Chapecoense 1×1 Palmeiras – BR16

Diante das circunstâncias do jogo, o empate serviu de algum consolo, mas não pode deixar de ser dito que foi um jogo que se apresentou como aqueles em que o Palmeiras tinha obrigação de ganhar.

Muito mais pelo que o Chapecoense não jogou até abrir o placar do que pelo jogo em si. Afinal, em 03 visitas a Chapecó pelo BR até hoje, o Palmeiras não tinha marcado nenhum ponto, marcado um só gol e levado 8.

E hoje, pelo menos até o fatídico lance do goleiro Vagner, o Palmeiras mandou na partida, criou chances – poucas, mas criou – e controlava amplamente a partida.

Até que numa cobrança de falta despretensiosa, Vagner caçou borboleta e o atacante do adversário, que estava impedido na largada do lance, fez o gol. Era uns 30 do primeiro tempo.

E o Verdão sentiu. Morreu em campo, o que se via simbolizado na pessoa do Dudu, disparado o pior em campo hoje, superando até o vacilão que vestia luvas, pelo desinteresse, falta de entrega e de vontade, indignos de quem veste nosso manto.

Veio o intervalo e o Cuca resolveu finalmente acertar na alteração: mexeu no meio, e sacou o volante de contenção – TS – pra colocar um meia – CX. Deu certo: o Palmeiras passou a criar as chances mais claras que não tinha conseguido no primeiro tempo, principalmente depois do gol.

Depois, errou ao tirar o Erik, que vinha sendo o menos pior dos atacantes, para colocar o Barrios – era melhor ter saído o Banana ou o Dudu, principalmente o último, pela falta de empenho.

E o Barrios – mesmo fora de ritmo – foi bem, cavou várias faltas, fez o pivô, marcou, deu carrinho, perdeu gols, obrigou o goleiro da Chape fazer algumas defesa, enfim, fez o que se espera de um atacante, apesar de não ter ido às redes. Foi bem melhor que o apagado Leandro Pereira.

Mais um pouco e saiu o morfético do Dudu e entrou o Allione, outro que há muito não tinha oportunidade, e fez muito bem o que podia ser feito diante das circunstâncias – um adversário totalmente recuado. Mesmo assim, a melhor chance do Verdão de virar o jogo saiu dos pés dele, num cruzamento pela direita que Cleiton Xavier desviou e o goleiro da Chape operou um milagre – um dos muitos que ele fez no segundo tempo.

No fim, o empate devolveu o Palmeiras à ponta da tabela, com 33 pontos, ao lado dos fregueses da Capital e do Litoral, atrás dos praianos apenas por 2 gols de saldo e na frente dos imundos por 1.

Podia ser melhor, mas aí não seria Palmeiras. Aqui é sempre mais difícil, quem ainda não se conformou com isso, tá mais que na hora, vai ser assim até a última rodada…

Que venha então o maldito Vitória. Que o sangue fervente do palestrino de 2002 e 2003 volte às veias e saía pelas vozes dos 40 mil que lotarão o Allianz no domingo, pro Verde virar a tabela na frente de todos e arrancar pro segundo turno rumo ao nono caneco.

AVANTI PALESTRA!

Publicado em 05/08/2016, em Geral, Palmeiras em Campo e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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