Avai 0×2 Palmeiras – Copa BR 14

Enfim, a primeira vitória de Ricardo Gareca no comando do Palmeiras. Mesmo com todos os defeitos, mesmo com o time misto, mesmo com vários jogadores que não tem qualquer condição de vestir a camisa do Palmeiras, a vitória veio. É verdade que o adversário modesto contribuiu, mas isso não importa pro merecido resultado.

A evolução do Palmeiras no segundo tempo, em comparação com o primeiro, deste e do jogo anterior, parece indicar que temos um treinador que sabe ganhar jogo no intervalo, mesmo sem mexer no time logo na volta do jogo. Um cara que entende do riscado. O mesmo time que matou o palmeirense dos nervos no primeiro tempo foi o que, no segundo, começou a apresentar um futebol mais condizente com o que esperamos, considerados, é claro, os evidentes limites técnicos dos jogadores que hoje foram pra campo.

04 jogadores da base em campo (Fabio, Wellington, Victor Luiz e Gabriel Dias) também é sinal de novos tempos no Palestra , algo que há muito tempo não se via. Nenhum deles foi mal, e isso vem em benefício do time. Investir na base depende, necessariamente, dos jogadores terem chance no time principal, coisa que acontecia muito pouco com os treinadores anteriores.

Mas, otimismo a parte, sabemos que só isso não é o bastante. Ainda falta muito pra termos uma equipe competitiva, ainda virão muitos tropeços, como os dois da semana passada, mas, vindo os reforços que tanto precisamos, estaremos no caminho certo.

Quem diria que algum dia ganharíamos um jogo (oficial) com dois gols do Felipe Menezes? Pois esse dia chegou. Muito antes de olhar o nome que está nas costas, temos que ver como o cara defende o escudo que leva no peito. Hoje, depois de um primeiro tempo de entristecer (e depois de muitas e muitas partidas lastimáveis), o camisa 18 honrou o escudo. Que siga assim.

Mas que ninguém se iluda de achar que o Menezes é o novo Alex, pois que será um terrível pecado. Ele é o Menezes, e pra ganhar do Avaí, hoje, serviu. Pode ser uma boa opção de banco, mas nunca o camisa 10 do Palmeiras. Esse, ainda falta comprar. Assim como um 9, um lateral direito, um primeiro volante, etc.

E Domingo eh dia de fazer a Laje do entulhão tremer igual tremia quando ainda era um concreto de primeira linha no Palestra, lá pelos anos 90. Pra cima do Lixão, Palestra!  

OS GOLS:

A FICHA TÉCNICA:

AVAÍ 0 X 2 PALMEIRAS

Local: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data/Horário: 23/7/2014 
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Paulo César Silva Faria (MT) e Lincoln Ribeiro Taques (MT)
Cartões amarelos: Eduardo Costa, Marrone, Marquinhos (Avaí); Josimar, Wesley, Mouche, Victor Luis (Palmeiras)
Público/renda: 8.512 presentes/R$ 147.440,00

GOLS: Felipe Menezes, aos 17 e 25 do 2º tempo.

AVAÍ: Vagner; Marrone, Pablo, Bruno Maia e Eltinho (Revson 28’/1º T) ; Eduardo Costa, Eduardo Neto, Cleber Santana (Diego Jardel 37’/2ºT), Marquinhos; Paulo Sergio (Roberto 10’/2º T) e Anderson Lopes. Técnico: Geninho.

PALMEIRAS: Fábio; Weldinho, Wellington, Marcelo Oliveira e William Matheus; Josimar (Gabriel Dias 35’/2º T), Wesley, Felipe Menezes (Mazinho 31’/2º T) ; Leandro (Bruno César 15’/2º T), Mouche e Henrique. Técnico: Ricardo Gareca.

AVANTI PALESTRA! 

Pensar GRANDE

Salve meus amigos, saludos Hermanos.

Depois de uma pausa necessária, volto aqui para escrever sobre o nosso amado Palmeiras!

Pelo que me consta, a Dilma continua no poder, a Globo manipulando as coisas do Brasil e o Palmeiras sem Patrocínio Master. Triste constatação com um time que está para completar 100 anos e prestes a inaugurar uma Arena, que até mesmo os rivais, estão elogiando pelas mídias sociais. A questão crucial é: Como não conseguimos amarrar o evento de 100 anos, uma arena multi uso e a possibilidade de ações cruzadas de Marketing? Mistério…

Não acredito que seja por falta de vontade, muito menos de capacidade de Gestão de Marketing, todavia isso faz uma falta tremenda no nosso orçamento, bem ou mal, seriam R$2 Milhões de Reais por mês, que ajudariam tremendamente o fluxo de caixa, além disso, bons times atraem mais sócios Avanti e maior exposição de marca. Será que estamos concentrando nossos esforços de obtenção de patrocínio apenas em Grandes Corporações e deixando de lado empresas que queiram crescer no País?

Ouvi até de uma fonte confiável que essa gestão não tem se esforçado nessa questão para que fiquemos – cada vez mais- reféns do dinheiro do Presidente. Sinceramente, não acredito. Em tempo, tomara que não esteja errado.

Outra questão que tem nos incomodado – e muito- é o elenco que ainda temos, num nível de intermediária prá baixo e pior, com jogadores que nem condições de jogo tem, vide o caso de Vitorino. Não seria uma contradição tremenda, afinal estamos com a grana curta e gastando com jogadores que nada trazem de retorno…

O jogo que quinta feira com os Lambaris ficou marcado pela falta de capacidade ofensiva do time, com poucas opções para o novo técnico (eu boto fé no trabalho do Odair José) que no segundo teve que colocar 02 garotos numa fogueira tremenda, pelo menos pudemos ver um Erik muito mais presente que o mistério chamado Leandro. Será que uma psicóloga, pai de santo, macumbeiro dariam jeito nesse promissor talento? Sei lá…

E sobre pensar GRANDE? Há uma frase de Buda que exprime exatamente o que vem acontecendo com nosso amado alviverde:

Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.

Em suma, se pensarmos em ficar contando moedas e analisando apenas custos e despesas, seremos eternos controladores financeiros, por outro lado, se pensarmos em investir, crescer, conquistar, seremos gestores de uma grande marca, simples assim. Do que adianta ter história, torcida gigante e apaixonada se não há reciprocidade? Do que adianta termos gestão profissional se não disputarmos títulos?

Afinal objetivos e metas são balizadores de qualquer negócio, entretanto a missão e valores são estados permanentes e a razão de existência. Será que a missão do Palmeiras não seria:

Alimentar a paixão de milhões de torcedores através de times competitivos e conquistas expressivas.

A partir disso, toda e qualquer ação contrária não seria um afronte a razão de ser e existir dessa paixão centenária?

Marcar negativamente a paixão dos torcedores apaixonadas não seria uma contradição tremenda?

Portanto, é hora de refletir e deixar de lado avarezas Mustafísticas e reconduzir o nosso amado Palmeiras ao lugar de destaque, que hoje vem sendo ocupado por equipes como Fluminense e Cruzeiro, que somados e elevados ao quadrado não chegam ao número de conquistas que temos e muito menos no número de seguidores apaixonados por esse Brasil afora.

PENSE GRANDE PALMEIRAS!

MARCELO NACLE

Palmeiras 1×2 Cruzeiro – BR14

Pouca coisa melhorou em relação ao jogo de quinta. O apagão dos primeiros 10 minutos, um frango do goleiro, e o time sem conseguir criar nada até a metade do primeiro tempo foram prova disso.

Com a saída de Eguren, machucado, o Palmeiras finalmente entrou em campo. E aí as coisas começaram a melhorar, mas não o bastante. O que fez a diferença? Do lado de lá, tinha goleiro. Fabio fez pelo menos duas defesas impossíveis. E do lado de cá, tínhamos Henrique, que perdeu dois gols que camisa 9 não pode perder.

No primeiro, Leandro de dentro da pequena área chutou pra primeira defesa impossível do goleiro dos caras, e a bola sobrou limpa, na cara do gol, goleiro batido, e o Henrique mandou lá pro tobogà. No segundo, Leandro botou ele na cara do goleiro, era só guardar, Henrique tentou dar um cavadinha, e acabou dando chance pro Fabio fazer o outro milagre. Ainda mandamos uma bola na trave no primeiro tempo, quase gol contra pra gente.

E o Mouche ainda acertou uma bomba cruzada que caprichosamente saiu lascando a trave.

Então, podemos dizer que, de novo, faltou qualidade. Com esse elenco, não dá pra exigir muito do treinador. Ele, aliás, fez muito bem ao tirar do time – e não colocar durante o jogo – os bostas do Bruno Cesar  e do Josimar. Depois da vergonha que foi o jogo de quinta, não se podia esperar outra coisa. Ponto mais que positivo, ainda mais se lembrarmos da insistência do GK e do Fleipão com alguns jogadores até o ponto do desespero crônico da torcida.

Mas, o treinador não foi tão bem ao optar por Eguren, que nos 20 minutos que esteve em campo, quase nos deu saudades do Josimar. Não, pensando bem, não deu não. E Leandro já pode dar o lugar pro Mouche no próximo jogo, pra ver se fica esperto também.

Apesar da derrota, foi melhor do que o último jogo. Isso foi claro. Derrota muito injusta por final, o time melhorou, muito graças às cinco mudanças que o treinador fez no time pro jogo de hoje. Um empate, no mínimo, o Palmeiras merecia. 

Agora, como sempre digo, o cara não faz milagre. Esperar que com esse time o Palmeiras vá disputar alguma coisa, é querer demais. Se a diretoria não trouxer jogadores, pra ontem, ficar na Série A será a árdua meta pra 2014.

17 mil pagantes pra ver esse time medíocre jogar. Imagina se o preço do ingresso fosse proporcional à qualidade do time? 

Quarta vamos pra Floripa jogar com o Avaí, e no domingo vamos visitar o entulho do Palestra lá no Estádio Federal de São Paulo. Se a primeira vitória do Gareca não vier na quarta, de domingo não passa. Doutor, eu não me engano!

AVANTI PALESTRA!

Santos 2×0 Palmeiras – BR14

Desesperador. Esse certamente devia ser o sentimento de Ricardo Gareca ao fim do jogo do Palmeiras, hoje, na Vila Belmiro.

É vergonhoso ver a camisa do Palmeiras ser vestida por lixos como Bruno Cesar, Marcelo Oliveira, Leandro, Josimar, entre outros. E, na boa, se Lucio e Henrique estivessem em campo, não seria muito lá diferente do que se viu.

Pobres dos que se deixaram enganar durante a pausa da copa do Mundo: o time do Palmeiras era uma bosta antes da Copa, e continua sendo depois dela. Mas os súditos que se esborneiem, tem MAIS UMA camisa nova a venda, isso que importa, né mesmo? VINTE tipos de camisa, NENHUM patrocínio pra pagar as contas…

Palmeirense, aprenda a rezar o Pai Nosso em castelhano, esse fim de ano será uma edição ainda mais dramática do que foi 2012. Esse time que aí está, que é a nossa “base”, não fará muito mais do que se viu hoje: nada.

Menos mal que o Gareca não paga pau pra vagabundo, saíram de campo todos os lixos que estavam em campo enganando com a camisa do Palmeiras. e entrou a molecada, nossa última esperança O argentino terá todo o meu respeito se vagabundos como Josimar, BC e Leandro comecem o jogo no banco, ou sequer relacionados, no domingo. E a entrada dos moleques tem que ser aplaudia. Ainda que pouco, fizeram MUITO mais que os mentecaptos que começaram jogando.

Ainda é cedo pra reclamar – aliás, não é não – mas será uma inesperada surpresa que os dois únicos meias mais ou menos do elenco sejam repostos em tempo hábil para evitar alguma desgraça e, claro, à altura. Se puxar o histórico desses quase 20 meses de gestão, tempos ate que não foi suficiente sequer pra arrumar um patrocínio, qual a chance deles terem sido vendidos com peças de reposição já engatilhadas? “Nenhuma”, alguém ai soprou? Levou o 10…

Enfim, palmeirense, se prepare pra mais um fim de ano tenebroso, de continhas e reza braba… PU TA QUE PA RIL…

Sem lances ou estatísticas, foda-se.

Não me lembro o último treinador que estreou com derrota. Que seja um bom presságio, só Deus sabe como…

AVANTI PALESTRA! 

Xau, Valpinga!

Ame-o ou odeie-o, está chegando ao fim o ciclo de um dos camisas 10 mais polêmicos que o Palmeiras já teve.

Quando esse blog foi criado, Valdivia tinha chegado fazia questão de meses, e a cega confiança sobre o meia ainda restava indene de dúvidas.

Com o passar das rodadas, das contusões, das noitadas, do compromisso quase nenhum com o clube que pagava seu gigantesco salário, pelo menos pra mim, a confiança foi dando lugar a um ódio profundo. Quantos e quantos jogos o Palmeiras precisou dele nesses 4 anos e o cara ou tava no DM, ou em campo simplesmente não correspondendo?

De qualidade indiscutível, quando queria jogar, podia ser facilmente apontado como o melhor camisa 10 em atividade no Brasil. Mas quantos foram esses jogos? 5? 10? Não pode ter sido muito mais que isso.

Como vêem, estou aqui pra engrossar o coro daqueles que estão aliviados com a saída do jogador. Já vai tarde, muito tarde. E quem acha que ele era ídolo, só lamento, mas falta um pouco de conhecimento da história dos homens que já vestiram nossa camisa, como Marcos, Evair, Leivinha, Dudu, Ademir, Cesar, Oberdan entre tantos outros que estão a mil anos luz à frente do chileno nesse quesito.

Até respeito quem o idolatra, numa lembrança justa daquilo que o Valdivia jogou na sua primeira passagem pelo Palmeiras, entre 2007 e 2008, tantos e tantos lances humilhando os bambis e os gambás. Chute no vácuo, dancinha na frente do goleiro de Hockei, chororô, a dança do siri, lembro de cada um desses dias…

Mas na sua segunda passagem por aqui, muito pouco disso se viu… Pelo contrário, quando estava em campo, quantos e quantos não foram os cartões amarelos imbecis que os tiraram de campo dos já poucos jogos em que tinha condições físicas de atuar? Quantos jogos ele esteve à disposição no BR 2012, enquanto o time rumava ladeira abaixo pro segundo maior vexame de sua história? E a expulsão infantil na primeira partida da final da Copa BR daquele ano? 

Enfim, esse post era pra ser curto.

Resumindo, Valpinga já deu o que tinha que dar no Palmeiras, vendê-lo era mais do que necessário pra compensar uma parte do prejuízo que o Palmeiras teve em trazê-lo de volta, e quem sabe agora o time possa investir num novo camisa 10, menos badalado e mais disponível, e que tenha consciência da responsabilidade que é vestir a dez que já foi um dia de Ademir da Guia.

Segue o jogo.

AVANTI PALESTRA!

A Copa Acabou, Grazie a Dio!

Fiz questão de não postar um grão de arroz sobre a Copa do Mundo.

Muito antes de querer criticar quem o fez, eu não quis perder meu tempo com uma seleção que, desde 1998, não me importo em acompanhar, e mesmo antes disso, nunca torci como torço para o Palmeiras.

Não serei hipócrita, assisti a quantos jogos pude, torci tanto pelo Brasil quanto pela Itália, mas nem mesmo depois dos 7×1 de ontem, perdi um minuto de sono como tantas vezes ocorreram depois de fracassos monstruosos do Palmeiras, como os 6×0 em Curitiba, os 6×2 em Mirassol, dentre tantos outros que não precisam ser lembrados aqui.

E se tivesse sido campeão, tanto a Italia como o Brasil, também não seria uma satisfação nem próxima do que é comemorar um gol do Palmeiras num derby, um título tão simples quanto um Rio São Paulo. Nunca será igual.

Também não postei nada sobre a Copa aqui porque jamais me prestaria a manter um blog pra falar de seleção brasileira nem mesmo a cada quatro anos, e especialmente pela gestão CBF/Globo tão inimiga do Palmeiras nos últimos anos.

Vou assistir ao jogo de hoje, verei os dois jogos do final de semana, e darei um tchau e  bença quando, lá pelas oito da noite do dia 13, estiver tudo terminado.

Naquele momento do apito final da Copa, tudo voltará ao normal: quem só veste a camisa de time (ou da seleção) a cada 4 anos, que paga de 200 a sei lá quantos mil reais pra ver um jogo de futebol, seguirá acreditando que é só um esporte, que futebol é lazer e tals.

E nós, que estamos no estádio toda quarta e domingo, chuva ou sol, dentro ou fora de casa, onde e contra quem o Palmeiras jogar, teremos finalmente nossas vidas de volta.

Porque, convenhamos, o que há pra se gostar de um evento que, assim como o Natal e o Ano Novo, só serve pra nos afastar do Palestra? Tá. A copa é legal e blábláblá, mas 40 e poucos dias sem encostar a cara no alambrado pra ver o Palmeiras é insuportável.

Por isso, Ciao Copa, benvenuti Gareca, Tobio e Mouche, e que venham os lambaris.

AVANTI PALESTRA!  

Eeeeemmmmmmm 93!!!!!

Aquele 12 de junho de 1993 foi um dos dias mais lindos na vida de um palmeirense.

Se bem que nem tudo foi fácil. A derrota na semana anterior, o gol porco, o início de jogo nervoso, pegado, e os 16 anos sem conquistas (pra mim, eram 14) provocavam uma tensão fora do comum. Pelo menos até os 40 do primeiro tempo, quando saiu o gol do Zinho, o primeiro da sacolada que os Gambás ainda levariam naquela tarde.

Segundo tempo e aquele baile em campo, dava até dó dos lixos. Aliás, não dava dó porra nenhuma. A gente queria era mais, se fosse 6, 7, nunca ia ser o bastante.

Quando o Matador guardou, de penalti, o quarto gol, já na prorrogação, olhei pro Rubão, meu tio, com uma cara de “o que eu faço agora?”. 14 anos e não sabia comemorar um título.

De lá pra cá isso mudou. Nos anos que seguiram aquele 12 de junho, não tinha pra ninguém, o Verdão passava o carro e faturava tudo. Mas nenhum time, nem o dream team de 96 ou o time campeão da América, fizeram este palmeirense tão feliz quanto Ségio, Mazinho, Antonio Carlos, Tonhão e Roberto Carlos, Sampaio, Daniel Frasson, Zinho e Edilson, Edmundo e Evair.

 A vocês, o muito obrigado da nação palmeirense. Esse título a gente nunca vai esquecer!

EM 93, NÓS GANHAMOS O PAULISTÃO, FOI EM CIMA DOS GAMBÁS, FILHOS DA PUTA, 4X0 PRO VERDÃO!

AVANTI PALESTRA!

PS – Texto publicado originalmente em 12.06.2011. Hoje tive o prazer, pela primeira vez, de colocar meus dois filhos no colo, e mostrar o vídeo dos gols daquele jogo, pra gente comemorar junto. Se bem que, do alto dos seus 02 anos, o Marcos e o Felipe não entenderam muito bem porque o pai estava chorando a cada gol narrado pelo José Silvério. Logo mais eles saberão…

Gremio 0×0 Palmeiras – BR14

O pior empate é aquele que podia ter sido vitória. Menos mal que, em 9 jogos, o Palmeiras só tenha empatado uma vez. Mas dá raiva demais esse resultado que é 2/3 derrota, se o time tem chance de ganhar e não ganha.

Pros conformados de plantão, vão dizer que o Palmeiras foi prejudicado pela arbitragem vergonhosa do árbitro Jailson de Freitas. Verdade. Além do gol de Diogo mal anulado, deixou o time do Grêmio bater a rodo e miguelou nos cartões pros caras, enquanto que pros jogadores do Palmeiras o dedo coçou o jogo inteiro.

Mas, não foi só isso, pois apesar do Valentim ter corrigido muito bem o time que começou travado e tomando uma pressão gigante nos primeiros 15 minutos, foi ele também que não quis ganhar o jogo quando a oportunidade se apresentou. Na hora de tirar Felipe Menezes, depois de ter ficado 70 minutos sem mexer no time, ao invés de colocar Patrik Vieira ou Bernardo, optou por Josimar. Podia ter sacado Marquinhos Gabriel, que não foi bem hoje, mas o manteve até o fim.

E o Grêmio, seja com Barcos, seja com Judas, não ofereceu perigo. É, aquela tal de praga de palmeirense… Fabio não precisou fazer nenhuma defesa difícil. Era jogo pra 3 pontos.

O técnico foi cagão. Quis segurar o resultado, garantir um ponto, ao invés de buscar a vitória que estava ao alcance das mãos. Quando começa assim, é hora de seguir seu caminho. Obrigado, Valentim, passar bem. Que venha o argentino.

Partida boa do William Matheus, e excelentes do Lúcio e do Diogo. E o Henrique cada vez mais vai me lembrando o Cahê, se bem que nesses últimos 4 jogos foi difícil chegar uma bola que não fosse quadrada… Pelo lado dos perebas, Marcelo Oliveira foi péssimo, entre ele jogar como zagueiro ou volante, o melhor era ele fora do time. E o Felipe Menezes, não consigo avaliar se é pra rir ou pra chorar, mas há quem esteja dizendo que ele jogou bem. Tá.    

E as primeiras 9 rodadas, em comparação à minha expectativa, foram até melhores do que eu imaginava. Se não tivessem sido as duas últimas rodadas, e as derrotas ridículas pra Chapecoense e Botafogo, ou então o baile levado contra o Flamengo, o Palmeiras seria líder, algo inimaginável no começo do Campeonato. O que mostra uma competição nivelada por baixo. 

Dependendo dos resultados das 18:30, podemos terminar essa primeira parte do Campeonato do meio da tabela pra baixo. É pra ficar esperto. Ou contrata ou vamos habitar o lado perigoso da classificação o campeonato inteiro.

Agora serão 42 longos dias sem Palmeiras, e nem os jogos da seleção, brasileira ou italiana, como queiram, irá fazer diminuir o vazio de ficar tanto tempo sem ver o Verdão em campo.

Que essa pausa sirva pra alguma coisa. Qualquer coisa. Porque jogar até o fim do ano com um time parecido com o de hoje, a gente não merece…

OS LANCES:

 

A FICHA TÉCNICA:

GRÊMIO 0 X 0 PALMEIRAS

Data e horário: 1/6/2014, às 16h00
Local: Alfredo Jaconi, Caxias do Sul (RS)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (CBF/BA)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (FIFA/BA) e Adson Marcio Lopes (CBF/BA)
Público e Renda: não divulgado
Cartões Amarelos: Werley, Maxi Rodriguez, Ramiro (GRE); Henrique, Marcelo Oliveira, Lúcio, Marquinhos Gabriel, Renato (PAL) 
GOLS: Não teve

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Pará, Rhodolfo, Werley e Marquinhos; Edinho, Alan Ruiz, Ramiro e Rodriguinho (Maxi Rodriguez, 17′/2ºT); Dudu (Zé Roberto, 31′/2ºT) e Barcos (Kléber, 17′/2ºT). Técnico: Enderson Moreira

PALMEIRAS: Fábio; Wendel, Lúcio, Wellington e William Matheus; Marcelo Oliveira, Renato e Felipe Menezes (Josimar, 40′/2ºT); Marquinhos Gabriel, Diogo e Henrique. Técnico: Alberto Valentim

CONTRATA PALESTRA!

Visita à obra do Allianz Parque

Foram exatos 04 anos e 08 dias desde que pisei a última vez no solo sagrado do Palestra Itália, quando fizemos um 4×2 de respeito nos fregueses do Sul. Um pouco menos de tempo, a se considerar o amistoso de 09.07.2010 contra o Boca que eu, dado o fiasco que foi, prefiro esquecer.

Acho que o fechamento do velho Palestra teve um pouco de culpa nos motivos que me levaram a, 4 meses depois, iniciar o Maluco pelo Palmeiras, dentre outras razões, dado o vazio de se sentir sem casa pela primeira vez, desde sempre. 

Hoje, voltei à terra sagrada, pra conhecer um pouco mais do que será a nossa  nova casa e a impressão foi muito positiva.

Estrutura do velho PalestraPrimeiro de tudo, porque resiste ali, embaixo de toda a modernidade que o Allianz Parque terá, um pequeno pedaço do nosso velho Palestra que, por razões burocráticas, políticas ou pouco importa, teve que ser mantido, garantindo que o nosso eterno Jardim Suspenso siga respirando abaixo de toda a nova roupagem, como um totem que nos remeterá sempre às nossas raízes. Tanto no térreo como no subsolo, estão preservadas as colunas e parte da estrutura da arquibancada que ficava atrás do gol da Matarazzo, ali onde mais pulsava o concreto, ali onde mais balançava, onde mais víamos os degraus subindo e descendo, ali onde só se via o jogo em pé. Justamente a estrutura mais exigida, foi a que perseverou. E isso há de significar alguma coisa no futuro.

A grandeza da obra impressiona, será um estádio imenso, do tamanho do gigante que é o Palestra. Apesar dela, a proximidade entre o futuro gramado e a bancada, marca registrada do velho Palestra, parece ter sido preservada. E a inclinação das arquibancadas, menor no anel inferior e maior no superior, tratará de promover o impulso final para que o efeito de caldeirão que tanto nos empurrou para vitórias incríveis no passado continue existindo.

SONY DSCSe, por um lado, a área destinada às torcidas organizadas (ao lado), não será livre de assentos, como queria a torcida palmeirense, por causa do tal “padrão FIFA”, por outro, é plenamente possível ficar em pé em frente aos assentos, embora deva ser impossível de acomodar duas ou três fileiras de torcedores por degrau, como muitas vezes acontece em clássicos e jogos decisivos. Além disso, a existência das estruturas que dão suporte aos assentos, e eles próprios, dificultarão a movimentação entre um degrau e outro. Ou seja, não será a mesma coisa. Ainda tenho esperança que abandonem esse conceito, mas parece pouco provável que isso ocorra a essa altura dos acontecimentos.

No piso superior (e nos demais também), toda a comodidade e conforto dos camarotes, cadeiras especiais, restaurante panorâmico, áreas com acessibilidade, elevadores, escadas rolantes, lojas etc, prometem buscar um público diferente que há muito tempo abandonou os estádios. Acho válido, mas isso não pode vir em contrapeso à atender, também, quem nunca sai do lado do time, quem nunca se importou com amenidades num estádio de futebol. Mas, pelo que eu vi, o estádio foi pensado e desenvolvido para atender a cada público específico, exceção feita à colocação de assentos na área onde ficarão as organizadas, quase uma promessa dos tempos de twitter do Walter Torre e que foi deixada de lado.

Não tenho dúvidas, porém, que todos os palmeirenses, sem exceção, vão se sentir orgulhosos da nova casa que estar por vir logo mais. Se a obra vai ser entregue em agosto mesmo, como afirma a W. Torre, honestamente seria leviano da minha parte dizer, por absoluta falta de conhecimento técnico.

SONY DSCEspero que até lá, o Palmeiras já consiga ter resolvido quaisquer impasses com a construtora, e que o preço absurdo que vem sendo exigido dos torcedores palmeirenses nos últimos jogos seja reavaliado. Porque um estádio dessa grandiosidade, pra 7 mil pessoas por jogo, será muito, mas muito vexatório mesmo.

Por fim, registro aqui o agradecimento à Daniela da Allianz Parque e à Karina da assessoria da W Torre pela oportunidade. Obrigado, mesmo!

AVANTI PALESTRA!

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Palmeiras 0×2 Botafogo – BR14

Vai tomar no cu, Palmeiras.

Por esse time medíocre, que não merece uma lágrima de ódio do torcedor;

Por essa diretoria estúpida que não sabe o que é logística (até eu já sabia que Chapecó fica sem teto três vezes por semana, o ano inteiro);

Por mandar jogos em Presidente Prudente, pra 6 mil pessoas;

Por ter o ingreso mais caro do Brasil;

Por ser o time mais sem bastidores das Séries A, B, C e D;

Por ter um treinador que se apresenta e não assume o time;

Por reabilitar todos os times que estão na zona do rebaixamento;

Por manter um vagabundo sem vergonha como Wesley no elenco;

Por ter como gestor Brunóqio, que aceita Felipe Menezes em definitivo por 3 anos, pra ressuscitar um zé bosta como Alan Kardec pra reforçar rival e que apostou em mentiras como Bruno Cesar, William Matheus, Marquinhos Gabriel, entre tantos outros;

Por aceitar Heber Roberto Lopes na arbitragem de um jogo com o seu mando;

Por perder 5 gols no primeiro tempo e tomar um no primeiro chute a gol do adversário;

Por fazer uma torcida tão bonita quanto a sua sofrer a rodo, ano que entra, ano que sai….

Vão todos tomar no cu.

Vem logo, 2015, se Deus quiser na série A…

AVANTI, DESGRAÇADOS PALESTRINOS!

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