Arquivo mensal: setembro 2012

Palmeiras 3 x 0 Ponte Preta – BR12

Faltam 5 vitórias como a de ontem.

Pelo segundo jogo seguido, o Palmeiras entrou em campo pra resolver a parada nos primeiros 15 minutos. E assim se fez. Com 2 gols de Barcos, o caixão da Macaca já tava com a tampa abaixada. Depois, no segundo tempo o Assunção tratou de lacrar de vez o esquife. Ainda teve duas bolas na trave, uma do Valdivia e outra do Barcos e aí a goleada ia ter sido esmagadora. Mas sem crise, vamos guardar uns gols pras bichas…

Esse é o caminho. O time jogando em campo, e a torcida dando show na arquibancada. 31 mil pessoas, dessa vez sem o Bonde, cumpriram a missão de incentivar o Palmeiras sem parar. Que assim seja na próxima casa palmeirense, que ao que tudo indica será Ribeirão Preto (ou Araraquara…), caso se confirme a perda do mando de campo decidida pelo STJD na última sexta-feira.

O Pinguim que se cuide!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 0 PONTE PRETA

Local: Estádio do Pacaembu
Data/Horário: 29/9/12, às 21h
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (Fifa/SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (CBF/SP) e Bruno Salgado Rizo (CBF/SP)

RENDA/PÚBLICO: R$ 631.140/ 29.739 pagantes
CARTÕES AMARELOS: Maikon Leite, Thiago Heleno, Maurício Ramos e Artur (PAL); Roger (PON)
CARTÕES VERMELHOS: –
GOLS: Barcos, 11’/1ºT (1-0); Barcos, 14’/1ºT (2-0) e Marcos Assunção, 14’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique, Marcos Assunção (João Denoni – 37’/2ºT), Márcio Araújo e Valdivia (Daniel Carvalho – 30’/2ºT); Maikon Leite (Mazinho – 28’/2ºT) e Barcos. Técnico: Gilson Kleina.

PONTE PRETA: Edson Bastos; Tiago Alves (Rildo – intervalo), Ferron e Diego Sacoman; Cicinho, Baraka, Renê Júnior, Marcinho (Ricardinho – 25’/2ºT) e Uendel; Nikão (Luan – 25’/2ºT) e Roger. Técnico: Guto Ferreira

AVANTI PALESTRA!

Figueirense 1 x 3 Palmeiras – BR12 R26

E a primeira das 13 batalhas foi vencida pelo Verdão, nos pés de Marcos Assunção.

Se jogarmos assim até o fim do ano, o palmeirense pode ficar tranquilo.

Me sinto obrigado a me desculpar com o Marcos Assunção. Me desculpe! Você é o cara, Kid!

Excelente estreita do Gilsão, teve inteligência pra montar o time e pra mexer, mostrou que em 3 dias de trabalho ganhou o grupo e que foi uma escolha acertada. Este era um dos jogos de 6 pontos. E foram 6 pontos pro Verdão. Bora pro próximo.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

FIGUEIRENSE 1X3 PALMEIRAS

Local: Orlando Scarpelli, Florianópolis (SC)
Data/hora: 22/9/2012 – 18h30
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (aspirante Fifa-GO)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Renda/Público: R$ 217.595,00 / 10.724 pagantes

Cartões Amarelos: Hélder, Elsinho, Claudinei e João Paulo (FIG); Valdivia, Maurício Ramos, Barcos, Juninho e Maikon Leite (PAL)
Cartões Vermelhos: Não houve

GOLS: Thiago Heleno, aos 8’/1ºT (0-1); Henrique, aos 10’/1ºT (0-2); Aloísio, aos 19’/2ºT (1-2) e Marcos Assunção, aos 22’/2ºT (1-3);

FIGUEIRENSE: Wilson; Elsinho, João Paulo, Edson (Guilherme Lazaroni – 47’/2ºT) e Hélder; Túlio (Júlio César – Intervalo), Jackson, Claudinei e Botti (Deretti – 35’/2ºT); Aloísio e Caio. Técnico: Márcio Goiano

PALMEIRAS: Bruno; Corrêa (João Denoni – 30’/1ºT), Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, Márcio Araújo e Valdivia (Tiago Real – 9’/2ºT); Maikon Leite (Mazinho – 36’/2ºT) e Barcos. Técnico: Gilson Kleina.

AVANTI PALESTRA!

A Arrancada Heróica – 70 anos

Muitos e mais renomados palmeirenses já tiveram oportunidade de contar, com maior propriedade, os fatos que serão a seguir reproduzidos. Vou contar o que eu sei e li a respeito.

Em primeiro lugar, há que se lembrar que em 1942 o mundo vivia as mazelas da 2ª Guerra Mundial. De um lado, os países do Eixo (Japão, Alemanha e Itália), do outro, as Forças Aliadas, de quem o Brasil fazia parte. Resultado: tempos de muita perseguição aos imigrantes italianos.

Em abril daquele ano, Getúlio Vargas promulga um Decreto em que proibia em qualquer entidade o uso de nomes relacionados aos países do Eixo, sob pena de perda de seu patrimônio. Essa possibilidade de encampar para si todo o patrímonio do Palestra Itália fazia com que os dirigentes do então inexpressivo São Paulo, à época sem estádio, esfregassem as mãos.

A pressão política e desportiva persistiu mesmo após a troca do nome. A implicância se dava com a palavra [de origem grega] “palestra”, que ainda resistia no nome da recem criada S.E. Palestra de São Paulo.

Enquanto isso, a campanha do time era de causar inveja. Às vésperas de enfrentar o São Paulo, o Palestra contava com 18 jogos, somava 16 vitórias e apenas 02 empates. Marcara 61 gos e sofrera apenas 15. Uma vitória do verde confirmaria mais um título paulista.

No dia 14 de setembro, na semana que antecedeu o jogo do título, o diretor de esportes da cidade de São Paulo, em nome de “entidades superiores”, exigiu que o nome fosse mudado novamente, naquela que era a data limite para o atendimento ao Decreto-Lei de Vargas. E foi então que, naquela noite, o Palestra passou a ser chamar Sociedade Esportiva Palmeiras, excluindo-se o nome da palavra [grega!] Palestra e a cor vermelha que compunha o uniforme em conjunto com o verde e o branco.

O que estava por vir, no dia 20 de setembro seguinte, eu empresto o texto de Miro Tavares que, com muito mais propriedade, narrou [texto integral em http://palestrinos.sites.uol.com.br/Palmeirenses/Cronicas_e_Hitorias/Miro-11.htm é leitura obrigatória]:

Chega-se finalmente o grande dia, o clima em toda a cidade de São Paulo não poderia ser diferente Todas as atenções estavam voltadas para o estádio do Pacaembu, que recebera um enorme público. Ao PALESTRA uma vitória garantia-lhe por antecipação o título Paulista de 42. E também toda a expectativa que acabou envolvendo as torcidas dos dois protagonistas: PALESTRA e São Paulo F.C. Sejam no campo esportivo ou político.

Para “apimentar” ainda mais a partida, fora colocado em disputa o “Troféu Campeoníssimo” (instituída pelo nosso adversário) entre o “trio de ferro” (PALESTRA, Corinthians e São Paulo) que com uma só conquista, ficaria de posse definitiva da equipe que fosse campeã. O referido troféu era uma enorme escultura em bronze em tamanho natural, retratando um jogador de futebol. Hoje, para a nossa alegria, ornamenta a nossa riquíssima sala das conquistas alviverdes. Chegou-se a pensar que aquela escultura que ali está, referia-se a algum atleta alviverde, mas é fruto de nossa laboriosa conquista de 42.

Aqueles “oportunistas e covardes”, ainda não se contentando em ver o PALESTRA, ter sido obrigado a mudar o seu nome, tentaram armar um clima totalmente hostil. A esquadra palestrina, assim que adentrasse o gramado do estádio Municipal do Pacaembu, naquela histórica tarde, seria recebida com uma estrondosa vaia, jamais endereçada a uma equipe de futebol no Brasil.

Sabendo do ardil são-paulino, os palestrinos tiveram a seguinte idéia: O oficial do exército brasileiro o Capitão Adalberto Mendes (3º vice-presidente), adentraria ao gramado juntamente com os jogadores alviverdes, ostentando uma enorme bandeira brasileira. Obs: A imagem de nosso glorioso PALESTRA-PALMEIRAS surgindo ao gramado com a bandeira nacional e o oficial do exército ficou perpetuado em pinturas, gravuras, fotos como: Arrancada Heróica… de 1942!

Como diz a introdução de nosso amado hino: “Quando surge o Alviverde imponente…” e adentra ao gramado do Pacaembu, todo o estádio silencia-se por alguns instantes. Ao invés de hostilidades e vaias, foram nossos atletas esmeraldinos, recepcionados e aplaudidos de pé, tanto pela a gente palestrina, como pelos contrariados são-paulinos. Pois, todos que ali estavam, perceberam, que tantos aqueles atletas alviverdes, como o clube que representavam, eram tão brasileiros, quanto a todos que ali se encontravam. Aqueles entusiastas italianos, assim como amavam a sua antiga Pátria, também, nutriam por aquela nova terra que os acolheu, um enorme carinho.

Mas ao iniciar a partida, aqueles jovens palestrinos em campo, não havia esquecido, dos que os perseguiram e o obrigaram a trocar o nome de seu amado “filho”. Os atletas alviverdes disputavam cada bola e defendiam a meta palestrina, como se fosse a própria vida.

Não demorou muito, e abrimos o placar aos 20 minutos de jogo, através do jogador Cláudio; 3 minutos depois, Waldemar de Brito, empata a partida 1 x 1. Partida nervosa, muito disputada, mas aos 43 minutos da primeira etapa, o PALESTRA, volta a ficar a frente do placar, através de Del Nero. O primeiro tempo termina 2 x 1 para a equipe palestrina.

Inicia-se o segundo tempo, que prometeria fortes emoções aos presentes no Pacaembu, pois a vitória garantia o título de Campeão Paulista ao PALESTRA ITÁLIA, e a equipe são-paulina, só a vitória interessava. Mas para a alegria da imensa massa palestrina, o glorioso alviverde, amplia o placar para 3 x 1, aos 14 minutos da etapa complementar, através do jogador Echevarrieta.

Os jogadores são-paulinos sentiam que nada conseguiram abalar o ânimo daqueles palestrinos. Então começaram a armar uma “farsa” naquela tarde no Pacaembu. Aos 19 minutos do segundo tempo, o árbitro Jaime Janeiro, expulsou de campo o atleta são-paulino Virgílio, após entrada desleal em Og Moreira e assinalou um pênalti a favor do PALMEIRAS.

Os jogadores tricolores recusaram-se a dar prosseguimento a partida, e após se reunirem no meio campo, decidiram sentar-se ao gramado, impedindo com isso a cobrança de pênalti e o prosseguimento da partida. Ou seja, fugiram da possibilidade de uma goleada iminente, pois sabiam, que se com 11 contra 11 as coisas estavam difíceis frente à equipe esmeraldina, tamanha era a disposição que os atletas alviverdes disputavam aquela partida, o que dirá com um atleta a menos.

Para a irritação de todos ali presentes, sejam atletas ou torcedores palestrinos, o São Paulo, resolveu “fugir” de campo, para que a vergonha não fosse ainda maior. O árbitro Jaime Janeiro aguarda o tempo regulamentar e dá a partida por encerrada. Para a alegria da imensa coletividade palestrina-palmeirense, seja presente no estádio, em toda a cidade de São Paulo, ou em qualquer lugar em que houvesse um torcedor palestrino, o glorioso, sofrido, perseguido, injustiçado, mas acima de tudo, AMADO PALESTRA ITÁLIA, sagrava-se CAMPEÃO PAULISTA DE 1942. Melhor ainda, que fora sobre aqueles que mais nos perseguiram naqueles idos de 1942.

Assim encerra-se mais uma página histórica da gloriosa saga alviverde, que desde o ano de 1914, abrilhanta o esporte no Brasil. Uma célebre frase poderia resumir o que foi a conquista do título Paulista de 1942.

“Morre  O PALESTRA LÍDER, e  nasce O PALMEIRAS CAMPEÃO ! ”

Muitos e muitos anos depois, em 2005, a Câmara Municipal aprovou e o Prefeito José Serra sancionou projeto de lei que estabelceu 20 de setembro o Dia do Palmeiras. Desde então, no jogo que antecede a data histórica, o time do Palmeiras tem entrado em campo repetindo o gesto dos campeões paulistas de 1942: Com a bandeira do Brasil em mãos, simbolizando e reencenando a “Arrancada Heróica”. 

Fontes: Site oficial do Palmeiras www.palmeiras.com.br e os levantamentos feitos pelo site www.palestrinos.com.br.

(texto originalmente publicado aqui em 14.09.2010, dia da inauguração do Maluco pelo Palmeiras).

É o Kleina!

Técnico definido: daqui até o Céu, ou o Inferno, vamos de Gilson Kleina.

Não esperem uma avaliação técnica/histórica/futebolística da carreira do novo treinador do Verdão. Até sexta eu nem sabia quem era Gilson Kleina.

O Maluco deseja ao Kleina, que já li por ai ser chamado de bruxo pela imprensa campineira, mas que aqui vai ser chamado de Kleinão, toda a sorte do universo.

Quem sabe um dia eu tenha o orgulho de batizar meu próximo filho com o seu nome…

#TamojuntoKleina!

AVANTI PALESTRA! 

A Romaria do Bonde

https://i1.wp.com/www.serragrandeturismo.com.br/site/images/stories/aparecida.jpg

Isso aqui tá parecendo mais blog gospel hoje.

Depois da oração em felicitação ao dia de San Gennaro, fica desde já anunciado, prometido e compromissado que o Bonde sairá em carreata da Rua Turiassu, 1840, no dia 09 de dezembro de 2012, 08:00hs da manhã, com destino à Aparecida do Norte, para agradecer a graça alcançada, no caso, a permanência do Verdão na Série A.

Quem quiser acompanhar, por meios próprios, pois o Caveirão já está com capacitação esgotada, é mais do que bem vindo a nos seguir.

E seja o quer Deus, San Gennaro e a Santa Padroeira quiserem!

AVANTI TODOS OS SANTOS! 

Dia de San Gennaro

https://i0.wp.com/cdn.blogosfere.it/calciomalato/images/san-gennaro.jpg

O Dio , Padre di Bontà , San Gennaro ha versato il suo sangue in nome di Gesù .

Incoraggiato dalla sua testimonianza oggi vivono attenti ai segni dei tuoi prodigi nel Mondo e nei nostri cuori.

Amen .

San Gennaro prega per noi.

San Gennaro piensaci tu.

Pace e Bene!

Ah, e é claro, olhai por nós palmeirenses!

AVANTI SAN GENNARO!

 * Em tempo, obrigado ao Pedro Marsiglia pelo auxílio no italiano!

A Nova Cartilha

Sim, a torcida está fechada com o time até o fim. Enquanto houver chance, iremos acreditar na recuperação do Palmeiras. Até porque, os jogadores passam, o Palmeiras fica, e sua torcida fica junto. Se esse time for rebaixado, metade dos responsáveis sequer estarão vestindo a nossa camisa no ano que vem, mas eu e vocês estaremos lá mostrando porque o Palmeiras é IMENSO!

Agora, se os jogadores estão achando que vamos dar mole pra VAGABUNDO, pensem de novo. Chegou a hora de mostrar atitude e, principalmente, comprometimento. Acima de tudo, se exige respeito com a camisa, com a instituição e com o torcedor. E tem muita coisa que se já era insuportável antes, agora virou questão de intolerância.

Aqui vai, então, a nova cartilha pros jogadores, e quem quiser apoio da torcida, ao invés de perseguição, é melhor decorar:

1) Chega de erros bizarros. Entregou, pede pra sair. Está na hora de separar os homens dos meninos. Se não aguenta a pressão de vestir a camisa do Palmeiras, pede pra nem ser relacionado. Mas se entrar em campo, “se mate” pelo time.

2) Acabou a farra. Nem sonhem sair na balada. Terão 10 palmeirenses em cada boate, bar, discoteca ou puteiro só esperando um de vocês aparecer. NÃO APAREÇAM! Sua próxima noitada é dia 03 de dezembro e, mesmo assim, vai ter que merecer primeiro. Se beber, não treine ou jogue, mas se esconda.

3) Mais de 1 semana no DM sem lesão ligamentar será considerada vagabundice.

4) 10 dias pra entrar em forma, Daniel Carvalho.

5) Acabou o pagode no vestiário da Academia. De hoje em diante, só música gospel. Sim, comecem a rezar, e muito.

6) Corram no segundo tempo como se fosse os 15 minutos iniciais do primeiro tempo. Todos os jogos.

7) Entrem em campo com o mesmo espírito de amor pelo Palmeiras que o Santo sempre demonstrou. Vocês nos devem isso até o fim do ano. Depois, foda-se.

8 ) Não dêem entrevistas dizendo que não sabem o que está acontecendo. Vocês sabem muito bem o que está acontecendo. Aliás, não dêem entrevistas. Lembrem-se, a imprensa imunda quer ver o Palmeiras rebaixado, quer chamar vocês todos de fracassados. A imprensa é inimigo.

9) Tratem o Narciso, ou quem quer que seja que assuma a posição de treinador, como se fosse seu pai: obedeça e não discuta ou sequer questione. Ficou de fora do time, treine mais pra voltar e cumprimente o jogador que foi escolhido no seu lugar. Ele mereceu. Ao ser substituído, agradeça ao treinador por ter lhe permitido vestir o uniforme do Palmeiras mais um dia, sente no banco e torça pelos seus companheiros.

10) Acreditem nessa camisa como nós acreditamos. Sem a nossa força, vocês jamais teriam sido campeões este ano. Se tem alguém que pode salvar o Palmeiras, é a sua torcida.

11) Lutem contra a degola como se fosse a última chance que vocês terão na carreira. Pra muitos de vocês, realmente será…

12) ___________________________.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0 x 2 Gambá – BR12

Há muito tempo não falo aqui de arbitragem. Mas hoje tá difícil de não falar. Com um jogador indevidamente expulso, um penalti não marcado e um gol mal anulado, teríamos, com 1 a menos, pelo menos empatado com a imundície. Põe mais um ponto na conta do apito, Tirone e Frizzo, seus incompetentes, os 9 pontos roubados até aqui nos deixariam no meio pra baixo da tabela, que é o lugar desse time medíocre que vocês montaram. 

Quanto ao Luan, nenhuma surpresa que ele tenha sido expulso, apesar de ter sido um roubo sem tamanho. Agora, daqui pra frente, quanto mais o Palmeiras começar a se foder, mais vão aparecer esses “heróis” em campo, caras que vão querer defender a “honra da torcida”. O Felipão bem que podia ter levado esse morfético junto… Não merecia ser expulso, aliás, não merecia nenhum dos 2 cartões, mas deu a deixa pro juiz, era tudo o que o corno queria, assim como Seneme, quando expulsou Valdivia no ano passado e PCO quando expulsou o Danilo. Tem que parar com essa merda de toda hora querer rachar os Gambás, racha jogando bola, porra, fazendo 3 x 0 e não prejudicando o time… Tomara que pegue 13 jogos de suspensão esse salafrário! Que nunca mais vista a camisa do Palmeiras. BURRO!

De resto, vimos mais do mesmo. Tomamos 02 chutes no gol, 02 gols pro adversário. Bruno tem que sair do time imediatamente. Junto dele, Juninho tem que ter o contrato rescindido e João Vitor ser proibido de pisar na Academia. Qualquer menino do sub-15 que entre no lugar desses três já será melhor pro time. Na frente, a bola teima em não entrar, é bola na trave, gols perdidos embaixo da trave, enfim, uma desgraça sem tamanho. Se o problema era o Felipão, que esses vagabundos que vestem nossa camisa derrubaram, o futebol de hoje foi o mesmo das últimas duas partidas, uma lástima na defesa e uma negação no ataque. Se vagabundo não começar a correr, marcar gol e defender direito, o caldo vai engrossar…

Sobre o Narciso, ele acertou ao recuar o Henrique de volta pra zaga diante da ausência do Thiago Heleno, ou seja, manteve fora do time o terrível Leandro Amaro. Se quiser ser mantido, é só tirar Juninho e João Vitor e, assim que possível, colocar o Rafael Alemão no gol e quem sabe esse time não muda… Eu ficava com ele até o fim do campeonato: não tem opção no mercado que faça milagres com esse time aí, e trazer um técnico a essa altura pra dividir a responsabilidade com os vagabundos não vai ajudar em nada.

É isso. Tá feio, mas não tá impossível. A rodada podia ter sido bem pior, mas o Figueirense e o Coritiba perderam, Sport e Flamengo só empataram e ainda vamos enfrentar 3 deles. Depende só da gente… Uma vitória no Orlando Scarpelli é essencial.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 0 X 2 GAMBÁ

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data-Hora: 16/9/2012 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Rogério Pablos Zanardo (SP)

RENDA/PÚBLICO: R$ 495.577,00/24.692 pagantes
CARTÕES AMARELOS: Luan, Barcos, Artur, Obina, Henrique (PAL); Romarinho, Martínez, Cássio, Ralf, Danilo, Fábio Santos (COR)
CARTÕES VERMELHOS: Luan, 25’/2ºT
GOLS: Romarinho, 21’/1ºT (0-1); Paulinho, 8’/2ºT (0-2)

PALMEIRAS: Bruno, Artur, M. Ramos, Henrique e Juninho; Correa (Tiago Real – 13’/2ºT), Marcos Assunção (Obina – 20’/2ºT), J. Vitor (Márcio Araújo – 30’/2ºT), e Valdivia, Luan e Barcos . Técnico: Narciso.

GAMBÁ: Cássio, Guilherme Andrade, Wallace, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Douglas e Danilo (Edenilson – 38’/2ºT); Martínez (Jorge Henrique – intervalo) e Romarinho (Giovanni – 35’/2ºT). Técnico: Tite.

O BONDE (foto de Roberto Lira, veja o album completo aqui);

AVANTI PALESTRA!  

E o Problema Era o Técnico?

Esse post aqui não vai ter nem comentário.

Cada um tire as suas conclusões.

http://jovempan.uol.com.br/videos/para-onde-vai-a-verba-do-palmeiras-paulo-serdan-faz-declaracoes-bombasticas-na-jp-68048,1,0

AVANTI PALESTRA!

12 Mandamentos do Bigode

Já fizemos aqui o Valeu, Bigode, agradecendo o Felipão por toda à sua dedicação ao nosso Palmeiras e por ter nos trazido tantas alegrias, dentre elas a maior de todas, nossa Libertadores.

E como já é tradição aqui do Maluco, vai aí uma listinha do TOP12 momentos do Bigode no comando do Verdão. São apenas, 12, então provavelmente vou esquecer vários, quem quiser acrescenta aí nos comentários.

Mais uma vez, o palmeirense só tem a agradecer o Bigode, por essas e outras:

1) Foi Campeão da Copa do Brasil 98, Mercosul 98 e Libertadores 99, comandando o time numa das épocas mais áureas da nossa camisa;

2) Foi o segundo treinador que mais dirigiu o Palmeiras, só não ultrapassando Osvaldo Brandão;

3) Conseguiu ser campeão invicto da Copa do Brasil 12 com um dos times mais inaptos que o Palmeiras já teve;

4) Pelo dia 12 de maio de 1999;

5) Pelo dia 21 de maio de 1999;

6) Pelo dia 06 de junho de 2000;

7) Por ter confiado e lançado a campo, numa quarta de final de Libertadores, contra os Gambás, o terceiro goleiro do time, um tal de Marcos Roberto Silveira Reis, que iria se tornar o maior goleiro que já vestiu a nossa camisa e imortalizou a 12, Sào Marcos de Palestra Itália;

8) Conseguiu afastar dos jogos do Verdão o mais nefasto árbitro de futebol que já apitou contra o Palmeiras, o PCO, mesmo tendo isso lhe custado um processo judicial por calúnia e difamação;

9) Mandou toda a imprensa marrom pra puta que pariu tantas e tantas vezes: “Estão todos vocês de palhaçada, e tu és um dos mais palhaços!”;

10) “Alguém pode ser tão palmeirense quanto eu, mas aqui dentro [da Academia] duvido que tenha alguém mais palmeirense do que eu”.

11) “Raiva dessa porra de Corinthians!”

12) _____________.

Mais uma vez, VALEU BIGODE!

AVANTI FELIPÃO!

%d blogueiros gostam disto: