Arquivo diário: 21/09/2014

Goias SEIS x0 Palemiras – Br14

Lembro claramente do primeiro jogo do retorno do Brasileiro de 2012. O Palmeiras enfrentaria a Portuguesa, no Canindé, mando da Burrinha. Se ganhasse, arrancava em recuperação pra sair do rebaixamento. A Portuguesa vinha mal, última colocada, se não me engano, presa fácil para um gigante como o Palmeiras.

Ao final do jogo, 3×0 pra eles, e eu fazia de tudo pra acreditar que o Palmeiras não ia cair, mas no fundo eu já sabia. Não tinha mais jeito.

Quarta-feira passada, contra o Flamengo, a mesma sensação: “é ganhar hoje e arrancar pra salvação”. E depois de um primeiro tempo bisonho, com Juninho em campo na meia por obra do treinador, eis que conseguimos reagir, empatamos o jogo em 20 minutos, e aí o cretino da 10 resolve pisar no adversário: o jogo terminou empatado, quase foi derrota, e a chance de reagir no campeonato foi pela latrina.

Hoje, esses SEIS a zero não surpreendem. É o resultado da chance desperdiçada de quarta-feira. Que, aliás, começou 19 rodadas antes, quando por um azar do destino, desses que vitimam de morte quem é do bem, Prass quebrou o cotovelo justamente contra o Flamengo, no Maracanã, quando perdemos de quatro um jogo que o Palmeiras ia ganhando até a famigerada fratura.

20 rodadas depois, trocentos frangos depois, o Palmeiras alcança a marca vexatória de 02 gols sofridos pra cada um gol marcado.

É isso, Caímos. Não tem mais jeito.

Não esperem de mim um otimismo cego e imbecil como em 2012. Como em 2002. Não aguento mais. Me aproximo do alcoolismo a cada nova derrota desse time filho da puta que esse presidente com pinta de messias – e que não passa de mais um enganador – montou.

Vejam os fatos. Temos um treinador que insiste em montar o time sem meias, e com Juninho, JU Ni NHO na meia. Dessa vez, alem do JU NI NHO, veio ainda JO Si MAR. Sem meio campo, o primeiro tempo teve direito a uma falha de cada zagueiro, duas dessas com o Deola espalmando pra dentro do gol, pra fechar em 4 x 0, num jogo em que, assim como contra o Fluminense, cada chute do adversário era um gol contra o Palmeiras.

No intervalo, o burro resolve corrigir a cagada, quando já era tarde demais, e tira JU NI NHO e JO SI MAR pra colocar meias, mas obviamente o caixão estava lacrado. E ainda teve tempo pra mais um frango do Deola, 03 num único jogo: temos um novo recorde: nem o mão de alface nem o Fabio conseguiram tamanha façanha…

E o pior é que a tabela estava dum jeito que uma vitória – contra um time mais do que fraco como o Goiás – nos colocaria em décimo quarto. E é capaz de vencer quinta-feira, com a presença daquele safado que veste a 10, e um monte de otário começar a acreditar que vamos escapar. Esqueçam. Já foi. No ano mais especial da nossa história, o presente do palmeirense é voltar pra série B…

Parabéns Nobre, Brunoro e torcedores de gestor, que beleza esse tal de profissionalismo no ano do Centenário…

 JÁ CAiU.

   

%d blogueiros gostam disto: