Palmeiras 1×0 Inter – CDB17

E o primeiro jogo decisivo do Cuca no seu retorno ao Verdão foi com vitória.

Há quem não tenha gostado do rendimento econômico do time. A vitória simples realmente não empolgou.

Mas em torneio mata-mata, em que gol fora é critério de desempate, quando o primeiro jogo é em casa a regra principal é não tomar gol, a segunda é ganhar. E o Palmeiras fez as duas coisas. Então está ótimo.

Não custa lembrar que Borja driblou o goleiro no primeiro tempo e chutou pra fora. E Dudu, no segundo, era só ter rolado a bola pro Eric e o Palmeiras já teria lacrado o caixão.

E o Inter teve duas chances, em bolas paradas, uma que parou no travessão do que seria um gol contra do Borja, e a outra numa defesa monstra do Prass. 

Resultado bom, e segue o jogo, lembrando que a Copa do Brasil é a terceira prioridade nesta temporada.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4×0 Vasco – BR17

OOOOOO, o Cucabol voltoooou!!!!

E junto dele vieram a calça roxa, as goleadas e a consistência defensiva. Só coisas boas.

Voltou também a inteligência de mudar o time sem ter que fazer substituição. Uma simples troca de posição entre Jean e Tchê Tchê transformou um 1×0 apertado num passeio bem confortável do Verdão.

Eu nem comentei na última semana a queda do Eduardo e a contratação do Cuca porque, honestamente, nem era necessário. 10 entre 10 palmeirenses ficaram aliviados com a volta do Cuca e, com ele, a esperança de que o melhor elenco do Brasil voltasse a jogar um bom futebol.

Quando o Eduardo chegou, vi posts e mais posts de gente tentando apresentar o treinador como um grande estrategista, um estudioso, como muita gente o chamava. Vi até representações gráficas dos sistemas defensivos do Baptista, com teorias e mais teorias sobre as invenções e – como falavam – inovações que o Eduardo propunha.

Pensei que veria o sucessor de Rinus Michels no nosso banco de reservas.

Nem vou entrar no mérito se os trabalhos que o Eduardo fez no Sport ou na Ponte justificavam essa impressão dele. Talvez até justificassem. Mas esqueceram que aqui é Palmeiras.

Aqui nem Muricy Ramalho, que até no São Caetano levantou caneco, conseguiu dar a volta olímpica. Não a toa que nos últimos 24 anos, apenas 04 treinadores conseguiram levar o time às conquistas que o torcedor tanto queria (me desculpem o PegapegapegaPicerni e o Gilson Kleina, mas vocês não contam por razões um tanto mais do que óbvias).

Aqui, treinador “inovador” feito o EB é comido com farofa. Tanto que se teve uma coisa que aqui ele inovou, foi transformar a melhor defesa do Brasil de 2016 em uma peneira que já levou quase 02 gols por jogo na Libertadores…

Enfim, boa sorte na sequência da carreira, mas até nunca mais. E nada contra ele, mas sim contra esse perfil de jovem+promessa+vindo+da+Ponte+Preta que até meus filhos que nem 5 anos têm já sabem que não vinga aqui pros lados do Palestra.

Voltando ao jogo, o tal do Jomar vai ter pesadelo com o Dudu hoje AHAHAHAH, conseguiu fazer dois penaltis no 07 mais liso da América do Sul e, para a surpresa até dos cruzmaltinos, não foi expulso pelo complacente apitador, que entre o primeiro e segundo penals já tinha amarelado o pobre camisa 3 vascaíno.

Jean marcou o primeiro penal, e Borja o segundo (o quarto do Verdão na partida). Jean teve participação direta também no segundo gol, com chute cruzado que deu rebote pro Guerra, tranquilo, só desviar pro fundo do gol, ainda na primeira perna da partida.

Antes de marcar o seu penal, Borja já tinha desencantado e feito o terceiro do Verdão, de cabeça, em excelente jogada pela direita que começou no Mina e terminou com o cruzamento perfeito do Tchê Tchê pro Borja só desviar, logo no retorno do segundo tempo.

Mina, aliás, que ao lado do Felipe Melo, sobraram em campo. Jogaram demais. 

No fim, a impressão que deu é que não só o Cuca voltou de férias, mas também o futebol intenso que fez do Palmeiras o melhor time do Brasil em 16.

Esse recesso nos custou o título paulista mais fácil dos últimos 10 anos, mas desde o início já sabíamos que os objetivos desse ano eram muito maiores do que levantar a taça do Estadual.

A primeira meta já está encaminhada, mais 1 ponto e já entramos na segunda fase da Libertadores. A segunda meta será defender esse título brasileiro, com a vantagem de já não ter mais sobre os ombros do time, comissão e torcida o peso de tantos e tantos anos sem conquistar o caneco nacional.

O primeiro passo está dado. Vamos aos próximos 37.

AVANTI PALESTRA!

Jorge Wilstermann 3×2 Palmeiras – Libertadores17

Então bora trabalhar mais e falar menos, EB, porque bola esse time tem – e muita – pra jogar. É só escalar bem, substituir bem e dar padrão – ou pelo menos manter aquele que nos rendeu o título de campeão brasileiro de 2016 – que chegaremos a todos os nossos objetivos.

Assim fechei o post após a vitória épica da quarta-feira passada. Mas foi em vão. Com mais uma atuação trágica da zaga – VH e Jean em especial – e bem abaixo da crítica dos demais setores, o Palmeiras conheceu sua primeira derrota na Libertadores.

O que parecia um bom começo de jogo logo foi sumindo e, de novo, o Palmeiras ofereceu seu ponto fraco pro adversário – a bola parada. Assim como já havia ocorrido com o Penarol em casa, demos as faltas na boca da área pro adversário, até o primeiro gol sair, depois de uma falha vergonhosa de Vitor Hugo no tempo da bola.

Nem deu tempo do Palmeiras assimilar o golpe e, num lance em que o time inteiro assistiu o volante dos caras desarmar o Guerra, atrás do meio de campo, e caminhar tranquilo por toda a nossa intermediária, até acertar um improvável chute de fora da área, já víamos mais uma vez se desenhando a história da semana passada…

Ainda achamos, nos descontos, um gol que parecia dar esperança.

Mas só pareceu mesmo. As alterações no intervalo não deram certo, principalmente a retirada do TS, aos 18 do 2T, pra colocar o Keno. Enquanto nosso meio batia cabeça tentando adequar a falta da referência defensiva de um primeiro volante, em mais um lance bizarro da zaga, dessa vez com Jean, Prass fez um penalti ainda mais bizarro, e o que era chance de conseguir o placar virou vinagre.

O JW ainda fez um gol contra pra nos ajudar, mas mesmo assim não bastou. No fim, 3×2 justo pros donos da casa, e a combinação dos resultados tira o Palmeiras da zona de conforto, apesar de ainda ser o líder do Grupo.

Ainda falta 1 ponto pra classificar e vamos jogar a última rodada em casa, só dependendo de nós mesmos. Qualquer conta agora é só pra passar vergonha.

Com 10 gols marcados em 5 jogos, o ataque segue bem positivo, apesar da quantidade absurda de gols no sufoco. Mas com 8 gols sofridos no mesmo período, fica claro que existe um déficit técnico razoável no sistema defensivo.

Aí o treinador que tinha subido nas tamancas – com razão – na coletiva da semana passada no Uruguai, hoje se dá ao direito de dizer que a culpa do mau resultado era do gramado. Verdade: a culpa é da grama não ser mágica pra fazer um time tão sem recursos técnicos – principalmente na defesa – apresente um bom futebol.

Não fode, Baptista…

AVANTI PALESTRA!

 

 

 

Peñarol 2×3 Palmeiras – Libertadores17

Eu com certeza não durmo hoje. E serei o cara mais feliz do mundo por isso.

Depois de 45 minutos absurdamente trágicos, em que o Eduardo Baptista mostrou expoencialmente toda sua incapacidade de estar à frente de uma equipe como o Palmeiras, e 2×0 foi até pouco – sem falar da arbitragem tão trágica quanto – a camisa voltou do intervalo pra lembrar o mundo quem é o Palmeiras.

E em 12 minutos da etapa complementar já podia ter sido igualado o placar, depois do gol do William aos 6, não fosse pelo pé torto e murcho do Roger Guedes que, sem goleiro e na pequena área, isolou a bola. Mas aos 17, Mina de cabeça, depois de cruzamento do Jean, a segunda, mas não a última assistência da noite, colocou o Verdão de volta na partida.

O palmeirense, que já tinha quebrado a cara ao achar que jamais veria de novo um primeiro tempo tão ruim quanto aquela bosta em Campinas, agora via incrédulo se desenhar uma improvável vitória histórica.

E ela veio no binômio Jean/William, o primeiro só rolando depois dum rebote de chute do Guerra  pro segundo arrematar e decretar a vitória e a quase classificação para a próxima fase, faltando 1 ponto ou o Tucuman não vencer um dos seus dois jogos.

No fim, o pau comeu dentro e fora de campo, e novamente tivemos a lição de que receber bem a torcida e time adversários é só passar recibo de trouxa. Pelo que pode ser visto pela TV, e pelos relatos que chegam do UY, a Mancha Verde foi responsável direta por não ter ocorrido uma tragédia com os torcedores do Palmeiras em Montevidéu, enquanto os 20 seguranças que o Verdão levou pra acompanhar o time garantiram que os nossos jogadores não sofressem uma emboscada premeditada dentro de campo.

Na coletiva, Eduardo Baptista se inflamou, sem citar nomes, mas precisamente contra o gambá de presas amarelas Juca Kfouri, contra a notícia de que Rogér Guedes teria sido escalado a mando de Mattos, dando a entender que o treinador seria pau mandado da diretoria.

Ok, a entrevista foi legal e tals, sempre vou vibrar quando ver alguém com a nossa camisa mandando essa imprensa safa tomar no cu, mas vamos lá professor, a eliminação pra Ponte e o primeiro tempo no Uruguai foram dignos de demissão sumária, o que provavelmente teria sido o caso não fosse a recuperação lendária na etapa final.

Então bora trabalhar mais e falar menos, EB, porque bola esse time tem – e muita – pra jogar. É só escalar bem, substituir bem e dar padrão – ou pelo menos manter aquele que nos rendeu o título de campeão brasileiro de 2016 – que chegaremos a todos os nossos objetivos.

Quem respira futebol vive por dias (noites) como essa. Obrigado, Palmeiras!

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×0 Ponte Preta – Paulistão17

Antes do jogo tive a tristeza de acompanhar o velório do irmão de um grande amigo palmeirense, que aos 54 anos foi cedo demais acompanhar o Palestra lá de cima. Descanse em paz, Álvaro e força pra sua família, Nandão…

Sobre o jogo, finalmente o Palmeiras venceu a maldita Ponte Preta no Allianz Parque. O resultado, todavia, não foi o bastante pra garantir o Verdão na final do Paulistão.

Quase 40 mil palmeirenses ficaram a cargo de dar o combustível que o time precisava da arquibancada, mas em campo as coisas não fluíram do mesmo jeito.

O Palmeiras enfrentou – como era de se esperar – uma Ponte Preta preocupada apenas em se defender, abusando das faltas e que contou – como também já esperado – com a conivência do péssimo Rafael Klaus, que teve influência decisiva no resultado ao não marcar dois penaltis claros pro Palmeiras, um em cima do Jean no 1T e outro no Dudu no 2T.

Mas, é como eu sempre digo aqui, se for pra depender de juiz acertar pra gente, o Palmeiras vai se foder 11 de cada 10 vezes…

Também precisa ser dito que o Eduardo Baptista, assim como em Campinas, teve participação direta em nosso insucesso. Na semana passada colocou um time cansado contra uma Ponte Preta com o butijão cheio de uma semana de descanso; demorou demais pra mexer e quando o fez, foi pra colocar um morto-vivo como o Alecsandro em campo, foi ridículo.

Hoje, de novo foi mal: esperou uma eternidade pra mexer no time e, precisando ganhar o jogo de 3, me tira o melhor atacante pra colocar o William improvisado de centroavante, o que a gente tá cansado de saber que não funciona.

Não dá pra entender porque o Keno, nessas duas partidas, jogou menos de 30 minutos. Podia muito bem ter sido titular tanto lá em Campinas como aqui. Michel Bastos idem, não pode ficar de fora e, se ficar, não pode entrar só na metade do 2T.

No fim, o que pesou mesmo foi a atuação trágica e azarada do primeiro jogo. Por pior que o Palmeiras tenha jogado lá, 3×0 não foi um resultado justo, demos um puta azar, principalmente no terceiro gol, aquela tragédia. Um 2×1 teria sido muito mais verdadeiro e a essa altura estaríamos todos bêbados abraçados na r. Caraibas e comemorando a classificação do Verdão pra mais uma final, possivelmente contra a carniça, o que seria ainda melhor…

O que preocupa é que jogamos fora o Paulista mais fácil dos últimos 10 anos, dava pra ganhar jogando até com time misto, e perder a chance de jogar a final contra um rival porque não conseguiu passar de uma bosta feito a Ponte Preta é pra acender a luz de alerta na diretoria.

A cobrança tem que ser severa em time e comissão. Não pode o melhor elenco do País, com todo esse investimento, ser eliminado de forma tão juvenil como foi.

Se o foco desse ano não era o Paulistão, e não era mesmo, o olhar do palmeirense se volta pro desempenho na Libertadores, em que os 7 pontos conquistados num dos grupos mais fáceis da competição o foram a custo de suar sangue, primeiro com um empate fora de casa contra o pior time da chave (tudo bem que com um a menos o jogo todo, mas mesmo assim dava pra ter ganho), e depois com 2 vitórias em casa conquistadas na bacia das almas, nos últimos segundos do jogo…

Em resumo, era pro Palmeiras estar sobrando na Liberta, e pelo menos na final do Paulistão. Ou seja, daqui pra frente os resultados tem que ser mais convincentes, ou já é hora de começar a mudar.

E sem tempo pra respirar, quarta-feira já tem pedreira em Montevideu, acorda EB…

AVANTI PALESTRA!

Ponte Preta 3×0 Palmeiras – Paulistão 17

Pro bem geral, meu e de vocês, falemos desse jogo somente no sábado que vem.

Vamos buscar. Do lado de lá é só a Ponte Preta, é só o modesto Gilson Kleina.

Eu farei minha parte na bancada, que os jogadores e treinador façam a deles em campo.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3 x 2 Peñarol – Libertadores17

Que prêmio. Que justiça. E que bosta de arbitragem, mais uma.

É incrível como argentinos, uruguaios e cia. podem fazer o que bem quiserem em campo num jogo de Libertadores. Um morfético desses jamais deveria pisar num campo de futebol novamente depois de permitir tanta patifaria numa mesma partida de futebol.

E o Palmeiras tem que aprender a ser malandro e não se deixar cair na pilha dos adversários. Foi assim com o JW e dessa vez de novo com o Peñarol. Quem não tem bola pra nos enfrentar vai tentar levar no psicológico.

E o primeiro tempo foi bem isso. Com 3 chutes a gol, e nenhuma defesa do goleiro adversário, o Palmeiras ofereceu ao Peñarol tudo o que ele queria: faltas na intermediária e escanteios.

Até que numa falha do Dracena no tempo da bola, um dos uruguaios acertou uma cabeçada indefensável. 0x1 e assim ficou até o intervalo.

Voltamos pro jogo sem mudanças de jogadores, mas com uma mudança absoluta de atitude. Com 1 minuto já tínhamos perdido um gol na cara, aos 2 William empatou depois de um cruzamento do Fabiano, e aos 6, depois de um lateral batido pelo Fabiano e desviado pelo Borja, Guerra num jogo de corpo entrou sozinho na área e só rolou pro Dudu virar a partida. Seis minutos foram o bastante pra desenhar um massacre e o Allianz correspondia pulsando num uníssono Lelelele lelele ooooo, o Palmeiras é o time a virada…

Mais uns tantos e pênalti no Dudu que era pra ter selado a partida, mas o Borja isolou a bola na cobrança…

O volume do Palmeiras naturalmente diminuiu, em especial aos 24, quando Eduardo sacou o Borja e o Felipe Melo, até então um dos melhores em campo, pra colocar Michel e Thiago Santos. Flertou com o erro…

E aos 32 veio o castigo, em mais uma bola parada, aparentemente a única jogada boa do Peñarol, o Prass ainda conseguiu defender a cabeçada mas deu rebote pro uruguaio só arrematar. 2×2 injusto.

Logo na sequência, Tche Tche roubou uma bola na intermediária, deixou pro Guerra enfiar certeiro pro William, que driblou o goleiro e, só ele e o gol, arrebentou o travessão.

Ainda teve um lance incrível do Tche Tche que da forma mais bizarra possível não entrou.

Mas o time que queria vencer afinal venceria. Depois de muita baixaria por parte dos uruguaios, e uma expulsão da mais safada do Dudu, foi aos 54, sim, 54, com um a menos, que Fabiano acertou a cabeçada vitoriosa numa cobrança de escanteio perfeita do Michel Bastos. A bola ainda bateria na trave antes de decretar os 3 pontos do Palmeiras e uma piroca pros uruguaios.

Nada mais justo, afinal, só um time quis vencer, o outro quis foder o andamento do jogo a todo custo. No final, quem se fodeu foram eles. Delícia…

E o tão cobrado Fabiano foi o herói da partida, fez o seu e participou diretamente dos outros dois, quem sabe agora não dão uma folga pra ele…

7 pontos em 9, 2 vitórias em casa e 1 empate fora, o Palmeiras segue à risca a cartilha pra chegar longe na Libertadores. Só falta um pouco menos de inocência, mas pela forma como os resultados estão vindo, não tá difícil de conseguir. Pra cima Palmeiras, agora vamos ganhar lá no Uruguai.

AVANTI PALESTRA!   

 

 

 

 

Palmeiras 3×0 Novorizontino – Paulistão17

Em ritmo de treino, só que não, o Palmeiras recebeu o Grêmio Novorizontino no Pacaembu, para um bom público de quase 30 mil pessoas, pelo jogo de volta das quartas do Paulistão.

Podendo perder por um gol, o Palmeiras poderia até ter poupado jogadores, em especial os pendurados, e imagino até que o Eduardo optou por deixar o Keno no banco o jogo todo, bem como fez as substituições também pensando nisso – a saída do Felipe Melo, por exemplo.

A grande diferença em campo ontem foi a volta do Guerra pro time, o que fez com que a qualidade da bola trabalhada no ataque fosse bem maior do que no último jogo.

O primeiro gol não demorou muito a sair, em lance de oportunismo, William dominou a bola na entrada da área e só teve o trabalho de escolher o canto.

No segundo tempo o volume de ataque intensificou e o Palmeiras, mesmo com a vaga praticamente garantida, não tirou o pé. O segundo gol saiu duma roubada de bola do Thiago Santos pela direita, Michel recebeu e, de primeira, colocou o Guerra em diagonal entrando na área, que de primeira, rolou pra trás para o Borja, de primeira, e de canhota, acertar uma bomba sem chances pro goleiro adversário. 2×0 numa pintura do Verdão.

Alecsandro entrou no lugar do Borja e, apesar da forma física sempre inadequada, foi bem nas assistências: primeiro serviu o Mina num 1-2, e o zagueiro colombiano só não fez porque a bola desviou no zagueiro e foi pra fora. Na segunda, depois de passe preciso do Thiago Santos (que tinha acabado de perder um gol de cabeça embaixo da trave e sem goleiro) do nosso campo que achou Dudu na meia cancha, que antecipou o zagueiro e de costas e de primeira, desviou pro Alecsandro, que de primeira devolveu pro Dudu, que de primeira (de novo), de canhota (de novo), e de fora da área, fez o terceiro. Outra pintura.

Tudo bem que o Novorizontino, por mais esforçado que seja, não pode servir como parâmetro de adversário nessa competição, afinal, graças a esse regulamento esdrúxulo, a equipe do interior, com 42% de aproveitamento, passou de fase. Melhor seria jogar todo mundo contra todo mundo e um quadrangular final com os 4 melhores de cada grupo.

De uma forma ou de outra, o campeonato começa mesmo agora, e o importante é que o Palmeiras está jogando feito música, o fino da bola, e chega com a melhor defesa, o melhor ataque, o time que mais ganhou, e o que tem o melhor saldo também. Voltamos ao mesmo nível de outubro do ano passado, boa parte da imprensa – a pseudoséria, pelo menos – já começa a reconhecer o óbvio – que ninguém é mais favorito que o Palmeiras pra levar o caneco estadual –  mas não sem torcer o nariz, e já não se ouve mais o nome do Cuca por aqui como se ouvia no começo da temporada.

Agora é só assistir de camarote a definição dos próximos confrontos, e aposto que vai ter muito time grande fazendo continha pra escapar do Palmeiras na semi.

AVANTI PALESTRA! 

Novorizontino 1 x 3 Palmeiras – Paulistão17

E, como esperado, passamos o carro no Novorizontino, que é Grêmio e não tem nada a ver com o antigo clube da cidade senão a cor de abelha e o futebol medíocre.

Mas não foi o que se pode chamar de um jogo fácil, tanto que com 11 minutos de jogo estava 1×0 pros donos da casa e podia até ser 2… Graças ao molóide lado esquerdo do Palmeiras, com Egidio e Felipe Melo sempre no prejuízo contra o 7 do time adversário.

Legal foi ver que mesmo com o placar adverso, o Palestra não se afobou, e foi trabalhando o jogo até finalmente, já no final do primeiro tempo, o gol de empate surgiu nos pés de Dudu, depois de um bate e rebate na área do adversário.

Fomos pro segundo tempo com a mesma formação e não demorou pra que as chances fossem aparecendo para o Borja, até que numa bola rebatida, de Colombia pra Colombia, Mina cabeceou e a bola foi parar no peito do Borja, que só amorteceu e arrematou pro gol: 2 x 1.

O Novorizontino ainda chegava na cara do nosso gol, mas mais por preguiça do Palmeiras em liquidar o jogo do que por méritos próprios. Keno, Michel e Erik substituíram William, Dudu e Borja.

Aos 44, em cruzamento da direita Roger Guedes chegou antes do goleiro e deu números finais pro Palmeiras. Subiu no alambrado pra comemorar, e levou o segundo amarelo, seguido do vermelho, o mesmo segundo amarelo que o Oliveira caçula não quis dar pro criminoso camisa 5 do time da casa no fim do primeiro tempo, porque será né…

Com a vitória, o Verdão ficou a 1 ponto de garantir a vaga na semi e também o direito de mandar o segundo jogo em casa na próxima fase.

Sexta-feira é dia de voltar ao Pacaembu, pra confirmar o primeiro lugar e garantir uma boa vantagem pra consolidar as finais em casa, seja onde for o jogo decisivo.

AVANTI PALESTRA!  

Ponte Preta 1×0 Palmeiras – Paulistão17

Sem comentários perder pra essa maldita Ponte Preta.

Sem comentários mesmo. 

Escalação pífia – Erik de tirular e Keno no banco, por exemplo – somada a uma desastrosa atuação pelo lado esquerdo da defesa e ainda um bocado de falta de sorte no chute de fora da área do Veiga que parou no travessão e numa defesa improvável do Aranha – sempre mão de alface contra o gambá – em chute certeito do Hyoran.

Enfim, jogo péssimo, como já tinha sido fraco o último e hora de ter atenção. Melhor campanha não vale nada senão vantagem de mando de campo.

Vantagem que podia ser de 3 vitorias e 7 pontos e caiu pra 1 vitoria e 1 ponto.

Mas acredito que o time e comissão aprenderam a lição. No domingo tem que liquidar o NH pra não ter dor de cabeça no jogo da volta no Pacaembu. 

Pra cima deles!

AVANTI PALESTRA!

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