Palmeiras 2×0 Chapecoense – BR15

Ontem o Palmeiras conseguiu um resultado bem mais expressivo do que o placar, e o adversário, sugerem.

Ganhar de 2 x 0 do Chapecoense em casa parece não ser grande coisa, mas se engana quem pensar dessa forma.

Porque, nos últimos anos, o Palmeiras vinha meio que se especializando em perder pontos justamente nos jogos “fáceis”, e que tanta falta fizeram depois no fim do Campeonato. Perder um clássico, perder um jogo pro Grêmio fora de casa é até aceitável, dependendo das circunstâncias. Mas perder pontos em casa pra times menores é inadmissível e, nos últimos anos, se mostrou ser fatal pro Palmeiras em suas pretensões nas competições.

E a impressão que dá é que a sorte do Palmeiras começa finalmente a mudar, desder o jogo contra o Fluminense, vencido na bacia das almas com um gol-quase-perdido pelo Cristaldo, que seria uma tragédia, não tivesse a bola cabeceada na trave voltado inteirinha pro atacante empurrar pra rede e decretar a virada e os 03 pontos pro verdão.

Domingo, contra a turma do Jardim Leonor, o primeiro gol do Palmeiras saiu de um chute do Leandro Pereira que desviou no zagueiro e matou reserva do Marcos, abrindo caminho pra confortável vitória do Verde.

E ontem, de novo, o chute de Egídio desviou no zagueiro e deixou o goleiro do Chapecoense vendido no primeiro gol do Palmeiras.

Dizem que a bola não entra por acaso, e acho mesmo isso, mas um pouquinho de sorte pros lados do Palestra finalmente está vindo em muito boa hora.

Egídio, de novo, com um gol e o cruzamento que originou o segundo, sobrou em campo, mas Robinho e Dudu também sobraram em campo, assim como Gabriel, Arouca, Victor Hugo, enfim, todo mundo jogou de forma consistente.

Por outro lado, como nem tudo são flores, a entrada do torcedor no estádio foi algo de bisonho. Primeiro, no Portão B, um injustificável caracol de cancelas fazia com que o torcedor andasse em “procissão de pinguim” por quilômetros até chegar na revista, onde 04, isso mesmo apenas quatro PMs faziam a revista. Eu demorei, sem brincadeira, 35 minutos pra entrar no estádio, mas teve gente que só conseguiu chegar no intervalo.

Do lado do Portão A, me disseram que quem precisa trocar o ingresso comprado pela Internet enfrenta filas absurdas, onde um punhado de funcionários tem que pegar o cartão de crédito do comprador e fazer um decalque, vejam só, o estádio mais moderno do país operando cartões como se fazia na década de oitenta…

Não é possível que, depois de 08 meses de funcionamento, o Palmeiras e a W Torre ainda não tenham conseguido organizar a entrada do torcedor junto com a polícia de forma decente e no mesmo nível que o estádio de primeira linha e o ingresso mais caro do país exigem.

Outra coisa que merece comentário foi a quantidade de crianças que estiveram presentes ontem no jogo, lá no Gol Norte estava cheio delas, pequenos e pequenas palestrinhas que, apesar de não serem nada bem-vindos lá – quer pela falta de estrutura adequada, quer pelo fato bisonho de se cobrar ingresso de um torcedor menor de 05 anos – foram dar o ar de sua graça e apoiar o Verdão em mais um triunfo.

Tá até rolando uma petição eletrônica por aí pra pedir gratuidade pros nossos pequenos palmeirenses até 05 anos, e apesar de eu não botar muita fé na efetividade desses tipos de documentos (especialmente em se tratando de Palmeiras que não liga muito pra opinião do torcedor), essa causa vale o esforço, quem quiser participar acesse o link aqui e divulgue também no twitter com a hash #CriançasdoPalmeiras. Abre o olho, Presidente!

Mas, pra não falarem que eu só reclamo, ontem o valor dos ingressos foi reduzido, e os valores cobrados foram de 60, no Gol Norte, a 150, nas Centrais. O que é um bom começo e mostrou boa vontade da diretoria na iniciativa, mas ainda está longe de ser o ideal, a se considerar que o ticket médio foi de R$ 50,80, ou seja, ainda assim seria o segundo mais caro dentre todos os clubes da Série A (os gambás cobram, em média, R$ 54,82).

Porém, contra os R$ 65,92 que, em média vinham sendo praticados até então, é um bom avanço. Vale a diretoria refletir ainda, que a redução do preço teve um resultado muito positivo em termos de público, pois um jogo sem muitos atrativos no meio de semana teve um público de mais de 32 mil pessoas, acima da média do estádio na competição, que é de 31 mil.

Agora, acertar mesmo eles vão a hora que pararem de cobrar mais caro no anel superior do que no inferior, e quando finalmente for criado um pacote pro torcedor família (02 adultos, e duas crianças, com preço mais em conta). Enquanto isso, seguimos aguardando e fiscalizando.          

Com a vitória sobre o 10º colocado, e a derrota do Inter em Recife, o Palmeiras virou de página e garantiu, até o fim dessa rodada, a 9ª posição e, dependendo do resultado de Gambá e Ponte e Santos e Fluminense hoje, tem chance de chegar a algo tão impensável há 15 dias atrás como a 5ª colocação, já no fim de semana, caso vençamos a dificílima Ponte Preta em Cuiabá, graças a dois confrontos diretos na parte de cima tabela (hoje, Gambá e Ponte, e no final de semana, Bambis x Fluminense).

Ganhar da Ponte fora não será nada fácil. A Macaca já empatou fora de casa com Gremio, Cruzeiro e Santos e ganhou do Vasco, só perdeu um jogo contra o Fluminense no Rio e só perdeu 02 pontos em casa contra o Goiás, num empate sem gols pela 7ª rodada.

Mas agora é assim, daqui até o final do ano serão 28 finais de campeonato, e se jogarmos com a mesma pagada de domingo e ontem, vamos dar trabalho.

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA: 

PALMEIRAS 2 X 0 CHAPECOENSE
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 1/7/2015 – 21h
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Auxiliares: Luis Filipe Gonçalves (PB) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Renda/Público: R$ 1. 663.574,99 / 32.742 pagantes
Cartões Amarelos: Wagner, Wiliam Barbio e Neném (CHA)
GOLS: Egídio, 27’/1ºT (1-0) e Cristaldo, 24’/2ºT (2-0)
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca (Andrei Girotto, 38’/2ºT) e Robinho; Rafael Marques, Dudu (Zé Roberto, 20’/2ºT) e Leandro Pereira (Cristaldo, 23’/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira
CHAPECOENSE: Danilo; Apodi, Rafael Lima, Neto e Dener; Elicarlos, Gil (Neném, 21’/1ºT), Cleber Santana e Camilo (Hyoran, 32’/2ºT); Wagner (Wiliam Barbio, intervalo) e Edmílson Técnico: Vinicius Eutrópio.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4×0 Bambis da Floresta Encantada – BR 15

Tava eu lá no jogo achando que era tudo festa, quatro a zero, olé, dirigível com cara de porco verde, e uma chuva de papel picado… Dai foram descobrir que não era chuva de papel picado, era o Osório mandando bilhetinho sem parar pros bambi “Joga, porra!””marca!””Para de espalmar pra dentro do gol!”. AHAHAHAHAHHAHAHAHAH

E o treinador delas ainda foi expulso, parece que deu entrevista depois dizendo que se sentiu ludibriado – Fui engañado, no me dijo que íbamos a tener que jugar contra Palmeiras. AHAHHAHAHAH

E o Wesley, hein? AHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAH OTÁRIO!

Deve ter pedido pelamordeDeus pra não jogar. AHAHAHAHAHAHAHAH Chupa, morfético! Chupa o Kardec e vice-versa! HAHAHAHAHAHAHA

Sobre o jogo, foi pouco. Vitor Ramos podia ter feito dois. Cristaldo podia ter feito dois. E até o Gabriel Jesus podia ter jogado a última pá de cal no fim de carreira do eterno-reserva-do-Marcão.

Partida esplêndida do time inteiro, mas Gabriel, Arouca, Robinho e Egídio – com 3 assistências – sobraram em campo e deram a consistência que o Palmeiras precisava pra trucidar elas.

E o esquema montado pelo Marcelo foi perfeito. Marcou todo mundo delas menos os 02 zagueiros, e obrigou eles a sair jogando. Dava impressão que o Palmeiras não estava pressionando elas no nosso campo de ataque, mas na verdade estávamos fazendo uma marcação inteligente, deixando livre quem não tinha qualidade pra armar e marcando o resto.

Daí os lances de ataque foram amadurecendo até a bola começar a entrar e aí não parou mais, com o frangueiro (já falei que é reserva do Marcão?) espalmando tudo pra trás… Que seja assim sempre…  

02 jogos na nossa casa nova, 07 gols pra gente, nenhum pras meninas. Tá bom ou quer mais? Queremos muito mais. Bora ganhar na Gaiola daqui 19 rodadas que já faz um tempinho que a gente não tira onda lá no Panetone. Olêêêêêêê,Olêêêêêêê, CANTA AÊÊÊÊÊÊ!!!

Agora falando sério, temos 03 jogos de 06 pontos pela frente:

Captura de Tela 2015-06-28 às 18.50.57Chapecoense e Ponte, os dois próximos adversários, são os que estão imediatamente acima da tabela, enquanto que o Avaí está com a mesma pontuação do Palmeiras, e perde nos critérios de desempate.

Se o Palmeiras quer crescer na competição, tem que encarar os 03 próximos jogos como final de campeonato. Se jogar como hoje, pode esperar um fim de campeonato brigando por alguma coisa.

Mas tem que pensar bem o tipo de jogo, a tendência é que esses times joguem fechados e não dêem as mesmas oportunidades que o bambi deu hoje.

Marcelo Oliveira provou sua qualidade hoje. Depois de um começo que gerou alguma desconfiança, pelo menos pra mim, com alterações questionáveis depois de um óptimo primeiro tempo no Sul, hoje o treinador acertou em tudo. Que assim continue.

E o Brasil e o Dunga que vão à merda, podíamos apresentar o Barrios já na quarta-feira. nem pra isso essa selenike de merlin serve…

E olha o que eu achei por acaso no meu bolso aqui, depois da festa de papel picado no Allianz…  

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OS LANCES DO BAILE:

A FICHA TÉCNICA DO ATROPELO:

PALMEIRAS 4X0 BAMBI

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 28 de Junho de 2015, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa)
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo (Asp-Fifa) e Daniel Paulo Ziolli (Asp-Fifa)
Público/Renda: 29.233 pagantes/ R$ 1.989.100,00
Cartões amarelos: Bruno, Hudson, Rafael Tolói (BAM), Lucas (PAL)

GOLS: Leandro Pereira 31’/1T (1-0), Vitor Ramos 40’/1T (2-0), Rafael Marques 13’/2T (3-0), Cristaldo 26’/2T (4-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo, Egídio, Gabriel, Arouca, Robinho (Cleiton Xavier 31’/2T), Rafael Marques, Dudu (Gabriel Jesus 36’/2T) e Leandro Pereira (Cristaldo 14’/2T). Técnico: Marcelo Oliveira.

BAMBI: Rogério Ceni; Bruno, Rafael Toloi, Dória, Carlinhos, Hudson (Centurión 24’/2T), Souza, Ganso, Michel Bastos, Alexandre Pato (Thiago Mendes 29’/2T) e Luis Fabiano. Técnico: Juan Carlos Osorio.

 AVANTI PALESTRA!

Gremio 1×0 Palmeiras – BR15

To aqui tentando entender o que levou o treinador, depois de um primeiro tempo próximo da perfeição, na medida do que se podia esperar de um jogo contra o Grêmio no Sul, a optar por tirar Gabriel e voltar com Amaral pro campo.

Se foi só por causa do amarelo tomado logo no início do jogo – injusto, aliás – não faz o menor sentido. Errou, e feio.

Depois, ao tirar o Robinho pra colocar o Zé Roberto, terminou de enterrar o time. A essa altura, já perdíamos o jogo – injustamente, também – e com as duas alterações perdemos completamente o poder de reação.

Veio o picolé de Xuxu com a camisa 8, no lugar do Arouca, e não adiantou bosta nenhuma. Aliás, por mim já pode ir embora esse enganador.

Enfim, perdemos o jogo no banco. É cedo pra apontar o dedo pro treinador, mas fazia tempo que não via uma derrota tão por culpa do técnico como hoje. Acabou de chegar e tals, mas é doído ver um cara que vem com status de melhor treinador do Brasil errar tanto na sua estreia.

Pra terminar, vai demorar pro Palmeiras ganhar um jogo com esse morfético Rafael Klaus apitando…

Bora trabalhar, professor…

AVANTI PALESTRA!

Novo começo

Salve meus amigos Highlanders!

Se vocês um dia conhecerem alguém que precise de forças para um recomeço, ou até mesmo para mudar radicalmente sua vida, não pestanejem em mostrar nosso exemplo de paixão e peregrinação e pronto.  Sim, somos um caso a parte, pois hoje dia 20/06/2015, para muitos, o Palmeiras efetivamente começa o ano, com um técnico de verdade, que lê e conhece futebol, que não se preocupa com que os outros pensam e não bajula jogadores de nome ou queridinhos, aliás, quem tem queridinhos é a professorinha de escola básica.

Marcelo Oliveira, Mineiro, comparado muitas vezes ao grande Telê Santana, que me deu orgulho de ser Palmeirense em 1979, com um time que goleava e ganhava de todos, em tempo, FDP do Falcão que decidiu jogar água no nosso Chope naquela quarta feira no Morumbi, que jogo foi aquele, pois no Beira Rio, o embate foi bem equilibrado e decidido por detalhes.

Hoje a noite em Porto Alegre, Marcelo poderá testar uma formação que considera ideal e num esquema tático que tanto preza, compactação rápida na recuperação da defesa e dispersar na mesma intensidade na formação do ataque, com isso Lucas e Egídio terão uma grande oportunidade de mostrar futebol. Em especial, dois jogadores ganharão com esse esquema, Dudu e Robinho, o primeiro, pois finalmente terá um centroavante que consegue fazer pivô e devolver com açúcar a bola, o segundo, pois não terá a responsabilidade de destruir ou construir e sim de distribuir.

Outra coisa que devemos considerar é que o novo técnico não tem o menor pudor de dispensar jogadores ou então dar um belo chá de banco, tal qual deu início essa noite com Zé e CX, o primeiro porque não aguenta o jogo todo e o segundo que não entrou em forma ainda, pergunto eu: “o que fazia a Comissão técnica do Osvaldinho?”

Com a chegada de Lucas Barrios e as voltas de Gabriel Jesus e João Pedro, entre 3 e 5 jogadores deverão ser dispensados, Wellington, Ryder e Leandro Calopsita encabeçam a lista.

Valpinga, que fique por lá e venha apenas para se despedir, se é que já não o fez e que o quarteto portenho fique bem esperto, pois com a eventual chegada de Leandro Almeida e quem sabe de Hulk (tomara que dê certo), Mouche e Tóbio devem voltar para a terra da crise eterna.

Bem meus amigos e amigas, hoje efetivamente teremos um técnico que sabe montar times e que teve até o feito de fazer o Marquinhos “cruz credo” jogar, querem mais mérito que isso?

Vamos ganhar no Allianz PA!

Volta, El Mago!

Acabei de ver Chile x México pela Copa América, e eis que o camisa 10 chileno, o nosso 10, deitou e rolou, principalmente no segundo tempo, até gol – mal – anulado fez, de fora da área, de primeira e de canhota!

Como dá gosto de ver, né?

PORRA NENHUMA!

Não vejo a hora do Chile cair fora da Copa América e o Sr. Valdívia voltar pro Palmeiras pra cumprir os pouco mais de 60 dias de contrato que lhe restam.

Pra justificar o gordo salário, não precisa muito.

Pelas minhas contas, se ele marcar 43 gols e der 85 assistências nesses 02 meses, pode ir embora com a benção de toda a torcida palmeirense.

Se eu tô brincando? Negativo, amigos…

Façam as contas, prum cara ganhando o que ele ganha, 1 gol por mês (uma média de 05 jogos por mês) é pedir muito? Não? Então tá. 60 meses de contrato, 60 gols. Valdivia marcou 17 desde 2010, faltam – olha só – 43 gols.

E duas assistências por mês, é querer demais? Também não? Nestes 05 anos de contrato, não tenho os números aqui, mas a considerar que foram 07 assistências no ano passado e – até aqui – uma em 2015, vamos usar a média de 2014 e considerar que foram 35 assistências desde o retorno do “Mago”. Faltam então, olha lá, 85 passes pra gol pra chegar à meta que um craque – digno das cifras fantásticas que o Palmeiras pagou – deve ter.

E há quem o defenda…

Por isso, chega de farra pro Mago na Copa America e venha logo cumprir o contrato, porque vai ter que ralar muito pra compensar os 4 anos e 10 meses de férias absurdamente bem remuneradas e contando…

Aproveito a oportunidade pra desejar boa sorte ao Marcelo Oliveira no comando do nosso Palestra. Ia fazer um bem-vindo Marcelo Oliveira, assim como fiz pro Carmona, Daniel Carvalho, Felipão, Judas (que não veio, amém!) e Gareca, mas vi por aí que já andaram fazendo um post do gênero e aí não faz sentido, até porque o que fizeram tá bem engraçado, apesar do foco ser o – vejam só – Valdivia… Leiam lá no facebook.

Agradeço ao meu amigo Nigri pela inspiração e auxílio intelectual na publicação deste post AHAHAHAHAH

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×1 Fluminense – BR15

Foi na bacia das almas. Mas não podia ter sido mais justo. Nos últimos tempos o Fluminense representou tudo de pior que um time de futebol pode ter, principalmente quando jogou contra nós. 

Vai demorar ainda pra esquecermos aquele 2009 no Maracanã, Simon e cia., só pra citar o mais emblemático dos episódios que bem traduzem que tipo de sentimento devemos nutrir por esse clube.

E, pra variar, o Palmeiras entrou bem no jogo, criava e não conseguia transformar em gol e, no primeiro – dos vários – vacilos de Vitor Ramos, gol dos caras.

E o Fluminense teve algumas chances de ampliar, o Palmeiras parecia um pouco amarrado, não conseguia ir pro abafa. 

Mas, aos 47, escanteio no primeiro pau, e Rafael Marques subiu pra empatar o jogo. Justo.

E ai, eis que o Palmeiras volta do intervalo sem Zé Roberto e com Alecsandro. Coisa que o Oswaldo jamais faria, a não ser que tivesse perdendo o jogo. – e “precisando” ganhar.

E o Palmeiras foi pra cima, encurralou o Fluminense e teve várias chances de virar o jogo, até uma cabeçada do Victor Hugo, que se não fosse meu parça Pedrão gritar gol antes da hora, ia na rede, e não no travessão…

E o Palmeiras seguiu pressionando e o Valentim continuou acertando tudo. Tirou o apagado CX8 e mandou Robinho pro campo, e mais pro fim mandou Cristaldo no Arouca. Estavámos com 1 a mais e logo depois ficaríamos com 2. 

E foi de novo na última bola, aos 46, que o gol da vitória saiu, depois de rebote do Cavalieri em cobrança de falta do Egídio e duas tentativas de cabeça do Cristaldo, a primeira na trave e a segunda pro abraço.

Chupa! E paguem a Série B antes de querer reclamar de arbitragem!

Com a vitória, o Palmeiras saiu do Z4 e foi pra 12ª posição, e tirou 2 pontos de diferença pra liderança  Agora são 7 pontos pra ponta da tabela.

É muita coisa, levando em conta que só foram disputados 7 jogos até aqui. Marcelo Oliveira vai ter muito trabalho pela frente.

Agora vamos buscar mais 3 pontos em Porco Alegre.

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 FLUMINENSE

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 14 de junho de 2015, às 16h (de Brasília)
Juiz: Dewson Freitas da Silva (PA)
Auxiliares: Guilherme Camilo (MG) e Marcio Santiago (MG)
Público pagante/Renda: 26.181 / R$ 1.637.815,00
Cartões amarelos: Antônio Carlos, Pierre, Jean, Gum, Marcos Junior e Renato (FLU)
Cartões vermelhos: Magno Alves, 14’/2ºT e Gum, 43’/2ºT (FLU)

GOLS: Jean, 16’/1ºT (0-1); Rafael Marques, 47’/1ºT (1-1) e Cristaldo, 45’/2ºT (2-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Vctor Ramos, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca (Cristaldo, 36’/2ºT), Cleiton Xavier (Robinho, 21’/2ºT), Zé Roberto (Alecsandro, intervalo) e Dudu; Rafael Marques. Técnico: Alberto Valentim (interino)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Renato, Gum, Antônio Carlos (Henrique, intervalo) e Giovanni; Pierre, Edson, Jean, Gerson (Lucas Gomes, 42’/2ºT) e Vinícius (Marcos Junior, 24’/2ºT); Magno Alves. Técnico: Enderson Moreira.

AVANTI PALESTRA!

Ciao, Oswaldo

Oswaldo de Oliveira não é mais treinador do Palmeiras. A derrota para o Figueirense e a consolidação da pífia campanha do time no Campeonato Brasileiro pesaram e a manutenção do treinador não resistiu à pressão de dentro e de fora do clube.

É a quarta demissão de treinador na gestão Paulo Nobre. Dessa vez, pelo menos, não pecaram por omissão. Se Kleina tivesse sido mandado embora em dezembro de 2013, como o mundo queria – menos a imprensa “especializada” (digam aí, os especialistas, o que o valioso Gilson Kleina foi fazer em Bahia e Avai?) – e o Gareca tivesse sido contratado logo em seguida, possivelmente ele ainda estivesse no cargo.

Aquele foi o grande erro. Hoje, foi apenas mais uma consequência. Que dessa vez venha o nome certo, e não me perguntem quem, não sou pago pra saber.

Eu torci o bico quando o Oswaldo veio. Na minha opinião, era uma das últimas opções das que estavam disponíveis no mercado no começo do ano.

Mas ele veio e confesso que me surpreendeu. Ganhou vários jogos perdidos no Paulista nas alterações, trucidou os bambis no Allianz Parque, eliminou os Gambás no Allianz ZL (Zona Leste), ganhamos do Peixe, não fomos campeões do Paulista por um pênalti mal batido, por um impedimento milimetricamente bem marcado, por míseros detalhes.

Mas o recado veio rápido, e a ilusão do Campeonato Paulista pegou o torcedor palmeirense desprevenido, logo de cara um empate em casa com os reservas do Galo, mais outro empate fora com o Joinville – mas sem torcida – uma derrota em casa pro Goiás e mais um empate em casa com Asa de Arapiraca acenderam a luz amarela na Academia.

A queda seria inevitável em caso de derrota para o Gambá, mas aí o Valdivia resolveu jogar bola, o jogo encaixou e de novo sapecamos eles no Allianz ZL. Aquela era a deixa pra virar a mesa e retomar o bom futebol do fraco campeonato Paulista.

Só que de novo time não correspondeu em campo, o empate pros reservas do Inter perante 37 mil palmeirenses foi o último nó na corda no pescoço do Oswaldo, e de novo, era vencer ou vencer contra o Figueirense, que ia a campo com 07 jogadores reservas, entre suspensos e contundidos.

E foi aquela desgraça de jogo que vimos, não preciso lembrar ninguém.

Montar e reformular completamente um elenco demanda tempo. Mas o tempo, no futebol, não existe e, quando existe, só vem com resultados razoavelmente positivos. 1 vitória em 6 jogos é demais pra segurar qualquer treinador no cargo.

Há ainda uma questão de perfil, e nesse aspecto, por mais que esse jeito zen do Oswaldo seja, filosoficamente, a melhor forma de lidar com a vida, infelizmente, no Palmeiras o treinador tem que ser mais explosivo, mais casca grossa, senão é jantado. Faltou um pouco disso pro Oswaldo, acho eu.

Mas não se enganem, a simples troca do treinador não vai resolver os problemas do Palmeiras. Com esse time que temos hoje, podem ver Guardiola ou Klopp que não será diferente. O Palmeiras é um time fraco de armação e finalização.

Isso se dá pela falta de qualidade do elenco. À exceção de Arouca, e do Valdivia – que nunca podemos contar – além das gratas surpresas Gabriel e Lucas, os jogadores contratados são pra compor elenco (um bom elenco), mas ainda não vieram os titulares absolutos, aquele 3, 10 e 9 que vão botar medo no adversário, que vão tirar o sono do técnico e da torcida rival.

E aí, a pressão não pode ser só pela troca do treinador, mas tá na hora de Alexandre Mattos fazer jus à fama, e apresentar os camarões, que desde o Felipão em 2012 ainda estamos aguardando. Não adianta vir só com as sardinhas – a última delas vai pelo nome de Alecsandro – se não chegarem os crustáceos di qualitá, é isso aí o que temos pra hoje: vaguinha na Sulamericana, isso se não for brigar mais um ano pra não cair. vaga na Liberta ou Copa do Brasil, podem parar de sonhar…

Ao Oswaldo, fica o meu agradecimento e de boa parte da torcida palmeirense, pela devolução de um pouco da auto-estima perdida nesses últimos anos. Ganhamos dos três rivais, ganhamos uma casa nova na Zona Leste, quase levantamos o caneco no Paulistão, mas futebol é resultado e o Oswaldo pecou justamente na gestão da crise, na hora de virar a mesa, algo que não pode faltar em nenhum treinador de uma equipe gigante como o Palmeiras.

Quem sabe numa próxima oportunidade, com esse time mais robusto e sem o peso de anos sem conquistas, ele não possa voltar a treinar o Palmeiras. Se até o Jair Pega Pega Pega Picerni passou por aqui duas vezes, não seria o Oswaldo que não ia poder.

E sobre o novo treinador, quem quer que ele seja, que exija antes de chegar 03 contratações de peso, ou então será mais um que virá sem poder se exigir muita coisa, e que até o fim do ano estará procurando emprego de novo.

Ciao, Oswaldo. Arrivederci. Grazie di tutto.

AVANTI PALESTRA!

Figueirense 2×1 Palmeiras – BR15

Quinta-feira eu postei aqui que o novo público do Allianz tinha responsabilidade pelo time não ter coração em campo. Que o torcedor que aceita pagar aquela fortuna pra ver um jogo no novo estádio do Palmeiras não está acostumado a carregar o time nos ombros, enquanto que os torcedores que costumam fazer isso estão ficando do lado de fora.

Teve quem se ofendeu. Dentre os comentários a respeito, a justificativa era de que essa torcida elitizada é que garante 2 milhões de renda e 22 contratações no ano e “um time forte e disputando títulos”.

Então tá. Não falemos da pobre torcida palmeirense. Pobre duas vezes, pelo que tem que pagar pra ver o time jogar, e pelo que tem que aturar vendo o desempenho desse time em campo. Mas, evidentemente, o torcedor palmeirense que esteve no estádio do Figueirense não teve culpa alguma pelo vexame visto em campo.

Mas cadê o time forte que disputa títulos que mencionaram no meu post anterior? É esse catadão aí? Dois ou três bons valores, mas que se dissolvem em meio a tanto jogador mediano. Some-se a isso uma falta de padrão culpa quase que exclusiva do trinador e um time que se contenta em ficar com a bola e não chutar nunca ao gol e, vejam só, já estamos de volta ao décimo quinto lugar, a nove pontos do líder e dois do Z4.

Mais ou menos a mesma condição com que o catadão de 2014 – vejam só – também perdeu por 3×1 para o Figueirense lá em SC no Brasileiro do ano passado.

O que me impressiona nisso tudo é como tem torcedor que se ilude com o time e com a conversa fiada da diretoria de que ingresso caro e sócio torcedor caro é sinonimo de time de ponta. Duas mentiras e uma conclusão falsa.

Pela ótica caolha que se propala por ai, quanto mais caro o ingresso, melhor o time, correto?

Nesse caso, como explicar que o líder do campeonato, o grandioso Atlético Paranaense, cujo ticket médio é da ordem de R$ 20,30, está 03 vitórias, 9 pontos e 14 posições na frente do Palmeiras e dos seus R$ 70,00 de preço médio do ingresso no Allianz Parque?

Dirão então que o Paranaense é fogo de palha, que não vai longe no campeonato e blablablá. Aham. Só que eles já tem um terço das vitórias e dos pontos que precisamos pra não sermos rebaixados este ano, de novo, a única coisa que o palmeirense em sã consciência pode esperar de 2015.

Porque a verdade disso tudo é que o Palmeiras tem um time que está longe de ter condições de disputar qualquer coisa que não seja se manter na Série A, mas há quem se iluda que é só pagar uma fábula pra ir no jogo ou pra se manter sócio torcedor que automaticamente o time irá disputar títulos. É então…

Joinivlle, Goiás e Figueirense, 1 ponto ganho. O que podemos esperar dos próximos 3 adversários, Fluminense, Gremio e Bambis?

Sobre o jogo, nem me darei o trabalho de comentar. Preguiça de mais uma vez ter que falar do desempenho pífio da equipe.

E desejo boa sorte pro Oswaldo na sua próxima equipe, mas aqui no Palmeiras já deu.

Porque afinal, time que quer ser campeão, que fatura milhões e milhões a cada jogo, não precisa se preocupar com valor de multa rescisória de treinador que não tá entregando resultado, correto?

Ou vão falar que não mandam embora porque não tem dinheiro pra pagar a rescisória?

Mas calma, vem aí o grande Alecsandro…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×1 Inter – BR15

Cinco jogos sem vencer dentro de casa, pelo campeonato Brasileiro. Os dois do ano passado e os três deste ano. Aí vejam só: pegamos Sport – derrota, A/PR – empate, reservas do Galo – empate, Goiás – derrota e reservas do Inter – empate.

Só time pequeno ou reserva de time grande. E em 15 pontos disputados no Allianz pelo BR, somamos 3. Em 5 jogos, nenhuma vitória.

Os fatores responsáveis por isso podem ser inúmeros, e passam desde o elenco limitado ao treinador pouco arrojado. Mas não tenham dúvida, o que falta pra esse time e sangue nos olhos, e isso só vem da bancada pra grama e, convenhamos, esse novo público elitizado do Allianz jamais vai conseguir incendiar um jogo e empurrar o Palmeiras pra glória.

Me desculpem, mas vocês que num jogo como hoje só estão preocupados em aparecer dando tchau no telão do estádio, lamento, mas a culpa é de vocês, sim. Vi do lado de fora – hoje, por acaso, entrei aos 15 do primeiro tempo no campo – a Rua Turiassu lotada de gente que perderia as cordas vocais na arquibancada se amontoando pra acompanhar o jogo na TV dos bares da Caraíbas. Gente que não tem mais dinheiro pra incentivar o time do coração até a voz acabar.

Aquele silêncio na maior parte do estádio, mesmo no segundo tempo, quando o protesto das organizadas já tinha cessado, pesa. O Palmeiras entra em campo pra uma plateia e isso, senhores, tem seu peso. Quantas vezes no velho Palestra times piores do que esse conseguiram resultados absolutamente improváveis na base do abafa? É isso que falta hoje.

Quem abafou e conseguiu o ponto que veio buscar foi o Inter. Em cinco minutos, num corajoso 4-2-4, conseguiu, na cagada, mas na raça, o gol que lhe valia a igualdade, resultado mais que suficiente pra valer toda a aspiração de um time todo remendando e que, se fosse titular, dificilmente não teria levado de volta a Porto Alegre os 3 pontos.

E o time do Palmeiras não é pior que o Goiás, ou que os reservas de Galo e Inter, mas falta coração. E é nesse ponto que Paulo Nobre jamais vai entender que, quanto mais caro e inacessível for o ingresso, mais caro custará para o time em campo. Porque o coração vem da massa, e a massa está assistindo o jogo na TV, em frente ao estádio, porque não tem dinheiro pra entrar.

Enfim…

Sobre o jogo, de novo o Palmeiras merecia melhor sorte. Muita criação, pouca finalização, e mais uma vez jogamos contra um time que veio pra – e conseguiu – não perder.

Oswaldinho optou por um improvável 4-2-3-1 com Zé Roberto na armação e Dudu e Kelvin abertos e Rafael Marques centralizado. Não deu certo.

No segundo tempo, tirou o melhor em campo no ataque – Kelvin -e colocou Cleiton Xavier, que segue fora de forma e burocrático. Matou o time duas vezes, no meio e no ataque. E mesmo assim o gol veio numa cobrança de escanteio. Não seria de outra forma.

Aí veio o fator azar. Uma única bola que o Inter conseguiu ir até a linha de fundo o jogo inteiro, a cagada é tamanha que o rebote desvia nas costas do péssimo Rafael Moura e entra no gol. Não deu nem 10 minutos de sossego.

9 pontos disputados em casa e 2 ganhos. O que salva um pouco são os 4 faturados em 6 jogados fora de casa. Se continuar assim, e voltarmos com uma também improvável vitória de Santa Catarina no domingo, o Palmeiras terá o melhor aproveitamento do campeonato fora, e um dos piores em casa, o que deve nos garantir o mesmo velho décimo lugar na tabela. Que bela merda.

Oswaldo que se cuide. A sombra dele tá pesada. E só os resultados que vão aliviar a cobrança. A essa altura, e principalmente depois de domingo, era pras coisas terem sido diferentes. Acorda, Oswaldinho, acorda…

Sem lances, sem vídeos.

AVANTI PALESTRA!

Não Foi por Falta de Aviso


socio torcedorE hoje pela manhã, aconteceu o que todo mundo já sabia, menos a ilustre diretoria do Palmeiras.

Atualizados os números dos programas de sócio torcedor, foram confirmadas nada menos que 14 mil inadimplências/cancelamentos no Avanti, empurrando o programa para a terceira posição do ranking dos STs.

Honestamente, não poderia me preocupar menos com a posição do clube no ranking. 1º, ou último, não vai ser de mim que vocês ouvirão elogios ou reclamações. Também nunca vão me ver aplaudindo renda. Mas, cada um torce como quer…

O que preocupa é saber que 14 mil pessoas deixaram de pagar ou cancelaram seus planos depois do aumento e, com isso, deixarão de ir aos jogos. Quase 12%. 1/4 do estádio.

E o reflexo do aumento relativo aos dependentes sequer foi sentido ainda, pois como o aumento ocorreu agora em junho, somente em agosto que serão vistos os sinais da debandada generalizada dos adicionais (o Futebol Melhor só contempla inadimplências a partir do segundo mês consecutivo sem pagamento).

Foi como eu disse no post de segunda-feira. Tudo tem limite. O torcedor não é otário. E a situação não tá fácil, em tempos de recessão econômica, apenas os mais abastados podem se dar ao luxo de contribuir para um programa de sócio torcedor desenvolvido para atender apenas a elite palmeirense, sem se preocupar com o torcedor de menor poder aquisitivo, mas igualmente palmeirense ou então com as famílias palestrinas.

Não é possível que não tenha um ser consciente na gestão do sócio torcedor para apontar que esse modelo elitista é falho, que criança e idoso não podem pagar ingresso cheio, e que, a longo prazo, voltaremos a ter estádio vazio e queda no número de torcedores,

Não é possível que esses gênios das finanças não saibam que uma criança que tem seu acesso facilitado ao estádio é um futuro consumidor em potencial, que os 80,00 que são cobrados dela hoje são peanuts  perto dos milhares de reais que essa pessoa vai gastar com o Palmeiras no futuro, comprando camisa, produtos licenciados, tendo o hábito de frequentar o estádio e passando para os seus filhos a palestrinidade. Já ouviram falar em investimento a longo prazo?

Não é possível que não consigam pensar num modelo de Avanti familiar (dois adultos, duas crianças, por exemplo – como era o ingresso-família do Paulistão 2008), ao invés de tratar o dependente como se fosse um oportunista, mesmo que seja uma criança de 02 anos…

Enquanto isso, podem pegar a previsão de que o Avanti seria o primeiro programa de sócio-torcedor até o final do ano, e guardá-la bem lá no fundo do baú, e voltem pra faculdade, mas dessas vez, ao invés de modelos econômicos em Harvard, sugiro que estudem antropologia, ou outra espécie de ciências humanas que lhes permita enxergar um palmo à frente do nariz.

E pra gente, só resta lamentar os 14 mil irmãos palmeirenses que deixarão de frequentar o estádio graças à uma política caolha que vai desde o preço do ingresso até o valor do sócio torcedor do dependente.

Meus parabéns aos responsáveis, e espero sinceramente que quem jurou de pé junto pra diretoria que depois do reajuste a inadimplência “não chegaria nem nos 10%” (“Os estudos apontam que não chegará a 10%”, a diretoria disse na última reunião do conselho) responda pelos 12% de inadimplência logo no primeiro mês. E já adianto: vai aumentar esse número aí, e falo isso com a propriedade de quem não tem nenhum diploma de Economia, Administração, MBA e os caralho na parede, mas que frequenta a laje do Velho Palestra desde 1984, quando o ingresso tinha preço decente e Arena era uma palavra que ninguém ali conhecia.

E não seria vergonha nenhuma acusar o golpe, admitir a cagada e reformular toda a parada, mas acho, só acho, que vai faltar a humildade necessária,

Veremos…

AVANTI PALESTRA!

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