Arquivo mensal: março 2017

Ponte Preta 1×0 Palmeiras – Paulistão17

Sem comentários perder pra essa maldita Ponte Preta.

Sem comentários mesmo. 

Escalação pífia – Erik de tirular e Keno no banco, por exemplo – somada a uma desastrosa atuação pelo lado esquerdo da defesa e ainda um bocado de falta de sorte no chute de fora da área do Veiga que parou no travessão e numa defesa improvável do Aranha – sempre mão de alface contra o gambá – em chute certeito do Hyoran.

Enfim, jogo péssimo, como já tinha sido fraco o último e hora de ter atenção. Melhor campanha não vale nada senão vantagem de mando de campo.

Vantagem que podia ser de 3 vitorias e 7 pontos e caiu pra 1 vitoria e 1 ponto.

Mas acredito que o time e comissão aprenderam a lição. No domingo tem que liquidar o NH pra não ter dor de cabeça no jogo da volta no Pacaembu. 

Pra cima deles!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×2 Audax – Paulistão17

O Palmeiras somou mais um ponto para a melhor campanha da competição, jogando com o time bem modificado contra o Audax no Allianz.

Esteve a frente do placar duas vezes mas cedeu o empate em lances pontuais, nada que mereça abalar a confiança do time ou do treinador. 

Na defesa o destaque foi o zagueiro Antonio Carlos, partida quase perfeita. E no ataque, William, com apenas 30 minutos jogados, mandou bola na trave, fez gol, quase fez outro, jogou demais. Ah se tivesse entrado antes no lugar do molenga da 9…

Com um empate do Gambá amanhã garantiremos a melhor campanha e a vantagem de decididr em casa daqui pra frente. 

Quarta fechamos o turno contra a Macaca lá em Campinas. Tche Tche e Thiago Santos, suspensos, mais os selecionáveis, deverão ser as ausências da vez. Ou seja, mais um jogo protocolar.

E no final de semana, aí sim já teremos as quartas, provavelmente contra o Novorizontino,  com o time titular descansado e sem cartões, primeiro jogo fora e segundo, dia 09, no Pacaembu, porque o Allianz vai trocar a grama.

Pra cima, Palmeiras!!

Palmeiras 2×0 Mirassol – Paulistão17

O Palmeiras foi a campo nesta quarta, no Palestra, com um time repleto de reservas, no tal do “rodar o elenco”.

Não podia ser mesmo diferente, pois 4 dos nossos titulares estão a servir suas seleções, e o VH suspenso também não poderia atuar. 

Tche Tche e Zé Roberto completaram a lista dos que nem relacionados pro jogo foram.

Foi a chance perfeita pra provar a qualidade do elenco, e os que entraram não decepcionaram.

Com gols de Rafael Marques e Felipe Melo, a vitória foi toda construída no segundo tempo. 

Não foi um grande espetáculo, é verdade. Mas e daí? 3 pontos na caixa é sempre o que importa. Ganhando, que jogue assim pra sempre. 

21 mil foi o público de hoje. Casa metade vazia. Se o fato do Palmeiras jogar com boa parte do seu time composta por jogadores reservas nao ajudou, o preço de sempre (R$ 90 a 170) também contribuiu e muito pro pouco interesse do palmeirense em ir ao estádio hoje.

Este jogo, assim como o do próximo  sábado contra o Audax, teriam uma frequência muito maior se tivessem uma trégua pro bolso do palestrino. Agora já era. Proximos jogos em casa só pela quartas de final do paulistão e Liberta, que terão casa cheia qualquer que seja o preço. 

Mas segue o jogo. 

AVANTI PALESTRA!

Sardinhas 1×2 Palmeiras – Paulistão17

Nada como uma vitória naquele cortiço enferrujado de salmoura pra lembrar quem é o campeão e quem é sempre vice.

Já iam 11 jogos e 6 anos que o Palmeiras não ganhava dos lambaris lá no nosso puxadinho no litoral.

E olha que o Palmeiras só precisou jogar 3 minutos pra vencer o jogo. Em dois contra-ataques pela direita, com boas jogadas de Roger Guedes, Jean guardou o primeiro e William o segundo.

A virada foi muito boa pro torcedor, mas o Palmeiras apresentou sérias dificuldades durante a partida, principalmente pelo lado esquerdo da defesa, por onde passamos mais perrengue.

E os lambaris abusaram de perder gols. Graças também a uma atuação monstruosa do Prass, uma das melhores desde que reassumiu a titularidade.

Depois de termos passado sufoco boa parte do primeiro tempo, inclusive com bolas na trave, o Palmeiras, nos pés de Guerra criou algumas boas chances e terminou a etapa inicial dominando as sardinhas, e quase fazendo o gol.

Voltamos do intervalo sem o Guerra, um dos melhores na armação. Entrou o Egydio pra tentar corrigir a marcação na esquerda e o Zé foi deslocado pro meio. Não funcionou.

Ainda assim, apesar da vulnerabilidade na defesa, o Palmeiras conseguia criar oportunidades, principalmente com Keno, que tanto no primeiro combate como na frente vinha se destacando dos demais.

E de novo o Eduardo foi lá e tirou o que tava jogando melhor. Saiu o Keno e entrou o Roger. E logo na sequencia tomamos o gol, pela esquerda, em mais uma jogada de profundidade que nossa defesa não conseguiu evitar.

Então Eduardo abandonou a tática – como na quarta-feira – e mandou o William pra campo no lugar do Zé: 4-3-3 com FM, Tche Tche e Dudu no meio, e RG, Borja e William pela esquerda na frente.

E em 3 minutos, aos 40 e aos 43, viramos o jogo e definimos o resultado. Sim, os 3 pontos é sempre o que importa, mas o Palmeiras tem elenco e futebol pra jantar o Santos, não precisava ser tanto no aperto.

Mas, vitória é vitória e vice-versa, né? Tem um nome pra quando o treinador erra e mesmo assim o time ganha: estrela. Fechamos a maratona de 2 clássicos e duas partidas na LIberta com 10 pontos de 12 possíveis, e seriam 12 de 12 se não fosse o pé do Borja andar um pouco fora de calibre. Logo mais ele recupera e vamos seguir passando o carro geral.

Com a vitória o Palmeiras assumiu a liderança geral da competição, com 21 pontos. A 3 rodadas do fim, o Verdão só depende dele pra garantir a vantagem na próxima fase, pra qual já estamos classificados, aliás.

Segura os porco!

AVANTI PALESTRA! 

     

Palmeiras 1×0 Jorge Wilstermann – Liberta17

Sem condições emocionais pra analisar muito o que foi esse jogo.

Puta que pariu…

Que sufoco, no último lance, na última bola.

Depois de passar 90+ minutos só vendo a patifaria de um time vagabundo que desde o primeiro minuto só fez não jogar bola.

Com a conivência incondicional do safado que apitava o jogo.

Aí realmente as coisas complicam. O esquema de jogo acaba tendo que ser deixado de lado e entra a raça no lugar.

Eduardo até tentou manter a ordem. No primeiro tempo, com o time bem organizado, as melhores chances foram criadas pela direita, com Michel e Guerra; uma sobrou pro Borja dominar e bater, e a outra pra ele cabecear na pequena área, mas a bola não tava muito a fim de entrar.

No intervalo, Eduardo manteve o time mas inverteu o Guerra com o Tchê Tchê, pra ver se o primeiro colava no Dudu pro jogo fluir também pela esquerda, e se o segundo entrava na partida.

Não funcionou. Logo menos já estávamos de novo com o Felipe Melo – um dos melhores – puxando a saída de bola, o que apesar de não ser o ideal, até que hora ou outra funcionava, como em ótima enfiada por cima pro Guerra, sozinho, desperdiçar tentando dar um improvável chapéu no goleiro.

Até fizemos dois gols, um com MIna e outro com Borja (já com a jogada parada), mas em ambos foi marcado impedimento – o primeiro bem discutível, o segundo não vi ainda o lance.

O tempo ia passando, a catimba aumentando, o juiz irritando e o Eduardo começou a mexer. Tirou o Michel e colocou o Keno, tirou o Guerra e colocou o Roger e por último o Tchê Tchê pra entrar o William.

O 4-1-4-1 logo virou um 4-2-4 sem nenhuma lógica e 100% coração.

Nos últimos 10 minutos de tempo regulamentar os bolivianos pararam o jogo pelo menos 5 vezes. Retardaram tudo que puderam, cobrança de lateral, tiro de meta, reposição de bola, atendimentos em campo, substituições. Ah e quando dava, sentavam a bota… Uma várzea, sempre com a conivência do bastardo de amarelo.

Que pelo menos teve vergonha na cara e deu 6 minutos de acréscimo.

E foi aos 50, quando muita gente já achava impossível (mas não lembro de ter visto um palmeirense levantando pra sair mais cedo, pelo menos ali no Gol Norte), num lance que passou quase no pé do time inteiro (Dudu, Keno, Dudu, Borja, Keno, Felipe Melo, Keno e Roger Guedes) até o cruzamento rasteiro sobrar pro Mina, rigorosamente na mesma linha da bola, só empurrar pro barbante.

O Allianz veio abaixo num urro de alívio de 38.420 vozes. Coisa linda.

Vitória da raça, da vontade de ganhar, contra um time que só sabe jogar na altitude de Cochabamba, e que em condições normais só sabe fazer patifaria em campo. Se foderam.

Quando não der na técnica que nos sobra, que dê na superação, na porrada, o que vale, sempre, são os 3 pontos. Deixa a tática pros programas de tv, o que importa é a porra da vitória, seja como for…

Liberta agora só no dia 12/04, contra o Peñarol, em casa, e depois dia 26 já no returno, contra o mesmo adversário em Montevidéu.

Enquanto isso, domingo vamos descer a serra contra aquele time morfético que só sabe abrir as pernas pro Gambá e ser vice do Verdão… Tá na hora de ganhar de novo naquela pocilga!

Pra cima das sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×0 SPFW – Paulistão17

Hoje deu gosto de ver. Fomos Palmeiras. 

Tanto na arquibancada, como em campo, fomos Palmeiras. A sintonia era intensa. Time e torcida, torcida e time, e também o treinador que encaixou com perfeição esse tal de 4-1-4-1 e aniquilou o time treinado pelo ex goleiro de hoquei.

Que por sinal tem treinado bem seus goleiros. 3 visitas do reserva do Marcão no Allianz, 10 gols sofridos, 2 de cobertura. A linha do time alegre também segue 100%: nenhum gol marcado.  Que seja sempre assim…

Com atuação monstruosa do Thiago Santos, o melhor em campo, o Palmeiras não deu a menor chance pro adversário sequer chegar perto do nosso gol. Com a defesa extremamente bem postada, o campo sobrou pra Tche Tche, Michel Bastos, Guerra e Dudu jogarem o fino da bola.

Embora o Palmeiras fosse muito superior no primeiro tempo, ia faltar o gol. Ia. Mas aí o Dudu lembrou: – peraí… Bambi? Allianz Parque? Vou mandar um balãozinho… E caixa. Um gol antológico, quase do meio de campo na lateral esquerda, e só deu pro Denis olhar e lembrar que o chefinho já passou vergonha semelhante.

No segundo tempo, Tche Tche, de canhota, indefensável, fez o segundo golaço da tarde, enquanto que Mina no bote, Michel na bola enfiada, Borja no desvio e Guerra na complementação, com ajuda de uma falha monstra do Denis, fecharam o tampo do caixão cor de rosa trabalhado no glitter.

Ainda podia ter sido 4, quando ainda estava 2×0, numa pintura do Michel Bastos, com embaixadas e um calcanhar improvável, a bola sobrou pro Fabiano acertar o cruzamento perfeito pro Egídio testar forte,  mas a bola foi muito perto do goleiro, que fez boa defesa.

Foi um resultado importante, o segundo da semana. O Palmeiras ganha confiança depois de empatar com 1 a menos na Argentina e atropelar o rival hoje, mesmo poupando 02 titulares, mais 1 suspenso e deixando outros 03 fora de quase toda a partida.

Eduardo Baptista ganha confiança, e (porque não?) um pouco de paz, mostrando que soube fazer a leitura correta de ambos os jogos, ao mesmo tempo em que rodou o elenco sem prejudicar o desempenho do time e conquistando resultados importantes. Boa, professor!

Foi dia também de ver a volta de Tche Tche, talvez o principal jogador em campo (e talvez do elenco), e de finalmente ver o Guerra desencantar, além do gol foi muito bem tanto na armação como na marcação.

Agora enfrentamos a segunda parte da maratona, Jorge Wistelrman pela Liberta na quarta e os lambaris na casa de praia no dia 19. Pensar nos 6 pontos não é exagero. Pelo contrário, se tem um time que pode ter essa expectativa é o Palmeiras.

Pra cima dos bolivias e dos bagres!

AVANTI PALESTRA! 

Atletico Tucuman 1 x 1 Palmeiras – Liberta17

Se o resultado foi bom ou ruim, saberemos a partir do resultado dos demais adversários na casa do Tucuman.

Foi bom pelas circunstâncias do jogo, afinal, 70+plus minutos com 1 a menos, qualquer coisa menos a derrota é lucro.

Mas, se o Palmeiras teve chances concretas de vencer 10 x 11,  considerando ainda que a expulsão do vitor Hugo foi cabacice pura dele, porque reclamar de juiz caseiro na Libertadores é coisa de juvenil, o empate é pra ser lamentado SIM.

Até porque o Borja teve 3 chances claras de gol, duas que o goleiro pegou e uma que foi milimetricamente pra fora, enquanto o gol cagadíssimo do Tucuman foi milimetricamente pra dentro.

Em resumo, eu não vou perder tempo de analisar se a substituição que o Eduardo fez no primeiro tempo foi acertada (porque o jogador que eu achava que devia sair fez o gol de empate), mas vou me limitar a achar que foi um puta resultado diante do que o jogo se apresentou, apesar de que, mesmo com um a menos, tivemos chances claras de sair com a vitória até mesmo mais do que o Tucuman.

Bom ou ruim, o importante é que o Palmeiras já pôde sentir na pele as adversidades que formam essa competição, e mesmo assim conseguiu evitar o pior resultado, o que pra todos os efeitos deve ser considerado um mérito, ao mesmo tempo que vale como um “presta atenção”.

Lição tomada e um ponto marcado fora e sigamos em frente. Até porque 4 pontos a cada um jogo fora e outro em casa é a fórmula maior de sucesso nessa competição. 

Seguimos adiante, sábado temos o bambi em casa e defendo time 100% reserva, e quarta J. Whistelman pela Liberta, esse sim jogo que vencer ou vencer ou vencer é a única alternativa.

Pé direito na estreia, pelo conjunto da obra, quarta é dia de assumir a ponteira do grupo.

AVANTI PALESTRA! 

Red Bull 1 x 3 Palmeiras – Paulistão17

Está se tornando um padrão. O Palmeiras constrói o resultado – 1 ou 2×0 – e de repente começa a sofrer uma pressão inexplicável do adversário, ainda que de capacidade técnica muito inferior.

É um defeito que precisa ser imediatamente corrigido, às vésperas da estreia na Libertadores. Não é possível um time tão qualificado perder o controle de partidas ganhas e colocar em risco os 3 pontos conquistados até então com certa facilidade.

Ontem foi tipicamente assim. O Palmeiras abriu o placar com William, ainda no começo do primeiro tempo, aos 8. Outras boas chances criadas por William, Keno e Guerra foram desperdiçadas, enquanto que na zaga, a não ser por um chute de fora da área. bem defendido pelo Prass, o jogo seguia bem tranquilo.

No segundo tempo, William, Keno e Guerra deram lugar pra Borja, Michel Bastos e Roger Guedes. E o Palmeiras continuou superior, apesar de já começar a tomar alguma pressão do adversário quando o RG fez o segundo gol.

Era pra liquidar a fatura, mas aos 43 tomamos um gol besta, e era o combustível desnecessário pro Red Bull buscar o empate de um jogo praticamente perdido. O mesmo filme do jogo com a Ferroviária, exceto pelo tempo de jogo.

Mas aí, de novo, tava lá o Borja pra arrumar as coisas. Numa cobrança de falta que o Borja jantou o zagueiro no posicionamento, a bola sobrou livre na quina da área pra ele mesmo, na saída do goleiro do Red Bull, finalmente dar números finais à partida.

No geral, o time foi inteiro bem, mas Dracena, impecável na zaga, Dudu e Zé Roberto pelas ligações rápidas e lançamentos para infiltrações no ataque, e o Michel Bastos, pelo fino da bola que tá jogando, foram os destaques pra mim. E claro, o Borja, entrou-guardou, e o RG, entrou-guardou também desde que o Borja chegou, não podiam passar em branco.

Podem dizer que estou exagerando, mas essa queda de desempenho e de intensidade do Palmeiras no segundo tempo deve ser motivo de preocupação, a 5 dias da estreia no nosso maior objetivo deste ano. Lembrando que isso vem acontecendo contra adversários bem inferiores, moleza essa que não vamos encontrar na Libertadores…

Quem sabe com a volta do Tchê Tchê isso se amenize. Foi na saída dele contra o Botafogo que esse problema começou. Mas com esse elenco qualificado que o Palmeiras tem, era pro Eduardo ter reparado isso já no jogo contra o Ituano…

Finalizo esse post com uma nota de extremo pesar pelo falecimento do Moacir Bianchi, fundador da Mancha Verde e diretor da escola de samba da qual eu tanto orgulho tive em participar na maioria dos desfiles dos últimos 11 Carnavais.

Eu não conhecia muito bem o Moacir. Conversei com ele uma ou duas vezes. Mas posso dizer o quanto ele foi marcante e importante na vida das pessoas e da entidade por ver o quanto ficaram abalados os meus amigos que o conheciam e que conviveram com ele tanto na torcida como na escola de samba.

Moacir, descanse em paz.    

 

 

 

 

 

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