Arquivo mensal: novembro 2013

Diferença entre Pensar Grande e Pensar Pequeno

Iniciemos por aqui, post do jornalista Marcondes Brito, de 24 de janeiro de 2013:

Palmeiras e Flamengo, dois clubes tradicionais, de grandes torcidas, com muitos títulos conquistados, resolveram vir as público e abrir o jogo.

O novo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, comunicou hoje, durante a apresentação do diretor-executivo, José Carlos Brunoro,  que não tem interesse na contratação do meia Riquelme. O dirigente alegou que o principal motivo é a questão financeira. Ou seja, o sonho da torcida de ter um time forte em 2013 vai esbarrar na falta de grana.

Situação semelhante à do Flamengo. O presidente do rubro-negro carioca, Eduardo Bandeira de Mello, publicou uma carta aos associados sobre os 20 dias de trabalho da nova gestão. O texto tem como principal tema as dificuldades financeiras que desde o fim do ano passado sofre com penhoras da Justiça. Bandeira reconhece que o quadro é crítico, como a imprensa tem noticiado, e diz que a diretoria tem feito todos os esforços para resolver a questão. O presidente também pede aos sócios que ajudem o clube com o pagamento das mensalidades.

Os torcedores de Palmeiras e Flamengo, portanto, precisam de muita paciência para ver seus times novamente brigando por títulos. Dificil vai ser aturar a gozação dos torcedores rivais, sejam em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

O negrito acima é de minha autoria. Porque acabaram ali, em 24 de janeiro de 2013, as semelhanças entre os dois clubes.

O Palmeiras teria a chance de disputar o Paulista, a Libertadores da América, depois de 04 anos, e defenderia o título da Copa do Brasil conquistado em 2012. Anda teria a Série B pela frente. 

Já o Flamengo iria jogar Carioca, Brasileiro e Copa do Brasil.

O Palmeiras caiu no Paulista diante do Santos, num jogo melancólico, depois de ter feito uma campanha irregular. A essa altura já não contávamos mais com nossa maior estrela, e mandávamos jogadores titulares embora em troca de baciadas de reservas dos rivais.

O Flamengo também foi mal no Carioca. Não disputou nem a Taça Guanabara e nem a Taça Rio, se não me falha. Mas mesmo com as dificuldades financeiras, que não eram poucas, aliás, eram possivelmente muito maiores do que as do Palmeiras, o Flamengo trouxe Elias, André Santos, Marcelo Moreno, Carlos Eduardo, Chicão, enfim, contratou jogadores que estavam na Europa ou que eram titulares nas suas equipes anteriores. Como se espera de um time grane, mesmo com grana curta. 

O Palmeiras “abriu mão” da Libertadores e da Copa do Brasil ao não se reforçar à altura dos torneios. Perdeu pro Tijuana em casa de forma bisonha. E na Copa do  Brasil, foi eliminado pelo sem-camisa Atlético PR, que chegou à final do torneio sem muita dificuldade, apesar dos adversários que foram superados.

Já o Flamengo, mesmo com as dificuldades financeiras, se planejou pra não cair no Brasileirão e apostou todas as fichas na Copa do Brasil, que disputou desde o início do torneio, no primeiro semestre. E deu certo, afinal, faturou o título.

Enquanto no Palestra Itália jogou-se fora a oportunidade de disputar Libertadores no ano do Centenário e montou-se um time de refugos pra jogar a Série B – que até com uma equipe de categoria de base dava pra subir – na Gávea foram feitos investimentos à altura da camisa, ainda que não muitos, e o resultado tá aí: no ano que vem, o Flamengo vai usar a vaga da Libertadores que podia ter sido nossa.

E essa é a diferença de pensar grande e pensar pequeno. As dificuldades financeiras sempre vão existir, e quando os times estão em má fase, como foi o caso do Palmeiras e do Flamengo em 2012, elas serão ainda mais evidentes.

Mas um time grande não pode jamais abrir mão da sua grandeza. Muito do dinheiro investido pelo Flamengo além do que talvez pudesse gastar pra trazer bons reforços vai voltar com o prêmio recebido pela conquista da Copa do Brasil, pelo dinheiro que será recebido pela disputa da Libertadores no ano que vem, pela receita que será gerada com novos patrocinadores interessados em expor sua marca no torneio internacional, enfim, com lucros que só a conquista de um título de expressão (Série B não conta) podem trazer.

Fica a reflexão: será que com a manutenção do Barcos, e com a chegada de pelo menos 02 reforços de nome, não seriamos nós a gritar Tricampeão hoje?

Que estaríamos a sonhar com a Libertadores no ano do Centenário?

Que estaríamos de volta a Série A em setembro, já podendo iniciar o planejamento de 2014 com 03 meses de antecedência?

Quem souber, que se arrisque a responder…

AVANTI PALESTRA! 

De novo?

Sai a tabela do Paulista14 e, vejam só, que grande surpresa, pelo terceiro ano consecutivo, assim como em 2012 e 2013, o Palmeiras será visitante no maior clássico deste Estado.

No ano passado, quando o absurdo aconteceu pela primeira vez, era até certo ponto entendível, embora absolutamente inaceitável.

Afinal quem não se lembra da trapalhada do ex-presidente e ex-vice que faltaram à reunião da FPF no final do ano passado e  não participaram do evento que definiria as regras da disputa em 2013?

A “punição” veio logo depois, quando saiu a tabela do campeonato e, pela segunda vez seguida, o Palmeiras seria visitante contra o rival. Sacanagem, mas nem tinha por onde reclamar, depois da cagada sem precedentes da diretoria acontecida dias antes.

Eis que em 2013, agora as coisas serão diferentes, dizem por aí. Agora temos um vice-presidente só pra tratar de relacionamento com as federações, temos um CEO que concorre a prêmios, temos um presidente com sangue na veia…

É, só que nada disso parece ter adiantado coisa alguma. Vamos ser visitantes pelo terceiro ano seguido, e não há viva alma a se manifestar, justificar ou mesmo se irresignar contra esse absurdo que está sendo praticado de novo contra o torcedor palmeirense.

Se já não bastasse o Palmeiras ter conseguido a proeza de ser prejudicado pelas arbitragens num torneio tão boçal quanto a Série B, em que é inadmissível pensar que possa haver algum outro clube que tivesse mais poder de bastidores, agora vem mais essa estocada. 

Mas, no fim das contas, vai ser engraçado na manhã horas antes do clássico, ver quantos dos comédias que xingaram a Mancha Verde nas arquibancadas nos últimos jogos vão aparecer na Turiassu pra subir pro Pacaembu – ou então seguir pra Zona Leste – no bonde da torcida…

Enfim, vamos aguardar o que dirão os responsáveis.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3 x 0 BEC – BRB13

Eu tinha prometido que não ia escrever sobre o jogo que definiu o título da Série B. Já tinha passado da hora pra tratar desse amargo triunfo.

Quis a ironia do destino que 11 anos depois, o mesmo sofá que acomodou minhas lágrimas pela concretização do primeiro descenso do Palmeiras, servisse de apoio para assistir a modorrenta conquista da Série B, pela segunda vez.

Bateu uma indevida nostalgia. Lembrei da certeza que eu tinha, 1,1 década atrás, de que o Palmeiras jamais sucumbiria no Barradão pro insignificante Vitoria.

E hoje o sentimento é justamente o oposto: quer ver só que o Palmeiras vai perder justo pra todos os times do Z4 DA SÉRIE B??????? Pra todos os desconhecidos????

11 anos, prum time que é quase centenário – dos maiores vencedores desse país – pode não parecer, mais é tempo relevante demais pra somar apenas 2 títulos, sendo um deles sem qualquer relevância – senão de que já se iam 8 anos sem o Palmeiras ganhar porra nenhuma.

São tempo e vexames bastantes pra transformar uma das mais apaixonadas torcidas em com certeza a mais exigente e desconfiadas de todas.

Ainda era mil e novecentos a última vez que saímos na rua com o nariz apontando pro céu – com razão – porque o palmeirense, orgulhoso que é, sempre tá com o nariz em pé, mas nem sempre com o direito de assim o fazer. Nos últimos 13 anos, o nariz em pé do palmeirense foi 0% razão e 100% orgulho de ser palestra.

Quero voltar 20 anos atrás, quero acreditar que no ano que vem o Palmeiras voltará a ser o time pioneiro de sempre, o que o levou a ser o maior de todos no primeiro século de sua existência.

Mas ou eu sou muito ansioso, ou tudo indica que nada disso vai acontecer. Sei lá, já falei disso uma, duas, dez vezes, não vou falar mais uma, mas a perspectiva realmente não se mostra animadora.

Pra completar, não consigo definir se é uma benção ou uma maldição, o gol que sacramentou o título da Série B ter saído dos pés de um dos jogadores que mais representou essa fase ridícula que o Palmeiras vem enfrentando nos últimos anos, o atual titular da camisa 6, tão maltratada nesse nefasto período.

Torço pra que seja uma benção, que seja um sinal de que as coisas finalmente vão começar a funcionar, a ponto de até um pé torto como o Juninho ser capaz de fazer o gol que valeu um caneco, mesmo sendo um caneco tão bosta quanto o da Série B, mesmo sentindo vergonha pela primeira vez de ver o escudo do clube envolto na palavra “bi-campeão”…

Enfim, até que enfim, feliz 2014 palestrino, e que no ano que vem retomemos o posto que nos é de direito.

Tchau, agora é férias pra valer. Ou não…

AVANTI PALESTRA!

Centenário ou Cemtenada?

Com este post, sugestão do meu grande tio Rubão, palestrino natural da Mooca que atualmente esverdeia as areias de Copacabana, encerro o ano de 2013 do Maluco Pelo Palmeiras. A não ser que algo de muito relevante – leia-se a troca do técnico, e não leia-se o título da Série B – justifique interromper as minhas férias tão merecidas.

Desde que começou essa Série B maldita e, especialmente quando o Palmeiras deixou de ter chance de disputar qualquer torneio de importância no ano de 2014 – leia-se Libertadores – o palmeirense deve estar apostando todas as suas fichas no ano que vem, em que o clube completa 100 anos, quase todos eles de muitas glórias.

E é inevitável que fique aquela expectativa de que na comemoração de um século de existência, o clube presenteie seu torcedor com a contratação de um time e comissão técnica à altura da camisa centenária, e que estes, por sua vez, tragam os tão sonhados títulos.

É bem verdade que essa marca de 100 anos costuma ser tabu e vários times já quebraram a cara, mesmo montando elencos respeitáveis: quem não lembra do melhor ataque do mundo – Romario, Savio e Edmundo – no Flamengo em 1995, que rendeu apenas uma mísera Taça Guanabara? Teve ainda o quase rebaixamento de Gremio em 2003, e do Botafogo em 2004. E o Galo, que em 2008, além de não ter ganho nada, ainda perdeu o estadual pro maior rival com uma surra de 5×0. Isso pra não falar do 100Tenada da Gambazada, que nem mesmo com toda a ajuda das arbitragens conseguiu ser campeão em 2010.  

Mas há também os times que quebram a risca e levantam o caneco no ano do centenário, exemplo do Vasco da Gama, que faturou nada menos que a taça Libertadores justamente no seu aniversário de 100 anos, em 98.

Tanto num caso como no outro, as semelhanças são que os clubes planejaram com antecedência os anos do centenário, investiram em jogadores, treinadores, patrocínio, enfim, buscaram fazer com que a data histórica e comemorativa pudesse ser realmente especial. Uns erraram, outros acertaram, mas todos tentaram fazer do ano especial um dos mais memoráveis, sempre com a devida antecedência.

No caso do Palmeiras, que é o que nos importa, fico com a impressão de que o planejamento para 2014 já foi gravemente ferido quando o clube escolheu priorizar o acesso no ano corrente, ao invés de investir e buscar ser competitivo na Libertadores ou na Copa do Brasil, que inclusive defendíamos o título. Um não tão impossível bi-campeonato da Copa do Brasil ou mesmo um improvável título da Libertadores nos confirmaria na disputa da Libertadores em 2014, sonho de consumo de qualquer clube sulamericano, ainda mais em ano de centenário.

Mas não foi isso que se viu. O Palmeiras abriu mão do seu melhor jogador e emprestou outros tantos, recebendo em troca os terceiros e quartos reservas de Cruzeiro, Gremio, etc., pra compor elenco – elenco este que, obviamente, não estava sendo montado pra outra coisa eu não fosse subir da Série B para a A. A desculpa: a boa e velha conhecida do palmeirense, a falta de dinheiro.

Hoje bem se vê que o Palmeiras teria subido pra Série A mesmo que tivesse jogado com o time sub-15, tamanha a facilidade que é disputar esse torneio por pontos corridos, bem diferente da roleta russa que foi em 2003.

Mas enfim, adotando-se a máxima merdas-cagadas-não-voltam-à-bunda, prossigamos olhando apenas para frente.

Há pouco mais de 45 dias do ano do seu centenário, o Palmeiras não tem patrocínio master de camisa, o que já perdura há 06 meses sem que um único centavo a esse título tivesse entrado nos cofres do clube, e mesmo com o time tendo mais jogos exibidos na TV este ano do que em 2012, um evidente incentivo à exposição da marca pro patrocinador.

A novela sobre a contratação de um treinador para 2014 tomou contornos drásticos e dignos de dar vergonha. Kleina conseguiu passar de preterido a esnobador, com uma vacilada primaria da diretoria, que deixou escapar que foi procurar Marcelo Bielsa e que ofereceu ao treinador portenho mais do que paga ao atual, enquanto sua proposta de renovação seguia na geladeira.

Com o não do argentino, o Gilsão, que não é trouxa, agora se prepara pra apontar o facão na jugular alviverde, como deve fazer qualquer um que passa de preterido para prioridade.

E isso pode significar que, com uma eventual pedida muito acima da expectativa da diretoria, o Palmeiras tenha que, na segunda quinzena de novembro, ir às compras pra arrumar um treinador pro ano que vem, e Deus nos livre passe longe daqui o fantasma do Pofexô, que desde segunda-feira assombra a torcida palmeirense, ou então os temidos sussurros de Osvaldo de Oliveira que ecoam como uma bomba no ouvido do palmeirense – pelo menos no meu. 

Enquanto isso, como fica o tal do planejamento? Será que o clube pode sair comprando jogador antes de definir o técnico? Mas a essa altura do campeonato todos os jogadores que foram destaques nas suas equipes já foram sondados, já estão encaminhados, não é verdade?

Já se ouve falar no interesse de clubes e mais clubes por Marlone, Ederson, Luis Ricardo, isso só pra citar alguns nomes. E o Palmeiras ainda precisando definir treinador… Tá certo isso?

Some-se a isso um complicado cenário de divisão na torcida, entre os que cobram e  sempre cobraram um Palmeiras melhor – ainda que vez ou outra com um certo exagero, e os que apoiam a diretoria com unhas e dentes, e a imagem que vem na mente é de tragédia, de mais um ano dessa mesmice e coadjuvância que se tornou o Palmeiras nos últimos 13 anos.

Me chamem de ansioso. Sim, sou mesmo. Como não ser, à beira do centenário, depois de anos de campanhas pífias, com o time recém retornando da desgraça da Série B, com um elenco fraco, com meio time encerrando contrato em 31.12.2013, e nada acontece?

É impossível ter tanta confiança ferrenha assim na diretoria – e aqui me refiro à diretoria do clube como uma entidade, e não às pessoas que a cada 02 anos a compõem. O passado nos demonstra o contrário. Mesmo porque não se monta um time campeão da noite pro dia, e o time que o Palmeiras tem hoje não serve pra ser campeão nem do torneio do Interior do Paulistão, a não ser essa ridícula, enfadonha e modorrenta série B.

A não ser que muita, mas muita coisa mesmo mude nos próximos 50 dias, o centenário do Palmeiras tem tudo pra ser tão ou pior do que foram os últimos anos. Infelizmente, não consigo enxergar a situação de forma diferente. Já cansei de achar que só a torcida carregar o time nos ombros iria resolver alguma coisa.

Mas vou seguir rezando como um louco, para que o nosso ano do centenário não vire o centenada que tá parecendo.

E você, acha o quê? CENTENÁRIO OU CENTENADA?

Feliz 2014.

AVANTI PALESTRA! 

Payssandu 1 x 0 Palmeiras – BRB13

Meus pêsames pra quem estava preocupado com o que podia ter acontecido em campo hoje em Belém do Pará.

Pra mim, a série B acabou naquele empate ridículo contra o São Caetano, a obrigação foi cumprida e foda-se o que acontecer daqui pra frente.

Mas pra você que estava esperando pra comemorar o título, pense bem na foto do campeão, aquela que sempre é tirada no jogo que decide o título, se você ia ter coragem de pendurar na parede um retrato do seu time do coração com Fabio, Andre Luiz, Henrique e Marcelo Oliveira; Wendel, Marcio Araujo, Eguren, Fleipe Menezes e Juninho; Ananias e Aland Kardec. Que dureza, hein…

Agora, olha só que beleza, você vai ter a chance de comemorar o título “em casa”, junto desse time maravilhoso, quando estiver chegando no fim do jogo você vai poder cantar aiaiaiai… ta chegando a hora!!!  Vai poder comemorar junto do CEO, que tem 250 mil razões pra dar pulos de alegria…

Vai poder xingar a Mancha Verde de novo, afinal, burros são eles, que não admitem essa corja de vagabundos e incompetentes jogando no Palmeiras, e não você que achou que o Palmeiras ia passar o carro no Paysandu hoje… Pois é.

Enfim, como eu disse lá em cima, foda-se. Estive em todos os jogos em casa, exceção feita à partida disputada numa terça-feira 19:30 em Itu e os dois jogos em Londrina. Não irei mais ao Pacaembu este ano. Eu fiz minha parte, ajudei a fazer a força da camisa subir esse time de merda. Pra mim 2014 já chegou e espero honestamente que MUITA COISA mude pro ano que vem.

Se mudar, ótimo, vou reconhecer o trabalho bem feito, quando ele vier. Se não mudar, e tudo indica que não vai, estarei aqui apontando meu dedo na cara dos “reis do Palmeiras”, como sempre fiz, sem rabo preso.

Faltam 270 infinitos minutos.

Alguem quer melhores momentos ou ficha técnica? Não, foi o que eu pensei.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3 x 0 Joinville – BRB13

Inferno de série B que não acaba.

E ainda faltam 4 infinitamente longas partidas, daquelas que parecem ter uma hora e meia cada tempo, e mais sessenta minutos de intervalo.

Imaginem que, se o Chapecoense tivesse perdido na terça, num determinado momento da partida de hoje, seria de Juninho o gol do título desse torneio maldito. nada mais emblemático.

Assim como foi emblemático o público, 12 mil pessoas, só os de sempre.

Emblemática, também, a bela atuação do camisa 10, mais uma pra coleção dele de partidas perfeitas em jogos que não valem nada, a sua especialidade.

Enfim, faltam 360 minutos e uma eternidade pra podermos riscar do mapa esse 2013 lamentável.

Vem logo, 2014.

Sem lances ou ficha técnica, por absoluta falta de vontade.

#PagaaApostaRovaron

AVANTI PALESTRA!

Paraná 1×1 Palmeiras – BRB13

Jogo tão vagabundo que não merece nem ser comentado.

O fim da série B caminha na mesma melancolia que terminou o ano passado, sem nenhuma perspectiva de que as coisas vão melhorar, com a diferença que estamos de volta à Série A.

De resto, fica a mesma sensação de um time muito mais fraco que os rivais e sem chances de disputar qualquer título no ano que vem. Esse time que subiu não é digno de vestir a camisa do Palmeiras, muitos jogadores fracos e MUITOS descompromissados.

Vejam por exemplo o Alan Kardec, que há trocentos jogos não faz gol, se esconde na área e foge do jogo, nem quando tá marcando serve pra alguma coisa, essa é a cara desse time, ele e o vagabundo de língua comprida que usa a camisa 10, um dos maiores safados que já a vestiu. Se eu fosse o Divino, mandava proibir, dá a 10 pro Marcio Araujo, mas esse maluco não veste mais!

Some-se a isso um técnico fraco, a postura de austeridade e de “não vamos fazer loucuras”, com 13 contratos de jogadores vencendo no final do ano, e o cenário de filme de horror está formado.

Quem quiser ver a situação de outra forma, tem todo meu respeito. Mas o meu pessimismo é o mesmo desde o fim modorrento de 2009, de lá pra cá o Palmeiras mesclou entre times medíocres e ridículos, culminando com a proeza de conseguir ser campeão e rebaixado na mesma temporada.

Embora fosse força única na Série B, o Palmeiras conseguiu ser o time mais prejudicado no torneio. E nada se disse, nada se fez. Imaginem quando voltarmos à elite no ano que vem, com essa pegada de bastidores? 

Mesmo com os jogos transmitidos na TV aberta este ano muito mais vezes do que quando estava na Série A, o Palmeiras não conseguiu fechar um patrocínio para a camisa e já e vão 06 meses sem a maior receita de marketing. E periga entrar no ano do centenário do mesmo jeito.

E não será surpresa alguma se pintar o pofexô no comando do time em 2014. Aliás, será a cereja do bolo.

E não há discurso bem ensaiado que me faça mudar de opinião. Há muito tempo, no Palmeiras só acredito vendo. 

2009 que não acaba nunca. Como disse um maluco outro dia aí, é o Dia da Marmota Palmeirense…

Se eu estiver errado, serei o primeiro a falar aqui.

Mas até prova em contrário…

Sem gols ou ficha técnica hoje. Afinal, pra quê?

AVANTI PALESTRA!  

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