Gambá 2 (5) x (6) 2 Palmeiras – Paulistão15

Campeonato Paulista, 2011. Semifinal. Palmeiras x Gambá (e Paulo Cesar de Oliveira).

Danilo e Felipão expulsos ainda no primeiro tempo. Valdivia machucado com 20 minutos de jogo. Cicinho, também com lesão, saiu aos 38. Mesmo assim, fomos pra cima do time sempre covarde do Gambá e abrimos o placar, aos 7 do segundo tempo. O castigo viria duplamente com João Vitor, primeiro ao mandar uma bola fácil pra escanteio, que resultou no empate dos Gambás, e depois ao perder o pênalti decisivo que classificou os imundos para a final. 6×5 pros lixos, e o Palmeiras eliminado “em casa”- jogamos no Pacaembu.

04 anos depois, muitas desgraças e injustiças depois, finalmente foi a vez de darmos o troco.

E não podia ter sido melhor: o primeiro mata-mata na “casa”do rival – na verdade, o estádio foi construído em meio à farra do dinheiro público federal, estadual e municipal e, logo, não passa de mais um Pacaembu, é do contribuinte, é da Construtora, é da Caixa e do BNDES mas não é “deles”-, o time do “tite-taka”(sério que vergonha desse nome), “a nova potência do futebol mundial”(êêê Casagrande, menos campeão…), o time que já estava na final segundo 98 a cada 100 cronistas esportivos, o invicto e blábláblá…

Quanto maior fosse a adversidade, maior seria a grandeza da nossa vitória. E dito e feito: por um detalhe ela não veio no tempo normal. Melhor assim.

Primeiro, veio o inesperado gol de Victor Ramos, quando os times ainda se estudavam. Parecia bom demais pra ser verdade, e era mesmo. A dois minutos do fim, o Gambá já tinha virado o jogo, com mais um gol do maldito Danilo, e um de Mendoza, em falha geral da zaga.

O intervalo parecia ter 17 horas. A gambazada do setor sul cansou de cantar a vitória antes da hora. Mas isso só fez ser ainda mais gostoso ver aquele setor esvaziar em menos de 30 segundos quando tudo acabou AHAHAHAHAH

E veio o segundo tempo. E Oswaldo corrigiu a trágica escalação de Wellington como lateral esquerdo, e mudou pro 3-5-2, com Cleiton Xavier entrando em campo no lugar de Lucas. O Palmeiras melhorou e começou a crescer na partida.

Numa troca de passes pelo meio, a bola sobrou pra Dudu e acabou na trave depois de uma defesa impressionante do goleiro Gambá.

Oswaldo então decidiu arriscar tudo. Mandou Gabriel Jesus e tirou Valdivia, e sacou Wellington e mandou o atacante Kelvin pruma “roubada”na lateral esquerda.

Aos 30, finalmente o eixo da Terra voltava a girar no sentido horário. Bola pela esquerda, cruzamento milimétrico do Dudu pra entrada no segundo pau pro Rafael Marques, de cabeça, empatar o jogo. 2 x 2, que já podiam ser 2×3. Puta que pariu!

E como nada é fácil pra gente, bora ir pros penaltis, que eu fiz questão de não ver ali na bancada. Olho fechado, cabeça pra baixo, santinho na mão e… Robinho bate logo o primeiro pênalti pra fora.

Os próximos quatro penaltis foram convertidos pelo Verdão. E aí, 4×4, era o Gambá marcar e tudo estava acabado. Elias pegou a bola. O mundo parou e um silêncio de 1 milésimo de segundo durou horas. Abri os olhos e vi os amigos pulando e comemorando. CARALHO! Vamos pras alternadas, na bacia das almas…

E eis que o Prass encarnou o Santo de novo e foi lá e pegou mais um, dessa vez do Petros, pra calar a boca da gambazada de vez. Chupa freguesada. Foram esnobes, mandaram time misto pro campo, e esqueceram que do outro lado tinha um gigante, o seu maior terror…

Agora quero ver aquela empáfia toda nas entrevistas infindáveis e repetitivas daquele mocorongo de treinador. Chupabilidade, essa é a palavra. Chupabilidade, seu troxa!

Aliás, muito obrigado Rupert Murdoch! Foi o multibilionário magnata da FOX quem deu cabo da mamata de quarta-e-domingo no horário nobre que o Gambá tinha garantido com a Rede Globo. Fez o Gambá jogar quinta-feira, dez da noite, igual qualquer outro time do universo. Acabou a teta, gambazada! AHAHAHAHAH Vai reclamar do regulamento agora???? AHAHAHAHAH Reclama lá então AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Pra terminar, uma imagem que vale mais do que mil palavras:

Foto: Ari Ferreira

Ta na hora de miar as desavenças e fechar com o time inteiro, e o time com a torcida, viu Presidente? Pedimos que a Academia fosse aberta no sábado pra incentivarmos os jogadores antes do jogo e ouvimos um belo não como resposta. Que essa mentalidade mude enquanto é tempo.

E muito boa noite, Gambazada! Lembrem-se: decisão em Itaquera, o Porco atropela! AHAHAHAHAHAHHA Um abraço do Eli!

Que venham os lambaris.

PRA CIMA PALMEEEEEEIRAS!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 2 PALMEIRAS

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 19/4/2015 – 16h
Árbitro: Thiago Peixoto (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Alex Ang Ribeiro

Renda/Público: R$ 3.194.302,50 / 38.457 pagantes
Cartões Amarelos: Fagner e Felipe (COR); Lucas e Arouca (PAL)
GOLS: Victor Ramos, 13’/1ºT (0-1); Danilo, 33’/1ºT (1-1); Mendoza, 44’/1ºT (2-1) e Rafael Marques, 32’/2ºT (2-2)
PÊNALTIS: Corinthians: Fábio Santos (Gol), Renato Augusto (Gol), Fagner (Gol), Ralf (Gol); Elias (Errou), Gil (Gol), Petros (Errou); Palmeiras: Robinho (Errou), Rafael Marques (Gol), Victor Ramos (Gol), Cleiton Xavier (Gol); Dudu (Gol), Kelvin (Gol), Jackson (Gol)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique (Petros, 32’/2ºT), Jadson (Renato Augusto, 16’/2ºT), Danilo e Mendoza; Vagner Love (Elias, 15’/2ºT).  Técnico: Tite.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Cleiton Xavier, intervalo), Victor Ramos, Jackson (Kelvin, 24’/2ºT) e Wellington; Gabriel, Arouca, Robinho e Valdivia (Gabriel Jesus, 24’/2ºT); Dudu e Rafael Marques.  Técnico: Oswaldo de Oliveira.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Botafogo – Paulistão15

Foi um jogo complicado. Em muito, pela arbitragem, que embora tenha acertado ao anular 03 gols – 02 do Botafogo e 1 do Palmeiras – deixou de marcar dois penaltis a nosso favor, como também deixou o Botafogo bater à vontade.

Daí ficou fácil pro time que foi pra campo querendo não perder. O Palmeiras girava a bola, como de costume, mas não conseguia transpor as duas linhas de 4 da defesa adversária, que contava com o aval do juiz pra fazer faltas violentas sem a devida punição.

Oswaldo optou por Leandro no lugar do Cristaldo no time titular. Victor Ramos jogou na posição de Tobio. O resto era o time que vinha jogando. Valdivia e Cleiton Xavier começaram na reserva. E foi um primeiro tempo de poucas oportunidades de gol. Na melhor delas, Dudu, embaixo da trave, mandou no poste e pra fora. Leandro quase marcou num desvio que o goleiro tirou e a bola passou rente à trave.

Na volta do intervalo, perdemos o Zé por contusão muscular e voltou jogando o fraco Victor Luiz, que já tinha feito uma partida pavorosa contra o Ituano. Teremos uma semana de apreensão enquanto o Zé não se recupera… 

Aos 15, Valdivia entrou no lugar de Gabriel, que já tinha amarelo. E aí o jogo mudou.

Ninguém discute a qualidade do jogador. É inquestionável. O que a maior parte da torcida quer ver é ele jogando mais vezes e falando menos – ou melhor, nunca. E fazendo por merecer vestir essa camisa. Simples.

Foi numa boa jogada dele pela direita que Lucas recebeu e cruzou rasteira, na pequena área, pra Leandro abrir o placar. Eram 25 do segundo tempo.

Quase no fim do jogo, foi a vez de Cleiton Xavier entrar pro jogo no lugar de Dudu. Mas pouco pôde ser visto, o jogo já estava decidido.

A não ser que o XV consiga um milagre na Vila Belmiro – já está 1 x 0 pros lambaris – iremos ter que visitar novamente a Arena Lixão de Itaquera. Que seja. Tá mais que na hora de atropelar a gambazada naquela pocilga.

Pra cima, Palmeiras!

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 12 de abril de 2015, às 11h (de Brasília)
Juiz: Marcelo Rogério (SP)
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Fabrício Porfírio de Moura (SP)
Público/Renda: 35.437 pagantes / R$ 2.498.585,00
Cartões amarelos: Gabriel, Vitor Hugo, Leandro Pereira e Victor Luis (PAL); Rodrigo Andrade, Gimenez, Liel, Dênis e André Rocha (BOT)

GOL: Leandro Pereira, aos 26’/2ºT (1-0).

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto (Victor Luis, intervalo); Gabriel (Valdivia, 17’/2ºT), Arouca, Rafael Marques, Robinho e Dudu (Cleiton Xavier, 44’/2ºT); Leandro Pereira. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

BOTAFOGO: Renan Rocha; Gimenez, Eli Sabiá, Halisson e Dênis; André Rocha (André Santos, 37’/2ºT), Liel, Bruno Costa e Rodrigo Andrade (Wesley, 27’/2ºT); Vitor (Zé Roberto, 11’/2ºT) e Diogo Campos. Técnico: Régis Angeli

AVANTI PALESTRA!

Ituano 2×2 Palmeiras – Paulistão15

Empate irritante. 

Nada mais precisa ser dito. 

Oswaldo mostra de novo que só sabe montar o time nesse 4-2-3-1 independentemente de quem joga. O que é um erro, pois é o esquema que tem que se adaptar pro jogador e não o contrário. 

O que se viu com os reservas hoje foi um time sem nenhuma condição de criar jogadas de perigo pro desinteressado Ituano, no estadio maledetto em que o Palmeiras nao ganha dos donos da casa desde 2005. Que marva ridícula…

Era a chance de tentar alguma coisa diferente. Mas Oswaldo não quis/não soube como fazer. 

Com isso, o mais provável é que o Palmeiras não tenha direito de jogar a semi – jogo único – no seu estádio. Que (in) conveniencia, já que o jogo não poderia ser no Allianz mesmo… 

Ainda como “premio” pela quarta melhor campanha entre os quatro grandes, nas quartas, ou jogaremos fora de casa ou na segunda à noite. Maravilha!

E se chegar na final, muito pouco provável que a finalíssima seja no nosso campo. Pois é…

Um campeonato tiro curto como esse notmalmente se decide nos detalhes. E mandar os jogos decisivos em casa é um dos grandes detalhes a serem considerados. 

Não pensamos assim, ou melhor, nao fizemos por merecer essa vantagem. Agora toca ir pra Santos ou Itaquera na semi…

Mas antes, que venha o Botafogo. 

AVANTI PALESTRA!

Lobo em Pele de Chileno

Não ia nem falar nada a respeito da entrevista esdrúxula do “Mago” ao final do jogo que “ficou marcado” para a imprensa esportiva como a volta de Valdivia.

“Mago” porque só sendo mágico mesmo pra ficar sem jogar mais de metade dos jogos e ainda assim conseguir ser ídolo de parte da torcida.

“Ficou marcado” porque só a imprensa esportiva poderia valorizar a medíocre atuação como uma “volta”, sendo que o jogo já estava ganho e sem qualquer interferência desse sujeito.

Mas depois de ficar sabendo que o Palmeiras já fez proposta para a renovação do vínculo do “atleta”, e que  a cobrança feita pelos microfones, além de descabida, era absolutamente injusta, não tinha como não registrar aqui minha indignação com a safadeza e a falta de consideração com a instituição Palmeiras e o palmeirense.

Primeiro, porque na situação dele, tendo participado de um jogo pelo Palmeiras depois de 120 dias sem jogar bola, mais de 1/3 de um ano, menos era mais, quanto menos ele falasse, melhor seria pra todos os envolvidos.

Segundo, porque a cobrança feita em público quanto à renovação soou como desrespeito e, pior, em tom de ameaça – por terem sido citados os exemplos das negociações fracassadas de Alan Kardec e Wesley – quando ele devia era dar graças a Deus que seu contrato ainda não foi rescindido.

Sem traçar paralelos ou comparar qualidades, talvez nem todos se lembrem a atitude do meia Pedrinho, um dos grandes meio-campistas que já vestiu nossa camisa, depois de seguidas contusões que o tiravam de combate no ano de 2003, que chegou a pedir ao presidente do Palmeiras à época que não recebesse salários enquanto estivesse em recuperação. A matéria da época pode ser vista aqui.

O Santo, quando da sua última renovação em 2009, declarou que não queria roubar o Palmeiras, em referência às suas diversas contusões, e se propôs a fazer um acordo que previsse uma situação diferente caso ficasse de fora de vários jogos.

São bons exemplos de jogadores que tiveram compromisso com a SEP. Marcos, aliás, se arrebentou várias vezes não porque era podre como o chileno, mas porque defendeu nossa camisa muito mais do que o próprio corpo podia aguentar. Quem esquece?

 

Já o Sr. Valdívia, além de não ter compromisso nenhum com sua fonte pagadora – de quem recebeu mais da metade do tempo para simplesmente usar a jacuzzi do Departamento Médico – ainda se sente no direito de cobrar a diretoria por uma renovação que ele não mereceria em nenhum outro emprego do mundo, senão no futebol. Aliás, nem no futebol ele merece…

E a culpa é de parte de vocês, senhores, que deram moral a esse sujeito a esse ponto, que gritavam em faniquito cada vez que o telão do Allianz mostrou a cara de peroba dele, que tentaram gritar mais alto o nome dele do que o do Palmeiras durante o jogo, e que esquecem que o maior ídolo que todos nós temos se chama Sociedade Esportiva Palmeiras, que o que mais importa é o distintivo no peito e não o nome que vai nas costas da camisa.

Porque, vamos reconhecer, essa marra toda não seria nem a metade se ele não tivesse o apoio incondicional de parte da torcida do Palmeiras. Ou vocês imaginam algum outro jogador do elenco se comportando assim, sem jogar e ainda fazendo exigência?

Por isso que eu vou festejar o dia que o contrato dele acabar em agosto e, queira San Gennaro, não seja renovado. Excelente jogador, mas perdeu o direito de jogar aqui faz muito tempo. E cada vez que abre a boca nos microfones, perde mais um pouquinho.

É como diz o tal rei da Espanha, por que non te calas?

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×1 Mogi Mirim – Paulistão15

Em mais uma partida monstruosa de Robinho, e finalmente com Dudu desencantando, o Palmeiras não tomou conhecimento do Mogi Mirim, e chegou a abrir 3×0 ainda no primeiro tempo.

Depois, ainda se deu ao luxo de tomar um gol do adversário, numa falha bisonha do Victor Hugo, que ainda conseguiu ser expulso um pouco depois.

Mas, nada que o Mogi Mirim pudesse aproveitar, o jogo já tinha acabado no intervalo.

Rafael Marques e Cristaldo, além do estabanado Vitor Hugo, foram os pontos fracos do time. Arouca e Gabriel jogaram demais, Victor Luiz, quando não estava tentando cruzar, foi bem, Lucas joga sempre melhor no primeiro do que no segundo tempo, Victor Ramos fez mais uma grande partida.

E teve finalmente a estreia de Valdivia em 2015. Como de se esperar, nada demais. Um ou outro lance de efeito, um ou outro bom passe, mas nada que fizesse aumentar o placar. E como tem torcedor que pira quando ele encosta na bola, incrível…

Mas não vamos entrar nesse mérito. Que bom que voltou e que siga disponível. É o mínimo que se espera.

Alguém aí foi de cadeira inferior Leste? Teve alguma promoção? Finalmente o setor lotou, queria saber porque, se alguém souber, comentem ai.  

Quarta tem time misto em Itu. Quem sabe o GJ ganha chance como titular, hein Oswlado?

GABRIEEEEEELLLLL!!!!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 1 MOGI MIRIM

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 4/4/2015 – 18h30
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho (SP)
Auxiliares: Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP) e Renata Ruel Xavier de Brito (PER)
Renda/Público:  R$ 2.212.515,00 / 29.536 pagantes
Cartões Amarelos: Lucas, Dudu, Fernando Prass e Arouca (PAL); Wagner (MOG)
Cartão Vermelho: Vitor Hugo, 23’/2ºT

GOLS: Dudu, 11’/1ºT (1-0); Dudu, 14’/1ºT (2-0); Robinho, 37’/1ºT (3-0); Geovane, 3’/2ºT (3-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Victor Luis; Gabriel, Arouca (Renato, 39’/2ºT) e Robinho (Jackson, 24’/2ºT); Rafael Marques, Dudu e Cristaldo (Valdivia, 20’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

MOGI MIRIM: Daniel; Valdir, Fábio Sanches, Wagner e Leonardo; Magal, Hygor (Geovane, intervalo), Val e Vitinho; Edson Ratinho (Elvis, 28’/2ºT) e Magrão (Rivaldinho, intervalo). Técnico: Claudinho Batista.

AVANTI PALESTRA! 

Red Bull 2 x 0 Palmeiras – Paulistão 15

Nem cinco dias de paz o palmeirense consegue ter.

Minha mulher até tirou as crianças da sala.

Maldito complexo de Robin Hood.

Eu disse no último post que o jogo contra os bambis foi atípico, porque com 10 minutos a partida estava resolvida. Aí fica difícil medir qualidade…

No fim das contas, a euforia da torcida com uma vitória depois de 13 clássicos sem ganhar ou não serviu pra contagiar o time, ou só serviu pra atrapalhar. De qualquer forma, é preocupante,

E a derrota começou emblemática: um erro vexatório do inútil Dudu no ataque deu origem ao contra-ataque em que a defesa ficou assistindo (o Arouca de camarote) justo o lixo do Gambá marcar.

O time ainda tentava entender o que tinha acontecido quando Arouca ficou olhando de novo o Gambá cruzar, pro Vitor Hugo assistir o Matusalém Eller marcar o segundo.

O jogo que já tava amarrado, acabou ali. Perdemos prum time recheado de refugos. Vieram Gabriel Jesus no péssimo Cristaldo, o péssimo Victor Luiz no machucado Zé Roberto e o picolé de chuchu Alan Patrick no Robinho.

Ganhamos do Pink Bambis e perdemos pro Red Bull. Esse é o nível do Palmeiras do Oswaldinho.

Pra completar, ainda corremos o risco de perdermos o Zé Roberto pros jogos decisivos, um dos poucos que se salvou hoje, com uma possível contusão que pode tornar o futebol desse time ainda mais sofrível e limitado.

Falta criatividade no esquema tático, isso é visível. Oswaldinho fez alterações protocolares – aquelas só pra falar que fez – mas não consegue fugir do pobre 4-2-3-1 que, já vimos bem, nem sempre dá certo. 

Por mais empolgante que tenha sido a vitória de quarta, o resultado de hoje é digno de ódio e revolta. Justíssimo quem se sente assim, porra!

Enquanto isso vemos o rival, possível adversário das semis, nadando de braçada com um futebol modorrento, mas ainda invicto. É bom começar a jogar bola até lá…

E pra completar, praticamente sacramentamos a quarta posição entre os (4) primeiros, e só jogaremos em casa – salvo algum  improvável desastre pros rivais – na primeira partida da final. Porca Miseria.

Enquanto isso, tinha vagabundo passeando em Londres, mas com aval de muito deslumbrado aí.

ÊÊÊ Palmeiras…

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 3 x 0 Gazelas Saltitantes da Floresta Encantada – Paulistão15

Bem-vinda, Bambizada!

Minhas escusas pelo atropelo.

Aliás, escusas porra nenhuma! CHUPA!

Não podia ter sido melhor. Um gol épico antes dos 05, uma expulsão aos 10 e os bambis já tinham jogado a toalha.

Daí foi só girar a bola e marcar mais dois gols, ver mais um afrescalhado ir brincar de gato mia no chuveiro mais cedo enquanto as 24 donzelas que ocuparam o setor visitante já iam embora de van de volta pra Floresta Encantada.

O que mais eu poderia querer? Um cafézinho e a conta! ahahahahah

Eram quase nove da noite quando estávamos entrando pela Matarazzo e o busão do Palmeiras acabava de chegar no estádio. Porra, tão atrasadosalguém comentou. E realmente, eram mais de dez da noite e o Palmeiras nem em campo tinha entrado. Sinal de que a conversa na porta do vestiário foi bem diferente do que aquele discurso que não importava ganhar clássicos do treinador e que gerou muito pano pra manga.

Enquanto essa equipe der a resposta em campo como foi hoje, eu cago um balde pro que o treinador fala pra imprensa morfética. Simples assim.

Sobre o time, fica até complicado avaliar de tão atípico que foi o jogo. O Palmeiras começou com tudo, já mandou bola pra rede, a torcida incendiou a arquibancada, e as meninas não aguentaram a pressão. Logo depois, com um a mais, aí foi só uma questão de tempo até os outros gols sairem, em jogadas muito bem trabalhadas, e uma precisão impar do Rafael Marques pra saber quando bater de primeira, e quando ajeitar antes de bater. Guardou as duas.

Lembrei que contra o Santos começamos com tudo também, abrimos o placar mas depois faltou bola pra segurar o resultado. Hoje, mesmo com as circunstâncias diferentes do jogo, a atitude do time foi de mais competência. Dá pra ver claramente que comparados os 03 clássicos, o time está evoluindo.

Se será o bastante pra disputar de verdade a próxima fase, saberemos em breve. Se jogar como hoje, vamos dar trabalho.

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 0 SÃO PAULO

Data: 25/3/2015, às 22h
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Vinicius Furlan
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro e João Edilson de Andrade
Público e renda: 25.804 pagantes e R$ 2.107.256, 20
Cartões amarelos: Vitor Hugo e Zé Roberto (PAL); Ganso (SPO)
Cartões vermelhos: Toloi, aos 8’/1ºT (SPO); Michel Bastos, aos 33’/2ºT (SPO)

GOLS: Robinho, aos 2’/1ºT (1-0); Rafael Marques, aos 22’/1ºT (2-0); Rafael Marques, aos 6’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Lucas, Tobio, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Arouca, Robinho (Alan Patrick, aos 36’/2ºT) e Dudu (Leandro Pereira, aos 39’/2ºT); Rafael Marques e Cristaldo (Gabriel Jesus, aos 14’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Bruno, Toloi, Lucão e Carlinhos; Hudson, Denilson, Michel Bastos e Ganso (Centurión, no intervalo); Alexandre Pato (Edson Silva, aos 21’/1ºT) e Alan Kardec (Boschilia, aos 37’/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.

 

 

São Bernardo 0x1 Palmeiras – Paulistão15

Mais uma vitória na sofrência. Oswaldo segue amarrado nesse esquema tático que já começa errado na lateral esquerda, prejudicando a armação da equipe com o melhor armador da equipe sacrificado na defesa.

Até entendo que num jogo mais pegado, a experiência do Zé Roberto possa ser útil na lateral. Mas contra o modestíssimo São Bernardo, cujo lance mais agudo da partida foi ter o mascote expulso de campo, foi um desperdício.

Sem Allione, substituído por Rafael Marques (o melhor em campo), Robinho não conseguiu render o mesmo dos últimos jogos, além dos inoperantes Cristaldo e Dudu, e o que se viu foi um Palmeiras pouco eficaz.

Coube de novo aos jogadores de defesa resolverem a fatura. Vitor Hugo, numa meia bicicleta no rebote de um escanteio, garantiu os 03 pontos, assim como na zaga, ele Victor Ramos e Prass seguraram o placar.

Sim, o Oswaldo ainda não tem um meia à disposição, o time está em formação e tals, mas a essa altura já era tempo de ter achado uma solução pra esse problema. Tenta um 4x4x2, 3 atacantes, sei lá, mas não, é sempre esse 4x2x3x1 mais manjado que andar pra frente, que funciona na bacia das almas só contra os pequenos.

Mesmo porque tem clássico quarta-feira, e tem que entrar com fogo no zóio. Se o Palmeiras ganhar, passa a turma da Floresta enCantada na classificação geral, e isso vale o direito de jogar as quartas de final em casa. Além de ser um Palmeiras e bicharada, porra!

Pra cima delas!

O GOL:

A FICHA TÉCNICA:

SÃO BERNARDO 0 X 1 PALMEIRAS

Local: Primeiro de Maio, em São Bernardo (SP)
Data/Hora: 22/3/2015 – 19h30
Árbitro: Douglas Marques das Flores (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Vitor Carmona (SP)

Renda/Público: R$ 308.945,00 / 11.650 pagantes
Cartões Amarelos: Cañete e Luciano Castán(SBE); Cristaldo, Rafael Marques e Fernando Prass (PAL)
GOLS: Vitor Hugo, 9’/2ºT (0-1);

SÃO BERNARDO: Daniel; Rafael Cruz, Diego Jussani, Luciano Castán e Vicente (Jean Carlos, 16’/2ºT); Dudu Lima (Vanger, 36’/2ºT), Moradei, Marino, Magal e Cañete (Lúcio Flavio, 30’/2ºT); Maikon. Técnico: Roberto Fonseca.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Arouca, Robinho (Renato, 40’/2ºT) e Rafael Marques; Dudu e Cristaldo (Gabriel Jesus, 24’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×0 XV de Piracicaba – Paulistão15

E o Palmeiras segue o roteiro de vencer times pequenos, mas sem fazer frente aos adversários importantes.

Com muito custo, quase no fim do jogo, o placar magro saiu de um chutaço de fora da área do volante Gabriel. Oswaldo tem problemas pra montar um meio de campo eficaz, e hoje ficou evidente que Allione e Robinho têm lá suas limitações, assim como Cristaldo e Leandro.

Falta um 10 e um 9 e isso está a cada jogo mais claro. Contra os Lambaris, e hoje, a mesma dificuldade: chutar no gol. Primeiro, porque o Palmeiras sofre pra criar boas jogadas que deixem os jogadores na cara do gol, com chance de finalizar. Depois que, quando o time cria, aí são os finalizadores que falham.

O 10 já temos, só que só joga em abril, na segunda fase da Copa do Brasil e do Paulistão.

Já o 9, esse vai ter que contratar.

Enfim, mais uma vitória, mas ainda falta muito chão pra esse time ficar bom. Essa é a real. E pro falastrão Dudu, menos rede social e mais futebol, hein amigão? Tá-lá nos 12 mandamentos do Maluco pelo Palmeiras, dá uma lida, fera…

E pro XV de Piracicaba do Toninho Descarte, o café com bacon virou café com salame italiano. Saudações!  

Agora peço licença pra fazer um apelo à Polícia Militar do Estado de São Paulo. Por gentileza, quem tiver a oportunidade e a dignidade de me explicar o porque um pai com duas crianças de 2 anos de idade pode ser proibido de adentrar num estádio de futebol portanto essas duas armas de destruição em massa?

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As mamadeiras estavam vazias. Além delas eu carregava um pote com o leite em pó que eles iriam tomar no intervalo do jogo, bem na hora em que eles almoçam, um pacote de bolachas, fraldas e troca de roupa.

O pior é que sequer consegui argumentar com o policial, que logo já chegou outro pra MANDAR eu me retirar. Um autoritarismo inexplicável.

Resultado, tive que deixar as crianças com a minha mulher e voltar até onde tinha parado meu carro, esvaziar a mochila e deixar apenas as fraldas e uma troca de roupas.

Voltei e passei na revista com o mesmo policial – E agora, posso entrar? – Ah, sinto muito, mas não podia mesmo deixar entrar com as mamadeiras, agora você pode entrar. 

Mas alguém me explique, pelo amor de Jesus, não o Gabriel, que porra que acham que eu ia fazer com duas mamadeiras vazias e leite em pó????

Aí você para pra pensar e lembra que há pouco mais de um mês atrás essa mesma polícia que me proibiu de entrar com duas mamadeiras vazias no estádio estava mandando bomba de efeito moral no meio de mulheres, idosos e crianças na rua Turiassú (pra mim, vai chamar sempre Turiassú).

Qualquer pai deve pensar que o melhor a fazer é não levar mais o filho ao estádio. Concordo.

Mas não podemos desistir. Minhas melhores lembranças de jogos de futebol são da minha infância. Não vou privar meus filhos dessa experiência incrível. Não vão me dobrar. Fiquem com as mamadeiras, nós ficaremos com o futebol.

Mas que eu queria entender qual o potencial risco de uma mamadeira vazia num estádio do futebol, ah, isso eu queria.

Com a palavra, a Policia Militar de São Paulo.

OS LANCES:

O GOL:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 XV DE PIRACICABA

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 15/3/2015 – 11h
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral (SP)
Auxiliares: Fabrício Moura (SP) e Maurode Freitas (SP)
Renda/Público: R$ 1.897.635,00 / 26.199 pagantes 
Cartões Amarelos: Vitor Hugo (PAL); Diego Silva, Clayton, Ednei e Tony (XVP)
Cartão Vermeho: Tony, aos 19’/2ºT (XVP)
GOLS: Gabriel, aos 39’/2ºT (1-0).

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Tobio, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Arouca (Leandro Pereira, aos 21’/2ºT) e Robinho; Allione (Gabriel Jesus, aos 10’/2ºT) , Dudu e Cistaldo (Ryder, aos 34’/2ºT). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

XV DE PIRACICABA: Roberto; Ednei, Leonardo Luiz, Airton e Fernandes; Clayton, Diego Silva, Tony e Paulinho (Tiago, aos 33’/2ºT); Bruninho (Chico, intervalo) e Roni (Éder, 21’/2ºT). Técnico: Toninho Cecílio.

AVANTI PALESTRA!

Lambaris 2×1 Palmeiras – Paulistão15

Que esse time está em formação ninguém discute. Não se faz uma equipe que teve 19 contratações e 21 dispensas jogar bola da noite pro dia.

Mas torcedor quer ver time ganhar, e ganhar clássico. O último que o Palmeiras ganhou foi em fevereiro do ano passado. Inadmissível. Do nosso freguês praiano, desde 2012 que não ganhamos, dos lixos desde 2011. Difícil de assimilar…

A se comparar com as duas outras derrotas no ano – Ponte Preta e Gambás – teve como perceber uma certa evolução, principalmente no início do jogo, com o Palmeiras numa blitz que há muito tempo não se via até que Victor Hugo de cabeça fizesse numa cobrança de escanteio. Não tinha 10 minutos de jogo.

Depois a falta de entrosamento começou a pesar, contra um  time que, do 7 pra frente, é muito acima da média. Num bote errado do Tobio, que assim como o Cristaldo, some nos jogos grandes, os lambaris empataram o jogo. E logo na sequência, bola na trave do Prass, e a triste realidade de que o Palmeiras ainda está longe do ideal…

Veio o segundo tempo, Oswaldo tirou Allione e mandou João Paulo pra esquerda, com o Zé indo pro meio. Melhorou. Até fizemos gol, mal anulado pelo mesmo bandeira que, no primeiro tempo, errou também contra os bagres numa jogada em que o Robinho ia ficar na cara do gol (ou seja, sem choradeira).

E logo na sequência, num lance em que o Lucas ficou só olhando, Robinho deu um balãozinho pra área, Ricardo Oliveira venceu Victor Hugo num golpe de sorte dele e um pouco de cagada do zagueiro e aí jantou nosso goleiro. 2×1.

Gol de 9, o que o Palmeiras ainda não tem, assim como falta um 10 do nível de Lucas Lima, pra mim o melhor em campo das sardinhas.

Daí acabou o jogo. Oswaldo já tinha mandado Leandro no lugar do ausente Cristaldo, e tirou Robinho pra colocar Gabriel Jesus nos últimos 15 minutos de jogo. O moleque entrou de novo com muita vontade, mas a essa altura o resto do time já tinha jogado a toalha,

A razão até tenta me fazer compreender o resultado e as circunstâncias, mas o sangue italiano exige que eu arrebente o laptop na parede. Foda, mas pra entrar forte no Brasileiro esse time ainda precisa de pelo menos 02 ou 03 jogadores de expressão.

Dia 25, é ganhar ou ganhar. Se não esfolar os bambis em casa, a paciência vai acabar. Pelo menos a minha…

AVANTI PALESTRA!

 

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