Arquivo mensal: abril 2015

Palmeiras 1×0 Sardinhas – Paulistão15

Podia ter sido melhor? É, podia. Aquele pênalti do Dudu podia ter entrado. Não se perde penalti em final, muito menos a chance de liquidar a fatura no primeiro jogo.

Mas no fim da partida, saindo do estádio, nem parecia que a gente tinha acabado de vencer a perna da final, num clássico. Também não é pra tanto pessimismo assim.

Ganhamos o primeiro jogo, jogamos pelo empate na Vila e isso é uma PUTA VANTAGEM!

E o Palmeiras, hoje finalmente podemos dizer, tem time pra empatar e ganhar dos Lambaris, dos Gambás e dos Bambis na casa deles, coisa que no fim do ano passado era algo simplesmente impensável.

É lógico que com 2×0 praticamente colocávamos a mão no caneco, mas esse time dos lambaris covarde desse jeito, comemorando derrota simples, não me assusta nem um pouco. Podem vir.

E depois, se o caneco não vier, por mim, ok, o campeonato podia ter acabado domingo passado que já estava de ótimo tamanho – a contar pelo meu nível de ansiedade semana passada em comparação com hoje, já acabou mesmo. Esse time já chegou bem mais longe que qualquer um podia imaginar, mudamos o nome do estádio do governo pra ItaQuietão, isso jogando com o time de nível “Champions League”, segundo Caio e Casagrande…

E não vai ser fácil ganhar ou segurar o resultado na Vila, mas vontade e superação essa equipe já mostrou que tem. E a vitória simples de hoje poderá servir pro Palmeiras entrar ainda mais ligado em campo na semana que vem, bem como vai evitar aquele clima de já ganhou, esse sim o verdadeiro perigo do jogo do próximo domingo. 

Então, porcada, amanhã camisa no peito e nariz pro teto, que domingo que vem vamos por abaixo aquele amontoado de laje que podemos chamar de nossa casa de praia. OOOOOO VAMO GANHAR PORCOOOOOO!

AVANTI PALESTRA!

A FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 SANTOS

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 26 de abril de 2015, ás 16h (de Brasília)
Juiz: Vinicius Furlan (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)
Público/Renda: 39.479 pagantes / R$ 4.181.281,25
Cartões amarelos: Cleiton Xavier, Vitor Hugo, Gabriel e Victor Ramos (PAL); Lucas Lima (SAN)
Cartão vermelho: Paulo Ricardo, aos 11’/2ºT (SAN)

GOL: Leandro Pereira, aos 29’/1ºT (1-0);

PALMEIRAS: Fernando Prass, Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Arouca (Cleiton Xavier, 17’/2ºT), Robinho (Kelvin 35’/2ºT), Dudu e Rafael Marques; Leandro Pereira (Gabriel Jesus, 22’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

SANTOS: Vladimir; Cicinho, Paulo Ricardo, David Braz e Victor Ferraz (Jubal, 13’/2ºT); Lucas Otávio, Renato, Chiquinho e Lucas Lima; Geuvânio (Gabriel, 34’/2ºT) e Ricardo Oliveira (Leandrinho, 42’/2ºT). Técnico: Marcelo Fernandes.

 

Gambá 2 (5) x (6) 2 Palmeiras – Paulistão15

Campeonato Paulista, 2011. Semifinal. Palmeiras x Gambá (e Paulo Cesar de Oliveira).

Danilo e Felipão expulsos ainda no primeiro tempo. Valdivia machucado com 20 minutos de jogo. Cicinho, também com lesão, saiu aos 38. Mesmo assim, fomos pra cima do time sempre covarde do Gambá e abrimos o placar, aos 7 do segundo tempo. O castigo viria duplamente com João Vitor, primeiro ao mandar uma bola fácil pra escanteio, que resultou no empate dos Gambás, e depois ao perder o pênalti decisivo que classificou os imundos para a final. 6×5 pros lixos, e o Palmeiras eliminado “em casa”- jogamos no Pacaembu.

04 anos depois, muitas desgraças e injustiças depois, finalmente foi a vez de darmos o troco.

E não podia ter sido melhor: o primeiro mata-mata na “casa”do rival – na verdade, o estádio foi construído em meio à farra do dinheiro público federal, estadual e municipal e, logo, não passa de mais um Pacaembu, é do contribuinte, é da Construtora, é da Caixa e do BNDES mas não é “deles”-, o time do “tite-taka”(sério que vergonha desse nome), “a nova potência do futebol mundial”(êêê Casagrande, menos campeão…), o time que já estava na final segundo 98 a cada 100 cronistas esportivos, o invicto e blábláblá…

Quanto maior fosse a adversidade, maior seria a grandeza da nossa vitória. E dito e feito: por um detalhe ela não veio no tempo normal. Melhor assim.

Primeiro, veio o inesperado gol de Victor Ramos, quando os times ainda se estudavam. Parecia bom demais pra ser verdade, e era mesmo. A dois minutos do fim, o Gambá já tinha virado o jogo, com mais um gol do maldito Danilo, e um de Mendoza, em falha geral da zaga.

O intervalo parecia ter 17 horas. A gambazada do setor sul cansou de cantar a vitória antes da hora. Mas isso só fez ser ainda mais gostoso ver aquele setor esvaziar em menos de 30 segundos quando tudo acabou AHAHAHAHAH

E veio o segundo tempo. E Oswaldo corrigiu a trágica escalação de Wellington como lateral esquerdo, e mudou pro 3-5-2, com Cleiton Xavier entrando em campo no lugar de Lucas. O Palmeiras melhorou e começou a crescer na partida.

Numa troca de passes pelo meio, a bola sobrou pra Dudu e acabou na trave depois de uma defesa impressionante do goleiro Gambá.

Oswaldo então decidiu arriscar tudo. Mandou Gabriel Jesus e tirou Valdivia, e sacou Wellington e mandou o atacante Kelvin pruma “roubada”na lateral esquerda.

Aos 30, finalmente o eixo da Terra voltava a girar no sentido horário. Bola pela esquerda, cruzamento milimétrico do Dudu pra entrada no segundo pau pro Rafael Marques, de cabeça, empatar o jogo. 2 x 2, que já podiam ser 2×3. Puta que pariu!

E como nada é fácil pra gente, bora ir pros penaltis, que eu fiz questão de não ver ali na bancada. Olho fechado, cabeça pra baixo, santinho na mão e… Robinho bate logo o primeiro pênalti pra fora.

Os próximos quatro penaltis foram convertidos pelo Verdão. E aí, 4×4, era o Gambá marcar e tudo estava acabado. Elias pegou a bola. O mundo parou e um silêncio de 1 milésimo de segundo durou horas. Abri os olhos e vi os amigos pulando e comemorando. CARALHO! Vamos pras alternadas, na bacia das almas…

E eis que o Prass encarnou o Santo de novo e foi lá e pegou mais um, dessa vez do Petros, pra calar a boca da gambazada de vez. Chupa freguesada. Foram esnobes, mandaram time misto pro campo, e esqueceram que do outro lado tinha um gigante, o seu maior terror…

Agora quero ver aquela empáfia toda nas entrevistas infindáveis e repetitivas daquele mocorongo de treinador. Chupabilidade, essa é a palavra. Chupabilidade, seu troxa!

Aliás, muito obrigado Rupert Murdoch! Foi o multibilionário magnata da FOX quem deu cabo da mamata de quarta-e-domingo no horário nobre que o Gambá tinha garantido com a Rede Globo. Fez o Gambá jogar quinta-feira, dez da noite, igual qualquer outro time do universo. Acabou a teta, gambazada! AHAHAHAHAH Vai reclamar do regulamento agora???? AHAHAHAHAH Reclama lá então AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Pra terminar, uma imagem que vale mais do que mil palavras:

Foto: Ari Ferreira

Ta na hora de miar as desavenças e fechar com o time inteiro, e o time com a torcida, viu Presidente? Pedimos que a Academia fosse aberta no sábado pra incentivarmos os jogadores antes do jogo e ouvimos um belo não como resposta. Que essa mentalidade mude enquanto é tempo.

E muito boa noite, Gambazada! Lembrem-se: decisão em Itaquera, o Porco atropela! AHAHAHAHAHAHHA Um abraço do Eli!

Que venham os lambaris.

PRA CIMA PALMEEEEEEIRAS!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 2 PALMEIRAS

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 19/4/2015 – 16h
Árbitro: Thiago Peixoto (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Alex Ang Ribeiro

Renda/Público: R$ 3.194.302,50 / 38.457 pagantes
Cartões Amarelos: Fagner e Felipe (COR); Lucas e Arouca (PAL)
GOLS: Victor Ramos, 13’/1ºT (0-1); Danilo, 33’/1ºT (1-1); Mendoza, 44’/1ºT (2-1) e Rafael Marques, 32’/2ºT (2-2)
PÊNALTIS: Corinthians: Fábio Santos (Gol), Renato Augusto (Gol), Fagner (Gol), Ralf (Gol); Elias (Errou), Gil (Gol), Petros (Errou); Palmeiras: Robinho (Errou), Rafael Marques (Gol), Victor Ramos (Gol), Cleiton Xavier (Gol); Dudu (Gol), Kelvin (Gol), Jackson (Gol)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique (Petros, 32’/2ºT), Jadson (Renato Augusto, 16’/2ºT), Danilo e Mendoza; Vagner Love (Elias, 15’/2ºT).  Técnico: Tite.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Cleiton Xavier, intervalo), Victor Ramos, Jackson (Kelvin, 24’/2ºT) e Wellington; Gabriel, Arouca, Robinho e Valdivia (Gabriel Jesus, 24’/2ºT); Dudu e Rafael Marques.  Técnico: Oswaldo de Oliveira.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Botafogo – Paulistão15

Foi um jogo complicado. Em muito, pela arbitragem, que embora tenha acertado ao anular 03 gols – 02 do Botafogo e 1 do Palmeiras – deixou de marcar dois penaltis a nosso favor, como também deixou o Botafogo bater à vontade.

Daí ficou fácil pro time que foi pra campo querendo não perder. O Palmeiras girava a bola, como de costume, mas não conseguia transpor as duas linhas de 4 da defesa adversária, que contava com o aval do juiz pra fazer faltas violentas sem a devida punição.

Oswaldo optou por Leandro no lugar do Cristaldo no time titular. Victor Ramos jogou na posição de Tobio. O resto era o time que vinha jogando. Valdivia e Cleiton Xavier começaram na reserva. E foi um primeiro tempo de poucas oportunidades de gol. Na melhor delas, Dudu, embaixo da trave, mandou no poste e pra fora. Leandro quase marcou num desvio que o goleiro tirou e a bola passou rente à trave.

Na volta do intervalo, perdemos o Zé por contusão muscular e voltou jogando o fraco Victor Luiz, que já tinha feito uma partida pavorosa contra o Ituano. Teremos uma semana de apreensão enquanto o Zé não se recupera… 

Aos 15, Valdivia entrou no lugar de Gabriel, que já tinha amarelo. E aí o jogo mudou.

Ninguém discute a qualidade do jogador. É inquestionável. O que a maior parte da torcida quer ver é ele jogando mais vezes e falando menos – ou melhor, nunca. E fazendo por merecer vestir essa camisa. Simples.

Foi numa boa jogada dele pela direita que Lucas recebeu e cruzou rasteira, na pequena área, pra Leandro abrir o placar. Eram 25 do segundo tempo.

Quase no fim do jogo, foi a vez de Cleiton Xavier entrar pro jogo no lugar de Dudu. Mas pouco pôde ser visto, o jogo já estava decidido.

A não ser que o XV consiga um milagre na Vila Belmiro – já está 1 x 0 pros lambaris – iremos ter que visitar novamente a Arena Lixão de Itaquera. Que seja. Tá mais que na hora de atropelar a gambazada naquela pocilga.

Pra cima, Palmeiras!

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 12 de abril de 2015, às 11h (de Brasília)
Juiz: Marcelo Rogério (SP)
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Fabrício Porfírio de Moura (SP)
Público/Renda: 35.437 pagantes / R$ 2.498.585,00
Cartões amarelos: Gabriel, Vitor Hugo, Leandro Pereira e Victor Luis (PAL); Rodrigo Andrade, Gimenez, Liel, Dênis e André Rocha (BOT)

GOL: Leandro Pereira, aos 26’/2ºT (1-0).

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto (Victor Luis, intervalo); Gabriel (Valdivia, 17’/2ºT), Arouca, Rafael Marques, Robinho e Dudu (Cleiton Xavier, 44’/2ºT); Leandro Pereira. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

BOTAFOGO: Renan Rocha; Gimenez, Eli Sabiá, Halisson e Dênis; André Rocha (André Santos, 37’/2ºT), Liel, Bruno Costa e Rodrigo Andrade (Wesley, 27’/2ºT); Vitor (Zé Roberto, 11’/2ºT) e Diogo Campos. Técnico: Régis Angeli

AVANTI PALESTRA!

Ituano 2×2 Palmeiras – Paulistão15

Empate irritante. 

Nada mais precisa ser dito. 

Oswaldo mostra de novo que só sabe montar o time nesse 4-2-3-1 independentemente de quem joga. O que é um erro, pois é o esquema que tem que se adaptar pro jogador e não o contrário. 

O que se viu com os reservas hoje foi um time sem nenhuma condição de criar jogadas de perigo pro desinteressado Ituano, no estadio maledetto em que o Palmeiras nao ganha dos donos da casa desde 2005. Que marva ridícula…

Era a chance de tentar alguma coisa diferente. Mas Oswaldo não quis/não soube como fazer. 

Com isso, o mais provável é que o Palmeiras não tenha direito de jogar a semi – jogo único – no seu estádio. Que (in) conveniencia, já que o jogo não poderia ser no Allianz mesmo… 

Ainda como “premio” pela quarta melhor campanha entre os quatro grandes, nas quartas, ou jogaremos fora de casa ou na segunda à noite. Maravilha!

E se chegar na final, muito pouco provável que a finalíssima seja no nosso campo. Pois é…

Um campeonato tiro curto como esse notmalmente se decide nos detalhes. E mandar os jogos decisivos em casa é um dos grandes detalhes a serem considerados. 

Não pensamos assim, ou melhor, nao fizemos por merecer essa vantagem. Agora toca ir pra Santos ou Itaquera na semi…

Mas antes, que venha o Botafogo. 

AVANTI PALESTRA!

Lobo em Pele de Chileno

Não ia nem falar nada a respeito da entrevista esdrúxula do “Mago” ao final do jogo que “ficou marcado” para a imprensa esportiva como a volta de Valdivia.

“Mago” porque só sendo mágico mesmo pra ficar sem jogar mais de metade dos jogos e ainda assim conseguir ser ídolo de parte da torcida.

“Ficou marcado” porque só a imprensa esportiva poderia valorizar a medíocre atuação como uma “volta”, sendo que o jogo já estava ganho e sem qualquer interferência desse sujeito.

Mas depois de ficar sabendo que o Palmeiras já fez proposta para a renovação do vínculo do “atleta”, e que  a cobrança feita pelos microfones, além de descabida, era absolutamente injusta, não tinha como não registrar aqui minha indignação com a safadeza e a falta de consideração com a instituição Palmeiras e o palmeirense.

Primeiro, porque na situação dele, tendo participado de um jogo pelo Palmeiras depois de 120 dias sem jogar bola, mais de 1/3 de um ano, menos era mais, quanto menos ele falasse, melhor seria pra todos os envolvidos.

Segundo, porque a cobrança feita em público quanto à renovação soou como desrespeito e, pior, em tom de ameaça – por terem sido citados os exemplos das negociações fracassadas de Alan Kardec e Wesley – quando ele devia era dar graças a Deus que seu contrato ainda não foi rescindido.

Sem traçar paralelos ou comparar qualidades, talvez nem todos se lembrem a atitude do meia Pedrinho, um dos grandes meio-campistas que já vestiu nossa camisa, depois de seguidas contusões que o tiravam de combate no ano de 2003, que chegou a pedir ao presidente do Palmeiras à época que não recebesse salários enquanto estivesse em recuperação. A matéria da época pode ser vista aqui.

O Santo, quando da sua última renovação em 2009, declarou que não queria roubar o Palmeiras, em referência às suas diversas contusões, e se propôs a fazer um acordo que previsse uma situação diferente caso ficasse de fora de vários jogos.

São bons exemplos de jogadores que tiveram compromisso com a SEP. Marcos, aliás, se arrebentou várias vezes não porque era podre como o chileno, mas porque defendeu nossa camisa muito mais do que o próprio corpo podia aguentar. Quem esquece?

 

Já o Sr. Valdívia, além de não ter compromisso nenhum com sua fonte pagadora – de quem recebeu mais da metade do tempo para simplesmente usar a jacuzzi do Departamento Médico – ainda se sente no direito de cobrar a diretoria por uma renovação que ele não mereceria em nenhum outro emprego do mundo, senão no futebol. Aliás, nem no futebol ele merece…

E a culpa é de parte de vocês, senhores, que deram moral a esse sujeito a esse ponto, que gritavam em faniquito cada vez que o telão do Allianz mostrou a cara de peroba dele, que tentaram gritar mais alto o nome dele do que o do Palmeiras durante o jogo, e que esquecem que o maior ídolo que todos nós temos se chama Sociedade Esportiva Palmeiras, que o que mais importa é o distintivo no peito e não o nome que vai nas costas da camisa.

Porque, vamos reconhecer, essa marra toda não seria nem a metade se ele não tivesse o apoio incondicional de parte da torcida do Palmeiras. Ou vocês imaginam algum outro jogador do elenco se comportando assim, sem jogar e ainda fazendo exigência?

Por isso que eu vou festejar o dia que o contrato dele acabar em agosto e, queira San Gennaro, não seja renovado. Excelente jogador, mas perdeu o direito de jogar aqui faz muito tempo. E cada vez que abre a boca nos microfones, perde mais um pouquinho.

É como diz o tal rei da Espanha, por que non te calas?

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×1 Mogi Mirim – Paulistão15

Em mais uma partida monstruosa de Robinho, e finalmente com Dudu desencantando, o Palmeiras não tomou conhecimento do Mogi Mirim, e chegou a abrir 3×0 ainda no primeiro tempo.

Depois, ainda se deu ao luxo de tomar um gol do adversário, numa falha bisonha do Victor Hugo, que ainda conseguiu ser expulso um pouco depois.

Mas, nada que o Mogi Mirim pudesse aproveitar, o jogo já tinha acabado no intervalo.

Rafael Marques e Cristaldo, além do estabanado Vitor Hugo, foram os pontos fracos do time. Arouca e Gabriel jogaram demais, Victor Luiz, quando não estava tentando cruzar, foi bem, Lucas joga sempre melhor no primeiro do que no segundo tempo, Victor Ramos fez mais uma grande partida.

E teve finalmente a estreia de Valdivia em 2015. Como de se esperar, nada demais. Um ou outro lance de efeito, um ou outro bom passe, mas nada que fizesse aumentar o placar. E como tem torcedor que pira quando ele encosta na bola, incrível…

Mas não vamos entrar nesse mérito. Que bom que voltou e que siga disponível. É o mínimo que se espera.

Alguém aí foi de cadeira inferior Leste? Teve alguma promoção? Finalmente o setor lotou, queria saber porque, se alguém souber, comentem ai.  

Quarta tem time misto em Itu. Quem sabe o GJ ganha chance como titular, hein Oswlado?

GABRIEEEEEELLLLL!!!!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 1 MOGI MIRIM

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 4/4/2015 – 18h30
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho (SP)
Auxiliares: Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP) e Renata Ruel Xavier de Brito (PER)
Renda/Público:  R$ 2.212.515,00 / 29.536 pagantes
Cartões Amarelos: Lucas, Dudu, Fernando Prass e Arouca (PAL); Wagner (MOG)
Cartão Vermelho: Vitor Hugo, 23’/2ºT

GOLS: Dudu, 11’/1ºT (1-0); Dudu, 14’/1ºT (2-0); Robinho, 37’/1ºT (3-0); Geovane, 3’/2ºT (3-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Victor Luis; Gabriel, Arouca (Renato, 39’/2ºT) e Robinho (Jackson, 24’/2ºT); Rafael Marques, Dudu e Cristaldo (Valdivia, 20’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

MOGI MIRIM: Daniel; Valdir, Fábio Sanches, Wagner e Leonardo; Magal, Hygor (Geovane, intervalo), Val e Vitinho; Edson Ratinho (Elvis, 28’/2ºT) e Magrão (Rivaldinho, intervalo). Técnico: Claudinho Batista.

AVANTI PALESTRA! 

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