Arquivo mensal: fevereiro 2016

Palmeiras 1×2 Ferroviaria – Paulistão16

Mais uma tarde pra se esquecer na história do Palmeiras. Há 04 dias do primeiro jogo da Libertadores no nosso estádio, seguimos sem vencer em casa em 2016.

Uma só coisa pode ser dita: o resultado foi muito merecido. Um time que jogando em casa aceita que o adversário fique com a bola no pé mais de 60% do tempo tem que perder sempre. Isso não é jeito de time grande jogar.

E o pior é que todo mundo já tinha visto o jeito da Ferroviária jogar, faltou treino e tática pra adiantar o time e forçar o erro dos caras. Inadmissível marcar meio campo jogando em casa, ainda mais contra um time pequeno.

E só perdemos porque primeiro aceitamos empatar em casa contra um adversário de pouca expressão. Toda vez que jogarmos sem espírito de Palmeiras, passaremos vergonha de novo.

04 jogos em casa, duas derrotas e dois empates, tá ficando feio já. Quinta-feira se não entrar jogando com ódio do adversário, o estádio vai ficar pesado…

AVANTI PALESTRA! 

XV 1 x 4 Palmeiras – Paulistão16

Foi uma vitória importante e convincente.

Houve algum período de instabilidade no jogo, o que é natural, mas o Palmeiras começou muito bem, conseguiu segurar na defesa quando a intensidade no ataque diminuiu e, na bola parada, com VH, saiu na frente do placar. E foi só qo eu se viu no primeiro tempo.

Logo na volta, GJ, ou a mando dele, fez o segundo. Pensei que finalmente teríamos algum sossego, quando, ainda aos 5, o XV descontou.

Mas não demorou pro XV vacilar de novo e Alecsandro fez o terceiro, e ainda teve tempo de um golaço de cobertura do GJ.

Dudu ainda fez o quinto, mal anulado pelo juiz.

No fim, foi legal ver o novo esquema tático funcionando bem com uma linha de 03 volantes, dois dos quais com bastante liberdade de avançar (Robinho e Jean), com o Thiago mais fixo na cabeça de área. E Alecsandro e GJ mostraram entrosamento, embora saibamos que não é nem de perto nossa dupla de ataque principal.

O que pouco importa aliás. Num elenco tido como qualificado, mesmo com 11 desfalques, o que se espera é que o time que entre em campo corresponda. Hoje foi assim, e se continuar assim sempre, ótimo, é isso que o torcedor quer ver.

E a vitória veio justamente num momento muito crítico, às vésperas de uma maratona de jogos em casa, onde o Verdão ainda não venceu este ano. Essa vitória elástica de hoje vai tirar o peso pros próximos desafios, pelo menos assim esperamos.

Domingo tem que passar o carro na Ferroviária!

AVANTI PALESTRA!  

Palmeiras 0x0 Sardinhas – Paulistão16

Sejamos honestos: 1 vitória em 6 jogos oficiais é beeeem abaixo das expectativas do palmeirense pra 2016.

Mas também, fomos nós mesmos que, caindo na conversa mole da imprensa, criamos mais expectativas do que deveríamos, ou não?

Ah, mas o Palmeiras foi um dos únicos times que manteve o elenco do ano passado! Verdade. Mas aí, vamos lembrar como foi o final do nosso ano, o Palmeiras despencou pelas tabelas no Brasileirão, depois de estar na faixa de classificação pra Libertadores.

Ah, mas o Palmeiras foi campeão da Copa do Brasil! Verdade também, mas muito mais no coração do time e no peito da torcida, do que jogando um futebol vistoso e que fosse digno de crédito.

Mas aí, vejam só os senhores, os isopores ao mar da imprensa, 9 de cada 10 que juravam que o Palmeiras não tinha a menor chance de ganhar a Copa do Brasil, foram os mesmos que apontaram o Palmeiras como um dos grandes favoritos de 2016.

Eh, então…

E até acho que o Palmeiras não errou tanto assim na montagem do elenco, mas Mattos e a diretoria já deviam saber que não se pode confiar no inoperante departamento médico do Palmeiras.

Me digam um jogador lesionado dos nossos rivais? Agora olhem a lista quase telefônica dos nomes que constam no DM palmeirense:

Jailson, Edu Dracena, Leandro Almeida, Rodrigo,Gabriel, Moisés, Cleiton Xavier, Fellype Gabriel e Barrios, quase um time inteiro fora de combate. Assim não há planejamento que vingue…

Precisa ver isso aê, pra ontem!

Sobre o jogo, Marcelo segue tentando encontrar a formação ideal, ainda sem sucesso. Dessa vez montou um 4-3-1-2, com Jean, Thaigo Santos e Matheus Salles à frente da zaga e Robinho na armação, com Dudu e Alecsandro na frente.

Foi uma das melhores partidas do Alecsandro com a nossa camisa. Ainda assim, muito aquém da expectativa do torcedor: nos dois principais lances de ataque – duas cobranças de falta, numa fez falta de ataque; e na outra praticamente jogou de zagueiro. Pelo menos correu, mas sigo convicto de que não serve pra jogar aqui – que ele me faça queimar a língua.

Dudu voltou à posição original, pelas laterais do campo, onde ele rende muito mais do que no meio onde o Marcelo insistia em escalá-lo. Mas nesse esquema com apenas 03 jogadores ofensivos, não rendeu tudo o que pode.

O quinto jogo seguido sem vitória incomoda, mas estamos procurando a maneira ideal de jogar, e tendo que contornar toda a ineficiência e um pouco de falta de sorte também do Departamento Médico, vamos tentar ver as coisas pelo lado positivo: não tomamos gol contra um dos melhores ataques do Brasil.

Muito por conta da atuação sempre segura do Vitor Hugo, e um partidaço do Roger Carvalho. E quando os dois não conseguiram neutralizar, tava lá o Prass pra segurar a bronca.

Ponto negativo mesmo foi pro público modesto, de novo abaixo da média de 29 mil do ano passado, que mostra bem pra diretoria que o time não empolga e que o preço do ingresso, mesmo num clássico, segue sendo proibitivo. Torcedor não é otário, presidente!

Concluindo, foi, mais uma vez, bem menos do que o palmeirense gostaria.

AS NOTAS:

Prass – arrisco dizer que nunca mais perde pro Ricardo Oliveira.

Lucas – de novo, nem a sombra do jogador que encerrou 2015.

Vitor Hugo – ê muleke bão!

Roger Carvalho – preciso, não sentiu o peso do jogo.

Zé Roberto – muito bem, nem parece que tem mais de 40.

Thiago Santos – jogou muita bola, colou no Lucas Lima a partida inteira. até sair extenuado de campo.

Jean – ok.

Matheus Salles – na sua primeira partida no ano, mais errou do que acertou. Claramente sem ritmo.

Robinho – fraco, de novo.

Dudu – de volta às origens, sofreu sem o quarto homem de ataque. Mesmo assim, foi nossa melhor opção ofensiva.

Alecssandro – correu hoje mais do que todos os outros jogos somados, mas, não me engana. É fraco.

Gabriel Jesus – nada messiânico, mas melhorou bem o ataque.

Arouca – não impressionou.

Régis – não sei se só entra em fogueira, ou se é ruim mesmo. Essa vou ficar devendo.

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 0 SANTOS

Data/Horário: 20 de fevereiro, às 17h (de Brasília)
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Bruno Salgado Rizo (ambos SP)

Cartões amarelos: Matheus Sales, Gabriel Jesus e Alecsandro (PAL); Victor Ferraz, Ricardo Oliveira, Elano, Zeca, Léo Cittadini e Gustavo Henrique (SAN)
Público e renda: 23.181 pagantes/R$ 1.317.272,44

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Zé Roberto; Thiago Santos (Arouca, 25’/ºT), Matheus Sales (Gabriel Jesus, 14’/2ºT), Jean e Robinho (Régis, 30’/2ºT); Dudu e Alecsandro.
Técnico: Marcelo Oliveira.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Léo Cittadini, 24’/2ºT) Renato, Lucas Lima e Serginho (Pato Rodríguez, 15’/2ºT); Gabriel e Ricardo Oliveira (Joel, 29’/2ºT).
Técnico: Dorival Júnior.

 

AVANTI PALESTRA! 

 

 

 

 

 

River Plate 2 x 2 Palmeiras – Libertadores16

Foi um bom resultado, mas não pelas circunstâncias do jogo.

O Palmeiras foi muito melhor, fez 02 gols, perdeu outros tantos, mas falhou justamente no momento de segurar o resultado. Por isso, o empate fora de casa, por melhor que seja, é uma frustração, pois merecíamos melhor sorte.

Curioso é que justamente faltaram o 3 e o 10, um pra segurar nos ataques do adversário, o outro pra segurar a bola na frente e organizar o contra-ataque. Então, o primeiro vilão é a montagem do elenco, mas falemos disso noutro momento.

Para surpresa geral, o Palmeiras foi a campo com 03 volantes, Arouca na direita, Jean na esquerda e Thiago Santos no meio. Com isso, Robinho foi pro banco. Na frente, Erik ganhou a posição do Jesus, ao lado de Dudu, centralizado, e Barrios no pivô.

Em pouco tempo de jogo o Palmeiras já era melhor, criava as melhores oportunidades, mas não deixava de ser um jogo truncado, pegado, cara de Libertadores.

Até que depois de uma jogada do Thiago Santos, a bola sobrou pro Dudu pela meia que acertou um passe rasteiro preciso pro Jean só dar um biquinho pro gol. E seguramos o resultado até o intervalo.

Mas logo no começo da etapa final, num lance de indecisão pelo lado direito da defesa, o 9 do River entrou sozinho na área, talvez nem desse em nada, mas o Prass saiu e acabou fazendo o pênalti, 1×1.

A essa altura, Jesus, usando a 12 sagrada, já se encontrava em campo, e não demorou a entrar o Alecsandro no lugar do Barrios.

E foram eles que, junto do Zé, protagonizaram o segundo gol: passe do Zé, assistência de peito do Alecsandro, e golaço do Jesus. 2×1 e podia ter ficado assim.

Mas não muito tempo depois, numa indecisão entre Jean e Alecsandro em cobrança de escanteio do River, sofremos o gol de empate de novo.

Mesmo assim o Palmeiras não se abateu, e criou mais diversas oportunidades, Jesus, Alecsandro, Jean e Dudu tiveram oportunidades, mas o gol não veio.

Se o resultado não era o mais desejado, especialmente pelas circunstâncias do jogo, por outro lado, a sacudida no elenco com dois titulares absolutos que vinham mal sendo sacados do time mostrou, pelo menos, alguma iniciativa por parte do treinador.

Mudou do 4-2-3-1 pro 4-3-1-2, e era justamente a mudança do esquema tático que tantos de nós cobrávamos aqui. Então sejamos coerentes, três volantes sem meia não é o desejo de ninguém, mas pelo menos houve iniciativa. Ponto pro treineiro.

De qualquer forma, fica cada vez mais claro que um meia e mais um zagueiro dariam a liga final que esse time precisa pra ficar mais competitivo. E ai, Mattos?

AS NOTAS:

Prass – cometeu um penalti infantil e desnecessário.

Lucas – primeiro tempo atuante, segundo tempo apagado

Roger – fraco.

Vitor Hugo – se redimiu do jogo de sábado.

Zé Roberto – uma necessidade no apoio, uma avenida na defesa.

Arouca – ainda precisa evoluir.

Thiago Santos – grata surpresa.

Jean – o melhor da linha de 3 volantes.

Dudu – mesmo sacrificado pelo esquema, encaixou uma assistência e quase fez o gol da vitória.

Erik – sofreu um pênalti não marcado e só.

Barrios – mal, perdeu um gol feito no primeiro tempo e segue fora de forma.

Jesus – merecia o banco, mas entrou e marcou e jogou bem melhor do que os últimos jogos.

Alecsandro – acertou uma bela assistência, errou todo o resto. Fraco.

Robinho – não é o 10 que tá faltando.  

Agora o assunto é os lambaris, sábado tem que lotar o Allianz e mostrar que nosso título da Copa do Brasil não foi por acaso.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×2 Linense – Paulistão16

4 breves considerações:

– se o time titular não tava jogando nada, o que esperar do reserva? Se não tem padrão de jogo, pouco importa quem tá jogando. 

– fico aqui imaginando o choque de quem estufou o peito pra falar que o Palmeiras tinha o melhor elenco do Brasil. Eu que não fui…

– 20 mil de público num sábado à tarde. Torcedor não é otário: pouco futebol + ingresso mais caro do Brasil = estádio 50% vazio. Chupem essa manga os dinheiristas…

– que bela estreia do gramado novo…

Só volto a falar de Palmeiras na terça. Preciso me preparar espiritualmente pro que está por vir. 

AVANTI PALESTRA!

Oeste 0x0 Palmeiras – Paulistão16

Em uma apresentação digna de quarta-feira de Cinzas, o Palmeiras não saiu do zero contra o Oeste num estádio lotado de palmeirense em SJRio Preto.

Robinho, Jesus, Barrios, Dudu, ninguém jogou absolutamente nada. Dudu ainda merece um desconto porque nesse sequestro que tomou de refém o esquema tático do Palmeiras, ele fica completamente sacrificado tendo que jogar pelo meio ao invés de pelas pontas, onde rende muito mais.

E a culpa é em parte do treinador que não abre mão do esquema tático, mesmo sabendo que não tem as peças necessárias pra manter o sistema de jogo que ele tanto ama, e outra parte da Diretoria, que não soube até aqui suprir as deficiências do elenco, em especial a falta de um meia armador.

O único com característica para a posição no elenco e à disposição do treinador, Régis. parece não ter agradado o treineiro, que em 04 jogos no ano colocou o jogador apenas 45 minutos em campo.

O fato é que estamos a 05 dias da estreia na Libertadores e o time não demonstrou o futebol que se esperava. A desculpa de que é início de temporada já não cola mais, e o futebol sem padrão nenhum começa a deixar o palmeirense preocupado.

Outra coisa chata é o segundo empate em 03 jogos. O ano passado o Palmeiras ganhava ou perdia, mas quase nunca empatava. Agora desandou de empatar, essa bosta de resultado que é 2/3 derrota, mas há quem ache bom. Eu acho um lixo.

Tá na hora de pé no chão e cobrança. Alexandre Mattos tem que colocar ordem no chiqueiro, dentro e fora do campo. E voltar às compras. Não adianta nada ter a camisa mais valiosa do Brasil, o melhor contrato de patrocínio, e não ter um 3, um 10 e um segundo camisa 9 dignos da nossa camisa.

Sem notas individuais hoje. Foram todos mal, do meio pra frente, e na zaga foram poucas falhas, mas nenhuma suficiente pra tirar o zero do lado do placar do adversário. Mas, pelo conjunto da obra do time, ficam sem nota também.

Só Marcelo de Oliveira merece um sonoro ZERO. Desamarra esse time, 4-4-2 na cabeça e aí segura os Porco!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×2 São Bento – Paulistão16

Foi uma noite infeliz do Palmeiras. 

Mas imagino que tenha sido uma noite um tanta aclaradora pra Alexandre Mattos e companhia, o que, apesar do péssimo futebol apresentado, é uma coisa boa. 

Porque, de uma só vez, todos os problemas do time do Palmeiras apareceram pra espantar o otimismo injustificável que recai sobre o nosso time.

Não tivemos nenhuma qualidade na saída de bola, muito pelo contrário. A atuação medonha do L. Almeida escancarou o que todos já sabemos – precisamos de mais um zagueiro, pra ser titular. A falta de criação, seja pra manter o time atacando quando estamos gahhando, seja pra buscar reverter o placar desfavorável, mostra o quanto esse time sofre por não ter um camisa 10 decente. A pífia atuação do Alecsandro, mais uma, evidencia o quanto não temos opção quando o Barrios não puder jogar. E a incapacidade do treinador em variar o esquema tático – só muda quando tá perdendo, e aí é 100% pressão sem nenhuma organização – mais uma vez vitimou o bom futebol do Palmeiras. 

Mas não é motivo pra desespero, afinal, estamos no segundo jogo do ano. Basta comprar um 3, um 10 e um 9, que teremos uma ótima temporada. Isso, é claro, se o Marcelo aceitar que há vida na Terra além do 4-2-3-1.

Sem nota hoje, o ódio iria atrapalhar um julgamento coeso. Só Dudu e Vitor Hugo se safaram.

AVANTI PALMEIRAS!

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