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Atlético/PR 3×0 Palmeiras – BR17

Nada como mais uma derrota vexatória pra fechar com a devida melancolia o pior 2017 que o Palmeiras poderia ter.

Saímos das 4 competições disputadas sempre de forma ridícula, abrindo caminho pra equipes muito menos qualificadas se consagrarem. Nunca esteve tão fácil ganhar qualquer um – ou todos os títulos num mesmo ano – e o Palmeiras, por uma combinação sinistra de fatores e muita incompetência, deixou os títulos escaparem entre os dedos.

No Paulista, a derrota pro time da Ponte Preta nos tirou o direito de disputar o título contra o rival. Na Copa do Brasil, um gol nos minutos finais derrubou o Palmeiras contra o Cruzeiro, e o péssimo resultado na partida de ida cobrou sua conta. Na Libertadores uma derrocada nos penaltis prum time muito limitado, depois de um jogo de ida muito mal jogado também. E o Palmeiras só escolheu disputar o Brasileiro depois que tinha perdido todo o resto, mas já era tarde, não conseguimos superar as próprias falhas e os erros seguidos da arbitragem.

O ano em branco foi merecido, fruto de diversas escolhas erradas, a primeira delas tomada a quase um ano, quando o Palmeiras anunciava Eduardo Baptista como treinador, depois de ter deixado Roger Machado, o pretendido, escapar pelos dedos.

Mas não pretendo agora fazer uma retrospectiva do nosso ano, sinceramente, por preguiça de ficar lembrando tanta coisa ruim.

O fato é que o Palmeiras perdeu o ano na zaga, hoje mais uma vez foi exemplo claro de quanto o Verdão regrediu anos-luz em termos de sistema defensivo, fruto de três trocas de treinador e também de contratações muito duvidosas para o setor.

Entramos em campo hoje com Fabiano, Mina, Luan e Michel Bastos na zaga, protegidos por um Thiago Santos que não é nem a sombra do trator de 2016. Curioso ou não – já foi falado aqui – Felipe Melo não jogou, Palmeiras perdeu…

O primeiro gol do Atlético foi um daqueles que só Palmeiras toma, contra-ataque despretensioso e de repente tem um cara entrando sozinho na nossa área e batendo por cima do goleiro. Devem ter sido uns 10 gols assim só nesse semestre…

Depois uma combinação também quase que exclusiva do Palmeiras – Mina tomou um chapéu da própria bola, de novo o peão entra sozinho na nossa e o juiz marca penalti pros caras num lance que não foi absolutamente nada: falha bisonha + tungada do apitador? O Palmeiras devia patentear essa dobradinha…

E pra fechar, mais uma exclusividade palmeirense nesse 2017: levar 3 gols antes dos 30 do primeiro tempo: Ponte Preta, Cruzeiro, Gambá, Vitória, A/PR… esqueci alguém? Deve ter tido mais e meu coração verde foi lá e apagou da cachola…

Ou seja, o Palmeiras andou mal demais no setor defensivo, e é isso que precisa ser muito melhorado pra 2018. Que o Roger consiga montar um sistema de marcação regular e bem definido e que o Mattos traga jogadores que reforcem o setor – pra serem titulares, zagueiros E laterais. Uma reforçadinha nos bastidores não ia fazer mal também, o palmeirense amargurou seguidos “erros” da corja do apito, e muitos deles foram letais…

Se tudo isso acontecer, o palmeirense pode ter esperança de um 2018 vitorioso. O pé no chão que faltou no fim do ano passado, já está aí. Só por isso já saímos em vantagem. Oba-oba nunca foi a cara do Palmeiras…

E a não ser que algo de muito muito muito importante aconteça com o Verdão daqui até 2018, o Maluco vai ficando por aqui. Se esse ano não foi do jeito que a gente queria, e é óbvio que não foi, também não deixou de ser mais um ano de vivência intensa da palestrinidade, e não há nunca como isso ser ruim…

Um Feliz Natal e um Excelente Ano Verde pra todos nós que fazemos do Palestra a Nossa Vida, chega logo que 2018 é tudo nosso!!!!

AVANTI PALESTRA! 

      

 

      

Palmeiras 2×0 Botafogo – BR17

O jogo que marcou a despedida de Zé Roberto do futebol terminou com uma tranquila vitória do Palmeiras por 2×0 sobre o Botafogo.

E foi tranquila porque o Palmeiras tinha em campo Keno e Felipe Melo. O Keno praticamente decidiu o jogo sozinho, ao dar o passe pro gol de Dudu e depois fazer uma pintura monstruosa – matou no peito um lançamento de 40 metros do Melo, cortou pra dentro puxando pra dentro e, de pé trocado, acertou o ângulo do goleiro Gatito Fernandez. Golaçolaçolaço!

Fico imaginando o Cuca na casa dele com o cabelo liso de tanto puxá-los e repuxá-los vendo o Keno pela direita decidindo um jogo depois do outro depois do outro depois do outro… E o preferido do Cuca era o RG… AHAHAHAHA, me poupe professor…. E o Keno quando entrava era pela esquerda, onde ele não rende nem a metade… É Cuca, precisa estudar mais e ser menos rabugento, hein?

Já Felipe Melo é simples a conta. Quando ele esteve fora, perdemos pro Gambá, pro Vitoria e pro Avai. Nos jogos em que ele esteve em campo, vencemos Ponte, Flamengo, Sport e Botafogo.

Pode não ser o mesmo atleta de quando era mais jovem, pode não aguentar o jogo todo, pode até falar mais do que devia, mas a liderança que ele exerce em campo e a qualidade do time quando ele joga são notáveis. E é um cara que em pouco tempo entendeu o que o Palmeiras e a sua torcida.

Assim como o Zé Roberto. Chegou no Palmeiras em meio a piadas dos rivais, perto dos 40 anos, já um jogador realizado, campeão em tudo que é time que passou, sem precisar provar mais nada pra ninguém.

Chegou no Palmeiras na sequência de um dos maiores vexames da nossa história, que foi o quase rebaixamento no ano do Centenário. E já na primeira preleção, mostrou que valeu a aposta que o Palmeiras fez nele.

Se já não tinha a energia e rapidez de tempos outros, foi peça importante nas conquistas de 2015 e de 2016, fez gol no Entulhão, fez gol na Liberta, deu aquele carrinho mágico contra o Cruzeiro em Araraquara e garantiu um dos pontos mais preciosos na campanha da conquista do Enea.

Em 2017 acabou passando a temporada quase inteira na reserva, e não deve ter sido nada fácil ver do lado de fora a lateral esquerda do Palmeiras ter sido tão maltratada como o foi este ano. Era possivelmente o maior sinal de que era hora de pendurar as chuteiras.

Mas o Zé cumpriu também seu papel que a Diretoria decidiu mantê-lo como assessor técnico, vai trabalhar com Roger Machado no ano que vem. Um verdadeiro gol de placa do Palmeiras. Mas não podia deixar de comentar o gol contra que foi manter os preços dos ingressos tão altos prum jogo festivo que já não vale mais nada em termos de campeonato. Os 23 mil de ontem poderiam ser 38…

Obrigado, Zé, foi uma honra ter visto você vestir nossa camisa e ter participado da sua estreia e da sua despedida com o nosso manto, e de ter levado meus dois moleques de 5 anos pra ver como uma carreira vitoriosa deve ser encerrada: com a admiração de muitos e o respeito e gratidão de todos. 

AVANTI PALESTRA!

Avai 2×1 Palmeiras – BR17

Tô aqui fazendo esse post com a mesma vontade que os jogadores mostraram em campo na derrota pro Avaí ontem, na Ressacada.

Tudo bem que o campeonato acabou, que afora uns trocados a mais não muda mais nada terminar em segundo ou quarto colocado.

Mas aí deveria entrar aquilo que se chama honra à camisa, respeito ao torcedor palmeirense do Sul que este ano praticamente não teve oportunidade de ver o Verdão jogar, além dos que saem dos 4 cantos do País pra acompanhar o Palestra onde quer que ele jogue.

E foi isso que faltou no jogo de ontem, vontade e respeito com a camisa.

Valentim, mais uma vez, assim como contra o Gambá e contra o Vitória, segue cavando sua própria cova e, embora parte da torcida ainda confie que ele seria a melhor opção (não necessariamente por ele mesmo, mas pelas alternativas que o mercado apresenta), vai tornando sua permanência no comando do Palmeiras em 2018 insustentável.

Afinal, ressuscitamos todos os defuntos desse campeonato, o principal deles foi o líder capenga que vinha caindo pelas tabelas, sem vencer há 4 jogos até enfrentar a grande mãe que foi o Palmeiras nessa temporada.

Ontem, o Avaí vinha de uma vitória em 12 jogos, não ganhava uma partida desde agosto e a derrota seria a garantia de Série B, ou seja, não podia ter adversário melhor pra eles do que o Palmeiras.

O troféu da incompetência de ontem vai, na zaga, pro Mina, péssimo e culpado direto pelos dois gols,  e pro Dudu, que – em parte por culpa do Valentim, que insistia com ele pelo meio, o que desde OO todo mundo sabe que não vira – jogou um futebolzinho bem sofrível.

Pra nossa sorte, faltam só dois jogos pra acabar esse ano maldito.

AVANTI PALESTRA!

 

 

 

  

 

     

Palmeiras 5×1 Sport – BR17

Foi um jogo muito ruim até os 10 do segundo tempo.

O Palmeiras não chutou no gol o primeiro tempo inteiro. Foi ruim assim. Pior ainda foi o Sport, que não conseguiu aproveitar o domínio que o Palmeiras permitiu e aceitou graças a atuação apagada de Moises e Dudu na etapa inicial.

No segundo tempo, o Palmeiras começou apagado, mas foi melhorando e em poucos minutos liquidou o jogo. Deyverson, aos 11 (depois de perder um gol incrível) e aos 33, Luan aos 18, Dudu aos 44 e Keno aos 46 marcaram pro Verdão. O Sport descontou com DS aos 37.

Com o empate do Vasco e as derrotas dos outros 3 cariocas, o Palmeiras confirmou vaga na fase de grupos da Libertadores, já que não pode mais ser ultrapassado por esses times e o único que ainda pode chegar, o Cruzeiro, já está garantido no torneio continental do ano que vem.

Será o terceiro ano seguido do Palmeiras na Liberta, o que é um bom sinal, mas evidentemente não serve de consolo pro ano que mais prometia desde sabe-se-lá quando ter passado em branco. Que o Palmeiras entenda que a obsessão da torcida é ganhar tudo. Sem abrir mão de nenhum torneio. É isso que o palmeirense quer ver no próximo ano, um Palestra brigando pra levar tudo.

18 mil pagantes no Allianz, mas não se enganem, todo mundo preferia estar em outro lugar. Quem tava lá hoje, foi pela camisa.

Próximos 2 jogos serão segunda-feira, primeiro contra o Avai fora e depois contra o Botafogo, no que será o último jogo desta temporada na nossa casa. Por pior que tenha sido o ano, vai ser duro ficar sem ver o Verdão jogar até janeiro…

AVANTI PALESTRA!

#quemtemmaistemnove

#semasterisco

#9sem* 


Palmeiras 2×0 Flamengo – BR17

3 pontos conquistados com tanta facilidade que só fez o palmeirense ficar ainda mais enraivecido com o desfecho desse lastimável 2017.

Michel, Melo, TS, Luan e Jean, jogadores que foram deixados de lado nos últimos jogos, foram escalados ou entraram no decorrer da partida, e corrigiram as falhas que nos custaram o ano com uma simplicidade chocante… mais um sinal de que o Palmeiras podia bem mais nesta temporada.

Pouco mais deve ser dito. O Palmeiras encaminha melancolicamente a vaga direta pra Libertadores, com um futebol hoje que, se tivesse vindo 15 dias antes, talvez a sorte fosse outra.

Mas já é hora de virar a página, porque 2018 já começou. Quem vai, quem fica, quem vem, quem vai comandar, tudo isso precisa -e já deve – estar na pauta prioritária da Diretoria, pra não se repetirem os erros deste ano, que não foram poucos.

Pra mim, aliás, o principal, que nos custou tudo, foi a demora na definição do treinador para 2017, o Palmeiras acreditou que faria Cuca mudar de ideia, não conseguiu e aí, no atropelo, trouxe Eduardo Baptista, uma escolha que se mostrou tão equivocada quanto apostar na volta do Cuca depois.       

Pra mim, o treinador tem que ser o Valentim. Hoje ele mostrou que não tem compromisso com o erro, já é bem mais do que o último treineiro, teimoso e birrento tanto quanto competente…

Que nesses últimos jogos o time honre a camisa e a história do Palmeiras, que é, e seguirá sendo o maior campeão nacional, o primeiro e único 9 vezes campeão.

AVANTI PALESTRA! 

Gambá 3×2 Palmeiras – BR17

Se esse jogo tivesse sido 2×3, a manchete seria: com dois lances discutíveis, Palmeiras vence Corinthians.

Mas o jogo foi 3×2 pro time da casa, com um gol impedido e um pênalti que, na melhor das hipóteses, foi com muito boa vontade uma falta fora da área.

Agora vá você tentar explicar prum alienado favelado que, de 3 gols, 2 não valeram… Na imprensa ninguém vai falar. Já  não falaram, basta ler as matérias e ninguém vai ter falado que, dos 3 pontos somados, ao menos 2 são graças a um impedimento nada duvidoso não marcado.

Por isso não haverá críticas individuais na análise de hoje. Se não fomos bem – e não fomos  mesmo o melhor que podíamos – ter feito a melhor das paridas não teria sido o bastante pra evitar o revés. Se não tiver sujeira, não será uma vitória do Gambá.

Que siga o bom trabalho do Valentim, e que a diretoria do Palmeiras seja enérgica contra essa patifaria que virou a arbitragem no futebol brasileiro, de segunda a domingo tem árbitro tirando ponto da gente, sem ninguém fazer barulho…

Sigamos em frente, 8 pontos só é muito pra diminuir se o Palmeiras tivesse jogando mal e o Gambá não, se o juiz não tivesse influenciado,  mas a verdade é o exato oposto, o resultado foi injusto, agraciado pela péssima arbitragem e é só o Gambá achar que já acabou que nós chegamos juntos de novo.

Sem jogar a toalha enquanto houver chance, mas chega de dar brecha.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×2 Cruzeiro – BR17

Mais um ponto diminuído. Já são 12 no total. E faltam 5 pra buscar. Hoje poderiam faltar apenas 03, não fosse uma partida lamentável do Juninho, que deu os 02 gols do Cruzeiro, um ele mesmo que marcou, e também não fosse a atuação decisiva do árbitro Heber Roberto Lopes, o grande responsável pelo resultado.

Eu disse aqui num dos últimos posts que não podia depender de arbitragem, pois na dúvida, é sempre contra o Palmeiras. Mas dessa vez teve exagero: o árbitro não marcou um penalti claro no Keno e ainda anulou um gol bom do Borja.

Mas nada disso seria de se lamentar se o Palmeiras não tivesse vacilado nos dois gols que o Cruzeiro marcou e ainda nos gols desperdiçados pelo Keno e pelo Dudu, ainda no 1T e que teriam lacrado o jogo.

De qualquer forma, tirando as mancadas do camisa 4, o Palmeiras fez uma partida muito consistente, teve muito volume de jogo e não se abalou com o revés logo aos 6 minutos de jogo, buscou o empate, fez o segundo bem mal anulado, podia ter feito mais dois, e o primeiro tempo terminou num injustíssimo 1×1.

No segundo tempo o time manteve o volume, com um pouco menos de intensidade, mas quase levou o segundo gol, evitado por uma defesa monstruosa de Fernando Prass. Seguíamos buscando a vitória, só que aos 20 e poucos novo vacilo do Juninho e outro gol do Cruzeiro.

Foi o pior momento do Palmeiras na partida, Valentin logo sacou Jean pra entrar o Roger Guedes e depois trocou Keno por Deyverson.

Seguimos amassando o adversário até que aos 40, de novo Miguel Borja – viu Cuca? – colocou o Palmeiras em igualdade no placar, um gol de centro avante, dominou e pegou a bola na subida, sem chance pro goleiro.

Ainda foram mais 9 minutos de pressão, mas a bola não entraria mais na rede do Cruzeiro. 4 jogos esse ano com as Marias, 3 empates e 1 derrota, a qual também teve um pênalti absurdo não marcado no Roger Guedes, bem debaixo o nariz daquele espantalho que fica fantasiado de juiz na linha de fundo, assim como o lance de hoje no Keno…

O balanço final da partida é que o caminho será longo nos próximos 7 jogos. 21 pontos em disputa e a ordem é pontuar o máximo possível, por isso, nos dois próximos jogos, mesmo fora de casa, a pegada tem que ser pra vencer e tentar diminuir ainda mais a distância pra liderança, que pode ficar a 2 pontos já no próximo domingo, caso o Palmeiras vença no Entulhão.

Se jogar como hoje, só com um pouco mais de atenção na defesa, a vitória virá, ah e como virá…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 Ponte Preta – BR17

Terceiro e subindo.

Os 14 pontos viraram 9. A distância pro segundo morreu.

E FALTAM 9 JOGOS.

Imagino como deve estar a cabeça do ex-treinador vendo que dos últimos 05 gols do Palmeiras, todos tiveram participação do Keno, sendo 4 assistências, uma pro Borja que não marcava desde as primeiras rodadas do BR, e ainda fez o seu na vitória de hoje…

Maior respeito pelo Cuca mas ele estava atrasando o nosso lado.

Agora começa a fase mais decisiva do campeonato, principalmente pra gente, que teremos  Gremio, Cruzeiro e Gamba, o primeiro e o último fora de casa. Será o desempenho do Palmeiras nesses 03 próximos jogos que definirá o que ainda pode acontecer neste campeonato.

É o famoso ou vai ou racha.

Se vitórias contra Atlético/Go e Ponte Preta não devem ser consideradas grandes feitos, também não é correto negar que o Palmeiras evoluiu, os jogadores evoluíram e os resultados que não vieram nem nos jogos fáceis voltaram a aparecer.

É hora de esquecer os fracassos até aqui e focar no que ainda pode ser feito este ano, e a depender desses próximos 03 jogos, muita coisa boa pode estar por vir.

AVANTI PALESTRA!

A/Go 1×3 Palmeiras – BR17

Será que o Cuca viu o jogo hoje? Será que ele viu o quanto o Keno é infinitamente melhor que o Roger Gudes? que o time rende muito mais sem o Deyverson em campo? Que esse time tem muito mais a oferecer do que estava apresentando?

Enfim, Cuca é rei posto, mas tomara que ele tenha visto o quanto ele foi teimoso e falhou nas suas convicções. E se tivesse visto, certeza que o Palmeiras estaria em melhores condições a essa altura do ano.

Antes que venham com o “foi só o Atlético Goianense”, vejam a tabela e verão que nos últimos 6 jogos o lanterna tinha perdido apenas 1 e ganhou fora de casa no Entulhão, na Ressacada e no Moisés Lucarelli, e ainda conseguiu pontuar na Arena da  Baixada. Só perdeu pro Cruzeiro e em nenhum jogo sofreu mais que 2 gols.

O que só reforça o quanto o Palmeiras jogou bem hoje. Keno voou. Deu três assistências, resolveu o jogo quase sozinho. Com passes precisos pra William, Moises e Dudu, o camisa 27 sobrou em campo e garantiu o resultado do Palmeiras. Disparado o melhor em campo. William também muito bem, assim como Bruno Henrique e Dracena.

Se ainda é cedo para apontar uma revolução no futebol do Palmeiras, ao mesmo tempo foi tarde demais pra diretoria ter finalmente se convencido que o trabalho do Cuca não dava mais liga à frente do time.

O Palmeiras jogou fácil, jogou simples, os jogadores que não vinham rendendo foram sacados do time, os que não eram aproveitados por nada,  como Keno, e ate o BH, foram decisivos, e o resultado se viu nitidamente em campo. Simples, fácil, como sempre deveria ser um A/GO x Palmeiras.

Que na quinta-feira o resultado venha com a mesma facilidade e bom futebol de hoje. O palmeirense merece um fim de ano com um mínimo de dignidade e futebol bem jogado.

AVANTI PALESTRA!        

Palmeiras 0x1 Santos – BR17

Um gramado com menos de 48 horas de plantio. Uma chuva torrencial minutos antes da partida. Um time que veio pra não jogar e um juiz conivente. Era a receita perfeita pra um empate escroto.

Daí você acrescenta um treinador teimoso, um jogador com dedo (pé) podre pra clássicos e um zagueiro que não serve pra jogar nem no Palmeiras da Bahia, e o que já era um maldito empate vira derrota de dar nojo.

O pior é ter a convicção de que o Lambari, histórico passador de pano do Gambá que é, não tem chance nenhuma de tirar o caneco da mão do Lixão. Quando precisar ganhar do Avai em casa, vai peidar na tanga. Time safado, no máximo vai ser vice de novo…

O retrato da tragédia ontem: primeiro o lance do gol, foi falta no Guerra, não do Jean Motta, mas do Copete no primeiro lance. O Copete entra no meio do Guerra, desloca o jogador do Palmeiras, que se desequilibra, tenta dominar a bola, estica o lance e depois perde na dividida sem falta com o jean Motta. O juiz, em cima do lance, não marcou nem  no primeiro nem no segundo lance . Foi safado.

Mas e o Guerra, hein? Tinha que ser ele de novo? E o Cuca que é todo supersticioso me vai colocar em campo um jogador que entrega todo clássico?

Ainda sobre o lance do gol, Thiago Santos acompanha o Copete até a linha de fundo, e o Luan bem distante do lance, o que me faz? Dá um carrinho há 15 metros da bola, alguém me explica aí o que ele quis fazer… A bola cruzou  nossa área, o Bruno Henrique teve tempo de dominar e achar o Ricardo Oliveira sozinho na pequena área. Sozinho porque o Luan, que tinha dado o carrinho no vácuo, não conseguiu levantar a tempo de recompor a marcação. Que cara horrível esse Luan, devolvam pro Vasco pra ontem esse traste…

E a imagem final da tragédia foi o Cuca sacando o William, um dos poucos que se salva lá na frente, pra colocar o Borja. Porque tirar o melhor atacante do Palmeiras e não aquele pipoqueiro grosso, que não acerta um cacete?? Que vergonha é ver o Palmeiras com esse Deyverson de titular, e mais vergonha ainda esse técnico teimoso que vai morrer abraçado com esse pangaré antes de dar o braço a torcer…

Sobre o Cuca, o 2017 dele no comando do Palmeiras foi uma tragédia completa. Nenhum atacante joga bem com ele, mas é só o cara sair daqui – vide Barrios – que o futebol reaparece. Estranho, né?

Pra continuar assim, já podia ir embora amanhã mesmo. Uma instituição do tamanho do Palmeiras não pode ser refém de treinador nenhum. Pega a calça roxa, obrigado por 2016 e seja feliz em outro lugar. Não devia ter saído, muito menos ter voltado…

AVANTI PALESTRA!     

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