Goiás 1×2 Palmeiras- BR19

Eu lembro daquele gol do Robinho, pelo Cruzeiro, que o Zé Roberto tirou com a barriga, lá em Araraquara, como o lance do título do BR16.

Nenhum outro momento teve a importância e o simbolismo de que o Palmeiras seria o campeão do que aquele carrinho salvador da pátria num jogo complicadíssimo.

Hoje foi a vez de 2 quase párias deslizarem pelo gramado e mudarem a sorte do jogo.

Lucas Lima e Borja eram considerados cartas fora do baralho alviverde.

Ambos saíram do banco de reserva hoje pra mudar a sorte do jogo.

Fizeram gols? Não. O carrinho do Lucas Lima, aliás, foi imprudente e lhe custou o segundo amarelo, mas foi o toque final pra tirar o Goiás da retranca e permitir que o jogo chegasse até aquele lateral no campo de ataque, aos 54 do 2T.

O Fratello até comentou na coletiva que a vitória saiu num lance de lateral, numa jogada que virou característica do Palmeiras do Felipão.

E ai foi a vez do Borja subir, disputar a bola com o goleiro e, caído no chão, assim como o ZR em 16, desviar a bola apenas o suficiente pra achar o pé esquerdo do Scarpa pro gol da vitória.

Virada, que há mais de um ano não acontecia, fora de casa, com um a menos e no último lance do jogo.

Tá bom pra vc, apressadão da hashtag #Manonão?

Poderia até não ter vencido, mas trago para vcs algumas verdades:

– Dudu pelo meio, e jogando bem;

– Dudu pela direita, e jogando muito bem;

– time precisando do resultado e sai um volante pra entrada de um meia;

– 66% de posse de bola;

– 18 chutes a gol

– vitória apesar do VAR

São apenas alguns exemplos que mostram como, em tão pouco tempo, foi possível mudar tantas coisas que vinham impedindo o Palmeiras de ganhar e de virar uma partida nessa última passagem vitoriosa do Felipão por aqui.

Eu amo e sempre vou amar o Bigode, mas estava claro que o ciclo dele no Palmeiras tinha chegado ao fim, porque o time não conseguia mais fluir com aquilo que se propunha.

Mas vamos com calma.

Não é momento pra euforia.

Seguimos tendo os mesmos inimigos de antes.

Os 3 gols do Palmeiras foram objeto de análise minuciosa – e até inexplicável – do VAR, o que mostra que entra treinador, sai treinador, e nosso problema segue sendo essa arbitragem louca pra ajudar o cheirinho, custe o que custar…

Por isso que aquele mantra que sempre citamos aqui – tem que ganhar do adversário e do apito – segue valendo, como era a com o Bigode, como será com o Fratello, como será para todo o sempre…

Parabéns pela estreia com vitória, Fratello, e que a pegada siga igual contra o Flor na terça.

AVANTI PALESTRA!

Publicado em 08/09/2019, em Geral. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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