Arquivo mensal: junho 2017

Palmeiras 3×3 Cruzeiro – Copa BR17

Que jogo foi esse… Hoje é pra dormir só as 4 da manhã…

Depois de uma quase tragédia, graças a uma escalação muito da equivocada, especialmente em razão da definição da zaga bem mais pesada, com Fabiano, Mina, Dracena e Zé Roberto,  contra um Cruzeiro jogando sem referência, o Palmeiras virou presa fácil e, em 3 contra-ataques, levou 3 gols.

E olha que o Palmeiras começou pressionando bem, criando algumas oportunidades até que, numa falha generalizada num rebote de escanteio, o Cruzeiro fez 0X1. Em mais alguns minutos e já estaria 3. Uma semi-tragédia.

Cuca não perdeu tempo e sacou Fabiano, ainda no primeiro tempo, colocou Egydio e corrigiu de uma só vez toda a defesa: Egidio foi pro lugar do Zé, Zé foi pro lugar do Tche Tche e este, por sua vez, foi para a direita.

Corrigida a marcação, o Palmeiras fechou a porteira na defesa, mas sem conseguir ameaçar o gol do Fabio.

Voltamos do intervalo com o óbvio ululante que apenas o Cuca não quer ver, mas hoje não tinha muita escolha: B O R J A.

Em 20 minutos empatamos o jogo, com uma participação determinante no primeiro e uma assistência de cabeça no segundo gol, o colombiano comandou a reação do Verdão quando boa parte da imprensa já dava a derrota como certa. foi sua melhor partida com a nossa camisa, e isso que nem gol ele fez…

É verdade que depois disso o time acomodou, respirou, e ainda teve algumas chances de chegar ao 4o gol, mas ele não veio.

No fim, o resultado foi justo pela vacilada monstra do Cuca na montagem do time pra essa partida, justo ele que tanto se empenha em escalar o time de acordo com o adversário, colocou a nossa zaga mais pesada contra o ataque mais leve do Cruzeiro. Errou.

E corrigiu o erro. Espero apenas que ele tenha entendido a importância do Borja na partida, bem como a incapacidade do William de ser a referência, o que inclusive contribuiu pra tantas e tantas bolas que estavam no nosso ataque virarem lances ofensivos perigosos e até gols do nosso adversário. Já adianto que, pelo que ouvi da entrevista, ele não entendeu.

Mais duas coisas: Dudu monstro chamou a responsa, fazia tempo qu enão tínhamos um 7 tão a vontade com a nossa camisa, e William sem jogar de centroavante até gol fez, viu professor?

Apesar da desvantagem de ter sofrido gols em casa, o que impede o Verdão de empatar em 0x0, 1×1 ou 2×2 lá no Mineirão, quem saiu pior nessa foi o Cruzeiro, que deixou escapar a chance de fechar a tampa do nosso caixão, e agora vai ter que jogar com a responsa de saber que podia ter matado o confronto no primeiro jogo, mas deixaram a gente buscar, agora quero ver segurar Mariazinha…

AVANTI PALESTRA! 

 

 

Ponte Preta 1×2 Palmeiras – BR17

SAI ZICAAAAAA!!!!

Ja eram seis jogos sem vencer esse time salafrário que é a Ponte Preta.

E graças a uma atuação monstruosa do Guerra, mais uma, finalmente conseguimos tirar essa tiriça dos infernos.

Assim como no ano passado, toda vez que o time que o Cuca armou conseguiu os 3 pontos, eu não me preocupei em entender o esquema tático, escalação, substituições, etc. O que vale é sempre a vitória.

Mas hoje é preciso pontuar. Zagueiro improvisado na lateral esquerda (muito bem, aliás), William improvisado de 9, Erik improvisado de jogador, no 2T Fabiano improvisado de volante… Depois de tudo isso, San Gennaro deve estar exausto de tantas preces que ouviu hoje…

E se o Cuca sabe o que faz, e a gente confia demais que ele saiba mesmo, fica muito difícil de entender a opção do treinador em sempre deixar no banco o investimento mais caro do clube para esta temporada. 

Ao deslocar o William pra jogar no meio dos dois zagueiros, o que ele efetivamente não sabe fazer, o Palmeiras perde duas vezes: na referência, onde ele é inoperante, e na ponta em que ele poderia estar rendendo muito mais do que o Erik, por falta de capacidade, consegue.

E olha que o Erik ainda arrematou uma assistência de calcanhar, pro segundo gol do Guerra, mas o conjunto da obra é muito, mas muito negativo.

E faltando pouco mais de 10 minutos pro jogo acabar, lá foi o Borja pro campo substituir o Guerra. Num jogo em que ele poderia ter sido fundamental, o nosso 9 ficou 80 minutos no banco olhando William fora de posição e o Erik assessor de lateral – como diz o Tostão – jogarem…

Complicado, mas, enfim, os 3 pontos vieram então All Hail King Cuca! Que fique o registro, porém: Borjão precisa jogar, professor!

Pra sequência do campeonato, perdemos Mina, Guerra e Tche Tche pro jogo contra o Gremio. Se o Cuca tava pensando em poupar, já não vai ter muita escolha sem a espinha dorsal do time.

Antes disso temos o Cruzeiro em casa pela CdB, e depois começamos uma maratona sinistra com Liberta e jogos cascudos no BR um atrás do outro.

O bom é que com essas 03 vitórias seguidas, e o que era pra ser uma quina, não fosse o juiz safadeeenho do jogo da Vila, o Verdão está crescendo na hora certa, chegou no 4o lugar depois de estar em 16o.  Estamos chegando, e ai já viu…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Atlético/GO – BR17

Partida e vitória protocolares do Palmeiras.

Contra esses times pequenos que jogam com 10 homens de linha atrás da linha da bola, é muito difícil ter criação, e o time fica sempre dependendo de lances individuais pra conseguir chances de gol.

E o primeiro tempo foi realmente assim, poucas chances do Palmeiras e até algumas além da conta do adversário.

No último minuto, depois de boa jogada de RG pela direita, a bola sobrou pro Borja na pequena área, e ali não tem conversa, é caixa. 1×0 e um gol importantíssimo pro Borja desencantar e quem sabe comprar um pouco de paciência da nossa ansiosa torcida.

No segundo tempo o A/GO abandonou um pouco o ferrolho, e o contra-ataque sobrou mais.

E foram diversas as chances criadas de gol: Borja e Guerra obrigaram o goleiro dos caras fazer defesas complicadas, e o Dudu ainda isolou uma bola quase embaixo do travessão. Ainda teve um cruzamento do Guerra que se o Dracena fosse 0 Mina, teria resultado em gol.

No fim do jogo, o A/Go ameaçou crescer, mas na única chance real de gol Fernando Prass cresceu e mais uma vez evitou que o Palmeiras perdesse pontos em casa, o que seria uma tragédia contra um adversário tão fraco, principalmente nessa pegada de recuperação depois de um início de campeonato tão irregular.

No fim, o que importa são sempre os 3 pontos, e como bem disse meu brother Brunão, esse jogo ninguém vai lembrar ou lamentar desse jogo no fim do ano…

Domingo contra a Ponte se imagina que o Cuca deva poupar alguns jogadores pro jogo de quarta, contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. O que mais preocupa é o meio campo, o Palmeiras segue sem um primeiro volante de ofício e ainda teve a substituição do Tche Tche, que do campo não deu pra saber se saiu machucado ou apenas com câimbras.

Por outro lado, o Palmeiras já poderá contar com Bruno Henrique, que apareceu hoje no BID da CBF. Só não sei se ele pode ser inscrito na Copa do Brasil, procurei mas não achei nada a respeito, então suponho que sim, porque se não pudesse a imprensa já ia estar apontando o dedo, né…

Então bora afundar a macaca e aquele treinador zé reula deles.

AVANTI PALESTRA! 

Bahia 2 x 4 Palmeiras – BR17

VOLTAMOS!

Na verdade, já tínhamos voltado contra os bagres, mas o resultado não veio. Como era esperado, o fraco time do Lambari empatou jogando em casa com a Ponte na sequência, e fomos nós pra Salvador pra enfrentar o até então invicto Bahia.

Cuca, na sua busca frenética pelo time ideal pra cada jogo, veio com Mayke, Mina, Juninho e Egídio na defesa, com Thiago Santos e Jean na proteção e Guerra na elaboração pro Keno, William e Guedes na frente.

Com o time bem leve, o Palmeiras conseguiu subir o primeiro combate e dificultou o jogo do Bahia, ao mesmo tempo em que favoreceu o contra ataque.

E logo aos 15, depois de um ótimo lançamento do Guerra (já anunciando o que seria a melhor partida do meia com a camisa do Palmeiras), Keno sofreu penalti claríssimo.

Na hora foi aquele misto de alegria e apreensão, já que o Palmeiras perdeu 02 dos 03 penaltis marcados pra gente até então (Jean contra o Bambi e William contra o Galo).

Guerra pegou a bola, mas o Guedes chegou e pediu pra bater, o Jean ainda tentou conversar mas ele estava decidido. E não vacilou: com paradinha, tirou o goleiro do retrato. 1×0.

Com o gol, o Palmeiras não se acomodou e manteve o mesmo ritmo de jogo, as jogadas sempre saindo dos pés do Guerra, mas o gol não vinha.

No final do primeiro tempo, um castigo injusto. Num lance raro de desatenção do Mina (e com participação negativa do Maike e do Guedes também), ele deu espaço pro bom Zé Rafael, que obrigou o Prass a uma ótima defesa, uma segunda ótima defesa no rebote e no terceiro lance não deu pro nosso goleiro, 1×1 que não refletia a realidade da partida até ali.

No segundo tempo, Cuca sacou o Mayke pra entrada do Tche Tche e levou o Jean pra direita, e o time que já fechou a primeira etapa jogando bem, encaixou de vez.

Aos 02 minutos, Thiago Santos ligou o Roger Guedes, que marcou o gol, mas foi anulado por impedimento.

Na sequência, o Palmeiras puxou bom contra ataque pela esquerda com o Keno, a bola sobrou pro Tche Tche que rolou pro meio da área, Guerra só ajeitou pro Keno, de primeira, de fora da área, acertar no ângulo direito do goleiro do Bahia. 2x1pro Verde.

O Palmeiras ainda iria criar duas chances perdidas pelo Guerra, mais uma com Guedes e outras com o Egídio e com o Jean, sempre com a armação do excelente meia venezuelano, mas a essa altura apesar da bola não entrar, o jogo estava muito mais pra gente do que pra eles.

Aos 20 perdemos o Keno (Erik), e aos 27 perdemos o Thiago Santos, com o Cuca promovendo a estreia de Luan na proteção da zaga.

Aos 37 Juninho desviou ótima cobrança de falta do Jean e a um milímetro da bola entrar o Mina finalizou de carrinho pra fazer o 3×1 que nós, inocentes, achamos que seria o prego na tampa do caixão baiano. Não foi.

Por que logo na saída de bola, moscamos pela direita da zaga, o atacante do Bahia entrou chutando e obrigando o Prass a mais uma ótima defesa. Na sequencia do lance, cruzamento mascado que o Juninho errou feio e perdeu o tempo da bola de forma bisonha, e o atacante do Bahia, meio desajeitado, desviou pro gol. 3×2 e a certeza de que nunca vai haver um minuto de sossego na vida do palmeirense.

Mas se a trapalhada na zaga nos custou um gol do Bahia, uma outra presepada bizarra do Erik no ataque terminou com gol nosso, sempre com a genialidade do Guerra, que ajeitou a mancada do 17 que tropeçou na bola, e tocou pro William dominar pra cima e bater cruzado, sem chance pro goleiro do Bahia. 4×2, aos 47.

Finalmente o placar refletiu com justiça o que se viu em campo. Na quarta, além do apito amigo, uma atuação perfeita do goleiro do Lambari custou que muito palmeirense não conseguisse enxergar o óbvio: O Palmeiras voltou.

E não teremos nunca um time titular. O Cuca vai seguir montando as escalações de acordo com o adversário. E isso não é covardia. É estudo, é estratégia, é tudo menos covardia. Às vezes vai funcionar (como hoje), outras não vai (como quarta passada), mas não duvidemos da competência do nosso time, do nosso treinador e da força da nossa camisa. 2017 será ainda melhor que 16.

O Palmeirão VOLTOU!

AVANTI PALESTRA!     

Lambari 1×0 Palmeiras – BR17

Apesar do bom futebol do Palmeiras ontem, não foi o bastante pra superar a atuação perfeita do goleiro adversário e também a sempre péssima arbitragem de Wilton Pereira Sampaio.

O juiz foi decisivo em dois lances primordiais. Primeiro, não marcou a falta clara do atacante santista sobre Dracena no lance que gerou o gol deles. E depois deixou de marcar penalti claro no Dracena no fim do jogo. 

Mas é certo que a derrota veio de novo depois de uma indefinição na marcação pela direita, mesma coisa contra o Coritiba. 

Foi bom ver também o quanto jogou bola o Roger Guedes, arrisco até dizer que foi o melhor palmeirense em campo.

Apesar da clara evolução nos jogos contra Galo, Fluminense e ontem, o Palmeiras segue sem marcar pontos ou gols fora de casa. 4 derrotas. Péssima campanha e já há os PVCs da vida apontando ser impossível tirar os 12 pontos de diferença pra liderança.

A se manter essa escrita de o Palmeiras não pontuar fora de casa, realmente não vamos conseguir buscar. Por isso, ou o Palmeiras ganha na Bahia, ou priorizar a Libertadores até o fim do ano será a única opção.

E presidente, não adianta nada chefiar delegação da CBF e no jogo seguinte ser assaltado desse jeito…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×1 Fluminense – BR17

Nada como uma boa vitória pra acalmar os ânimos da torcida palestrina.

Mesmo sem Mina, Dudu e Borja, o Palmeiras conseguiu superar o Fluminense.

Com alguma dificuldade, é verdade, mas no fim o que vale são os 3 pontos, os 3 gols depois de 4 jogos sem vencer e/ou marcar.

A volta do Guerra com certeza fez a diferença no sistema ofensivo, que passou a ter organização e estruturação, bem diferente daquele bumba meu boi que foi em Curitiba.

Logo aos 9 o Palmeiras abriu o placar, em jogada de cobrança de lateral batido pelo ZR, que o William desviou na medida pro Guerra bater de primeira, indefensável.

E tudo parecia que ia caminhar prum jogo tranquilo, mas depois de um novo chutão pra frente nas costas do nosso lateral direito, Jean saiu antes mas perdeu vergonhosamente na corrida, e a bola cruzada sobrou fácil pro Henrique Dourado empatar.

Mas o Palmeiras não se abalou. Seguiu criando e depois de uma excelente jogada do RG pela direita, até que enfim Senhor…, Keno desempatou.

Ainda teve tempo do Prass fazer uma defesa monstra numa jogada que o Henrique Dourado entrou nas costas do Juninho/ZR.

Pro segundo tempo, Cuca sacou o Jean – péssimo, sem nenhuma condição de jogo – e colocou o Thiago Santos, deslocando o Tche Tche pra direita. Mais tarde, com a contusão do sempre excelente Felipe Melo, Fabiano entrou e Tche Tche voltou pro meio de campo.

Keno, exausto, ainda deu lugar pro MB, e o Palmeiras até conseguia desenvolver algumas jogadas de contra-ataque, embora faltasse algum capricho – assim como em Curitiba – pra matar o jogo.

Numa das raras vaciladas da nossa zaga, que foi muito bem no geral, Marco Junior cabeceou sozinho, na pequena área, pruma defesa absurdamente monstruosa do Prass.

Pouco depois, num contraataque armado por Juninho, Roger Guedes ganhou dos zagueiros do Fluminense e bateu cruzado de canhota pra lacrar o caixão do time que deve a série C, foi literalmente o último jogo da partida.

Foi o jogo da redenção do Prass e do RG, justo os mais criticados pela torcida nas últimas partidas. Guedes deu um gol e fez outro, e o Prass pegou duas bolas à queima-roupa pra chutar a má-fase do Palmeiras na bunda.

Quarta-feira vamos pra nossa Casa de Praia consolidar a recuperação e descamar um pouco mais nosso velho freguês litorâneo.

AVANTI PALESTRA!

 

 

Coritiba 1×0 Palmeiras – BR17

Luz amarela, quase laranja, acendeu em Palestra Itália.

Que se registre que o time que entrou em campo ontem tinha 100% da zaga reserva, dois titulares no meio e 1 no ataque. Com 7 reservas, não era de se esperar um primor de futebol.

 Mas a displicência com que o Palmeiras deixou de marcar os pelo menos 3 gols que podia ter feito no primeiro tempo, e que tomou o gol ridículo marcado pelo Coritiba, são pra preocupar.

Nos dois testes que o elenco reserva teve, Chapecoense e Coritiba, o time foi muito mal: 6 pontos perdidos e um futebol jogado horroroso.

A distância de 9 pontos pro topo da tabela reflete bem o quão ruim é a participação do Palmeiras até aqui no Brasileirão. E deixa claro que o elenco tem falhas claras, o Palmeiras não dispõe de um centro avante ou um meia reserva que possam fazer as funções do Guerra ou do Borja.

Quanto a este último, Cuca precisa decidir logo o que quer da vida. O Jesus conseguia pressionar a saída de bola, ser a referência, jogar de falso 9 e marcar uma porrada de gols. Mas a bola chegava pra ele. E o Borja não marca, só joga como referência, mas a bola não chega.E o William, quando joga improvisado, marca bem mas não consegue ser referência, some no  meio dos zagueiros. Ah, e a bola não chega…

O fato é que não vamos mais conseguir jogar como no ano passado, porque o Jesus era, ao mesmo tempo, o que o William é na pressão da saída de bola do adversário, e o que o Borja é na referência. E a bola chegava. Hoje, temos ou um ou o outro. Então não dá pra achar que o time vai conseguir jogar como jogava no ano passado.

O grande problema do ataque, na verdade, é que a bola simplesmente não chega, e quando chega, acaba sendo desperdiçada a chance, como ontem, em que tanto o Michel como o Keno perderam boas oportunidades de abrir o placar pro Palmeiras, muito melhor que o Coritiba no jogo.

E na defesa, até que as coisas não iam tão mal quando tomamos o gol mais ridículo do ano, um chutão da zaga que caiu no meio do Maike e TS, um olhou pro outro e o meia adversário entrou sozinho só pra desviar do mal posicionado Fernando Prass.

O resultado disso tudo é: 4 pontos em 15, 4 gols marcados num único jogo, e uma seca de 4 partidas sem marcar gol, nas quais em 3 derrotas sofremos os mesmos 4 gols que marcamos na primeira. Resumindo: uma campanha ridícula e muita preocupação da torcida com o fraco futebol desempenhado, seja com titulares ou reservas.

Por sorte nem Libertadores e nem Copa do Brasil serão disputadas por pelo menos mais 40 dias, o que dá tempo de esse time voltar a jogar bola, mas se não melhorar rápido, já pode dar adeus ao brasileiro.

Que situação pro entitulado melhor elenco do Brasil, não? Espero que o Mattos esteja só esperando a janela do exterior abrir pra trazer os nomes que realmente farão valer essa fama.

No sábado, que volte o bom futebol. E os gols e a vitória, é claro.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x0 Atlético MG – BR17

Melhorou mas não bastou. Novamente com formação inédita, o Palmeiras foi a campo com Prass, Maike, Mina, Dracena e Egídio, TS, Tche Tche e Guerra, rg, Wiliam e Keno.

Mudanças como Felipe Melo no banco, Maike e Egídio nas laterais, entre outras, deixam claro que Cuca segue experimentando o elenco em busca da formação ideal. Mas algumas coisas precisam mudar pra ontem.

Roger Guedes, por exemplo, está numa fase péssima, e boa parte da torcida já não tem mais paciência com o jogador, muito em razão da displicência e falta de vontade. Mas não há meio do Cuca tirar o jogador do time titular. Hoje, finalmente, o atacante esteve em campo só o primeiro tempo, e foi substituído no intervalo pelo Borja.

Wiliam de centro-avante, também, não tem mais nenhuma condição. Não é a dele. E o Palmeiras sofre com a falta de referência. E perde com a ausência dele aberto no lugar, por exemplo, do Roger Guedes.

Resumo: jogamos o primeiro tempo inteiro sem referência e com um morto pela direita. Chega, né Professor…

Por outro lado, se teve um jogador que deixou a torcida orgulhosa, foi o Keno. Jogando pelo lado esquerdo do campo, o atacante brilhou, e foi responsável por grande parte das boas jogadas do Verdão, inclusive foi dele um chute muito bem dado que parou na trave do Galo no primeiro tempo.

E foi no primeiro tempo, totalmente dominado pelo Palmeiras, que ainda tivemos um penalti a nosso favor, mais um, desperdiçado. Dessa vez coube ao Wiliam bater pessimamente e jogar no lixo a chance de irmos pro intervalo em vantagem. Precisa ver isso ai, dois jogos seguidos pelo BR que perdemos penaltis, não dá mais né…

No segundo tempo o Palmeiras ainda teve mais algumas boas oportunidades de marcar, numa delas Victor desviou apenas o suficiente o que seria um golaço do Borja do meio da rua…

O Palmeiras foi nesse ritmo até os 30 do segundo tempo. Depois o Galo foi quem teve as melhores chances e foi a vez do Fernando Prass impedir a derrota.

No fim, perdemos 2 pontos, pois jogamos em casa, fomos bem melhor que o adversário e não fizemos o gol. Mas em relação ao último jogo, foi evidente a melhora. E certamente o time vai crescer nos próximos jogos.

Agora, quarta-feira, em Curitiba, precisamos recuperar os pontos desperdiçados em casa. Quem sabe o Cuca tenha se convencido que o RG não pode ser titular do Palmeiras, eu garanto que ganharemos se ele não jogar ou, pelo menos, não começar jogando.

AVANTI PALESTRA! 

  

Inter 2×1 Palmeiras – CopaBR17

OOOOOO a emoção voltou!!!
Olá Palestra, você que estava de férias d e sofrer pelo Verde desde o fim do ano passado, bem vindo de volta…

Há duas formas de analisar esse resultado: o primeiro seria algo tipo – caralho, mesma merda contra os bambis, não criou nada e foi salvo na bacia da almas. A outra é fomos assaltados mais uma vez, um gol bom e um penalti não marcado, perdemos o Dudu e ainda não tínhamos o Guerra, e no fim eis que o TS salvou a pátria mais uma vez.

Escolham sua versão. Fico num meio termo entre a primeira e segunda. Tche2 e Jean juntos, pra mim, não funciona. Não entendo como o Guedes é titular absoluto. E qualquer que seja o esquema, não é dia de inventar em decisão. Como com o Fabiano na lateral.

Mas, tem que reconhecer que o resultado veio e a classificação foi entregue, então quem sou eu pra apontar o dedo?

SALVE CUCA; SALVE TS
AVANTI PALESTRA!

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