Palmeiras 0x0 Asa – CopaBR15

E lá se vão 270 minutos de um único e mesmo jogo, em que é proibido o Palmeiras marcar gol.

A bola gira, gira, gira, gira mais um pouco e gira de novo, mas não tem um salafrário pra chutar no gol.

Quando chutam, é pra fora, ou nas pernas do zagueiro adversário.

Nas poucas chances que o Palmeiras consegue levar algum perigo ao gol do adversário, a finalização ou cabeçada é fraca, fácil pro goleiro.

Foi assim em Joinville, foi assim contra o Goiás, foi assim hoje, e será assim sempre.

Na coletiva desta terça-feira, Oswaldo já deixou claro que só vai alterar a forma de jogar quando estiver no prejuízo. Como se não fosse uma desgraça para a camisa do Palmeiras os últimos x resultados, sem marcar gol, com esse futebol tão insosso contra adversários inexpressivos que só não dá sono porque desperta um ódio profundo.

Saí do estádio jurando nunca mais voltar. Sim, é mentira.

Eu sou um imbecil. Assim como vocês. E aconteça o que for, vamos continuar voltando a esse lugar maldito, elitizado, burguês e sem alma que virou a casa do Palmeiras.

Tem que mudar tudo. Hoje deve ter sido o pior público da Arena desde sua inauguração: 17 mil pagantes. Como convencer o torcedor a pagar uma fábula pra ver esse time modorrento “jogar”bola?

Mas o problema está longe de ser só esse. Porque esses 17 mil pagantes de hoje em nada se assemelham, por exemplo, com os 18 mil que assistiram em 22 de maio de 2010, o último jogo no falecido Palestra Itália, 4×2 frente ao Grêmio.

O último jogo oficial do Palmeiras na sua casa teve praticamente o mesmo público que hoje, mas com uma diferença gritante: lá, tinhamos 14 mil torcedores de arquibancada pulando e apoiando incessantemente, a um preço médio de R$ 29,00.

Hoje, fomos pouco mais de 5 mil torcedores de arquibancada, pagando em média R$ 55,00.

O que isso demonstra? O protesto das organizadas, que ficam e ficarão em silêncio em todos os jogos em que o preço for o absurdo praticado hoje, deixa claro que o novo frequentador do Allianz Parque não é do tipo que é dado a cantar o jogo inteiro. Sem as torcidas do Gol Norte, o estádio vira um cemitério de selfies e gritos de “gol” antes da hora, com gente mais olhando e dando tchauzinho pra câmera do telão do que se revoltando com o resultado absurdo que é empatar com o Asa de Arapiraca em casa. 

Sem desmerecer e respeitar este – ou qualquer outro – torcedor, o que a Diretoria não consegue entender é que esse torcedor do Allianz só vai cantar e pular quando o time der espetáculo. Quando fizer gols e mais gols e mais gols. E não há nada de errado nisso. De novo, têm todo o meu respeito.

Mas é inegável o prejuízo que o time sofre sem o apoio da massa, dos torcedores de arquibancada que se dispõem a ficar em pé o jogo inteiro e cantar e incentivar o time sem parar. Porque esses são os caras que tão ficando de fora.

De novo, não estou entrando no mérito de quem é mais palmeirense quem é menos, apenas que são estilos diferentes de torcer, e os caras que estão acostumados a carregar o time nas costas são os que ocupariam os cerca de 23 mil assentos vazios que tivemos hoje num jogo decisivo de mata-mata.

Tirando os pouco mais de 6 mil lugares do Gol Norte – o único setor realmente cheio no jogo de hoje, havia espaços vexatórios em todo o anel superior e nos setores Gol Sul e Leste e Oeste.

E não há como negar que o jogador – ainda mais esses bagres que vestem nosso manto hoje – sente a diferença. Aí vão dizer “Pô, mas esse protesto das organizadas prejudica o time”. Pode ate ser, mas como não ver e reconhecer que todos esses assentos vazios e a exclusão dos “torcedores populares” prejudica muito mais?

Como não constatar que à família de menor poder aquisitivo, mesmo pagando Avanti, fica quase proibitivo ir a maioria dos jogos?

Desafio que você faça um teste, Paulo Nobre. Venda o anel superior inteiro a R$ 40,00 no próximo jogo e se o Palmeiras não ganhar de um Goiás ou um Asa de Arapiraca, nunca mais escrevo uma linha sobre preço de ingresso.

Mudando de assunto, hoje pra mim foi o limite com o treinador. Domingo será a cereja do bolo, ou ganha ou que vá arrrrrrastarrrrrrrr o errrrrrrreeeeeeee lá no casa do carrrrrrrrrrrrrrralho. A essa altura dos acontecimentos era pra esse time ter um padrão de jogo, ainda que fosse uma puta duma bola parada ou jogada de linha de fundo, cobrança de escanteio, foda-se, qualquer coisa, mas algo de produtivo tinha que ser visto.

Mas não, apenas esse infame e desgraçado para-brisa, a bola gira de um lado pro outro, ninguém chuta, não acontece merda nenhuma. Pra jogar assim não precisa de treinador. Aliás, precisa sim, põe eu lá, que eu faço a mesma coisa e por 1/20 do preço.

E Mattos, vai esperar até a Copa América acabar pra mandar embora esse chileno safado em modo operação-padrão e trazer gente séria pra vestir essa camisa? Lembra o que foi que aconteceu com a pausa da Copa do Mundo do Gareca? Pois é, abre o olho cara-palida, aqui não é aquela moleza das marias não…

Que puta moral que vamos chegar pra jogar o clássico, hein? Parabéns, malditos!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x1 Goiás – BR15

O empate, que já ia ser absolutamente terrível pras aspirações do Palmeiras no campeonato, acabou virando uma tragédia com requintes de crueldade.

O maior público do campeonato passou vergonha, e muito ódio.

É, porque renda não ganha jogo, não ganha título, o Paulista tá aí pra não me deixar mentir.

E o torcedor que é explorado com o ingresso mais caro da América do Sul, ainda tem o desprazer de ver o time de volta ao maldito 16º lugar na Tabela de classificação.

Isso porque fizemos 2 pontos de 9 e não jogamos contra ninguém. E agora vem pela frente Gambá e Inter…

Até quando teremos que aguentar essa sina?

Sem análise do jogo, sem melhores momentos e sem ficha técnica.

A gente não merece essa tortura.

AVANTI PALESTRA! 

Joinville 0x0 Palmiras – BR15

Uma partida lastimável. Uma vitória colocaria o Palmeiras no topo da tabela, mas o time não teve vontade de vencer.

E começou estranho, com Valdivia, que era pra ser o melhor jogador do time, no banco (depois descobriríamos o porquê).

O Joinville se postou com 10 homens na defesa e o Palmeiras pouco fez no primeiro tempo. Muita troca de passe entre os zagueiros e Gabriel, e nenhuma boa chance de gol. Num português claro, foi uma verdadeira bosta.

Nada que, porém, Oswaldinho não pudesse piorar. E como piorou.

Se no primeiro tempo tínhamos Egydio pela esquerda fechando o espaço na defesa e ainda apoiando no ataque, no segundo tempo o lateral saiu pra entrada do desinteressado – pra falar o mínimo – Valdívia, e o Zé Roberto foi habitar a avenida recém inaugurada na nossa defesa.

A mexida matou o já moribundo Palmeiras. No minuto que o técnico do Joinville viu a cagada, botou o time inteiro dele pela direita do ataque, nas costas do Zé Roberto.

Aí, além do Palmeiras ter perdido força na frente – já que o Zé Roberto estava fazendo bem mais do que o bosta do chileno passou a fazer – ainda começamos a correr risco na defesa, mesmo jogando com um adversário inexpressivo como o Joinville.

Na frente Rafael Marques, Dudu e Leandro terminavam de enterrar qualquer chance de resultado positivo pro Palmeiras. Ainda vieram Kelvin no Rafael Marques e Airton no machucado Lucas, mas nada que pudesse mudar a má sorte do porco na partida.

Com o empate sem gols, o Palmeiras já ficou na segunda página da tabela, e o recado pros otimistas está dado: o “bom”campeonato Paulista não é parâmetro pro Brasileirão. Um empate como o de hoje, pelas circunstâncias, foi mais doído do que o da semana passada, pros reservas do Galo. Ali empatamos na bacia das almas, salvamos um ponto perdido, mas hoje era o dia da recuperação, sem presão da torcida adversária, e foi um puta dum fiasco.

Jogamos três pontos no lixo.

Vamos às lições que o palmeirense tem que tirar do jogo de hoje.

Primeiro: Oswaldinho, Zé Roberto na esquerda sem o Arouca em campo NÃO DÁ MAIS. OK, FERA?

Segundo: Valdívia está de tiração. A falta de vontade, o pouco empenho, o quase deboche são mais que suficientes para uma rescisão por justa causa, depender dele NÃO DÁ MAIS. OK, VALDIZETES?

Por último: Tá de férias, Alexandre? O campeonato tá em pleno vapor e o Palmeiras segue sem um xerife, um garçom e um matador e já ficou claro que os bons valores contratados servem muito mais pra compor elenco do que pra dar conta do recado todo jogo. Com esse bando de reserva de luxo NÃO DÁ MAIS. OK, MATTOS?

E agora, pro próximo domingo, um jogo que era pra ser tranquilo, domingão, 11 da matina, já tem toda aquela carga negativa e pressão que eram absolutamente desnecessárias a essa altura do campeonato, até porque na rodada seguinte voltamos ao Aterrão pro Derby contra os Gambás e a última coisa que precisamos é chegar pro clássico sem moral nenhuma.

Cleiton Xavier e Arouca, pelo amor de San Gennaro, voltem já! E fora chinelinho safado!

AVANTI PALESTRA!

*Sem ficha e lances por motivos de ninguém merece mais esse martírio.

Palmeiras 5×1 Sampaio Correa – CopaBR15

Depois de 45 minutos de puro terror, e um segundo tempo de lazer, o Palmeiras passou de fase contra o Sampaio Correa na Copa do Brasil, e agora espera a definição do próximo adversário entre Vitória e Asa.

Com uma escalação que contou inexplicavelmente com Wellington e Amaral no time, o Palmeiras passou vexame no primeiro tempo da partida, e saiu de campo pro intervalo perdendo de 1×0.

Era um princípio de tragédia que foi logo resolvido com a saída do Amaral no intervalo, e a entrada de Robinho. Em tempo nenhum o jogo já tava 2×1, e depois os demais gols saíram naturalmente.

Como já reforçado em outros posts, Oswaldinho mostra capacidade de mudar o jogo com as substituições, mas ainda falta uma leitura mais apurada de cada adversário na hora de escolher o time titular. Foi assim em Itaquera, foi assim na Vila, e ontem também.

Por exemplo, qual o motivo pra se entrar com 02 volantes de contenção contra um time fraco como o de ontem? E ainda, com o Palmeiras tendo a obrigação – senão pelo regulamento, moral – de vencer um visitante de pouca expressão? Oswaldo que responda.

E, mesmo que decidisse entrar com dois volantes, porque não dar uma chance ao Andrei, ao invés de insistir com o fraquíssimo Amaral?

Menos mal que isso foi corrigido antes que o porco fosse pro brejo, mas já tá começando a irritar esse negócio de o Palmeiras estar sempre correndo atrás do prejuízo, desnecessariamente.

Outra coisa que, assim como um leitão voador, caiu muito por terra, foi o mito absurdo construído no Campeonato Paulista de que o Palmeiras finalmente tinha uma zaga de respeito. Não tem. Precisamos contratar um zagueiro de peso, urgente. Com essa zaga aí o Palmeiras não vai a lugar nenhum. Conseguimos tomar um gol do Sampaio Correa com um tal de Cleitinho humilhando o VH. Depois, quando o jogo tava 3×1, deixaram um cara cabecear sozinho quase na pequena área – o Prass fez uma puta defesa – e ainda tomamos duas bolas na trave na sequencia. E ainda tomamos um gol em contra-ataque -Meu Deus, exclamação (na voz do Avalonne)- que foi anulado por impedimento.

No sábado, contra o Galo, a zaga “titular” também deu show de horror. Precisa resolver isso aí, ou podem esquecer qualquer pretensão nos dois torneios que ainda disputamos este ano.

Por último, essa porra de perder pênalti já irritou. Já perdemos um título com essa displicência, tem que fazer hora extra na Academia porque, vamo combinar, um time pra quem nunca se marcava penalti na história, agora que marcam vai ficar pedendo? Tão de brinkation with me? (na voz do Papai Joel)

Domingo visitamos o Joinville com portões fechados. Só a vitória importa, pra manter a média de 66% tão preciosa pro torneio. E já aposto ai, com gol do Egydio 66, a peça que faltava pro Oswaldinho parar de inventar o Zé na lateral.

Pra cima Palmeiras!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 5 X 1 SAMPAIO CORRÊA
Local: estádio Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data e horário: 11 de maio de 2015, terça-feira, às 21h50
Árbitro: Fabio Filipus (PR)
Assistentes: Moisés Aparecido de Souza e Sidmar dos Santos Meurer (ambos do PR)
Público/Renda: 24.443 pagantes/R$ 921.447,62
CARTÕES AMARELOS: Dudu e Fernando Prass (PAL); Gil Mineiro e Válber (SCO)
GOLS: Diones, 21’/1ºT (0-1), Vitor Hugo, 4’/2ºT (1-1), Cristaldo, 10’/2ºT (2-1), Zé Roberto, 21’/2ºT (3-1), Kelvin, 34’/2ºT (4-1) e Zé Roberto, 47’/2ºT (5-1).
PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Wellington, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel e Amaral (Robinho – Intervalo); Rafael Marques, Zé Roberto e Dudu (Leandro, 42’/2ºT); Cristaldo (Kelvin, 26’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira
SAMPAIO CORRÊA: Ruan; Gil Mineiro, Edvânio, Luiz Octávio e Raí; Diones, Moisés Ribeiro, Rogério (Edgar, 23’/2ºT) e Válber (Cleitinho, 12/2ºT); Pimentinha (Dudu, 35’/2ºT) e Robert. Técnico: Arlindo Maracanã (interino)

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 2×2 Atletico/MG – Br15

Ia sendo de novo uma derrota pro time reserva do Galo.  Prum time do lazarento do Levir Culpi, com mais um gol do Patrik. pra torcida do lamentável “Eu Acredito!”.

Mas não foi. a dez segundos do fim, o gol de empate muito mais do que justo saiu nos pés de Rafael Marques. Sufoco da porra…

Sobre o jogo, algumas constatações:

Que puta falta faz o Arouca. perdemos na proteção da zaga – Vitor Ramos simplesmente se caga todo sem o 5 na sua frente. Perdemos no meio com o Gabriel sobrecarregado, com o Robinho sofrível no primeiro combate e com a falta que ele faz no apoio ao ataque. Perdemos meio time.

Que falta não faz o Valdívia. Craque indiscutível em 2008, ultimamente só sobrou a carcaça se arrastando em campo. Falta hoje, quem fez foi o Cleiton Xavier. E quando o corpo que veste a dez deixou o gramado, aí sim as coisas começaram a mudar pro verde.

Apesar do resultado muito ruim pruma estreia em que se almeja bem mais do que o pesadelo do ano passado, Oswaldo mostrou mais uma vez que sabe reverter um resultado adverso. As diversas alternativas táticas que giram principalmente em torno do posicionamento e função dos três atacantes foi fundamental pra evitar a derrota que seria terrível. Resta agora ajustar o time pra que os resultados adversos nem aconteçam. Aí sim podemos esperar alguma coisa pra esse ano.

Que bosta é não ter bastidores. Qualquer Zé Ruela, totalmente desconhecido, vem aqui na nossa casa e fode o Palmeiras com o apito na boca e nada acontece. o que esperar de um clube que não manda representante pro sorteio da arbitragem pruma final de campeonato? do outro lado, o presidente do rival foi quem “tirou a bolinha” que devia conter não o nome, mas uma das órbitas oculares do árbitro que “não viu” um dos pênaltis mais escandalosos da historia do futebol. Pois é… 

Por último, que falta fez a bancada no jogo de hoje. Em protesto pelos preços abusivos dos ingressos e o aumento do Avanti, TODAS as Organizadas resolveram assistir ao jogo sentadas e só cantaram o hino do clube. O resultado foi um jogo que mais parecia estar acontecendo de portões fechados. e os torcedores dos outros setores não conseguiram segurar a pegada, resultando num prejuízo intangível, que foi justamente a ausência daquela pressão vinda da laje pro gramado que tanto serve pros jogadores se superarem.

O protesto é absolutamente legítimo, até porque o aumento do preço do Avanti foi maior pro setor das organizadas, de quase 60%, enquanto que os outros planos tiveram reajuste de 33% a 47%. E até que alguém consiga explicar a lógica por trás dessa discriminação com os torcedores que frequentam o Gol Norte, como eu – que não sou filiado a nenhuma organizada – ninguém poderá condenar o protesto. 

E pra quem se deu o trabalho de xingar os palmeirenses do Gol Norte, que tal assistirem o jogo em pé e cantarem o jogo de todo? Me parece mais proveitoso ao Palmeiras, apenas isso…

OS LANCES:

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 2 ATLÉTICO-MG

Local:  Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/hora: 9 de maio de 2015, às 18h30 (de Brasília)
Juiz: Felipe Gomes da Silva (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (ambos do PR)
Público/Renda: 28.781 pagantes / R$ 2.004.965,00
Cartões amarelos: Gabriel e Robinho (PAL); Jô, Patric e Josué (ATL).

GOLS: Patric, aos 6’/2ºT (0-1); Vitor Hugo, aos 36’/2ºT (1-1); Jô, aos 40’/2ºT (1-2) e Rafael Marques, aos 50’/2ºT (2-2).

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel (Alan Patrick, 25’/2ºT), Robinho, Valdivia (Egidio, 14’/2ºT), Rafael Marques e Dudu (Kelvin, 25’/2ºT); Gabriel Jesus. Técnico: Oswaldo de Oliveira

ATLÉTICO-MG: Victor; Patric, Tiago, Edcarlos e Pedro Botelho; Josué, Eduardo (Danilo Pires, 33’/2ºT), Cardenas (Carlos, 13’/2ºT) e Giovanni Augusto; Maicosuel e Jô. Técnico: Levir Culpi.

AVANTI PALESTRA!

Sardinhas 2 (4) x (2) 1 Palmeiras – Paulistão15

O Palmeiras não foi campeão. Mas, não tenham dúvida: sai vencedor desse campeonato.

Porque são duas coisas que podem render prum time na disputa de qualquer campeonato: a taça e respeito.

A taça não veio, mas o respeito tá ai. Ganhamos de volta nosso respeito em Itaquera. Hoje, de novo, mostramos que a camisa merece respeito. E eu escrevi aqui, o campeonato já podia ter acabado naquele dia lá no Lixão.

Porque a taça é, às vezes, menos importante do que sair do campeonato com respeito.

O Santos é o exemplo perfeito disso. Um time bom, mas que todo mundo sabe que não vai chegar em lugar nenhum. Ninguém imagina esse time do Santos disputando uma vaga na Libertadores pro ano que vem. O máximo que chega é na final do Paulista, às vezes ganha, outras perde pro Ituano, e não sai disso.

Se eu não fosse nascido em 1992 ou em 1997, talvez estivesse mais chateado. Mas eu lembro que depois do vice do Pauiista de 1992 pros bambis, veio 93 e 94, que depois do vice do Brasileiro de 1997, vivemos os títulos inesquecíveis de 98 e 99.

E muita gente deve ter ficado com o cu na mão quando achou que o jogo tinha acabado no primeiro tempo, e o Palmeiras foi lá e cabeceou com o Leandro e a bola parou em cima da linha. Zé Roberto quase faz um golaço de fora da área. Valdivia deu um passe perfeito pro Lucas fazer o primeiro, e o Amaral fez o segundo, mas tava impedido. Por 2 segundos naquele lance, o Palmeiras não cala a boca do mundo.

Mesmo assim, o respeito, esse voltou. Quem pensava no Palmeiras como o time que correu risco de ser rebaixado até o último minuto do campeonato Brasileiro de 2014, e agora vê esse time disputando título, deve saber que alguma coisa mudou.

Quem não pensar assim, que espere e vai ver.

E sobre o Dudu, não é hora de crucificar o moleque, mas um enquadro bem dado da diretoria deve bastar pra que ele não vire outro Leandro. Bo , ele é. Falta um pouco de cabeça.

Valeu, Palmeiras, bora correr atrás d que é nosso.

AVANTI PALESTRA!

Segunda Chance

Salve meus amigos, tá chegando a hora!

Algumas coisas na vida se resumem a apenas uma única chance (dizem que o casamento se enquadra nessa máxima), outras nos dão a oportunidade de se reerguer e se firmar de vez. Estamos exatamente nesse momento. Desde o biênio 2008/2009, não víamos a estrutura consistente, seja na Diretoria de Futebol, na comissão técnica, na torcida e principalmente no elenco.

Desde o ano passado reclamávamos da falta de pensar GRANDE, algo que não entrava nas nossas cabeças, por tudo que nos rodeia: torcida apaixonada e volumosa, história de títulos e conquistas, e por aí vai.  Queremos o título de qualquer jeito e mesmo que não venha (algo que acho muito pouco provável), já teremos a certeza que estamos no caminho certo.

Quando um ser humano recebe sua segunda chance na vida, todos olham com ares de desconfiança e piedade. Com o Palmeiras nada disso aconteceu, todos abraçaram a nova tentativa de resgatar a história de glórias. Mesmo numa crise econômica, os preços altíssimos de ingresso trouxeram e vem trazendo palmeirenses de todos os cantos, com todos os sotaques e percepções.

E quando esse segunda chance se transforma em resultados sólidos e êxito, muitos concluem que há males que vem para bem e graças a esses percalços da vida, que o ser humano: aprende, evolui e malogra. Tenho certeza que aprendemos a lição de viver na linha de baixo dos campeonatos, de ter jogadores medíocres e ser manchete de desgraças e coisas ruins.

Essa nova onda maldita começou logo após a perda do título Brasileiro de 2009 e nos acompanhou até o dia 07 de Dezembro de 2014, foram quatro anos de amarguras, com eliminações vexatórias e jogadores de dar dó (alguns davam raiva também). Chega desse papo!

Hoje a tarde encontraremos um dos nossos maiores rivais da história e num estádio que já tivemos resultados e desempenho dignos de um Palmeiras e hoje não será diferente. O segredo? Segurar os 15 minutos iniciais, como fazem muito bem os times Argentinos quando vem decidir nas terras Brasileiras, com catimba, toque de bola e enervando o adversário que precisa do gol de qualquer jeito. Um contra ataque pode ser o golpe de misericórdia.

Há tempos não via a torcida Palmeirense tão participativa e otimista, com sensação de engajamento. Sim meus amigos, somos responsáveis por esse gigante que renasceu, somos a base desse time que tem nos orgulhado em campo e seremos muito importantes de hoje em diante, com a participação efetiva no Brasileirão e na fase final da Copa do Brasil.  TEM QUE JOGAR COM A ALMA E COM CORAÇÃO!

“Segunda chance existe e todos merecem uma, desde que tenham aprendido algo com seus erros na primeira.” Autor desconhecido

Palmeiras 1×0 Sardinhas – Paulistão15

Podia ter sido melhor? É, podia. Aquele pênalti do Dudu podia ter entrado. Não se perde penalti em final, muito menos a chance de liquidar a fatura no primeiro jogo.

Mas no fim da partida, saindo do estádio, nem parecia que a gente tinha acabado de vencer a perna da final, num clássico. Também não é pra tanto pessimismo assim.

Ganhamos o primeiro jogo, jogamos pelo empate na Vila e isso é uma PUTA VANTAGEM!

E o Palmeiras, hoje finalmente podemos dizer, tem time pra empatar e ganhar dos Lambaris, dos Gambás e dos Bambis na casa deles, coisa que no fim do ano passado era algo simplesmente impensável.

É lógico que com 2×0 praticamente colocávamos a mão no caneco, mas esse time dos lambaris covarde desse jeito, comemorando derrota simples, não me assusta nem um pouco. Podem vir.

E depois, se o caneco não vier, por mim, ok, o campeonato podia ter acabado domingo passado que já estava de ótimo tamanho – a contar pelo meu nível de ansiedade semana passada em comparação com hoje, já acabou mesmo. Esse time já chegou bem mais longe que qualquer um podia imaginar, mudamos o nome do estádio do governo pra ItaQuietão, isso jogando com o time de nível “Champions League”, segundo Caio e Casagrande…

E não vai ser fácil ganhar ou segurar o resultado na Vila, mas vontade e superação essa equipe já mostrou que tem. E a vitória simples de hoje poderá servir pro Palmeiras entrar ainda mais ligado em campo na semana que vem, bem como vai evitar aquele clima de já ganhou, esse sim o verdadeiro perigo do jogo do próximo domingo. 

Então, porcada, amanhã camisa no peito e nariz pro teto, que domingo que vem vamos por abaixo aquele amontoado de laje que podemos chamar de nossa casa de praia. OOOOOO VAMO GANHAR PORCOOOOOO!

AVANTI PALESTRA!

A FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 SANTOS

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 26 de abril de 2015, ás 16h (de Brasília)
Juiz: Vinicius Furlan (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)
Público/Renda: 39.479 pagantes / R$ 4.181.281,25
Cartões amarelos: Cleiton Xavier, Vitor Hugo, Gabriel e Victor Ramos (PAL); Lucas Lima (SAN)
Cartão vermelho: Paulo Ricardo, aos 11’/2ºT (SAN)

GOL: Leandro Pereira, aos 29’/1ºT (1-0);

PALMEIRAS: Fernando Prass, Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Arouca (Cleiton Xavier, 17’/2ºT), Robinho (Kelvin 35’/2ºT), Dudu e Rafael Marques; Leandro Pereira (Gabriel Jesus, 22’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

SANTOS: Vladimir; Cicinho, Paulo Ricardo, David Braz e Victor Ferraz (Jubal, 13’/2ºT); Lucas Otávio, Renato, Chiquinho e Lucas Lima; Geuvânio (Gabriel, 34’/2ºT) e Ricardo Oliveira (Leandrinho, 42’/2ºT). Técnico: Marcelo Fernandes.

 

Gambá 2 (5) x (6) 2 Palmeiras – Paulistão15

Campeonato Paulista, 2011. Semifinal. Palmeiras x Gambá (e Paulo Cesar de Oliveira).

Danilo e Felipão expulsos ainda no primeiro tempo. Valdivia machucado com 20 minutos de jogo. Cicinho, também com lesão, saiu aos 38. Mesmo assim, fomos pra cima do time sempre covarde do Gambá e abrimos o placar, aos 7 do segundo tempo. O castigo viria duplamente com João Vitor, primeiro ao mandar uma bola fácil pra escanteio, que resultou no empate dos Gambás, e depois ao perder o pênalti decisivo que classificou os imundos para a final. 6×5 pros lixos, e o Palmeiras eliminado “em casa”- jogamos no Pacaembu.

04 anos depois, muitas desgraças e injustiças depois, finalmente foi a vez de darmos o troco.

E não podia ter sido melhor: o primeiro mata-mata na “casa”do rival – na verdade, o estádio foi construído em meio à farra do dinheiro público federal, estadual e municipal e, logo, não passa de mais um Pacaembu, é do contribuinte, é da Construtora, é da Caixa e do BNDES mas não é “deles”-, o time do “tite-taka”(sério que vergonha desse nome), “a nova potência do futebol mundial”(êêê Casagrande, menos campeão…), o time que já estava na final segundo 98 a cada 100 cronistas esportivos, o invicto e blábláblá…

Quanto maior fosse a adversidade, maior seria a grandeza da nossa vitória. E dito e feito: por um detalhe ela não veio no tempo normal. Melhor assim.

Primeiro, veio o inesperado gol de Victor Ramos, quando os times ainda se estudavam. Parecia bom demais pra ser verdade, e era mesmo. A dois minutos do fim, o Gambá já tinha virado o jogo, com mais um gol do maldito Danilo, e um de Mendoza, em falha geral da zaga.

O intervalo parecia ter 17 horas. A gambazada do setor sul cansou de cantar a vitória antes da hora. Mas isso só fez ser ainda mais gostoso ver aquele setor esvaziar em menos de 30 segundos quando tudo acabou AHAHAHAHAH

E veio o segundo tempo. E Oswaldo corrigiu a trágica escalação de Wellington como lateral esquerdo, e mudou pro 3-5-2, com Cleiton Xavier entrando em campo no lugar de Lucas. O Palmeiras melhorou e começou a crescer na partida.

Numa troca de passes pelo meio, a bola sobrou pra Dudu e acabou na trave depois de uma defesa impressionante do goleiro Gambá.

Oswaldo então decidiu arriscar tudo. Mandou Gabriel Jesus e tirou Valdivia, e sacou Wellington e mandou o atacante Kelvin pruma “roubada”na lateral esquerda.

Aos 30, finalmente o eixo da Terra voltava a girar no sentido horário. Bola pela esquerda, cruzamento milimétrico do Dudu pra entrada no segundo pau pro Rafael Marques, de cabeça, empatar o jogo. 2 x 2, que já podiam ser 2×3. Puta que pariu!

E como nada é fácil pra gente, bora ir pros penaltis, que eu fiz questão de não ver ali na bancada. Olho fechado, cabeça pra baixo, santinho na mão e… Robinho bate logo o primeiro pênalti pra fora.

Os próximos quatro penaltis foram convertidos pelo Verdão. E aí, 4×4, era o Gambá marcar e tudo estava acabado. Elias pegou a bola. O mundo parou e um silêncio de 1 milésimo de segundo durou horas. Abri os olhos e vi os amigos pulando e comemorando. CARALHO! Vamos pras alternadas, na bacia das almas…

E eis que o Prass encarnou o Santo de novo e foi lá e pegou mais um, dessa vez do Petros, pra calar a boca da gambazada de vez. Chupa freguesada. Foram esnobes, mandaram time misto pro campo, e esqueceram que do outro lado tinha um gigante, o seu maior terror…

Agora quero ver aquela empáfia toda nas entrevistas infindáveis e repetitivas daquele mocorongo de treinador. Chupabilidade, essa é a palavra. Chupabilidade, seu troxa!

Aliás, muito obrigado Rupert Murdoch! Foi o multibilionário magnata da FOX quem deu cabo da mamata de quarta-e-domingo no horário nobre que o Gambá tinha garantido com a Rede Globo. Fez o Gambá jogar quinta-feira, dez da noite, igual qualquer outro time do universo. Acabou a teta, gambazada! AHAHAHAHAH Vai reclamar do regulamento agora???? AHAHAHAHAH Reclama lá então AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Pra terminar, uma imagem que vale mais do que mil palavras:

Foto: Ari Ferreira

Ta na hora de miar as desavenças e fechar com o time inteiro, e o time com a torcida, viu Presidente? Pedimos que a Academia fosse aberta no sábado pra incentivarmos os jogadores antes do jogo e ouvimos um belo não como resposta. Que essa mentalidade mude enquanto é tempo.

E muito boa noite, Gambazada! Lembrem-se: decisão em Itaquera, o Porco atropela! AHAHAHAHAHAHHA Um abraço do Eli!

Que venham os lambaris.

PRA CIMA PALMEEEEEEIRAS!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 2 PALMEIRAS

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 19/4/2015 – 16h
Árbitro: Thiago Peixoto (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Alex Ang Ribeiro

Renda/Público: R$ 3.194.302,50 / 38.457 pagantes
Cartões Amarelos: Fagner e Felipe (COR); Lucas e Arouca (PAL)
GOLS: Victor Ramos, 13’/1ºT (0-1); Danilo, 33’/1ºT (1-1); Mendoza, 44’/1ºT (2-1) e Rafael Marques, 32’/2ºT (2-2)
PÊNALTIS: Corinthians: Fábio Santos (Gol), Renato Augusto (Gol), Fagner (Gol), Ralf (Gol); Elias (Errou), Gil (Gol), Petros (Errou); Palmeiras: Robinho (Errou), Rafael Marques (Gol), Victor Ramos (Gol), Cleiton Xavier (Gol); Dudu (Gol), Kelvin (Gol), Jackson (Gol)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique (Petros, 32’/2ºT), Jadson (Renato Augusto, 16’/2ºT), Danilo e Mendoza; Vagner Love (Elias, 15’/2ºT).  Técnico: Tite.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Cleiton Xavier, intervalo), Victor Ramos, Jackson (Kelvin, 24’/2ºT) e Wellington; Gabriel, Arouca, Robinho e Valdivia (Gabriel Jesus, 24’/2ºT); Dudu e Rafael Marques.  Técnico: Oswaldo de Oliveira.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Botafogo – Paulistão15

Foi um jogo complicado. Em muito, pela arbitragem, que embora tenha acertado ao anular 03 gols – 02 do Botafogo e 1 do Palmeiras – deixou de marcar dois penaltis a nosso favor, como também deixou o Botafogo bater à vontade.

Daí ficou fácil pro time que foi pra campo querendo não perder. O Palmeiras girava a bola, como de costume, mas não conseguia transpor as duas linhas de 4 da defesa adversária, que contava com o aval do juiz pra fazer faltas violentas sem a devida punição.

Oswaldo optou por Leandro no lugar do Cristaldo no time titular. Victor Ramos jogou na posição de Tobio. O resto era o time que vinha jogando. Valdivia e Cleiton Xavier começaram na reserva. E foi um primeiro tempo de poucas oportunidades de gol. Na melhor delas, Dudu, embaixo da trave, mandou no poste e pra fora. Leandro quase marcou num desvio que o goleiro tirou e a bola passou rente à trave.

Na volta do intervalo, perdemos o Zé por contusão muscular e voltou jogando o fraco Victor Luiz, que já tinha feito uma partida pavorosa contra o Ituano. Teremos uma semana de apreensão enquanto o Zé não se recupera… 

Aos 15, Valdivia entrou no lugar de Gabriel, que já tinha amarelo. E aí o jogo mudou.

Ninguém discute a qualidade do jogador. É inquestionável. O que a maior parte da torcida quer ver é ele jogando mais vezes e falando menos – ou melhor, nunca. E fazendo por merecer vestir essa camisa. Simples.

Foi numa boa jogada dele pela direita que Lucas recebeu e cruzou rasteira, na pequena área, pra Leandro abrir o placar. Eram 25 do segundo tempo.

Quase no fim do jogo, foi a vez de Cleiton Xavier entrar pro jogo no lugar de Dudu. Mas pouco pôde ser visto, o jogo já estava decidido.

A não ser que o XV consiga um milagre na Vila Belmiro – já está 1 x 0 pros lambaris – iremos ter que visitar novamente a Arena Lixão de Itaquera. Que seja. Tá mais que na hora de atropelar a gambazada naquela pocilga.

Pra cima, Palmeiras!

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 12 de abril de 2015, às 11h (de Brasília)
Juiz: Marcelo Rogério (SP)
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Fabrício Porfírio de Moura (SP)
Público/Renda: 35.437 pagantes / R$ 2.498.585,00
Cartões amarelos: Gabriel, Vitor Hugo, Leandro Pereira e Victor Luis (PAL); Rodrigo Andrade, Gimenez, Liel, Dênis e André Rocha (BOT)

GOL: Leandro Pereira, aos 26’/2ºT (1-0).

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto (Victor Luis, intervalo); Gabriel (Valdivia, 17’/2ºT), Arouca, Rafael Marques, Robinho e Dudu (Cleiton Xavier, 44’/2ºT); Leandro Pereira. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

BOTAFOGO: Renan Rocha; Gimenez, Eli Sabiá, Halisson e Dênis; André Rocha (André Santos, 37’/2ºT), Liel, Bruno Costa e Rodrigo Andrade (Wesley, 27’/2ºT); Vitor (Zé Roberto, 11’/2ºT) e Diogo Campos. Técnico: Régis Angeli

AVANTI PALESTRA!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 5.430 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: