Arquivo mensal: fevereiro 2014

Assessoria de Imprensa, um assunto delicado

Salve meus amigos, acredito que todos – sem exceção- estejam na ansiedade da fase final do Campeonato Paulista, e o mais importante é que o time vem se ajeitando e criando novas opções de jogo. Bem pessoal, o tema de hoje abordará um assunto que sempre foi motivo de preocupação no nosso amado Palmeiras – Relação com a imprensa…

Isso se deve ao fato que sempre tivemos Diretores e conselheiros “dispostos a colaborar” com os “amigos” da imprensa, passando e vazando informações para os sedentos jornalistas e muitas vezes criando mal estar generalizado e em algumas outras gerando um problema ainda maior. Quem não se lembra do episódio do Judas com o Flamerda e o Felipão no vácuo, ou até mesmo da questão do Valdívia, onde investidor chama o jogador de vagabundo e o atleta chama o Conselheiro de mentiroso, uma bela cena de cinema (filme pastelão)

O ano de 2013 foi um divisor de águas na questão da comunicação do Palmeiras, com chegada da PRESS FC, sob o comando de Fernando Mello, que já prestou e presta assessoria para outros clubes. A sua chegada foi ainda mais polêmica, pelo fato de ser simpatizante dos Gambás e por mudar muitas coisas e pessoas pelos lados da Academia. Quebrar paradigmas é algo tão doloroso, que na maioria das vezes, as pessoas “deixam como está” para ficarem na zona de conforto.

Definitivamente nossa relação com a imprensa era um desastre, cada centímetro que falava sobre o Palmeiras era só desgraça, chacota e picuinhas, que estragavam o ambiente do time e colocavam a imagem do clube num patamar de várzea completa. Dizem as más línguas que até água faltava em coletiva de imprensa, cadeira era artigo de luxo e WIFI era coisa de outro mundo, um amadorismo total.

Temos a consciência que há notícias e notícias, e uma boa assessoria deve ser tão proativa quanto reativa, no primeiro caso gerando notas e releases que falem de coisas positivas, como uma melhoria nas instalações ou até mesmo um trabalho social que envolva jogadores, não importa, tem que plantar noticias que agreguem à imagem da marca. Na questão reativa, há desde solicitação de entrevistas até gerenciamento de crises, mais recentemente a questão da WTorre foi a mais latente.

Mas que raios a Arena tem a ver com isso? Simples, as empresas interessadas em patrocínio – por exemplo – vêem o Allianz Parque como um meio extremamente eficaz de colocar ações de MKT em prática e as trocas de farpas públicas entre gestores só faz mal ao negócio, pois coloca em dúvida a eficácia numa eventual parceria com o Palmeiras.

Trocando em miúdos, tudo que cita o nosso amado time, tem que ser mapeado, analisado e controlado, pois as partes interessadas na questão da comunicação são: Jornalistas, torcedores, acionistas e sociedade, que moldam a imagem de uma marca ou instituição através das notícias que lêem e dos comentários que ouvem.

Ainda existem muitas falhas para corrigir e ter o tripé Marketing/ Comunicação/ Diretoria alinhado é fundamental para que a mensagem seja uniforme e principalmente estratégica aos ouvidos e olhos ávidos por notícias. Já dizia Arnold Bennett: ” Os jornalistas dizem uma coisa que sabem não ser ver­dadeira, na esperança de que se a disserem durante bastante tempo ela acabará sendo. “

Marcelo Nacle

A Liderança Palestrina na Média de Público no Paulistão14

Há alguns dias, a ESPN publicou uma matéria (leia aqui) sobre a liderança do Palmeiras na média de público no início do campeonato.

Então, no início de fevereiro, depois de 05 jogos, o Palmeiras tinha uma média de 15.214 pessoas por jogo. A matéria não fez diferenciação entre públicos em casa ou fora de casa.

Encerrados os jogos do mês de fevereiro, o UOL publicou hoje (leia aqui), as novas médias de público do Paulistão.

10 rodadas já foram disputadas e o Palmeiras segue sendo o primeiro do Ranking, com 13.425 pessoas por jogo.

Mas o curioso é que essa liderança foi construída até aqui pelos públicos fora de casa, onde o Palmeiras lidera com média de 13.927 pagantes por jogo como visitante, bem acima dos rivais (lembrando que um desses público foi o clássico com os Gambás).

Já no quesito mandante, o Palmeiras é segundo colocado, com 12.923 pagantes em média, estando atrás dos Lixos que lideram com 13.600 gambás por jogo.

Acrescente-se ao debate, ainda, que dos jogos como mandante, tirando o jogo com os bambis, nenhum outro teve público maior do que 13 mil:

– Palmeiras x Linense (fim de semana): 10.717 pagantes;

– Palmeiras x Penapolense (dia de semana): 11.232 pagantes;

– Palmeiras x Bambis (fim de semana): 23.694 pagantes;

– Palmeiras x Audax (fim de semana): 12.551 pagantes;

-Palmeiras x Ituano (dia de semana): 6.420 pagantes; e

– Palmeiras x São Bernardo (dia de semana): 6.742 pagantes.

Ou seja, a liderança de público até o momento vem sendo impulsionada pelos públicos em que não é o Palmeiras quem define o valor do ingresso, mas sim o time visitante.

E como disse no post de ontem, o baixo público do Palmeiras em jogos em casa, principalmente nos jogos do meio de semana, ocorre por conta do ingresso a R$ 60,00 que, mesmo para o torcedor AVANTI do plano de entrada ainda custa o mesmo valor, por exemplo, que o preço cheio do ingresso que os Gambás cobram para as arquibancadas.

Por isso, caso a diretoria do Palmeiras queira ter o estádio sempre cheio, com pelo menos 10.000 pessoas por partida, precisa começar a pensar em  promover uma diferenciação de valores nesses jogos de meio de semana e contra times sem muita expressão, senão, vamos continuar na casa dos 6 mil pagantes nesses jogos, um público inaceitável prum clube que, no ano do seu centenário, tem quase 40 mil sócios torcedores cadastrados com benefícios e descontos na compra dos ingressos.

Outra ideia seria fazer um pacote de jogos com preço diferenciado, por exemplo, o sócio Avanti que reservar os jogos contra Portuguesa e Ponte Preta juntos, ganha mais desconto de quem comprar cada um dos jogos avulsos. Ou então quem não é AVANTI e se associar até o dia do jogo da Lusa, ganha o ingresso pro jogo com a Ponte, uma forma de buscar alavancar o programa de sócio torcedor e ao mesmo tempo garantir mais público nos jogos seguintes.

Enfim, ideias como essas ora sugeridas precisam ser testadas e colocadas em prática, o que não pode acontecer mais é vermos o Pacaembu a cada nova rodada de meio de semana com os mesmos 6, 7 mil de sempre, quando deveríamos ter casa cheia todo santo jogo! É ano do Centenário, CAZZO!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 São Bernardo – Paulistão14

O Palmeiras enfrentou um adversário que tinha ganhado dos Gambás e empatado com os Bambis e por isso podia ate ser considerado um adversário mais qualificado.

Mas uma escalação finalmente coerente do treinador – somada à volta de Wesley e Kardec – levou pra campo um time bem mais organizado e combativo e que não encontrou muita dificuldade pra confirmar os 03 pontos. Sinal positivo de recuperação, mas fica um alerta também de que o Palmeiras não tem hoje à disposição peças de reposição à altura do 14 ou do 11.

Com Eguren à frente da zaga como único volante – Marcelo Oliveira foi a campo como zagueiro – e um meio formado por Wesley, Valdivia e Marquinhos Gabriel, jogando de falso terceiro atacante pela direita, ao lado do Kardec pelo meio e do Vinicius pela esquerda, Kleina reeditou o esquema tático que deu resultado em vários jogos do ano passado na Série B.

Com isso, ficou ainda mais evidente que – apesar dos desfalques – foi culpa exclusiva do Kleina a derrota vexatória do último domingo, por ter optado por um esquema com 03 volantes – de uma vez por todas, Mendieta é VO-LAN-TE – ao invés de 03 jogadores na frente. Eguren, Mendieta e Valdivia, Marquinhos, Miguel e Vinicius seria outro jogo bem diferente do que vimos em Ribeirão Preto.

Enfim, que bom que o Kleina finalmente está avaliando os erros, parar de insistir com o Mazinho foi uma alegria pra qualquer palmeirense.

Sem destaques especiais, o time foi bem como um todo. Como quer o torcedor.

Quinta que vem, voltamos ao Pacaembu pra enfrentar a Lusa. Valdivia, na seleção chilena e suspenso, não joga. Vejamos se o treinador entendeu o recado ou se vai entupir o time de volantes de novo. Torcendo pela primeira hipótese…

AVANTI

O Maluco pelo Palmeiras, assim como alguns outros blogs e sites da Mídia Palestrina, foi convidado pelo Palmeiras a testar gratuitamente o programa de sócio-torcedor do clube pelo período de 01 ano e, com isso, ajudar a contribuir para que o programa seja cada vez melhor.

Após breve reflexão, resolvi aceitar o convite, mesmo já sendo sócio do programa desde os seus primórdios, mas o fiz apenas com o compromisso irrevogável de realmente avaliar – e criticar, como sempre faço aqui com o time – o programa, seus benefícios e vantagens, com o objetivo de contribuir para que o programa alcance todas as metas traçadas e seja de fato o melhor do País.

Meu compromisso segue sendo com o Palmeiras, seu torcedor e comigo mesmo, e na medida do possível, sigo sendo sempre alheio às questões políticas do clube, seja por não frequentar o clube tanto assim ou por não ser afeto a esta ou aquela corrente política, de forma que não me senti obrigado nem a aceitar nem a recusar o convite. A escolha foi livre.

Assim, desde logo e já partindo para a primeira análise, sigo insistindo em um ponto que desde o início entendo que precisa ser revisto: o preço do ingresso não pode servir de motivo pro torcedor se associar ao programa. O torcedor não tem que se associar ao programa porque, literalmente, “vale a pena”, mas sim porque o programa é bom pro torcedor e pro clube também.

São 37 mil inscritos no AVANTI e, mesmo assim, temos de 6 a 7 mil pessoas em campo nos jogos como mandante no meio de semana.

É preciso se questionar porque 5/6 dos associados ao programa (isso a se presumir que 100% dos presentes nesses jogos sejam associados – o que é bastante improvável) não têm ido ao estádio. Se pensarmos – e de novo, presumo por não ter os dados – que a maioria dos torcedores tenha optado pelo plano Avanti de entrada – que dá direito a 50% de desconto no ingresso – mesmo assim o jogo custaria R$ 30,00 para o sócio torcedor. Ao final de um mês, além da cota do Avanti, são de R$ 90,00 a R$ 120,00 por mês.

Enquanto isso, o Gambá cobra R$ 30,00 no ingresso preço cheio (presumo também que o sócio torcedor pague ½ – R$ 15,00) e ontem, colocou quase o dobro de pessoas no Pacaembu do que tivemos hoje.

Assim, acho que o que mede a eficiência do programa de sócio-torcedor não é apenas a quantidade de inscritos, mas também a capacidade de encher o estádio. Se os números do Palmeiras desse início de ano estão bons em termos de público (como anunciou a mídia recentemente), poderiam estar muito melhores se o ingresso não fosse tão caro, lembrando que nenhum outro time cobra os mesmos R$ 60,00 todo santo jogo do seu torcedor. Qual seria essa média se metade dos sócios do Avanti fosse a todos os jogos?

Por isso, entendo que a política do preço do ingresso tenha que ser revista, se não para todos os jogos, ao menos para os menos atrativos como um Palmeiras x São Bernardo em que boa parte da torcida, até mesmo dos sócios torcedores, não se dispõe a ir ao jogo e pagar R$ 60,00 ou mesmo R$ 30,00 (no caso do ST).

Uma ideia para tentar solucionar esse problema seria criar um sistema de bônus pros sócios que pagam meia entrada – por exemplo, a cada X jogos frequentados, o desconto passaria de 50% para 75%, e assim por diante.

Outra questão que precisa ser imediatamente regularizada é o sistema de rating. A pontuação simplesmente está errada. Não teve um torcedor com quem eu conversei até agora que me disse que achava que a pontuação dele no rating do Avanti estava certa. No meu caso, por todos os cálculos possíveis e imagináveis, a minha média girava no mínimo em torno de 60,5%, isso contando desde que o sistema foi inaugurado, em setembro. Se considerar este ano, sigo 100%.

Mas, inexplicavelmente, meu rating no AVANTI segue sendo 1 estrela – 23%. Está assim desde o começo do ano. Mandei um e-mail pelo site questionando há uns dez dias e não recebi resposta. Questionei o assunto pelo twitter do Avanti e também não recebi nenhuma resposta.

A continuar dessa forma, há 20 e poucos dias dos jogos decisivos, quando a prioridade de compra será imprescindível, terá sido em vão todo o empenho dos 6, 7 mil – ou menos – sócios torcedores que, como eu, não perderam nenhum dos jogos do Palmeiras em casa este ano.

Um dos grandes atrativos do programa é a prioridade na compra por meio da aplicação do rating. Lembro que fiquei quase a madrugada inteira no site do FutebolCard pra comprar os ingressos pros jogos contra Gremio e Coritiba na Copa BR12. Se não tivesse feito isso, talvez tivesse ficado de fora desses jogos – da final eu fiquei mesmo, porque meus filhos tinham acabado de nascer horas antes do jogo.

E justamente agora que, com o aprimoramento do programa, existe essa possibilidade de os que mais frequentam os jogos terem ainda mais prioridade, o rating não funciona… Daí fica difícil…     

Enfim, essa é minha contribuição inicial, nos próximos posts seguirei comentando sobre o Avanti e apontando os erros e acertos, bem como cobrarei resposta das soluções propostas, afinal, foi pra isso que aceitei avaliar o programa formalmente, e não apenas como sócio-torcedor.

OS LANCES:

em breve

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data e horário: 27 de fevereiro de 2014, quinta-feira, às 19h30
Árbitro: Aurélio Santanna Martins
Assistentes: Fausto Augusto Viana Moretti e Eduardo Vequi Marciano
Público/renda:
 234.605,00/6742 pagantes

Cartões amarelos: Valdivia (PAL); Castán (SBS)
Cartões vermelhos: Nenhum

GOLS: Alan Kardec, 24’/1ºT (1-0); Valdivia, 10’2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Eguren, Wesley (Tiago Alves – 43’/2ºT) e Valdivia; Marquinhos Gabriel (Mendieta 19’2ºT), Vinicius (Patrick Vieira – 31’/2ºT) e Alan KardecTécnico: Gilson Kleina.

