Palmeiras 2x2Ponte Preta – BR16

Mais um puta vacilo do Palmeiras. Inadmissível somar 1 ponto de 6 possíveis contra um time absolutamente medíocre, hoje e sempre, como essa porra de Ponte Preta. Se for olhar todos os campeões de pontos corridos, aposto que ninguém foi tão mal contra a Ponte Preta como o Palmeiras.

E apesar dos desfalques, não tem como aliviar a barra do treinador, porque a culpa é dele e de quase mais ninguém por um resultado ridículo como o de hoje. Começa por escolher Rafa Marques pra começar como titular, e termina nas saída do Cleiton Xavier e entrada do Thiago Santos no segundo tempo.

Contra o Coxa, no primeiro turno, o Palmeiras ganhava o jogo fora de casa e Cuca resolveu fazer a mesma substituição covarde: tirar um atacante pra colocar um jogador que só marca. Lá em Curitiba, e hoje, aqui de novo, o castigo não tardou a vir. Tomamos o empate nos dois jogos.

E o que mais surpreende no Cuca, é que ele faz esse tipo de escolha sempre quando jogamos com times pequenos, e isso não costuma se repetir nos jogos contra os times grandes. Vai entender o que pensa nosso treineiro…

Hoje, com menos de 1 minuto que o Cuca tinha tirado o Roger Guedes pra colocar o Thiago Santos, última alteração, tomamos o gol. E aí o Palmeiras já não tinha mais um armador de ofício, CX já tinha saído pra entrada de Allione, e dos três atacantes, estavam em campo apenas Dudu e o inútil Rafa Marques.

Ou seja, o Palmeiras levou o empate e não tinha mais o poderio ofensivo necessário pra reagir. Tudo porque o Cuca quis segurar o resultado contra um adversário mais fraco. Abriu mão de matar o jogo pra privilegiar a marcação, num jogo em que dava pra ter feito 3, 4 gols tranquilamente…

Mas o Cuca não cagou sozinho, Vitor Hugo e Thiago Martins teriam sérios problemas pra deixar o campo se o jogo de hoje tivesse sido numa várzea da vida. Falhas bisonhas, imperdoáveis. E o Dracena no banco, hein professor??

Galo e Flamengo ganharam, o que tornava nossa vitória importantíssima, principalmente porque o Santos depois iria perder, e teríamos colocado 4 pontos de vantagem. Como os lambaris perderam, ficamos 2 na frente do Galo, mas com aquela sensação tremenda de vacilo que time que quer ser campeão não pode dar.

Enfim, a cagada já tá feita, que seja a última, porque daqui pra frente qualquer fraquejada dessa pode ser definitiva pra continuação do campeonato. Ainda bem que ainda tínhamos gordura pra queimar. Seguimos líderes mesmo depois dos desfalques dessa maldita Olimpíada. E o Jesus segue artilheiro ahahah

Que esses pontos jogados fora hoje voltem contra o Fluminense no Rio de Janeiro. Com Jesus em campo, e com uma mudança significativa principalmente na defesa, espero muito mais do verde do que foi visto hoje.

AVANTI PALESTRA!

 

 

Atlético/PR 0x1 Palmeiras – BR16

Virada de turno, 2012. O Palmeiras vinha mal das pernas, no Z4, a ressaca do título da Copa do Brasil já tinha pasado e o Palmeiras precisava reagir pra escapar do perigo do rebaixamento. Fomos enfrentar a Lusa no Canindé, e o que era pra ser o divisor de águas daquele campeonato, foi o início de uma tragédia dolorosa demais pro torcedor palmeirense. 3×0 pros Portugas e a crônica de uma morte anunciada começava a ficar gravada na alma do palmeirense.

Virada de turno, 2016. O Palmeiras chegou no returno o melhor time, mas já não era tão melhor como tinha sido no decorrer do campeonato, diziam alguns. A diferença que chegou a ser de 5 pontos, tinha caído pra um. E o Palmeiras teve pela frente um time que tinha conquistado 23 pontos de 27 disputados em casa, sete vitórias e dois empates, nenhuma derrota sofrida.

Mas dessa vez, as coisas funcionaram bem diferente. O Palmeiras, mesmo desfalcado, entrou em campo determinado a fazer sua melhor partida como visitante no torneio. E fez.

O time inteiro voou em campo, mas foi no meio que o Palmeiras sobrou: Thiago Santos, Tchê Tchê e Moisés jantaram os jogadores do Atlético, e com isso o Palmeiras teve domínio e controle plenos da partida.

O gol de cabeça de Vitor Hugo, no final do primeiro tempo, num escanteio batido por Dudu, apenas confirmou quem era o melhor time em campo: O Palmeiras chegava e não deixava o Atlético chegar.   

No segundo tempo o jogo até podia ter sido mais fácil, um pouco mais de capricho nos contra-ataques teriam garantido placar mais elástico, mas, de novo, aí não seria o Palmeiras…

E mesmo quando a bola passou a nossa marcação quase infalível, lá estava Jailson pra afastar o perigo da nossa meta. Pegou tudo o 49, até lance de impedimento o Jailsão bloqueou…

Que partida, senhores! Que vitória! Ah se fosse sempre assim, acho que esse blog nem ia existir ahahahah

Primeiro grande desafio na parte de cima da tabela, e 03 pontos pro Verdão. Ainda é cedo pra pensar qualquer coisa, o Palestra pode até não ter o melhor elenco, com certeza não é o time queridinho da imprensa, da CBF e da juizado, mas que o Palmeiras está nadando de braçada no caminho certo e mais que todo mundo, isso ninguém pode negar. E que siga assim, pra cima Palmeiras!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-PR 0 X 1 PALMEIRAS
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data-Hora: 14/8/2016 – 18h30
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Auxiliares: Leirson Peng Martins (RS) e Mauricio Coelho Silva Penna (RS)
Público/renda: 23.911 pagantes/R$ 866.100,00
Cartões amarelos: Otávio, Léo, Hernani (APR), Cleiton Xavier, Erik, Thiago Santos (PAL)
Cartões vermelhos: –
Gols: Vitor Hugo (43’/1ºT) (0-1)

ATLÉTICO-PR: Santos; Léo (Matheus Rosseto, aos 26’/1ºT), Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani, Luciano Cabral (André Lima, no intervalo) e Lucas Fernandes; Yago (Marcos Guilherme, aos 27’/2ºT) e Walter. Técnico: Paulo Autuori.

PALMEIRAS: Jailson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos, Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Cleiton Xavier, 31’/2ºT), Dudu (Rafael Marques, aos 39’/2ºT) e Erik (Fabrício, aos 42’/2ºT). Técnico: Cuca. 

Palmeiras 2×1 Vitória – BR16

Depois de 03 jogos, o Palmeiras voltou a vencer no Campeonato Brasileiro e, na última rodada, retomou a liderança que foi nossa mais do que de qualquer outro time até aqui.

O Palmeiras começou indo pra cima do Vitória e, como se tornou característico dessa equipe, com 15 minutos já tinham sido criadas pelo menos 03 chances de gol, duas com Erik e uma com o Leandro Pereira, mas nada de gol.

Na zaga, os perigos vinham de erros individuais, mas as bolas pararam num inspirado Jaílson, que defendeu quase tudo que pôde, foi uma partida quase impecável, não fosse um azar danado no segundo tempo. Mas, sem discussão, achamos o goleiro que vai suprir a ausência do Prass até o fim do ano.

O jogo começou a mudar quando Leandro Pereira, machucado, deu lugar pro Barrios, e foi nítida a diferença: o paraguaio joga de costas na área com a mesma facilidade que joga indo buscar o jogo (o que o LP não faz), ficando a dúvida do por que ele não é titular nesse time, em especial com a ausência do GJ.  

Lá pelos 20 e poucos, Cleiton foi puxado na área e o juiz não tinha como  não marcar o penalti. Jean bateu no canto oposto da cobrança contra a Chapecoense, fraco e rasteiro, e o goleiro do Vitória, quase 1 km adiantado, pegou a bola sem dificuldade.

Aos 35, em jogada ensaiada de escanteio, depois de um quase golaço de chaleira do Moisés (o melhor em campo), a bola sobrou pra ele, Barrios, só desviar pro gol, 1×0 pro Verdão.

No segundo tempo, o que já havia sido visto na primeira etapa, Dudu (que vestiu a braçadeira de capitão) jogou como o palmeirense sempre espera, foi pra cima  da zaga do Vitória e mostrou que nos últimos jogos tava mesmo pouco a fim de jogar bola. Num desses lances, depois de um belo passe de Barrios, o último dele no jogo (que também saiu machucado), Dudu achou CX entrando sozinho na pequena área: 2×0 pro Verdão.

E aí, achei que o Cuca errou ao colocar o Rafael Marques no lugar do Barrios. Marques sempre entra no jogo sem nenhuma inspiração, parece mesmo que não é com ele. Tirando umas bolas de cabeça em reposições do Jaílson, a única coisa que ele sabe fazer, no resto foi mal demais. Talvez a entrada do Roger Guedes, pra explorar a opção do contra-ataque seria melhor. Pode ser que o Cuca quisesse testar o RM, já que tinha perdido os dois centroavantes do elenco por contusão, mas não deu nada certo pra ele, só pra variar…

E o que se viu foi um jogo fácil começar a ficar complicado. Principalmente depois que o Cuca resolveu inverter Jean e Tchê Tchê (o que já havia acontecido no começo do jogo), e em três vacilos do 32, quase entregamos o empate de mão beijada pro Vitória: Primeiro, numa bola nas costas do Tchê Tchê, que rendeu um cruzamento rasteiro que o Jaílson espalmou e a bola bateu nas costas do Thiago Martins e entrou no nosso gol.

Depois, numa bola que o Tche Tche tentou sair jogando e foi cortando pro meio na frente da nossa área, que acabou num chute perigoso do jogador do Vitória, e por último, numa falta na cara do gol que, por sorte, não passou da nossa barreira.

Até entendo a alternância entre os dois, principalmente porque como o TS não estava jogando, Jean faz a marcação como primeiro volante melhor do que o Tche Tche. Mas precisa treinar melhor isso aí, porque quase nos custou os 3 pontos…

Ainda deu tempo do Jaílson fazer uma defesa monstruosa em outro chute de fora da área, e lá na frente, Allione, que tinha entrado no lugar do CX, driblou o goleiro do Vitória e ao invés de só rolar pro Dudu tocar pro gol vazio, resolveu chutar sem ângulo, e a bola foi pra fora.

No fim, apesar da emoção no fim, foi um bom jogo do Palmeiras e o reencontro com a vitória não viria de mão beijada mesmo.

A se confirmar o 1º lugar, o que só não ocorrerá se o Gambá golear o Cruzeiro no Pacaembu hoje a noite, o Verdão terá sido líder do BR em 10 das 19 rodadas até aqui disputadas e fechará a metade do campeonato com o título simbólico de campeão do primeiro turno.

E o que isso vale? Absolutamente nada, senão indicar que o Palmeiras está no caminho certo, mas as dificuldades daqui pra frente serão cada vez maiores. A começar pelo fato de que, dos 05 adversários diretos que seguem na nossa bota, jogaremos com 4 fora de casa pelo segundo turno: Gambá, Santos, Gremio e Atlético/MG. Só o Flamengo virá jogar no Allianz.

O caminho para o enea será o seguinte:

A/PR (F), PON (C), FLU (F), BAM (C), GRE (F), FLA (C), GAM (F), CTB (C),  STA (F), AME (F), CRU (C), FIG (F), SPO (C), SAN (F), INT (C), A/MG (F), BOT (C), CHP (C) e VIT (F).

A dificuldade da tabela fica ainda mais preocupante quando lembarmos que perdemos pontos pra Ponte Preta, Coritiba, Botafogo e Chapecoense, e que toda a gordura que o Palmeiras tinha, que chegou a ser de 05 pontos, hoje se reduz a 1 único ponto, podendo terminar a noite com uma diferença de saldo de gols apenas.

E os cabelos brancos do palmeirense começar a brotar quando vemos a quantidade de contusões que não para, de acontecer: Prass, Dracena, Mina e Gabriel seguem fora, ontem perdemos Barrios e o Leandro Pereira, e com a suspensão do Alecsandro e o GJ na seleção, pode ser que no domingo não tenha um camisa 9 pra jogar contra o A/PR. Complicado…

Mas, como eu disse aqui outras vezes, quem quer moleza está torcendo pro time errado. Vamos assim até o fim, e seremos campeões, senão antes, naquele maldito Barradão, que tanta coisa ruim faz o torcedor do Palmeiras lembrar…

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 VITÓRIA
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data-Hora: 7/8/2016 – 16h
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Nadine Schramm Camara Bastos (Fifa-SC) e Helton Nunes (SC)
Público/renda: 30.330 pagantes/R$ 1.975.055,20
Cartões amarelos: Zé Roberto e Tchê Tchê (PAL), Victor Ramos, Euller, Kanu e Marinho (VIT)
Cartões vermelhos: –
Gols: Barrios (36’/1ºT) (1-0), Cleiton Xavier (4’/2ºT) (2-0), Thiago Martins (contra) (29’/2ºT) (2-1)

PALMEIRAS: Jaílson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier (Allione, 24’/2ºT); Dudu, Erik e Leandro Pereira (Barrios, aos 25/’1ºT) (Rafael Marques, aos 5’/2ºT). Técnico: Cuca.

VITÓRIA: Fernando Miguel; Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; José Welison (Serginho, aos 25’/2ºT), Willian Farias, Flávio (Vander, no intervalo) e Cárdenas (David, aos 36’/2ºT); Marinho e Kieza. Técnico: Vagner Mancini.

 

 

  

Chapecoense 1×1 Palmeiras – BR16

Diante das circunstâncias do jogo, o empate serviu de algum consolo, mas não pode deixar de ser dito que foi um jogo que se apresentou como aqueles em que o Palmeiras tinha obrigação de ganhar.

Muito mais pelo que o Chapecoense não jogou até abrir o placar do que pelo jogo em si. Afinal, em 03 visitas a Chapecó pelo BR até hoje, o Palmeiras não tinha marcado nenhum ponto, marcado um só gol e levado 8.

E hoje, pelo menos até o fatídico lance do goleiro Vagner, o Palmeiras mandou na partida, criou chances – poucas, mas criou – e controlava amplamente a partida.

Até que numa cobrança de falta despretensiosa, Vagner caçou borboleta e o atacante do adversário, que estava impedido na largada do lance, fez o gol. Era uns 30 do primeiro tempo.

E o Verdão sentiu. Morreu em campo, o que se via simbolizado na pessoa do Dudu, disparado o pior em campo hoje, superando até o vacilão que vestia luvas, pelo desinteresse, falta de entrega e de vontade, indignos de quem veste nosso manto.

Veio o intervalo e o Cuca resolveu finalmente acertar na alteração: mexeu no meio, e sacou o volante de contenção – TS – pra colocar um meia – CX. Deu certo: o Palmeiras passou a criar as chances mais claras que não tinha conseguido no primeiro tempo, principalmente depois do gol.

Depois, errou ao tirar o Erik, que vinha sendo o menos pior dos atacantes, para colocar o Barrios – era melhor ter saído o Banana ou o Dudu, principalmente o último, pela falta de empenho.

E o Barrios – mesmo fora de ritmo – foi bem, cavou várias faltas, fez o pivô, marcou, deu carrinho, perdeu gols, obrigou o goleiro da Chape fazer algumas defesa, enfim, fez o que se espera de um atacante, apesar de não ter ido às redes. Foi bem melhor que o apagado Leandro Pereira.

Mais um pouco e saiu o morfético do Dudu e entrou o Allione, outro que há muito não tinha oportunidade, e fez muito bem o que podia ser feito diante das circunstâncias – um adversário totalmente recuado. Mesmo assim, a melhor chance do Verdão de virar o jogo saiu dos pés dele, num cruzamento pela direita que Cleiton Xavier desviou e o goleiro da Chape operou um milagre – um dos muitos que ele fez no segundo tempo.

No fim, o empate devolveu o Palmeiras à ponta da tabela, com 33 pontos, ao lado dos fregueses da Capital e do Litoral, atrás dos praianos apenas por 2 gols de saldo e na frente dos imundos por 1.

Podia ser melhor, mas aí não seria Palmeiras. Aqui é sempre mais difícil, quem ainda não se conformou com isso, tá mais que na hora, vai ser assim até a última rodada…

Que venha então o maldito Vitória. Que o sangue fervente do palestrino de 2002 e 2003 volte às veias e saía pelas vozes dos 40 mil que lotarão o Allianz no domingo, pro Verde virar a tabela na frente de todos e arrancar pro segundo turno rumo ao nono caneco.

AVANTI PALESTRA!

Botafogo 3×1 Palmeiras – BR16

Depois de liderar praticamente metade do campeonato, o Palmeiras deixa a liderança na mão do rival, com ares de crueldade, numa derrota bem humilhante pro Botafogo, que ainda foi premiado com a saída do Z4 (que devia ocupar  desde o começo do campeonato ou algo que o valha). E pior, ainda tomamos 02 gols dum perna dura como Neilton, que desde a Copinha só serve pra fazer gols no Palmeiras e em mais ninguém. Hoje, fez 2. Nos outros 16 jogos do Campeonato, só tinha feito 4… É ou não é de foder?

Ainda mais preocupante é ver que o baixo rendimento do Palmeiras pesa justamente onde perdemos jogadores pra Seleção: no gol e no ataque.

Já na semana passada o gol que o Vagner tomou contra o Galo o Prass teria pego. Hoje, os dois gols do Neilton ele poderia ter defendido -o primeiro com certeza, foi no meio do gol – e jamais teria feito aquele penalti imbecil que matou qualquer chance de reação do Palmeiras no fim do jogo. O Vagner é ruim? Não. Mas o Prass é infinitamente melhor. E provavelmente não jogará mais esse ano, durmam com essa trovoada…

No ataque é a mesma coisa: Erik até está marcando os gols, fez 02 nos últimos 03 jogos, mas nem ele, nem o Pereira e nem os outros suprem nem mesmo proximamente a falta que o GJ faz.

Resultado dessa porra de Olimpíada é que o Palmeiras parou de marcar os gols que estava marcando e começou a tomar os gols que não estava tomando. Desde que o Prass e o Jesus saíram, tomamos 4 gols e só marcamos 1, perdemos dois jogos e o primeiro lugar na tabela.

Pelas escalações que se sucederam desde o Inter x Palmeiras – último jogo com Prass e GJ – vê-se claramente que o Cuca está tentando achar a formação ideal pros jogos sem nossos melhores valores, mas ainda sofremos com a ausência do Moises contra o Galo e do Tche Tche hoje, enquanto amargamos atuações fraquíssimas de Dudu e CX, dois caras que deviam estar segurando a bucha, mas pelo visto isso não é com eles…

Além disso, nos últimos 4 jogos, o Cuca errou nas substituições em 3 – contra o Santos recuou demais o time quando Moises machucou e entrou o MSalles, contra o Galo Barrios e Alecsandro juntos sem um meia de articulação, e hoje contra o Botafogo colocou um inoperante e bem desinteressado Rafael Marques (que demorou 17 minutos pra tocar na bola a primeira vez…). Não que o elenco do Palmeiras ofereça uma infinidade de possibilidades, mas está faltando um pouco de criatividade pro nosso comandante, sei lá, põe o Allione, tira um lateral, sacode a porra toda professor! 

E é claro que o palmeirense queria estar mais uma rodada na liderança, que fosse assim até o fim, mas nossa realidade é outra, nosso sofrimento sempre é maior.

Por mim, que siga no bolo desse jeito, 1 ponto na frente, 1 atrás, e que lá pra novembro assuma a frente de vez pra não sair mais.

E apesar de tudo, perder pro Botafogo, por mais ridículo que possa parecer – e é – jogando fora de casa, e até que quase admissível. Resta saber se Santos, Gambá, Galo e Gremio também perderão pontos jogando lá no RJ, pois é isso que fará a diferença no fim das contas pra um desastre ou um resultado normal. Os 03 primeiros ganharam do Boatfogo jogando em casa, o Gremio joga fora pela 19 rodada, mas só em setembro. Veremos… 

Com Gambá jogando em Curitiba contra o Atlético, e o Santos contra o Flamengo no Pantanal, onde a maioria absoluta da torcida deverá ser flamenguista, ambos os jogos na quarta, a liderança pode voltar a nossa mão já na próxima rodada: é “só” ganhar da Chapecoense lá na casa delesna quinta-feira, (coisa que a gente nunca conseguiu…) e depois manter o bom aproveitamento em casa contra o Vitória no domingo, pra fechar o turno em primeiro.

Ou seja, qualquer coisa que não seja os 06 pontos nos próximos 02 jogos, aí sim o palmeirense pode começar a ficar preocupado…

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 0x1 Galo – BR16

Foi uma derrota merecida. Mais pela inoperância do Palmeiras do que pela qualidade do Galo. 

Mesmo porque a proposta do adversário era clara: não deixar o Palmeiras jogar, o que foi feito com marcação alta sobre os nossos laterais e muita, mas muita botinada com a conivéncia sempre existente da arbitragem. 

Fazer o quê se o nosso mandatário acha que o Palmeiras não é prejudicado pela arbitragem…

Mas dessa vez não perdemos pro juiz. Perdemos porque não tivemos Moises e porque não tivemos um 9.  

Erik até que foi bem, mas não funciona de 9, falso ou verdadeiro.

O gol do Galo foi numa jogada bem ridicula, minutos depois que o Thiago Santos saiu do time. E não foi coincidência… Tomar gol dum volante cansado como L. Donizete entrando pelo meio da área, tenham dó…

Daí o Cuca resolveu enterrar o time de vez, tirando o CX, único armador, pra colocar o Barrios, e depois o Erik pra colocar Alecsandro. 

O time virou uma zona só. E até pressionou o Galo, mas nada de efetivo. Dava pra ter mexido melhor, hein professor…

Se na rodada passada ganhamos 8 pontos, nesta perdemos 7, com o empate dos gambás – com aquela ajudinha básica da arbitragem (viu, PN???) e as vitórias de Gremio e Sardinhas (tbm com aquele empurrãozinho do apitador). 

Dos últimos 9 pontos, ganhamos 4. E os 5 pontos perdidos foram em casa. Tudo bem que os adversários eram dificeis, mas agora qualquer coisa que nao sejam os 9 pontos nas 3 ultimas rodadas (Botafogo, Chapecó e Vitoria) irá custar caro.

Mas é isso mesmo. Não tem moleza. Pra cima do próximo e vamos defender essa liderança até o último jogo.

AVANTI PALESTRA!

Inter 0x1 Palmeiras – BR16

Quando o Palmeiras levantar o caneco no fim do ano, vou lembrar do jogo de hoje como um divisor de águas: o dia que o Verdão jogou no Beira-Rio como se estivesse em sua casa. Menos pelo placar magro, mas muito mais pela forma como o Palmeiras praticamente não correu perigo algum de ter sua vitória ameaçada.

Depois de um primeiro tempo em que o Palmeiras foi dono do jogo, tendo feito o gol logo aos 10, e ainda perdido pelo menos outras 03 chances de marcar, o Inter voltou do intervalo com Valdívia e, logo depois, com Anderson, para equilibrar as forças e inverter o domínio da posse de bola, sem que isso significasse perigo para o gol de Fernando Prass, que saiu de campo com o uniforme limpo.

Numa partida impecável do setor defensivo, e quase perfeita do Thiago Santos, o Palmeiras só não foi melhor no placar porque no ataque faltou inspiração pro Jesus e pro Guedes.

E dessa vez, Cuca leu bem o jogo e acertou ao mandar Dudu pro campo no lugar do machucado Cleiton Xavier: Àquela altura, com meia hora de bola por rolar, a entrada de um volante – como o Cuca fez contra o Santos – iria convidar o time dos caras pra dentro da nossa área.

Com a vitória, o Palmeiras encerrou um tabu de 19 anos sem vencer o Inter no Beira-Rio, como já tinha quebrado 7 anos sem ganhar na Ilha do Retiro, e mais de 20 sem ganhar do Gambá no Pacaembu. Abrimos 3 pontos e 1 vitória pra cima do Lixão, que só empatou com os bambis, e ainda fomos ajudados pela derrota do Gremio para o Sport: mais uma vitória de 8 pontos.

Agora começa a série de pelo menos 6 jogos que o Verdão não poderá contar com Prass e Jesus. E o primeiro adversário será o Galo, de quem o Palmeiras também não ganha há um bom tempo. Vem tabu, vem!

AVANTI PALESTRA!  

Palmeiras 1×1 Sardinhas – BR16

A se considerar as circunstâncias que antecederam a partida, com o Palmeiras sem 3 jogadores suspensos e 2 que eram dúvida, bem como as duas contusões que impediram Cuca de modificar o esquema de jogo – principalmente a segunda – o palmeirense pode se dar por satisfeito com o empate.

Já o time do litoral repleto de jogadores que fazem a sobrancelha e tals, nunca mais vão ter outra chance de ganhar do Palmeiras na nossa casa. O auge da vergonha alheia foi o treinador deles – aquele bosta – mandar dois jogadores pra campo aos 46 do segundo tempo, visivelmente pra parar um jogo que ele poderia ter ganho… Mas que se foda o Santos, por essas e outras que não é adversário nosso pelo título.

Para atribuir as responsabilidades pelo empate de hoje, voltemos 8 dias: Gabriel Jesus, Roger Guedes e Thiago Santos, os três, tomaram cartões amarelos absurdamente estúpidos no jogo contra o Sport, os dois últimos quando o jogo tava 3×1 pra gente… Porra, não pode, fomos pro clássico sem 2 dos três titulares do ataque e sem o nosso melhor volante de contenção atualmente à disposição no elenco. Já largamos atrás contra um adversário que veio completo…

Daí veio a escalação, com Mateus Sales, Tche Tche e Moises, com Barrios, Dudu e Erik na frente. Se o DM liberou, não tem porque o treinador não escalar, né…

Ai aos 6 Mina subiu no 7º andar pra abrir ao placar e antes dos 20’já perdemos o Moises, hein DM????. E ai foi a vez do Cuca errar, por ter escolhido o Arouca pra entra no time, e não o Cleiton Xavier… Tá bom, ele não podia imaginar que o Mina também ia machucar ainda no 1º tempo, mas abriu mão de qualquer chance de encaixar um contra-ataque e lacrar o caixão dos bagres…

Ele não esperava partidas tão pífias de Dudu e Erik, mas enfim, abriu mão de atacar bem antes da hora e quando o Mina machucou, perdeu a possibilidade de mexer no intervalo.

Com o Barrios também apagado em campo, Cuca optou por colocar o Leandro, ao invés de tentar consertar o pior problema do Palmeiras no 2º tempo, que foi a falta de criação. Era jogo pro CX, desde o minuto 1, e basta ver que o s bagres tiveram o dominio do jogo no 2º tempo – mas nada a justificar aquele gol cagadasso – justamente porque tinham criação contra um time jogando em casa com 3 volantes…

Não pode faltar menção a mais uma arbitragem péssima contra o Palmeiras, os bagres bateram o quanto quiseram sem levar amarelo, e o juiz ainda não marcou pênalti pro Palmeiras num lance de mão na bola que, se fosse na nossa área, era marca da cal e cartão pro nosso jogador.

E se já não bastasse tudo isso, o Sr. Leandro Pereira ainda consegue me perder um gol dentro da pequena área lá pela 40 e lá vai pedrada do 2º tempo…

Por isso tudo, o empate não foi péssimo resultado, o Palmeiras segue lider isolado e, se precisamos marcar 4 pontos a cada 2 jogos, ganhar naquela latrina no litoral nunca foi problema, vamos passar o carro no 2º turno!

AVANTI PALESTRA!

Sport 1 x 3 Palmeiras – BR16

Eu dizia no último post que hoje era dia de devolver o fiasco da re-estreia no Palestra Italia, quando justo o Sport nos aplicou uma derrota dolorosa, e o que era pra ser festa virou angústia que ainda iria durar mais algumas rodadas daquele lamentável ano de 2014.

Dessa vez, o Palmeiras chegou ao Recife com o mundo torcendo contra, pra defender a liderança contra a equipe do Sport na zona do rebaixamento. Mas era um Palmeiras e Sport, sempre complicado… nunca esqueço o lançamento do primeiro Avanti, num intervalo de jogo no Palestra, que era contra esse time dos inferno, que já  ganhava por 2×0 ainda na primeira etapa.

Mas também lembro de 12 de maio de 2009, a última partida monstruosa, na minha opinião, de São Marcos de Palestra Italia.  Enfim, Palmeiras e Sport é sempre jogo cascudo, não importa em que condições a partida é disputada.

Só que dessa vez o Palmeiras não titubeou. Como tem sido a marca registrada dessa equipe, abrimos o placar logo, com 10 minutos, num lance que começou despretensioso, lateral batida no meio campo com uma bela arrancada do Erik, e cruzamento do Jesus pro 14 finalmente marcar com nossa camisa.

Dedo do Cuca, que bancou o Erik ao invés do que parecia ser o óbvio, Barrios, no lugar do Dudu, cortado de última hora.

Mas, o que também tem sido uma marca registrada dessa equipe, especialmente jogando fora, é que o time para de jogar depois de abrir o placar.

Mesmo assim,  o primeiro tempo ficou nisso, tirando umas duas outras boas descidas que foram desperdiçadas pelo Roger Guedes.

Na volta do intervalo, começaram os problemas. Aos 9 perdemos o Moises, com lesão muscular. Cuca colocou o Matheus Salles, e pra mim errou, porque deixou o time com 03 volantes e sem armação. Não deu 05 minutos e num lance besta demais sofremos o empate, numa falha de bote do VH que deixou o Mina vendido, e a bola sobrou pro 10 do Sport empatar.

Cuca logo corrigiu e tirou Jean, colocando o CX em campo aos 18, e dois minutos depois já sairia o segundo gol do Palestra, em um belo chute do Jesus na entrada da área.

Mais cinco minutos e Cleiton Xavier, de pênalti sofrido pelo GJ, martelou o último prego no caixão do Sport.

Agora o Verdão só volta a campo no dia 12, contra os Lambaris em casa, jogo que seria disputado neste sábado, mas que o Palmeiras pediu pra mudar de data.

Esse tempo extra virá a calhar pra quem saber recuperar Dracena, Dudu, e os substituídos por lesão Moises e Tche Tche. E não teremos Thiago Santos, Roger Guedes e Jesus, que tomaram o terceiro amarelo em jogadas bem estúpidas…

Mas, como o Palmeiras finalmente tem elenco, isso não deve ser problema pra enfrentar os sardinhas.

Pra cima Palmeiras!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

 SPORT 1 X 3 PALMEIRAS

Local: Ilha do Retiro, em Recife (PE)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
Auxiliares: Alexandre Pruinelli Kleiniche (RS) e Élio Nepomuceno Júnior (RS)
Cartões amarelos: Matheus Ferraz, Samuel Xavier, Agenor e Rodney Wallace (SPO), Erik, Mina, Gabriel Jesus, Thiago Santos e Róger Guedes (PAL)
Público e renda: 24.968 / R$ 491.860,00
Gols: Erik 10′ 1ºT (0-1); Gabriel Xavier 13′ 2ºT (1-1); Gabriel Jesus 20′ 2ºT (1-2); Cleiton Xavier 26′ 2ºT (1-3)
,
SPORT: Agenor; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Durval e Rodney Wallace; Serginho (Rodrigo Mancha 32′ 2ºT), Rithely, Gabriel Xavier e Diego Souza; Edmílson (Clayton 37′ 2ºT) e Rogério (Mark González 25′ 2ºT). Técnico: Luiz Alberto

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean (Cleiton Xavier 18′ 2ºT), Yerri Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê (Thiago Martins 37′ 2ºT), Thiago Santos e Moisés (Matheus Sales 9′ 2ºT); Erik, Róger Guedes e Gabriel Jesus. Técnico: Cuca 

Palmeiras 4×0 Figueirense – BR16

O Palestra não tomou conhecimento do Figueirense e com um 4×0 bem do tranquilo, manteve os 100% de aproveitamento em casa, 7 jogos, 7 vitórias, 20 gols pró e 3 contra.

Moisés, Dudu, e GJ (2), marcaram pro Palmeiras num jogo em que a equipe parecia nem fazer força pra conseguir os gols. Com 7 minutos, em mais uma variação em cobrança de escanteio – dedo do Cuca – Moyses acertou uma cabeçada precisa pra abrir o placar.

Lá pelos 40, Dudu, com calma, dominou a bola na marca do penalti, depois de mais uma ótima jogada de Roger Guedes,  e sentou o pé: 2×0.

Nos 10 do segundo tempo, jogada de Dudu em profundidade com o Zé Roberto, que num cruzamento curto no primeiro pau achou o Jesus livre pra fazer de cabeça.

E o Jesus ainda faria o quarto, em cruzamento de Roger Guedes que o Barrios, vergonhosamente, furou…

Barrios, aliás, que mostrou toda a falta de ritmo ao perder um gol ele e o goleiro, depois de ter roubado muito bem a bola do zagueiro do Figueirense. Como ele tava fora há 11 rodadas, não dá pra reclamar, mas pelo que mostrou em campo hoje, o paraguaio vai precisar falar bem menos e jogar bem mais se quiser ter vaga na equipe titular.

A rodada desse final de semana pode ser daquelas que o palmeirense vai dar risada à toa. Porque Flamengo e Gamba, e Inter e Gremio, os quatro adversários imediatamente abaixo do Verde na tabela, jogam entre si. E mais, o Verdão só entrará em campo na segunda à noite, e dependendo do que tiver acontecido nas partidas dos rivais, terá chance de abrir até 05 pontos de vantagem pro segundo colocado.

Mas, pra isso o Palmeiras terá que jogar na Ilha do Retiro como se estivesse no Palestra. É esse o grande desafio para o qual o Cuca vai ter que literalmente quebrar a cuca, com o perdão do trocadilho imbecil: fazer o time render pelo menos razoavelmente como visitante.

Melhor momento impossível pra cobrar, com juros e correção monetária, aquela doída derrota em 19/11/2014, na nossa volta pra casa. Que assim seja!

AVANTI PALESTRA!

OS LANCES:

A FICHA TËCNICA:

PALMEIRAS 4 X 0 FIGUEIRENSE 

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/horário: 30 de junho de 2016, às 19h30, quinta-feira 
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Clóvis Amaral da Silva (PE)
Público/renda: 32.834 pagantes/ R$ 1.935.544,72
Cartões amarelos: Rafael Moura (FIG); Róger Guedes (PAL) 
Gols: Moisés 7’1ºT (1-0); Dudu 42’1ºT (2-0); Gabriel Jesus 10’2ºT (3-0) e Gabriel Jesus 45’2ºT (4-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê e Moisés (Matheus Sales 7’2ºT); Róger Guedes, Cleiton Xavier (Lucas Barrios 19’2ºT) e Dudu (Vitinho 36’2ºT); Gabriel Jesus. Técnico: Cuca. 

FIGUEIRENSE: Gatito Fernández; Ayrton, Marquinhos, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Jackson Caucaia, Ferrugem (Josinei 29’2ºT) e Bady; Ermel (Yago 1’2ºT), Rafael Moura e Dudu (Everton Santos 29’2ºT). Técnico: Vinícius Eutrópio.

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