Arquivo mensal: novembro 2017

Palmeiras 2×0 Botafogo – BR17

O jogo que marcou a despedida de Zé Roberto do futebol terminou com uma tranquila vitória do Palmeiras por 2×0 sobre o Botafogo.

E foi tranquila porque o Palmeiras tinha em campo Keno e Felipe Melo. O Keno praticamente decidiu o jogo sozinho, ao dar o passe pro gol de Dudu e depois fazer uma pintura monstruosa – matou no peito um lançamento de 40 metros do Melo, cortou pra dentro puxando pra dentro e, de pé trocado, acertou o ângulo do goleiro Gatito Fernandez. Golaçolaçolaço!

Fico imaginando o Cuca na casa dele com o cabelo liso de tanto puxá-los e repuxá-los vendo o Keno pela direita decidindo um jogo depois do outro depois do outro depois do outro… E o preferido do Cuca era o RG… AHAHAHAHA, me poupe professor…. E o Keno quando entrava era pela esquerda, onde ele não rende nem a metade… É Cuca, precisa estudar mais e ser menos rabugento, hein?

Já Felipe Melo é simples a conta. Quando ele esteve fora, perdemos pro Gambá, pro Vitoria e pro Avai. Nos jogos em que ele esteve em campo, vencemos Ponte, Flamengo, Sport e Botafogo.

Pode não ser o mesmo atleta de quando era mais jovem, pode não aguentar o jogo todo, pode até falar mais do que devia, mas a liderança que ele exerce em campo e a qualidade do time quando ele joga são notáveis. E é um cara que em pouco tempo entendeu o que o Palmeiras e a sua torcida.

Assim como o Zé Roberto. Chegou no Palmeiras em meio a piadas dos rivais, perto dos 40 anos, já um jogador realizado, campeão em tudo que é time que passou, sem precisar provar mais nada pra ninguém.

Chegou no Palmeiras na sequência de um dos maiores vexames da nossa história, que foi o quase rebaixamento no ano do Centenário. E já na primeira preleção, mostrou que valeu a aposta que o Palmeiras fez nele.

Se já não tinha a energia e rapidez de tempos outros, foi peça importante nas conquistas de 2015 e de 2016, fez gol no Entulhão, fez gol na Liberta, deu aquele carrinho mágico contra o Cruzeiro em Araraquara e garantiu um dos pontos mais preciosos na campanha da conquista do Enea.

Em 2017 acabou passando a temporada quase inteira na reserva, e não deve ter sido nada fácil ver do lado de fora a lateral esquerda do Palmeiras ter sido tão maltratada como o foi este ano. Era possivelmente o maior sinal de que era hora de pendurar as chuteiras.

Mas o Zé cumpriu também seu papel que a Diretoria decidiu mantê-lo como assessor técnico, vai trabalhar com Roger Machado no ano que vem. Um verdadeiro gol de placa do Palmeiras. Mas não podia deixar de comentar o gol contra que foi manter os preços dos ingressos tão altos prum jogo festivo que já não vale mais nada em termos de campeonato. Os 23 mil de ontem poderiam ser 38…

Obrigado, Zé, foi uma honra ter visto você vestir nossa camisa e ter participado da sua estreia e da sua despedida com o nosso manto, e de ter levado meus dois moleques de 5 anos pra ver como uma carreira vitoriosa deve ser encerrada: com a admiração de muitos e o respeito e gratidão de todos. 

AVANTI PALESTRA!

Avai 2×1 Palmeiras – BR17

Tô aqui fazendo esse post com a mesma vontade que os jogadores mostraram em campo na derrota pro Avaí ontem, na Ressacada.

Tudo bem que o campeonato acabou, que afora uns trocados a mais não muda mais nada terminar em segundo ou quarto colocado.

Mas aí deveria entrar aquilo que se chama honra à camisa, respeito ao torcedor palmeirense do Sul que este ano praticamente não teve oportunidade de ver o Verdão jogar, além dos que saem dos 4 cantos do País pra acompanhar o Palestra onde quer que ele jogue.

E foi isso que faltou no jogo de ontem, vontade e respeito com a camisa.

Valentim, mais uma vez, assim como contra o Gambá e contra o Vitória, segue cavando sua própria cova e, embora parte da torcida ainda confie que ele seria a melhor opção (não necessariamente por ele mesmo, mas pelas alternativas que o mercado apresenta), vai tornando sua permanência no comando do Palmeiras em 2018 insustentável.

Afinal, ressuscitamos todos os defuntos desse campeonato, o principal deles foi o líder capenga que vinha caindo pelas tabelas, sem vencer há 4 jogos até enfrentar a grande mãe que foi o Palmeiras nessa temporada.

Ontem, o Avaí vinha de uma vitória em 12 jogos, não ganhava uma partida desde agosto e a derrota seria a garantia de Série B, ou seja, não podia ter adversário melhor pra eles do que o Palmeiras.

O troféu da incompetência de ontem vai, na zaga, pro Mina, péssimo e culpado direto pelos dois gols,  e pro Dudu, que – em parte por culpa do Valentim, que insistia com ele pelo meio, o que desde OO todo mundo sabe que não vira – jogou um futebolzinho bem sofrível.

Pra nossa sorte, faltam só dois jogos pra acabar esse ano maldito.

AVANTI PALESTRA!

 

 

 

  

 

     

Palmeiras 5×1 Sport – BR17

Foi um jogo muito ruim até os 10 do segundo tempo.

O Palmeiras não chutou no gol o primeiro tempo inteiro. Foi ruim assim. Pior ainda foi o Sport, que não conseguiu aproveitar o domínio que o Palmeiras permitiu e aceitou graças a atuação apagada de Moises e Dudu na etapa inicial.

No segundo tempo, o Palmeiras começou apagado, mas foi melhorando e em poucos minutos liquidou o jogo. Deyverson, aos 11 (depois de perder um gol incrível) e aos 33, Luan aos 18, Dudu aos 44 e Keno aos 46 marcaram pro Verdão. O Sport descontou com DS aos 37.

Com o empate do Vasco e as derrotas dos outros 3 cariocas, o Palmeiras confirmou vaga na fase de grupos da Libertadores, já que não pode mais ser ultrapassado por esses times e o único que ainda pode chegar, o Cruzeiro, já está garantido no torneio continental do ano que vem.

Será o terceiro ano seguido do Palmeiras na Liberta, o que é um bom sinal, mas evidentemente não serve de consolo pro ano que mais prometia desde sabe-se-lá quando ter passado em branco. Que o Palmeiras entenda que a obsessão da torcida é ganhar tudo. Sem abrir mão de nenhum torneio. É isso que o palmeirense quer ver no próximo ano, um Palestra brigando pra levar tudo.

18 mil pagantes no Allianz, mas não se enganem, todo mundo preferia estar em outro lugar. Quem tava lá hoje, foi pela camisa.

Próximos 2 jogos serão segunda-feira, primeiro contra o Avai fora e depois contra o Botafogo, no que será o último jogo desta temporada na nossa casa. Por pior que tenha sido o ano, vai ser duro ficar sem ver o Verdão jogar até janeiro…

AVANTI PALESTRA!

#quemtemmaistemnove

#semasterisco

#9sem* 


Palmeiras 2×0 Flamengo – BR17

3 pontos conquistados com tanta facilidade que só fez o palmeirense ficar ainda mais enraivecido com o desfecho desse lastimável 2017.

Michel, Melo, TS, Luan e Jean, jogadores que foram deixados de lado nos últimos jogos, foram escalados ou entraram no decorrer da partida, e corrigiram as falhas que nos custaram o ano com uma simplicidade chocante… mais um sinal de que o Palmeiras podia bem mais nesta temporada.

Pouco mais deve ser dito. O Palmeiras encaminha melancolicamente a vaga direta pra Libertadores, com um futebol hoje que, se tivesse vindo 15 dias antes, talvez a sorte fosse outra.

Mas já é hora de virar a página, porque 2018 já começou. Quem vai, quem fica, quem vem, quem vai comandar, tudo isso precisa -e já deve – estar na pauta prioritária da Diretoria, pra não se repetirem os erros deste ano, que não foram poucos.

Pra mim, aliás, o principal, que nos custou tudo, foi a demora na definição do treinador para 2017, o Palmeiras acreditou que faria Cuca mudar de ideia, não conseguiu e aí, no atropelo, trouxe Eduardo Baptista, uma escolha que se mostrou tão equivocada quanto apostar na volta do Cuca depois.       

Pra mim, o treinador tem que ser o Valentim. Hoje ele mostrou que não tem compromisso com o erro, já é bem mais do que o último treineiro, teimoso e birrento tanto quanto competente…

Que nesses últimos jogos o time honre a camisa e a história do Palmeiras, que é, e seguirá sendo o maior campeão nacional, o primeiro e único 9 vezes campeão.

AVANTI PALESTRA! 

Vitória 3×1 Palmeiras – BR17

O ano já estava quase passando sem um vexame digno do Palmeiras, daqueles que todo ano tem, sempre temos o desgosto de pelo menos um jogo trágico…

Se nas duas rodadas anteriores a muleta da arbitragem escorou bem os resultados indesejados, dessa vez o calço não serviu. 

O Palmeiras foi pavoroso, um nojo, tirando o Keno, ninguém se salvou. Nem o Valentim, que na segunda-feira passada era opção de treinador de 6 a cada 10 palmeirenses para 2018. Agora já não se sabe mais, embora ele seja claramente o menos culpado.

A verdade é que o time que, antes de jogar contra o Cruzeiro só dependia dele mesmo pra ser campeão, PIPOCOU. 

Muitas teorias foram lançadas hoje, mas essa é a única à que eu me filio. Pipocaram. Simples assim. 

Os mesmos caras que representaram no ano passado, dessa vez fraquejaram. 

Mas é importante que se diga: o melhor ataque da competição, que tivemos no ano passado, segue sendo nosso. 

Acontece que a segunda melhor defesa do BR16 virou uma das piores desse ano, e ai não adianta fazer 2 por jogo se a defesa leva 3… é matemático.

Ou seja, mesmo com a saída do Jesus, o Palmeiras conseguiu manter seu ataque entre os melhores do Brasil, ainda que alguns dos jogadores de frente andem bem abaixo do desejável, mas na defesa as coisas estão lastimáveis, nenhum se salva.

Tanto que, voltando ao início desse post, se o Valentim não mudar geral a zaga, talvez o vexame do ano nem tenha sido o jogo de ontem…

Chega logo, 2018

AVANTI PALESTRA!

Gambá 3×2 Palmeiras – BR17

Se esse jogo tivesse sido 2×3, a manchete seria: com dois lances discutíveis, Palmeiras vence Corinthians.

Mas o jogo foi 3×2 pro time da casa, com um gol impedido e um pênalti que, na melhor das hipóteses, foi com muito boa vontade uma falta fora da área.

Agora vá você tentar explicar prum alienado favelado que, de 3 gols, 2 não valeram… Na imprensa ninguém vai falar. Já  não falaram, basta ler as matérias e ninguém vai ter falado que, dos 3 pontos somados, ao menos 2 são graças a um impedimento nada duvidoso não marcado.

Por isso não haverá críticas individuais na análise de hoje. Se não fomos bem – e não fomos  mesmo o melhor que podíamos – ter feito a melhor das paridas não teria sido o bastante pra evitar o revés. Se não tiver sujeira, não será uma vitória do Gambá.

Que siga o bom trabalho do Valentim, e que a diretoria do Palmeiras seja enérgica contra essa patifaria que virou a arbitragem no futebol brasileiro, de segunda a domingo tem árbitro tirando ponto da gente, sem ninguém fazer barulho…

Sigamos em frente, 8 pontos só é muito pra diminuir se o Palmeiras tivesse jogando mal e o Gambá não, se o juiz não tivesse influenciado,  mas a verdade é o exato oposto, o resultado foi injusto, agraciado pela péssima arbitragem e é só o Gambá achar que já acabou que nós chegamos juntos de novo.

Sem jogar a toalha enquanto houver chance, mas chega de dar brecha.

AVANTI PALESTRA!

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