SÃO BERNARDO: Wilson Júnior, Kaique, Luciano Castán, Fernando Lombardi e Eduardo; Dudu Lima (Márcio Diogo – 31’/2ºT), Marino, Willian Favoni (Jean Carlos – intervalo), Bady, Gil (Bombinha – 15’/2ºT), Careca. Técnico: Edson Boaro.

AVANTI PALESTRA!

Botafogo 3×1 Palmeiras – Paulistão14

A derrota foi merecida. “Premiou” um time bem mal escalado, apesar dos desfalques no ataque.

É cedo pra decretar o ódio eterno que sentimos do Juninho ao William Matheus, ou então William “MeuDeus” como disseram por aí, mas o cara podia ter sido um pouquinho menos infeliz…

Já o Kleina merece toda a raiva do palmeirense. Sim, uma hora o time ia perder e blablablá, mas não precisava ter se esforçado tanto pra isso. E o pior é que ele vai achar que o erro foi ter tirado o Mazinho do time… Miguel, professor? Miguel? E mais, foi mexer justo onde não fava dando problema – Marcelo Oliveira de primeiro volante – quando podia ter jogado com o Tiago Alves na zaga e deixado o 26 onde ele fava funcionando melhor até aqui.

Pra mim, o principal erro é o de sempre escalar o time errado e depois tentar reverter o resultado no intervalo. Uma hora a  virada não vem, o empate não chega, já dizia isso aqui há tempos. Hoje foi justamente isso que aconteceu. O time não conseguiu reagir ao resultado adverso, e isso é culpa exclusiva do treinador.

E nada mais merece ser dito. Se tinha que perder mesmo uma hora, pelo menos serviu pra prejudicar os gambás.

Quinta-feira, Pacaembu, estaremos lá. Os mesmos 6 mil de sempre.

AVANTI PALESTRA! 

Novos torcedores, como atrair?

Olá torcida que canta e vibra, há tempos não vemos uma calmaria e tranqüilidade no alviverde mais amado do mundo, tal qual vivenciamos nesse ano de 2014. Entretanto, nem só de calmarias vive um time de futebol, pelo contrário, as turbulências controladas também têm o seu fator positivo. Tudo na dose certa.

Porém, um time de futebol define sua grandeza, com base na sua história, títulos e torcida, é nesse último quesito que nos atentaremos hoje.  Já dissemos aqui, que na pesquisa realizada pela Revista Placar em 1983, um dado impressionou imensamente, a torcida do Palmeiras era a 3ª maior do país, isso num momento de jejum de títulos desde 1976 e sem perspectivas positivas em relação aos times, salvo no próprio ano de 83 quando Enéas, Cléo, Batista e Carlos Henrique se juntaram a Vagner Bacharel, Carlos Alberto Borges (antes do raio) e Jorginho e o Verdão quase beliscou o nacional daquele ano.

Todavia, os anos 90 nos trouxeram muitas alegrias, com títulos e estádios abarrotados, não só na Capital, mas em todo Brasil. Onde o Palmeiras jogava, era garantia de bilheteria, pois todos queriam ver Edmundo, Evair, Roberto Carlos e Mazinho, entre outros. Só que o time do Jardim Leonor, com uma geração destacada e com um departamento de Marketing muito mais atuante que o nosso, se aproveitava dessa situação e distribuía bonés, chaveiros, kits de maquiagem e afins em todos os jogos fora de São Paulo, principalmente no Nordeste e Centro Oeste do Brasil.

Com isso e somado aos títulos conquistados, aumentaram exponencialmente o número de torcedores e simpatizantes, nos ultrapassando nas pesquisas, perdemos aquele grande momento para disparar e incomodar os 02 mais populares (Urubus e Gambás).  Nos anos 2000, o cenário piorou e o futebol foi jogado a quinto plano na prioridade do nosso amado Palmeiras (até a bocha tinha mais recursos que nosso pobre futebol). Rebaixamento, vexames, e prá piorar os sardinhas com duas gerações de bons jogadores e marketeiros por essência, liderados por Robinho e Neymar. A tragédia estava armada.

Muitos nos consideravam a 4ª força de São Paulo e isso incomodava demais, pois sabemos da força e presença da nossa torcida. O que deverá ser feito para termos uma renovação de torcedores? O que fazer para atrair a criançada?

05 regrinhas básicas devem fazer parte da cartilha para atrair novos torcedores:

1)    Evitar vexames e vergonhas, crianças não querem ser alvo de Bullying;

2)    Tornar o nosso símbolo (PORCO) mais simpático e até desenvolver com algum cartunista um personagem infantil que possa ser aproveitado em várias campanhas e mensagens;

3)    Ações junto a escolas públicas (divulgando o Palmeiras) e levando alguns jogadores também para autógrafos;

4)    Time forte e competitivo, presente nas decisões e trazendo títulos, vale Paulista, Torneio Início, etc… Tem que papar tudo!

5)    Por fim, trazer ídolos, cairia muito bem um Hulk após a copa, junto com Kardec no ataque, imaginem quantas ações de Marketing não poderiam ser realizadas.

Quantidade não é qualidade, todos sabem disso, porém o que é gostoso ver uma criança com a camisa do Verdão, não tem preço!

Marcelo Nacle

Palmeiras 1 x 0 Ituano – Paulistão14

Quem já jogou truco na vida sabe que a primeira mão é um caminhão, como dizem por aí. Sair na frente é sempre mais vantajoso. Para o treinador do Palmeiras, porém, isso não se aplica, pois ele segue escalando o morto do Mazinho como titular e, invariavelmente, tem que corrigir o time no segundo tempo pra buscar o resultado – seja ele o empate de domingo ou a vitória desta quarta-feira.

Hoje, o que não faltou foi alternativa para a injustificável presença do ineficaz, improdutivo e, por que não, grosso, do Mazinho, que em 09 rodadas foi titular em absolutamente todas, mas só jogou bem a primeira. Será possível que só o Kleina não enxerga isso?

Porque outro motivo o Palmeiras está resolvendo os jogos sempre aos 38, 42 minutos do segundo tempo, ao invés de marcar no primeiro tempo? Até uma criança sabe que o time titular do Kleina não é o que o Palmeiras tem de melhor no elenco. Se resolveram dar descanso pro Wesley e pro Wellington, porque não deram pro Mazinho também? Dá um descanso (eterno) pra ele e pra torcida também, pois já estamos de saco cheio desse pereba no time titular. Acorda Gilsão…

Enfim, jogamos um primeiro tempo amarrado e sonolento, graças à sobrecarga em cima do Mendieta, enquanto o Mazinho só fazia por cagar o jogo. A primeira etapa parece ter durado horas a fio…

Eis que no segundo tempo, uma evolução – ainda que micro – por parte do treinador: ao invés de esperar até os 15 do segundo tempo, o Kleina, talvez envergonhado de tanto fazer o palmeirense passar nervoso (queira Deus!), já deixou o Mazinho no vestiário e voltou com o Marquinhos Gabriel. E lá foi o time do Palmeiras correr contra o relógio, contra um Ituano trancadinho e respaldado pela arbitragem sempre calhorda de Wilson Luis Seneme.

Bruno Cesar Bayer (eles não tem a mesma careca?) estreou logo depois, no lugar do picolé de chuchu Josimar – aquele que desdenhou o Palmeiras na Série B e com a atuação insossa de hoje derruba aquela ladainha de volante de apoio x volante de contenção (volante, pra mim, é tudo a mesma merda!) – e não foi mal, apesar de estar claramente fora de ritmo de jogo. E ainda tivemos Eguren no lugar do França.

E quando as coisas já caminhavam pro terceiro empate seguido contra times pequenos (antes empatamos com o Audax e com o Small Club), numa boa jogada do Diogo na boca da área, a bola foi pro Juninho cruzar e achar o Kardec do outro lado da área, que teve tempo de dominar e sentar o pé pra abrir o placar, aos 42 do segundo tempo. Tic, tac…

Na seqüência, o sem vergonha do Seneme conseguiu achar um pretexto pra expulsar o Kardec, que não tinha feito nada, não tinha nem amarelo. Uma safadeza digna de um árbitro que tanto fez por prejudicar o Palmeiras ao longo da carreira.  Lembrem aqui que foi ele quem apitou e operou o Palmeiras no jogo contra o São Caetano ano passado na Série B. Mesmo assim, quebrou-se a escrita de quase 4 anos que o Palmeiras não vencia jogos apitados por ele. Chupa Seneme!

Com a boa estreia do Bruno Cesar, e uma partida consistente do Mendieta e do Diogo, se o Kleina não botar Leandro e Mazinho no banco, é porque tá de sacanagem.  Chega de estragar o time, Kleina!

E pra quem tava orgulhoso com a matéria de que o Palmeiras tem a melhor média de público do Brasil, faço duas perguntas: i) quão maior seria essa média se o ingresso do jogo do Palmeiras custasse 40,00, como o dos Gambás – segundo colocado – e não os extorsivos 60,00 atualmente cobrados? e ii) será que se o ingresso não custasse o que custa atualmente, teríamos hoje no Pacaembu, num jogo em que o time reserva do Palmeiras enfrentou o inexpressivo Ituano numa quarta as dez da noite, mais que os 6 mil e poucos pagantes que estiveram no estádio? Só pra refletir se, pelo menos em jogos não tão atrativos pra quem não frequenta o estádio TODOS os jogos, não seria uma boa baixar os preços proporcionalmente e encher o Pacaembu sempre e não só em clássicos…

Uma pena que a vitória de hoje ajudou os lixos. Domingo que vem, mais uma vez enfrentamos adversário direto da Gambazada. Faltando seis rodadas pro fim, bem que um empate hoje e outro no domingo não seriam tão mau negócio assim. Se bem que, muito mais gostoso será eles passarem de fase na berlinda e depois serem massacrados pelo Palestra na semi… Enfim, são apenas conjecturas. 

OS  LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 ITUANO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 19/2/2014, às 22h
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Cartões amarelos: França (PAL); Josa, Dener e Dick (ITU)
Cartões vermelhos: Dener e Jackson (ITU); Alan Kardec (PAL)
Gol: Alan Kardec, aos 42 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; França (Eguren – 34’/2ºT), Josimar (Bruno César – 26’/2ºT), Mazinho (Marquinhos Gabriel – intervalo) e Mendieta; Diogo e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina

ITUANO: Vagner; Dick, Alemão, Anderson Salles e Dener; Josa, Paulinho (Gercimar – 37’/2ºT), Jackson, Cristian (Jean Carlos – 27’/2ºT) e Esquerdinha; Rafael Silva (Túlio – 42’/2ºT). Técnico: Doriva

AVANTI PALESTRA!

Gamba/FPF 1 x 1 Palmeiras

Já disse aqui que o Palmeiras, quando for pra ganhar da gambazada, vai ter que ganhar dos lixos de preto e branco e dos lixos de amarelo também. Então não vou nem perder tempo de falar da arbitragem safada e descarada do árbitro Raphael Claus, porque contra os imundos sempre vai ser assim.

Mesmo com toda a patifaria a favor, o Gambá não conseguiu vencer o Palmeiras, e segue afundado na merda até a ponta das orelhas, como devia ser sempre.

Gilson Kleina segue demonstrando ser o elo fraco do Palmeiras para o ano do Centenário. Depois de 07 jogos vendo que Mazinho e Leandro tão de sacanagem com o torcedor do Palmeiras, o que ele fez? Mandou os dois pro time titular de novo, e ainda devolveu a titularidade da lateral esquerda pro morfético do Juninho.

O Mazinho perdeu um gol feito no primeiro tempo, e ainda desperdiçou dois contra-ataques que era pra entrar com bola e tudo nos lixos. E o Leandro parecia que tinha coisa mais importante pra fazer do que jogar futebol.

Daí não tem como elogiar o treinador. Vai ser elogiado a hora que tirar o Leandro e o Mazinho do time na PRELEÇÃO, e não na metade do segundo tempo.

Partida excelente do Marcelo Oliveira, melhor homem em campo. E o Diogo, segue sendo um predestinado: de novo, na primeira  bola que pega, cruzou na cabeça do Alan Kardec, que empatou o jogo e calou a boca do lixão.

No fim das contas, se não era pra ganhar dessa vez, pelo menos fizemos o gol do empate por último, e deixamos o Gambá na mesma merda que já estavam. Aliás, 22 mil pagantes, sendo que 2.000 éramos nós, a Gambazada devia ter vergonha… 

Kleina, por gentileza, vê se acerta a porra da escalação! Se todo jogo você precisa mudar pra consertar o time, não é que vicê mexe bem no time, é que você ESCALA MAL! Acorda!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

 

GAMBÁ 1X1 PALMEIRAS

 

Estádio: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 16/2/2013 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse
Renda/público: R$ 668.600,50/22.222 pagantes
Cartões amarelos: Jadson, Guilherme e Guerrero (COR); Valdivia, Leandro, Lúcio e Mendieta (PAL)
GOLS: Gambazinho, 15’/2ºT (1-0); Alan Kardec, 38’/2ºT (1-1)

 

GAMBÁ: Cássio; Fagner, Gil, Felipe e Uendel; Ralf, Guilherme, Bruno Henrique (Ramírez, 34’/2ºT) e Jadson (Renato Augusto, 31’/2ºT); Gambazinho (Jocinei, 36’/2ºT) e Paolo Guerrero. Técnico: Mano Menezes.

 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington (Diogo, 37’/2ºT) e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Mazinho (Marquinhos Gabriel, 10’/2ºT) e Valdivia; Leandro (Mendieta, 29’/2ºT) e Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!  

Palmeiras, um time de massa e não das massas.

Salve meus amigos, todos na tensão pré Derby e é completamente normal essa ansiedade, afinal estamos numa fase ascendente e todo cuidado é pouco, pois clássico se ganha no campo com dedicação, garra e vontade. Mesmo em minoria no estádio (em tempo, eles nem deverão chegar a 25 mil ingressos vendidos) temos totais condições de jogar o jogo, no toque de bola e na primeira oportunidade liquidar a peleja, assim seja!

O tema de hoje é bem polêmico, mas se trata de algo que vem atrapalhando a evolução da Sociedade Esportiva Palmeiras.  Tenho certeza que boa parte dos Palmeirenses tem orgulho da nossa história e enaltece o esforço da Colônia Italiana, ainda mais considerando tudo o que se passou na 2ª Guerra Mundial e o quanto foram hostilizados.

Entretanto, com o advento das academias (décadas de 60 e 70), além da hegemonia dos anos 90, nossa torcida cresceu e se espalhou pelo Brasil, atingindo desde Marina Silva até Neymar e Hulk, passando por Chico Anísio e Moacir Franco.  Em suma, na década de 80, chegamos a ser a 3ª maior torcida do Brasil – mesmo no meio de jejum de títulos.

Só que o Palmeiras transcendeu a questão de time de colônia e se tornou um time de massa, sendo que é possível ver torcedores no Sul, Nordeste, interiores do Brasil e até mesmo no meio do Pantanal ou Amazônia. E isso tem que ser considerado e utilizado nas mensagens ao público alvo, afinal, quanto mais nos sentirmos parte do time, mas nos envolvemos e participamos ativamente, seja indo ao estádio, seja adquirindo camisas e afins.

Não significa que temos de abdicar da nossa história e deixar de homenagear a colônia, os fundadores e tudo o que foi conquistado. O que deve ser pensado é que muitas vezes podemos usar nomes em ações de Marketing ou em campanhas que não se relacionem diretamente com Palavras Italianas, tal qual Avanti, Cruz de Savóia ou cores da bandeira Italiana.

As cores do Palmeiras são Verde e Branco, arrisco a dizer que somos o maior Alviverde do mundo, mais vitoriosos e com maior torcida. No jogo contra os Bambis, a Mancha deu um show a parte com fitas verde e branco apenas (sem a cor vermelha), pois essas são as nossas cores e devemos utilizá-las em todos os materiais de Marketing e Comunicação.

Por fim e não menos importante, seria fundamental para nossa evolução que a gestão do Palmeiras não ficasse restrita apenas a sobrenomes Italianos e sim acessível para todas as etnias, pois a heterogeneidade agrega e muito, afinal temos diferentes aspectos comportamentais e isso promove a discussão e o crescimento. A disciplina Oriental, a Paixão Italiana, a flexibilidade Brasileira e por aí vai.

Lembrando a frase do nosso hino: “… que sabe ser Brasileiro ostentando a sua fibra.”

Marcelo Nacle

É a Festa do Volante!

Muito me custa a entender o que fará o time do Palmeiras com TANTOS e TANTOS volantes no time.

Parece que nunca é demais e que sempre cabe mais um desse tipo de jogador, cuja característica principal é não ser nem zagueiro, nem meia, nem atacante. Por isso mesmo, não raras vezes esses “versáteis” atletas viram laterais, zagueiros e se deixarem, até no gol pegam.

Ok, nada contra os volantes. Tivemos verdadeiros ídolos na posição, como Cesar Sampaio, o monstro de Palestra Itália, pra citar um mais recente. E não são raros jogadores dessa posição que se destacam pela qualidade, como Hernanes, ex-Lazio e hoje na Inter e dizem que tem um carinha aí do Totteham que é bom também, mas eu nunca vi jogar…

Voltemos ao que interessa – o Palmeiras. O Verdão hoje conta com Wesley e Marcelo Oliveira, atuais titulares, Mendieta (sim ele é volante), Eguren e França, os reservas imediatos, e mais o Renato, promovido da base.

Eis que, em menos de uma semana, são contratados MAIS DOIS volantes, os ilustres desconhecidos Josimar e Bruninho, ex Inter e Lusa, respectivamente. O Josimar, na verdade, não é desconhecido do clube. Quem não lembra dele, reveja aqui. Já o Bruninho, muito prazer, meu jovem.

Mas  o que causa uma certa aflição é que um time que tem, atualmente, 08 (OITO) volantes, segue não tendo um reserva para o centro-avante Alan Kardec, segue jogando com um volante improvisado na lateral direita e sem um titular para a posição, segue sem repor o zagueiro titular que foi vendido há 15 dias atrás, enfim, segue com várias deficiências na formação do elenco que, pra uma temporada longa e principalmente pra um torneio de tiro longo como Brasileiro por pontos corridos, é indispensável sejam solucionadas, tanto pra quem quer brigar por título, como pra quem não quer correr o risco de – não vou nem falar o que.

Mas agora, se for volante, pode vir que tão contratando. Vai entender…

Que o futebol é uma ciência inexata, todo mundo sabe. Mas de duas uma, ou as pessoas que dirigem o futebol do Palmeiras são seres muito mais evoluídos e que conseguem enxergar situações na montagem do elenco que nós, homens médios, não conseguimos alcançar, como, por exemplo, o que fazer com praticamente um time inteiro de volantes no payroll do elenco profissional, ou então é loucura pura mesmo.

Porque, vamos combinar, quando é que o SEXTO reserva -ou o oitavo da fila – vai ter chance de jogar? Como o torcedor vai saber se o cara é bom, se serve ou não pro Palmeiras? Como um futuro investidor vai despertar interesse em contratar esse cara? Ou será que esse mar de volantes vai ser improvisado nas posições que o clube tem poucos jogadores, até voltarmos à era do Marco Aurélio com o seu 2-7-1 que nos custou de forma vexatória um campeonato da Copa Mercosul diante do Vasco em 2000?

Não me entendam mal, desejo que Josimar e Bruninho arrebentem com a camisa do Palmeiras, que a honrem e façam o torcedor ter orgulho toda vez que entrem em campo. Mas a ÚLTIMA COISA que o Palmeiras precisava agora era mais um volante, o que se dirá de DOIS…

Eu tô é preocupado em saber quem joga quando o Alan Kardec for chamado pra Seleção, como tá sendo cogitado por aí, quem joga na direita quando o Wendel estiver fora, quem vai ser a dupla de zaga titular ao lado do Lúcio, enfim, são perguntas básicas e para as quais ainda não há resposta no elenco atual, mas deveria, principalmente em se tratando do ano do centenário do clube.

Será que o Palmeiras, sempre se queixando de pouca receita pra contratar jogadores, não devia estar priorizando as posições carentes do elenco? Ou Josimar e Bruninho vão jogar de graça?

Isso dito, bem-vindos Bruninho e Josimar. Boa sorte, muito respeito com a camisa do Palestra e não se esqueçam de conferir a Cartilha do Maluco, as regras básicas do que o torcedor espera e não tolera dos atletas que tem a honra de vestir essa joia.

AVANTI PALESTRA!  

Palmeiras 1×1 Audax – Paulistão14

Com um estilo de futebol no mínimo inusitado, o Audax foi o primeiro time em 07 jogos, a conseguir marcar pontos contra o Palmeiras.

Mas o empate desta tarde não foi nem de perto mérito do clube de Osasco, que prioriza a posse de bola, não dá bicão, usa o goleiro como jogador de linha, mas que apesar disso esbarra nas próprias limitações técnicas. 

A perda dos primeiros 02 pontos no ano foi, na verdade, culpa exclusiva do Palmeiras, que abusou de errar, em absolutamente tudo. Foi o Leandro que perdeu 03 gola feitos no primeiro tempo – aliás, que futebolzinho medíocre esse cara tá jogando… – foi o Valdivia perdendo mais 02, o Diogo outro, o Kardec perdendo pênalti, o Lúcio falhando num lance de lateral e saindo gol dos caras, enfim, o Palmeiras empacou nas falhas, individuais e coletivas e por isso não ganhou o jogo de hoje.

E o maior culpado tem nome e sobrenome, e atende por Gilson Kleina. Difícil entender porque o treinador insiste tanto com jogadores que não estão rendendo o esperado, como Leandro e Mazinho. Todo jogo, eles são titulares, e quando saem o time melhora. Para alguns, o treinador mexeu bem no time, pra mim, não, ele é que escalou errado o time titular.

Porque não podemos começar os jogos com o que temos de melhor? Pensei que com a saída do Marcio Araujo tinha acabado a ditadura dos titulares absolutos, mas pelo jeito o Leandro e o Mazinho herdaram o posto de intocáveis. Enquanto isso, os caras que decidem todos os jogos ficam no banco assistindo os queridinhos do chefe em campo. Vai entender…

E finalmente chegou a hora, primeiro clássico do ano – porque contra as meninas não conta – e mais uma vez temos a chance de bater o último prego na tampa do caixão dos Gambás. Da última vez, depois do TolimaGate, vacilamos e reabilitamos os imundos, por isso, dessa vez nada menos que uma vitória atropeladora será admissível. Tem que rolar olé e os caralho! Os gambá tão se cagando tanto que o beijoqueiro de macho forçou o terceiro amarelo e correu do jogo, AHAHAHAHAH Vamos Palmeiras!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 1 OSASCO AUDAX

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/hora: 9/2/2014, às 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral
Auxiliares: Bruno Salgado Rizo e Vitor Carmona Metestaine
Renda/Público: R$ 492.615,00/12.551 pagantes
Cartões amarelos: Wellington (PAL); Caion, Camacho e Carlos Magno (AUD)
Cartões vermelhos: Não teve

GOLS: Denilson, 7’/2ºT (0-1) e Mendieta, 34’/2ºT (1-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e William Matheus; Marcelo Oliveira e Wesley (Mendieta – 28’2ºT); Mazinho (Marquinhos Gabriel – 13’2ºT), Valdivia e Leandro (Diogo – 12’2ºT); Alan Kardec. Técnico: Gilson Kleina.

OSASCO AUDAX: Felipe Alves; Francis, André, Velicka e Nenê Bonilha (Carlos Magno – Intervalo); João Paulo, Denílson, Camacho e Tchê Tchê (Marquinho – 21’2ºT); Rafinha e Caion (Thiago Silvy – Intervalo). Técnico: Fernando Diniz.

AVANTI PALESTRA!

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