Palmeiras 1 x 3 Sardinhas – Br14

E voltamos à realidade do Palmeiras, depois de 03 vitórias, a última até improvável, coube ao competente time do Santos mostrar o quanto incompetente é o Palmeiras.

A começar pelo treinador, que insiste em montar o time com dois laterais esquerdos, insiste com Marcelo Oliveira depois de uma partida excelente do Washington, insiste em não estudar o adversário, deixando pro Santos justamente o contra-ataque que é a arma forte do time dos caras.

O castigo foi pouco. Voltamos ao Serra Dourada, o que chegou no gol entrou, a não ser uma defesa impossível do Prass num chute do Arouca, mas já fava 03… E do outro lado, o que o Palmeiras perdeu de gol foi incrível, Wesley e Henrique principalmente. Wesley que, aliás, foi xingado pelos 33 mil presentes quando foi substituído. Não sei porque esse morfético ainda veste nossa camisa, já que não vai renovar, devia ficar apodrecendo em Guarulhos…

E o pior é que o Palmeiras não jogava mal quando sofreu o primeiro gol, e até continuou tomando a iniciativa do jogo, mas a fragilidade da nossa defesa é um convite pra desgraça, Parei de contra, mas desde que o Dorival chegou já foram mais de 25 gols sofridos, um absurdo.

E nem vou perder tempo reclamando do impedimento no terceiro gol dos caras, porque pra isso o Palmeiras teria que ter feito pelo menos 02, mas como não fez, deixa pra lá…

E o pior que era a rodada perfeita – mais uma – uma vitória e terminaríamos em décimo lugar, sete pontos fora da zona da degola. E o pior mesmo é que teremos que correr atrás justamente contra o líder, em Minas, e depois contra a gambazada, seguindo com o confronto direto contra o Bahia fora e os Bambis, no Panetone. Esses 7 pontos – que ficaram sendo os mesmos 4 do início da rodada – seriam importantíssimos pra esse momento.

Tá na hora do Dorival mostrar que não é cego ou burro, essa defesa tá acabando com o Palmeiras.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 2×1 Gremio – BR14

Uma vitória com V maiúsculo. Era o que faltava pra esse time ganhar a confiança necessária pras 04 vitórias que faltam.

E o melhor jogador do time foi a torcida. 30 mil pessoas num Pacaembu estrumado não pararam de empurrar o time pra cima do Gremio, mesmo depois dos gaúchos terem aberto o placar, em mais um lance contra o Palmeiras marcado pelo árbitro adicional, essa categoria maldita de juízes cuja única função na Terra é marcar lances contra o Palmeiras. Mais uma…

E teve dirigente do Gremio com a sem-vergonhice de culpar a arbitragem. Vai chorar na cama que é lugar quentes tchê! E o Felipão também achou ruim que a torcida pegou no pé dele, e disse que o povo gaúcho, quando ele ia jogar lá no Sul pelo Palmeiras, sempre o recebia com muito carinho. Ok, Felipão, rebaixa o Grêmio e vê o carinho que os caras vão ter… Menos pra você também…

O Palmeiras jogou melhor e mereceu a vitória, e gremista ficar choramingando da arbitragem não diminuirá o fato de que o Palmeiras ganhou e convenceu, mereceu sair com os 03 pontos. Se jogasse assim o ano inteiro…

Diferença feita por aqueles que precisam fazer a diferença sempre: Prass e Valdivia. E Dorival hoje também, fez tudo certo, está longe de ser um treinador de ponta, mas 03 vitórias seguidas era algo que o palmeirense não via desde sei la quando.

Agora é pra cima dos lambaris. Mais 4 vitórias e já pode encerrar o ano.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 1 GRÊMIO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 11 de outubro de 2014, sábado, às 21h
Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-PE)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios (FIFA-SE) e Clovis Amaral da Silva (PE)

Público/Renda: 26.940 pagantes / R$ 647.130,00
Cartões amarelos: Lúcio (PAL); Fellipe Bastos, Riveros, Dudu E Ramiro (GRE)
Cartões vermelhos: Barcos, aos 17’/2ºT

GOLS: Barcos, aos 10’/2ºT (0-1); Mouche, aos 22’/2ºT (1-1) e João Pedro, aos 29’/2ºT (2-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Lúcio, Tobio e Juninho (Mouche, 20’/2ºT); Victor Luis, Washington, Wesley e Valdivia (Bernardo, 46’/2ºT); Cristaldo (Leandro, 35’/2ºT) e Henrique. Técnico: Dorival Júnior

GRÊMIO: Tiago; Pará, Bressan, Pedro Geromel e Zé Roberto; Ramiro, Fellipe Bastos (Riveros, 28’/1ºT), Matías Rodríguez (Lucas Coelho, aos 26’/2ºT), Alán Ruiz (Giuliano) e Dudu; Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari

AVANTI PALESTRA!

Botafogo 0x1 Palmeiras – Br14

Paro aqui pra escrever esse post tomando uma Gordelícia, pensando em quantos números ruins derrubamos hoje. Foram 23 rodadas sem o goleiro titular. 21 sem ganhar um jogo como visitante. Desde agosto de 2012 sem ganhar no Rio de Janeiro. Desde a parada pra Copa do Mundo sem estar numa posição tão “alta” na tabela.

E mesmo assim ainda faltam alguns 14 pontos pra esse ano ser mais um daqueles que o palmeirense conseguirá apagar da memória.

O que mais marcou hoje foi, de novo, a falta de capacidade do Palmeiras em matar um jogo relativamente fácil. Dois lances do Allione ressuscitaram o fantasma de Florianópolis, quando o argentino deixou de passar, ora pro Wesley, ora pro Leandro, bolas que seriam o prego na tampa do caixão do Botafogo.

E coube ao Henrique, ele mesmo, do joelho direito que não dobra, a garantir os três pontos, com um improvável gol depois de uma também improvável matada de bola daquelas que o Henrique nunca dá, isso numa jogada mais que genial do Valdivia, que girou duas vezes sobre a zaga dos cariocas antes de cruzar.

Coube também ao Prass espalmar pra frente aquelas bolas que o Deola sempre espalmava pra dentro.

Resultado final foi um jogo ruim, tenso, teste de nervos pro palmeirense, e que culminou nos três pontos e, até aqui, 12a posição na Tabela. Faltam 14 pontos, ou um pouco menos.

9 pontos ganhos dos últimos 12 disputados. E só não é excelente porque perdemos em Floripa os 3 pontos mais ganhos da história do futebol…

Sábado o Felipão tem dívida a pagar com o palmeirense. Estaremos lá.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

BOTAFOGO 0 X 1 PALMEIRAS

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 8/10/2014 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Fabricio Neves Correa (RS)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) Jose Antônio Chaves Franco Filho (RS)
Renda e público: R$ 218.760,00 / 9.122 pagantes / 10.200 presentes
Cartões amarelos: Matheus, Carlos Alberto (BOT); Marcelo Oliveira, Juninho, Valdivia (PAL)
Gols: Henrique 4’/2ºT (0-1)

BOTAFOGO: Helton Leite; Régis, Matheus, André Bahia e Junior Cesar; Airton (Wallyson 15’/2ºT), Gabriel, Fabiano (Carlos Alberto 31’/1ºT) e Ramírez; Rogério e Zeballos (Yuri Mamute 30’/2ºT) – Técnico: Vagner Mancini.

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Lúcio, Tobio e Juninho; Marcelo Oliveira, Victor Luis, Wesley (Washington 41’/2ºT) e Valdivia; Cristaldo (Leandro – intervalo) e Henrique (Allione 32’/2ºT) – Técnico: Dorival Júnior.

AVANTI PALESTRA!

Palmeiras 4 x 2 Chapecoense – BR14

No intervalo do jogo, o clima de revolta e de deja vu era intenso. Mais um jogo em que o Palmeiras havia dominado todas as iniciativas, perdido gols incríveis, e na única bola chutada no nosso gol, o maldito do Deola aceita. São 13 gols em 05 jogos. Deve ser um recorde. E o pior é que o penoso chega na bola, mas espalma tudo pra dentro. Enfim, que o Jailson seja milhões de vezes melhor que ele, o que não é pedir demais. Basta espalmar pra frente, já será um enorme avanço.

Mas no segundo tempo, logo as coisas começaram a mudar. Aos 7 já estava 1×1, gol de Wesley de canhota. Aos 8 uma defesa monumental do goleiro deles (já tinha feito outra incrível no primeiro tempo, chute do Victor Luiz). Aos 12, cobrança de escanteio de Wesley, desvio de Valdivia e gol de Henrique, aos 15 pênalti pro Palmeiras não marcado pelo Vuaden (o segundo, já tinha deixado de não marcar um pênalti escandaloso no João Pedro no primeiro tempo), aos 18 finalmente marcado o pênalti, gol de Henrique, e aos 24 outro pênalti pro Palmeiras, mais um gol de Henrique.

Quem diria, Henrique, ex-Lusa, com apenas um joelho que dobra – podem reparar que o outro é fixo, não tem articulação – chegou à artilharia do campeonato, com 12 gols…

A virada a la Figueirense parecia ter dado números finais ao jogo, e a torcida já até ensaiava um olé, quando Lúcio, repetindo uma saída de bola errada, como aconteceu n vezes durante o jogo, entregou a bola nos pés dos homi, perdeu na corrida pro atacante e só assistiu a bola ser cruzada na área para, advinham, desviar no Deola e ir parar no fundo do gol do Palmeiras…

Com o resultado, o Palmeiras assumiu o 15º lugar (que era da Chape), com 28 pontos, e aconteça o que for até o fim dessa rodada, não volta pro maldito Z4. Além disso, conquistou a oitava vitória, o mesmo número de jogos ganhos pelo Atlético/PR, 11º na tabela, o que será o mais importante dos critérios de desempate, já que o Palmeiras tem a pior defesa (41 gols) e o segundo pior saldo de gols (-16) do Campeonato, além de ser também o time que mais perdeu (14 derrotas) e menos empatou (4 jogos) na competição.

Marcas sofríveis, e que dão a  real dimensão do problema crônico no Palmeiras na defesa, do goleiro ao primeiro volante, todo mundo tá devendo, e muito. Dorival precisa começar a pensar em um esquema tático que não deixa a zaga tão exposta, afinal em 08 jogos desde que chegou o novo treinador, são 17 gols sofridos… 

E mesmo com frio e alguma chuva, fomos mais de 15 mil pagantes hoje no Municipal. Na Gaiola, terça, nem 5 mil assistiram a uma partida eliminatória de um torneio internacional do ex-vice líder do Brasileirão. Pois é… Enfiem a pesquisinha mentirosa do Lance no centro do rabo. 

Faltam 12 jogos. Faltam 17 pontos. Pra cima do Botafogo! Se segura formiguinha!

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 4 X 2 CHAPECOENSE

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data-hora: 2/10/2014 – 19h30
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e José Javel Silveira (RS)

Público / Renda: 14.299 / R$ 304.500,00
Cartões amarelos: Zezinho, Fabinho, Rafael Lima e Rodrigo Biro (CHA)
Cartões vermelhos: – 

GOLS: Leandro (aos 39’/1ºT e 47’/2ºT), Wesley (aos 7’/2ºT) e Henrique (aos 12’/2ºT, 20’/2ºT e 24’/2ºT)

PALMEIRAS: Deola, João Pedro, Lúcio, Gabriel Dias e Juninho; Marcelo Oliveira, Victor Luis, Wesley (Bruno César, aos 30’/2ºT) e Valdivia (Bruninho, aos 37’/2ºT); Diogo (Cristaldo, aos 38’/1ºT) e Henrique – Técnico: Dorival Júnior

CHAPECOENSE: Danilo; Fabiano (Ednei, aos 22’/2ºT), Douglas Grolli, Rafael Lima e Rodrigo Biro; Abuda, Ricardo Conceição (Wanderson, aos 32’/2ºT), Zezinho (Nenén, no intervalo) e Camilo; Fabinho Alves e Leandro – Técnico: Jorginho.

03 músicas

Salve meus amigos Centenários, depois de um suspiro no meio de semana contra o Vitória e nos 75 minutos iniciais contra os Gambás da Ilha de Floripa, tivemos uma falsa impressão que o time estava entrando nos eixos, ledo engano!

Prá tentar relaxar- após a derrota mais sofrida do ano-  fui ouvir um som no isolamento dominical noturno e em 03 músicas, de três grandes compositores Brasileiros (Renato Russo, Cazuza e Raul Seixas), encontrei o enigma do nosso amado Palmeiras, em trechos que descrevo abaixo:

“Nas favelas, no Senado, Sujeira pra todo lado

Ninguém respeita a Constituição

Mas todos acreditam no futuro da nação

Que país é esse?”

A mensagem fica clara, desde os jogadores até a pseudo Diretoria de futebol que temos, não há respeito às regras de representar o Palmeiras, o modelo de gestão é arcaico, os estatutos são ignorados, onde os controladores só pensam no próprio umbigo e nas benesses que o cargo de Conselheiro ou Diretor traz.

“Terceiro mundo, se for

Piada no exterior

Mas o Brasil vai ficar rico

Vamos faturar um milhão

Quando vendermos todas as almas

Dos nossos índios num leilão

Que país é esse? “

Nesse trecho, mostra a que nível chegamos, sendo a Série B o nosso bloco de emergentes (justo o Palmeiras?) , motivo de piadas diversas e as promessas de prosperidade com a Arena e os ganhos que teremos, tudo vinculado à perda da essência, da alma alviverde.

Na música de Cazuza, chamada Brasil, identifiquei outra correlação com  a nossa história:

“Brasil!

Mostra a tua cara

Quero ver quem paga

Pra gente ficar assim

Brasil!

Qual é o teu negócio?

O nome do teu sócio?

Confia em mim

Grande pátria

Desimportante

Em nenhum instante

Eu vou te trair

Não, não vou te trair”

Essa é a dúvida que paira em milhões de cabeças apaixonadas pelo Palmeiras, quem paga prá ficarmos assim? A resposta mais simples seria: Mustafá Contursi , mas algo diz que há mais gente nesse esquema que montaram no Palmeiras desde a década de 70, com um pequeno hiato na era Parmalat.  A única certeza nessa letra é que a traição nunca ocorrerá oriunda das arquibancadas, que eles insistem em evitar e se afastar.

Terminei meu domingo depressivo ouvindo um Raul, mais precisamente “Aluga-se” e aí fica escancarada a única solução viável para essa sofrida marca :

“A solução pro nosso povo

Eu vou dá

Negócio bom assim

Ninguém nunca viu

Tá tudo pronto aqui

É só vim pegar

A solução é alugar o Brasil!…”

Melhor que tentar vender espaço para patrocínio, deveriam investir suas forças (se é que existem…) na aquisição do Palmeiras por um grande Investidor Internacional, pois tudo leva a crer que em breve, o Ministério dos Esportes irá liberar esse tipo de operação, ainda mais com os débitos trabalhistas e fiscais que os falidos clubes têm com a união.

E nós que passamos os anos 90 ouvindo “we are the Champions”do Queen…PQP!

Figueirense 3 x 1 Palmeiras – BR14

Se me pedissem pra escolher se eu preferia tomar de 6 do Goiás ou hoje, eu escolheria de 6 do Goiás. Porque? Simples, semana passada não passei 75 minutos acreditando na vitória. Passei 7.

Hoje só consigo sentir aquele misto de vergonha e raiva que só o palmeirense conhece.

Porra, não é possível, o jogo Tava muito mais do que ganho, perdemos 03 chances claras de gol, a última, do SAFADO da 10 impossível de perder, pra depois, em 04:40 minutos tomar um baile…

Deola tem que ser expulso do Palmeiras. Só isso, pra não falar nada que me gere responsabilidade criminal… Repôs a bola feito o cu dele no primeiro gol dos caras e depois encurtou o cotovelo nos outros dois. Maldito.

Valdivia é outro vagabundo, quando tudo depende dele, o cara deixa claro que não dá pra confiar. FODAM-SE TODOS OS OTÁRIOS QUE PAGM PAU PRA ESSE LIXO! GAMBÁ CHILENO MALDITO! E GAMBAS MALDITOS QUE O APOIAM!

E o Dorival mostrou o quanto é um BOSTA. Burro pra caralho…

Sabe aqueles 03 pontos que, tirando os erros de arbitragem, vão faltar na conta pra escapar? Perdemos hoje. Conformem-se palmeirenses, ou pelo menos tentem, eu não consigo…

VOLTA PRASS, PELO AMOR DE DEUS! 

Desesperador, era a rodada perfeita…

MALDITOS! MAL DI TOS!!!

1º Evento Teste do Allianz Parque

Senhores, tive hoje o privilegio de acompanhar o primeiro evento teste na nossa casa nova e posso dizer o seguinte: INCRÍVEL!

Tenho a mais franca certeza que quando vocês fincarem o pé naquele lugar sagrado pela primeira vez, vão ficar espantados. Primeiro Mundo ou Padrão Fifa não fazem a menor justiça ao que é o Allianz Parque. É incrível, com o perdão da repetição, por falta de qualquer outra palavra que represente a sensação de ver nosso velho Palestra em funcionamento novamente.

É bem verdade que uma nostalgia ainda puxa o coração e faz pensar onde está o bom e velho fosso, o túnel de entrada na Rua Turiassu, o Jardim Suspenso. Tudo isso, infelizmente, se foi.

Mas se o Palmeiras estava penando até então pra pisar finalmente no Século XXI como o Campeão do Século que é, não haveria lugar melhor para fazê-lo que não a nossa nova casa.

Eu já tinha visitado a obra duas vezes e mesmo assim, quase cai pra trás quando pisei no Palestra hoje, tamanha a magnitude e imponência do lugar. Se fez um palmeirense macaco véio feito eu ficar impressionado, imagina o que não fará com o adversário e sua torcida?

De lambuja, ainda tivemos a honra de assistir no primeiro grande momento da nossa casa, o maior momento de nossa história, o documentário sobre a conquista do Paulista de 1993, com a presença de Mauro Beting, Evair e cia. limitada.

Foi difícil conter as lágrimas vendo a mais bela das nossas histórias sendo contada no nosso novo jardim, que não é mais suspenso, mas segue sendo o solo sagrado de sempre, que tanta falta nos fez nesses mais de 04 anos longe de casa.

Estamos voltando pra casa, e que me desculpem os rivais, aliás, desculpem porra nenhuma, podem começar a tremer, porque vai ficar pequeno demais procês…

A seguir algumas das imagens do que espera o palmeirense no seu retorno ao Palestra:

SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC Ao final do evento, a W Torre concedeu uma entrevista coletiva, na qual confirmou mais dois eventos teste na Arena antes da estreia oficial, no dia 08 de novembro, contra o Galo: a gravação do DVD da Mancha Verde e um jogo de despedida para Ademir da Guia.

Comemore palestrino, estamos voltando pra casa!

AVANTI ALLIANZ PARQUE!

Palmeiras 2×0 Vitoria – BR14

O Palmeiras venceu um jogo que tinha a importância de uma final de Copa do Mundo como, aliás, terão todos os jogos até o final desse campeonato maldito. A importância dos 03 pontos hoje era tamanha que, se o Palmeiras não os tivesse conquistado, estaria ainda em último e há 04 pontos do décimo-sexto colocado. Seria uma tragédia.

O poder de reação após o massacre do final de semana, ainda que contra um adversário do mesmo (baixo) nível que o Palmeiras, é significativo e dá um mínimo alívio pro torcedor. Fizemos 06 pontos contra um adversário direto. Domingo temos a chance de repetir o feito, se ganharmos do Figueirense lá em SC.

E a diferença se deu justamente nas entradas cirúrgicas de Nathan na zaga e Valdivia no meio. Infelizmente o Palmeiras dependerá dele até o fim do ano pra escapar do pior. Dele e do Prass, que dizem, volta contra o Botafogo, o que totalizará 23 jogos fora. Uma eternidade.

A importância do 10 fica estampada no segundo gol, depois de mil anos, vimos uma linha de passe funcionando na frente: Valdivia – Cristaldo – Bernardo, até Henrique, de primeira, pra fechar o caixão do Vitória.

Juninho, que não foi mal hoje – mas foi péssimo em todos os outros jogos – está fora do jogo de domingo, pelo terceiro amarelo. Mazinho, com luxação no ombro, provavelmente não joga também, De novo, teremos um time diferente em campo.

Agora só resta ao palmeirense rezar. Domingo o 10 joga, Segunda será julgado pelo STJD e a tendência é ser punido, mas dessa decisão cabe recurso e efeito suspensivo, assim, se ele não aprontar em Floripa, devemos tê-lo em campo também contra o Chapecoense.

Bambi, vice-lider, jogando contra o Flamengo (maior torcida do Brasil = setor visitante lotado), 16 mil pessoas no Panetone.

Palmeiras, último colocado, jogando contra o Vitoria (setor visitante às moscas), 16 mil pessoas no Pacaembu.

E ainda ousam dizer que a torcida cor de rosa é maior que a nossa… Só se for em pesquisinha do BambiPress mesmo. Se fossem elas na nossa situação, não dava 2 mil pessoas na Gaiola ontem…

Pena que a diretoria esperou chegar nessa draga pra aprender a importância do torcedor na bancada. Enfim…

Faltam 07 vitórias. Faltam 13 jogos. Agora aguenta, palmeirense… vai assim até o ano acabar.

OS LANCES:

A FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 2 X 0 VITÓRIA

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data e horário: 25 de setembro de 2014, quinta-feira, às 19h30
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence e Bruno Raphael Pires (ambos de GO)
Público/Renda: 14.907 pagantes/R$ 325.605,00
Cartões amarelos: Nathan e Juninho (Palmeiras); Juan, Richarlyson, Mansur e Luis Aguiar (Vitória)
GOLS: Lúcio, 25’/1ºT (1-0); Henrique, 16’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Deola; João Pedro, Lúcio, Nathan e Juninho; Renato, Victor Luis, Mazinho (Bernardo, 12’/2ºT), Valdivia (Bruno César, 33’/2ºT) e Cristaldo (Patrick Vieira, 28’/2ºT); Henrique. Técnico: Dorival Júnior

VITÓRIA: Gatito Fernández; Nino, Roger Carvalho, Kadu e Juan (Willie, 12’/2ºT); Adriano, Richarlyson (Richarlyson, 12/2ºT), Cáceres e Marcinho; Dinei e William Henrique (Luis Aguiar, 24’/2ºT). Técnico: Ney Franco

REAGE PALESTRA!

Goias SEIS x0 Palemiras – Br14

Lembro claramente do primeiro jogo do retorno do Brasileiro de 2012. O Palmeiras enfrentaria a Portuguesa, no Canindé, mando da Burrinha. Se ganhasse, arrancava em recuperação pra sair do rebaixamento. A Portuguesa vinha mal, última colocada, se não me engano, presa fácil para um gigante como o Palmeiras.

Ao final do jogo, 3×0 pra eles, e eu fazia de tudo pra acreditar que o Palmeiras não ia cair, mas no fundo eu já sabia. Não tinha mais jeito.

Quarta-feira passada, contra o Flamengo, a mesma sensação: “é ganhar hoje e arrancar pra salvação”. E depois de um primeiro tempo bisonho, com Juninho em campo na meia por obra do treinador, eis que conseguimos reagir, empatamos o jogo em 20 minutos, e aí o cretino da 10 resolve pisar no adversário: o jogo terminou empatado, quase foi derrota, e a chance de reagir no campeonato foi pela latrina.

Hoje, esses SEIS a zero não surpreendem. É o resultado da chance desperdiçada de quarta-feira. Que, aliás, começou 19 rodadas antes, quando por um azar do destino, desses que vitimam de morte quem é do bem, Prass quebrou o cotovelo justamente contra o Flamengo, no Maracanã, quando perdemos de quatro um jogo que o Palmeiras ia ganhando até a famigerada fratura.

20 rodadas depois, trocentos frangos depois, o Palmeiras alcança a marca vexatória de 02 gols sofridos pra cada um gol marcado.

É isso, Caímos. Não tem mais jeito.

Não esperem de mim um otimismo cego e imbecil como em 2012. Como em 2002. Não aguento mais. Me aproximo do alcoolismo a cada nova derrota desse time filho da puta que esse presidente com pinta de messias – e que não passa de mais um enganador – montou.

Vejam os fatos. Temos um treinador que insiste em montar o time sem meias, e com Juninho, JU Ni NHO na meia. Dessa vez, alem do JU NI NHO, veio ainda JO Si MAR. Sem meio campo, o primeiro tempo teve direito a uma falha de cada zagueiro, duas dessas com o Deola espalmando pra dentro do gol, pra fechar em 4 x 0, num jogo em que, assim como contra o Fluminense, cada chute do adversário era um gol contra o Palmeiras.

No intervalo, o burro resolve corrigir a cagada, quando já era tarde demais, e tira JU NI NHO e JO SI MAR pra colocar meias, mas obviamente o caixão estava lacrado. E ainda teve tempo pra mais um frango do Deola, 03 num único jogo: temos um novo recorde: nem o mão de alface nem o Fabio conseguiram tamanha façanha…

E o pior é que a tabela estava dum jeito que uma vitória – contra um time mais do que fraco como o Goiás – nos colocaria em décimo quarto. E é capaz de vencer quinta-feira, com a presença daquele safado que veste a 10, e um monte de otário começar a acreditar que vamos escapar. Esqueçam. Já foi. No ano mais especial da nossa história, o presente do palmeirense é voltar pra série B…

Parabéns Nobre, Brunoro e torcedores de gestor, que beleza esse tal de profissionalismo no ano do Centenário…

 JÁ CAiU.

   

Honesto, Burro ou um Safado?

Essa foi, ontem, a dúvida que surgiu no twitter num debate com alguns amigos, sobre a atitude de Valdívia ao dar entrevista após o jogo contra o Flamengo, no qual, depois de ter contribuído diretamente para o Palmeiras empatar o jogo, foi expulso por uma imbecilidade digna dele mesmo.

Some-se a isso o fato de que o jogador, que teve sua re-estréia depois da Copa retardada por uma muito mal explicada transferência fracassada pro Oriente Médio, que ainda teve direito a uma semana de sumiço na Disney, voltava de longo período de contusão, depois de ter atuado apenas 13 minutos contra o São Paulo, ocasião em que disse ao mundo (e aos médicos do Palmeiras) que o problema era uma fratura no nariz – ocorrida dias antes – e não a coxa, essa sim, que o tirou de campo todo esse tempo. Desde a Copa, que acabou há 60 dias, ele jogou até aqui 50 minutos…

Todo esse contexto já fez boa parte da torcida nem sentir raiva do árbitro quando o camisa 10 foi expulso, tamanha a consciência de que nem precisava de replay pra saber que ele tinha feito mais uma fuleragem com o Palmeiras.

Mas aí, pra piorar ainda mais a própria situação, eis que ele decide explicar nos microfones o lance: “Fiz cagada, peço desculpas e peço que não peguem muito pesado…”

Ah, Valdivia, puta que o pariu! Se tinha alguma chance de o jogador não ser suspenso por trocentos jogos, ela foi jogada na latrina com a declaração e confissão da agressão. Podiam falar que foi sem querer, que ele tropeçou, que tentou apoiar o pé mas não conseguiu, que foi um lance de jogo, enfim, nenhuma dessas defesas, por mais que fossem argumentos pra brigar com uma imagem clara da agressão estúpida, poderão concorrer com a confissão imbecil e desnecessária da própria cagada.  

E aí é que fica a dúvida: se o Valdívia, assim como o palmeirense, tá cansado de saber que a Justiça Desportiva é implacável com o Palmeiras e com ele, tendo inclusive suspendido o jogador por confessar que forçou o terceiro cartão amarelo – coisa que tantos outros fizeram e não aconteceu absolutamente nada, né Rizek? – fica “difícil” dizer se a entrevista dada depois do jogo do Palmeiras foi burrice, honestidade, ou simplesmente a mais pura safadeza pra ganhar mais alguns dias de mamata e sem honrar o salário astronômico que pagam pra ele jogar bola..

Eu ia até subir uma enquete aqui, mas, honestamente, qual o propósito disso? Opinião, cada um tem a sua, e em se tratando de quem é, a relação da torcida está dividida entre amor e ódio profundos, ou seja, a enquete ia dar empate e embate, com o perdão do trocadilho.

Mas, não posso deixar de dizer pros que gostam do meia, sigam venerando ele daí, que eu sigo venerando só o Palmeiras daqui. Acordem…

AVANTI PALESTRA!

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