SPFC 2×0 Palmeiras – BR17

Quando começa errado, dificilmente as coisas se endireitam depois.

Cuca mandou pra campo um time totalmente modificado. Estreou o Maike na direita, Usou o Felipe Melo como líbero no meio de Mina e Juninho, Michel na esquerda, Jean e Tche Tche no meio junto de Borja e Dudu, com William no lugar do Borja.

De trás pra frente, comecemos lembrando que o William de centroavante não funciona. Ainda mais com o time do Jd. Leonor com 03 zagueiros.

E o Dudu deslocado pro meio também não funciona. E Jean e Tche Tche juntos tem funcionado quando o Palmeiras perde o meio de campo, o que não era o caso ontem, já que o bambi não ficava nem 1 minuto com a bola e já devolvia pra gente.

E o Felipe Melo recuado também não pôde produzir o bom futebol que vem jogando.

Ou seja, tudo errado. Mesmo assim, O Palmeiras dominou todo o primeiro tempo, ficou mais com a bola, mas não produziu o suficiente pra abrir o placar.

No segundo tempo, Cuca demorou pra mexer. E o bambi se organizou e começou a criar algumas chances, nada que pudesse ser realmente ameaçador.

Daí, como aquela máxima de quando nada é pra dar certo, não vai dar certo, começaram as falhas individuais.

Primeiro o Prass aceitou um chute ridículo do Pratto, a bola passou entre ele e a trave.

Segundo, o Cuca me tira o Guerra pra colocar o Keno, insistindo em manter o meio de campo com 03 volantes contra um time que já estava com 03 zagueiros e muito satisfeito com o resultado.

Mesmo assim, conseguimos um penalti a nosso favor. E era o terceiro erro, Jean bateu mal demais, pra fora.

Cuca finalmente abriu mão do esquema e sacou o Felipe Melo pra entrada do Borja. E ainda trocou o William pelo Roger Guedes. Mas o Palmeiras não melhorou.

E o Prass ainda aceitou outro gol daqueles que ele não costuma tomar. A bola passou por baixo dele num chute rasteiro da entrada da área do Luis Araújo.

No fim, o que pesou mesmo foi o desempenho modesto do time, muito em conta das escolhas erradas do Cuca, dentre elas deixar o nosso único 9 do elenco no banco pra colocar o Wiliam improvisado na função que, perguntem ao Eduardo Batista, ele não sabe fazer.

Que essa derrota sirva pra acabar com o oba-oba, o Palmeiras não vai ganhar jogo só por ter elenco caro, vai ter que jogar bola, e vai ter que ser escalado com o que tem de melhor, sem invenção.

Quarta-feira, em PoA, espero que o Cuca volte ao esquema e escalação tradicionais.

AVANTI PALESTRA! 

 

Palmeiras 3×1 Atl. Tucuman – Libertadores17

Tivemos hoje o quarto jogo desde o retorno do cuca ao Palmeiras. Na primeira passagem do treinador aqui, contabilizamos nesse mesmo período 4 derrotas e a confirmação da já desenhada eliminação no torneio continental. Tivemos ainda uma sacolada pro Água Santa.

Dessa vez são 3 vitórias e uma derrota do time reserva. 8 gols pró e 2 contra.

É claro que ainda tem ajustes finos a serem feitos. O time vem se ressentindo da ausência de Moisés, apesar do Guerra estar jogando o fino da bola. 

Sempre que o adversário sobe a marcação o Palmeiras sofre em campo. 

Borja também ainda não conseguiu deslanchar com o Cuca, apesar da boa atuação contra o Vasco.

O bom é que agora teremos 4 semanas pra acertar todos os pontos necessários e entrar pra fase decisiva da Liberta com o time voando.

O BR e a CDB servirão de treino. Mas não vai ter moleza, próximos 4 jogos são com Bambi, Inter, Galo e Flu. Melhor assim, é só com grandes desafios que se mede a qualidade do time. 

Sobre o jogo, o Palmeiras saiu na frente com Mina, em bela jogada ensaiada em cobrança de falta.

Depois disso o time penou um pouco com a marcação alta do Tucumán, mas mesmo assim o Roger Guedes teve duas chances claras de gol mas a bola não entrou.

Na etapa final o Palmeiras demorou pra liquidar o jogo e acabou levando o empate numa bola nas costas do Jean e que teve uma borboletada monstra do Prass.

Cuca colocou o Fabiano no lugar do Guedes, e deslocou o Jean pra compor o meio com TS e Tche Tche. E tirou o Borja pra colocar o William.

E deu certo. Em pouco tempo William dominou bola na área, limpou o zagueiro e bateu forte e rasteira no canto, quase a queima-roupa. 2×1.

 Já no fim da partida, depois de bela jogada de Michel Bastos (que entrou no lugar do Guerra) pela direita e Tche Tche achou o Zé sozinho no meio da área pra, de primeira, mandar uma patada no melhor estilo L2+quadrado pra liquidar a fatura.

3×1 complexo. Mas esse time dá todos os sinais que ainda vai render muito mais na mão do Cuca, é questão de tempo.

E já pode começar neste sábado, né? Dia de encerrar o tabu lá no Panetone. E de preferência colocando lenha na fogueira do ajoelhador profissional que teve sua maior fama na carreira como reserva do Marcão.

Pra cima delas!

AVANTI PALESTRA!

Chapecoense 1×0 Palmeiras – BR17

O time misto do Palmeiras não deu conta do recado e perdeu pra Chapecoense lá na arena Condá. 

Faltou bola pra muitos, mas pra alguns faltou vontade. 

Mas não vamos esquecer que o foco é a Libertadores que, nesta quarta, tem jogo decisivo. 

Cuca acertou ao poupar os principais jogadores. Jogo do ano é quarta. No BR ainda tem 36 rodadas pra ir buscar.

E nosso elenco ainda tem lacunas qur precisam ser preenchidas. Mas o Mattos dará conta disso.

Michel Bastos, que jogador.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Inter – CDB17

E o primeiro jogo decisivo do Cuca no seu retorno ao Verdão foi com vitória.

Há quem não tenha gostado do rendimento econômico do time. A vitória simples realmente não empolgou.

Mas em torneio mata-mata, em que gol fora é critério de desempate, quando o primeiro jogo é em casa a regra principal é não tomar gol, a segunda é ganhar. E o Palmeiras fez as duas coisas. Então está ótimo.

Não custa lembrar que Borja driblou o goleiro no primeiro tempo e chutou pra fora. E Dudu, no segundo, era só ter rolado a bola pro Eric e o Palmeiras já teria lacrado o caixão.

E o Inter teve duas chances, em bolas paradas, uma que parou no travessão do que seria um gol contra do Borja, e a outra numa defesa monstra do Prass. 

Resultado bom, e segue o jogo, lembrando que a Copa do Brasil é a terceira prioridade nesta temporada.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4×0 Vasco – BR17

OOOOOO, o Cucabol voltoooou!!!!

E junto dele vieram a calça roxa, as goleadas e a consistência defensiva. Só coisas boas.

Voltou também a inteligência de mudar o time sem ter que fazer substituição. Uma simples troca de posição entre Jean e Tchê Tchê transformou um 1×0 apertado num passeio bem confortável do Verdão.

Eu nem comentei na última semana a queda do Eduardo e a contratação do Cuca porque, honestamente, nem era necessário. 10 entre 10 palmeirenses ficaram aliviados com a volta do Cuca e, com ele, a esperança de que o melhor elenco do Brasil voltasse a jogar um bom futebol.

Quando o Eduardo chegou, vi posts e mais posts de gente tentando apresentar o treinador como um grande estrategista, um estudioso, como muita gente o chamava. Vi até representações gráficas dos sistemas defensivos do Baptista, com teorias e mais teorias sobre as invenções e – como falavam – inovações que o Eduardo propunha.

Pensei que veria o sucessor de Rinus Michels no nosso banco de reservas.

Nem vou entrar no mérito se os trabalhos que o Eduardo fez no Sport ou na Ponte justificavam essa impressão dele. Talvez até justificassem. Mas esqueceram que aqui é Palmeiras.

Aqui nem Muricy Ramalho, que até no São Caetano levantou caneco, conseguiu dar a volta olímpica. Não a toa que nos últimos 24 anos, apenas 04 treinadores conseguiram levar o time às conquistas que o torcedor tanto queria (me desculpem o PegapegapegaPicerni e o Gilson Kleina, mas vocês não contam por razões um tanto mais do que óbvias).

Aqui, treinador “inovador” feito o EB é comido com farofa. Tanto que se teve uma coisa que aqui ele inovou, foi transformar a melhor defesa do Brasil de 2016 em uma peneira que já levou quase 02 gols por jogo na Libertadores…

Enfim, boa sorte na sequência da carreira, mas até nunca mais. E nada contra ele, mas sim contra esse perfil de jovem+promessa+vindo+da+Ponte+Preta que até meus filhos que nem 5 anos têm já sabem que não vinga aqui pros lados do Palestra.

Voltando ao jogo, o tal do Jomar vai ter pesadelo com o Dudu hoje AHAHAHAH, conseguiu fazer dois penaltis no 07 mais liso da América do Sul e, para a surpresa até dos cruzmaltinos, não foi expulso pelo complacente apitador, que entre o primeiro e segundo penals já tinha amarelado o pobre camisa 3 vascaíno.

Jean marcou o primeiro penal, e Borja o segundo (o quarto do Verdão na partida). Jean teve participação direta também no segundo gol, com chute cruzado que deu rebote pro Guerra, tranquilo, só desviar pro fundo do gol, ainda na primeira perna da partida.

Antes de marcar o seu penal, Borja já tinha desencantado e feito o terceiro do Verdão, de cabeça, em excelente jogada pela direita que começou no Mina e terminou com o cruzamento perfeito do Tchê Tchê pro Borja só desviar, logo no retorno do segundo tempo.

Mina, aliás, que ao lado do Felipe Melo, sobraram em campo. Jogaram demais. 

No fim, a impressão que deu é que não só o Cuca voltou de férias, mas também o futebol intenso que fez do Palmeiras o melhor time do Brasil em 16.

Esse recesso nos custou o título paulista mais fácil dos últimos 10 anos, mas desde o início já sabíamos que os objetivos desse ano eram muito maiores do que levantar a taça do Estadual.

A primeira meta já está encaminhada, mais 1 ponto e já entramos na segunda fase da Libertadores. A segunda meta será defender esse título brasileiro, com a vantagem de já não ter mais sobre os ombros do time, comissão e torcida o peso de tantos e tantos anos sem conquistar o caneco nacional.

O primeiro passo está dado. Vamos aos próximos 37.

AVANTI PALESTRA!

Jorge Wilstermann 3×2 Palmeiras – Libertadores17

Então bora trabalhar mais e falar menos, EB, porque bola esse time tem – e muita – pra jogar. É só escalar bem, substituir bem e dar padrão – ou pelo menos manter aquele que nos rendeu o título de campeão brasileiro de 2016 – que chegaremos a todos os nossos objetivos.

Assim fechei o post após a vitória épica da quarta-feira passada. Mas foi em vão. Com mais uma atuação trágica da zaga – VH e Jean em especial – e bem abaixo da crítica dos demais setores, o Palmeiras conheceu sua primeira derrota na Libertadores.

O que parecia um bom começo de jogo logo foi sumindo e, de novo, o Palmeiras ofereceu seu ponto fraco pro adversário – a bola parada. Assim como já havia ocorrido com o Penarol em casa, demos as faltas na boca da área pro adversário, até o primeiro gol sair, depois de uma falha vergonhosa de Vitor Hugo no tempo da bola.

Nem deu tempo do Palmeiras assimilar o golpe e, num lance em que o time inteiro assistiu o volante dos caras desarmar o Guerra, atrás do meio de campo, e caminhar tranquilo por toda a nossa intermediária, até acertar um improvável chute de fora da área, já víamos mais uma vez se desenhando a história da semana passada…

Ainda achamos, nos descontos, um gol que parecia dar esperança.

Mas só pareceu mesmo. As alterações no intervalo não deram certo, principalmente a retirada do TS, aos 18 do 2T, pra colocar o Keno. Enquanto nosso meio batia cabeça tentando adequar a falta da referência defensiva de um primeiro volante, em mais um lance bizarro da zaga, dessa vez com Jean, Prass fez um penalti ainda mais bizarro, e o que era chance de conseguir o placar virou vinagre.

O JW ainda fez um gol contra pra nos ajudar, mas mesmo assim não bastou. No fim, 3×2 justo pros donos da casa, e a combinação dos resultados tira o Palmeiras da zona de conforto, apesar de ainda ser o líder do Grupo.

Ainda falta 1 ponto pra classificar e vamos jogar a última rodada em casa, só dependendo de nós mesmos. Qualquer conta agora é só pra passar vergonha.

Com 10 gols marcados em 5 jogos, o ataque segue bem positivo, apesar da quantidade absurda de gols no sufoco. Mas com 8 gols sofridos no mesmo período, fica claro que existe um déficit técnico razoável no sistema defensivo.

Aí o treinador que tinha subido nas tamancas – com razão – na coletiva da semana passada no Uruguai, hoje se dá ao direito de dizer que a culpa do mau resultado era do gramado. Verdade: a culpa é da grama não ser mágica pra fazer um time tão sem recursos técnicos – principalmente na defesa – apresente um bom futebol.

Não fode, Baptista…

AVANTI PALESTRA!

 

 

 

Peñarol 2×3 Palmeiras – Libertadores17

Eu com certeza não durmo hoje. E serei o cara mais feliz do mundo por isso.

Depois de 45 minutos absurdamente trágicos, em que o Eduardo Baptista mostrou expoencialmente toda sua incapacidade de estar à frente de uma equipe como o Palmeiras, e 2×0 foi até pouco – sem falar da arbitragem tão trágica quanto – a camisa voltou do intervalo pra lembrar o mundo quem é o Palmeiras.

E em 12 minutos da etapa complementar já podia ter sido igualado o placar, depois do gol do William aos 6, não fosse pelo pé torto e murcho do Roger Guedes que, sem goleiro e na pequena área, isolou a bola. Mas aos 17, Mina de cabeça, depois de cruzamento do Jean, a segunda, mas não a última assistência da noite, colocou o Verdão de volta na partida.

O palmeirense, que já tinha quebrado a cara ao achar que jamais veria de novo um primeiro tempo tão ruim quanto aquela bosta em Campinas, agora via incrédulo se desenhar uma improvável vitória histórica.

E ela veio no binômio Jean/William, o primeiro só rolando depois dum rebote de chute do Guerra  pro segundo arrematar e decretar a vitória e a quase classificação para a próxima fase, faltando 1 ponto ou o Tucuman não vencer um dos seus dois jogos.

No fim, o pau comeu dentro e fora de campo, e novamente tivemos a lição de que receber bem a torcida e time adversários é só passar recibo de trouxa. Pelo que pode ser visto pela TV, e pelos relatos que chegam do UY, a Mancha Verde foi responsável direta por não ter ocorrido uma tragédia com os torcedores do Palmeiras em Montevidéu, enquanto os 20 seguranças que o Verdão levou pra acompanhar o time garantiram que os nossos jogadores não sofressem uma emboscada premeditada dentro de campo.

Na coletiva, Eduardo Baptista se inflamou, sem citar nomes, mas precisamente contra o gambá de presas amarelas Juca Kfouri, contra a notícia de que Rogér Guedes teria sido escalado a mando de Mattos, dando a entender que o treinador seria pau mandado da diretoria.

Ok, a entrevista foi legal e tals, sempre vou vibrar quando ver alguém com a nossa camisa mandando essa imprensa safa tomar no cu, mas vamos lá professor, a eliminação pra Ponte e o primeiro tempo no Uruguai foram dignos de demissão sumária, o que provavelmente teria sido o caso não fosse a recuperação lendária na etapa final.

Então bora trabalhar mais e falar menos, EB, porque bola esse time tem – e muita – pra jogar. É só escalar bem, substituir bem e dar padrão – ou pelo menos manter aquele que nos rendeu o título de campeão brasileiro de 2016 – que chegaremos a todos os nossos objetivos.

Quem respira futebol vive por dias (noites) como essa. Obrigado, Palmeiras!

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×0 Ponte Preta – Paulistão17

Antes do jogo tive a tristeza de acompanhar o velório do irmão de um grande amigo palmeirense, que aos 54 anos foi cedo demais acompanhar o Palestra lá de cima. Descanse em paz, Álvaro e força pra sua família, Nandão…

Sobre o jogo, finalmente o Palmeiras venceu a maldita Ponte Preta no Allianz Parque. O resultado, todavia, não foi o bastante pra garantir o Verdão na final do Paulistão.

Quase 40 mil palmeirenses ficaram a cargo de dar o combustível que o time precisava da arquibancada, mas em campo as coisas não fluíram do mesmo jeito.

O Palmeiras enfrentou – como era de se esperar – uma Ponte Preta preocupada apenas em se defender, abusando das faltas e que contou – como também já esperado – com a conivência do péssimo Rafael Klaus, que teve influência decisiva no resultado ao não marcar dois penaltis claros pro Palmeiras, um em cima do Jean no 1T e outro no Dudu no 2T.

Mas, é como eu sempre digo aqui, se for pra depender de juiz acertar pra gente, o Palmeiras vai se foder 11 de cada 10 vezes…

Também precisa ser dito que o Eduardo Baptista, assim como em Campinas, teve participação direta em nosso insucesso. Na semana passada colocou um time cansado contra uma Ponte Preta com o butijão cheio de uma semana de descanso; demorou demais pra mexer e quando o fez, foi pra colocar um morto-vivo como o Alecsandro em campo, foi ridículo.

Hoje, de novo foi mal: esperou uma eternidade pra mexer no time e, precisando ganhar o jogo de 3, me tira o melhor atacante pra colocar o William improvisado de centroavante, o que a gente tá cansado de saber que não funciona.

Não dá pra entender porque o Keno, nessas duas partidas, jogou menos de 30 minutos. Podia muito bem ter sido titular tanto lá em Campinas como aqui. Michel Bastos idem, não pode ficar de fora e, se ficar, não pode entrar só na metade do 2T.

No fim, o que pesou mesmo foi a atuação trágica e azarada do primeiro jogo. Por pior que o Palmeiras tenha jogado lá, 3×0 não foi um resultado justo, demos um puta azar, principalmente no terceiro gol, aquela tragédia. Um 2×1 teria sido muito mais verdadeiro e a essa altura estaríamos todos bêbados abraçados na r. Caraibas e comemorando a classificação do Verdão pra mais uma final, possivelmente contra a carniça, o que seria ainda melhor…

O que preocupa é que jogamos fora o Paulista mais fácil dos últimos 10 anos, dava pra ganhar jogando até com time misto, e perder a chance de jogar a final contra um rival porque não conseguiu passar de uma bosta feito a Ponte Preta é pra acender a luz de alerta na diretoria.

A cobrança tem que ser severa em time e comissão. Não pode o melhor elenco do País, com todo esse investimento, ser eliminado de forma tão juvenil como foi.

Se o foco desse ano não era o Paulistão, e não era mesmo, o olhar do palmeirense se volta pro desempenho na Libertadores, em que os 7 pontos conquistados num dos grupos mais fáceis da competição o foram a custo de suar sangue, primeiro com um empate fora de casa contra o pior time da chave (tudo bem que com um a menos o jogo todo, mas mesmo assim dava pra ter ganho), e depois com 2 vitórias em casa conquistadas na bacia das almas, nos últimos segundos do jogo…

Em resumo, era pro Palmeiras estar sobrando na Liberta, e pelo menos na final do Paulistão. Ou seja, daqui pra frente os resultados tem que ser mais convincentes, ou já é hora de começar a mudar.

E sem tempo pra respirar, quarta-feira já tem pedreira em Montevideu, acorda EB…

AVANTI PALESTRA!

Ponte Preta 3×0 Palmeiras – Paulistão 17

Pro bem geral, meu e de vocês, falemos desse jogo somente no sábado que vem.

Vamos buscar. Do lado de lá é só a Ponte Preta, é só o modesto Gilson Kleina.

Eu farei minha parte na bancada, que os jogadores e treinador façam a deles em campo.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3 x 2 Peñarol – Libertadores17

Que prêmio. Que justiça. E que bosta de arbitragem, mais uma.

É incrível como argentinos, uruguaios e cia. podem fazer o que bem quiserem em campo num jogo de Libertadores. Um morfético desses jamais deveria pisar num campo de futebol novamente depois de permitir tanta patifaria numa mesma partida de futebol.

E o Palmeiras tem que aprender a ser malandro e não se deixar cair na pilha dos adversários. Foi assim com o JW e dessa vez de novo com o Peñarol. Quem não tem bola pra nos enfrentar vai tentar levar no psicológico.

E o primeiro tempo foi bem isso. Com 3 chutes a gol, e nenhuma defesa do goleiro adversário, o Palmeiras ofereceu ao Peñarol tudo o que ele queria: faltas na intermediária e escanteios.

Até que numa falha do Dracena no tempo da bola, um dos uruguaios acertou uma cabeçada indefensável. 0x1 e assim ficou até o intervalo.

Voltamos pro jogo sem mudanças de jogadores, mas com uma mudança absoluta de atitude. Com 1 minuto já tínhamos perdido um gol na cara, aos 2 William empatou depois de um cruzamento do Fabiano, e aos 6, depois de um lateral batido pelo Fabiano e desviado pelo Borja, Guerra num jogo de corpo entrou sozinho na área e só rolou pro Dudu virar a partida. Seis minutos foram o bastante pra desenhar um massacre e o Allianz correspondia pulsando num uníssono Lelelele lelele ooooo, o Palmeiras é o time a virada…

Mais uns tantos e pênalti no Dudu que era pra ter selado a partida, mas o Borja isolou a bola na cobrança…

O volume do Palmeiras naturalmente diminuiu, em especial aos 24, quando Eduardo sacou o Borja e o Felipe Melo, até então um dos melhores em campo, pra colocar Michel e Thiago Santos. Flertou com o erro…

E aos 32 veio o castigo, em mais uma bola parada, aparentemente a única jogada boa do Peñarol, o Prass ainda conseguiu defender a cabeçada mas deu rebote pro uruguaio só arrematar. 2×2 injusto.

Logo na sequência, Tche Tche roubou uma bola na intermediária, deixou pro Guerra enfiar certeiro pro William, que driblou o goleiro e, só ele e o gol, arrebentou o travessão.

Ainda teve um lance incrível do Tche Tche que da forma mais bizarra possível não entrou.

Mas o time que queria vencer afinal venceria. Depois de muita baixaria por parte dos uruguaios, e uma expulsão da mais safada do Dudu, foi aos 54, sim, 54, com um a menos, que Fabiano acertou a cabeçada vitoriosa numa cobrança de escanteio perfeita do Michel Bastos. A bola ainda bateria na trave antes de decretar os 3 pontos do Palmeiras e uma piroca pros uruguaios.

Nada mais justo, afinal, só um time quis vencer, o outro quis foder o andamento do jogo a todo custo. No final, quem se fodeu foram eles. Delícia…

E o tão cobrado Fabiano foi o herói da partida, fez o seu e participou diretamente dos outros dois, quem sabe agora não dão uma folga pra ele…

7 pontos em 9, 2 vitórias em casa e 1 empate fora, o Palmeiras segue à risca a cartilha pra chegar longe na Libertadores. Só falta um pouco menos de inocência, mas pela forma como os resultados estão vindo, não tá difícil de conseguir. Pra cima Palmeiras, agora vamos ganhar lá no Uruguai.

AVANTI PALESTRA!   

 

 

 

 

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