Lambaris 2 (3) x (2) 2 Palmeiras – Paulistão16

Eu tô aqui de cabeça erguida. Num jogo em que muita coisa deu errado, em que o Palmeiras não teve o apoio dos 700 de sempre naquele amontoado de laje, teve uma coisa que não falhou, e não falha nunca: a gigante, monstruosa CAMISA do Palmeiras.

Mas algumas coisas não têm perdão. Robinho, obrigado pelos gols no Rogério Ceni, mas ele aposentou, porque você não faz o mesmo? Gabriel Jesus, de novo, perdeu gol feito em jogo decisivo. Moleque pipoqueiro, que a Juventus leve logo esse merdinha. E Rafael Marques, nem se for o último jogador disponível, nem se tivesse marcado 5 com a bola rolando, não pode mais bater pênalti contra os Sardinhas.

Quis ainda o destino que os dois gols deles saíssem de vacilos do Matheus Salles no campo de ataque… Por melhor que seja o moleque na marcação, precisa evoluir nos demais fundamentos, principalmente do meio pra frente, perdeu duas bolas fáceis, tomamos 02 gols, não pode. Gabriel também não foi bem, e desde que voltou, ainda não mostrou a bola do ano passado. Mas os moleques seguem prestigiados.

O Cuca também demorou pra mexer, Robinho cagando até escanteio, e ainda deixou o time sem alteração por 15 minutos do segundo tempo, não dá pra entender. E os dois gols do Palmeiras saíram do banco de reservas: Cleiton inverteu pro Barrios, enfiada pra área e gol do Rafael Marques; cruzamento do Cleiton, gol de cabeça do Rafael. Porque esperar até os 15?

Enfim, não era a nossa vez, e pelo conjunto da obra na competição, sinceramente o Palmeiras não fez campanha de time campeão. Agora são três semanas até o início do Brasileirão e o único time grande que vai estar em pré-temporada nesse período é o Palmeiras. Tem que largar pesado…

Queixo apontando pro teto, SOMOS PALMEIRAS, a camisa mais pesada do Mundo! E quem gritou olé naquele vaso sanitário que alguns chamam de estádio, cagou nas calças. Respeitem o gigante de Palestra Italia! E que venha o BR16!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×0 São Bernardo – Paulistão16

Com 16 pontos ganhos dos últimos 18 disputados, o Palmeiras chega à semi-final do Paulistão para enfrentar os Lambaris, em jogo único, naquela banheira que eles chamam de estádio.

E a considerar o tempo que o meia dos Sardinhas, aquele cabeça amarela que mora no bolso do Matheusinho, perde pra debochar do Palmeiras em redes sociais, dá pra apostar em um jogo tenso.

Mas o nervosismo é todo deles: jogam em casa, torcida única, e com a responsa de não poder perder uma partida eliminatória pra gente.

Depois do nó que o Cuca deu no Tite, não vai ser Dorival que deve nos preocupar. Mas, treinadores à parte, o :}Lambari vai ser um adversário duro de ser batido, mas não impossível.

Basta o Cuca perceber o que está funcionando no time e o que não está: Arouca e Robinho, por exemplo, não têm vindo bem, e o último então, tá tirando a torcida do sério faz tempo. Allione é outro que não sabe o que quer da vida.

Alecsandro e Gabriel Jesus, Matheus e Gabriel, Jean na direita, Dudu, esses têm que continuar jogando sempre.

Os atacantes, cada um com 9 gols marcados esse ano, finalmente saíram da má fase da temporada anterior: Gabriel tinha marcado 7 em 2015 e Alecsandro 10. Em pouco mais de 03 meses, já mostraram muito mais serviço que o ano passado inteiro. Hoje cada um fez um.

Roger Guedes, que fez sua estréia com a camisa do Verdão, deu o passe pro segundo gol, do Jesus, e mostrou ser uma opção bem interessante pra disputar posição com o até aqui inútil Erik (aliás, como é difícil jogador do Goiás vingar aqui…). Acompanhemos.

Sobre o jogo, ainda é muito sofrível a saída de bola do Palmeiras, os zagueiros abrem demais pelas pontas pra receber a bola e invariavelmente não tem com quem jogar. O Palmeiras ainda não entendeu que os times que saem jogando com a bola no pé tem muita aproximação, sempre 02 ou 03 opções pro passe, e não esses hemisférios que separam os defensores do verde a cada nova reposição de bola…

Tem que aproveitar a semana de treino pra aprimorar e, principalmente, pra montar o time em cima do jogo do Santos, o que o Cuca já mostrou saber fazer muito bem.

Pra cima das Sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 18/4/2016 – 21h (horário de Brasília)
Árbitro: Vinícius Furlan
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira e Eduardo Vequi Marciano
Público-Renda: 30.731 pagantes. Renda: R$ 1.759.380,50
Cartões amarelos: Gabriel Jesus (PAL), João Francisco, Eduardo, Tatá e Luciano Castán (SBE)
Gols: Alecsandro 35′ 1ºT (1-0) e Gabriel Jesus 41′ 2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Gabriel 25′ 2ºT), Matheus Sales, Robinho (Dudu 14′ 2ºT) e Allione; Gabriel Jesus e Alecsandro (Róger Guedes 33′ 2ºT). Técnico: Cuca

SÃO BERNARDO: Daniel, Lucas Néwiton, João Francisco, Luciano Castán e Eduardo; Marino, Cañete e Fellipe Mateus (Tatá 15′ 2ºT); Alyson (Túlio 46′ 2ºT), Walterson e Henan (Jefferson Kanu 23′ 2ºT). Técnico: Sérgio Soares 

Palmeiras 4×0 River Plate – Libertadores16

Libertadores é um torneio que tem que ser disputado sempre. É uma frase meio batida, mas o que faltou ao Palmeiras e que acabou virando essa eliminação ainda na primeira fase do torneio, foi experiência.

Vejam os senhores que nos 03 jogos fora, empatamos 02 e perdemos 01, sendo que nos dois empates saímos na frente por duas vezes, e deixamos o resultado escapar por pura imbecilidade – um penalti infantil, uma falta boba perto da área, uma expulsão juvenil e os 03 pontos em Rosario e no Uruguai viraram 01…

Da mesma forma, um empate aqui ou lá no Uruguai contra o péssimo, eu repito, péssimo Nacional, teria fechado a conta e o Palmeiras, mesmo sem muito merecer, teria passado de fase.

A culpa disso tudo, nós todos sabemos, só não é do Cuca e da torcida. Jogadores e diretoria respondem por essa mancha na história do Palmeiras.

Emblematicamente, quis o destino que a despedida do Palmeiras do torneio continental marcasse justamente o retorno do meia de ofício que, desde agosto, não tínhamos à disposição.

Jogamos 08 meses sem um jogador sequer no elenco na posição que é, na maior parte dos casos, a mais importante do time do meio pra frente. Herança nefasta deixada nessa camisa 10 que, quem sabe agora, tenha finalmente se livrado da mandinga chilena que a assombrava.

E não vai dar tempo nem de achar ruim essa eliminação porque, do jeito que as coisas ficaram na semana passada, já era de se esperar que isso acontecesse. E, segunda-feira tem outro jogo decisivo, esse sim que o Palmeiras não pode nem sonhar com qualquer outra situação que não seja avançar no Paulista.

AVANTI PALESTRA! 

Mogi 1×2 Palmeiras – Paulistão 16

Post atrasado do jogo de ontem. Foi mal…

Ganhamos, passamos de fase e rebaixamos o Mogi, todas as obrigações foram cumpridas.

Mais um pênalti besta cometido, o terceiro seguido. Precisa ver isso ai. 

E o juiz, o que sobrou de vontade pra marcar contra, faltou pra marcar a favor: teve mão de zagueiro, jogador nosso derrubado dentro da área, nada bastou pro apitador apontar pra cal na área do Mogi. Precisa ver isso aí também. 

Agora pegamos o São Bernardo em casa, segunda-feira, 21hs. E não vai ser moleza nenhuma.

Antes disso, teremos 180 minutos, 90 no Allianz e 90 em Montevideu, que valem nossa vida na Liberta. Um ouvido no Uruguai, olhos e pulmões a todo vapor no Parque, e com a fé em San Gennaro, prevaleceremos.

AVANTI PALESTRA!

Rosario Central 3x3Palmeiras – Libertadores16

Eu tenho nojo da transmissão do Sbostv… Deus ilumine o Palmeiras pra fechar com o Esporte Interativo e que mande esses mentecaptos como os que participaram da transmissão do jogo do Palmeiras hoje pra puta que pariu!

E dizem que o Noriega é palmeirense… Porra nenhuma, palmeirense somos nós, esse cara tem ódio do Palmeiras. Tô cansado de cara que nunca chutou uma bola na vida cagando regra sobre futebol… Enquanto escrevo ouço um comentarista da mesma Sbostv falando que não entende qual a diferença de performance de um time dentro e fora de casa… Dá pra argumentar com um asno desses?

Sobre o jogo, o resultado manteve o Palmeiras vivo na Libertadores, mas respirando por aparelhos e dependendo de uma vitória por pelo menos 02 gols contra o River, e que Nacional e Rosario não termine em empate. O que torna as coisas ainda mais difíceis, porque a chance de que o último jogo dos uruguaios e argentinos seja um jogo de comadre é gigante… mAS gigante mesmo é o Palmeiras, então fé em San Gennaro e pra cima deles!

E o que tinha tudo pra ser só alegria pro palmeirense hoje, se tornou um dos jogos mais dramáticos dos últimos tempos: com cinco minutos já ganhávamos por 1×0, aos 34 o jogo estava empatado e aos 42 estávamos à frente do placar de novo.

02 gols do Jesus prometiam uma atuação pra ser inesquecível, mais aí veio o segundo tempo. Porque no primeiro,  ele já tinha perdido a chance de marcar logo no lance de inauguração do jogo.

Já na primeira oportunidade no segundo tempo e quase chance do Palmeiras matar o jogo: Jesus mandou na trave…

O Palmeiras já tinha tomado um gol de uma falta desviada na cagada, que foi parar dentro da rede. Outra bola parada e numa jogada ensaiada, Rosario empatou de novo, e chegou a virada com um penalti besta do Vitor Hugo, que já tinha cagado no lance anterior quando foi tira a bola da nossa área e deu um chutinho tímido… 3×2 pros caras.

Ainda acertamos uma cabeçada na trave antes de, em outra cobrança de falta, e já com um a menos – Jesus, do Céu ao Inferno, foi ridiculamente expulso aos 27 – chegarmos ao empate com Lucas Barrios, um tantinho impedido, igualar novamente a partida.

Dalí até o fim, o sufoco foi constante até o apito final, que veio como uma sinfonia pra dar um suspiro de esperança, por menor que seja – e é tudo que o palmeirense precisa – pra gente prosseguir tendo chances de classificação na última rodada.

De negativo, só a péssima atuação do Robinho, mais uma. A cada dia que passa, ele fica mais distante do mínimo aceitável pra usar a nossa camisa. Tá longe de ser o meia que tanto falta nesse elenco.

Que na próxima quinta, o Palmeiras ressurja imponente e que seja como todo nós queremos IMENSO!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×0 Gambá – Paulistão16

Cuca dizia logo após a derrota pro Água Santa que preferia que o próximo jogo fosse o clássico, e não contra o Rio Claro. E o repórter perguntou: – mas contra o melhor time do campeonato? ao que ele respondeu – clássico é diferente.

E foi mesmo. O Gambá, tão badalado pela imprensa como se fosse uma máquina de jogar bola, mais uma vez, se comportou como o time pequeno que é. Basta analisar que não fosse o lance capital que decidiu a sorte do jogo, Prass teria saído de campo com o uniforme limpo.

Cuca repetiu, naquilo que pôde, a escalação de quinta-feira, com Prass; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Arouca, Zé Roberto e Robinho; Gabriel Jesus e Alecsandro. De diferente do time que venceu o Rio Claro, tinha Gabriel no Matheus Salles e Zé no Barrios. Foi justamente essa última mexida que fez a diferença tática, Cuca povoou o lado esquerdo do Palmeiras, e matou o jogo pelo melhor lado do Gambá. 

E não há um jogador sequer que não tenha entrado em campo do jeito que a torcida quer ver sempre, com ódio do adversário, com sangue nos olhos, disputando cada dividida como se fosse a última da carreira. O resultado é que todos os jogadores que estavam devendo uma atuação decente jogaram partidas mais que respeitáveis: Egídio, Arouca, Zé Roberto e Jean são exemplos de clara evolução no jogo deste domingo, Gabriel Jesus e Alecsandro também.

Sim, fizemos um penalti infantil e, acreditem se quiser, foi penalti mesmo, ao contrário daquelas palhaçadas que só é penalti pro Gambá, dessa vez não teve o que discutir: o erro começou pela esquerda da defesa, depois de um desarme bem feito, Gabriel quis dar uma bola de calcanhar, entregou de mão beijada pro Gambá e na sequência do lance Thiago Martins chegou atrasado e cometeu a falta dentro da área.

Mas, àquela altura do jogo, só um time buscava a vitória, e não era o Gambá: logo no começo do segundo tempo, em excelente jogada do Jesus, Alecsandro arrematou de primeira quase dentro da pequena área, e Cassio fez uma defesa monstruosa. E o jogo seguia com o Palmeiras querendo ganhar, o Gambá encurralado cozinhando o jogo, até aquele pênalti totalmente fora do contexto da partida.

Foi o tal do Lucca pra bola, mas esqueceu que debaixo da trave tinha um ET, um cara que embora a Ciência não explique, está se tornando um dos maiores mitos a vestir a camisa 1 palmeirense. Eu, pra variar, não olhei a cobrança, sempre de frente pro gramado, mas cabeça pra baixo, olhos fechados e o santinho que levo no peito na mão direita, as duas mãos fechadas em frente ao rosto.

É uma sensação inexplicável não ver uma cobrança de penalti contra o seu time de dentro do campo: o som da torcida vaiando e pressionando até o segundo final, aquele silêncio momentâneo de milésimos de segundo que parecem durar dias até a explosão da torcida confirmando que o Prass tinha operado mais um milagre… Que sensação incrível!

Quis San Gennaro que nosso gol saísse quase na sequência, numa cobrança de falta de Egídio, que o Zé cabeceou pra cima meio sem sentido, mas que a bola foi achar o Dudu, justo o menor jogador do Verdão, NA MESMA LINHA, vencer de cabeça o abobado que veste a 12 do Gambá – aliás, todas as 12 deveriam ser aposentadas no futebol, não apenas no Palmeiras, porque jamais haverá outro 12 igual a São Marcos di Palestra Italia – 1×0 justíssimo!

Que teria sido 2, se o Gabriel Jesus, este sim em posição de impedimento, não tivesse desviado numa bola de Dudu que provavelmente teria entrado sozinha, mas não dá pra ter absoluta certeza… Enfim, se fosse 0,1 a 0, já ia estar perfeito.

O Palmeiras fez o que tinha que ter feito, e reencontrou a confiança justamente pra disputar a primeira final do ano: contra o Rosario, quarta, vale vida ou morte na Libertadores. Se o Palmeiras não ganhar, muito provavelmente dará adeus ao torneio continental.

Com nem 2o dias no comando do Palmeiras, Cuca já conseguiu fazer o que parecia ser impossível: fez aquele amontoado de jogador voltar a parecer um time de futebol de verdade. Muito precisa ser melhorado, inclusive de fora pra dentro, com a vinda de novos reforços para as posições que sabemos serem deficitárias, mas ao menos o palmeirense já consegue ter de volta a esperança.

E pra encerrar, é claro que não podia faltar um efusivo CHUPA GAMBÁÁÁÁÁ! Crise? Chama os Gambás que passa AHAHAHAAHAH

Pra cima do Rosario!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 X 0 CORINTHIANS

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 3/4/2016 – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e Anderson Jose de M. Coelho
Público/Renda: 21.219 pagantes / R$ 644.765,00
Cartões amarelos: Gabriel Jesus, Arouca, Egídio e Alecsandro (PAL), Lucca, Felipe e Giovanni Augusto (COR)
Gols: Dudu 32′ 2ºT (1-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Arouca (Lucas 27′ 2ºT), Gabriel (Thiago Santos 38′ 2ºT), Robinho (Dudu 16′ 2ºT) e Zé Roberto; Gabriel Jesus e Alecsandro. Técnico: Cuca

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Yago, Felipe e Uendel; Bruno Henrique, Elias (Maycon 8′ 2ºT), Giovanni Augusto, Guilherme (Romero 12′ 2ºT) e Lucca (Danilo 37′ 2ºT); André. Técnico: Tite

Palmeiras 3 x 0 Rio Claro – Paulistão16

A preocupação era grande com a possibilidade de mais uma derrota, a quinta seguida, afundar de vez o Palmeiras no Paulista, e significaria ainda risco efetivo de rebaixamento. Pra completar, o adversário de hoje estava em último na tabela, o que, ao longo dos últimos anos, se tornou um prato cheio pro Palmeiras praticar mais um vexame contra sua história e torcida: o famoso levanta-defunto…

Cheguei depois das oito no Pacaembu, quase que o trampo impede minha presença hoje no Municipal. Assumi o posto no alambrado e vi o que mais ou menos vimos em todos os últimos jogos: o Palmeiras começando pra cima, criando uma, duas, cinco chances de gol e a bola não entrando, o goleiro defendendo e o tempo passando…

Aí veio o que se tornou fatídico pro Palmeiras pelo menos nos últimos dois jogos: o primeiro escanteio do adversário. E numa falha bizarra da zaga, mais uma, a bola do corner foi desviada pro meio da nossa pequena área, o zagueiro do Rio Claro, sozinho, se jogou na bola, mas eis que dessa vez, finalmente, ela não entrou: subiu sem muito perigo e o Prass desviou para outro escanteio.

Logo depois, Robinho saiu do time com indisposição (leia-se, gorfou em campo), a Mancha cessou o protesto e começou a cantar e, já no primeiro escanteio que não foi batido pelo 27 ou pelo Egídio, Jean colocou a bola certinha na cabeça do Alecsandro, e a finalização foi de almanaque: cabeçada pro chão, bola pingando na pequena área, batendo no travessão e morrendo no gol. 1×0 Palmeiras e um peso monstro saindo das costas do torcedor.

Finalmente um intervalo de jogo sem aquele sentimento de tragédia depois do time criar, criar, criar e, a cinco minutos do fim do primeiro tempo, tomar 1 ou 2 ou (…) gols de uma só vez…

Voltou o segundo tempo e, aos poucos, o Palmeiras foi segurando as fracas investidas do Rio Claro e, nos contra-ataques, liquidou o jogo. Com um bonito gol de Gabriel Jesus e outro de Rafael Marques, que entrou no lugar do fraco Barrios, o Palmeiras fez 3×0 e respirou aliviado depois de 15 dias de derrota atrás de derrota. Foi a primeira vitória do Cuca à frente do Verdão.

Mesmo jogando contra o pior time da competição, o jogo foi tenso: só do Palmeiras foram amarelados Mateus (terceiro), Robinho, Thiago Santos, Egídio e Alecsandro. Pena que perdemos o Salles, um dos melhores em campo, ao lado de Jean, Gabriel Jesus e Alecsandro.

Agora, nada de relaxar, domingo tem Derby e é a chance que o Palmeiras precisa pra chutar a crise – e os Gambás – na bunda, e irmos pra Rosario com o peito estufado.

Pra cima Palmeiras! Pra cima Palmeeeeeirasss!

AVANTI PALESTRA! 

Água Santa 4×1 Palmeiras – Paulistão16

Aqui nada de boas esperando a nota oficial dessa diretoria medíocre pra pedir desculpas pro torcedor… Parabéns pra quem endeusa essa administração inimiga do torcedor, que extorque o palmeirense jogo após jogo sob a promessa mentirosa de time competitivo e disputando títulos.

Pobres de vocês que acreditaram que ingresso caro, sócio torcedor caro, e o maior patrocínio do país iriam bastar pra esse time jogar bola. Falta competência, e dinheiro nenhum do mundo compra competência, ou se compra, então estão rasgando o dinheiro suado que o torcedor sangra pra ganhar e gasta com o clube do coração.

Por exemplo: o consenso no fim do ano entre qualquer roda de palmeirenses era que, se a base fosse mantida, e a diretoria trouxesse um zagueiro e um meia para serem titulares, e mais reservas pras laterais e pra camisa 9, teríamos um time competitivo pra temporada.

E o que faz nossa diretoria do Presidente Messiânico e do dirigente de futebol pop star? perdem Jackson e Tóbio, e trazem um zagueiro de Série B, e outro dispensado pelo maior rival, este com 33 anos na lomba, e não contratam ninguém pras laterais.

Daí vem um jogo como hoje e Edu Dracena perde de cabeça num escanteio, 1×0, pros caras; Lucas perde na corrida, 2×1 pros caras; Roger Carvalho marca contra noutro escanteio, 4×1 pros caras… Entendem?

O problema do Palmeiras está longe de ser inexplicável como alguns dizem. Tem nome e sobrenome, e se chama erro de planejamento. Montaram um elenco totalmente desbalanceado, e conseguiram a proeza de transformar um time que precisava de alguns reforços pra ficar competitivo em um catadão que não tem um jogador que se destaque ou que se salve, na defesa, no meio ou no ataque.

Quiseram tapar o sol com a peneira. O título da Copa do Brasil foi ganho com sangue nos olhos dos jogadores – obrigado, Pastor! – e no peito da torcida, mas era obvio que não se podia abrir mão de capacitar o elenco que, apesar do título, despencava no Brasileiro, derrota atrás de derrota, chegando à marca absurda de 15 derrotas em 38 jogos, 22 no ano todo.

E hoje, senhores, com pouco mais de 40 dias de futebol no ano, já amargamos a sétima derrota da temporada, 1/3 do “feito” de 2015. Parabéns aos responsáveis.

 

Sobre o jogo, nem me darei o trabalho de comentar. Se eu sou o Cuca, afasto Lucas, Robinho, Rafael Marques e outros perebas desse elenco, e entraria em campo quinta contra o Rio Claro com todos os zagueiros e volantes à disposição. Faz um 3-5-1-1 ou algo tão bizarro quanto e começa do zero. Vamos primeiro parar de perder, pra depois começar a pensar em ganhar.

Porque se as coisas não estão nada boas do meio pra frente, é na defesa que tudo está totalmente avacalhado, é os caras atacar que é gol. Água Santa hoje, de 7 bolas chutadas no gol, fez 4 e mandou duas na trave, Red Bul semana passada foi a mesma coisa, Nacional idem, E o Grêmio Osasco também.

Coincidência ou não, em 03 desses jogos Edu Dracena esteve em campo, 08 gols sofridos… Pra nossa sorte, ele está suspenso contra o Rio Claro, e até a volta do Leandro Almeida já não parece mais tão crítico quanto quando esse senhor, literalmente, entra em campo.

E o Lucas então, anda me deixando com saudades daquelas bolas nas costas que o Zé Roberto tomou a temporada passada inteira, ou então te toda a trajetória do Wendel com a nossa camisa…

Por isso, a diretoria mais idolatrada no mundo devia a esse momento estar mais preocupada em consertar o rumo dessa nau à deriva do que ficar se preocupando em vociferar por meio de nota oficial contra a torcida.

Menos Nota Oficial e mais Futebol. É pedir muito??

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 1×2 Red Bull – Paulistão16

Terceira derrota seguida e mais um futebol pífio apresentado, com direito a coisas bizarras como uma substituição aos 8 minutos de jogo por contusão, sendo que o substituído – Dudu – não estava machucado. 

E graças a essa bizareice terminamos o jogo com 10, depois do VH ter sido encaminhado pro Hospital por um choque de cabeça com jogador do Red Bull e o Palmeiras já ter feito as substituições possíveis.

Avaliar os valores individuais aqui seria besteira, porque o que faltou hoje, de novo, foi justamente conjunto. Alguns até foram bem – Egídio, Arouca, Alec – outros foram péssimos – Jean, Erik, Lucas, Robinho – mas no geral, o problema foi coletivo.

Até agora, a troca no comando do Palmeiras não surtiu efeito. A 13 dias do jogo decisivo na Libertadores e a 10 do primeiro Derby, o Palmeiras segue se arrastando em campo sem nenhum padrão contra adversários inferiores, deixando o palmeirense sem nenhuma esperança de que o time vai estar a altura desses grandes desafios futuros.

E a torcida, com razão, perdeu a paciência. Mas há quem ache que protestos e reclamações contra a diretoria neste momento são oportunismo e politicagem. 

Santa inocência: quem poderia em sã consciência estar pensando em política  com esse time despencando pelas tabelas?

A torcida protesta, com toda a razão do mundo, porque vê claramente que apesar de o Palmeiras ter toda a oportunidade do mundo de iniciar 2016 com os reforços certos e suprindo as deficiências do elenco, não foi o que aconteceu.

Montou-se um time com os mesmos defeitos do ano passado. As peças importantes que faltaram em 2015 não vieram. E o resultado tá aí. Se isso não é incompetência da diretoria, eu nao sei então o que é. 

O único que ainda merece alívio da torcida é o Cuca, que mal teve tempo de tentar consertar esse time. E não é por falta de tentativa, ele tá mexendo no elenco, tirando volante pra colocar atacante em campo, enfim, não está se omitindo e, ao menos nas entrevistas, tem prometido um time competitivo a longo prazo. Mas isso vai depender muito da diretoria trazer as peças necessárias…

Água Santa, nosso próximo adversário, perdeu de 4 nesta rodada pro Novorizontino. Quero só ver, hein, Palmeiras…

AVANTI PALESTRA!

Audax 2×1 Palmeiras – Paulistão16

Eu já não tenho mais paciência de vir aqui tentar explicar outra derrota vexatória em que o Palmeiras é colocado na roda por um time pequeno. Que não vê a cor da bola. Que é humilhado em campo por um moleque que podia estar vestindo a nossa camisa – e inclusive estava até outro dia, jogando pela gente na Copinha – justamente na posição em que num temos um jogador de qualidade à disposição.

O jogo de hoje só serviu pra aumentar a vergonha quanto à falta de planejamento do Palmeiras. É óbvio que Juninho não poderia ser titular aqui, mas considerando que o Palmeiras não tem um puto dum jogador pra fazer a criação, deu inveja de ver o camisa 10 do Audax sambando na cara do João Pedro, esse sim que podia estar bem longe daqui…

Ainda é cedo pra reclamar do Cuca e a considerar a falta de qualidade do nosso elenco, nunca será tarde. O problema não era treinador com o Oswaldo, nem com o Marcelo e não será com ele também.

Mas algumas coisas não podem se repetir: Jean no banco e JP titular, Barrios no banco e Alecssandro titular, Dudu com lugar cativo no time pra passar o jogo inteiro andando e perder nossa melhor chance de empatar, tudo isso não dá mais pra aguentar.

Quando o treinador começa a insistir nessas coisas, aí começa a ser parte do problema também. Abre o olho, Stival…

Perder pro Audax não mudou em nada a situação do Palmeiras no campeonato, continuamos líder do pior grupo da competição. Mas com os dias contados até a finalíssima pela Libertadores em Rosario, não há mais tempo a perder e temos que jogar com o que temos de melhor.

E outra coisa: PelamordeDeus, voltem os chutões, é a única coisa que esse time sabe fazer bem, por mais ridículo que pareça, só assim funciona. Bica pro alto sem medo de ser feliz, o palmeirense não quer ver jogo bonito, quer ver 3 pontos na tabela.

Por último, Cuca precisa começar a estapear esses caras no vestiário. O time do Palmeiras em campo hoje parecia sem alma, tem que ter ódio do juiz (aliás, dá-lhe falta de critério do apitador de hoje, hein…),do adversário, dos repórteres, de tudo, não pode aceitar uma derrota dessas e sair de campo como se estivesse passeando no parque! Porra, cadê o sangue no olho?

Tem que chegar pra esses caras e explicar o que é vestir nossa camisa, o Cuca já jogou aqui e sabe como a banda toca, confio nele  pelo menos pra isso.

Bora pro próximo, até quinta-feira esse time tem que ter evoluído um oceano de bola.

AVANTI PALESTRA!  

  

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