Palmeiras 2×0 Mirassol – Paulistão17

O Palmeiras foi a campo nesta quarta, no Palestra, com um time repleto de reservas, no tal do “rodar o elenco”.

Não podia ser mesmo diferente, pois 4 dos nossos titulares estão a servir suas seleções, e o VH suspenso também não poderia atuar. 

Tche Tche e Zé Roberto completaram a lista dos que nem relacionados pro jogo foram.

Foi a chance perfeita pra provar a qualidade do elenco, e os que entraram não decepcionaram.

Com gols de Rafael Marques e Felipe Melo, a vitória foi toda construída no segundo tempo. 

Não foi um grande espetáculo, é verdade. Mas e daí? 3 pontos na caixa é sempre o que importa. Ganhando, que jogue assim pra sempre. 

21 mil foi o público de hoje. Casa metade vazia. Se o fato do Palmeiras jogar com boa parte do seu time composta por jogadores reservas nao ajudou, o preço de sempre (R$ 90 a 170) também contribuiu e muito pro pouco interesse do palmeirense em ir ao estádio hoje.

Este jogo, assim como o do próximo  domingo contra o Audax, teriam uma frequência muito maior se tivessem uma trégua pro bolso do palestrino. Agora já era. Proximos jogos em casa só pela quartas de final do paulistão e Liberta, que terão casa cheia qualquer que seja o preço. 

Mas segue o jogo. 

AVANTI PALESTRA!

Sardinhas 1×2 Palmeiras – Paulistão17

Nada como uma vitória naquele cortiço enferrujado de salmoura pra lembrar quem é o campeão e quem é sempre vice.

Já iam 11 jogos e 6 anos que o Palmeiras não ganhava dos lambaris lá no nosso puxadinho no litoral.

E olha que o Palmeiras só precisou jogar 3 minutos pra vencer o jogo. Em dois contra-ataques pela direita, com boas jogadas de Roger Guedes, Jean guardou o primeiro e William o segundo.

A virada foi muito boa pro torcedor, mas o Palmeiras apresentou sérias dificuldades durante a partida, principalmente pelo lado esquerdo da defesa, por onde passamos mais perrengue.

E os lambaris abusaram de perder gols. Graças também a uma atuação monstruosa do Prass, uma das melhores desde que reassumiu a titularidade.

Depois de termos passado sufoco boa parte do primeiro tempo, inclusive com bolas na trave, o Palmeiras, nos pés de Guerra criou algumas boas chances e terminou a etapa inicial dominando as sardinhas, e quase fazendo o gol.

Voltamos do intervalo sem o Guerra, um dos melhores na armação. Entrou o Egydio pra tentar corrigir a marcação na esquerda e o Zé foi deslocado pro meio. Não funcionou.

Ainda assim, apesar da vulnerabilidade na defesa, o Palmeiras conseguia criar oportunidades, principalmente com Keno, que tanto no primeiro combate como na frente vinha se destacando dos demais.

E de novo o Eduardo foi lá e tirou o que tava jogando melhor. Saiu o Keno e entrou o Roger. E logo na sequencia tomamos o gol, pela esquerda, em mais uma jogada de profundidade que nossa defesa não conseguiu evitar.

Então Eduardo abandonou a tática – como na quarta-feira – e mandou o William pra campo no lugar do Zé: 4-3-3 com FM, Tche Tche e Dudu no meio, e RG, Borja e William pela esquerda na frente.

E em 3 minutos, aos 40 e aos 43, viramos o jogo e definimos o resultado. Sim, os 3 pontos é sempre o que importa, mas o Palmeiras tem elenco e futebol pra jantar o Santos, não precisava ser tanto no aperto.

Mas, vitória é vitória e vice-versa, né? Tem um nome pra quando o treinador erra e mesmo assim o time ganha: estrela. Fechamos a maratona de 2 clássicos e duas partidas na LIberta com 10 pontos de 12 possíveis, e seriam 12 de 12 se não fosse o pé do Borja andar um pouco fora de calibre. Logo mais ele recupera e vamos seguir passando o carro geral.

Com a vitória o Palmeiras assumiu a liderança geral da competição, com 21 pontos. A 3 rodadas do fim, o Verdão só depende dele pra garantir a vantagem na próxima fase, pra qual já estamos classificados, aliás.

Segura os porco!

AVANTI PALESTRA! 

     

Palmeiras 1×0 Jorge Wilstermann – Liberta17

Sem condições emocionais pra analisar muito o que foi esse jogo.

Puta que pariu…

Que sufoco, no último lance, na última bola.

Depois de passar 90+ minutos só vendo a patifaria de um time vagabundo que desde o primeiro minuto só fez não jogar bola.

Com a conivência incondicional do safado que apitava o jogo.

Aí realmente as coisas complicam. O esquema de jogo acaba tendo que ser deixado de lado e entra a raça no lugar.

Eduardo até tentou manter a ordem. No primeiro tempo, com o time bem organizado, as melhores chances foram criadas pela direita, com Michel e Guerra; uma sobrou pro Borja dominar e bater, e a outra pra ele cabecear na pequena área, mas a bola não tava muito a fim de entrar.

No intervalo, Eduardo manteve o time mas inverteu o Guerra com o Tchê Tchê, pra ver se o primeiro colava no Dudu pro jogo fluir também pela esquerda, e se o segundo entrava na partida.

Não funcionou. Logo menos já estávamos de novo com o Felipe Melo – um dos melhores – puxando a saída de bola, o que apesar de não ser o ideal, até que hora ou outra funcionava, como em ótima enfiada por cima pro Guerra, sozinho, desperdiçar tentando dar um improvável chapéu no goleiro.

Até fizemos dois gols, um com MIna e outro com Borja (já com a jogada parada), mas em ambos foi marcado impedimento – o primeiro bem discutível, o segundo não vi ainda o lance.

O tempo ia passando, a catimba aumentando, o juiz irritando e o Eduardo começou a mexer. Tirou o Michel e colocou o Keno, tirou o Guerra e colocou o Roger e por último o Tchê Tchê pra entrar o William.

O 4-1-4-1 logo virou um 4-2-4 sem nenhuma lógica e 100% coração.

Nos últimos 10 minutos de tempo regulamentar os bolivianos pararam o jogo pelo menos 5 vezes. Retardaram tudo que puderam, cobrança de lateral, tiro de meta, reposição de bola, atendimentos em campo, substituições. Ah e quando dava, sentavam a bota… Uma várzea, sempre com a conivência do bastardo de amarelo.

Que pelo menos teve vergonha na cara e deu 6 minutos de acréscimo.

E foi aos 50, quando muita gente já achava impossível (mas não lembro de ter visto um palmeirense levantando pra sair mais cedo, pelo menos ali no Gol Norte), num lance que passou quase no pé do time inteiro (Dudu, Keno, Dudu, Borja, Keno, Felipe Melo, Keno e Roger Guedes) até o cruzamento rasteiro sobrar pro Mina, rigorosamente na mesma linha da bola, só empurrar pro barbante.

O Allianz veio abaixo num urro de alívio de 38.420 vozes. Coisa linda.

Vitória da raça, da vontade de ganhar, contra um time que só sabe jogar na altitude de Cochabamba, e que em condições normais só sabe fazer patifaria em campo. Se foderam.

Quando não der na técnica que nos sobra, que dê na superação, na porrada, o que vale, sempre, são os 3 pontos. Deixa a tática pros programas de tv, o que importa é a porra da vitória, seja como for…

Liberta agora só no dia 12/04, contra o Peñarol, em casa, e depois dia 26 já no returno, contra o mesmo adversário em Montevidéu.

Enquanto isso, domingo vamos descer a serra contra aquele time morfético que só sabe abrir as pernas pro Gambá e ser vice do Verdão… Tá na hora de ganhar de novo naquela pocilga!

Pra cima das sardinhas!

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 3×0 SPFW – Paulistão17

Hoje deu gosto de ver. Fomos Palmeiras. 

Tanto na arquibancada, como em campo, fomos Palmeiras. A sintonia era intensa. Time e torcida, torcida e time, e também o treinador que encaixou com perfeição esse tal de 4-1-4-1 e aniquilou o time treinado pelo ex goleiro de hoquei.

Que por sinal tem treinado bem seus goleiros. 3 visitas do reserva do Marcão no Allianz, 10 gols sofridos, 2 de cobertura. A linha do time alegre também segue 100%: nenhum gol marcado.  Que seja sempre assim…

Com atuação monstruosa do Thiago Santos, o melhor em campo, o Palmeiras não deu a menor chance pro adversário sequer chegar perto do nosso gol. Com a defesa extremamente bem postada, o campo sobrou pra Tche Tche, Michel Bastos, Guerra e Dudu jogarem o fino da bola.

Embora o Palmeiras fosse muito superior no primeiro tempo, ia faltar o gol. Ia. Mas aí o Dudu lembrou: – peraí… Bambi? Allianz Parque? Vou mandar um balãozinho… E caixa. Um gol antológico, quase do meio de campo na lateral esquerda, e só deu pro Denis olhar e lembrar que o chefinho já passou vergonha semelhante.

No segundo tempo, Tche Tche, de canhota, indefensável, fez o segundo golaço da tarde, enquanto que Mina no bote, Michel na bola enfiada, Borja no desvio e Guerra na complementação, com ajuda de uma falha monstra do Denis, fecharam o tampo do caixão cor de rosa trabalhado no glitter.

Ainda podia ter sido 4, quando ainda estava 2×0, numa pintura do Michel Bastos, com embaixadas e um calcanhar improvável, a bola sobrou pro Fabiano acertar o cruzamento perfeito pro Egídio testar forte,  mas a bola foi muito perto do goleiro, que fez boa defesa.

Foi um resultado importante, o segundo da semana. O Palmeiras ganha confiança depois de empatar com 1 a menos na Argentina e atropelar o rival hoje, mesmo poupando 02 titulares, mais 1 suspenso e deixando outros 03 fora de quase toda a partida.

Eduardo Baptista ganha confiança, e (porque não?) um pouco de paz, mostrando que soube fazer a leitura correta de ambos os jogos, ao mesmo tempo em que rodou o elenco sem prejudicar o desempenho do time e conquistando resultados importantes. Boa, professor!

Foi dia também de ver a volta de Tche Tche, talvez o principal jogador em campo (e talvez do elenco), e de finalmente ver o Guerra desencantar, além do gol foi muito bem tanto na armação como na marcação.

Agora enfrentamos a segunda parte da maratona, Jorge Wistelrman pela Liberta na quarta e os lambaris na casa de praia no dia 19. Pensar nos 6 pontos não é exagero. Pelo contrário, se tem um time que pode ter essa expectativa é o Palmeiras.

Pra cima dos bolivias e dos bagres!

AVANTI PALESTRA! 

Atletico Tucuman 1 x 1 Palmeiras – Liberta17

Se o resultado foi bom ou ruim, saberemos a partir do resultado dos demais adversários na casa do Tucuman.

Foi bom pelas circunstâncias do jogo, afinal, 70+plus minutos com 1 a menos, qualquer coisa menos a derrota é lucro.

Mas, se o Palmeiras teve chances concretas de vencer 10 x 11,  considerando ainda que a expulsão do vitor Hugo foi cabacice pura dele, porque reclamar de juiz caseiro na Libertadores é coisa de juvenil, o empate é pra ser lamentado SIM.

Até porque o Borja teve 3 chances claras de gol, duas que o goleiro pegou e uma que foi milimetricamente pra fora, enquanto o gol cagadíssimo do Tucuman foi milimetricamente pra dentro.

Em resumo, eu não vou perder tempo de analisar se a substituição que o Eduardo fez no primeiro tempo foi acertada (porque o jogador que eu achava que devia sair fez o gol de empate), mas vou me limitar a achar que foi um puta resultado diante do que o jogo se apresentou, apesar de que, mesmo com um a menos, tivemos chances claras de sair com a vitória até mesmo mais do que o Tucuman.

Bom ou ruim, o importante é que o Palmeiras já pôde sentir na pele as adversidades que formam essa competição, e mesmo assim conseguiu evitar o pior resultado, o que pra todos os efeitos deve ser considerado um mérito, ao mesmo tempo que vale como um “presta atenção”.

Lição tomada e um ponto marcado fora e sigamos em frente. Até porque 4 pontos a cada um jogo fora e outro em casa é a fórmula maior de sucesso nessa competição. 

Seguimos adiante, sábado temos o bambi em casa e defendo time 100% reserva, e quarta J. Whistelman pela Liberta, esse sim jogo que vencer ou vencer ou vencer é a única alternativa.

Pé direito na estreia, pelo conjunto da obra, quarta é dia de assumir a ponteira do grupo.

AVANTI PALESTRA! 

Red Bull 1 x 3 Palmeiras – Paulistão17

Está se tornando um padrão. O Palmeiras constrói o resultado – 1 ou 2×0 – e de repente começa a sofrer uma pressão inexplicável do adversário, ainda que de capacidade técnica muito inferior.

É um defeito que precisa ser imediatamente corrigido, às vésperas da estreia na Libertadores. Não é possível um time tão qualificado perder o controle de partidas ganhas e colocar em risco os 3 pontos conquistados até então com certa facilidade.

Ontem foi tipicamente assim. O Palmeiras abriu o placar com William, ainda no começo do primeiro tempo, aos 8. Outras boas chances criadas por William, Keno e Guerra foram desperdiçadas, enquanto que na zaga, a não ser por um chute de fora da área. bem defendido pelo Prass, o jogo seguia bem tranquilo.

No segundo tempo, William, Keno e Guerra deram lugar pra Borja, Michel Bastos e Roger Guedes. E o Palmeiras continuou superior, apesar de já começar a tomar alguma pressão do adversário quando o RG fez o segundo gol.

Era pra liquidar a fatura, mas aos 43 tomamos um gol besta, e era o combustível desnecessário pro Red Bull buscar o empate de um jogo praticamente perdido. O mesmo filme do jogo com a Ferroviária, exceto pelo tempo de jogo.

Mas aí, de novo, tava lá o Borja pra arrumar as coisas. Numa cobrança de falta que o Borja jantou o zagueiro no posicionamento, a bola sobrou livre na quina da área pra ele mesmo, na saída do goleiro do Red Bull, finalmente dar números finais à partida.

No geral, o time foi inteiro bem, mas Dracena, impecável na zaga, Dudu e Zé Roberto pelas ligações rápidas e lançamentos para infiltrações no ataque, e o Michel Bastos, pelo fino da bola que tá jogando, foram os destaques pra mim. E claro, o Borja, entrou-guardou, e o RG, entrou-guardou também desde que o Borja chegou, não podiam passar em branco.

Podem dizer que estou exagerando, mas essa queda de desempenho e de intensidade do Palmeiras no segundo tempo deve ser motivo de preocupação, a 5 dias da estreia no nosso maior objetivo deste ano. Lembrando que isso vem acontecendo contra adversários bem inferiores, moleza essa que não vamos encontrar na Libertadores…

Quem sabe com a volta do Tchê Tchê isso se amenize. Foi na saída dele contra o Botafogo que esse problema começou. Mas com esse elenco qualificado que o Palmeiras tem, era pro Eduardo ter reparado isso já no jogo contra o Ituano…

Finalizo esse post com uma nota de extremo pesar pelo falecimento do Moacir Bianchi, fundador da Mancha Verde e diretor da escola de samba da qual eu tanto orgulho tive em participar na maioria dos desfiles dos últimos 11 Carnavais.

Eu não conhecia muito bem o Moacir. Conversei com ele uma ou duas vezes. Mas posso dizer o quanto ele foi marcante e importante na vida das pessoas e da entidade por ver o quanto ficaram abalados os meus amigos que o conheciam e que conviveram com ele tanto na torcida como na escola de samba.

Moacir, descanse em paz.    

 

 

 

 

 

Palmeiras 4×1 Ferroviária – Paulistão17

Está difícil analisar o Palmeiras taticamente. 

Depois de um primeiro tempo vistoso, 1 gol marcado pelo Keno, numa pintura do time, e duas chances claras desperdiçadas, uma pelo Keno e outra pelo William, o intervalo chegou com aquela sensação de dever cumprido e de um segundo tempo tranquilo por vir. 

E, óbvio, nao foi isso que se viu. 

Mas até que parecia, quando Michel Bastos, em jogada de falta, fez o segundo. 

E aí começou a ficar esquisito. O Palmeiras tinha o Thiago Santos a frente da zaga. A linha de quatro tinha Zé Roberto, Michel, Dudu e Keno. 

Veio então um pênalti pros caras. Desses que nunca marcam pra gente. E o Prass pegou, mas o safado do bandeirinha mandou voltar – outra regra que só vale pro Palmeiras: 2×1. 

Só que o Thiago Santos machucou. E entrou o Veiga. E virou bagunça. Ninguem sabia o que fazer. E a poderosa Ferroviaria ameaçou crescer.

Mas tinha algo mais hoje. Tinha a estreia do Borja. Que tinha marcado em todas as estreias e hoje não seria diferente. E não foi mesmo.

Foi ele quem criou a chance, depois de uma bola rebatida pela nossa zaga, que o Borja venceu do zagueiro no peito; sobrou ele e o Dudu com um único zagueiro. 

Aí o Borja tocou no Dudu. E o Dudu devolveu. E o Borja liquidou sem dó. 3×1. Força, explosão e técnica. Numa jogada só. Puta que pariu se esse BID sai na terça passada…

Ainda deu pro RG fazer de cabeça o quarto. 

4×1 que mostrou um Palmeiras muito superior, como de fato é e foi. Mas mesmo assim sofreu pressão num jogo ganho. 

Tá errado. E preocupa. Mas por ora nos contetemos com a vitoria expressiva. 

E fecho o post com um salve pra minha querida Mancha Verde e todos os Zés do Brasil!!! Que desfile da hora!

AVANTI PALESTRA!

AVANTI MANCHA!

Gambá 1×0 Palmeiras – Paulistão17

Complicado demais perder de forma tão vexatória. 

Que o gambá tem menos time, que ia jogar por uma bola só, todo mundo sabia. Ou quase todo mundo…

Mas do jeito que foi é inaceitável. O Palmeiras foi passivo demais. Parecia que quem tinha tido um jogador expulso injustamente era a gente.

Não que o Gabriel não tivesse que ser expulso, pois o juiz deixou de dar amarelo pra ele na primeira falta violenta que ele fez. Quando finalmente tomou o primeiro amarelo, já era pra ter sido expulso.

Mas não justifica o erro absurdo do juiz. E menos ainda a inércia do Palmeiras. A falta de criatividade. A incapacidade de criar lances de perigo contra um adversário acuado que só se defendia. A falha bizarra generalizada no lance que definiu o jogo. Tudo inadmissível. 

O Palmeiras precisa decidir logo o que quer da vida. Com todo esse investimento, já passou da hora desse grupo não ter elos fracos.

AVANTI PALESTRA!

Linense 0 x 4 Palmeiras – Paulistão17

Nunca pensei que um 4×0 não fosse me animar.

Mas não me animou.

Nada parecia ser suficiente de acalmar nossa alma depois que Moisés saiu de campo com uma grave torção de joelho.

Maldito campeonato de merda que não serve pra absolutamente nada, mas já nos custou dois dos maiores pilares do título brasileiro de 2016.

Sem ânimo pra escrever sobre o jogo.

Desculpem aí.

Parabéns ao Veiga, Willian, Michel, Barrios e ao Eduardo, mas não vejo motivo nenhum pra comemorar se tivermos perdido nosso principal articulador a 20 dias da estreia da Libertadores.

Maldita, MALDITA camisa 10…

AVANTI MOISES! FORÇA MALUCO!

Palmeiras 2×0 São Bernardo – Paulistão17

 

Finalmente um placar convincente, mas apenas pelo futebol jogado em parte do segundo tempo.

Depois de um primeiro tempo sofrível, de pouca ou nenhuma criatividade por parte da equipe, muito por conta da inoperância do RG, enquanto Moisés e Guerra jogavam em linha sem conseguir produzir muito, foi do excelente banco de reservas do Palmeiras que saiu a vitória.

Primeiro, a saída mais que comemorada do inofensivo Roger Guedes, com a entrada do Michel aberto pela direita deu vida nova ao Palmeiras no jogo. Com a entrada do Veiga no Guerra, o lado esquerdo do ataque também começou a fluir, e aí a retranca do São Bernardo foi pras picas…

Foi num lance pela direita com participação do Michel, Moises e Jean, .que o Palmeiras abriu o placar com Dudu.

E foi nele também o pênalti que originou o segundo gol, convertido por Jean.

No fim, o time titular foi mal, mas a vitória saiu do banco de reservas, com atuações convincentes de Keno, MB e RV.

É isso que queremos ver do Eduardo. O Palmeiras tem muito elenco pra entrar mal escalado, e principalmente para não produzir depois de alterações equivocadas. Que o fiasco de Itu tenha sido só um susto. Que o professor tenha entendido que esse time tem como render muito mais.

E com a produção mais que limitada do nosso centroavante, que aliás, nem centroavante de ofício é, já passou da hora do Baptista dar ao menos uma chance ao Barrios. Em 3 jogos, só Alecsandro e William jogaram, e nenhum dos dois marcou, ou fez alguma coisa de útil. Qual o problema de escalar o paraguaio?

Por último, de um novo recado pra diretoria: 23 mil pagantes, menos de 60% da ocupação… 19:30, quinta-feira, prum Palmeiras e São Bernardo, precisa ter ingresso mais em conta…

AVANTI PALESTRA! 

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 SÃO BERNARDO
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data-Hora: 16/2/2017 – 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: José Claudio Rocha Filho
Auxiliares: Daniel Luis Marques e Evandro de Melo Lima
Público/renda: 23.708 pagantes/R$ 1.238.229,74
Cartões amarelos: Keno e Willian (PAL), Marcinho, Geandro e Vinicius Kiss (SBR)
Cartões vermelhos: –
Gols: Dudu (19’/2ºT) (1-0), Jean (32’/2ºT) (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo; Róger Guedes (Michel Bastos, aos 14’/2ºT), Guerra (Raphael Veiga, aos 13’/2ºT), Moisés (Keno, aos 25’/2ºT) e Dudu; Willian. Técnico: Eduardo Baptista.

SÃO BERNARDO: Daniel; Eduardo (Marcinho, aos 23’/2ºT), Edimar, Anderson Conceição e Breno; Geandro, Vinicius Kiss e Rafael Costa (Alyson, aos 24’/2ºT); Rodolfo, Walterson (Patrick Vieira, aos 24’/2ºT) e Edno. Técnico: Sergio Vieira. 

%d blogueiros gostam disto: