Arquivo mensal: maio 2016

SPFW 1xo Palmeiras – BR16

O Palmeiras segue sem vencer fora de casa no Brasileirão. Depois de perder pra Ponte Perde pra Todo Mundo Preta, foi a vez de facilitar a vida da bambizada.

E o jogo começou como tinha que ser, em pouco mais de 10 minutos, o Palmeiras já tinha criado boas chances pelos dois lados do campo, numa delas Alecsandro cabeceou sozinho e, infelizmente, em cima do goleiro (que, pra variar, entrega todo jogo, menos contra o Palmeiras).

Daí veio o lance que decidiu a partida: Wesley faz falta absurda no Dudu na entrada da área – pela câmera atrás do gol do Prass dá pra ver claramente o pisão no tornozelo do nosso jogador – mas o juiz resolveu não marcar uma falta clara na cara do gol pro Palmeiras, afinal todo mundo rouba o Palmeiras e não pega nada né???

Segue o lance, e aí Zé Roberto e Thiago Santos ficaram olhando a troca de bola até um cruzamento mixuruco pra dentro da área, pro Thiago Martins mostrar pra todo mundo ver porque ele não pode nunca mais vestir a camisa do Palmeiras… zagueiro que deixa a bola pingar dentro da área, desculpa, não é zagueiro. Vergonha. 1×0 pros bambis.

E o Palmeiras, que era dono do jogo, morreu. Acabaram as jogadas pelas laterais, nada mais funcionou, o Bambi encaixou o meio e o primeiro tempo ficou nisso.

Voltamos com Moises e Rafael Marques no Thiago Santos e Roger Guedes. Mas o Moisés não surtiu o mesmo efeito das outras duas partidas, parecia um pouco mais recuado e bem mais lento. Rafael Marques esse sim, foi a mesma coisa de sempre: nulo. Gabriel Jesus mais uma vez não justificou a confiança cega que a torcida tem nele, enfim, nada deu certo, e o bambi, se não fosse tão medíocre, teria marcado pelo menos duas vezes, não fosse o Prass mais uma vez pegar tudo e mais um pouco.

No fim, o que faltou de novo foi o 3, o 10 e o 9. Faltou os caras que decidem. Como falta há 5 anos. E dessa vez faltou o 5 também, incrível como o Palmeiras consegue ter o DM mais frequentado do futebol brasileiro: 3 volantes, o 10 e 2 centroavantes assistiram o jogo pela TV hoje. E o Cuca achando ruim que tem 38 jogadores, mas olha de novo professor, que se tirar os machucados falta jogador pra fazer o rachão…

Palmeiras é broxante.

AVANTI PALESTRA! 

 


 

Palmeiras 2×0 FluminenC – BR16

Num jogo mais uma vez marcado por uma arbitragem sem-vergonha contra o Palmeiras, e nem se podia esperar algo de diferente desse Sr. Sandro Meira Ricci, o Verdão precisou da força do banco de reservas para, em pouco menos de 15 minutos, e num intervalo de 02 minutos, liquidar o time que deve duas Séries B.

No jogo de sábado, comentei aqui que se o Cuca tivesse colocado o Moisés ainda no intervalo, e anos aos 18 minutos do segundo tempo, talvez o Palmeiras tivesse conseguido reagir ao péssimo primeiro tempo e teríamos voltado com pelo menos 1 ponto.

O treinador percebeu a mesma coisa, e mesmo estando 0x0 ao fim de um primeiro tempo em que o Palmeiras foi melhor, mas a melhor chance de gol foi do adversário, e que só não saiu graças à uma reencarnação de Gordon Banks que baixou no Prass no fimzinho da etapa inicial, Cuca mandou logo CX e Egídio pro chuveiro, e voltou com Alecsandro e Moises.

Dudu assumiu a meia, Tche Tche foi pra esquerda e o Moises fechou na organização, com Roger pela direita, Gabriel pela esquerda e Alecsandro no meio.

Diferente do que se viu em Campinas, o centro-avante estava inspirado hoje. Ganhou divididas, deu carrinho, fez gol e até um chapéu no Fred ele ensaiou, que bom seria se jogasse sempre assim…

E aos 12, depois de cobrança de falta de Dudu, Vitor Hugo “chutou” de cabeça, sem chance pro Cavalieri: bola no barbante e cambalhota aérea do camisa 4.

E mal o Flor deu a saída e o Palmeiras já fez o segundo, em bela jogada de Roger Guedes e Jean pela direita, corta luz do Dudu e uma bomba do meio da área encaixada pelo Alecsandro. 2×0 e mais um adversário aniquilado no Allianz na volta do vestiário. Não deu nem pro time do STJD respirar, ensaiar um tapetão, nada…

Mais pro fim do jogo, Gabriel Jesus – que não marcou gol, mas jogou bola pra valer hoje –  deu lugar ao Zé Roberto, que entrou pra reforçar a lateral esquerda da defesa e o Palmeiras soube conduzir o jogo até o fim sem muitas surpresas.

Com o resultado o Verdão assume por ora a segunda posição da tabela, um ponto atrás do Santa, que sapecou 4 nas Marias.

Domingo, no Morumbi, o Palmeiras precisa recuperar os pontos perdidos em Campinas. Chegou a hora de voltar a vencer no Panetonne, e infelizmente vai ser sem a nossa presença.

E o por quê? Por que o Palmeiras tem uma diretoria que é inimiga do seu torcedor, não sabe ou se faz de rogada da importância do torcedor no estádio. Vejam só os senhores que logo mais as 10h inicia a venda dos ingressos para o jogo contra o Grêmio no Pacaembu, no próximo dia 02.

Adivinhem o que fez a Nobre diretoria? Colocou o Avanti Ouro, sabidamente o plano de ST dos torcedores organizados, no longínquo Tobogã, ao invés de respeitar o tradicional espaço que sempre foi ocupado pelas Organizadas, as arquibancadas Verde e Amarela. É ou não é uma IMBECILIDADE?

Por isso que eu insisto, o Palmeiras, se Deus quiser, será campeão, apesar da sua diretoria ser inimiga do torcedor… Agora, imagina se não fosse, ninguém iria segurar… Burros!

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 FLUMINENSE 

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/horário: 25 de maio de 2016, quarta-feira, às 21h45
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC)
Assistentes: Nadine Schramm Camara Bastos e Helton Nunes (ambos de SC) 
Público/renda: 28.534 presentes / R$ 1.567.292,04
Cartão  amarelo: Thiago Martins (PAL)
Gols: Vitor Hugo, 12’/2ºT (1-0); Alecsandro, 13’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio (Moisés – intervalo); Matheus Sales e Jean; Róger Guedes, Cleiton Xavier (Alecsandro – intervalo) e Dudu; Gabriel Jesus (Zé Roberto – 34’/2ºT). Técnico: Cuquinha.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Jonathan, Gum, Henrique e Wellington Silva; Pierre, Edson (Marcos Junior – 16’/2ºT), Cícero e Gustavo Scarpa (Magno Alves – 31’/2ºT); Osvaldo (Richarlison – 16’/2ºT) e Fred. Técnico: Levir Culpi.

OS LANCES:

em breve

AVANTI PALESTRA! 


 

   

Ponte Preta 2×1 Palmeiras – BR16

Sabem porque o Palmeiras nunca foi campeão brasileiro por pontos corridos? Por causa de jogos como o de ontem.

A Ponte Preta dificilmente deixará de brigar nesse campeonato para não ser rebaixada. Qualquer time que pretenda ser campeão precisa fazer pelo menos 4 pontos contra a Ponte, o ideal mesmo seriam 6.

E aí vem o Palmeiras e perde pra maldita Ponte Preta. Esses 1 -ou 3 – pontos perdidos ontem vão fazer falta.

E o pior é que o jogo começou com o Palmeiras criando uma, duas, três chances claras de gol antes dos 10 minutos de jogo. Duas puta defesas do goleiro da Ponte – o mesmo que irá, daqui a algumas rodadas, entregar o jogo pra algum rival na disputa pela liderança – e o nosso gol não saiu.

E o Palmeiras esfriou um pouco. De diferente do jogo anterior, o time parecia muito prejudicado pela ausência de Barrios, que na última partida teve função tática importantíssima tanto no pivô como na facilitação da passagem da bola pelas pontas no ataque.

Alecsandro, o substituto, em nada correspondia o paraguaio. Praticamente não tocou na bola no ataque, e foi quem errou nas duas jogadas de gol da Ponte.

Primeiro, numa bola parada, o jogador da Ponte entrou sozinho, entre ele e o Jesus, pra fazer sem dificuldade de cabeça. Depois, numa bola enfiada pela direita, nem sei o que ele tava fazendo ali, mas foi quem deixou o jogador da Ponte cruzar pro mesmo camisa 11 fazer o segundo.

Segundo tempo o Cuca tirou os dois piores, o Alecsandro e o Mateus Salles, e voltou com Dudu e Rafael Marques. Não deu certo. Dudu, quase 60 dias sem jogar, foi burocrático, e o Rafael Marques, também não entrou no jogo com tesão.

Aos 15, Cuca tirou o Roger Guedes, também muito apagado no jogo, e colocou o Moisés. E aí, sim, o futebol do Palmeiras começou a aparecer. As chances foram aparecendo, o Palmeiras foi pressionando até que aos 39, numa bola que o zagueiro cabeceou pra trás – e, portanto, não tinha impedimento – Jesus fez o gol, mas o péssimo bandeirinha parou o lance e o pior ainda Vuaden anulou.

Aos 43, o que seria nosso gol de empate, veio num rebote de cobrança de escanteio, Moisés fez e colocou o Palmeiras de volta no jogo, mas não deu tempo de fazer o segundo.

Numa atuação bem fraca da defesa, principalmente dos laterais, o Palmeiras não conseguiu reproduzir as boas atuações que já rendiam oito jogos sem derrota. O time ainda se ressente de um centroavante de qualidade pra quando Barrios não jogar, e o Alecsandro – que até vinha bem – ontem deixou claro que nem sempre vai dar conta do recado.

E duas coisas poderiam ter feito diferença ontem: se o Cuca tivesse colocado o Moises desde o começo do segundo tempo, ao invés do inútil Rafael Marques, e se o bandeirinha não tivesse operado o Palmeiras num lance fácil, pelo menos 1 ponto estaria garantido.

Paciência, pé no chão e pra cima do Fluminense.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 4 x 0 Atlético/PR – BR16

O martírio de ficar 03 semanas sem ver o Palmeiras jogar não podia ter terminado melhor.

Nesses 20 dias pensei várias vezes em escrever aqui sobre a preparação para o Brasileiro, sobre a expectativa, mas faltou inspiração… Que graça ficar comentando jogo-treino, o dia-a-dia dos treinamentos? Pra mim não vira, quero falar só de jogo. Até porque, sem Palmeiras em campo, é como naquele samba: Longe de ti, não sei sorrir, sinto até saudades de mim…

E o adversário da estréia tinha que ser justamente o Atlético/PR. Que nos derrotou em casa aqui em agosto do ano passado, daquele 3×3 maluco do returno, com uma das piores arbitragens da história da bola. Fechamos o ano passado com 1 ponto contra esse timezinho, inaceitável.

E houve quem dissesse que o Atlético deveria ser temido, afinal, era o campeão do expressivo campeonato paranaense de futebol. E ainda teve a entrevista do Autuori, esse perdeu uma gigantesca chance de ficar em silêncio. Se fode aí troxa!

Sobre o jogo, o que se viu em campo foi um Palmeiras compactado, envolvente e, principalmente, consciente. Todo mundo sabia o que tinha que fazer, como e por onde.

 Demorou um pouco pro time encaixar, é verdade, os primeiros 10, 15 minutos foram modorrentos, mas depois o time começou a se soltar e, finalmente, depois de infinitas partidas sem um maestro desde o início, Cleiton Xavier fez chover no Parque.

Calmo, preciso, eficiente. Duas assistências diretas, e o passe milimétrico que originou a jogada do primeiro gol, só pra citar os lances mais agudos, mas não se resume a isso a atuação clássica e de gala do nosso camisa 10. Até que enfim.

Ainda pudemos ver pelo menos duas novas jogadas ensaiadas em bolas paradas, inversão do Tche Tche com Jean pela direita o jogo todo, Gabriel Jesus e Roger Guedes infiltrando na diagonal, dando uma cara nova e bem arrojada pro futebol do Palmeiras. Pelo menos pra isso serviu essa interminável eternidade sem jogo do Verde…

E o público – 33 mil pessoas – não deixou de reconhecer a entrega e a qualidade vistas em campo e aplaudiu em pé as saídas de campo de CX, Barrios e Roger Guedes (pras entradas de Moises, Alecsandro e Rafael Marques).

E ainda tem o Dudu pra voltar…

Pois é Autuori, o Palmeiras é pretensioso mesmo, toma esses 4 e pensa que clube grande não entra em torneio pra participar. Entra pra levantar a taça.

Legal, né? Agora, voltemos ao solo. Por melhor que tenha sido a estréia, goleada e tals, foi só a primeira rodada, foi só o Atlético/PR, não é motivo pra euforia nenhuma. Agora, se jogar o campeonato inteiro como hoje, aí já pode começar a preparar pra festa…

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 14/5/2016 – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Público total/Renda: 33.629 pagantes / R$ 2.078.159,34
Cartões amarelos: Barrios (PAL); Paulo André, Walter e Nikão (CAP)
Cartão vermelho: Léo (CAP)
Gols: Róger Guedes 18′ 1ºT (1-0); Gabriel Jesus 1º 2T (2-0); Thiago Martins 7′ 2ºT (3-0); Gabriel Jesus 41′ 2ºT (4-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Matheus Sales, Jean, Cleiton Xavier (Moisés 24′ 2ºT) e Róger Guedes (Rafael Marques 38′ 2ºT); Gabriel Jesus e Lucas Barrios (Alecsandro 28′ 2ºT). Técnico: Cuca

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Jadson (Hernani 14′ 2ºT), Vinícius (Pablo 13′ 2ºT), Ewandro e Nikão; Walter.Técnico: Paulo Autuori

AVANTI PALESTRA!

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