Palmeiras 1×0 Chapecoense – BR16

Em 1994 eu tinha 16 anos. Entendia de Palmeiras o quanto um moleque podia entender. Mas eram outros tempos, o Palmeiras consagrava o bicampeonato brasileiro, justamente em cima da Gambazada, e foi aquele atropelo que ninguém esquece.

18 meses antes, eu via o Palmeiras ser campeão pela primeira vez, também em cima dos lixos, e lembro que aos 14, nem sabia como era ao certo comemorar um campeonato.

Em 1994, o quinto título seguido tinha um gosto que quase se aproximava da soberba. Como era fácil ser campeão.

Não era. E não foi.

Um Paulista fenomenal em 1996, a Copa do Brasil escapando pelos nossos dedos com um dos melhores elencos que já defenderam nossas cores, o vice brasileiro em 1997, com um Vasco com Evair e Edmundo do lado de lá.

98 a Copa do Brasil e a Mercosul prenunciavam a conquista da América em 1999, o injusto vice campeonato mundial. 

7 anos de hegemonia e protagonismo deram lugar a uma derrocada vertical. Em pouco mais de 03 anos conhecemos o fundo do poço em 2002. Parecia mentira mas não era. O mesmo time que jantou o M.United no Japão, mas não levou, ia disputar a série B quase tempo nenhum depois.

 Foram 06 anos até a conquista do Paulista de 2008. Era pouco.

E foi mesmo.

Mais 4 anos até a Copa do Brasil e, no mesmo ano, mais uma tragédia inexplicável e muito mais dolorida.

Depois do maldito calvário do Centenário, a Copa do Brasil em 2015, desacreditado que foi o Palmeiras, teve um sabor de cara lavada, de apontar o dedo na cara de quem desrespeitava a grandeza da camisa, e esquecia da história que vinha por trás dos resultados na maior parte magros dessas últimas duas décadas.

Mas ainda faltava um passo a mais. O título brasileiro por pontos corridos, que disputado nesse formato há 14 anos, nos escapou por muito pouco em 2009.

E o engraçado é que embora o Palmeiras tenha liderado 28 das 37 rodadas deste campeonato, dessa vez o título nunca esteve tão perto quanto no fatídico 2009. Pelo contrário, quis o destino que justo na nossa vez o campeonato mais disputado de todos os tempos se colocasse como mais uma barreira a ser superada rumo ao título.

A linha editorial da maior parte das redações esportivas também foi outro obstáculo a ser batido. Poucos jornalistas se deram ao trabalho de disfarçar sua preferência pelo nosso insucesso. Avaliações rasas, brigas com imagens e até com a eficiência da equipe se tornaram emblemas dessa gente que não suporta ver o nosso triunfo.

Veio a Olimpíada e com ela acho que recebemos o maior golpe nessa caminhada: Prass, o melhor de 2015, que já ficaria de fora de pelo menos 9 partidas por causa dos jogos olímpicos, sofre uma contusão e é declarado como carta fora do baralho pra essa temporada.

E eis que surge a improvável estrela dum completo estranho, Jailson, que estreiou na Série A aos 35 anos, simplesmente para nunca perder vestindo a nossa camisa. Só isso: NUNCA PERDEU. Como não ser campeão com um goleiro que não perde nunca?

Tiveram também as incontáveis punições, tiraram nossos instrumentos, tiraram nosso Gol Norte por 05 jogos – o único clube que cumpre integralmente as punições desse circo chamado de Justiça Desportiva -tiraram até o nosso direito de ir e vir pelos arredores do Palestra, esse último golpe com os inexplicáveis apoio e conivência da nossa diretoria, uma verdadeira mancha numa gestão que mostrou, em seu segundo mandato, extremas competência e também intransigência, principalmente quando o assunto é torcida.

Mas nem isso foi capaz de abalar nossa festa e a nossa vitória. Se não tínhamos a Caraíbas, teríamos Congonhas, a Marquês, o mundo…

E nem vou entrar no mérito de onde a festa foi mais saborosa, dentro do elitizado estádio ou nas sarjetas da rua Caraíbas: é uma questão de predileção, eu sei a minha, mas não julgo a sua.

O importante foi vibrar, gritar e chorar esse título tão suado e sofrido como tinha mesmo que ser, há tempos digo aqui, nada é fácil pra nossa gente, e o primeiro título brasileiro por pontos corridos, 22 anos depois, durante os quais nunca os rivais sequer chegaram perto de nos ultrapassar em número de títulos, não poderia ser – e nem gostaríamos que fosse – diferente.

Se essa campanha vai ter um símbolo, nenhum gol marcado teve mais importância do que esse não sofrido, que representa tão claramente o quanto foi lutado e brigado esse caneco, que nenhum filho da puta ouse diminuir essa conquista!ze-roberto

Pra fechar não posso deixar de falar que há 22 anos, meu tio Rubinho e os amigos descolaram uma kombi pra levar toda a molecada, eu incluído, pra ver o Verdão bater o Vitória e ganhar o Brasileirão de 94. Hoje foi minha vez de levar o Rubão pro primeiro título dele na nossa nova casa. Foi o primeiro jogo dele lá também. Tive o prazer de retribuir a gentileza e agradecer um pouquinho essa herança maravilhosa de torcer pro Verdão que ele e o Laurão me proporcionaram.

PARABÉNS MAIOR CAMPEÃO NACIONAL DE TODOS! #NINGUÉMTEMMAIS

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Botafogo – Br16

Falta muito pouco pra essa angústia toda acabar. Nunca na história dos pontos corridos um time foi tão provado, reprovado, desdenhado, ameaçado e duvidado pela imprensa como nessa edição.

Nunca houve tanto equilíbrio, tantos candidatos ao título, é verdade, mas um a um ficaram pelo caminho os queridinhos, os preferidos  da imprensa maldita, que bem aos poucos foi parando de se inconformar com a nossa conquista iminente.

Até festa em aeroporto só era bonita a dos outros, a nossa era motivo de polêmica. Nem numa coisa tão banal como essa conseguiram disfarçar o quanto o Palmeiras incomoda quem vive de noticiar esporte.

O tal padrão de futebol bonito jamais exigido nas 13 edições anteriores do BR disputado por pontos corridos – sempre se falou em regularidade – agora pro Palmeiras era obrigação, não aceitavam o tal do Cucabol, que nada mais é do que o melhor futebol do Brasil…

De repente treinadores que nunca ganharam porra nenhuma na vida – Zé Ricardo, Roger, os péssimos Dorival e Marcelo Oliveira, todos, sem exceção, eram melhores do que o Cuca, que lidera a competição ininterruptamente há nada menos que 24 das 36 rodadas disputadas até aqui. Vai entender…

A melhor defesa do campeonato sempre acusada injustamente de correr riscos demais. O melhor ataque sempre acusado de não ter criatividade: só arremessam lateral dentro da área, diziam os língua podres de plantão.

Vergonha alheia era mato pra boa parte das emissoras. Aquele vídeo do cheirinho da Sportv é o emblema do quanto o Palmeiras desagrada as redações esportivas do Brasil. Por favor, sigam torcendo contra, a gente agradece…

Pouquíssimos se propuseram a fazer o contraponto. E coube mesmo aos de sangue verde – Antero, Beting, Oddi – exercer a resistência obrigatória contra a injusta campanha contra o sucesso do Palmeiras, que mais recentemente passou a ser seguida por parte dos demais que ainda ligam para não passar – muita – vergonha.

E com toda essa torcida contra é natural que o palmeirense esteja esgotado nessa reta final de campeonato. Às vezes duvido se quero o Palmeiras disputando títulos no ano que vem, tamanho o stress e desgaste que estamos suportando rumo ao título, mas depois isso logo passa. Palmeiras tem que disputar tudo, sempre foi assim e a gente vai estar lá aguentando o que vier pela frente.

Hoje tivemos um dos melhores primeiros tempos dos últimos jogos, mas a bola teimava em não entrar, ora na cabeçada do Moisés, ora na joelhada do Jesus, o Palmeiras chegava mas não conseguia abrir o placar.

Fomos pro intervalo com o Cruzeiro vencendo o Santos, um dos resultados que nos daria o título. Mas nada disso bastaria se não fizéssemos o gol. E era óbvio que o gol não sairia com o péssimo Cleiton Xavier em campo.

A melhor definição que ouvi dele hoje foi: – que cara fora de sintonia. É isso mesmo, jogador desalmado, um walking dead de chuteiras, o Palmeiras tem obrigação de dispensar ele já no dia 05 de dezembro.  O time inteiro voando, suando sangue, e o cara apático, como se estivesse participando dum amigos do Romario x Amigos do Bebeto. Terá ido tarde…

Me custa demais admitir, mas o Palmeiras estaria bem melhor com o sem vergonha do Valdívia do que com esse enganador aí…

Veio o Alecsandro, o Palmeiras foi melhorando e finalmente Dudu, o melhor em campo ao lado do Moisés, fez, de cabeça, em passe certeiro do Gabriel Jesus. 1×0 merecido e mais três pontos garantidos no caminho do nono caneco.

Como o Santos teve mais um penalti absurdo marcado a seu favor, o título não veio hoje, e teria vindo, vejam só, com gols de Amaral e Judas, que garantiram o empate do Coxa e a eliminação da Mulambada. Cheirinho? Caffung my egg e sente o cheirinho, seus otários AHAHAHAHAH

Melhor assim, lugar de levantar o caneco é dentro de campo. Ser campeão no vestiário não teria a mesma satisfação pra nossa torcida. Queremos pular, gritar, chorar e abraçar uns aos outros ao som do apito final dentro da nossa casa. Não pode ser de outro jeito…

Temos 6 pontos pela frente precisando fazer 1. E os Lambaris tem que ganhar os dois. Eu se sou o Palmeiras só entro em campo as 18:40, e ficaria de camarote vendo Urubu e Lambari se matarem pra ver quem vai ser o vice. Porque o campeão, esse nós já sabemos quem será.

Mas não vamos falar, né? Respeitar as crenças que não é hora de mexer com orixá nenhum…. Por enquanto só um Aiaiaiai, tá chegando a hora…

E ninguém segura mais os porco…

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/horário: 20 de novembro de 2016, domingo, às 17h
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires (ambos de GO)
Público e renda: 39.690 presentes/R$ 3.174.042,74
Cartões amarelos: Emerson Silva, Sassá e Fernandes (BOT)
Cartão vermelho: Leandrinho (BOT)

Gol: Dudu, 17’/2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Jaílson, Jean, Mina (Thiago Martins, 12’/1ºT), Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê (Gabriel, 31’/2ºT), Moisés e Cleiton Xavier (Alecsandro, 9’/2ºT); Róger Guedes, Dudu e Gabriel Jesus. Técnico: Cuca.

BOTAFOGO: Sidão, Emerson, Joel Carli, Emerson Silva e Diogo Barbosa; Dudu Cearense (Sassá, 24’/2ºT) e Rodrigo Lindoso; Alemão (Fernandes, 441/1ºT) (Leandrinho, 35’/2ºT), Camilo e Neilton; Rodrigo Pimpão. Técnico: Jair Ventura.

Atlético/MG 1×1 Palmeira – BR16

Mais um ponto conquistado com muito sangue e suor. Fizemos até por merecer os três pontos, mas paramos um pouco na falta de sorte e numa defesa monstruosa do Victor.

E pecamos também num minuto de vacilo do Roger Guedes, que deixou o Robinho cruzar uma bola improvável pra um desvio mais improvável ainda do excelente Lucas Pratto.

Foi o único lance de perigo do Galo, apesar da pressão constante. E do nosso lado, os contraataques iriam definir a nossa sorte. No primeiro, bola milimétrica do Dudu e finalmente gol do Gabriel Jesus. Amém SE NHOR!

E chega de falar desse jogo, foi tão estressante e desgastante que já é hora de pensar no próximo.

Faltam 9 pontos, se fizermos 6, o caneco é nosso, e temos duas partidas em casa pra confirmar essa porra desse título. Seguimos forte e o caminho é um só.

Os meus cumprimentos aos amigos e parceiros que foram cavar esse ponto pra gente lá em Belo Horizonte. Que tenham uma boa noite e um bom retorno pra casa.

Nos vemos no domingo.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×0 Inter – BR16

Mais 3 pontos conquistados, já são 70 no total, com 21 vitórias, provavelmente mais do que tivemos nos últimos dois anos somados. A vantagem que era de 5 agora é de 6 pontos e faltam 12 para serem disputados. 2 vitórias em casa e dificilmente o Caneco não será nosso. Mas o número que mais preocupa o palmeirense é o 11.

Serão 11 longos, infinitos e intermináveis dias até que o Palmeiras entre em campo novamente pelo BR, graças as malditas datas Fifa. A ansiedade do palmeirense até o jogo do Independência no próximo dia 17 não poderá ser medida por escalas conhecidas pelo homem.

De positivo, será o tempo ideal pra que o bujão dos jogadores esteja completo nesses 4 últimos jogos.

Hoje, se o Palmeiras não foi brilhante, e realmente não foi, teve o controle absoluto e indiscutível da partida o tempo inteiro. O Inter, que precisava do resultado de qualquer jeito – tanto que a derrota o devolveu pra zona do rebaixamento – simplesmente não ameaçou o gol de Jaílson. As duas ou três bolas mais agudas foram todas pra fora.

No ataque, o Palmeiras podia ter sido um pouco mais criativo, mas abriu o placar no momento certo, com Cleiton Xavier aos 16, e depois administrou o resultado. Ainda podia ter feito o segundo no último lance do primeiro tempo, em ótima cabeçada do Vitor Hugo que o Danilo Fernandes tirou praticamente de dentro do gol.

No intervalo, perdemos o Roger Guedes, por contusão, e o Cuca voltou com o Alecsandro, deslocando o Jesus pra direita. Depois, foi a vez de Cleiton Xavier precisar sair por contusão, e Fabiano foi pra lateral direita com o Jean indo fazer a do CX.

E ambos foram muito bem, Fabiano quase fez um golaço de canhota e o Alecsandro participou diretamente da nossa melhor chance no segundo tempo, que terminou com o Jesus entrando de cara pro gol e o goleiro dos caras de novo fez uma defesa monstra e a bola ainda bateu na trave. Tá osso dessa bola do Jesus entrar…

Mas ela vai entrar na hora certa. O time segue firme e confiante no nosso objetivo, e hoje estamos a duas vitórias de consegui-lo. Esses 11 malditos dias vão servir pra entrarmos ainda mais preparados pra mais uma vitória contra um Galo que com a derrota de hoje para o Coxa já deu adeus ao BR e que estará a 6 dias de uma final de Copa do Brasil.

Por fim, não podia deixar de falar da festa linda que a torcida fez ontem, em frente à Academia de Futebol, em demonstração de apoio incondicional ao elenco, como pode ser visto no vídeo abaixo. Pena que boa parte dessa torcida é a mesma que fica impedida de sequer chegar perto do estádio pela ação absurda e desprezível da PM, que impede o cidadão de ir e vir  aos arredores do Allianz se não tiver ingresso e documento na mão. Coisa lamentável…

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 x 0 INTERNACIONAL

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data-hora: 6/11/2016 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (Fifa-PE)
Auxiliares: Clóvis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)
Cartões amarelos: Não houve
Público/renda: 31.967/R$ 2.112.466,12

GOL: Cleiton Xavier, aos 16/1ºT (1-0).

Lambaris 1×0 Palmeiras – BR16

O Palmeiras foi a campo ontem naquela lata de sardinhas tão seguro de que um empate seria perfeito que acabou perdendo. Faltou ambição. E faltou competência também, em campo e no banco de reservas.

Cuca resolveu nessa reta final que Fabiano e Allione, que não tiveram oportunidade alguma a temporada inteira, agora viraram titulares absolutos do time. Com isso, o Palmeiras praticamente enterrou o lado direito do ataque, que tantos gols nos rendeu com Jean e Roger Guedes.

O Roger, aliás, faz pelo menos 4 jogos que nem entra em campo, vai saber o porque… Outra coisa que não me entra na cabeça é essa insistência com Rafael Marques, o cara entra em campo e mal pega na bola, não é possível que o Cuca ache que vai sair alguma coisa dali…

Por último, tá na hora de ter uma conversa com o Gabriel Jesus, ou ele dá o sangue os próximos 5 jogos ou já manda logo ele pro Guardiola… O que ele não tá fazendo de gol ele tá tomando de cartão, tá loko…

Enfim, a lástima de ontem só não virou tragédia porque o Galo empatou com o Flamengo no Mineirão e no fim, só perdemos 1 ponto, ainda estamos 5 na frente dos Mulambos, 6 dos Lambaris e 7 do Atlético.

Faltam 5 jogos, e na próxima rodada recebemos o Inter com a corda no pescoço e nós sem o Moisés…

Menos mal que perdemos quando podíamos perder. Que o Cuca finalmente tenha entendido que Allione e Fabiano é tiração… Os próximos 03 jogos são bem complicados e não é hora pra invenção.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×1 Sport – BR16

Mais um passo gigante foi dado. E foi do nosso jeito, com muito sofrimento, contra um adversário filho da puta que só serve nessa vida pra atrapalhar o Palmeiras.

Estreamos o estádio novo contra esses malditos, 0x2. Ano passado, 0x2 de novo. Mas dessa vez as coisas foram diferentes.

E o Palmeiras não fez uma grande partida, muito por conta do time que Cuca escolheu pra começar jogando, mas ao mesmo tempo o time foi eficiente, e pra mim tá mais do que bom.

À exceção do Jailsão, que voou em campo. Pegou uma, duas, três, quatro bolas impossíveis de defender, e garantiu os 03 pontos que agora nos dão 6 de vantagem pro vice.

A única vacilada foi ter levado o terceiro cartão amarelo, absolutamente desnecessário. Mas que San Gennaro ilumine o Vagner, se até o Fabiano tá jogando não vai faltar luz divina pro nosso goleiro reserva na Vila semana que vem.

Na linha, o Palmeiras foi melhor no primeiro tempo, e fez um belo gol de contra-ataque, depois de um passe perfeito do Moisés, que Dudu dominou, invadiu a área e bateu na saída do goleiro das Cadelas.

Mas o Palmeiras seguiu deixando o Sport chegar em bolas paradas e escanteios, e num deles, batido no primeiro pau, com falha de marcação do Fabiano, a bola ainda bateu no travessão e sobrou pro jogador do Sport marcar.

O Verdão não se abalou e aos 46 do primeiro tempo, em lance de cobrança de lateral do Moisés (CHUPA LINGUABOL!), a bola foi desviada pelo Barrios e sobrou pro Tche Tche bater no cantinho e botar o Verdão de novo na frente do marcador.

No segundo tempo, o Palmeiras voltou sem Fabiano e com Thiago Santos, cuja função foi marcar aquele refugo que joga com a 87 das Cadelas. E foi do refugo o chute que contou com a defesa mais bonita do Jailsão no jogo.

Depois Cuca tirou o Barrios e colocou o Alecsandro, e foi só pra queimar uma substituição, porque nada mudou, aliás até piorou, já que o 29 quase deu um gol pro Sport numa bola que ele resolveu chutar pra cima lá no meio de campo, eacabou lançando o Apodi na boca da nossa área…

E por último, sacou o Allione pra colocar o CX, e confesso pra vocês que o 10 sempre me engana. Fico achando que ele vai se consagrar, mas esse dia nunca chega. Complicado…

Mas que se foda, vamos sofrer até o final, já sabemos disso, então segue o jogo, Cuca!

E agora temos uma semana pra nos preparar pro jogo da Vila Belmiro, com Vagner no gol e tudo, vamos pra cima dos lambaris!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 SPORT
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/ Hora: 23/10, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Nadine Schramm Camara Bastos (SC) e Pablo Almeida da Costa (MG)
Público/ Renda: 31.107/ R$ 2.172.551,24
Cartões amarelos: Fabiano, Thiago Santos e Jailson(PAL); Diego Souza e Luis Ruíz (SPO)
Gols: Dudu, aos 20’/1T (1-0); Rogério, aos 32’/1T (1-1) e Tchê Tchê, aos 45’/1T (2-1)

PALMEIRAS: Jailson; Fabiano (Thiago Santos, intervalo), Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê, Moisés e Jean; Dudu, Allione (Cleiton Xavier, aos 28’/2T) e Lucas Barrios (Alecsandro, aos 18’/2T). Técnico: Cuca.

SPORT: Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Renê; Rithely, Paulo Roberto, Diego Souza, Everton Felipe (Apodi, aos 17’/2T) e Rodney Wallace (Luis Ruíz, aos 18’/T); Rogério (Vinícius Araújo, aos 34’/2T). Técnico: Daniel Paulista.

   

   

 

 

Palmeiras 1×1 Gremio – Copa BR16

Demos Adeus da cópia do Brasil, ao mesmo tempo, de uma forma muito digna e muito estúpida.

Digna porque com apenas Jailson e Jesus do time titular, vimos um Palmeiras competente, imponente, valente, encurralando o Gremio desde o começo do jogo. Bola no travessão, vários chutes desviados na última hora pelo zagueiro do Grêmio, todo tipo de pressão contra um adversário que mostrava que não aguentaria.

Conseguimos abrir o placar e já desenhávamos os contra-ataques pra matar de vez o jogo, o Grêmio não parecia que iria conseguir o empate.

E estúpida porque num carrinho tão imbecil quanto desnecessário, Allione foi expulso com justiça – embora a gente saiba que a essa altura dos acontecimentos o juiz jamais teria aplicado o mesmo critério a nosso favor – e colocou – de fato – tudo a perder.

Foi num lance muito ruim do Jean, que entrou bem pior do que o substituído Fabiano (uma das boas surpresas de hoje), que o Grêmio achou o gol do empate num chute despretencioso, mas que passou por baixo dos dois marcadores e pegou o Jailson desprevenido.

Aí, com 1 a menos, precisando marcar, ficou bem difícil. Uma merda, porque se teve um time que mereceu passar hoje foi o Verdão e não o Grêmio, time bunda-mole que não deve ir pra Libertadores nem por um nem por outro jeito. 

É claro que não existe nunca lado bom pra uma eliminação em casa. Mas consideremos as circunstâncias:

  • O Gambá foi eliminado. Ou seja, se quiser jogar Libertadores no ano que vem, vai ter que se matar contra os Mulambos no domingo. Um empate, que seja, nos permite abrir 6 pontos do vice – e aqui não vou contar os pontos do asterisco por que é muito ilusão achar que o Flamengo vai ter jogo anulado no STJD.
  • O Lambari foi eliminado. Se quiser evitar de passar pela pré-Libertadores, vai ter que ganhar a terceira posição do Galo e, pra isso, vai ter que jogar bola também contra a Mulambada na última rodada. Se a gente for bem contra eles na Vila então, aí sim estarão mais que pressionados pra enfrentar os mulambos na penúltima rodada com o pé firme.
  • O Galo passou de fase e agora tem 4 jogos o separando de ser campeão da Copa do Brasil desse ano e, pra isso, vai ter que optar por priorizar essa competição em detrimento do Brasileiro, no qual a 8 pontos da gente, faltando 7 jogos, é muito mais improvável que consiga esse mesmo objetivo.

Ou seja, dois rivais se foderam e agora terão que jogar bola contra nosso único adversário pelo título, já que o Galo deve tocar o foda-se para o BR a partir de agora. Aquela tirada de pé pra tentarem foder com a gente não vai mais poder acontecer.

Outro ponto importante e que a cada quarta-e-domingo ficava mais evidente, é que nosso time vinha no limite do desgaste físico, e duas competições importantes ao mesmo tempo já se mostrava um risco bastante alto, não por outra razão o cuca de forma muito acertada, nem relacionou seis dos nossos titulares. 

Mas nada disso deve servir de alento pro Palmeiras. Tem que seguir jogando com a mesma pegada e vontade de hoje, e sem mais nenhuma cagada imbecil como essa do Allione, pra conseguirmos nosso objetivo.

Um jogo de cada vez, uma final de cada vez.

AVANTI PALESTRA!

#UNFOLLOWESPNDIA31

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Caro torcedor palmeirense,

Nosso Verdão segue liderando o Brasileirão e mais um ano caminha para um final verde. Cuca vem impondo uma regularidade ao time que nos enche de orgulho e confiança.

Apesar disso, grande parte da mídia esportiva teima em se referir a nosso time de forma parcial, depreciativa. Exigem futebol “bonito”, olham com desdém para nossa campanha cujos números são incontestáveis e usam seus teclados e microfones para emitir opiniões muitas vezes carregadas de rancor ou simplesmente clubismo.

Nenhuma emissora escapa. Em todas, há pelo menos um profissional que parece ter como missão principal espezinhar o Palmeiras, muitas vezes embasado em fatos distorcidos que levam a conclusões ruins, falácias que manipulam a opinião pública.

Um canal em particular que se especializou nisso: a ESPN. Apesar de manter em seus quadros bons jornalistas, como em toda emissora, em geral o tom das discussões quando o assunto é o Palmeiras é de ranço extremo com o clube, com os dirigentes, com o treinador e com a torcida. Um jornalista em particular personifica esse mau jornalismo neste ano de disputa entre Palmeiras e Flamengo: Mauro Cezar Pereira, cujo amor pelo time carioca não permite que faça análises equilibradas e isentas como a profissão exige, principalmente num canal de tanto alcance.

A internet abriu a possibilidade de tornar o que era uma via de mão única, em uma via de duas mãos. Em tempos de Twitter, Instagram e Facebook, é normal que a torcida em geral se revolte com esse tipo de atitudes antiprofissionais e que use as redes sociais para demonstrar essa indignação. As mensagens poderiam ser bem mais amenas se o tratamento dado ao Palmeiras fosse mais digno.

O palmeirense tem a seu dispor uma mídia alternativa, clubista e parcial, que sempre vai tratar os assuntos que envolvem nosso time com paixão, mas com muita honestidade. Os palmeirenses que consumem o conteúdo dos sites palmeirenses podem até não concordar com as opiniões, mas jamais se sentirão desrespeitados.

Não cabe ao torcedor ofender nenhum jornalista através das redes sociais. Entendemos que o caminho desse tipo de interação, utilizando a linguagem das arquibancadas, em vez de levar a uma reflexão e a ajustes na conduta, só gera desgaste, para todos.

Por isso, em mais uma iniciativa inédita, os sites palmeirenses independentes promovem uma alternativa melhor: o rompimento.

A emissora escolhida para simbolizar esse rompimento com a mídia opinativa é a ESPN, por tudo o que foi citado. Na segunda-feira, dia 31 de outubro, para simbolizar esse rompimento, vamos todos fazer um unfollowzaço no Twitter da emissora (@ESPNagora). Vamos deixar de ler, retuitar e compartilhar suas publicações, ou mesmo de comentá-las. E como consequência, deixar de assisti-los. Se querem fazer jornalismo desta forma, simplesmente não interessa ao torcedor palmeirense. Nossa resposta não será pelo confronto. Vamos apenas riscá-los de nossas vidas.

A torcida do Palmeiras, representada pelos sites abaixo, espera que desta forma a tensão entre palmeirenses e parte da imprensa diminua ou, quem sabe, chegue ao fim. Ninguém mais aguenta esse ambiente destrutivo. Como em qualquer relacionamento que não dá certo, em vez de confronto, o rompimento é a melhor saída. A torcida palestrina já tem a mídia palmeirense. Ninguém precisa da ESPN. E que sirva para outros canais também. O #UnfollowEspnDia31 pode ser estendido a qualquer jornalista ou emissora que você olha atravessado em suas redes sociais, mas que, sabe-se lá por que, você ainda mantém em sua rede. Não se desgaste mais, não passe raiva. Faça uma faxina em sua TL. Dê preferência sempre a quem trata o Palmeiras com respeito.

Dia 31 de outubro, dia do #UnfollowEspnDia31.

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Figueirense 1×2 Palmeiras – BR16

O Palmeiras foi a campo no Orlando Scarpelli desacreditado pela mídia safada. Alguns falavam em “acusou o golpe” pela acertada e necessária entrevista de Paulo Nobre e Alexandre Mattos, que bateram o pau na mesa na última sexta-feira contra a bandalheira que tava virando a campanha descarada da arbitragem, CBF e Rede Globo pelos Mulambos.

Boa parte dos poucos jornalistas esportivos que contam com o meu respeito perderam na última sexta-feira. Talvez, como torcedor, eu não tenha competência pra entender a profissão do comentarista. Provável que seja isso.

Mas eu quero que todos se fodam.Em especial os que acharam que o pronunciamento do presidente e diretor de futebol do Palmeiras tinha algum quê de preocupação com a mentirosa aproximação do Flamengo à melhor campanha do campeonato.

O Palmeiras é o melhor mandante, o melhor visitante, o time que mais marcou, que menos sofreu gols, é o que tem o melhor saldo, o que mais esses arrombados querem??

Acusando o golpe porra nenhuma, o Palmeiras só fez um apelo: Deixem o campeonato ser decidido dentro das 4 linhas. Porque já fomos tomados em 2009, em que a atuação extracampo foi nas duas pontas da tabela. Pra definir o campeão e salvar quem “tinha” que ser salvo do rebaixamento. De novo não! Vão ter que ganhar na bola, no campo…

E antes de falar sobre o jogo do Verdão, preciso dizer que eu já sabia que o Flamengo não ganharia do Inter lá no Beira Rio. Porque? Por que depois de 30 e poucos anos acompanhando futebol, posso dizer que uma coisinha ou outra eu entendo. E esse time do Flamengo tá longe de ser essa belezura toda que a imprensa antipalestrina pinta: não é.

Quando muito, é um time recheado de refugo, mas com uma sorte fora do comum. Isso quando não está sendo beneficiado descaradamente pela arbitragem. Ponto final. E chega de falar do vice.

Sobre o jogo, Cuca tem um dedo iluminado. 10 de 10 palestrinos torceram o nariz quando viram Fabiano na lateral e Jean assumindo a posição do primeiro volante. “- Porra, o Fabiano, não?!”  E foi lá o Fabiano fazer uma partida bem dentro da média e o Jean marcar os dois gols da vitória, o segundo que ele só fez – de canhota – porque o Cuca botou ele no meio.

Façam como eu: desistam de entender o que o Cuca faz e só confiem cegamente que é o melhor a ser feito. E hoje foi de novo. E na semana passada, se o ZR não tá escalado no meio ele jamais ia estar na hora certa, no lugar certo, pra dar aquele carrinho miraculoso pra tirar o gol do Cruzeiro com a barriga que nos garantiu 4 pontos de vantagem hoje.

Cuca tem todo o meu aval. Mesmo quando ele erra. Em dezembro, ou quem sabe (tomara), em novembro, ele e aquela calça roxa feia pra caralho farão da gente o primeiro time campeão brasileiro 9 vezes.

Sobre a vitória, o Palmeiras foi muito superior ao Figueira, controlou o jogo do começo ao fim, finalmente voltou pro segundo tempo melhor que na primeira etapa (mesmo sem trocar jogadores logo de cara) e mereceu a vitória.

E abriu 4 pontos do vice, e 8 do terceiro, uma puta vantagem que, a oito rodadas do fim, tá longe de ter algum time que esteja jogando bola pra conseguir superar.

Mas aguardemos. Se tem alguma coisa que eu aprendi nesses anos todos de bancada é não contar vitória antes da hora. E assim será, mais uma vez.

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

FIGUEIRENSE 1 X 2 PALMEIRAS
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis (SC)
Data-Hora: 16/10/2016 – 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Igor Junior Benevenuto (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Público/renda: 16.467 pagantes/R$ 399.115,00
Cartões amarelos: Jackson Caucaia, Rafael Moura (FIG), Vitor Hugo, Gabriel Jesus e Dudu (PAL)
Cartões vermelhos: –
Gols: Jean (11’/2ºT) (0-1), Jean (32’/2ºT) (0-2), Rafael Silva, (35’/2ºT) (1-2)

FIGUEIRENSE: Gatito Fernández; Ayrton, Werley, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Josa, Jackson Caucaia (Lins, aos 14’/2ºT), Ferrugem e Dodô (Bady, aos 26’/2ºT); Éverton Santos (Rafael Silva, aos 19’/2ºT) e Rafael Moura. Técnico: Marquinhos Santos.

PALMEIRAS: Jailson; Fabiano, Mina, Vitor Hugo e Egídio; Jean, Tchê Tchê (Fabrício, aos 46’/2ºT) e Moisés; Róger Guedes (Allione, aos 19’/2ºT), Dudu (Thiago Santos, aos 36’/2ºT) e Gabriel Jesus. Técnico: Cuca.

Palmeiras 0x0 Cruzeiro – BR16

Foi um resultado ruim, é fato. Mas dentro do planejamento pra essa reta final do campeonato, não se pode achar que foi uma tragédia. Enquanto os resultados mantiverem o Palmeiras na frente, se foi empate, vitória ou derrota, pouco importa.

É lógico que a 8 rodadas do fim, seria muito melhor ter mantido os 03 pontos de vantagem, mas se dos últimos 15 pontos disputados fizemos 13, fica difícil reclamar de alguma coisa.

É claro também que a cada resultado não ideal, aumenta a responsabilidade pro próximo jogo. Se o Palmeiras tivesse vencido ontem, podia até ir pra Floripa pensando em empate, afinal, o Figueira só perdeu uma partida em casa até aqui. Agora, ou vence ou pode terminar a rodada fora da liderança.

Sobre o jogo, o Palmeiras começou muito bem, criando várias chances, teve pelo menos 03 claríssimas oportunidades de abrir o placar, mas a bola não entrou, seja na displicência do GJ, na falta de estatura do Dudu, ou dos 5 cm a mais de perna que o Dracena não tem.

A essa altura, não dá mais pra perder tanto gol, especialmente num jogo complicado como o de ontem, com um time ameaçado e com um elenco até que razoável. Apareceu chance, tem que guardar.

O segundo problema de ontem, que vem se repetindo nos últimos jogos, é que o Palmeiras morre no segundo tempo. América, Santa Cruz, Cruzeiro, todos voltaram do intervalo jogando bem mais que o Palmeiras, é verdade que nos dois primeiros jogos já tínhamos o placar favorável, mas não pode um time cair tanto de produção assim de uma etapa pra outra.

Principalmente Moisés e Dudu voltaram pra segunda etapa com o freio de mão puxado, e o time sentiu em campo, o Cruzeiro cresceu, teve algumas chances de marcar, uma delas, do Robinho, que foi tirada de cima da linha pelo Zé Roberto de carrinho e com a barriga, um lance inacreditável. Se formos campeões com um ponto de vantagem, a taça vai ter que ficar um ano na casa do Zé.

E tudo isso porque o bom futebol que o Palmeiras produziu no primeiro tempo não voltou do vestiário para o fim do jogo. Se a questão é física ou tática eu não sei dizer, mas o Cuca precisa corrigir isso, e rápido.

E o terceiro problema ontem foram as substituições. Com o Palmeiras perdendo em velocidade desde o início do segundo tempo, jamais poderiam ser substituídos Roger, Dudu e Moisés, por Rafael Marques, Cleiton Xavier e Alecsandro, nessa ordem.

O que já estava devagar quase parou com a entrada dos 3 Reis Mortos. Por sorte, calhou de ser o momento que o Cruzeiro perdeu fôlego e parou de incomodar o Palmeiras, mas também a recíproca é verdadeira: tirando um cruzamento do Cleiton Xavier daqueles que a bola pinga na pequena área e que o lateral do Cruzeiro evitou o gol do Alecsandro, o Palmeiras mal chegou perto do gol do Cruzeiro no segundo tempo.

Teve ainda pelo menos 1, senão dois pênaltis não marcados no Jesus, que o fraquíssimo Jailson de Freitas (com quem o Palmeiras só teve uma vitória em 10 jogos) obviamente não marcou. Mas longe de querer responsabilizar o árbitro por mais uma atuação abaixo do esperado do Palmeiras.

Enquanto isso, no Rio de Janeiro até desafio de VT – tipo aquele do volei, sabe – tá valendo pra ajudar esse time mentiroso do Flamengo seguir tentando roubar o nosso título. Ontem um gol irregular anotado a favor, mais um, e um gol anulado contra, com a ajuda da boa e velha amiga emissora de TV.

E se o presidente do Fluminense acha que foi a primeira vez na vida que isso aconteceu, te garanto, meu senhor, não foi não. Só lembrar do gol do Barcos em 2012 no Beira Rio, anulado pelo delegado da partida, com ajuda indiscutível da TV. O que tem de comum esse lance e o de ontem? Direta ou indiretamente, o prejudicado nessas horas sempre vai ser o Palmeiras. Agora deixa o Fluminense ir lá passar vergonha no STJD, se pedirem a anulação do jogo mesmo, o resultado disso daí todo mundo já sabe.

O resumo dessa ópera toda é um só: temos que continuar fazendo nossa parte, seguir pontuando e esquecer o que acontece com os rivais: hoje, como há mais de uma dezena de rodadas, seguimos dependendo apenas de nós mesmos.

AVANTI PALESTRA!

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