Goias 1×0 Palmeiras – BR15

É por perder 6 pontos prum time ridículo como o Goiás que o Palmeiras não irá ser campeão.

Sobre o primeiro jogo tudo o que precisava ser dito já foi.

Sobre hoje, além das diversas chances de gol perdidas, ainda contou-se com toda a patifaria da arbitragem pro resultado negativo. Um gol mal anulado, um penalti escandaloso não marcado, e um primeiro tempo que podia ter encerrado 2×0 e o caixão do Goiás lacrado, terminou empatado sem gols.

Até aí, normal, em se tratando de Palmeiras.

Mas esperar o que de uma diretoria que quer sempre ser a virgem no puteiro?

O Palmeiras, que em todo o campeonato não teve NENHUM penalti marcado a favor, que teve vários lances duvidosos marcados sempre contra a gente, teve a PACHORRA de emitir uma NOTA OFICIAL repudiando a PRESSÃO que a arbitragem sofria dos rivais…

Pois é… só que enquanto o rival vai somando pontos e mais pontos com erros de arbitragem a favor, disparando na liderança do campeonato, nós vamos deixando pontos e mais pontos pra trás graças a erros bizarros como os cometidos hoje por esse senhor que vai de nome Sérgio Barison…

Aí dá pra criticar jogador, treinador e o caralho? Não dá, né?

Então boa noite.

Parabéns diretoria juvenil do caralho! Não vai ser campeão nunca assim.

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 3×2 Joinville – BR15

Tá virando especialidade: o Palmeiras começa o jogo muito bem, abre o placar com menos de 5 minutos e depois o time entra em pane.

Foi assim contra o Flamengo e contra o Galo. E foi de novo hoje, contra o modesto Joinville. Com 20 minutos tava 2×0 pro Palmeiras, com 26, 2×2. Inadmissível. Um time que quer disputar títulos não pode oscilar tanto assim dentro do mesmo jogo.

Egidio segue muito mal tecnicamente, principalmente na defesa. E hoje ele teve a colaboração do Vitor Ramos: ambos tiveram participação bizarra nos gols do Joinville. A zaga do Palmeiras, no geral, segue sendo uma peneira: são 02 gols sofridos por jogo nas últimas 5 rodadas. Coincidência ou não, são os cinco jogos que jogamos sem o Gabriel à frente da zaga…

O Marcelo podia até ter poupado o Egídio e deixado ele no vestiário no intervalo, mas preferiu fazer  o palmeirense passar nervoso mais 12 minutos, e aí não teve jeito, a vaia imperou…

Barrios parecia que estava mais encaixado no jogo, auxiliando na marcação mais do que de costume, mas foi só uma impressão mesmo. Mais um que irritou o palmeirense.

Já o Jesus, esse parece que desencantou de vez mesmo, fez 02 gols de novo, salvou o Palmeiras de um vexame absurdo e até ganhou música exclusiva da torcida: Gloria, Gloria, Aleluia, é Gabriel Jesus!

Zé Roberto é outro que não sai mais desse time, jogou demais. Dudu crescendo muito também, mais uma assistência e deixou o dele também. E o Thiago Santos, que entrou no lugar do Jesus, deixou uma impressão muito boa.

Com os resultados da rodada, mais precisamente com a derrota do Fluminense pro Galo, voltamos pro G4 e tiramos 02 pontos do Gremio, que só empatou com o Coritiba. Estamos a 4 dos gaúchos, 8 do Galo e 12 dos imundos. E domingo temos eles pela frente. Mas antes tem que atropelar o Goiás fora de casa,

Mas a Gambazada já pode começar a tremer, porque só Deus perdoa, O Jesus, não!

PS: que camisa feia do caralho!? E a de goleiro então? Essa Adidas e quem aprova isso no Palmeiras, tão de sacanagem…

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 3 X 2 JOINVILLE

Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data/horário: 30/8 – 16h
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Kléber Lúcio Gil (SC)
Renda/público: R$ 1.963.993,75 / 28.907 pagantes
Cartões amarelos: Naldo, Mário Sérgio, Fabrício (Joinville)
Gols: Gabriel Jesus, 1’/1ºT (1-0); Dudu, 23’/1ºT (2-0); Marcelinho Paraíba, 26’/1ºT (2-1); Marcelinho Paraíba, 27’/1ºT (2-2); Gabriel Jesus, 22’/2ºT (2-2)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Victor Ramos, Vitor Hugo e Egídio (Rafael Marques – 8’/2ºT); Amaral e Robinho; Zé Roberto, Dudu, Gabriel Jesus (Thiago Santos – 27’/2ºT) e Lucas Barrios (Alecsandro – intervalo). Ténico: Marcelo Oliveira.

JOINVILLE: Agenor; Mario Sérgio, Bruno Aguiar, Guti e Diego; Anselmo (Fabrício – 40’/1ºT), Naldo e Kadu (Kempes – 28’/2ºT); William Popp (Silvinho – 20’/2ºT), Marcelinho Paraíba e Edigar Junio. Técnico: PC Gusmão.

Cruzeiro 2×3 Palmeiras – BR15

E o Palmeiras atropelou o Cruzeiro, como devia ter acontecido no jogo de domingo retrasado, contra esse mesmo (fraco) adversário.

O Palmeiras já tinha merecido melhor sorte contra o Galo no fim de semana pelo BR, principalmente pelo segundo tempo, mas a bola teimava em não entrar.

Hoje, com 30 minutos o jogo estava definido.

Num dia em que Gabriel Jesus finalmente mostrou o porque o palmeirense confia tanto no seu futebol, com uma assistência pro Barrios e dois gols, o Verdão abriu 3×0, além do moleque ter cavado a expulsão do zagueiro Bruno Rodrigo, isso tudo ainda no primeiro tempo.

Depois o Palmeiras se acomodou e passou a jogar com o regulamento embaixo do braço (podia perder de 4×3), acabou tomando dois gols, um de penalti (que dessa vez foi), embora, é óbvio, o juiz deixou de marcar um penalti absurdo no Barrios ainda no primeiro tempo.

O importante é que o Palmeiras fez valer a vantagem conquistada em casa e não tomou conhecimento do Cruzeiro. Foi mais time o jogo inteiro. Que seja assim no domingo, contra o Joinville, que será um jogo bem difícil, pelo que a equipe catarinense evoluiu nas últimas rodadas.

E lá em Itaquera, nosso rival segue 100% em mata-mata: 03 disputas, três eliminações no estádio do Governo Federal. Que dó da formiguinha… ahahahahahah

AVANTI PALESTRA! 

Atlético/MG 2×1 Palmeiras – BR15

Era uma missão dãifícil vencer do Galo fora de casa. A merda mesmo foi não ter ganho dos reservas do time mineiro no primeiro turno, mas enfim…

O que já era complicado, piorou com a ausência de Cleiton Xavier, que pela terceira vez desde que chegou sente uma lesão muscular e, pelo que dizem, agora só volta em outubro. Novidade? Pra mim, não…

Marcelo optou por escalar Andrei e Amaral, e não podendo contar com Robinho os 90 minutos, optou pelo Zé na meia, tendo escolhido Alecsandro na frente (pra mim o único erro da escalação), num jogo em que Cristaldo e Leandro Pereira pareciam muito mais aproveitáveis.

E logo com 4 minutos, o Palmeiras abriu o placar com Andrei, nem  dava pra acreditar… e era mesmo bom demais pra ser verdade.

Em mais uma partida ridícula do Egidio, sempre nas costas dele, tivemos os dois lances que definiriam o jogo. Primeiro, um lance de profundidade em que o Egidio não fechou a lateral e o Zé conseguiu cortar o cruzamento só parcialmente, Jackson e Prass erraram e Pratto empatou.

Depois, de novo pela esquerda, num lance em que só se marca pênalti quando é contra o Palmeiras (pra mim foi uma trombada de disputa de bola absolutamente normal), o Atlético chegou ao gol da vitória. Nem vou perder mais meu tempo falando disso, mas anota aí, sem bastidores não tem taça. FIM

Pro segundo tempo o Palmeiras veio com o ZR na lateral e o Robinho no lugar do péssimo Egídio. Mais 10 minutos, Marcelo mandou Gabriel Jesus no lugar do Andrei e recuou o Rafael Marques pra ajudar o Zé Roberto pela esquerda.

Parecia um suicídio, mas deu resultado, o Palmeiras conseguiu melhorar o volume de jogo e criou diversas chances de marcar, a primeira delas com Alecsandro, depois duas seguidas com o Barrios, que entrou no lugar do primeiro, teve chance do Dudu, do Gabriel, teve duas bolas tiradas embaixo da linha por um tranqueira como Edcarlos, enfim, o Palmeiras podia jogar até quarta-feira, que a porra da bola não ia entrar.

Honestamente, minha expectativa pro jogo de hoje era muito menor. Eu tinha jogado a toalha. Perdemos 03 titulares e os reservas, principalmente os volantes, não me inspiravam confiança nenhuma. Achei que o Galo ia massacrar a gente…

Apesar da derrota, fiquei com uma impressão boa do Palmeiras, principalmente pelo segundo tempo. Zé Roberto não pode ser reserva num time que tem Egidio jogando essa bolinha. O jogo contra o Flamengo mostrou o quanto o Palmeiras cresceu com o Zé em campo (a gente vinha de três derrotas), e o Marcelo, se ainda tinha alguma dúvida disso, hoje sai com essa certeza. A única coisa que o Marcelo tem que fazer pra ontem é colocar o Leandro Pereira de volta como titular. Até agora ninguém sabe porque ele saiu…

Agora são 12 pontos de distância pro Gambá, ao mesmo tempo em que é muito difícil, não é impossível, e nada melhor do que o Derby pra iniciar essa escalada. Antes, tem que eliminar o Cruzeiro na Copa do BR atropelar o Joinville em casa. Nem dá tempo pra reclamar… 

Pra cima Palmeiras!

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 2×1 Cruzeiro – Copa Br15

Foi um jogo difícil. Os números comprovam que o Palmeiras não foi muito bem.

Até os 10 do segundo tempo, eram 02 chutes a gol do Palmeiras contra 11 do Cruzeiro.

Tudo bem que o jogo ia muito bem administrado, com o gol marcado aos 07, depois de uma assistência monstra do Barrios pro CX, até que mais uma vez uma lesão muscular veio deixar o palmeirense em pânico: justo o Arouca, o outro volante titular do elenco, saiu com suspeita de lesão muscular. Puta que pariu, que zica…

Marcelo optou por deixar o 4-4-2 clássico escolhido pro jogo de lado – até porque não tinha outro segundo volante no banco – e mandou Rafael Marques pro usual 4-1-4-1. Decisão certa, mas parecia não funcionar. Foram raros os contra-ataques que o Palmeiras conseguiu encaixar no primeiro tempo, os jogadores que estavam encarregados de iniciar os contragolpes não acertavam uma, mas o Cruzeiro também não chegava com muito perigo.

Ai veio o segundo tempo e logo aos 04, numa saída de bola errada do VH, o Jackson ficou marcando o Damião como se fosse um jogador qualquer, deu espaço, aí o cara chutou forte, e o Prass não foi muito bem. 1×1.

Cristaldo entrou no lugar do Barrios e o time melhorou, embora Marcelo Henrique Lima, sempre ele, tenha marcado tudo que ele pôde e não pôde contra o Churry. Não deixou passar uma…

Num lance de falta em que a ordem do treinador era que o Andrei Girotto desse mais um daqueles chutes ridículos direto pro gol, coube ao CX botar ordem na casa e mandar ele sair da bola. CX bateu alçada na área, ganhamos um lateral e, na cobrança, bola rebatida pro Dudu, cruzamento certeiro pro Rafael Marques fazer o gol da vitória.

Pouco depois, o Cristaldo recebeu uma bola sozinho na área, mas o bandeirinha entrou na onda do juiz e, se é contra o Churry, marca. Impedimento inexistente e tome mais uma bucha da arbitragem em lance claro de gol pro Palmeiras. Mas dizer o que se preferem divulgar até Nota Oficial pra elogiar justo a arbitragem que tanto fode o Palmeiras, nunca comentamos a escala de apitadores como o de hoje, que nunca vai bem jogos do Palmeiras… Pra mim tem que reclamar SEMPRE. Assim o cara pega um gancho e depois pensa duas vezes antes de apitar frouxo jogo nosso. Mas isso é, bom, opinativo, né? 

Por falar em arbitragem, vejam como são as coisas: em pelo menos dois lances claros, deu pra ver que a orientação passada pros jogadores do Cruzeiro em bolas alçadas no segundo pau, era pra tentar cabecear a bola na mão do zagueiro – um lance do Marquinhos no primeiro tempo e outro do Damião, na etapa final. É, o Luxa não perde tempo em tentar ser malandrão, mas não colou, então chupa mané e põe gelo nesse dedinho!

Entre os destaques do time, CX comeu a bola enquanto aguentou. Já ficou claro que quarta e domingo não vira pra ele. Hoje Felype Gabriel esteve no banco à disposição, mas com um jogador tendo que ser substituído mais uma vez por lesão, não era hora pra inventar mesmo, e a entrada do Amaral foi suficiente pra segurar o resultado. Andrei mostrou alguma evolução ao mesmo tempo que tem ainda alguma insegurança.

Do lado negativo, Egidio fez uma das piores partidas com a camisa do Palmeiras. Fraco no apoio, na marcação, nas malditas cobranças de escanteio, péssimo. Jakcson dormiu no gol dos Marias e o Barrios, ao mesmo passo que demonstrou uma qualidade ímpar na assistência pro gol do CX, deixa claro que não consegue se adaptar ao esquema tático, especialmente o defensivo, do treinador.

Quero entender a saída do Leandro Pereira do time, porque pelo mostrado pelo Barrios hoje, ela é injustificável. A opção técnica do Marcelo até agora não me convenceu nem mesmo pela desculpa do “ganhar ritmo”, como não colou também pra boa parte dos palmeirenses que frequentam os jogos com o Maluco, e que se auto-intitulam Os Imbecis. ahahah que nominho pra inspirar confiança, mas enfim não fui eu que batizei os imbecis então segue o jogo…

Pra finalizar, a diretoria do Palmeiras segue sem fazer a lição de casa. 24 mil pessoas hoje, contra os 38 mil de domingo. 60% de ocupação hoje contra 90% do jogo contra os Mulambos… E isso porque era um mata-mata, contra um time grande, mas ao mesmo tempo, 3 dias depois do jogo – apesar da goelada – em que o ticket médio de R$ 77,00 furou o bolso da palestrinidade… Não tem mágica, presidente, o palmeirense num guenta pagar tão caro pra acompanhar o time. E olha que hoje o ticket médio foi de R$ 65,00, ou seja, os ingressos mais baratos foram possivelmente esgotados, enquanto que os setores que ainda seguem absurdamente caros – As Centrais – ficaram vazios.

Um pacote que tivesse oferecido os ingressos de domingo e quarta a preços promocionais, por exemplo, podia ter solucionado a lotação do estádio hoje que, aliás, em termos de momento de cada competição, era muito mais importante hoje do que domingo.

Mas sei lá, eu sou só mais um imbecil frequentador das arquibancadas, não tenho formação nenhuma pra falar dessas coisas. Os senhores, doutores e PhDs em modelos de mercado e uiscambau que expliquem pro seu investidor – nós, os porcos desinformados – como a ocupação pode oscilar tanto, ainda mais num jogo decisivo. Com a palavra, os sábios. Mas se quiserem a resposta, eu digo: PORQUE TÁ CARO PRA CARALHO!!!!

Domingo vai ser jogo pra judiar do coração do palmeirense. Mas não há de ser nada com o Arouca, #ajudanoix San Gennaro!

AVANTI PALESTRA:

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 CRUZEIRO

Data/Horário: 19 de agosto de 2014, às 22h
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Rafael da Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: Zé Roberto (PAL) e Fabrício (CRU)
Publico e renda: 24.889 pagantes/R$ 1.621.115
Gols: Cleiton Xavier, 8’1ºT (1-0); Leandro Damião, 4’2ºT (1-1); Rafael Marques, 17’2ºT (2-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Jackson, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Rafael Marques 25’1ºT), Andrei Girotto, Zé Roberto, Cleiton Xavier (Amaral 33’2ºT), Dudu; Lucas Barrios (Cristaldo 14’2ºT).
Técnico: Marcelo Oliveira

CRUZEIRO: Fábio; Mayke, Manoel, Paulo André e Mena; Chales (Ariel Cabral 26’2ºT), Fabrício e Henrique; Marquinhos (Vinícius Araújo 21’2ºT), Leandro Damião e Alisson (Arrascaeta 33’2ºT).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo 

Palmeiras 4×2 Flamengo – BR15

E finalmente voltamos a vencer, depois de três rodadas desastrosas. Curiosamente, são justamente 9 pontos e três vitórias que nos separam dos Gambás, que fecham o turno na liderança, graças, é claro, ao caminhão de pontos ganhos no apito e, como hoje, na mais pura cagada…

Com a vitória do Fluminense e o empate do Sport, ficamos em 5º lugar. Temos 19 rodadas pela frente pra melhorar essa posição e, quem sabe, brigar por alguma coisa nesse campeonato.

O jogo de hoje parecia que ia ser fácil, com o Palmeiras abrindo o placar logo aos 5 minutos, escanteio do ZR e cabeçada fulminante do Jackson. 

Podia até ter aberto 2×0 aos 21, com uma cabeçada também, do Rafael Marques, que foi pra fora por muito pouco.

Mas com um meio armado com Andrei, Arouca e Robinho, o Palmeiras não conseguia criar jogadas de contra-ataque e a bola não ficava no nosso pé. O primeiro tempo acabou com o Palmeiras com 25% de posse, muito pouco. 

Na volta do intervalo, Cristovão sacou o volante Jonas e colocou o meia Ederson, que precisou de 9 minutos pra marcar duas vezes e virar o jogo pros caras. 

Mas o Marcelo agiu rápido e colocou Cleiton Xavier no lugar do inoperante Robinho, que pra nossa surpresa, finalmente mostrou alguma inspiração com a nossa camisa: primeira bola e ele fez de cabeça o gol de empate. 

Pouco depois, em jogada incrível do ZR e um pivô de almanaque do Alecsandro, Dudu entrou livre pra revirar o jogo pra gente, 3×2. 

A essa altura a arquibancada pegou fogo e o Flamengo acusou a marretada. Mais alguns minutos e Alecsandro também desencantou e deixou o dele, lacrando o caixão dos mulambos.

Longe de ser a alternativa ideal pro Gabriel, Andrei foi, pelo menos, o que melhor funcionou até aqui. Essa mudança, a entrada do ZR na esquerda e do Jackson no lugar do fraquíssimo Leandro Almeida é que foram determinantes pro resultado positivo hoje. 

Victor Hugo, Zé Roberto e Dudu foram os melhores em campo, num jogo em que o melhor mesmo foi o conjunto. Ainda falta um pouco de experiência pra esse time saber valorizar o resultado, segurar mais a bola e fazer o relógio andar. 

Mas com o futebol visto hoje dá até pra pensar que as últimas três rodadas foram meros acidentes de percurso em que o Palmeiras ainda estava tentando descobrir como superar a ausência do Gabriel que, afinal, segue sendo insubstituível, mas pelo menos hoje fez um pouco menos de falta.

Outra lição que eu tirei hoje é que Robinho e Cleiton Xavier não podem jogar juntos. Recuar um dos dois pra jogar ao lado do Arouca foi o que nos custou as derrotas em Minas e em Curitiba. Que o Marcelo tenha entendido isso também. 

Quarta-feira vamos mais uma vez lotar o Allianz Parque e trucidar as Marias, como devia ter acontecido na semana passada. 

Pra cima Palmeiras!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 2 FLAMENGO

Data/Horário: 16 de agosto de 2015, às 11h

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)

Assistentes: Fabio Pereira (TO) e Bruno Boschilia (PR)

Renda e público: R$ 2.908.585,00 / 37.739 pagantes

Cartões amarelos: Lucas e Lucas Taylor (PAL); Jonas e Jorge (FLA)

Gols: Jackson, 5’/1ºT (1-0); Ederson, 6’/2ºT (1-1); Ederson, 11’/2ºT (1-2); Samir (contra), 13’/2ºT (2-2); Dudu, 20’/2ºT (3-2) e Alecsandro, 26’/2ºT (4-2)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Lucas Taylor, Intervalo), Vitor Hugo, Jackson e Zé Roberto; Arouca e Andrei Girotto; Rafael Marques, Robinho (Cleiton Xavier, 12’/2ºT) Dudu; Alecsandro (Kelvin, 36’/2ºT).

Técnico: Marcelo de Oliveira.

FLAMENGO: César; Pará, César Martins, Samir (Marcelo, 30’/2ºT) e Jorge; Márcio Araújo, Jonas (Ederson, Intervalo), Éverton e Alan Patrick; Emerson e Guerrero.

Técnico: Cristóvão Borges.

Coritiba 2×1 Palmeiras – BR15

E caminhamos a passos largos pra porra nenhuma. De 9 pontos “garantidos”, contra A/PR, Cruzeiro e o lanterna Coritiba, somamos 0. ZE-RO.

Me digam os estatísticos, qual foi o último campeão brasileiro que perdeu 03 seguidas? Nenhum? Ah tá. Então já podemos parar de delirar, certo?

Podemos terminar a 11 pontos do lider e sei-lá-quantas vitórias atrás. Já pode jogar a toalha. Se conseguir vaga na Libertadores, será um milagre.

E o porque disso? Simples, o Palmeiras não tem um jogador daqueles FODÃO, o cara que chama a responsa pra si e resolve a parada quando tá osso.

E não tem um dez pra ser reserva, não tem um cara que substitua o Gabriel a altura, e não tem na frente um cara que ponha terror no adversário. Tudo isso faz falta, e afasta o Palmeiras de qualquer chance de brigar por título e até mesmo por uma vaga na Libertadores.

Entramos em campo contra o lanterna, podendo terminar o jogo na terceira colocação, mas saímos com a terceira naba seguida e a possibilidade de terminar a rodada em oitavo. É vergonhoso.

Que isso sirva de lição pra quem insiste em endeusar a administração do clube, pra que abram o olho e entendam que, ao mesmo passo que esse time ainda não ganhou absolutamente PORRA NENHUMA, ainda somos os torcedores mais explorados e desrespeitados do Brasil, pagando uma fortuna de ingresso pra ver um time longe de estar à altura da nossa camisa.

Reflitam se é isso mesmo que querem pro Palmeiras: time meia boca e ingresso mais caro do País. Pra mim  não serve.

AVANTI PALESTRA! 

Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras – BR 15

E o Palmeiras conseguiu entrar em campo podendo assumir a terceira posição no campeonato e vai fechar a rodada em sétimo.

Se alguém achava que o time tinha elenco pra suprir a falta do Gabriel até o fim do ano, hoje deve ter sido um dia bem sofrido. 

No primeiro tempo, Amaral mostrou porque a torcida do Goiás não sente nenhuma falta dele. E no segundo, Cleiton Xavier deu um seminário pra quem ainda não entendeu que repatriar ex-jogador é, na maior parte das vezes, uma roubada interminável.

Ah, tem mais uma coisa, quem acha que time pra ser campeão não precisa de bastidores também teve uma bela lição hoje, fomos jantados pelo bandeirinha e não tem ninguém pra aparecer com o dedo na cara do safado, ninguém fala nada… ai azeda o pé do frango…

Era a rodada perfeita pra entrar na briga pelo título, pra se consolidar de vez como um candidato ao G4, mas o Palmeiras fraquejou.

A verdade é essa. Faltou perna, faltou bola e, sobretudo, faltou elenco. Não conseguimos ganhar dum time manjado e meia boca como o Cruzeiro. E ainda termos esses bostas pela frente na Copa do Brasil…

Quarta-feira, contra o Coritiba, é jogo de vida ou morte. Com Gambá x Sport e Galo x Gremio, e Paranaense e Fluminense jogando fora. o Palmeiras tem boas chances de, vejam só, assumir a terceira posição do campeonato de novo, e qualquer coisa que não seja uma vitória maíuscula será o fim de qualquer chance de algo diferente pra esse 2015.

Duas derrotas seguidas é o limite, tá mais que na hora de reagir, Palmeiras.

AVANTI PALESTRA!   

Notícia de Ontem

Não podiam ser mais melancólicos e deploráveis os dias finais de Jorge Toro Valdivia na Sociedade Esportiva Palmeiras.

Tamanho é o mal-estar que o chileno, que nunca se dispôs a atender a mídia de acordo com o que a liturgia que a camisa 10 do PALMEIRAS exigia, apareceu em nada menos do que TODOS os programas esportivos possíveis (Bola da Vez, Jogo Aberto, Globo Esporte), basicamente em todos os canais esportivos onde acumulou desafetos durante sua lamentável segunda passagem pelo Palmeiras e, para que?

Para tentar explicar o porque – segundo sua ótica deturpada das coisas – ele foi “injustiçado” na não renovação do seu contrato.

Antes de mais nada, UM MINUTO DE APLAUSOS EM PÉ para Paulo Nobre e Alexandre Mattos, por terem se livrado dessa renovação de contrato, que seria um desastre em todos os aspectos imagináveis.

A verdade é que o retorno do Valdivia, de uma esperança de tempos melhores, acabou se tornando um marco de má gestão e desperdício dos recursos do clube que tanto nos vitimaram nos últimos 15 anos. Valdívia é o símbolo maior de que um investimento populista, “custe ele o que custar”, não tem mais lugar no futebol do Século XXI.

Não imagino um palmeirense que, 05 anos atrás, não tenha pensado “agora vai” quando, de uma só vez, em meio à Copa do Mundo da África, o Palmeiras repatriou o chileno, o Judas e o Bigode. E deu no que deu (apesar da Copa do BR 2012)…

Felipão e Kleber saíram no meio do caminho, mas Valdívia não, ele seguiu até o fim. Até a última gota do nosso sangue. Da nossa paciência. Até o último segundo do último minuto de contrato. Até o último centavo.

E agora, depois de ter participado de menos da metade das partidas para as quais lhe foi pago 100% do polpudo salário, eis que o cara se sente no direito de ir em todos os programas de TV pagar de injustiçado. Pois é…

Primeiro que eu, advogado que sou, tendo participado de diversos acordos e negociações, NUNCA vi uma parte fazer uma oferta (neste caso o Palmeiras) e a outra simplesmente, como se estivesse do alto de um pedestal, responder com um: NÃO, ME FAÇA OUTRA PROPOSTA.

Na minha experiência funciona assim: A quer pagar 40, B quer receber 100. A oferece 10, B pede 90, e assim por diante segue um tomá-lá-dá-cá até que se chegue a um número que estejam ambos de acordo. Mas se A oferece 10 e B fala – NÃO, quero outra proposta, acabou a conversa. E quem fechou as portas foi B.

Então, não foi a Diretoria que não quis o Valdívia, foi ele que não se dispôs a sequer fazer uma contraproposta ao que lhe foi oferecido, o que, aliás, seria muito próximo dos vencimentos atuais, bastando para isso ele estar em campo. Contrato que, inclusive, vale pra quase todo o elenco, ao menos pra todos que chegaram nesses últimos anos e sob o novo modelo de gestão.

E, tem mais, até Flamengo e Cruzeiro virem a público e confirmarem que fizeram proposta oficial para contratar o chileno, pra mim é tudo conversa. E também é conversa essa história de que no Brasil só joga no Palmeiras, porque jogador tem que ser profissional, não tem que pagar de torcedor.

E o cara quando merece ser idolatrado, pode até ter cagado de vestir as cores do rival, que será perdoado. Sampaio e Edmundo vestiram o pano de chão do gambá, Evair posou com o baby doll dos bambis, e nem por isso são menos ídolos do palmeirense, porque fizeram por merecer quando vestiram nossa camisa. Já o caso do chileno é um pouco diferente…

Valdívia é, sobretudo, um tema polêmico entre os palmeirenses: há os que o veneram incondicionalmente, há os que queriam muito que ele ficasse, e há os que, como eu, não viam a hora dele picar a mula. Cada um na sua razão e respeito os entendimentos contrários ao meu.

Mas, ao passo que me aproximo dos 40 anos – ainda faltam alguns – de idolatria ao Palestra, conto às dezenas os jogadores que, na minha opinião, honraram muito mais o nosso manto. Muitos deles não tinham a metade do talento que o chileno indiscutivelmente tem, mas em termos de comprometimento com a filosofia e com o manto palmeirense, estiveram anos luz a frente dele.

No mais, Valdívia é assunto de ontem. Pra mim, podia estar comendo areia nas Arábias desde o fim da Copa América.

Tchau, vá com Deus, e tenta achar uma sombra lá no deserto. Que a força esteja com você. Mamasté. Até nunca mais. Obrigado por (quase) nada. Ciao.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x1 Atlético/PR

Ainda tô tentando entender que porra aconteceu hoje de manhã no Allianz Parque. 

Esse horário das 11 realmente não é pro Palmeiras. Dois jogos no BR e duas derrotas. E no Paulista, uma vitória modorrenta contra o modesto XV de Piracicaba. Se depender de mim, jogo as 11 mumca mais. 

E numa partida que nada deu certo, não se pode deixar de falar que a saída de Gabriel, machucado, foi o começo do fim trágico que estava reservado pro Palmeiras. 

Não pela entrada do Andrei, que até não foi mal, embora o time não tenha desempenhado no mesmo nível de quando o Gabriel estava jogando. Mas, principalmente porque num dia em que Robinho e Rafa Marques não tavam jogando nada, perdemos uma substituição por contusão. 

Era jogo pro Cleiton entrar no lugar do Robinho (ou o Zé), mas o Marcelo, só podendo trocar dois jogadores, e sabendo que o Leandro não ia aguentar o ritmo até o fim, optou por colocar Kelvin no lugar do Rafa. Não deu certo.

Tudo bem que não era pra perder. Mas aí ninguém imaginava que o Lucas ia entregar a rapadura e cabecear uma bola pra trás na cobrança de escanteio, anulando o impedimento escancarado daquele atacante gordinho que me recuso a dizer o nome… 

Some-se a isso a arbitragem sempre prejudicial desse Ricardo Marques, que deixou o Atletico bater sem dó, não deu cartões, liberou a cera e ainda não decidiu nenhum lance duvidoso a favor do Palmeiras, e a desgraça tava anunciada. 

Pior pro coitado torcedor, que não consegue sonhar com coisas melhores nem por 10 dias: já estamos em 6º de novo. Isso sem falar que nessa partida o Palmeiras brecou a compra das meia entradas pelo futebolcard e o preço do ticket médio foi pra nada menos que 86 Dilmas. Um absurdo, uma verdadeira exploração da torcida, mais uma, isso pra ver o time perder mais um jogo em casa… assim fica difícil…

Voltamos a ficar 7 pontos e três vitórias atrás do Galo, com a proeza de ter sido o único mandante que perdeu na rodada.  Se o Palmeiras e o torcedor sonham chegar em algum lugar nesse campeonato, é hora de por os pés no chão. Não jogamos nada pra ganhar do limitado Santos, aí passamos o carro no cachorro morto do Vasco e hoje de manhã já tinha torcedor na porta do Allianz apostado no título. 

Calma lá, galera. Em 2009 estavámos em primeiro, uma porrada de ponto na frente de todo mundo e nem pra Liberta fomos. E são jogos como este, Goiás, etc, que vão matando nossas chances aos poucos. Temos dois jogos fora pela frente e o maldito Flamengo em casa até fechar o turno, e se o Palmeiras quer sonhar com alguma possibilidade de título, só os 9 pontos resolvem.

E o Marcelo precisa achar urgente o “camisa 10” desse elenco. Quando o Robinho não vai bem, como hoje, o time sofre em campo. Fellype Gabriel, Cleiton Xavier, Zé Roberto, enfim, alguém tem que assumir a bronca e fazer esse time funcionar. E tem mais, estamos há várias rodadas com Lucas, Gabriel, Arouca e Robinho pendurados, e sem substituto a altura pra qualquer um deles…

Enfim, o time precisa precisa trabalhar muito mais, e a torcida segurar a onda. Não pode cair na pilha da imprensa, porque excesso de confiança só serve pra atrapalhar. E a diretoria, podia pensar menos em como esfolar o torcedor e mais em como agir no bastidores pra evitar que juízes que só fazem por nos fuder venham apitar nossos jogos, principalmente na nossa casa.

AVANTI PALESTRA!

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