Coritiba 2×0 Palmeiras – BR14

Nada que eu disser aqui vai mudar nossa situação.
Dependemos de duas derrotas do Vitória. E que o Botafogo e Bahia não vençam um dos seus dois jogos.
Porque a depender só do time do Palmeiras, estamos fudidos.
Um misto de vergonha e desespero me recomendam o silêncio e é isso o que eu farei.
AVANTI PALESTRA!

Mambembes numa Arena

Salve meus amigos Centenários, que semana!

Acredito que todos tenham vivido dias e horas de ansiedade para enfim voltar prá casa, num cenário de festa e mostrar a todos o quanto ainda somos fortes. Sonho esse que virou pesadelo. A revolta Pós jogo estava presente em todas as movimentações no entorno da linda arena, nas rodas de conversa e principalmente nas mídias sociais, palmeirenses ou não.

E venhamos e convenhamos, estamos sendo muito pacientes com o amadorismo que temos visto no nosso amado time há anos, que vai desde a estrutura diretiva até o conceito técnico e tático mínimo que um jogador de futebol deve ter. Exemplificando esse desabafo acima, vamos aos fatos:

Contra fatos não há argumentos, tudo leva a crer que no início do ano e após a copa (com o afastamento do CEO) , o planejamento foi montar um time titular para ir bem no Brasileiro e Copa do Brasil. Prass, Luis Felipe, Lúcio , Victorino (Tóbio) e W. Matheus; Eguren, Wesley, Mendieta (Allione) e Valdívia (Bruno César), Leandro (Mouche) e Kardec (depois Cristaldo) certamente deveria ser essa a linha mestre para iniciar o campeonato, que juntamente com os Argentinos e atletas da base iriam compor um elenco apto para brigar por uma vaga da Libertadores de 2015.

Pois bem, o lateral esquerdo foi vendido pela primeira oferta que apareceu e o lateral direito – que foi muito bem no ano passado- não cedeu ao erro amador de seu contrato. E o que vimos no decorrer do campeonato?    Um time torto, cheio de improvisos e um festival de ressurreições de pernas de pau.  Metaforicamente, planejaram um FOGO DE CHÃO e serviram espetinhos mimi, como resultado: consumidor enganado, torcedor traído e time assustado.

Para ilustrar melhor, seria como se em 1993, ao invés daquele esquadrão, tivéssemos no time TITULAR a zaga com Edinho Baiano e Alexandre Rosa, o meio com Daniel, Amaral e Jean Carlo e o ataque com Maurílio e  Sorato.  Com isso Antônio Carlos barrado, Cléber e Edmundo no depto médico por tempo inaceitável, Zinho e Sampaio encostados e Evair indo de graça para os bambis, além de Roberto Carlos sendo vendido na primeira oferta por qualquer Mustadólar.  Será que teríamos conquistado os 05 títulos em 93/94?

Com certeza não.

Isso sem contar com Barcos (ao invés desse mistério chamado Leandro) e Henrique na zaga. Isso no mundo dos negócios se chama falta de planejamento total.

E não vamos nos iludir que outra chapa política poderá mudar esse cenário, pois o que temos hoje na arcaica Sociedade Esportiva Palmeiras é um bando de conselheiros, Diretores e mal-intencionados, que ao invés de deixarem os profissionais trabalharem, preferem exercer por puro ego esse ambiente inóspito e que só gera politicagem dentro do Clube e no C.T.

Infelizmente os Palmeirenses mais lúcidos já têm em mente o terceiro rebaixamento – e muito provavelmente  isso acontecerá. Nos obrigando a rever e mudar 100% do que aí está, com gestão profissional no futebol, sem influência de Diretores mais ultrapassados que uma máquina Olivetti e com um Comando Técnico de 1ª linha, afinal, Dorival Júnior tem se mostrado o mais do mesmo, e pior, com a teimosia  de um Felipão, insistindo com 03 laterais esquerdos ruins de bola ao mesmo tempo , deixando o time torto e sem variação de jogadas.

A torcida já está pronta para essa revolução (MUDANÇA) e certamente terá o apoio da opinião pública e até mesmo dos parceiros (Adidas, W Torre, AEG e Allianz), afinal, fico imaginando os comentários que os executivos dessas vitoriosas empresas devem proferir em relação aos nossos dirigentes!

Afinal, somar a história e conquistas dessa marca com o número de consumidores apaixonados deveria dar algo POSITIVO e definitivamente não é que temos para o momento. ACORDA PALMEIRAS, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!

Palmeiras 0x2 Sport – BR14

Esse estádio, por mais bonito e moderno que seja, não vai ganhar jogo sozinho.

E o presidente, que cansou de dar entrevista jurando que não tinha a menor vaidade de estrear a Arena no seu mandato, aparentemente envaidou-se, e foi o grande responsável por entrarmos em campo de volta na nossa velha casa com uma das formações mais vergonhosas que o Palmeiras já teve, e que nos faria passar vergonha jogando no campo do Nacional, o que se dirá no novo Palestra….

Parabéns, presidente. Fez de tudo pra se reeleger, abriu o estádio, privilegiou o sócio do clube, mas esqueceu de avisar o Sport. E agora, hein?

Era lógico que ia dar errado.

Dependemos, agora, de uma combinação ímpar de resultados, porque depois de perder os 03 últimos jogos, levar 06 gols e não marcar nenhum, não há o que faça esse time ter moral pra tirar pontos de Coritiba e Inter, ambos fora de casa.

Eu nem vou me dar o trabalho de fazer contas. Só sei que precisamos torcer que nem loucos contra Botafogo, Chapecoense (que se enfrentam na próxima rodada, aliás) e, principalmente Coritiba, com a esperança de que, na última rodada o Atlético Paranense entregue o jogo pra foder com o arquirrival. Porque se formos depender somente do nosso time, podem se preparar pra tragédia.

E o Valdivia, adivinhem só, não joga. Está com a coxa fodida mais uma vez. Só pra variar, quando mais precisamos, eis com quem não se pode contar?

Seja o que Deus quiser.

Mas já fica um aviso: se esse time cair pela terceira vez, que suba sozinho no ano que vem. Eu já fiz minha parte duas vezes. Terei mais o que fazer nesse inesperado, nefasto e trágico futuro que cada vez mais se desenha no nosso horizonte.

AGONIZA, PALESTRA!

Eterno, por Marco Nespoli

Queria escrever algo sobre o Parque Antárctica. É difícil. Foram tantas alegrias, tantos choros, tantos gols, a fila, a Libertadores, vitórias épicas, derrotas humilhantes, golaços, frangos, brigas, abraços…

A arquibancada que tanto ensinou foi substituída por cadeiras retrateis. O cimento não existe mais. Mas quis o destino que um pedaço – físico – do antigo Palestra tenha sobrevivido. A nova arquibancada da Matarazzo foi construída sobre a antiga ferradura. Um pedacinho dele ainda está lá. Vivo. Para sempre.

Lembro-me que assim que as obras iniciaram, um dia tive a oportunidade de ficar sozinho na arquibancada – a que sobreviveu. O estádio quase que totalmente derrubado. Naquele momento um filme passou na minha cabeça. O silêncio era ensurdecedor, podia escutar a massa que canta e vibra. Parecia que eu estava junto a 35 mil dos meus. Pude relembrar vários dos momentos que o Palestra proporcionou. Começou uma fina garoa, daquelas que só acontecem em jogos, no frio, das quartas a noite, como amanhã. Continuei lá, olhando e imaginando como seria minha volta. A nossa volta. A volta de um povo para sua terra.

Em poucas horas voltaremos para casa. Para aquele que sempre foi um caldeirão. A casa que tanta falta nos fez nesses longos quatro anos. Não podia existir hora melhor. O Palmeiras sente falta do Palestra. O Palmeiras precisa do Palestra. O Palmeiras é o Palestra.

Que amanhã seja o reencontro do Palmeiras com sua grandeza.

E estarei, como quis o destino mais uma vez, na arquibancada que tem um pedaço do Palestra.

Bambi 2×0 Palmeiras – BR14

Em mais uma partida lastimável do Palmeiras, teve participação de todo o time nessa derrota vexatória.

A começar pelo treinador. Não serve pro Palmeiras. Falar mais é desnecessário.

Juninho foi responsável imediato pelos dois gols delas. Outro que não tem o direito de vestir nossa camisa. Não bastasse, o cara ainda dá entrevista pra falar que não é pra torcida ficar puta da vida. Ah, Juninho, vá pro inferno! Cala a boca, pega suas coisas e some do Palmeiras, maldito!

Assim como o merda do Wesley. Se alguém tinha dúvida de que esse canalha já assinou pré-contrato com os bambis, hoje ficou claro.

Nathan foi péssimo, furar duas bolas num único jogo dentro da área não é coisa de zagueiro profissional. Numa delas, gol das bichas…

Mas no fim das contas, esse é o Palmeiras, um amontoado de grossos, de moleques inexperientes, refugos e descompromissados.

Esse time aí chegou à marca absurda de 51 gols sofridos em 34 partidas. Lastimável.

Agora o jogo de quarta-feira passa a ser fundamental pro Palmeiras manter um mínimo de folga da maldita zona do rebaixamento. O que era pra ser só festa já ganha contornos de tragédia, e qualquer resultado que não seja a vitória será desastroso e poderá significar o pior.

Dorival podia começar tirando Juninho e Wesley do time. Mas sabemos que isso não vai acontecer. Então, que no ano que vem sumam os três daqui.

AVANTI PALESTRA! 

Hakone Verde

Salve meus amigos Centenários, hoje peço vossa permissão e torço pela sua atenção nessas linhas que seguirão falando de um dos maiores Palmeirenses que conheci: Mário Albanez Junior, ou simplesmente Marião, ele passa a proteger o nosso amado Palmeiras num outro plano.

Indignado com a situação atual do time, Hakone (que em japonês significa guerreiro) sempre comentava da importância de termos 02 meias de ligação de qualidade no time, algo que definitivamente não se encaixa no perfil de Renato e Marcelo Oliveira (que deveria ter patrocínio de caneleiras), além disso, não se conformava com a inoperância dos dirigentes em deixarem o time tão enfraquecido.

Recordo-me de algumas passagens com o grande Hakone na peregrinação da nossa religião chamada Palmeiras e quero dividir aqui com vocês:

Em 1998, durante a final da Copa do Brasil, num sábado chuvoso no Morumbi, lá estávamos nós, sofrendo a cada minuto e na falta cobrada por Zinho, onde Oséas fez um gol mágico, nos abraçamos aos prantos, pois sabíamos que dessa conquista, algo maior viria, que seria a nossa primeira taça Libertadores de América em 1999, que foi acompanhada exaustivamente, jogo a jogo, menos na final, pois um mercado paralelo se formou e os cambistas lucraram horrores dos mais abastados, onde não nos enquadrávamos. Para se redimir foi a Tóquio com outro grande amigo Alemas e puderam prestigiar o Verdão do outro lado do mundo- em tempo, me arrependo até hoje de não ter ido (mesmo com o revés).

Outra passagem memorável foi num momento triste e de muita indignação , jogo no Morumbi contra os bambis na Libertadores de 2006, tínhamos Edmundo e Paulo Baier e a bola do jogo nos pés do animal, que preferiu cavar a falta e a expulsão de uma delas ao invés de marcar o gol da vitória (talvez tenha sido a decisão mais equivocada). Logo depois, o juíz FDP marca um pênalti inexistente do Cristian mendigo em cima do Junior traíra (logo após esse mesmo juiz ter atrapalhado um contra ataque nosso). Ao fim do jogo, os policiais nos seguravam na saída das numeradas superiores, quando Hakone fala ao policial que quer sair e lá vamos nós, passar com a camisa do Verdão no meio de alguns Bambis. Estávamos em 04 guerreiros (Hakone, eu, Nandão e Pêlo) com sangue nos zóio e nada aconteceu de mais sério, apenas um empurrão num bambi saltitante.

Por fim e não menos importante, na peregrinação para Curitiba em 2012, durante 07 horas de estrada, com muita fé e alegria, chegávamos em Curitiba, numa tarde fria e chuvosa.  Seu otimismo exacerbava e mal sabíamos que ali seria nosso último título juntos (comemoramos vários na década de 90 e o Paulistão de 2008). Na chegada ao estádio, um policial FDP nos direcionou para a torcida dos caras, sorte a nossa que as cores dos times se assemelham e estávamos com casacos para cobrir. Hakone trajava aquela camisa listrada e antológica de Leão na década de 80 e eu estava com minha tradicional camisa retrô. Presenciamos a chegada do ônibus do verdão (ele tirando fotos inclusive) e pudemos comemorar juntos esse título numa atmosfera maravilhosa.

Hakone não conseguiu presenciar uma peleja na nova arena, que ele tanto sonhava, mas certamente estará nos protegendo de outro lugar e poderá dividir as responsabilidades com San Genaro na proteção ao nosso amado Palmeiras. Que domingo, contra os Bambis – no panetone, a justiça seja feita dessa roubalheira que aconteceu em 2006 e que Hakone seja homenageado com uma vitória.

#hakoneprasempre

Palmeiras 0 x 2 Atletico Mineiro (Reservas)

Quando o treinador caga logo de saída, é difícil de ver o time jogar bola.

Dorival escolheu mandar o time pra campo com dois volantes de marcação – Renato e M. Oliveira – e três meias – Valdiiva, Alione e Mazinho, com apenas Henrique no ataque. Isso, contra o time B do Galo. Pra que? Porque? Enquanto isso, Cristaldo no banco. Mouche no banco.

Logo no começo já deu pra ver como o treinador havia errado na montagem do time. Só dava os caras. Mesmo assim, o Palmeiras ainda conseguiu perder um gol sem goleiro, numa jogada em que o Henrique mandou a bola quase pra fora do estádio.

Logo depois, Tobio fez uma falta da mais besta na lateral, e na cobrança o zagueiro do Galo – um braço impedido, aquele lance que, se fosse pra gente, não valia o gol – abriu o placar.

Veio o segundo tempo e logo de cara duas mudanças: saíram Alione e Mazinho, e entraram Diogo e Mouche. De novo: pra que manter dois volantes de contenção? Porque não colocar o Cristaldo, hein, Dorival?

E o que se viu foi mais do mesmo. até que num lance de contra-ataque, o atacante do Galo decretou o fim da carreira profissional de João Pedro e Renato. Porque tomar um gol desses, se é na várzea o cara leva tapa na cara, num time de futebol de primeira divisão então, é simplesmente inadmissível.

Ainda deu tempo do Prass sair do gol de forma bizarra e nocautear Victor Luiz com o cotovelo operado. Pior pro lateral, que teve que sair do jogo, e pra gente, que perdemos a última alteração com a entrada de: Juninho! Porque Dorival? Pra que? Já tava perdendo de 02, trocar um lateral pelo outro é a mais pura covardia… Pusesse o Marcelo Oliveira na esquerda e o Cristaldo – CRIS TAL DO, DORIVAL!!!! Porra!

Juninho de tão maldito teve a melhor chance de gol pro Palmeiras depois da bizarrice do Henrique e, na cara do gol, recuou pro Vitor.

Foi isso. Foi ridículo. Nó tático prum zé ruela como Levir Culpi e só com reservas… To achando que essa história de colocar o cargo à disposição é uma boa, viu treineiro?

Pra nossa sorte, o Botafogo perdeu e, agora, dependemos do cansado time das bichas ganhar do Vitória pra que essa derrota vergonhosa, a nao ser pelo próprio vexame, não mude nada na nossa situação no Campeonato.

E domingo que vem, se não ganhar dos frescos, aí sim a coisa pode começar a azedar.

Ê, Palmeiras…

AVANTI PALESTRA! 

Baea 0 x 1 Palmeiras – BR14

Primeiramente, chupa Gilso Kleina!

Segundamente, Valpinga MONSTRO!

Terceiramente, Salvem DEUSMAzinho!

Quartamente, GANHAMOS, MINHA PORRA!

Quintamente, Parabéns aos amigos que estiveram em Salvador e ajudaram a trazer os 03 pontos. Só quem já botou o pé na estrada pra ver o Palmeiras trazer a vitória da casa do adversário sabe o quanto é boa a sensação de empurrar o time na casa do inimigo até ficar sem voz e ver dar resultado.

Pra concluir, finalmente foi a rodada perfeita. Ganhamos 03 pontos, e tiramos 03 pontos do Bahia, do Criciúma, do Figueirense, do Botafogo, do Chapecoense e do Vitoria, e mais 02 pontos do Coritiba, num total de 23 pontos ganhos numa única pernada. Seriam 24, não fosse o Gambá tão bosta.

Dessa vez Dorival percebeu que tirar Valdivia e Wesley antes do fim do jogo ia enterrar a posse de bola no ataque, e foi isso que fez a diferença. Um pouquinho mais de capricho e teríamos fechado o caixão do time do seu Gilso com facilidade.

Mas não importa, o que vale mesmo são os 03 – 23 pontos. Com 39, abrimos 05 da zona maldita e, pelo andar das coisas, com mais uma vitória devemos escapar de uma vez por todas da ameaça nesse ano que, se era pra ser só festa, foi só decepção.

No próximo sábado, ainda em local incerto (Pacaembu ou estreia no Allianz Parque), o Palmeiras deve pegar um Galo, senão reserva, em frangalhos pela disputa da semifinal da Copa do Brasil contra o Flamengo na quarta. Que seja, um pouco de sorte vem em boa hora…

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

BAHIA 0 x 1 PALMEIRAS

Local: Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data-Hora: 2/11/2014 – 20h
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA-RS)
Auxiliares: Rafael da S. Alves e Marcelo B. Barison (ambos de RS)

Renda/Público: R$ 445.731,00 / 15.367 pagantes
Cartões amarelos: Douglas Pires, Guilherme Santos, Kieza e Maxi Biancucchi (BAH); Marcelo Oliveira, Wesley e Allione (PAL)
Cartões vermelhos: -

GOLS: Mazinho, aos 35’/1ºT (0-1)

BAHIA: Marcelo Lomba, Roniery, Lucas Fonseca, Adaílton e Guilherme Santos; Uelliton, Rafael Miranda (Rafinha, aos 28’/2ºT), Lincoln (Marcos Aurélio, aos 20’/2ºT) e Emanuel Biancucchi; Potita (Maxi Biancucchi, intervalo) e Kieza. Técnico: Gilson Kleina.

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Nathan, Tobio e Victor Luis; Marcelo Oliveira, Renato (Washington, aos 38’/2ºT), Wesley, Valdivia e Mazinho (Allione, aos 31’/2ºT); Mouche (Diogo, aos 27’/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.

AVANTI PALESTRA!

De Chorar: Despedida de Ademir da Guia no Allianz Parque

FullSizeRenderMuita gente foi às lágrimas em mais um evento teste do Allianz Parque, que dessa vez abrigou o jogo de despedida de Ademir da Guia, que contou com a presença do Divino, Marcos, Evair, Tonhão, Velloso, Sampaio, Clebão, Cafu, Odair, Celio, Rosemiro, Pires, Leivinha, Dudu, Galeano, Denilson, Claudecir, Adãozinho, dentre vários outros ex-jogadores do Verdão.

Não podia ser diferente, ver nossa casa receber novamente uma partida de futebol, depois de 4 anos, é de emocionar qualquer um. Dez mil pessoas puderam matar saudades dos nossos ídolos e ainda conhecer um pouco mais do que será nossa casa daqui pra frente.

O estádio impressiona. Já fui lá 04 vezes desde o início da obra e ainda é como se fosse a primeira vez, tantos são os detalhes e a perfeição que prendem a atenção. Não há nada igual no Brasil, ou na América do Sul. A casa do Palmeiras é, sem dúvida, a melhor do continente.

O jogo de despedida de Ademir terminou num muito bem ensaiado 3×3, e teve direito a gol do Célio sem goleiro – pra compensar aquele perdido contra os Gambás há 30 anos atrás, teve até gol do Gottino, o apresentador mais palestrino da TV Record.

FullSizeRender-4E, claro, teve gol do Divino, que ainda perdeu um pênalti batido em Sergio, mas não perdoou o Santo. O primeiro gol na Arena foi de Ademir, e o primeiro gol sofrido foi de São Marcos de Palestra Itália. Como deveria ser.

Teve a torcida pedindo pro Cafu voltar a jogar.

E teve esse cara aí da foto, parando de torcedor em torcedor e fazendo uma pose pra cada máquina fotográfica que lhe foi apontada. Tonhão, Tonhão, Tonhão, Tonhão, Tonhão!

A seguir mais algumas fotos do que nos aguarda:

FullSizeRender-2 FullSizeRender-3 FullSizeRender-5 FullSizeRender-6 FullSizeRender-7 FullSizeRender-8 FullSizeRender-9 FullSizeRender-10 FullSizeRender-11 FullSizeRender-12

AVANTI PALESTRA! 

Palmeiras 1×1 Gambá – BR14

Novamente o Palmeiras foi melhor e não soube converter a vantagem em 03 pontos. De novo no fim da partida, cedemos o empate. Era pra termos 40 pontos, precisando de mais 06. Só que não, ainda faltam 10 pra termos sossego. E só faltam 07 jogos, precisaremos de 50% de aproveitamento nos próximos jogos.

E o que foi igual nos dois últimos jogos? O Palmeiras marcou, entregou o campo pro adversário, recuou demais e acabou sofrendo o gol de empate. Injusto. De novo com a trave impedindo a vitória, dessa vez duas vezes…

Dorival, na minha opinião, errou ao colocar o Diogo ao invés do Mouche. O argentino tinha ido muito bem contra o Gremio e contra o Cruzeiro, e seria a melhor opção para os contra-ataques. Diogo entrou mal, não ajudou em nada. E pra mim Marcelo Oliveira sobrecarrega a defesa, apesar de Tobio e Nathan terem jogado muita bola hoje.

E de novo tomamos o gol numa dessas cagadas malditas que só acontecem com a gente: uma bola que ia pra fora desvia nas costas do zica do Juninho e entra.

Injusto.

Ganhar do Bahia lá passou a ser obrigatório. Tá na hora do Kleina pagar a dívida que tem com a gente.

AVANTI PALESTRA!  

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 4.943 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: