Cruzeiro 3×1 Palmeiras – BR17

Que lixo de semana. 

Tão pavorosa quanto a quantidade absurda de calças roxas na rua em dia de jogo no Allianz Parque. É tão zica quanto andar com pé de coelho, trevo de 4 folhas, ferradura etc.

Depois do 2Tempo horroroso em Guayaquil se esperava um pouco mais. 

E o Palmeiras até que começou bem a partida. Com mais volume, levando mais perigo. 

Até que numa bola quase morta, sempre pela direita do Maike, aquele morfético que eu não falo o nome contou com mais uma falha de posicionamento do Prass pra abrir o placar pras Marias. 

O que já estava ruim – e a essa altura já contávamos com 2 penaltis não marcados pelo sempre péssimo Pericles Bassols – ficou ainda pior quando um chute despretensioso desviou pra mostrar que o Prass, além de mal, também está com um puta dum azar. 2×0. 

Voltamos pro segundo tempo como sempre voltamos quando o Palmeiras está perdendo com o Maike de titular: sem o Maike. Keno entrou e Tche Tche foi fazer a lateral direita. 

Foi em jogada dele com o Guedes que saiu o cruzamento para William descontar pro Palmeiras. 2×1. 

O Palmeiras seguiu pressionando, mas sempre sem qualidade, e quando tinha alguma o safado do juiz dava um jeito de empatar pro nosso lado.

No fim, bem no fim, Luan errou o bote, o atacante do Cruzeiro entrou sozinho, Prass fez uma defesa monstra, mas, quando a zica tá braba, a bola desviou no nosso zagueiro, sobrando livre pro Maria marcar. 3×1 mentiroso, mas ainda assim 3×1. 

Prass está em má fase. E com azar. Assim como o Palmeiras. Sobrando azar e faltando futebol. 

Endeuzaram demais o Cuca, essa turma que veste a calça vinho, como se fosse resolver todos os nossos problemas só pq o cara usa a calça da mesma cor que o treinador… mas ele não é milagreiro, se não tiver peças de qualidade à disposição não consegue resolver. Hoje jogamos mais um jogo sem 9, sem 10 (volta Moises, pelo amor de San Genaro), com o ZR inventado no meio, com um 2 improvisado (pq o contratado nao resolveu) e depois com um 6 improvisado (pq o contratado nao resolveu).

Enquanto isso fica esse mistério nos bastidores como se o Diego Souza fosse chegar e todos os problemas do Palmeiras fossem acabar. Não vão. 

Talvez quando o Borja jogar bola, quando o Moisés voltar, quando o Jailson entrar, quando o Cuca achar o time e esquema ideiais, sei lá…

Que até quarta-feira esse time renasça e se reinvente, que o Cuca se ilumine e defina a escalação certa pra atropelarmos o Gambá. Time pra isso nós temos, e não tem nada melhor que uma surra no velho freguês pra recolocar as coisas no rumo.

E ela virá!

AVANTI PALESTRA!

Barcelona 1×0 Palmeiras – Libertadores 17

Esperando o Palmeiras entrar em campo pra comentar o jogo. 

Acho que vou ter que esperar o jogo da volta…

VERGONHA. 

AVANTI PALESTRA!

Carta Aberta ao Presidente da SEP

Estimado Signore Maurício Galiotti,

Sou um admirador da sua pessoa, desde os tempos do primeiro mandato do seu antecessor. Você que me recebeu e a mais alguns lá na Academia de Futebol pra falar dos planos daquela administração para o segundo mandato do então presidente.

Você que foi aclamado presidente da S. E. P., sem adversário no pleito pelo cargo maior do clube e que, logo nos primeiros dias de mandato, recebeu a mim e mais alguns para falar, sempre francamente, pelo futuro do nosso Verdão.

Você que trouxe de volta a gratuidade para crianças em alguns jogos – não em todos, é verdade – e recriou o setor família tão elogiado nos tempos do velho Palestra.

Você que oficializou o fim do lugar marcado no setor Gol Norte. 

Você que tanto está acertando, presidente, não pode deixar passar em branco e continuar avalizando esse inferno que o torcedor palmeirense é submetido a cada novo jogo na nossa casa.

Hoje, mais uma vez, o palmeirense foi feito de otário para comprar um mísero ingresso pela Internet, fato que já vem se tornando corriqueiro a cada novo jogo decisivo.

O ingresso mais barato, do Setor Gol Norte – desde que foram reservados 2 mil lugares para comercialização pela W Torre – se esgota em míseros 18 minutos, o que torna qualquer instabilidade uma penalidade fatal pra quem se mata pra manter o rating com 05 estrelas pra poder assistir o jogo ali.

A questão é que isso ocorre há meses e não há meio do Futebolcard corrigir o problema. Hoje, o pior de tudo foi um comunicado, quase duas horas depois, pelo Palmeiras, anunciando o que mais de 10 mil palmeirenses já sabiam:

A essa altura, Presidente, o caos já estava instalado na vida de milhares de palmeirenses que tentavam seguir com a normalidade de suas vidas ao mesmo tempo em que tinham que conviver com a hipótese de ficar de fora do jogo contra o maior rival.

Depois de 90 minutos que pareceram 90 dias, finalmente o ingresso foi comprado. Aí algum conformista pode dizer – mas então, do que se está reclamado?

Ora, presidente, eu consegui reservar o meu ingresso, graças a ajuda de um amigo, mas sei de muita gente que ficou sem.

Sei de amigos que estão desistindo do prazer de acompanhar o time no estádio porque não têm mais paciência com as incontáveis filas; fila pra comprar ingresso na Internet, fila pra trocar ingresso gratuito no Pacaembu (essa foi a campeã de todas), fila pra trocar ingresso de 1/2 entrada no Allianz, fila pra passar na barreira da PM/FutebolCard, fila bisonha e quilométrica pra entrar no Portão B do Estádio…

É como disse um palestra lá no twitter hoje de manhã: e eu que achei que a fila tinha acabado em 93…

Presidente, sei que o Signore não é dado a medidas populistas, mas já passou da hora de mandar o Futebolcard pra casa do chapéu, de bater o pé com a PM e SSP pra acabar o Palestra Under Siege, esse estado de sítio absurdo que só vale pro Palmeiras e pra mais nenhum clube paulista, uma vergonha e, sobretudo, uma discriminação tão odiosa e retrógrada que remonta aos idos de 1942…

Siga lembrando que você manda no Maior do Brasil, administra a paixão de 17 milhões, dentre os quais estão os 30, 35 mil que a cada nova partida do Verdão em sua casa têm o seu amor posto à prova por tantos desmandos, descasos, arbitrariedades nada isonômicas e também por tanta incompetência dos parceiros que ganham fortunas pra entregar um serviço de péssima qualidade.

Signore Galiotti, tá na hora de deixar o sangue italiano falar: SOMOS PALESTRA! O torcedor, eu lhe garanto, agradece.

 AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Gremio – BR17

Mais 3 pontos.

Custaram a vir, é verdade.

Poderiam ter vindo no primeiro tempo, em que o Palmeiras dominou o Gremio e criou várias chances de gol, mas Erik, Borja, Keno e Michel Bastos, todos perderam boas chances de marcar.

Ainda teve um erro bizarro do juiz, que marcou uma falta sobre o Egídio quase na pequena área como se fosse fora. Errou feio.

E assim, nada de gol na primeira etapa.

Cuca ainda manteve a escalação original por mais alguns minutos, depois colocou William no lugar do Erik, Roger Guedes no lugar do Keno e Raphael Veiga no Michel.

E foram os reservas (dos reservas) que resolveram a fatura: Lá pelos 30, Guedes lançou Veiga na direita, ele cruzou rasteiro e o defensor dos gaúchos desviou tirando o goleiro da bola, que foi parar no fundo da rede. 1×0 merecido. E foi só.

4 vitórias seguidas e o Palmeiras chegou a 7 pontos da ponta da tabela, e a 3 da vice-liderança. O desempenho tem que ser mantido agora contra Cruzeiro F, Gamba C,  Vitoria C e Mulambo F.

Foi bom também ver o time reserva conseguir o resultado, dá confiança pra todo o grupo e aumenta a disputa por uma vaga no time titular. O Palmeiras só ganha com isso.

No individual, Zé Roberto no meio mais uma vez muito bem, Borja vai ganhando confiança, trabalha bem demais a parte de pivô, mas ainda precisa melhorar a pontaria pra voltara a marcar. To achando que ele marca dia 05, dia 12 e dia 19…

E foi boa também a estreia de Bruno Henrique, mais uma boa opção qdo time na proteção da zaga. Luan, Juninho e Keno bem também, e o Egídio salvou o que seria um gol contra do ZR, merece destaque só por isso. Os abaixo do esperado foram Erik e Michel, parece que só funcionam quando vêm do banco (o Erik nem isso consegue), vai entender…

Última nota é para a MANCADA da organização da partida na entrada da molecada que tinha direito à gratuidade. Quem tem filho pequeno sabe que TRANSTORNO QUE É fazer crianças esperarem numa fila interminável por pura incompetência do Palmeiras. Até a PM achou ruim a presepada que o Palmeiras fez ao i) obrigar os pais a cadastrarem os filhos antes para direito à gratuidade, o que, além de tudo, é ILEGAL; e ii) ao obrigar todos os que tinham direito à gratuidade a entrarem por apenas duas catracas…

Francamente, Presidente, aqui vai seu primeiro puxão de orelha… Tanta ideia legal, como a volta do setor família no Allianz, como o fim da cadeira marcada no Gol Norte, não era pra enfiar o pé na jaca desse jeito, hein, Galliote? Criança menor de 12 anos, idosos maiores de 65 TEM DIREITO A ENTRADA GRATUITA – É LEI! Ninguém tem que se cadastrar em lugar nenhum e nem passar em catraca especial, é só mostrar o documento… QUE VACILADA, Signore!

Agora é Modo Libertadores ON, Palmeiras tem missão complicada em Guayaquil e o bom é que os principais jogadores foram poupados, embora Guerra ainda seja dúvida pra partida. Temos tudo pra voltar com a vitória, e ela virá! 

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 3×3 Cruzeiro – Copa BR17

Que jogo foi esse… Hoje é pra dormir só as 4 da manhã…

Depois de uma quase tragédia, graças a uma escalação muito da equivocada, especialmente em razão da definição da zaga bem mais pesada, com Fabiano, Mina, Dracena e Zé Roberto,  contra um Cruzeiro jogando sem referência, o Palmeiras virou presa fácil e, em 3 contra-ataques, levou 3 gols.

E olha que o Palmeiras começou pressionando bem, criando algumas oportunidades até que, numa falha generalizada num rebote de escanteio, o Cruzeiro fez 0X1. Em mais alguns minutos e já estaria 3. Uma semi-tragédia.

Cuca não perdeu tempo e sacou Fabiano, ainda no primeiro tempo, colocou Egydio e corrigiu de uma só vez toda a defesa: Egidio foi pro lugar do Zé, Zé foi pro lugar do Tche Tche e este, por sua vez, foi para a direita.

Corrigida a marcação, o Palmeiras fechou a porteira na defesa, mas sem conseguir ameaçar o gol do Fabio.

Voltamos do intervalo com o óbvio ululante que apenas o Cuca não quer ver, mas hoje não tinha muita escolha: B O R J A.

Em 20 minutos empatamos o jogo, com uma participação determinante no primeiro e uma assistência de cabeça no segundo gol, o colombiano comandou a reação do Verdão quando boa parte da imprensa já dava a derrota como certa. foi sua melhor partida com a nossa camisa, e isso que nem gol ele fez…

É verdade que depois disso o time acomodou, respirou, e ainda teve algumas chances de chegar ao 4o gol, mas ele não veio.

No fim, o resultado foi justo pela vacilada monstra do Cuca na montagem do time pra essa partida, justo ele que tanto se empenha em escalar o time de acordo com o adversário, colocou a nossa zaga mais pesada contra o ataque mais leve do Cruzeiro. Errou.

E corrigiu o erro. Espero apenas que ele tenha entendido a importância do Borja na partida, bem como a incapacidade do William de ser a referência, o que inclusive contribuiu pra tantas e tantas bolas que estavam no nosso ataque virarem lances ofensivos perigosos e até gols do nosso adversário. Já adianto que, pelo que ouvi da entrevista, ele não entendeu.

Mais duas coisas: Dudu monstro chamou a responsa, fazia tempo qu enão tínhamos um 7 tão a vontade com a nossa camisa, e William sem jogar de centroavante até gol fez, viu professor?

Apesar da desvantagem de ter sofrido gols em casa, o que impede o Verdão de empatar em 0x0, 1×1 ou 2×2 lá no Mineirão, quem saiu pior nessa foi o Cruzeiro, que deixou escapar a chance de fechar a tampa do nosso caixão, e agora vai ter que jogar com a responsa de saber que podia ter matado o confronto no primeiro jogo, mas deixaram a gente buscar, agora quero ver segurar Mariazinha…

AVANTI PALESTRA! 

 

 

Ponte Preta 1×2 Palmeiras – BR17

SAI ZICAAAAAA!!!!

Ja eram seis jogos sem vencer esse time salafrário que é a Ponte Preta.

E graças a uma atuação monstruosa do Guerra, mais uma, finalmente conseguimos tirar essa tiriça dos infernos.

Assim como no ano passado, toda vez que o time que o Cuca armou conseguiu os 3 pontos, eu não me preocupei em entender o esquema tático, escalação, substituições, etc. O que vale é sempre a vitória.

Mas hoje é preciso pontuar. Zagueiro improvisado na lateral esquerda (muito bem, aliás), William improvisado de 9, Erik improvisado de jogador, no 2T Fabiano improvisado de volante… Depois de tudo isso, San Gennaro deve estar exausto de tantas preces que ouviu hoje…

E se o Cuca sabe o que faz, e a gente confia demais que ele saiba mesmo, fica muito difícil de entender a opção do treinador em sempre deixar no banco o investimento mais caro do clube para esta temporada. 

Ao deslocar o William pra jogar no meio dos dois zagueiros, o que ele efetivamente não sabe fazer, o Palmeiras perde duas vezes: na referência, onde ele é inoperante, e na ponta em que ele poderia estar rendendo muito mais do que o Erik, por falta de capacidade, consegue.

E olha que o Erik ainda arrematou uma assistência de calcanhar, pro segundo gol do Guerra, mas o conjunto da obra é muito, mas muito negativo.

E faltando pouco mais de 10 minutos pro jogo acabar, lá foi o Borja pro campo substituir o Guerra. Num jogo em que ele poderia ter sido fundamental, o nosso 9 ficou 80 minutos no banco olhando William fora de posição e o Erik assessor de lateral – como diz o Tostão – jogarem…

Complicado, mas, enfim, os 3 pontos vieram então All Hail King Cuca! Que fique o registro, porém: Borjão precisa jogar, professor!

Pra sequência do campeonato, perdemos Mina, Guerra e Tche Tche pro jogo contra o Gremio. Se o Cuca tava pensando em poupar, já não vai ter muita escolha sem a espinha dorsal do time.

Antes disso temos o Cruzeiro em casa pela CdB, e depois começamos uma maratona sinistra com Liberta e jogos cascudos no BR um atrás do outro.

O bom é que com essas 03 vitórias seguidas, e o que era pra ser uma quina, não fosse o juiz safadeeenho do jogo da Vila, o Verdão está crescendo na hora certa, chegou no 4o lugar depois de estar em 16o.  Estamos chegando, e ai já viu…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Atlético/GO – BR17

Partida e vitória protocolares do Palmeiras.

Contra esses times pequenos que jogam com 10 homens de linha atrás da linha da bola, é muito difícil ter criação, e o time fica sempre dependendo de lances individuais pra conseguir chances de gol.

E o primeiro tempo foi realmente assim, poucas chances do Palmeiras e até algumas além da conta do adversário.

No último minuto, depois de boa jogada de RG pela direita, a bola sobrou pro Borja na pequena área, e ali não tem conversa, é caixa. 1×0 e um gol importantíssimo pro Borja desencantar e quem sabe comprar um pouco de paciência da nossa ansiosa torcida.

No segundo tempo o A/GO abandonou um pouco o ferrolho, e o contra-ataque sobrou mais.

E foram diversas as chances criadas de gol: Borja e Guerra obrigaram o goleiro dos caras fazer defesas complicadas, e o Dudu ainda isolou uma bola quase embaixo do travessão. Ainda teve um cruzamento do Guerra que se o Dracena fosse 0 Mina, teria resultado em gol.

No fim do jogo, o A/Go ameaçou crescer, mas na única chance real de gol Fernando Prass cresceu e mais uma vez evitou que o Palmeiras perdesse pontos em casa, o que seria uma tragédia contra um adversário tão fraco, principalmente nessa pegada de recuperação depois de um início de campeonato tão irregular.

No fim, o que importa são sempre os 3 pontos, e como bem disse meu brother Brunão, esse jogo ninguém vai lembrar ou lamentar desse jogo no fim do ano…

Domingo contra a Ponte se imagina que o Cuca deva poupar alguns jogadores pro jogo de quarta, contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. O que mais preocupa é o meio campo, o Palmeiras segue sem um primeiro volante de ofício e ainda teve a substituição do Tche Tche, que do campo não deu pra saber se saiu machucado ou apenas com câimbras.

Por outro lado, o Palmeiras já poderá contar com Bruno Henrique, que apareceu hoje no BID da CBF. Só não sei se ele pode ser inscrito na Copa do Brasil, procurei mas não achei nada a respeito, então suponho que sim, porque se não pudesse a imprensa já ia estar apontando o dedo, né…

Então bora afundar a macaca e aquele treinador zé reula deles.

AVANTI PALESTRA! 

Bahia 2 x 4 Palmeiras – BR17

VOLTAMOS!

Na verdade, já tínhamos voltado contra os bagres, mas o resultado não veio. Como era esperado, o fraco time do Lambari empatou jogando em casa com a Ponte na sequência, e fomos nós pra Salvador pra enfrentar o até então invicto Bahia.

Cuca, na sua busca frenética pelo time ideal pra cada jogo, veio com Mayke, Mina, Juninho e Egídio na defesa, com Thiago Santos e Jean na proteção e Guerra na elaboração pro Keno, William e Guedes na frente.

Com o time bem leve, o Palmeiras conseguiu subir o primeiro combate e dificultou o jogo do Bahia, ao mesmo tempo em que favoreceu o contra ataque.

E logo aos 15, depois de um ótimo lançamento do Guerra (já anunciando o que seria a melhor partida do meia com a camisa do Palmeiras), Keno sofreu penalti claríssimo.

Na hora foi aquele misto de alegria e apreensão, já que o Palmeiras perdeu 02 dos 03 penaltis marcados pra gente até então (Jean contra o Bambi e William contra o Galo).

Guerra pegou a bola, mas o Guedes chegou e pediu pra bater, o Jean ainda tentou conversar mas ele estava decidido. E não vacilou: com paradinha, tirou o goleiro do retrato. 1×0.

Com o gol, o Palmeiras não se acomodou e manteve o mesmo ritmo de jogo, as jogadas sempre saindo dos pés do Guerra, mas o gol não vinha.

No final do primeiro tempo, um castigo injusto. Num lance raro de desatenção do Mina (e com participação negativa do Maike e do Guedes também), ele deu espaço pro bom Zé Rafael, que obrigou o Prass a uma ótima defesa, uma segunda ótima defesa no rebote e no terceiro lance não deu pro nosso goleiro, 1×1 que não refletia a realidade da partida até ali.

No segundo tempo, Cuca sacou o Mayke pra entrada do Tche Tche e levou o Jean pra direita, e o time que já fechou a primeira etapa jogando bem, encaixou de vez.

Aos 02 minutos, Thiago Santos ligou o Roger Guedes, que marcou o gol, mas foi anulado por impedimento.

Na sequência, o Palmeiras puxou bom contra ataque pela esquerda com o Keno, a bola sobrou pro Tche Tche que rolou pro meio da área, Guerra só ajeitou pro Keno, de primeira, de fora da área, acertar no ângulo direito do goleiro do Bahia. 2x1pro Verde.

O Palmeiras ainda iria criar duas chances perdidas pelo Guerra, mais uma com Guedes e outras com o Egídio e com o Jean, sempre com a armação do excelente meia venezuelano, mas a essa altura apesar da bola não entrar, o jogo estava muito mais pra gente do que pra eles.

Aos 20 perdemos o Keno (Erik), e aos 27 perdemos o Thiago Santos, com o Cuca promovendo a estreia de Luan na proteção da zaga.

Aos 37 Juninho desviou ótima cobrança de falta do Jean e a um milímetro da bola entrar o Mina finalizou de carrinho pra fazer o 3×1 que nós, inocentes, achamos que seria o prego na tampa do caixão baiano. Não foi.

Por que logo na saída de bola, moscamos pela direita da zaga, o atacante do Bahia entrou chutando e obrigando o Prass a mais uma ótima defesa. Na sequencia do lance, cruzamento mascado que o Juninho errou feio e perdeu o tempo da bola de forma bisonha, e o atacante do Bahia, meio desajeitado, desviou pro gol. 3×2 e a certeza de que nunca vai haver um minuto de sossego na vida do palmeirense.

Mas se a trapalhada na zaga nos custou um gol do Bahia, uma outra presepada bizarra do Erik no ataque terminou com gol nosso, sempre com a genialidade do Guerra, que ajeitou a mancada do 17 que tropeçou na bola, e tocou pro William dominar pra cima e bater cruzado, sem chance pro goleiro do Bahia. 4×2, aos 47.

Finalmente o placar refletiu com justiça o que se viu em campo. Na quarta, além do apito amigo, uma atuação perfeita do goleiro do Lambari custou que muito palmeirense não conseguisse enxergar o óbvio: O Palmeiras voltou.

E não teremos nunca um time titular. O Cuca vai seguir montando as escalações de acordo com o adversário. E isso não é covardia. É estudo, é estratégia, é tudo menos covardia. Às vezes vai funcionar (como hoje), outras não vai (como quarta passada), mas não duvidemos da competência do nosso time, do nosso treinador e da força da nossa camisa. 2017 será ainda melhor que 16.

O Palmeirão VOLTOU!

AVANTI PALESTRA!     

Lambari 1×0 Palmeiras – BR17

Apesar do bom futebol do Palmeiras ontem, não foi o bastante pra superar a atuação perfeita do goleiro adversário e também a sempre péssima arbitragem de Wilton Pereira Sampaio.

O juiz foi decisivo em dois lances primordiais. Primeiro, não marcou a falta clara do atacante santista sobre Dracena no lance que gerou o gol deles. E depois deixou de marcar penalti claro no Dracena no fim do jogo. 

Mas é certo que a derrota veio de novo depois de uma indefinição na marcação pela direita, mesma coisa contra o Coritiba. 

Foi bom ver também o quanto jogou bola o Roger Guedes, arrisco até dizer que foi o melhor palmeirense em campo.

Apesar da clara evolução nos jogos contra Galo, Fluminense e ontem, o Palmeiras segue sem marcar pontos ou gols fora de casa. 4 derrotas. Péssima campanha e já há os PVCs da vida apontando ser impossível tirar os 12 pontos de diferença pra liderança.

A se manter essa escrita de o Palmeiras não pontuar fora de casa, realmente não vamos conseguir buscar. Por isso, ou o Palmeiras ganha na Bahia, ou priorizar a Libertadores até o fim do ano será a única opção.

E presidente, não adianta nada chefiar delegação da CBF e no jogo seguinte ser assaltado desse jeito…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×1 Fluminense – BR17

Nada como uma boa vitória pra acalmar os ânimos da torcida palestrina.

Mesmo sem Mina, Dudu e Borja, o Palmeiras conseguiu superar o Fluminense.

Com alguma dificuldade, é verdade, mas no fim o que vale são os 3 pontos, os 3 gols depois de 4 jogos sem vencer e/ou marcar.

A volta do Guerra com certeza fez a diferença no sistema ofensivo, que passou a ter organização e estruturação, bem diferente daquele bumba meu boi que foi em Curitiba.

Logo aos 9 o Palmeiras abriu o placar, em jogada de cobrança de lateral batido pelo ZR, que o William desviou na medida pro Guerra bater de primeira, indefensável.

E tudo parecia que ia caminhar prum jogo tranquilo, mas depois de um novo chutão pra frente nas costas do nosso lateral direito, Jean saiu antes mas perdeu vergonhosamente na corrida, e a bola cruzada sobrou fácil pro Henrique Dourado empatar.

Mas o Palmeiras não se abalou. Seguiu criando e depois de uma excelente jogada do RG pela direita, até que enfim Senhor…, Keno desempatou.

Ainda teve tempo do Prass fazer uma defesa monstra numa jogada que o Henrique Dourado entrou nas costas do Juninho/ZR.

Pro segundo tempo, Cuca sacou o Jean – péssimo, sem nenhuma condição de jogo – e colocou o Thiago Santos, deslocando o Tche Tche pra direita. Mais tarde, com a contusão do sempre excelente Felipe Melo, Fabiano entrou e Tche Tche voltou pro meio de campo.

Keno, exausto, ainda deu lugar pro MB, e o Palmeiras até conseguia desenvolver algumas jogadas de contra-ataque, embora faltasse algum capricho – assim como em Curitiba – pra matar o jogo.

Numa das raras vaciladas da nossa zaga, que foi muito bem no geral, Marco Junior cabeceou sozinho, na pequena área, pruma defesa absurdamente monstruosa do Prass.

Pouco depois, num contraataque armado por Juninho, Roger Guedes ganhou dos zagueiros do Fluminense e bateu cruzado de canhota pra lacrar o caixão do time que deve a série C, foi literalmente o último jogo da partida.

Foi o jogo da redenção do Prass e do RG, justo os mais criticados pela torcida nas últimas partidas. Guedes deu um gol e fez outro, e o Prass pegou duas bolas à queima-roupa pra chutar a má-fase do Palmeiras na bunda.

Quarta-feira vamos pra nossa Casa de Praia consolidar a recuperação e descamar um pouco mais nosso velho freguês litorâneo.

AVANTI PALESTRA!

 

 

%d blogueiros gostam disto: