Maikon Leche – está em campo, mas com a saída do argentino, o descompromissado camisa 38 continuou fazendo o mesmo, ou seja, nada.

Wesley e Felipe Menezes já provaram que não seguram o rojão – e hoje não foi diferente – enquanto Mentireta segue sendo só mais uma mentira, dentre tantas outras que essa diretoria contou ao palmeirense.  Enquanto isso, o Valdívia segue na Disney, recebendo salário do Palmeiras…

O único que honrou a camisa foi o lateral esquerdo Victor Luis, mais uma vez mostrou que às vezes a resposta pra um problema está embaixo do nosso nariz. Será que não tem um lateral direito na base que consiga ser menos pior que os dois atuais? Tinha o Bruninho, mas nossa diretoria decidiu emprestá-lo, vai ver que achavam que Wendel e Weldinho tavam voando…. Pois é…

Por Deus, pelo menos, Wendel tomou o terceiro amarelo e está fora do jogo do próximo domingo, contra o Galo lá em Minas. Até lá Alione deve ter sua documentação regularizada e aí podemos começar a ter uma pontinha de esperança em sair dessa zica maldita. Seis jogos, 02 pontos. Incrível… ou pior, não é não…

Jogo domingo a tarde, 16:00 hs,  com 16 mil pessoas. Sabado 18:30, no Panetone, 45 mil pessoas. Porque a diferença? Primeiro, porque os frescos estavam apresentando um bom jogador pra sua torcida (mais um) – que nem sequer jogou – segundo que por aqueles lados a diretoria já aprendeu que se quiser estádio cheio tem que baixar o preço – até no Groupon vendeu ingresso pro jogo delas desse sábado.

Então, senhores gestores, não adianta ir na TV pedir o apoio da torcida pra ver esse time ridículo em campo, com o ingresso mais caro do Brasil. Contratem jogadores minimamente qualificados pra vestir nossa camisa e parem de cobrar os olhos da cara da nossa torcida, e vejam o resultado. Ou calem-se.

Sem ficha técnica ou lances, por motivos de profunda preguiça de ver de novo tanta tosquice.

REAJE PALESTRA!

Bahia 0x1 Palmeiras – BR12

Um pequeno passo para o homem, um passo gigante para a palestrinidade, teria dito, salvo melhor juízo, Neil Armstrong, ao ser o primeiro homem a pisar na Lua. Como toda missão impossível, há sempre uma primeira vez, aquela que ninguém acredita, mas a barreira do inacreditável acaba sempre sendo rompida pelos fortes.

Nada está resolvido, muito pelo contrário, este foi apenas o primeiro de seis degraus que o Verdão ainda tem que escalar para, ainda este ano, resgatar a honra palestrina. O que importa é que, no embalo de mais uma previsão de Robério de Ogum, aquele mesmo que, em 12 de junho de 1993, aconselhou o ainda não profexô e muito humilde Vanderlei (sem W e Y) Luxemburgo a jogar de mangas compridas e meias brancas, o Palmeiras deu o passo inaugural, aquele mais difícil, aquele improvável que ninguém acreditava ainda ser possível. Está dado. Conformem-se os que torcem contra. E por favor, continuem torcendo contra.

Com Assunção viajando na véspera, com Barcos chegando à cancha direto do Chile meia hora antes do apito inicial, com o predestinado Betinho no lugar de Obina, com Patrik Vieira no lugar do Tiago Real, foi lá o desacreditado Palmeiras mostrar porque é Palmeiras. Aqui é Palmeiras, senhores!

Podemos até não escapar, mas vamos morrer na porrada, em pé como SEMPRE fizemos! Pra vocês que já tinham jogado a toalha, meus sinceros pêsames, porque PALMEIRENSE acredita até o fim!

Se jogou bem? Nem um pouco, mas foda-se, o que importa são os 3 pontos na tabela, 3 pontos honestos, 3 pontos a menos para a redenção. Assim iremos até o final derradeiro deste maldito BR12. E que se segurem os incrédulos. Hoje, o Palmeiras voltou a ser PALMEIRAS!

Nos vemos em Araraquara!

Obviamente que este post não vai ter nem ficha técnica nem melhores momentos. É a nova superstição do Maluquinho,não teve antes, não terá depois, e que assim seja até o fim!  

PRA CIMA PALMEIRAS! AVANTI PALESTRA!

Tem Jogo! Bahia x Palestra BR12 R31 – A História Se Repete?

Tem Jogo! desta rodada vem em ritmo diferente. Sem escalação, palpites, etc, a essa altura só superstição e coração, senhores!

No fim do ano passado, o Palmeiras finalmente garantiu a saída definitiva da zona na degola justamente contra o Bahia, encerrando uma série de 10 jogos sem vitória no BR11.

Na ocasião assim registramos o pós-jogo:

Até que enfim, porra! Depois de 10 malditos jogos, voltamos a vencer. Arrisco dizer que foi a vitória mais importante do ano. Chegar para os clássicos precisando de pontos pra não cair seria perigoso demais. 

Ao final do jogo, todos os jogadores (menos Valdivia) se reuniram e, abraçados, comemoravam a vitória. A entrega do time justificou a festa. O Palmeiras do começo do ano, limitado mas brigador, estava de volta, antes tarde do que nunca…

Atribuo a vitória – que eu acertei na lata no palpite do Tem Jogo! – a dois fatores distintos. O primeiro foi a utilização pelo Bigode do esquema tático com 2 meias, coisa que a gente cansou de falar durante o ano todo. Tanto que o Palmeiras foi melhor em campo até o momento em que o Bigode resolveu tirar o Patrik e colocar o #16, e depois sacou o Mago pra entrada de Chico.

O segundo fator deve-se às atuações de Assunção, Leandro Amaro e Valdivia. Embora o Mago tenha jogado muita bola – no segundo tempo – os lances do #10 não resultaram em gols, muito em parte por incompetência absoluta do Patrik, do Luan, do Ricardo Bueno, do bandeirinha. Mas foi muito bom ver o Palmeiras criando chances de gol de novo… a maioria delas dos pés e da genialidade do Mago.                                         

O Assunção e o Leandro Amaro também foram perfeitos hoje. O Assunção, naquilo que é útil – batendo faltas e escanteios – deu um gol e fez o outro.. Já o Leandro Amaro não perdeu uma dividida o jogo inteiro, jogou como se fosse titular há vários jogos. Me impressionou…

Finalmente podemos pensar só em 2012 a partir de agora (não sem antes tentar foder o ano dos Gambas e dos Bambis). Que seja um ano bem diferente…

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

BAHIA 0 X 2 PALMEIRAS

Estádio: Pituaçu, em Salvador (BA)
Data/hora: 20/11/2011 – 19h (de Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (Fifa-RJ) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)

Renda/público: não disponíveis
Cartões amarelos: João Vitor (PAL), Fahel (BAH)
GOLS: Ricardo Bueno (20’/1ºT), Marcos Assunção (45’/2ºT)

BAHIA: Marcelo Lomba, Jancarlos, Titi, Paulo Miranda, Hélder (Maranhão, 23’/2ºT); Fahel, Diones, Camacho (Júnior, intervalo) e Carlos Alberto (Nikão, 14’/2ºT); Lulinha e Souza. Técnico: Joel Santana.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (João Vitor, 13’/2ºT) e Valdivia (Chico, 39’/2ºT); Luan e Ricardo Bueno (Dinei, 28’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

AVANTI PALESTRA!

As semelhanças são e não são muitas. Aquele jogo selou a permanência do Verdão na Série A em 2012, e dessa vez o mesmo não acontecerá. Se o Palmeiras vencer nesta quarta, estará apenas no começo da praticamente impossível escalada pra fugir do descenso. De semelhante, só o fato do time jogar ameaçado pelo rebaixamento. Mas isso realmente não importa.

Assunção, o nome daquele jogo de 2011 – responsável imediato pelos 2 gols do Verdão, treinou normalmente nesta terça, não sentiu contusão, pegou avião pro Nordeste pra se juntar ao time e vai para o jogo de amanhã. Barcos, que serve a seleção portenha hoje à noite, tem esquema pronto pra também estar à disposição de Gilson Kleina. Isso sim importa. A escalação pra amanhã? Assunção, Barcos, e mais nove, EXCLAMAÇÃO (e o dedinho pra cima do baluarte das alamedas Leandro “Maníaco” Mariani!)

Some-se a isso que, fosse o futebol um esporte em que não acontecesse tanta imundície, o Palmeiras estaria apenas 3 pontos atrás do Bahia, já que fomos vilipendiados no jogo do primeiro turno, que era pra ter sido uma vitória nossa (+ 3 pontos do Verdão) e uma derrota deles (-3 pontos do Bahia). Mas isso também não importa agora…

Amanhã a arbitragem estará a cargo de Leandro Vuaden que, se não é um árbitro excelente, porque insiste em deixar o jogo correr demais e, com isso, acaba invertendo muitas faltas, pelo menos aparenta ser honesto. Ter arbitragens isentas daqui até o fim do ano importa, e muito, é fundamental…

Enfim, como já disse aqui nos últimos posts, vamos até o fim! Uma vitória amanhã e o Palmeiras ganha uma sobrevida, pelo menos até a próxima rodada. Será o bastante por ora, é assim que temos que pensar daqui até o dia 03/12.

E como não dar o palpite do Maluco dos últimos 2 jogos não adiantou piroca nenhuma, aqui vai: VAI SER 2×0 pro Verdão, igual no ano passado, dessa vez com gols de Barcos e Assunção.

Amanhã começa a reviravolta. O PALMEIRAS não caí! E tenho dito!

PRA CIMA PALMEIRAS! AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0 x 2 Bahia – BR2012

A arte de ser roubado em casa. É assim que poderiam se referir ao Palmeiras.

Antes de mais nada, queria dizer ao Sr. Cesar Sampaio, que de bons moços o inferno está cheio. Tive vergonha de ouvir a entrevista do Sr. Sampaio ontem na Rádio Bandeirantes que, depois do ROUBO ACINTOSO que o Palmeiras sofreu ontem, disse que o clube não ia fazer nenhum protesto e que acreditava na BOA-FÉ das pessoas. Ah, Cesar Sampaio, até parece que você nunca jogou bola…

Que saudades do Toninho Cecílio. Nessas horas, não há ninguém melhor que ele para DEFENDER O CLUBE, que se imagina deva ser a premissa principal de um gerente de futebol… Ontem ele teria quebrado pelo menos uns 2 armários no vestiário em Barueri, e esmagado meia dúzia de microfones durante uma antrevista na qual seria impossível esconder a raiva… MAs não, o nosso gerente ligou pra irmã pra saber como tinham sido os lances… Sério, eu mereço…

Quanto ao juiz, não vou escrever que ele é um safado, vagabundo, larápio, gatuno, salafrário, etc., etc., etc.  Não que ele não seja. Mas a mim impressiona que sempre o juiz que é escalado pra apitar o Palmeiras é o cabra que está 08 meses sem apitar, ou então um que acabou de voltar de 03 meses de suspensão, ou um que está estreando na série A, sempre nos nosso jogos… É muito azar, né Sampaio?????

Pro Bigode, enquanto fica mais um jogo de fora do comando do clube – ontem foi expulso depois de isolar uma bola que saia pela lateral, que tal pensar que estádio vazio é a oficina do Diabo na cabeça dos juízes? Sim, além de toda a omissão e o bunda-molismo nos bastidores, mandar jogos na casa do chapéu afasta a torcida e aí a equação é lógica: estádio distante, menos torcida, menos pressão, mais tranquilidade pro juiz operar o time. Sacou?

E pro vagabundo, cachaceiro, baladeiro do camisa, 10, fica um recado: ligue pro seu amiguinho Judas e pergunte pra ele se valeu a pena brincar com o sentimento da torcida. Pense como vai acabar a paz nos camarotes do Maewa ou da Woods se continuar de putaria…

Falar o que do jogo: dois penaltis não marcados a favor, um inventado contra e um gol mal anulado do Verdão prejudicam qualquer discussão.

Daniel Carvalho da ânsia de vômito, tamanho seu desinteresse em campo. Outro que precisa ser lembrado que aqui não é colônia de férias.

Wellington foi mal DEMAIS, mas o moleque tá começando ainda, não dá pra apavorar. Havia jogado bem os últimos dois jogos, dessa vez deu um azar digno de Galeano. Cabeça erguida, que você joga no Palmeiras.

Próxima etapa é pegar o Cruzeiro em Belo Horizonte, mais uma vez sem meio time e sem o vagabundo, cachaceiro, baladeiro do camisa 10…

Não vi quem apitará, mas não será nenhuma surpresa se o Palmeiras for mais uma vez operado em campo. É, Sampaio, continua bancando o coroinha que a gente vai longe…

Sem LANCES e/ou FICHA TÉCNICA em homenagem ao bundão do Sampaio.

 

O BONDE:

AVANTI PALESTRA! 

Bahia 0x2 Palmeiras – BR2011

Até que enfim, porra! Depois de 10 malditos jogos, voltamos a vencer. Arrisco dizer que foi a vitória mais importante do ano. Chegar para os clássicos precisando de pontos pra não cair seria perigoso demais. 

Ao final do jogo, todos os jogadores (menos Valdivia) se reuniram e, abraçados, comemoravam a vitória. A entrega do time justificou a festa. O Palmeiras do começo do ano, limitado mas brigador, estava de volta, antes tarde do que nunca…

Atribuo a vitória – que eu acertei na lata no palpite do Tem Jogo! – a dois fatores distintos. O primeiro foi a utilização pelo Bigode do esquema tático com 2 meias, coisa que a gente cansou de falar durante o ano todo. Tanto que o Palmeiras foi melhor em campo até o momento em que o Bigode resolveu tirar o Patrik e colocar o #16, e depois sacou o Mago pra entrada de Chico.

O segundo fator deve-se às atuações de Assunção, Leandro Amaro e Valdivia. Embora o Mago tenha jogado muita bola – no segundo tempo – os lances do #10 não resultaram em gols, muito em parte por incompetência absoluta do Patrik, do Luan, do Ricardo Bueno, do bandeirinha. Mas foi muito bom ver o Palmeiras criando chances de gol de novo… a maioria delas dos pés e da genialidade do Mago.                                         

O Assunção e o Leandro Amaro também foram perfeitos hoje. O Assunção, naquilo que é útil – batendo faltas e escanteios – deu um gol e fez o outro.. Já o Leandro Amaro não perdeu uma dividida o jogo inteiro, jogou como se fosse titular há vários jogos. Me impressionou…

Finalmente podemos pensar só em 2012 a partir de agora (não sem antes tentar foder o ano dos Gambas e dos Bambis). Que seja um ano bem diferente…

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

BAHIA 0 X 2 PALMEIRAS

Estádio: Pituaçu, em Salvador (BA)
Data/hora: 20/11/2011 – 19h (de Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (Fifa-RJ) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)

Renda/público: não disponíveis
Cartões amarelos: João Vitor (PAL), Fahel (BAH)
GOLS: Ricardo Bueno (20’/1ºT), Marcos Assunção (45’/2ºT)

BAHIA: Marcelo Lomba, Jancarlos, Titi, Paulo Miranda, Hélder (Maranhão, 23’/2ºT); Fahel, Diones, Camacho (Júnior, intervalo) e Carlos Alberto (Nikão, 14’/2ºT); Lulinha e Souza. Técnico: Joel Santana.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (João Vitor, 13’/2ºT) e Valdivia (Chico, 39’/2ºT); Luan e Ricardo Bueno (Dinei, 28’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

AVANTI PALESTRA!

Tem Jogo! Bahia x Palmeiras – BR2011 – R36

Quando a gente acha que as coisas vão melhorar pro nosso lado, eis que o Ceará derrota o Grêmio no Olímpico, o que nós não conseguimos fazer…

Se o Palmeiras empatar hoje, basta que o Cruzeiro tenha vencido o  A/PR hoje e que vença o Ceará na próxima rodada que escaparemos da degola independentemente do resultado dos dois últimos jogos.

Agora, se o Verdão ganhar hoje, resolve a parada de uma vez por todas e manda o rebaixamento pra casa do caralho.

Felipão parece ter entendido isso já que finalmente armou o time com dois meias (Patrik e Valdivia), ao invés de três volantes (com Tinga ao lado de Assunção e Araujo). Jogamos com Deola, Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik e Valdivia; Luan e Ricardo Bueno.

O Bahia deve ter Marcelo Lomba; Gabriel, Paulo Miranda, Titi e Hélder; Marcone, Fahel, Magno e Diones; Souza e Lulinha.

Sigo otimista. Acredito na vitória hoje. É só querer. 2×0 é o palpite, bem de maluco mesmo, gols de Valdívia e Assunção.

Alow San Gennaro!!! É com você!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×1 Bahia – BR2011

Eu não tenho mais forças pra reclamar de arbitragem, de diretoria, de atacantes perdendo gols absurdos, de bolas que vão na trave…

A nuvem negra não sai de cima do Palestra. Os culpados? São muitos. 

Pra começar do começo, diria que o grande culpado de tudo é o empresário do Judas, que prefere ver seu jogador com 5o contos a mais no bolso do que com um título no currículo. Graça a Deus que eu não preciso de empresário pra trabalhar… Esse senhor conseguiu acabar com um ambiente de time vencedor que vínhamos tendo (lembrem que empatamos com Inter e Cruzeiro fora e sapecamos uma goleada no Avaí antes do migué do Judas…) e apontou o time do Palmeiras ladeira abaixo.

De lá pra cá, o que se viu foi um show de horror. É tanta coisa que se fosse listar aqui, iria escrever um livro. Essa situação inicial desencadeou todo tipo de desgraça e escancarou a nau sem rumo que é o Palmeiras. Um clube sem direção. Não tenham dúvida que desde o principal atacante da equipe estar há 12 jogos sem fazer gol até os seguidos erros de arbitragem contra o Palmeiras, tudo tem uma enorme parcela de culpa atribuída à falta de comando que impera na Sociedade Esportiva Palmeiras.

Já se vão 3 meses que o Palmeiras foi assaltado pelo Sr. PCO na semi-final do Paulista e hoje, quase 100 dias depois, a diretoria veio fazer um apelo na mídia sobre os erros de arbitragem contra o Palmeiras. 100 DIAS! 100! E o pior é que hoje em dia, não são só os velhos medalhões da arbitragem que fodem com a gente, mas qualquer Zé Ninguém de Goiás ou de Santa Catarina mete a mão na cara dura, “dentro de casa”. Sem dó. Sem respeito algum pela imensidão da maior camisa verde da América. Pois é…

Aliás, “dentro de casa”? E o Canindé lá é páreo pra uma torcida do tamanho da do Palmeiras? Essa devia fazer parte de um Manual de como se apequenar um clube. O item 1 ia ser “Jogar no Canindé”. 

Ainda hoje ouvi a mesma diretoria garantir que nao irá tomar nenhuma providência contra o conselheiro responsável por vazar verdades e MUITAS mentiras sobre os bastidores da Sociedade Esportiva Palmeiras para a imprensa, para o CONSEG, para o MP. E o artigo 33, III, do Estatuto? É letra morta?

Enfim, longe de ser o objetivo desse post abordar todos os problemas do Palmeiras e, voltando ao jogo, eu dizia que, quando a fase é ruim, é ruim mermo…

Se fosse em outros tempos, tinha sido 4×0 pro Palmeiras, com o mesmo volume de jogo, com as mesmas chances criadas. O zagueiro que fez o gol impedido pros baianos teria sido expulso antes desse lance. Valdivia e Tiago Heleno não teriam tomado o terceiro amarelo… E por aí vai…

A fase tá tão absurdamente ruim que muita gente perdeu a esperança, e com razão. Mas, uma luz no fim do túnel foi vista hoje na entrevista do Felipão. Eu esperava que ele fosse estar mais pra baixo que o cu da cobra, mas ele não estava. Óbvio que não tava feliz com o empate, mas tava ali, firme e forte, dando a cara pra bater em frente aqueles malditos jornalistas. Perguntaram o que o levaria a deixar o Palmeiras. Ele respondeu “Nada!”

Se o Felipão, que não nasceu palmeirense, não vai pular do barco e acredita na nossa camisa, mesmo com toda essa desgraça que o clube atravessa dentro e fora do campo, não vou ser eu que vou pensar diferente.

Em 10 dias, como bem lembrou o Conrado no Verdazzo!, tudo pode virar de volta do inferno pro céu. Nada melhor do que atropelar um rival pra espantar de vez a crise. Na falta de um, temos os dois principais pela frente e, no meio deles, a decisão da vaga na Sulamericana contra o competente time do Vasco.

Chegou a hora de ressurgir das cinzas, Palmeiras. Eu acredito.

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 1 BAHIA

Estádio: Canindé, em São Paulo (SP)
Data/hora: 18/8/2011 – 21h (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Thiago Gomes Brigido (CE)

Renda e público: R$ 188.695,00 / 6.266 pagantes
Cartões amarelos: Thiago Heleno, Gerley, Kleber, Luan, Valdivia (PAL); Carlos Alberto, Titi, Ávine (BAH)
Cartões vermelhos: –
GOLS: Valdivia, 8’/2ºT (1-0); Titi, 22’/2ºT (1-1)

PALMEIRAS: Marcos, Cicinho, Thiago Heleno, Henrique e Gerley; Márcio Araújo (Chico, 25’/2ºT), Marcos Assunção e Valdivia; Luan (Tinga, 35’/2ºT), Kleber e Dinei (Maikon Leite, 7’/1ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

BAHIA: Marcelo Lomba, Marcos, Titi, Paulo Miranda e Ávine; Fahel, Marcone, Diones (Jones, 17’/2ºT) e Carlos Alberto (Ricardinho, 45’/2ºT); Jóbson e Júnior (Reinaldo, 13’/2ºT). Técnico: René Simões.

AVANTI PALESTRA!

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