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Palmeiras 1×0 Cruzeiro – BR19

Aquela máxima de que todo mundo joga contra o Palmeiras, não importa a draga que esteja até então, valeu de novo ontem, pelo menos no começo do jogo.

Quem imaginava uma presa fácil deve ter levado um susto quando, já aos 5, Weverton fez duas defesas absurdissimas no mesmo lance, a segunda com uma mão só, coisa de cinema.

Mas aos poucos o jogo do Palmeiras foi ganhando corpo, e o Cruzeiro foi mostrando que não queria muito jogo.

O gol saiu aos 45, em lance pela direita que Marcos Rocha rolou rasteiro, Luiz Adriano dividiu e a bola sobrou pro BH bater firme pra rede.

Só pra variar, ainda tivemos que ficar esperando o VAR confirmar o gol, via crucis exclusiva do palmeirense…

No segundo tempo foi a vez de um show a parte de Dudu, que acabou com a raça da zaga do Cruzeiro pelo lado direito do ataque, deixou todo mundo amarelado, fora a humilhação.

O tal do Leo Santos deve estar até agora na fisioterapia pra tentar desentortar a coluna. Depois foi a vez do Egydio, pena que ele não foi titular o jogo inteiro. kkk

E sobrou pro Leo também… Ahahaha toma refugada dos infernos

Essa é uma das mudanças mais interessantes que o Fratello fez no jeito do Palmeiras jogar: Dudu jogando pelo mesmo lado do pé bom tá rendendo muito mais do que quando jogava invertido.

Gostei também das alterações William/Ze Rafael, Scarpa/Lucas Lima e Luis Adriano/Borja.

O Zé, inclusive, sofreu um pênalti claríssimo que, mesmo com o VAR, foi ignorado pela arbitragem. Como diz o Marcão: qual a novidade?

No fim, o 1×0 foi até econômico pelo que produzimos, mas vale 3 pontos igual, né pai…

Com a vitória, o Verdão recuperou a segunda posição, segue na cola do líder e assim iremos buscar esse caneco até o fim.

100% do Fratello, 3 vitórias, 6 gols pro e 1 sofrido. Tá bom, né?

Agora é ir pra cima do Fortaleza e fazer uma apresentação decente pro torcedor do Palmeiras cearense ver, porque da última vez passamos vergonha…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×0 Fluminense – BR19

Queixas quanto ao atraso na publicação deste post, favor dirigirem ao Sr. Marco Aurélio Néspoli, que se interessou em fazer o texto e depois alegou bloqueio criativo (leia-se ressaca)…
Quem não merece queixa nenhuma, por outro lado, é o time do Palmeiras que não tomou conhecimento do Fluminense, fez 3×0 e poderia ter sido tranquilamente 5 ou 6.
Como aqui não tem euforia precoce, o bom resultado que recoloca o Palmeiras na cola dos líderes da competição é recebido com mera satisfação, já que o abismo técnico entre os dois adversários do jogo de ontem não poderia admitir qualquer outro desfecho que não a vitória.
O problema é que o desempenho que o Palmeiras vinha tendo até então estava muito abaixo da capacidade do elenco, como vimos, por exemplo, nos jogos contra o Ceará, Inter pela CdB, Gremio pela Libertadores, Vasco, Flamengo, entre outros.
Sinal que a mudança de comando já está rendendo frutos, mas ainda são muito poucos.

Até aqui, o Fratello conseguiu fazer com que o Palmeiras se impusesse contra adversários mais fracos. Ótimo.

Logo mais teremos, daqui algumas rodadas, Inter x Palmeiras lá no Beira Rio, e então poderemos ver como o Palmeiras se comporta com um adversário mais à sua altura.

Antes disso a expectativa só pode ser de vitórias contra Cruzeiro, Fortaleza, CSA e Galo, sendo 3 desses jogos em casa.

Hat trick do Luiz Adriano é pra comemorar igual gol de falta: fazia anos que não se via por aqui… Que partida do camisa 10.

Teriam sido 4 gols em 2 jogos, nao fosse aquela safadeza do VAR em Goiânia.

A esse respeito, é incrível que todo gol do Palmeiras tenha que passar por uma investigação a lá CSI, com direto a raio laser e computação 3D pra ser validado pelo VAR. Não vejo isso acontecer com nenhum outro time…

Sábado, contra o Cruzeiro, a pegada e o desempenho do time tem que se repetir.

Temos chance de virar o turno a 1 ponto do lider, enquanto isso a imprensa já elegeu o campeão, o time que disputaria G6 na Premier League.

Melhor assim, deixem eles falarem, enquanto isso o Verdão trabalha.

AVANTI PALESTRA!

Goiás 1×2 Palmeiras- BR19

Eu lembro daquele gol do Robinho, pelo Cruzeiro, que o Zé Roberto tirou com a barriga, lá em Araraquara, como o lance do título do BR16.

Nenhum outro momento teve a importância e o simbolismo de que o Palmeiras seria o campeão do que aquele carrinho salvador da pátria num jogo complicadíssimo.

Hoje foi a vez de 2 quase párias deslizarem pelo gramado e mudarem a sorte do jogo.

Lucas Lima e Borja eram considerados cartas fora do baralho alviverde.

Ambos saíram do banco de reserva hoje pra mudar a sorte do jogo.

Fizeram gols? Não. O carrinho do Lucas Lima, aliás, foi imprudente e lhe custou o segundo amarelo, mas foi o toque final pra tirar o Goiás da retranca e permitir que o jogo chegasse até aquele lateral no campo de ataque, aos 54 do 2T.

O Fratello até comentou na coletiva que a vitória saiu num lance de lateral, numa jogada que virou característica do Palmeiras do Felipão.

E ai foi a vez do Borja subir, disputar a bola com o goleiro e, caído no chão, assim como o ZR em 16, desviar a bola apenas o suficiente pra achar o pé esquerdo do Scarpa pro gol da vitória.

Virada, que há mais de um ano não acontecia, fora de casa, com um a menos e no último lance do jogo.

Tá bom pra vc, apressadão da hashtag #Manonão?

Poderia até não ter vencido, mas trago para vcs algumas verdades:

– Dudu pelo meio, e jogando bem;

– Dudu pela direita, e jogando muito bem;

– time precisando do resultado e sai um volante pra entrada de um meia;

– 66% de posse de bola;

– 18 chutes a gol

– vitória apesar do VAR

São apenas alguns exemplos que mostram como, em tão pouco tempo, foi possível mudar tantas coisas que vinham impedindo o Palmeiras de ganhar e de virar uma partida nessa última passagem vitoriosa do Felipão por aqui.

Eu amo e sempre vou amar o Bigode, mas estava claro que o ciclo dele no Palmeiras tinha chegado ao fim, porque o time não conseguia mais fluir com aquilo que se propunha.

Mas vamos com calma.

Não é momento pra euforia.

Seguimos tendo os mesmos inimigos de antes.

Os 3 gols do Palmeiras foram objeto de análise minuciosa – e até inexplicável – do VAR, o que mostra que entra treinador, sai treinador, e nosso problema segue sendo essa arbitragem louca pra ajudar o cheirinho, custe o que custar…

Por isso que aquele mantra que sempre citamos aqui – tem que ganhar do adversário e do apito – segue valendo, como era a com o Bigode, como será com o Fratello, como será para todo o sempre…

Parabéns pela estreia com vitória, Fratello, e que a pegada siga igual contra o Flor na terça.

AVANTI PALESTRA!

Frate Menezes e a síndrome do peru

Em primeiro lugar, boa sorte Frate Menezes.

Sim, porque Mano é coisa de GAMBÁ. Aqui não será chamado assim.

Se era o meu preferido?

Então, pouco importa o que eu preferia, e por uma razão muito simples: eu, como a imensa maioria da torcida do Palmeiras, somos leigos.

Eu não estudo futebol. Acompanho como torcedor, os jogos do Palmeiras e dos outros que disputam o mesmo campeonato que o nosso.

Minha visão do que acontece em campo é, na maior parte das vezes, enviesada e parcial.

Não reflete, por vezes, o que de fato se passou em campo, embora muitos de vocês possam se identificar com o mesmo sentimento de torcedor, para ver qualidade onde não tem, pra ver roubo em lance normal de jogo, e pra crucificar meio time toda vez que o Verdão perde…

Não escrevi aqui, mas minha primeira reação quando o Bigode foi contratado em agosto do ano passado foi de preocupação.

Não imaginava, porque não acompanhava, que o Bigode iria chegar aqui e deslancharia em 4 meses o nosso décimo campeonato brasileiro, com uma mão amarrada nas costas, sem perder e calando a boca do mundo, inclusive a minha.

Se dependesse só de mim, possivelmente o Felipão não viria, e hoje seríamos só Enea.

E é este imediatismo da nossa torcida – e não só dela – em ter opinião pronta e formada sobre aboslutamente tudo que me chama atenção, e me incluo nessa nóia inexplicável de prejulgar absolutamente tudo ligado ao Palmeiras.

Talvez muita gente ainda estava chateada e emocionada com a saída do Bigode, que já era favas contadas, pelo menos para quem acompanha o Palmeiras de perto há pelo menos 20 anos.

E já se precipitaram a subir hashtag, a ameaçar cancelar o avanti, a abandonar os jogos, a não torcer mais e a prever todo tipo de tragédia e desgraça pra daqui até o fim do ano, caso viesse o Frate pro Palmeiras.

Difícil entender a insatisfação por ter vindo um treinador só porque, há uma década atrás, treinou o nosso rival. Nao pode ser só por isso…

Afinal, Luxemburgo voltou depois de passar por lá, Oswaldo Brandão, pra citar um mais antigo, mas foram diversos que passaram por lá e por aqui: Nelsinho Batista, Tite, Oswaldo de Oliveira, Candinho, Leão, Minelli, num total de 23 treinadores, segundo levantamento inútil, mais um, do PVC.

Mas o que leva então uma torcida a ter essa síndrome de peru de ceia de Natal tão aguda como a nossa?

Porque esse sofrimento precoce antes mesmo do cara chegar, treinar e conseguirmos ver de fato se a contratação foi errada ou não?

Eu não tenho a menor ideia e nem a pretensão de criar hipóteses pra essa patologia comum à maioria das torcidas, mas que no palmeirense parece ser ainda mais nativa e muito mais crônica.

Chega jogador, nem pisou na Academia, mas já tem uma parcela significativa da torcida garantindo que vai dar errado. Lembram do Roger Guedes?

Tinha cara falando que era um absurdo trazer jogador do Criciúma e no fim, era um mala da porra, mas foi importantíssimo pro título de 16…

Só pra citar um.

Isso sem falar naquelas contratações que acham fantasticas e no fim é um fiasco. Ricardo Goulart é o exemplo mais próximo.

Não esqueçamos também daquelas contratações dos rivais, que são absorvidas aqui como tragédias de “como deixamos passar” e no fim viram uns puta duns micos, graças a Deus, nos outros. Diego Souza, quando foi pro Bambi, foi uma choradeira só, e depois…

E já estão fazendo a mesma coisa com o Frate, e numa escala quase majoritária da torcida.

O que divide um pouco é que pra alguns o mundo acabou, e pra outros está em vigor o “eu nao queria, mas já que ele veio…”

Em ambos os casos, a síndrome do peru está presente, porque não há motivo lógico algum pra esse sentimento antecipado de rejeição que mais uma vez domina boa parte da nossa torcida, seja pra odiar, seja pra simplesmente tolerar o novo comandante.

Deixa o cara trabalhar. Já tá assinado e o nosso piti na rede social não vai muda uma vírgula. Se der errado, ai vamos reclamar.

E se der certo, fica economizada muita energia para comemorar os títulos que vierem.

Então, de novo, boa sorte ao Frate e, se começar a gambatear por aqui, daí sim a gente chama aquele volante do Barranquilla que exorcizou o BH, só pra testar um negócio.

AVANTI PALESTRA!

Valeu, Bigode!

7 anos atrás, mas valeria demais, com pouquíssimos reparos, para hoje.
Valeu de novo, Bigode, você é o cara.

Maluco pelo Palmeiras

E lá se foi o Bigode, muito tarde pra alguns, cedo demais para outros. Difícil dizer quem tem razão. Nenhum deles, acho eu.

Não tem certo ou errado. A verdade é que a situação do time estava insustentável, e esta era a última cartada. Nada mais funcionou: aumenta o bicho, aumenta o bicho de novo, conversa, palestra do BOPE, nada. Nessas horas sobra pro treinador, mesmo quando o treinador é ídolo da torcida, mesmo quando é o Felipão.

Ao Felipão, só resta ao palmeirense agradecer. Conseguiu ser campeão com esse grupo de baladeiros e descompromissados que vestem sem nenhuma honra a camisa do Palmeiras. Venceu um campeonato com o time em frangalhos, contusões e suspensões seguidas, tudo e todos contra. Calou muitas e muitas bocas e devolveu, ainda que apenas por um momento, alegria aos olhos dos palmeirenses, o que há 4 anos não se via.

Foram muitos erros também…

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Flamengo 3×0 Palmeiras – BR19

Vou começar por onde não devia.

Mas eu não confio na lisura desse VAR. Longe de querer dar desculpa. Mas dos 4 lances que poderiam ser checados pelo VAR no jogo, os dois a nosso favor foram, os dois contra não.

Invertam-se os lances e eu duvido que os impedimentos, o pênalti e a expulsão teriam sido marcados.

O time que mais brigou pela porra do VAR é tambem.o mais castigado por ele. Só coincidência, é?

“Çei”…

Pronto, falei.

Agora, vamos ao fiasco que foi o Palmeiras nesta tarde desgraçada.

A começar pela inédita escalação de 3 volantes.

Fosse ela usada terça no Pacaembu, até entenderiamos, afinal, estávamos jogando pelo empate.

Mas hoje, não.

Não tinha o menor sentido montar uma retranca contra um time que sabe propor o jogo.

Não bastasse isso, a retranca até podia ter funcionado, não fosse o caminhão de erros individuais na nossa defesa.

Gustavo Gomez no primeiro gol, e Bruno Henrique no segundo, passaram vergonha.

Foram tão juvenis, que o Flamengo nem precisou suar a camisa pra vencer o jogo.

Veio o intervalo e aí o Felipão mais uma vez mostrou que perdeu a mão.

Não apenas por escolher o Veiga pra jogar, mas por deixar o defunto Bruno Henrique em campo e tirar o Mateus Fernandes, um dos poucos que se salvou na 1a etapa.

O resultado foi mais uma vez um Palmeiras inofensivo e resignado com a derrota, sem a menor chance de reação.

Tamanha a inoperância, de novo, que eu apostei que Felipão não iria nem pra coletiva.

Depois eu refleti e entendi que seria uma deselegância dispensar no vestiário um multicampeão pelo Palmeiras como o Bigode é e foi.

Acho que o ciclo dele chegou ao fim. Mas ele merece respeito e o Palmeiras sabe disso.

Ter voltado ao Brasil depois do 7×1, aceitado treinar outra vez o Palmeiras e nos levar a mais uma conquista nacional, Felipão merece um busto nas alamedas.

Mas o ciclo dele com esse elenco se encerrou.

Não funciona mais e as escolhas do Bigode sobre quem.joga, quem sai do jogo e quem entra em campo são prova disso.

Cabe a diretoria decidir se quer ainda disputar alguma coisa esse ano ou se vai inaugurar 2020 desde logo e, nesse caso, seguir insistindo com uma combinação comissão x atletas que nao dá mais liga.

Infelizmente.

Mas futebol é cruel.

O Bigode sabe disso e sairá daqui sem rancor, e nos tambem para com ele. Eu, pelo menos.

Eu te amo, Felipão.

Obrigado.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×2 Gremio – Libertadores 2019

Pra mim o imperdoável não foi nem a falta de competência de administrar o resultado construído fora de casa, ampliado em muito pelo time ter começado também este jogo ganhando.

A falta de atenção do Marcos Rocha na cobrança da falta onde saiu o gol de empate.

A passagem tranquila do 11 adversário pelo meio da nossa zaga, no gol da virada, o que jamais ocorreria com Felipe Melo em campo.

O pecado da bola do William na trave.

A canelada do William que impediu que ele só rolasse a bola pro gol vazio e nos colocasse de novo com a vaga na mão.

Imperdoável,  mesmo, foi ver o time voltar pro segundo tempo com Deyverson. Isso é que não dá mais pra aceitar.

E era tão óbvio que ia dar errado que com ele em campo, o Palmeiras sequer conseguiu levar perigo ao gol do Grêmio, tantas que foram as caneladas, os passes errados, as disputas de bola bisonhas e a inoperância ofensiva capitaneada por esse rascunho de jogador de futebol.

Felipão precisa repensar as escolhas que faz. Não é possível que a alternativa seja sempre essa. Lembrando que, na semana passada, se o Melo não fosse expulso, já estava pronto pra entrar em campo aquele traste de cabelo amarelo e futebol insignificante. Sempre ele, só ele, não dá pra entender…

Enquanto isso, o artilheiro da Libertadores sentado no banco, vendo tudo do lado de fora. Podia até ser que não mudasse nada com ele em campo, mas porque tem que ser sempre o Deyverson?

Porque o William, que está há quase seis meses sem jogar e totalmente fora de ritmo, começa jogando um jogo importante como esse, e o Zé Rafael, que vinha numa crescente, fica de fora?

Muitas perguntas e não teremos nenhuma resposta.

Eu sempre fui adepto do futebol de resultados que o Bigode emprega. Um time com uma defesa forte e um ataque preciso, que não enche os olhos de ninguém mas que consegue os 3 pontos, termina o ano com mais vitórias, mais gols marcados, menos gols sofridos.

Pra que eu iria querer algo de diferente? Sou torcedor, não ligo porra nenhuma se os bostas que comentam futebol na tv estão achando bonito ou não.

Mas e quando o resultado não vem? E quando o Palmeiras é desclassificado três vezes seguidas no mesmo ano depois de ter construído um bom resultado na primeira partida, e essa última ainda deixando o adversário virar dentro da nossa casa?

É complicado de entender, de aceitar. Esse time pode muito mais e fica devendo de novo e deixando o torcedor puto, com razão, de ver o time adversário comendo a grama mais que a gente, mais concentrado, mais efetivo.

Chegamos na parada da Copa América líder da porra toda na Liberta, 5 pontos na frente de todo mundo no BR, favorito na Copa do Brasil…

E o que sobrou? Fora da Copa do Brasil, fora da Libertadores e correndo o risco de deixar o Mulambo abrir de vez na ponta do campeonato brasileiro.

É foda.

Mas ao mesmo tempo, futebol não dá tempo nem de lamber as feridas. Domingo é guerra de novo e olha como são as coisas: uma vitória nos coloca de novo na ponta e com um jogo a menos que todo mundo.

E como vai fazer pra dar moral pra esse time ganhar depois dessa eliminação tão dolorosa? É pra isso que o treinador é pago, o Bigode que se vire e acerte a pegada desses jogadores e que faça o time ganhar, porque por mais moral que ele tenha, e ele tem demais, nada é infinito.

AVANTI PALESTRA!

Gremio 0x1 Palmeiras – Libertadores19

Saindo aqui de Porco Alegre com a alma lavada e aquele sentimento de dever cumprido que só uma vitória conquistada na casa do adversário pode trazer.

Ontem tivemos uma verdadeira noite de Palmeiras. No campo e na arquibancada.

Time não fraquejou, não sentiu a pressão da torcida adversária – que por sinal, morreu depois do gol do Palestra – não se deixou abalar pelas declarações da imprensa e do técnico rival, e caiu pra dentro do Grêmio. Na bancada, não fizemos por menos.

Numa partida perfeita do sistema defensivo, o Palmeiras neutralizou o ataque adversário e Weverton quase não teve trabalho.

O que o Marcos Rocha jogou ontem foi uma enormidade. Cebolinha, não teve nem no temaki…

E justiça seja feita, a expulsão do Felipe Melo foi, dessa vez, exagerada.

Ele acaba pagando pelo conjunto da obra e pelo histórico. Apesar disso, segue sendo um dos pilares desse time e fará uma falta absurda no jogo da próxima terça.

Já vi umas setecentas vezes o gol do Scarpa e não canso. Que patada!

E que o Palmeiras não pense que está tudo decidido, porque na semana que vem o jogo será ainda mais complicado.

Mas venceremos e seguiremos firmes.

Portas em manual. Tchau, Porco Alegre!

AVANTI PALESTRA!

Gremio 1×1 Palmeiras – BR19

E a campanha quase perfeita do Palmeiras antes da Copa America, de 10 vitórias seguidas, foi pro vinagre.

O time não sabe o que é vencer no brasileiro desde o retorno da competição. Derrota para o Ceará e empates com Bambi, Gambá, Vasco, Gremio e Bahia.

Os últimos dois jogos, é bom que se diga, o Palmeiras foi assaltado.

Se a arbitragem do campeonato fosse honesta, no mínimo dois lances da partida de ontem deveriam ter sido pelo revisados no VAR: pênalti no Hyoran, exatamente o mesmo lance que foi marcado pênalti pro Bahia na semana passada, e o impedimento do Borja que resultou no gol do Hyoran.

O VAR sequer acionado foi.

Pra completar, o lance do gol de empate do Grêmio foi originado numa inversão grotesca de lateral, um lance ridiculo de fácil, mas que não podia ser revisado em virtude do protocolo do VAR.

Mas falar só disso e não do buraco no meio que deixou o zagueiro do Grêmio em condições de finalização aos 40 e poucos do 2T, seria tentar tapar o sol com uma peneira.

Sejamos honestos, o futebol do Palmeiras caiu demais. Estamos revezando etapas muito boas com etapas muito ruins dentro de cada jogo.

Ontem foi visível o quanto o Palmeiras recuou e caiu de produção depois de um 1T quase perfeito.

As alterações nao foram boas e o Palmeiras chamou demais o modesto time reserva do Grêmio pra dentro do nosso campo.

E embora não tenhamos sofrido muita pressão, o gol de empate foi o emblema de uma postura inadmissevelmente passiva perante um adversário sem muitos recursos.

O Ramires no lugar do Dudu, pensei eu na hora da substituição, parecia até fazer sentido, já que estava sobrando pro exausto Dudu fechar a esquerda nas descidas do descansado Cebolinha.

Mas sei lá, duas vezes que o Ramires entrou em campo no lugar do Dudu, deu ruim. A outra tinha sido contra o Ceará, estava 1×0 pro time da casa e foi o Ramires pisar em campo e tomamos o 2°.

Não foi culpa dele, nem em Fortaleza e nem ontem. Mas rola uma benzedinha, só pra tirar a zica né…

Enfim, o Palmeiras foi prejudicado? Foi. Mas não foi só isso que nos custou os 2 pontos, hoje ou na semana passada.

Em 30 anos que eu acompanho o Palmeiras com compreensão das coisas, sempre fomos prejudicados pelas arbitragens.

E nesses anos todos só levantamos o caneco quando jogamos bola pra ganhar dos outros times e das arbitragens safadas também.

Então, pra resumir, ou jogamos bola, ou jogamos bola, porque graças a Deus nunca precisamos depender de arbitragem pra gritar é campeão.

Terça feira, estamos chegando, Porto Alegre!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×2 Bahia – BR19

Deixei o sangue baixar pra vir aqui falar pra vcs que ainda estou putasso da vida.

O Palmeiras que foi um dos defensores ferrenhos do uso dessa tecnologia pra tornar o jogo mais justo vem sendo vítima constante do uso errado e, porque não, mau intencionado do VAR.

Raiva da nossa inocência de achar que com essa bosta de arbitragem que temos aqui essa porcaria ia funcionar…

É erro no protocolo, é erro de inversão de falta no lance imediatamente anterior ao 2o pênalti, é tudo uma bosta só, protagonizada por essa corja de energúmenos que apitam futebol no Brasil.

Isso dito, é inadmissível o Felipe Melo ser expulso do jeito que foi ontem. Primeira expulsão do ano e que seja a última, porque, convenhamos, foi isso que realmente impediu a nossa vitória.

Com VAR, sem VAR, enquanto o jogo foi 11 x 11, o Palmeiras mandou no jogo e teria garantido 3 pontos contra o bom time do Bahia.

Depois, 10×11, mostrou garra e superação pra ir buscar o desempate, e acabou vitimado pelo mau uso do VAR, mas é como eu disse antes, demos a brecha…

E quando ficou 10×10, caímos pra dentro dos caras, mas já era tarde pra reverter…

Campeonato apertado desse, claramente sendo conduzido prum certo time catinguento ser campeão, não podemos perder oportunidade de manter a distância dos outros e de se reaproximar do líder.

Perdemos 2 pontos ontem. O maior culpado foi o nosso volante que foi merecidamente expulso. O resto que se passou, foi consequência desse lance, relembre-se, já nos minutos finais, acho até que nos acréscimos, do 1T.

Não estou querendo crucificar o Melo. Pelo contrário, pra mim vem sendo disparado o melhor jogador do Palmeiras no ano, mas ontem ele errou e prejudicou.

Uma coisa não anula a outra. Melo segue com moral aqui neste Blog, porque garantiu várias vitórias do Verdão na temporada, garantiu o empate em Itaquera depois de voar baixo pra empatar o jogo. Mas que a cagada de ontem não se repita.

Melo e VAR à parte, gostei demais do Palmeiras ontem e em especial do Dudu. chamou o jogo pra si, caiu pra dentro da defesa do Bahia e fez os 2 gols do Palmeiras. Mandou no jogo.

E, também, Luan, apesar do pênalti injustamente marcado, foi muito bem ontem. Menção tambem aos estreantes e ao Scarpa.

Uma pena nao ter vindo os 3 pontos.

Sabado teremos os nossos reservas contra os reservas do Grêmio, e na terça estaremos lá em PoA pra empurrar o Verdão nas quartas da Liberta.

AVANTI PALESTRA!

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