SPFW 1xo Palmeiras – BR16

O Palmeiras segue sem vencer fora de casa no Brasileirão. Depois de perder pra Ponte Perde pra Todo Mundo Preta, foi a vez de facilitar a vida da bambizada.

E o jogo começou como tinha que ser, em pouco mais de 10 minutos, o Palmeiras já tinha criado boas chances pelos dois lados do campo, numa delas Alecsandro cabeceou sozinho e, infelizmente, em cima do goleiro (que, pra variar, entrega todo jogo, menos contra o Palmeiras).

Daí veio o lance que decidiu a partida: Wesley faz falta absurda no Dudu na entrada da área – pela câmera atrás do gol do Prass dá pra ver claramente o pisão no tornozelo do nosso jogador – mas o juiz resolveu não marcar uma falta clara na cara do gol pro Palmeiras, afinal todo mundo rouba o Palmeiras e não pega nada né???

Segue o lance, e aí Zé Roberto e Thiago Santos ficaram olhando a troca de bola até um cruzamento mixuruco pra dentro da área, pro Thiago Martins mostrar pra todo mundo ver porque ele não pode nunca mais vestir a camisa do Palmeiras… zagueiro que deixa a bola pingar dentro da área, desculpa, não é zagueiro. Vergonha. 1×0 pros bambis.

E o Palmeiras, que era dono do jogo, morreu. Acabaram as jogadas pelas laterais, nada mais funcionou, o Bambi encaixou o meio e o primeiro tempo ficou nisso.

Voltamos com Moises e Rafael Marques no Thiago Santos e Roger Guedes. Mas o Moisés não surtiu o mesmo efeito das outras duas partidas, parecia um pouco mais recuado e bem mais lento. Rafael Marques esse sim, foi a mesma coisa de sempre: nulo. Gabriel Jesus mais uma vez não justificou a confiança cega que a torcida tem nele, enfim, nada deu certo, e o bambi, se não fosse tão medíocre, teria marcado pelo menos duas vezes, não fosse o Prass mais uma vez pegar tudo e mais um pouco.

No fim, o que faltou de novo foi o 3, o 10 e o 9. Faltou os caras que decidem. Como falta há 5 anos. E dessa vez faltou o 5 também, incrível como o Palmeiras consegue ter o DM mais frequentado do futebol brasileiro: 3 volantes, o 10 e 2 centroavantes assistiram o jogo pela TV hoje. E o Cuca achando ruim que tem 38 jogadores, mas olha de novo professor, que se tirar os machucados falta jogador pra fazer o rachão…

Palmeiras é broxante.

AVANTI PALESTRA! 

 


 

Palmeiras 2×0 FluminenC – BR16

Num jogo mais uma vez marcado por uma arbitragem sem-vergonha contra o Palmeiras, e nem se podia esperar algo de diferente desse Sr. Sandro Meira Ricci, o Verdão precisou da força do banco de reservas para, em pouco menos de 15 minutos, e num intervalo de 02 minutos, liquidar o time que deve duas Séries B.

No jogo de sábado, comentei aqui que se o Cuca tivesse colocado o Moisés ainda no intervalo, e anos aos 18 minutos do segundo tempo, talvez o Palmeiras tivesse conseguido reagir ao péssimo primeiro tempo e teríamos voltado com pelo menos 1 ponto.

O treinador percebeu a mesma coisa, e mesmo estando 0x0 ao fim de um primeiro tempo em que o Palmeiras foi melhor, mas a melhor chance de gol foi do adversário, e que só não saiu graças à uma reencarnação de Gordon Banks que baixou no Prass no fimzinho da etapa inicial, Cuca mandou logo CX e Egídio pro chuveiro, e voltou com Alecsandro e Moises.

Dudu assumiu a meia, Tche Tche foi pra esquerda e o Moises fechou na organização, com Roger pela direita, Gabriel pela esquerda e Alecsandro no meio.

Diferente do que se viu em Campinas, o centro-avante estava inspirado hoje. Ganhou divididas, deu carrinho, fez gol e até um chapéu no Fred ele ensaiou, que bom seria se jogasse sempre assim…

E aos 12, depois de cobrança de falta de Dudu, Vitor Hugo “chutou” de cabeça, sem chance pro Cavalieri: bola no barbante e cambalhota aérea do camisa 4.

E mal o Flor deu a saída e o Palmeiras já fez o segundo, em bela jogada de Roger Guedes e Jean pela direita, corta luz do Dudu e uma bomba do meio da área encaixada pelo Alecsandro. 2×0 e mais um adversário aniquilado no Allianz na volta do vestiário. Não deu nem pro time do STJD respirar, ensaiar um tapetão, nada…

Mais pro fim do jogo, Gabriel Jesus – que não marcou gol, mas jogou bola pra valer hoje –  deu lugar ao Zé Roberto, que entrou pra reforçar a lateral esquerda da defesa e o Palmeiras soube conduzir o jogo até o fim sem muitas surpresas.

Com o resultado o Verdão assume por ora a segunda posição da tabela, um ponto atrás do Santa, que sapecou 4 nas Marias.

Domingo, no Morumbi, o Palmeiras precisa recuperar os pontos perdidos em Campinas. Chegou a hora de voltar a vencer no Panetonne, e infelizmente vai ser sem a nossa presença.

E o por quê? Por que o Palmeiras tem uma diretoria que é inimiga do seu torcedor, não sabe ou se faz de rogada da importância do torcedor no estádio. Vejam só os senhores que logo mais as 10h inicia a venda dos ingressos para o jogo contra o Grêmio no Pacaembu, no próximo dia 02.

Adivinhem o que fez a Nobre diretoria? Colocou o Avanti Ouro, sabidamente o plano de ST dos torcedores organizados, no longínquo Tobogã, ao invés de respeitar o tradicional espaço que sempre foi ocupado pelas Organizadas, as arquibancadas Verde e Amarela. É ou não é uma IMBECILIDADE?

Por isso que eu insisto, o Palmeiras, se Deus quiser, será campeão, apesar da sua diretoria ser inimiga do torcedor… Agora, imagina se não fosse, ninguém iria segurar… Burros!

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 FLUMINENSE 

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/horário: 25 de maio de 2016, quarta-feira, às 21h45
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC)
Assistentes: Nadine Schramm Camara Bastos e Helton Nunes (ambos de SC) 
Público/renda: 28.534 presentes / R$ 1.567.292,04
Cartão  amarelo: Thiago Martins (PAL)
Gols: Vitor Hugo, 12’/2ºT (1-0); Alecsandro, 13’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio (Moisés – intervalo); Matheus Sales e Jean; Róger Guedes, Cleiton Xavier (Alecsandro – intervalo) e Dudu; Gabriel Jesus (Zé Roberto – 34’/2ºT). Técnico: Cuquinha.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Jonathan, Gum, Henrique e Wellington Silva; Pierre, Edson (Marcos Junior – 16’/2ºT), Cícero e Gustavo Scarpa (Magno Alves – 31’/2ºT); Osvaldo (Richarlison – 16’/2ºT) e Fred. Técnico: Levir Culpi.

OS LANCES:

em breve

AVANTI PALESTRA! 


 

   

Ponte Preta 2×1 Palmeiras – BR16

Sabem porque o Palmeiras nunca foi campeão brasileiro por pontos corridos? Por causa de jogos como o de ontem.

A Ponte Preta dificilmente deixará de brigar nesse campeonato para não ser rebaixada. Qualquer time que pretenda ser campeão precisa fazer pelo menos 4 pontos contra a Ponte, o ideal mesmo seriam 6.

E aí vem o Palmeiras e perde pra maldita Ponte Preta. Esses 1 -ou 3 – pontos perdidos ontem vão fazer falta.

E o pior é que o jogo começou com o Palmeiras criando uma, duas, três chances claras de gol antes dos 10 minutos de jogo. Duas puta defesas do goleiro da Ponte – o mesmo que irá, daqui a algumas rodadas, entregar o jogo pra algum rival na disputa pela liderança – e o nosso gol não saiu.

E o Palmeiras esfriou um pouco. De diferente do jogo anterior, o time parecia muito prejudicado pela ausência de Barrios, que na última partida teve função tática importantíssima tanto no pivô como na facilitação da passagem da bola pelas pontas no ataque.

Alecsandro, o substituto, em nada correspondia o paraguaio. Praticamente não tocou na bola no ataque, e foi quem errou nas duas jogadas de gol da Ponte.

Primeiro, numa bola parada, o jogador da Ponte entrou sozinho, entre ele e o Jesus, pra fazer sem dificuldade de cabeça. Depois, numa bola enfiada pela direita, nem sei o que ele tava fazendo ali, mas foi quem deixou o jogador da Ponte cruzar pro mesmo camisa 11 fazer o segundo.

Segundo tempo o Cuca tirou os dois piores, o Alecsandro e o Mateus Salles, e voltou com Dudu e Rafael Marques. Não deu certo. Dudu, quase 60 dias sem jogar, foi burocrático, e o Rafael Marques, também não entrou no jogo com tesão.

Aos 15, Cuca tirou o Roger Guedes, também muito apagado no jogo, e colocou o Moisés. E aí, sim, o futebol do Palmeiras começou a aparecer. As chances foram aparecendo, o Palmeiras foi pressionando até que aos 39, numa bola que o zagueiro cabeceou pra trás – e, portanto, não tinha impedimento – Jesus fez o gol, mas o péssimo bandeirinha parou o lance e o pior ainda Vuaden anulou.

Aos 43, o que seria nosso gol de empate, veio num rebote de cobrança de escanteio, Moisés fez e colocou o Palmeiras de volta no jogo, mas não deu tempo de fazer o segundo.

Numa atuação bem fraca da defesa, principalmente dos laterais, o Palmeiras não conseguiu reproduzir as boas atuações que já rendiam oito jogos sem derrota. O time ainda se ressente de um centroavante de qualidade pra quando Barrios não jogar, e o Alecsandro – que até vinha bem – ontem deixou claro que nem sempre vai dar conta do recado.

E duas coisas poderiam ter feito diferença ontem: se o Cuca tivesse colocado o Moises desde o começo do segundo tempo, ao invés do inútil Rafael Marques, e se o bandeirinha não tivesse operado o Palmeiras num lance fácil, pelo menos 1 ponto estaria garantido.

Paciência, pé no chão e pra cima do Fluminense.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 4 x 0 Atlético/PR – BR16

O martírio de ficar 03 semanas sem ver o Palmeiras jogar não podia ter terminado melhor.

Nesses 20 dias pensei várias vezes em escrever aqui sobre a preparação para o Brasileiro, sobre a expectativa, mas faltou inspiração… Que graça ficar comentando jogo-treino, o dia-a-dia dos treinamentos? Pra mim não vira, quero falar só de jogo. Até porque, sem Palmeiras em campo, é como naquele samba: Longe de ti, não sei sorrir, sinto até saudades de mim…

E o adversário da estréia tinha que ser justamente o Atlético/PR. Que nos derrotou em casa aqui em agosto do ano passado, daquele 3×3 maluco do returno, com uma das piores arbitragens da história da bola. Fechamos o ano passado com 1 ponto contra esse timezinho, inaceitável.

E houve quem dissesse que o Atlético deveria ser temido, afinal, era o campeão do expressivo campeonato paranaense de futebol. E ainda teve a entrevista do Autuori, esse perdeu uma gigantesca chance de ficar em silêncio. Se fode aí troxa!

Sobre o jogo, o que se viu em campo foi um Palmeiras compactado, envolvente e, principalmente, consciente. Todo mundo sabia o que tinha que fazer, como e por onde.

 Demorou um pouco pro time encaixar, é verdade, os primeiros 10, 15 minutos foram modorrentos, mas depois o time começou a se soltar e, finalmente, depois de infinitas partidas sem um maestro desde o início, Cleiton Xavier fez chover no Parque.

Calmo, preciso, eficiente. Duas assistências diretas, e o passe milimétrico que originou a jogada do primeiro gol, só pra citar os lances mais agudos, mas não se resume a isso a atuação clássica e de gala do nosso camisa 10. Até que enfim.

Ainda pudemos ver pelo menos duas novas jogadas ensaiadas em bolas paradas, inversão do Tche Tche com Jean pela direita o jogo todo, Gabriel Jesus e Roger Guedes infiltrando na diagonal, dando uma cara nova e bem arrojada pro futebol do Palmeiras. Pelo menos pra isso serviu essa interminável eternidade sem jogo do Verde…

E o público – 33 mil pessoas – não deixou de reconhecer a entrega e a qualidade vistas em campo e aplaudiu em pé as saídas de campo de CX, Barrios e Roger Guedes (pras entradas de Moises, Alecsandro e Rafael Marques).

E ainda tem o Dudu pra voltar…

Pois é Autuori, o Palmeiras é pretensioso mesmo, toma esses 4 e pensa que clube grande não entra em torneio pra participar. Entra pra levantar a taça.

Legal, né? Agora, voltemos ao solo. Por melhor que tenha sido a estréia, goleada e tals, foi só a primeira rodada, foi só o Atlético/PR, não é motivo pra euforia nenhuma. Agora, se jogar o campeonato inteiro como hoje, aí já pode começar a preparar pra festa…

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 14/5/2016 – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Público total/Renda: 33.629 pagantes / R$ 2.078.159,34
Cartões amarelos: Barrios (PAL); Paulo André, Walter e Nikão (CAP)
Cartão vermelho: Léo (CAP)
Gols: Róger Guedes 18′ 1ºT (1-0); Gabriel Jesus 1º 2T (2-0); Thiago Martins 7′ 2ºT (3-0); Gabriel Jesus 41′ 2ºT (4-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Matheus Sales, Jean, Cleiton Xavier (Moisés 24′ 2ºT) e Róger Guedes (Rafael Marques 38′ 2ºT); Gabriel Jesus e Lucas Barrios (Alecsandro 28′ 2ºT). Técnico: Cuca

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Jadson (Hernani 14′ 2ºT), Vinícius (Pablo 13′ 2ºT), Ewandro e Nikão; Walter.Técnico: Paulo Autuori

AVANTI PALESTRA!

Lambaris 2 (3) x (2) 2 Palmeiras – Paulistão16

Eu tô aqui de cabeça erguida. Num jogo em que muita coisa deu errado, em que o Palmeiras não teve o apoio dos 700 de sempre naquele amontoado de laje, teve uma coisa que não falhou, e não falha nunca: a gigante, monstruosa CAMISA do Palmeiras.

Mas algumas coisas não têm perdão. Robinho, obrigado pelos gols no Rogério Ceni, mas ele aposentou, porque você não faz o mesmo? Gabriel Jesus, de novo, perdeu gol feito em jogo decisivo. Moleque pipoqueiro, que a Juventus leve logo esse merdinha. E Rafael Marques, nem se for o último jogador disponível, nem se tivesse marcado 5 com a bola rolando, não pode mais bater pênalti contra os Sardinhas.

Quis ainda o destino que os dois gols deles saíssem de vacilos do Matheus Salles no campo de ataque… Por melhor que seja o moleque na marcação, precisa evoluir nos demais fundamentos, principalmente do meio pra frente, perdeu duas bolas fáceis, tomamos 02 gols, não pode. Gabriel também não foi bem, e desde que voltou, ainda não mostrou a bola do ano passado. Mas os moleques seguem prestigiados.

O Cuca também demorou pra mexer, Robinho cagando até escanteio, e ainda deixou o time sem alteração por 15 minutos do segundo tempo, não dá pra entender. E os dois gols do Palmeiras saíram do banco de reservas: Cleiton inverteu pro Barrios, enfiada pra área e gol do Rafael Marques; cruzamento do Cleiton, gol de cabeça do Rafael. Porque esperar até os 15?

Enfim, não era a nossa vez, e pelo conjunto da obra na competição, sinceramente o Palmeiras não fez campanha de time campeão. Agora são três semanas até o início do Brasileirão e o único time grande que vai estar em pré-temporada nesse período é o Palmeiras. Tem que largar pesado…

Queixo apontando pro teto, SOMOS PALMEIRAS, a camisa mais pesada do Mundo! E quem gritou olé naquele vaso sanitário que alguns chamam de estádio, cagou nas calças. Respeitem o gigante de Palestra Italia! E que venha o BR16!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 São Bernardo – Paulistão16

Com 16 pontos ganhos dos últimos 18 disputados, o Palmeiras chega à semi-final do Paulistão para enfrentar os Lambaris, em jogo único, naquela banheira que eles chamam de estádio.

E a considerar o tempo que o meia dos Sardinhas, aquele cabeça amarela que mora no bolso do Matheusinho, perde pra debochar do Palmeiras em redes sociais, dá pra apostar em um jogo tenso.

Mas o nervosismo é todo deles: jogam em casa, torcida única, e com a responsa de não poder perder uma partida eliminatória pra gente.

Depois do nó que o Cuca deu no Tite, não vai ser Dorival que deve nos preocupar. Mas, treinadores à parte, o :}Lambari vai ser um adversário duro de ser batido, mas não impossível.

Basta o Cuca perceber o que está funcionando no time e o que não está: Arouca e Robinho, por exemplo, não têm vindo bem, e o último então, tá tirando a torcida do sério faz tempo. Allione é outro que não sabe o que quer da vida.

Alecsandro e Gabriel Jesus, Matheus e Gabriel, Jean na direita, Dudu, esses têm que continuar jogando sempre.

Os atacantes, cada um com 9 gols marcados esse ano, finalmente saíram da má fase da temporada anterior: Gabriel tinha marcado 7 em 2015 e Alecsandro 10. Em pouco mais de 03 meses, já mostraram muito mais serviço que o ano passado inteiro. Hoje cada um fez um.

Roger Guedes, que fez sua estréia com a camisa do Verdão, deu o passe pro segundo gol, do Jesus, e mostrou ser uma opção bem interessante pra disputar posição com o até aqui inútil Erik (aliás, como é difícil jogador do Goiás vingar aqui…). Acompanhemos.

Sobre o jogo, ainda é muito sofrível a saída de bola do Palmeiras, os zagueiros abrem demais pelas pontas pra receber a bola e invariavelmente não tem com quem jogar. O Palmeiras ainda não entendeu que os times que saem jogando com a bola no pé tem muita aproximação, sempre 02 ou 03 opções pro passe, e não esses hemisférios que separam os defensores do verde a cada nova reposição de bola…

Tem que aproveitar a semana de treino pra aprimorar e, principalmente, pra montar o time em cima do jogo do Santos, o que o Cuca já mostrou saber fazer muito bem.

Pra cima das Sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 18/4/2016 – 21h (horário de Brasília)
Árbitro: Vinícius Furlan
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira e Eduardo Vequi Marciano
Público-Renda: 30.731 pagantes. Renda: R$ 1.759.380,50
Cartões amarelos: Gabriel Jesus (PAL), João Francisco, Eduardo, Tatá e Luciano Castán (SBE)
Gols: Alecsandro 35′ 1ºT (1-0) e Gabriel Jesus 41′ 2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Gabriel 25′ 2ºT), Matheus Sales, Robinho (Dudu 14′ 2ºT) e Allione; Gabriel Jesus e Alecsandro (Róger Guedes 33′ 2ºT). Técnico: Cuca

SÃO BERNARDO: Daniel, Lucas Néwiton, João Francisco, Luciano Castán e Eduardo; Marino, Cañete e Fellipe Mateus (Tatá 15′ 2ºT); Alyson (Túlio 46′ 2ºT), Walterson e Henan (Jefferson Kanu 23′ 2ºT). Técnico: Sérgio Soares 

Palmeiras 4×0 River Plate – Libertadores16

Libertadores é um torneio que tem que ser disputado sempre. É uma frase meio batida, mas o que faltou ao Palmeiras e que acabou virando essa eliminação ainda na primeira fase do torneio, foi experiência.

Vejam os senhores que nos 03 jogos fora, empatamos 02 e perdemos 01, sendo que nos dois empates saímos na frente por duas vezes, e deixamos o resultado escapar por pura imbecilidade – um penalti infantil, uma falta boba perto da área, uma expulsão juvenil e os 03 pontos em Rosario e no Uruguai viraram 01…

Da mesma forma, um empate aqui ou lá no Uruguai contra o péssimo, eu repito, péssimo Nacional, teria fechado a conta e o Palmeiras, mesmo sem muito merecer, teria passado de fase.

A culpa disso tudo, nós todos sabemos, só não é do Cuca e da torcida. Jogadores e diretoria respondem por essa mancha na história do Palmeiras.

Emblematicamente, quis o destino que a despedida do Palmeiras do torneio continental marcasse justamente o retorno do meia de ofício que, desde agosto, não tínhamos à disposição.

Jogamos 08 meses sem um jogador sequer no elenco na posição que é, na maior parte dos casos, a mais importante do time do meio pra frente. Herança nefasta deixada nessa camisa 10 que, quem sabe agora, tenha finalmente se livrado da mandinga chilena que a assombrava.

E não vai dar tempo nem de achar ruim essa eliminação porque, do jeito que as coisas ficaram na semana passada, já era de se esperar que isso acontecesse. E, segunda-feira tem outro jogo decisivo, esse sim que o Palmeiras não pode nem sonhar com qualquer outra situação que não seja avançar no Paulista.

AVANTI PALESTRA! 

Mogi 1×2 Palmeiras – Paulistão 16

Post atrasado do jogo de ontem. Foi mal…

Ganhamos, passamos de fase e rebaixamos o Mogi, todas as obrigações foram cumpridas.

Mais um pênalti besta cometido, o terceiro seguido. Precisa ver isso ai. 

E o juiz, o que sobrou de vontade pra marcar contra, faltou pra marcar a favor: teve mão de zagueiro, jogador nosso derrubado dentro da área, nada bastou pro apitador apontar pra cal na área do Mogi. Precisa ver isso aí também. 

Agora pegamos o São Bernardo em casa, segunda-feira, 21hs. E não vai ser moleza nenhuma.

Antes disso, teremos 180 minutos, 90 no Allianz e 90 em Montevideu, que valem nossa vida na Liberta. Um ouvido no Uruguai, olhos e pulmões a todo vapor no Parque, e com a fé em San Gennaro, prevaleceremos.

AVANTI PALESTRA!

Rosario Central 3x3Palmeiras – Libertadores16

Eu tenho nojo da transmissão do Sbostv… Deus ilumine o Palmeiras pra fechar com o Esporte Interativo e que mande esses mentecaptos como os que participaram da transmissão do jogo do Palmeiras hoje pra puta que pariu!

E dizem que o Noriega é palmeirense… Porra nenhuma, palmeirense somos nós, esse cara tem ódio do Palmeiras. Tô cansado de cara que nunca chutou uma bola na vida cagando regra sobre futebol… Enquanto escrevo ouço um comentarista da mesma Sbostv falando que não entende qual a diferença de performance de um time dentro e fora de casa… Dá pra argumentar com um asno desses?

Sobre o jogo, o resultado manteve o Palmeiras vivo na Libertadores, mas respirando por aparelhos e dependendo de uma vitória por pelo menos 02 gols contra o River, e que Nacional e Rosario não termine em empate. O que torna as coisas ainda mais difíceis, porque a chance de que o último jogo dos uruguaios e argentinos seja um jogo de comadre é gigante… mAS gigante mesmo é o Palmeiras, então fé em San Gennaro e pra cima deles!

E o que tinha tudo pra ser só alegria pro palmeirense hoje, se tornou um dos jogos mais dramáticos dos últimos tempos: com cinco minutos já ganhávamos por 1×0, aos 34 o jogo estava empatado e aos 42 estávamos à frente do placar de novo.

02 gols do Jesus prometiam uma atuação pra ser inesquecível, mais aí veio o segundo tempo. Porque no primeiro,  ele já tinha perdido a chance de marcar logo no lance de inauguração do jogo.

Já na primeira oportunidade no segundo tempo e quase chance do Palmeiras matar o jogo: Jesus mandou na trave…

O Palmeiras já tinha tomado um gol de uma falta desviada na cagada, que foi parar dentro da rede. Outra bola parada e numa jogada ensaiada, Rosario empatou de novo, e chegou a virada com um penalti besta do Vitor Hugo, que já tinha cagado no lance anterior quando foi tira a bola da nossa área e deu um chutinho tímido… 3×2 pros caras.

Ainda acertamos uma cabeçada na trave antes de, em outra cobrança de falta, e já com um a menos – Jesus, do Céu ao Inferno, foi ridiculamente expulso aos 27 – chegarmos ao empate com Lucas Barrios, um tantinho impedido, igualar novamente a partida.

Dalí até o fim, o sufoco foi constante até o apito final, que veio como uma sinfonia pra dar um suspiro de esperança, por menor que seja – e é tudo que o palmeirense precisa – pra gente prosseguir tendo chances de classificação na última rodada.

De negativo, só a péssima atuação do Robinho, mais uma. A cada dia que passa, ele fica mais distante do mínimo aceitável pra usar a nossa camisa. Tá longe de ser o meia que tanto falta nesse elenco.

Que na próxima quinta, o Palmeiras ressurja imponente e que seja como todo nós queremos IMENSO!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Gambá – Paulistão16

Cuca dizia logo após a derrota pro Água Santa que preferia que o próximo jogo fosse o clássico, e não contra o Rio Claro. E o repórter perguntou: – mas contra o melhor time do campeonato? ao que ele respondeu – clássico é diferente.

E foi mesmo. O Gambá, tão badalado pela imprensa como se fosse uma máquina de jogar bola, mais uma vez, se comportou como o time pequeno que é. Basta analisar que não fosse o lance capital que decidiu a sorte do jogo, Prass teria saído de campo com o uniforme limpo.

Cuca repetiu, naquilo que pôde, a escalação de quinta-feira, com Prass; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca, Zé Roberto e Robinho; Gabriel Jesus e Alecsandro. De diferente do time que venceu o Rio Claro, tinha Gabriel no Matheus Salles e Zé no Barrios. Foi justamente essa última mexida que fez a diferença tática, Cuca povoou o lado esquerdo do Palmeiras, e matou o jogo pelo melhor lado do Gambá. 

E não há um jogador sequer que não tenha entrado em campo do jeito que a torcida quer ver sempre, com ódio do adversário, com sangue nos olhos, disputando cada dividida como se fosse a última da carreira. O resultado é que todos os jogadores que estavam devendo uma atuação decente jogaram partidas mais que respeitáveis: Egídio, Arouca, Zé Roberto e Jean são exemplos de clara evolução no jogo deste domingo, Gabriel Jesus e Alecsandro também.

Sim, fizemos um penalti infantil e, acreditem se quiser, foi penalti mesmo, ao contrário daquelas palhaçadas que só é penalti pro Gambá, dessa vez não teve o que discutir: o erro começou pela esquerda da defesa, depois de um desarme bem feito, Gabriel quis dar uma bola de calcanhar, entregou de mão beijada pro Gambá e na sequência do lance Thiago Martins chegou atrasado e cometeu a falta dentro da área.

Mas, àquela altura do jogo, só um time buscava a vitória, e não era o Gambá: logo no começo do segundo tempo, em excelente jogada do Jesus, Alecsandro arrematou de primeira quase dentro da pequena área, e Cassio fez uma defesa monstruosa. E o jogo seguia com o Palmeiras querendo ganhar, o Gambá encurralado cozinhando o jogo, até aquele pênalti totalmente fora do contexto da partida.

Foi o tal do Lucca pra bola, mas esqueceu que debaixo da trave tinha um ET, um cara que embora a Ciência não explique, está se tornando um dos maiores mitos a vestir a camisa 1 palmeirense. Eu, pra variar, não olhei a cobrança, sempre de frente pro gramado, mas cabeça pra baixo, olhos fechados e o santinho que levo no peito na mão direita, as duas mãos fechadas em frente ao rosto.

É uma sensação inexplicável não ver uma cobrança de penalti contra o seu time de dentro do campo: o som da torcida vaiando e pressionando até o segundo final, aquele silêncio momentâneo de milésimos de segundo que parecem durar dias até a explosão da torcida confirmando que o Prass tinha operado mais um milagre… Que sensação incrível!

Quis San Gennaro que nosso gol saísse quase na sequência, numa cobrança de falta de Egídio, que o Zé cabeceou pra cima meio sem sentido, mas que a bola foi achar o Dudu, justo o menor jogador do Verdão, NA MESMA LINHA, vencer de cabeça o abobado que veste a 12 do Gambá – aliás, todas as 12 deveriam ser aposentadas no futebol, não apenas no Palmeiras, porque jamais haverá outro 12 igual a São Marcos di Palestra Italia – 1×0 justíssimo!

Que teria sido 2, se o Gabriel Jesus, este sim em posição de impedimento, não tivesse desviado numa bola de Dudu que provavelmente teria entrado sozinha, mas não dá pra ter absoluta certeza… Enfim, se fosse 0,1 a 0, já ia estar perfeito.

O Palmeiras fez o que tinha que ter feito, e reencontrou a confiança justamente pra disputar a primeira final do ano: contra o Rosario, quarta, vale vida ou morte na Libertadores. Se o Palmeiras não ganhar, muito provavelmente dará adeus ao torneio continental.

Com nem 2o dias no comando do Palmeiras, Cuca já conseguiu fazer o que parecia ser impossível: fez aquele amontoado de jogador voltar a parecer um time de futebol de verdade. Muito precisa ser melhorado, inclusive de fora pra dentro, com a vinda de novos reforços para as posições que sabemos serem deficitárias, mas ao menos o palmeirense já consegue ter de volta a esperança.

E pra encerrar, é claro que não podia faltar um efusivo CHUPA GAMBÁÁÁÁÁ! Crise? Chama os Gambás que passa AHAHAHAAHAH

Pra cima do Rosario!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 CORINTHIANS

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 3/4/2016 – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e Anderson Jose de M. Coelho
Público/Renda: 21.219 pagantes / R$ 644.765,00
Cartões amarelos: Gabriel Jesus, Arouca, Egídio e Alecsandro (PAL), Lucca, Felipe e Giovanni Augusto (COR)
Gols: Dudu 32′ 2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Lucas 27′ 2ºT), Gabriel (Thiago Santos 38′ 2ºT), Robinho (Dudu 16′ 2ºT) e Zé Roberto; Gabriel Jesus e Alecsandro. Técnico: Cuca

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Yago, Felipe e Uendel; Bruno Henrique, Elias (Maycon 8′ 2ºT), Giovanni Augusto, Guilherme (Romero 12′ 2ºT) e Lucca (Danilo 37′ 2ºT); André. Técnico: Tite

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