Arquivo mensal: março 2014

Paulista 1×3 Palmeiras – Paulistão14

Gilson Kleina abusou da paciência e da boa vontade do palmeirense hoje, em SJRio Preto, e se não fosse por muita sorte, teria conseguido perder pontos prum time que, em 36 pontos disputados até hoje, só tinha ganhado 02.

Vamos aos erros.

Primeiro – poupar jogadores demais, foram 04 ao todo (Kardec, Valdivia, Wesley e Juninho), além das inevitáveis ausências de Leandro, Diogo e  Wellington, machucados, e Lúcio, suspenso. No total eram 08 titulares fora, metade por opção do treinador. Desses que estavam aptos a jogar, pelo menos 02 deveriam ter viajado com o elenco e ficado no banco. Se precisasse, podiam entrar pra resolver. Como nem viajaram, foi um risco bem desnecessário.

Não interessa que já estamos classificados e que no meio de semana tem jogo em Rondônia pela Copa do Brasil. Estamos disputando a melhor campanha com os Lambaris, ponto a ponto, gol a gol. O Paulista é um campeonato de 04 jogos – os da próxima fase – 1 quartas, 1 semi e duas finais – que se ganha nos detalhes, e um desses detalhes bem importantes é o mando de campo nos jogos decisivos. Uma possível final com os Bagres com o segundo jogo aqui é bem melhor do que o inverso. Lá, o Palmeiras joga com 800 torcedores a favor, aqui serão 30 mil. Então, tem quer entrar em campo com, senão os melhores, a maior parte deles. E se já tínhamos 04titulares fora, não podia se dar ao luxo de deixar mais 04 em São Paulo. Vacilo.

Segundo erro – O Kleina não aprendeu nada em Ribeirão Preto, na primeira derrota do ano. Mandou a campo de novo o maldito 4-5-1 com França e Eguren na frente da zaga, e colocou o ataque com Vinicius e Viiera na frente, sem referencia. O resultado foi um buraco gigantesco no meio, porque tanto o França como o Eguren não sabem dar um passe de 05 metros pra frente, o que sobrecarregou demais o Mendieta e Bruno “mais gordo que o Maluquinho” Cesar. Ficamos sem ligação, que é a função do Wesley, sem substituto à altura no elenco.

O certo seria ter escalado ou o Eguren, ou o França, com Mendieta e Bruno Cesar, e na frente usar o Vinicius, o Patrik Vieira e o Miguel ou o Rodolfo na referência. É o 4-3-3 do ano passado que tanto funcionou. Enquanto o Palmeiras não jogou nessa formação (durante todo o primeiro tempo), e esteve com 02 volantes pesados e sem saída de jogo contra o pior dos piores times do campeonato, pouco criou. O Vinicius corria pra ponta, que é a única coisa que ele sabe fazer, e chegava pra cruzar e não tinha ninguém pra receber a bola. Do outro lado com Patrik, a mesma coisa. Mesmo jogando contra cachorro morto, o Palmeiras era inócuo.

O treinador finalmente acordou no intervalo, tirou o Eguren – disparado o pior em campo no primeiro tempo – e aí as coisas começaram a melhorar um pouco. Como Kleina é sortudo, o Paulista teve um jogador expulso e, mesmo com a expulsão do Marcelo Oliviera (que já tinha feito um pênalti besta; que noite, hein, TEVEPALMEIRAS?), um jogo dez contra dez acabou favorecendo o Palmeiras, que mesmo com o time medíocre que foi a campo ainda tinha melhores valores que o lastimável Paulista.

Terceiro erro foi na montagem do banco de reservas, que tinha um único atacante – Miguel – e 03 meias – Serginho, Mazinho e Felipe Menezes – inexplicável. Fomos jogar contra o pior time do campeonato com 02 atacantes relacionados. Rodolfo tinha jogado contra a Portuguesa, não achei que foi mal e era uma boa oportunidade de ter seqüência,  de ganhar ritmo, e nem no banco ficou. Vai entender…

Lamento ser chato – aliás, lamento nada – mas não é porque ganhou que vou fingir que não vi todas essas vaciladas. É um jogo besta como esse que põe tudo a perder e no Palmeiras isso tem sido recorrente. Quantos empates e derrotas bobas que, desde 2009, nos custaram tão caro? Não pode.

Não agora que falta tão pouco. Conseguimos nos manter com a melhor campanha o campeonato inteiro. Se não fosse o vacilo em Ribeirão, ou o empate contra o Audax, iríamos pra Vila na última rodada defendendo a melhor campanha por um empate, o que só será possível, se o Santos tropeçar na semana que vem diante do Rio Claro, que disputa com o Bragantino a segunda vaga no grupo do Palmeiras e, contanto que, é claro, vençamos a boa equipe da Ponte Preta no Pacaembu no sábado.

Então, tem que ser força máxima nessa reta final. Se o Palmeiras tiver a vantagem dos mandos de campo na próxima fase, não há time que resista, a torcida vai fazer a diferença. Por isso, sem mais invenções, Gilsão!

16 mil pessoas no Teixeirão. Público que o Palmeiras só conseguiu alcançar em um jogo como mandante (clássico contra os Bambis). Ingressos a R$ 25,00. Só pra constar.

Quarta-feira jogamos em Rondônia às 19:30. O cara que faz a grade dos jogos do Palmeiras é um fanfarrão mesmo…

OS GOLS:

 

A FICHA TÉCNICA:

PAULISTA 1 X 3 PALMEIRAS

Local: estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP)
Data/Horário: 9 de março de 2014, sábado, às 18h30
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Luis Alexandre Nilsen

Público/renda: 16.151
Cartões amarelos: David Batista (PAU); França, Miguel e Eguren (PAL)
Cartões vermelhos: Victor Hugo (7’/2ºT) e Marcelo Oliveira (11/2ºT)

GOLS: William Matheus, 20/1ºT (0-1); David Batista, 25’/1ºT (1-1); Miguel, 22’/2ºT (1-2); Patrick Vieira, 42’/2ºT (1-3)

PAULISTA: Ian, Crystian (Johni – 41’/2ºT), Leandro, Malcon, Victor Hugo, Sodó, Ewerton Pereira, Gabriel Leite (Felipe Silva – 40’/2ºT), Diego Rosa (Marcos Pit – 14’/2ºT), David Batista, Erik Mamadeira.Técnico: Beto Calvalcante.

PALMEIRAS: Fernando Prass Bruno Oliveira, Marcelo Oliveira, Tiago Alves, William Matheus; França, Eguren (Miguel – intervalo), Mendieta, Bruno César (Victo Luís – 18’/2ºT); Patrick Vieira e Vinicius (Mazinho – 31/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras Futebol Clube

Salve meus amigos, já classificados para a fase final do Paulistão 2013, basta agora garantir a primeira colocação e tudo indica que teremos uma mini decisão com os lambaris na Vila, onde já nadamos de braçada diversas vezes. O tema de hoje é mais vasto e certamente será a alternativa mais viável para a modernização e avanço do Alviverde mais amado e vitorioso do mundo.

No início do Século passado, diante da forte imigração no Brasil e em especial na capital Paulista, as pessoas tinham a necessidade de conhecer aqueles que vieram do mesmo país de origem e assim se socializar nesse novo mundo. E com a Colônia Italiana não foi diferente, onde o Palestra Itália já possuía um estádio próprio e um clube social numa localização próspera na cidade.

O tempo foi passando e o clube crescendo, logicamente que o futebol se desenvolvendo – e muito – em paralelo. Só que várias vezes os caminhos se cruzavam, afinal os Diretores e dirigentes se dividiam entre coisas do futebol e o tratamento da piscina (por exemplo), assuntos completamente distintos, com prioridades e impactos diferentes. Somado a isto, as pessoas que decidiam as coisas pelo clube e futebol nem sempre eram Palmeirenses, daí a coisa começou a desandar.

Na década de 70, o futebol andava por si só, tínhamos uma seleção e ganhávamos todos os títulos que disputávamos, daí veio a estiagem e com ela a geração Mustafá, para ser mais exato em 1978, na fatídica final contra o Guarani, onde minutos antes da final, a Diretoria e jogadores estavam discutindo premiação. Vieram os anos 80 e todos sabemos o que aconteceu com o futebol. No clube tudo as mil maravilhas, mais de 15 mil associados, o melhor conjunto aquático do Brasil, salão de festas com shows todo final de semana (Jorge Benjor, Tim Maia,Legião Urbana, entre outros).

Os anos 90 trouxeram a profissionalização do Futebol e o clube ganhou piscinas aquecidas e novas quadras de tênis, tudo em paz, receitas separadas e custos conjuntos, pronto, começou a confusão. Com o crescimento dos grandes condomínios, o clube começou a esvaziar e passou a ser deficitário, enquanto isso as receitas do futebol estouravam. Com o fim da parceria, uma herança complicada e interesses se colidindo nas mesas de negociação. O futebol começou a cair, o clube mal das pernas e a renovação não acontecia no poder decisório do Palmeiras.

Problema a resolver: Futebol ou clube?

Na cabeça dos conselheiros e dirigentes Jurássicos, o futebol que se dane, o clube tinha que ser mantido a todo custo, pois assim poderiam usufruir de suas facilidades de forma gratuita e perpetuar no comando. Por sorte, em 2007 tivemos um suspiro com a entrada de um novo conceito e logo no ano seguinte ganhamos o título Paulista de 2008, dali em diante o futebol passou a ganhar importância e infelizmente a gastança comeu solto, na ânsia de colocar o Palmeiras de volta ao lugar de destaque rapidamente.

Vieram Belluzzo e Tirone, o último deles a pior gestão de todos os tempos e por ironia do destino, um título que caiu no colo – a Copa do Brasil 2012. 2ª divisão novamente em 2013, queda nas receitas e parceria com a WTorre a todo vapor, uma luz no fim do túnel.  Veio a gestão atual e com ela a profissionalização do futebol, com CEO, CMO, COO e todas as siglas imagináveis. Em paralelo, o clube em obras, começa a perder associados – temporariamente.

Como podemos perceber, as duas unidades de negócio (clube e futebol) trilharam caminhos completamente distintos nesses últimos tempos, daí vem a questão: O que fazer?

O primeiro caminho é analisar separadamente o fluxo financeiro de cada unidade de negócio e assim gerar planos de ação. No clube as receitas deverão ser provenientes das seguintes fontes:

– Mensalidade dos associados e novos sócios.

– Pagamentos extras por atividades dentro do clube.

– Concessões a terceiros para exploração de lanchonetes e restaurantes.

– percentual a ser recebido nos shows da arena , saindo de 5% e crescendo no passar dos anos.

Já no futebol, as receitas são provenientes de bilheteria e sócio torcedor, cotas de TV, Patrocínios, produtos licenciados, venda de jogadores e outras fontes referentes a repasses e participações. Em ambos os negócios, compara-se aos custos decorrentes e geram-se os planos de ação, simples assim.

Para isso, a reforma estatutária deverá ser aprovada, onde teremos duas gestões completamente separadas e pessoas preparadas para ocupar os cargos em questão. Conselheiros não entram no CT e jogadores não freqüentam o clube. Com isso, as notícias passam a ser fortemente controladas (sem Giltos e afins) e o principal, as contas passam a ser aprovadas por pessoas mais qualificadas.

Como resultado, teremos um clube de ponta numa localização privilegiada e um time de futebol com vida própria e gente do ramo. O mesmo caso deverá ser aplicado aos esportes amadores, que não devem ser deficitários, vide o caso do Basquete, que vem crescendo com aporte da Meltex- por exemplo.

Torço para que esse dia chegue logo!

Palmeiras 1×0 Lusa – Paulistão14

Com gol de Juninho (quem diria), em cobrança de falta que na verdade foi penalti não marcado (quem não diria), o Palmeiras bateu a Lusa no Pacaembu, carimbou sua passagem pra próxima fase e como primeiro do grupo.

O que parecia um jogo fácil no primeiro tempo, com o Palmeiras dominando os lances de perigo e perdendo vários gols, começou a encrespar no segundo tempo, justamente logo depois do gol do Verdão e, se não fosse mais uma partida absurda de Fernando Prass, teria azedado o pé do frango. Foram pelo menos 03 defesas de cinema que garantiram a vitória palestrina.

E o Palmeiras teve chance de liquidar a fatura, mas Wesley fez questão de perder, embaixo da trave. Não pode.

No fim, prevaleceu o Verde, como deve ser sempre. Domingo vamos a Rio Preto (ou é Ribeirão?) jogar com o Paulista de Jundiaí, que de 36 pontos disputados marcou só 02 e já está rebaixado. É desses jogos que eu tenho medo…

Com a vitória do Santos hoje, os dois times seguem disputando ponto a ponto a melhor campanha da competição, e o direito de mandar os jogos finais em casa. No ano passado, depois de uma derrota esdrúxula pro Ituano (esse mesmo timeco que agora está rateando pros Gambás), o Palmeiras acabou enfrentando justamente o Santos na Vila nas quartas-de-final, e depois de um empate por 1×1 perdemos nos penaltis.

Ou seja, essa reta final é um caminhão, não pode vacilar nem mesmo com o pior time do campeonato. Tem que arrebentar todo mundo. Inclusive as sardinhas na Vila, no dia 23.

AVANTI

Na semana pasada, recebi e aceitei um convite da diretoria pra avaliar o AVANTI Ouro por 1 ano, gratuitamente, com o compromisso de seguir analisando as vantagens do programa. Como já era sócio desse mesmo pacote, seria programada no sistema a isenção do meu plano por 1 ano.

Melhor avaliando a questão, pedi que a isenção fosse cancelada. Como já era sócio do programa desse mesmo pacote ouro, preferi seguir contribuindo com o clube, afinal, essa é a troca que o torcedor faz para receber os incentivos que o programa oferece: o torcedor ajuda o clube pagando a mensalidade. Assim, para melhor avaliar, entendi que devo contribuir primeiro, pra depois poder sopesar os incentivos e vantagens e poder concluir, com propriedade, se o programa vale ou não a pena.

Não se trata de achar certo ou errado aceitar o desconto que foi oferecido. Não é nada disso. Acho até válido e entendo que quem recebeu o convite foi considerado qualificado pra fazer essa avaliação, são todos formadores de opinião da torcida palmeirense e merecem o voto de confiança. Apenas optei por continuar pagando, pois na minha concepção me permitirá avaliar de forma mais completa a experiência, o que, aliás, eu já vinha fazendo. E ponto. Não se fala mais nisso.

Isso dito, desde o último post que fiz sobre o Avanti, de positivo, vi que finalmente o sistema de rating foi corrigido e os 23% que tinha até o mês passado agora viraram 81%, percentual bem mais condizente para quem esteve em todos os jogos deste ano e só faltou em 4 jogos no ano passado (três desses fora de SP).

No site do programa, foi corrigida a informação de que o rating consideraria a média de presença do sócio Avanti nos últimos 02 meses, já que a contagem efetivamente considera todos os jogos desde setembro de 2013. Por isso da minha média ser 81% e não 100%. Outro ponto positivo.

De negativo, já é o segundo jogo seguido (mas houve outros nesta temporada e diversos na passada), em que a catraca não emitiu o recibo de entrada. Falta grave pra quem, como eu, acumula todos os comprovantes de jogos desde a década de 80. Problema este – do FutebolCard – que não é exclusivo do sócio Avanti, mas de todos os torcedores que entram no estádio.

Mas ruim mesmo foi a declaração do presidente na entrevista de hoje para o Lancenet (veja aqui):

Ninguém é obrigado a ser sócio, mas se quiser as vantagens, precisa ser, ou não reclama do preço

Eu seria o maior adepto desse raciocínio se tivéssemos uma presença de, digamos, 60% de sócios torcedores (algo em torno de 24 mil pessoas) em todos os jogos do Palmeiras. Isso seria um claro indicativo de que as vantagens oferecidas pelo Avanti compensam pro torcedor ir ao jogo.

Mas, hoje, por exemplo, num jogo em que, bem ou mal, é clássico, tivemos 11.180 pessoas no Pacaembu (o Coxa cravou 11.189, o mais perto que já vi até hoje). Nos dois últimos jogos de meio de semana, cerca de 7.000 pagantes. Num estádio que cabem 40.000 pessoas, em jogo de um clube com quase esses mesmo 40.000 sócios torcedores.

É evidente que não teremos nunca 100% de sócios-torcedores num único jogo, mas esse número tão baixo de presentes a cada partida (entre 10% e 15% do universo de sócios-torcedores, presumo eu) é preocupante. Significa que o torcedor contribui com o clube mas não usufrui da contrapartida.

E se isso não ocorre porque o preço do ingresso é muito alto, então precisa ser investigado profundamente o porque. Ora, nos bambis, por exemplo, há pelo menos dois anos, o sócio torcedor paga R$ 10,00 no ingresso de um determinado setor do Panetone. Algumas vezes, o preço é R$ 2,00. Enquanto isso, no Palmeiras, pro plano de entrada, o ingresso com desconto sai por R$ 30.00. Tá muito caro!

Se o torcedor que não quer ser sócio do programa não pode reclamar do preço, como disse o presidente, e o sócio torcedor, reclama pra quem?

Pra não falarem que só aponto os defeitos e não a solução, se não querem mexer no preço do impresso, então que se aumente o valor do desconto. Que tal subir pra 70% ou 80% nesses jogos de meio de semana? Porque, convenhamos, ter 30 mil sócios pagando R$ 20,00 por mês sem ir aos jogos não é vantagem nenhuma, nem pro sócio torcedor, nem pro clube.

Fica a dica.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Data/Hora: 4/03/2014, às 19h30h
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Leonardo Schiavo Pedalini

Público: 11.180
Cartões amarelos: Lúcio, Juninho e Eguren (PAL); Renan, Willian Magrão e Henrique (POR)
Cartões vermelhos: nenhum

GOL: Juninho, 3’/2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley, Mendieta (França – 34’/2ºT) e Patrick Vieira (Rodolfo – 25’/2ºT); Vinicius (Bruno César – 19’/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

PORTUGUESA: Gledson; Régis, Diego Augusto, Wagner e Bryan; Diego Silva (Coutinho – 14’/2ºT), Renan, Willian Magrão (Laércio – 34’/2ºT) e Rondinelly (Gabriel Xavier – 18’/2ºT); Leandro e Henrique. Técnico: Argel Fucks.

AVANTI PALESTRA!        

 

  

Tem Jogo! Palmeiras x Lusa – Paulistão14 R. 12

Bom dia palestrinos,

Semana de festa com o retorno da Escola de Samba Mancha Verde ao Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. E mesmo quem não gosta de Carnaval, ou samba, ou das torcidas organizadas, deveria estar em festa também, porque no ano que vem o enredo da escola já está definido: será o centenário do Palmeiras, pro mundo inteiro ver a história fantástica do glorioso alviverde imponente. Eu, com certeza, vou estar no Anhembi, na avenida, como estive nos últimos anos, como estive no último domingo e como estarei amanhã, pra comemorar o vice-campeonato do Acesso. Arrebenta minha escooola!

Feito o registro e passando a falar de Palmeiras, hoje recebemos a Lusa no Pacaembu, 19:30, jogando por uma vitória para confirmar a classificação antecipada para a próxima fase do Paulistâo. Na verdade, isso pouco importa, porque não basta se classificar, mas tem que brigar pra ser o primeiro e manter a vantagem do mando de campo até o fim do torneio. Decidindo em casa, aí é com a gente no concreto e ninguém segura!

A Portuguesa, apesar de ameaçada de rebaixamento, vem em ascensão sob o comando do nosso ex-zagueiro Argel Fucks (ainda me pergunto porque ele não usava o sobrenome quando era zagueiro, seria uma combinação perfeita com o futebol parrudo ahahah), são 4 vitórias e 1 empate nos últimos seis jogos.

O Palmeiras segue com Marcelo Oliveira improvisado na zaga diante da ausência de Wellington. Na minha opinião, esse improviso é arriscado, não funcionou contra o Botafogo e nos custou a invencibilidade. O melhor seria irmos de Tiago Alves, com Marcelo Oliveira ou Eguren na frente da zaga. Pelo menos, do meio pra frente, Kleina parece ter entendido que não pode jogar com dois volantes de contenção, e deve mandar a campo Eguren, Wesley, Mendieta e Patrik Vieira, com Alan Kardec e Vinicius no ataque. Valdívia, que jogou 15 minutos ontem pelo Chile, e Leandro, Diogo e Marquinhos Gabriel, machucados, não estão à disposição.

Poderia até ser a primeira chance do Bruno Cesar como titular, mas diante do vacilo contra o Botafogo, que interrompeu a necessária sequencia de jogos, concordo que ele fique como opção para o segundo tempo, desde que não entre pilhado e numa roubada, já vimos no que deu lá em Ribeirão.

O apito fica por conta de Vinicius Furlan, e bandeiras nas mãos de Carlos Augusto Nogueira Junior e Leonardo Schiavo Pedalini, além dos dois figurantes na linha de fundo, cuja função será a de NÃO marcar penaltis para o Palmeiras, como de costume.

O adversário não é fácil, e será mais um teste pra avaliar a força do elenco. Triste mesmo será ver os menos de 10.000 presentes no jogo de hoje, o que tem sido a tônica das últimas bilheterias do Palmeiras em casa no meio de semana, conforme já comentamos aqui. Mesmo que passe dos 10.000, dificilmente passará dos 13 mil. Enfim, tomara que eu esteja errado, quero mais é ver o estádio abarrotado…

Palpíte do Maluco, finalmente de volta, é de 2×0, gols de Alan Kardec, sempre ele, e Lucio.

AVANTI PALESTRA!

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