Ponte 1×2 Palmeiras – Paulistão13

Sem ter me dado ao trabalho de abrir o Forza Palestra, imagino que o post que veio/virá do grande Barneschi sobre o jogo de hoje terá a célebre frase: “A camisa, senhores, a camisa!”, embora logo adiante virá uma justa crítica à vestimenta marketeira de cor grifa-texto.

De fato, nesses últimos dois jogos o Palmeiras foi desacreditado pela imprensa, teve sua capacidade colocada em dúvida por conta dos infindáveis desfalques, da qualidade duvidosa de boa parte do elenco, que não teve reforços de peso e foi montado no atacado, mas o que eles sempre esquecem é da camisa, senhores

Aqui tem camisa. Quando nada mais estiver a favor, é a camisa que vai jogar sozinha e alcançar o resultado improvável – pra marronzada da imprensa, porque pro palmeirense a vitória é sempre provável, não importa o adversário.

Hoje foi a prova disso: o Palmeiras foi pra Campinas com zaga e meio de campo reservas, e atropelou o último invicto da competição na casa deles, abrindo o placar logo no começo do jogo, aos 3, com Thiago Real. Depois, sofremos o empate num lance daqueles que, se é com os rivais, era falta de ataque, afinal, o Prass levou um carrinho no peito e no rosto, mas como é contra a gente, segue o jogo, né juiz safado?? Mas, o Sr. Wendel e o próprio Prass falharam, então fica dificil reclamar só do safado, ops, do juiz… E o Verdão foi pro vestiário com um empate injusto.

No segundo tempo, Vinicius, que tinha ido muito bem na terça-feira, entrou na partida no lugar de Caio, pra não repetir a boa atuação. Mas foi Thiago Real de novo que abriu o caminho pra vitória, depois de ganhar uma disputa de bola no meio, abriu pra Juninho, que cruzou com precisão pro Leandro matar no peito, entrando na área, e mandar por entre as pernas do goleiro da Macaca.

2×1, mais do que merecido, e o Verdão voltou pra casa classificado no Paulista, time titular descansado  e cheio de moral pra partida dessa quinta na Libertadores, contra o Libertad, e que também pode valer classificação pra próxima fase do torneio continental.

Enquanto o mundo for mundo, senhores, a Ponte preta vai ser sempre só a Ponte Preta, o time que vendeu pros gambás o fim da fila, tão pequenininha que em mais de 110 anos de vida nunca ganhou porra nenhuma, e o Palmeiras será sempre o IMENSO PALESTRA, o campeão do Século XX!

Aqui tem camisa, senhores, CA-MI-SA, já diria o Barneschi.

LANCES:

FICHA TÉCNICA:

PONTE PRETA 1 X 2 PALMEIRAS

Local: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data/Hora: 7/4/2013 – 16h
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo e João Edilson de Andrade

Renda/Público: R$ 178.773 / 9.098 pagantes 
Cartões Amarelos: Ramírez, Ferron, Cleber, William e Cicinho (PON); Tiago Real e Charles (PAL)
Cartão Vermelho: Cleber, aos 42’/2ºT (PON)
GOLS: Tiago Real, aos 3’/1ºT (0-1); Ramírez, aos 42’/1ºT (1-1) e Leandro, aos 27’/2ºT (1-2)

PONTE PRETA: Edson Bastos; Artur, Cleber, Ferron e Uendel; Baraka, Cicinho (Diego Rosa, 24’/2ºT), Bruno Silva (Alemão, 40’/2ºT) e Ramírez; Chiquinho (Rildo, 30’/2ºT) e William. Técnico: Guto Ferreira.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Vilson, André Luiz e Juninho; João Denoni, Charles (Souza, 14’/2ºT), Ayrton e Tiago Real (Ronny, 29’/2ºT); Leandro e Caio (Vinícius, Intervalo). Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!

Publicado em 07/04/2013, em Palmeiras em Campo e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Ca mi sa! E nada de caixa loteri A

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