Palmeiras 1×0 Ponte Preta – Paulistão17

Antes do jogo tive a tristeza de acompanhar o velório do irmão de um grande amigo palmeirense, que aos 54 anos foi cedo demais acompanhar o Palestra lá de cima. Descanse em paz, Álvaro e força pra sua família, Nandão…

Sobre o jogo, finalmente o Palmeiras venceu a maldita Ponte Preta no Allianz Parque. O resultado, todavia, não foi o bastante pra garantir o Verdão na final do Paulistão.

Quase 40 mil palmeirenses ficaram a cargo de dar o combustível que o time precisava da arquibancada, mas em campo as coisas não fluíram do mesmo jeito.

O Palmeiras enfrentou – como era de se esperar – uma Ponte Preta preocupada apenas em se defender, abusando das faltas e que contou – como também já esperado – com a conivência do péssimo Rafael Klaus, que teve influência decisiva no resultado ao não marcar dois penaltis claros pro Palmeiras, um em cima do Jean no 1T e outro no Dudu no 2T.

Mas, é como eu sempre digo aqui, se for pra depender de juiz acertar pra gente, o Palmeiras vai se foder 11 de cada 10 vezes…

Também precisa ser dito que o Eduardo Baptista, assim como em Campinas, teve participação direta em nosso insucesso. Na semana passada colocou um time cansado contra uma Ponte Preta com o butijão cheio de uma semana de descanso; demorou demais pra mexer e quando o fez, foi pra colocar um morto-vivo como o Alecsandro em campo, foi ridículo.

Hoje, de novo foi mal: esperou uma eternidade pra mexer no time e, precisando ganhar o jogo de 3, me tira o melhor atacante pra colocar o William improvisado de centroavante, o que a gente tá cansado de saber que não funciona.

Não dá pra entender porque o Keno, nessas duas partidas, jogou menos de 30 minutos. Podia muito bem ter sido titular tanto lá em Campinas como aqui. Michel Bastos idem, não pode ficar de fora e, se ficar, não pode entrar só na metade do 2T.

No fim, o que pesou mesmo foi a atuação trágica e azarada do primeiro jogo. Por pior que o Palmeiras tenha jogado lá, 3×0 não foi um resultado justo, demos um puta azar, principalmente no terceiro gol, aquela tragédia. Um 2×1 teria sido muito mais verdadeiro e a essa altura estaríamos todos bêbados abraçados na r. Caraibas e comemorando a classificação do Verdão pra mais uma final, possivelmente contra a carniça, o que seria ainda melhor…

O que preocupa é que jogamos fora o Paulista mais fácil dos últimos 10 anos, dava pra ganhar jogando até com time misto, e perder a chance de jogar a final contra um rival porque não conseguiu passar de uma bosta feito a Ponte Preta é pra acender a luz de alerta na diretoria.

A cobrança tem que ser severa em time e comissão. Não pode o melhor elenco do País, com todo esse investimento, ser eliminado de forma tão juvenil como foi.

Se o foco desse ano não era o Paulistão, e não era mesmo, o olhar do palmeirense se volta pro desempenho na Libertadores, em que os 7 pontos conquistados num dos grupos mais fáceis da competição o foram a custo de suar sangue, primeiro com um empate fora de casa contra o pior time da chave (tudo bem que com um a menos o jogo todo, mas mesmo assim dava pra ter ganho), e depois com 2 vitórias em casa conquistadas na bacia das almas, nos últimos segundos do jogo…

Em resumo, era pro Palmeiras estar sobrando na Liberta, e pelo menos na final do Paulistão. Ou seja, daqui pra frente os resultados tem que ser mais convincentes, ou já é hora de começar a mudar.

E sem tempo pra respirar, quarta-feira já tem pedreira em Montevideu, acorda EB…

AVANTI PALESTRA!

Ponte Preta 3×0 Palmeiras – Paulistão 17

Pro bem geral, meu e de vocês, falemos desse jogo somente no sábado que vem.

Vamos buscar. Do lado de lá é só a Ponte Preta, é só o modesto Gilson Kleina.

Eu farei minha parte na bancada, que os jogadores e treinador façam a deles em campo.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3 x 2 Peñarol – Libertadores17

Que prêmio. Que justiça. E que bosta de arbitragem, mais uma.

É incrível como argentinos, uruguaios e cia. podem fazer o que bem quiserem em campo num jogo de Libertadores. Um morfético desses jamais deveria pisar num campo de futebol novamente depois de permitir tanta patifaria numa mesma partida de futebol.

E o Palmeiras tem que aprender a ser malandro e não se deixar cair na pilha dos adversários. Foi assim com o JW e dessa vez de novo com o Peñarol. Quem não tem bola pra nos enfrentar vai tentar levar no psicológico.

E o primeiro tempo foi bem isso. Com 3 chutes a gol, e nenhuma defesa do goleiro adversário, o Palmeiras ofereceu ao Peñarol tudo o que ele queria: faltas na intermediária e escanteios.

Até que numa falha do Dracena no tempo da bola, um dos uruguaios acertou uma cabeçada indefensável. 0x1 e assim ficou até o intervalo.

Voltamos pro jogo sem mudanças de jogadores, mas com uma mudança absoluta de atitude. Com 1 minuto já tínhamos perdido um gol na cara, aos 2 William empatou depois de um cruzamento do Fabiano, e aos 6, depois de um lateral batido pelo Fabiano e desviado pelo Borja, Guerra num jogo de corpo entrou sozinho na área e só rolou pro Dudu virar a partida. Seis minutos foram o bastante pra desenhar um massacre e o Allianz correspondia pulsando num uníssono Lelelele lelele ooooo, o Palmeiras é o time a virada…

Mais uns tantos e pênalti no Dudu que era pra ter selado a partida, mas o Borja isolou a bola na cobrança…

O volume do Palmeiras naturalmente diminuiu, em especial aos 24, quando Eduardo sacou o Borja e o Felipe Melo, até então um dos melhores em campo, pra colocar Michel e Thiago Santos. Flertou com o erro…

E aos 32 veio o castigo, em mais uma bola parada, aparentemente a única jogada boa do Peñarol, o Prass ainda conseguiu defender a cabeçada mas deu rebote pro uruguaio só arrematar. 2×2 injusto.

Logo na sequência, Tche Tche roubou uma bola na intermediária, deixou pro Guerra enfiar certeiro pro William, que driblou o goleiro e, só ele e o gol, arrebentou o travessão.

Ainda teve um lance incrível do Tche Tche que da forma mais bizarra possível não entrou.

Mas o time que queria vencer afinal venceria. Depois de muita baixaria por parte dos uruguaios, e uma expulsão da mais safada do Dudu, foi aos 54, sim, 54, com um a menos, que Fabiano acertou a cabeçada vitoriosa numa cobrança de escanteio perfeita do Michel Bastos. A bola ainda bateria na trave antes de decretar os 3 pontos do Palmeiras e uma piroca pros uruguaios.

Nada mais justo, afinal, só um time quis vencer, o outro quis foder o andamento do jogo a todo custo. No final, quem se fodeu foram eles. Delícia…

E o tão cobrado Fabiano foi o herói da partida, fez o seu e participou diretamente dos outros dois, quem sabe agora não dão uma folga pra ele…

7 pontos em 9, 2 vitórias em casa e 1 empate fora, o Palmeiras segue à risca a cartilha pra chegar longe na Libertadores. Só falta um pouco menos de inocência, mas pela forma como os resultados estão vindo, não tá difícil de conseguir. Pra cima Palmeiras, agora vamos ganhar lá no Uruguai.

AVANTI PALESTRA!   

 

 

 

 

Palmeiras 3×0 Novorizontino – Paulistão17

Em ritmo de treino, só que não, o Palmeiras recebeu o Grêmio Novorizontino no Pacaembu, para um bom público de quase 30 mil pessoas, pelo jogo de volta das quartas do Paulistão.

Podendo perder por um gol, o Palmeiras poderia até ter poupado jogadores, em especial os pendurados, e imagino até que o Eduardo optou por deixar o Keno no banco o jogo todo, bem como fez as substituições também pensando nisso – a saída do Felipe Melo, por exemplo.

A grande diferença em campo ontem foi a volta do Guerra pro time, o que fez com que a qualidade da bola trabalhada no ataque fosse bem maior do que no último jogo.

O primeiro gol não demorou muito a sair, em lance de oportunismo, William dominou a bola na entrada da área e só teve o trabalho de escolher o canto.

No segundo tempo o volume de ataque intensificou e o Palmeiras, mesmo com a vaga praticamente garantida, não tirou o pé. O segundo gol saiu duma roubada de bola do Thiago Santos pela direita, Michel recebeu e, de primeira, colocou o Guerra em diagonal entrando na área, que de primeira, rolou pra trás para o Borja, de primeira, e de canhota, acertar uma bomba sem chances pro goleiro adversário. 2×0 numa pintura do Verdão.

Alecsandro entrou no lugar do Borja e, apesar da forma física sempre inadequada, foi bem nas assistências: primeiro serviu o Mina num 1-2, e o zagueiro colombiano só não fez porque a bola desviou no zagueiro e foi pra fora. Na segunda, depois de passe preciso do Thiago Santos (que tinha acabado de perder um gol de cabeça embaixo da trave e sem goleiro) do nosso campo que achou Dudu na meia cancha, que antecipou o zagueiro e de costas e de primeira, desviou pro Alecsandro, que de primeira devolveu pro Dudu, que de primeira (de novo), de canhota (de novo), e de fora da área, fez o terceiro. Outra pintura.

Tudo bem que o Novorizontino, por mais esforçado que seja, não pode servir como parâmetro de adversário nessa competição, afinal, graças a esse regulamento esdrúxulo, a equipe do interior, com 42% de aproveitamento, passou de fase. Melhor seria jogar todo mundo contra todo mundo e um quadrangular final com os 4 melhores de cada grupo.

De uma forma ou de outra, o campeonato começa mesmo agora, e o importante é que o Palmeiras está jogando feito música, o fino da bola, e chega com a melhor defesa, o melhor ataque, o time que mais ganhou, e o que tem o melhor saldo também. Voltamos ao mesmo nível de outubro do ano passado, boa parte da imprensa – a pseudoséria, pelo menos – já começa a reconhecer o óbvio – que ninguém é mais favorito que o Palmeiras pra levar o caneco estadual –  mas não sem torcer o nariz, e já não se ouve mais o nome do Cuca por aqui como se ouvia no começo da temporada.

Agora é só assistir de camarote a definição dos próximos confrontos, e aposto que vai ter muito time grande fazendo continha pra escapar do Palmeiras na semi.

AVANTI PALESTRA! 

Novorizontino 1 x 3 Palmeiras – Paulistão17

E, como esperado, passamos o carro no Novorizontino, que é Grêmio e não tem nada a ver com o antigo clube da cidade senão a cor de abelha e o futebol medíocre.

Mas não foi o que se pode chamar de um jogo fácil, tanto que com 11 minutos de jogo estava 1×0 pros donos da casa e podia até ser 2… Graças ao molóide lado esquerdo do Palmeiras, com Egidio e Felipe Melo sempre no prejuízo contra o 7 do time adversário.

Legal foi ver que mesmo com o placar adverso, o Palestra não se afobou, e foi trabalhando o jogo até finalmente, já no final do primeiro tempo, o gol de empate surgiu nos pés de Dudu, depois de um bate e rebate na área do adversário.

Fomos pro segundo tempo com a mesma formação e não demorou pra que as chances fossem aparecendo para o Borja, até que numa bola rebatida, de Colombia pra Colombia, Mina cabeceou e a bola foi parar no peito do Borja, que só amorteceu e arrematou pro gol: 2 x 1.

O Novorizontino ainda chegava na cara do nosso gol, mas mais por preguiça do Palmeiras em liquidar o jogo do que por méritos próprios. Keno, Michel e Erik substituíram William, Dudu e Borja.

Aos 44, em cruzamento da direita Roger Guedes chegou antes do goleiro e deu números finais pro Palmeiras. Subiu no alambrado pra comemorar, e levou o segundo amarelo, seguido do vermelho, o mesmo segundo amarelo que o Oliveira caçula não quis dar pro criminoso camisa 5 do time da casa no fim do primeiro tempo, porque será né…

Com a vitória, o Verdão ficou a 1 ponto de garantir a vaga na semi e também o direito de mandar o segundo jogo em casa na próxima fase.

Sexta-feira é dia de voltar ao Pacaembu, pra confirmar o primeiro lugar e garantir uma boa vantagem pra consolidar as finais em casa, seja onde for o jogo decisivo.

AVANTI PALESTRA!  

Ponte Preta 1×0 Palmeiras – Paulistão17

Sem comentários perder pra essa maldita Ponte Preta.

Sem comentários mesmo. 

Escalação pífia – Erik de tirular e Keno no banco, por exemplo – somada a uma desastrosa atuação pelo lado esquerdo da defesa e ainda um bocado de falta de sorte no chute de fora da área do Veiga que parou no travessão e numa defesa improvável do Aranha – sempre mão de alface contra o gambá – em chute certeito do Hyoran.

Enfim, jogo péssimo, como já tinha sido fraco o último e hora de ter atenção. Melhor campanha não vale nada senão vantagem de mando de campo.

Vantagem que podia ser de 3 vitorias e 7 pontos e caiu pra 1 vitoria e 1 ponto.

Mas acredito que o time e comissão aprenderam a lição. No domingo tem que liquidar o NH pra não ter dor de cabeça no jogo da volta no Pacaembu. 

Pra cima deles!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×2 Audax – Paulistão17

O Palmeiras somou mais um ponto para a melhor campanha da competição, jogando com o time bem modificado contra o Audax no Allianz.

Esteve a frente do placar duas vezes mas cedeu o empate em lances pontuais, nada que mereça abalar a confiança do time ou do treinador. 

Na defesa o destaque foi o zagueiro Antonio Carlos, partida quase perfeita. E no ataque, William, com apenas 30 minutos jogados, mandou bola na trave, fez gol, quase fez outro, jogou demais. Ah se tivesse entrado antes no lugar do molenga da 9…

Com um empate do Gambá amanhã garantiremos a melhor campanha e a vantagem de decididr em casa daqui pra frente. 

Quarta fechamos o turno contra a Macaca lá em Campinas. Tche Tche e Thiago Santos, suspensos, mais os selecionáveis, deverão ser as ausências da vez. Ou seja, mais um jogo protocolar.

E no final de semana, aí sim já teremos as quartas, provavelmente contra o Novorizontino,  com o time titular descansado e sem cartões, primeiro jogo fora e segundo, dia 09, no Pacaembu, porque o Allianz vai trocar a grama.

Pra cima, Palmeiras!!

Palmeiras 2×0 Mirassol – Paulistão17

O Palmeiras foi a campo nesta quarta, no Palestra, com um time repleto de reservas, no tal do “rodar o elenco”.

Não podia ser mesmo diferente, pois 4 dos nossos titulares estão a servir suas seleções, e o VH suspenso também não poderia atuar. 

Tche Tche e Zé Roberto completaram a lista dos que nem relacionados pro jogo foram.

Foi a chance perfeita pra provar a qualidade do elenco, e os que entraram não decepcionaram.

Com gols de Rafael Marques e Felipe Melo, a vitória foi toda construída no segundo tempo. 

Não foi um grande espetáculo, é verdade. Mas e daí? 3 pontos na caixa é sempre o que importa. Ganhando, que jogue assim pra sempre. 

21 mil foi o público de hoje. Casa metade vazia. Se o fato do Palmeiras jogar com boa parte do seu time composta por jogadores reservas nao ajudou, o preço de sempre (R$ 90 a 170) também contribuiu e muito pro pouco interesse do palmeirense em ir ao estádio hoje.

Este jogo, assim como o do próximo  sábado contra o Audax, teriam uma frequência muito maior se tivessem uma trégua pro bolso do palestrino. Agora já era. Proximos jogos em casa só pela quartas de final do paulistão e Liberta, que terão casa cheia qualquer que seja o preço. 

Mas segue o jogo. 

AVANTI PALESTRA!

Sardinhas 1×2 Palmeiras – Paulistão17

Nada como uma vitória naquele cortiço enferrujado de salmoura pra lembrar quem é o campeão e quem é sempre vice.

Já iam 11 jogos e 6 anos que o Palmeiras não ganhava dos lambaris lá no nosso puxadinho no litoral.

E olha que o Palmeiras só precisou jogar 3 minutos pra vencer o jogo. Em dois contra-ataques pela direita, com boas jogadas de Roger Guedes, Jean guardou o primeiro e William o segundo.

A virada foi muito boa pro torcedor, mas o Palmeiras apresentou sérias dificuldades durante a partida, principalmente pelo lado esquerdo da defesa, por onde passamos mais perrengue.

E os lambaris abusaram de perder gols. Graças também a uma atuação monstruosa do Prass, uma das melhores desde que reassumiu a titularidade.

Depois de termos passado sufoco boa parte do primeiro tempo, inclusive com bolas na trave, o Palmeiras, nos pés de Guerra criou algumas boas chances e terminou a etapa inicial dominando as sardinhas, e quase fazendo o gol.

Voltamos do intervalo sem o Guerra, um dos melhores na armação. Entrou o Egydio pra tentar corrigir a marcação na esquerda e o Zé foi deslocado pro meio. Não funcionou.

Ainda assim, apesar da vulnerabilidade na defesa, o Palmeiras conseguia criar oportunidades, principalmente com Keno, que tanto no primeiro combate como na frente vinha se destacando dos demais.

E de novo o Eduardo foi lá e tirou o que tava jogando melhor. Saiu o Keno e entrou o Roger. E logo na sequencia tomamos o gol, pela esquerda, em mais uma jogada de profundidade que nossa defesa não conseguiu evitar.

Então Eduardo abandonou a tática – como na quarta-feira – e mandou o William pra campo no lugar do Zé: 4-3-3 com FM, Tche Tche e Dudu no meio, e RG, Borja e William pela esquerda na frente.

E em 3 minutos, aos 40 e aos 43, viramos o jogo e definimos o resultado. Sim, os 3 pontos é sempre o que importa, mas o Palmeiras tem elenco e futebol pra jantar o Santos, não precisava ser tanto no aperto.

Mas, vitória é vitória e vice-versa, né? Tem um nome pra quando o treinador erra e mesmo assim o time ganha: estrela. Fechamos a maratona de 2 clássicos e duas partidas na LIberta com 10 pontos de 12 possíveis, e seriam 12 de 12 se não fosse o pé do Borja andar um pouco fora de calibre. Logo mais ele recupera e vamos seguir passando o carro geral.

Com a vitória o Palmeiras assumiu a liderança geral da competição, com 21 pontos. A 3 rodadas do fim, o Verdão só depende dele pra garantir a vantagem na próxima fase, pra qual já estamos classificados, aliás.

Segura os porco!

AVANTI PALESTRA! 

     

Palmeiras 1×0 Jorge Wilstermann – Liberta17

Sem condições emocionais pra analisar muito o que foi esse jogo.

Puta que pariu…

Que sufoco, no último lance, na última bola.

Depois de passar 90+ minutos só vendo a patifaria de um time vagabundo que desde o primeiro minuto só fez não jogar bola.

Com a conivência incondicional do safado que apitava o jogo.

Aí realmente as coisas complicam. O esquema de jogo acaba tendo que ser deixado de lado e entra a raça no lugar.

Eduardo até tentou manter a ordem. No primeiro tempo, com o time bem organizado, as melhores chances foram criadas pela direita, com Michel e Guerra; uma sobrou pro Borja dominar e bater, e a outra pra ele cabecear na pequena área, mas a bola não tava muito a fim de entrar.

No intervalo, Eduardo manteve o time mas inverteu o Guerra com o Tchê Tchê, pra ver se o primeiro colava no Dudu pro jogo fluir também pela esquerda, e se o segundo entrava na partida.

Não funcionou. Logo menos já estávamos de novo com o Felipe Melo – um dos melhores – puxando a saída de bola, o que apesar de não ser o ideal, até que hora ou outra funcionava, como em ótima enfiada por cima pro Guerra, sozinho, desperdiçar tentando dar um improvável chapéu no goleiro.

Até fizemos dois gols, um com MIna e outro com Borja (já com a jogada parada), mas em ambos foi marcado impedimento – o primeiro bem discutível, o segundo não vi ainda o lance.

O tempo ia passando, a catimba aumentando, o juiz irritando e o Eduardo começou a mexer. Tirou o Michel e colocou o Keno, tirou o Guerra e colocou o Roger e por último o Tchê Tchê pra entrar o William.

O 4-1-4-1 logo virou um 4-2-4 sem nenhuma lógica e 100% coração.

Nos últimos 10 minutos de tempo regulamentar os bolivianos pararam o jogo pelo menos 5 vezes. Retardaram tudo que puderam, cobrança de lateral, tiro de meta, reposição de bola, atendimentos em campo, substituições. Ah e quando dava, sentavam a bota… Uma várzea, sempre com a conivência do bastardo de amarelo.

Que pelo menos teve vergonha na cara e deu 6 minutos de acréscimo.

E foi aos 50, quando muita gente já achava impossível (mas não lembro de ter visto um palmeirense levantando pra sair mais cedo, pelo menos ali no Gol Norte), num lance que passou quase no pé do time inteiro (Dudu, Keno, Dudu, Borja, Keno, Felipe Melo, Keno e Roger Guedes) até o cruzamento rasteiro sobrar pro Mina, rigorosamente na mesma linha da bola, só empurrar pro barbante.

O Allianz veio abaixo num urro de alívio de 38.420 vozes. Coisa linda.

Vitória da raça, da vontade de ganhar, contra um time que só sabe jogar na altitude de Cochabamba, e que em condições normais só sabe fazer patifaria em campo. Se foderam.

Quando não der na técnica que nos sobra, que dê na superação, na porrada, o que vale, sempre, são os 3 pontos. Deixa a tática pros programas de tv, o que importa é a porra da vitória, seja como for…

Liberta agora só no dia 12/04, contra o Peñarol, em casa, e depois dia 26 já no returno, contra o mesmo adversário em Montevidéu.

Enquanto isso, domingo vamos descer a serra contra aquele time morfético que só sabe abrir as pernas pro Gambá e ser vice do Verdão… Tá na hora de ganhar de novo naquela pocilga!

Pra cima das sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

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